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Explorando o Sabor da Speedway Stout: Grand Prix On the Road - Dutch Apple Pie Edition da AleSmith Brewing Company

05 de maio de 20266min
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Neste episódio, vamos explorar a sedutora Speedway Stout: Grand Prix On the Road - Dutch Apple Pie Edition, uma criação audaciosa da AleSmith Brewing Company que captura a essência nostálgica das clássicas tortas americanas em forma líquida. Esta Imperial Stout, parte de um incrível lote inspirado em sobremesas, conquista o paladar com notas intrigantes de maçã, canela e café, fruto de uma colaboração com a renomada Julian Pie Company. Descubra como esta cerveja impressionante, originalmente elaborada para a San Diego Beer Week, traduz a celebração e a paixão em cada copo, sem precisar de paradas estratégicas. Com uma graduação alcoólica robusta de 12%, ela promete uma experiência intensa e memorável, ideal para os apreciadores de cervejas marcantes.
Participantes neste episódio3
A

anfitriã da sessão

Host
B

Beer Review

Co-host
H

Hair Beer Brasil

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Assuntos5
  • Speedway Stout Dutch Apple PieAleSmith Brewing Company · Imperial Stout · Julian Pie Company · San Diego Beer Week · Grand Prix Hits the Road Again
  • complexidade gustativa da cervejaNotas de maçã e canela · Notas de café · Teor alcoólico de 12% · Interação de amargor, acidez e doçura
  • Mercado de cervejas artesanaisContraste entre delicadeza e potência · Analogia com carro de corrida · Estratégia de familiaridade afetiva
  • Avaliação de CervejaAvaliações positivas · Nota média de 3,83 · Mais de mil avaliações · 145 consumos mensais registrados
  • Inovação em CervejariasSimulação de sobremesas complexas · Alteração da essência da cerveja tradicional · Memórias gustativas
Transcrição18 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Geralmente, quando a gente pensa numa fatia de torta de maçã, a imagem que vem à cabeça é, sabe, algo acolhedor. Aquela coisa de fim de tarde, com aquele cheirinho de canela no ar. Uma experiência super delicada. Exato. É uma construção bem reconfortante, né? Familiar até.

Pois é, mas Alice Smith pegou essa delicadeza toda e, tipo, jogou direto dentro do motor de um carro de corrida com a cerveja Speedway Stout Grand Prix, a Dutch Apple Pie Edition. A ideia da nossa exploração de hoje é justamente dar uma olhada nos dados por trás dessa criação. Isso mesmo.

A nossa missão aqui é entender como eles conseguem transformar a pura nostalgia de uma sobremesa tradicional numa bebida acende alto teor alcoólico e, claro, entregando uma experiência inusitada sem arruinar o paladar de quem bebe. Essa ficha técnica é a verdadeira potência desse motor. Nossa, sim! São 12% de teor alcoólico.

É uma carga pesada, mas faz todo sentido dentro de um plano maior deles. Essa cerveja integra a série Grand Prix Hits the Road Again, que foi projetada para 2025. Ah, bacana. E originalmente essa iniciativa foi criada para a San Diego Beer Week. Eles trazem um pacote com quatro variantes, que eles mesmos chamam de... Fatias turbo carregadas.

Isso, fatias turbo carregadas de nostalgia. Todas totalmente inspiradas em tortas americanas clássicas. Uma estratégia muito inteligente, né? Com certeza. Eles entregam uma bebida extrema e densa, mas que já vem embalada naquela familiaridade afetiva das sobremesas.

É um jogo de contrastes muito interessante. E, sabe, esse contraste me faz pensar na própria identidade do produto. Porque esses 12% de álcool aliados ao nome Speedway Grand Prix, isso grita... Carro de corrida. Exato. Um carro de corrida de altíssima potência, com aquele motor rugindo, mas que, de repente, recebe um ajuste fino, super delicado, feito por um confeiteiro artesanal que está vestido de macacão de mecânico.

É uma ótima analogia. E a prova desse ajuste fino está na receita. O que é fascinante aqui é como essa lataria agressiva de carro de corrida se traduz de fato no sabor real. Conta mais sobre essa parte. Que é super famosa por essas tortas. E olha, tem um detalhe curioso. Qual? Oficialmente, o sistema de registro chega a falhar em acreditar a empresa, marcando a aba de parceria como falsa.

Mas a própria descrição da cervejaria e, bom, o sabor final, entregam o trabalho em conjunto na cara dura.

Um pequeno erro de registro no sistema, então. Que no fim não muda a realidade do copo. Nem um pouco. E não é só na teoria que funciona, sabe? A comunidade realmente abraçou a ideia. Já tem muita avaliação? Sim. Já existe um volume altíssimo de avaliações muito positivas rolando. Ela tem uma nota média de 3,83, com mais de mil avaliações e uma média de 145 consumos mensais registrados.

Caramba, 145 registros por mês é muita coisa para uma cerveja tão específica, né? Exatamente. Para uma bebida tão extrema, manter esse nível de aprovação contínua é um feito notável. Mas aí entra a minha grande dúvida ao olhar para esses componentes todos.

Como que o amargor robusto, escuro e denso, que é bem típico de uma stout imperial com café duplo, consegue interagir com a acidez das maçãs? E com a doçura da canela também? Isso. Porque, na teoria, tentar equilibrar isso tem tudo para criar um verdadeiro caos no paladar de quem consome.

Olha, não viram caos por uma questão de peso e contraste sensorial, sabe? O malte profundamente torrado e o café criam uma base tão densa que funciona quase como um amortecedor. Entendi. Em vez da acidez da maçã e do açúcar da canela gritarem sozinhos e competirem com o amargor, eles são envelopados por essa base escura. A doçua corta aquela percepção da queimação do álcool de 12%. Ah, faz todo sentido.

Enquanto o café atua ali como uma ponte, conectando os tons torrados da cerveja com as especiarias quentes da torta. Não é uma colisão, é um encaixe. Poxa, então o café e o malte não estão brigando com a maçã. Eles estão servindo de palco para ela brilhar.

Uhum, perfeito. E de quebra ainda escondem aquele susto do álcool elevado. É como se a Alie Smith não estivesse apenas vendendo um líquido escuro. Eles estão literalmente engarrafando a experiência de se comer uma fatia de torta em altíssima velocidade. Sim, eles consolidam muito a ideia de que a cerveja contemporânea pode ir muito além do grão e do lúpulo. Pode se tornar uma plataforma complexa de memórias gustativas.

Fantástico. E essa fusão entre a pancada do álcool e a delicadeza de uma sobremesa levanta uma questão maior, que eu quero deixar como um pensamento provocativo para que nos acompanhe a refletir hoje. Vamos lá. Com o avanço de cervejas que conseguem simular perfeitamente sobremesas tão complexas como uma torta de maçã com café,

Até que ponto essa inovação extrema nos ingredientes altera ou até apaga a essência do que consideramos ser, de fato, uma cerveja tradicional? Fica aí a reflexão.

E assim chegamos ao final de mais um episódio do Beer Review, um podcast da Hair Beer Brasil. Aqui, exploramos o universo das cervejas artesanais, com histórias, curiosidades e experiências que tornam cada gole especial. Beer Review, Hair Beer Brasil. Se você curtiu, siga o podcast na sua plataforma preferida para não perder nenhum episódio. Compartilhe com amigos que amam descobrir novos sabores e histórias.

Beba menos, mas beba melhor. Até o próximo episódio e... Saúde!

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