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TRAÍDA PELO AMOR E AMBIÇÃO: A HISTÓRIA ASSUSTADORA DE GIOVANNA NEVES SANTANA | CASO REAL

04 de julho de 202618min
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📂 DOSSIÊ: CASO GIOVANNA NEVES SANTANA!

Em meados de fevereiro de 2026, a tranquilidade do bairro Savassi, em Belo Horizonte, foi interrompida pela trágica descoberta do corpo de Giovanna Neves Santana Rocha, de apenas 22 anos. Inicialmente tratado como um ato voluntário devido a caixas de remédio espalhadas pela cena, o caso sofreu uma reviravolta estarrecedora nos últimos dias graças ao trabalho impecável do Núcleo de Feminicídios da Polícia Civil de Minas Gerais e do IML.Neste episódio do Dossiê Desconhecido, revelamos os detalhes da investigação coordenada pela delegada Ariadne Elloise Coelho que levou à prisão preventiva do servidor público Adalton Martins Gomes, de 45 anos. Descubra como um relacionamento abusivo de apenas quatro meses, marcado por manipulação psicológica e financeira, terminou em asfixia mecânica por sufocação direta. O mais chocante: no próprio dia do sepultamento da jovem, o suspeito tentou fraudar o sistema judicial para oficializar uma união estável de olho em um apartamento de luxo avaliado em R$ 900 mil e em uma partilha de bens de R$ 200 mil em dinheiro vivo.Qual é a sua opinião sobre a frieza do acusado e a precisão da perícia científica neste caso? Deixe seu comentário abaixo!Se você quer acompanhar as investigações mais profundas e os mistérios por trás dos crimes reais mais intrigantes do Brasil, inscreva-se no Dossiê Desconhecido, ative o sininho de notificações e deixe o seu gostei! Se quiser apoiar nosso jornalismo independente, use o botão Valeu, o botão Hype, o QR Code na tela ou confira os links fixados nos comentários.#CasoGiovannaNeves #Savassi #AdaltonMartinsGomes #DossieDesconhecido #TrueCrimeBrasil #Feminicidio #PericiaCriminal #InvestigacaoForense #BeloHorizonte #JusticaPorGiovanna

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🚨 AVISO LEGAL: Este episódio é um Documentário Investigativo. O conteúdo visual é meramente ilustrativo para recriar a atmosfera do caso. Baseado em documentos públicos e perícias.

Participantes neste episódio1
A

Ariadne Elloise Coelho

Host
Assuntos5
  • Condenação de Rodrigo Silva das Neves· SociedadeDescoberta do corpo e investigação inicial · Reviravolta com laudo de necropsia · Relacionamento abusivo e manipulação financeira · Tentativa de fraude para união estável · Giovanna Neves Santana Rocha · Adalton Martins Gomes · Núcleo de Feminicídios da Polícia Civil de Minas Gerais · Belo Horizonte
  • Investigação do crimeAsfixia mecânica por sufocação direta · Fraude processual com encenação de suicídio · Laudo de necropsia e petequias · Câmeras de segurança e circuito interno · Ariadne Elloise Coelho · Instituto Médico Legal de Belo Horizonte
  • Fraude e desonestidade em herançaInteresse em apartamento de luxo · Partilha de bens e dinheiro vivo · Tentativa de oficializar união estável post mortem · Herança do pai e vulnerabilidade emocional · Apartamento avaliado em R$ 900 mil · Partilha de R$ 200 mil em dinheiro vivo
  • Acusados e suas acusaçõesRegistros policiais anteriores · Violência psicológica e ameaças · Importunação sexual · Frieza e indiferença após o crime · Adalton Martins Gomes
  • Impactos Psicológicos e SociaisDebate sobre relacionamentos abusivos · Sinais de alerta em jovens · Importância da perícia criminal · Justiça por Giovanna · Violência de gênero
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Bem-vindo ao canal Dossier Desconhecido. A quietude de um condomínio residencial na Savasse, uma das regiões mais nobres e movimentadas de Belo Horizonte, foi quebrada em meados de fevereiro de 2026 pela descoberta do corpo de uma estudante de apenas 22 anos de idade. O caso, inicialmente catalogado pelas autoridades locais como um ato voluntário, contra a própria existência devido a caixas de medicamentos espalhadas pelo local, sofreu uma reviravolta estarrecedora nos últimos dias.

A perícia científica revelou que a jovem foi submetida a uma asfixia mecânica por sufocação direta, e a polícia efetuou a prisão do ex-companheiro da estudante. Por trás da tragédia, os investigadores descobriram uma trama sórdida de interesse patrimonial, na qual o suspeito tentou oficializar uma união estável no próprio dia do sepultamento para obter o direito sobre um apartamento de alto valor. Como um relacionamento de apenas 4 meses terminou nessa teia de manipulação e fraude processual?

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Giovanna Neves Santana Rocha tinha 22 anos de idade e era descrita por amigos como uma jovem inteligente, afetuosa e cheia de planos para o futuro. Estudante universitária de destaque na capital mineira, ela mantinha um ritmo acadêmico intenso, cursando simultaneamente duas faculdades distintas: psicologia e gestão da saúde. Gisele era muito engajada em questões sociais, possuía uma postura ativa em debates e era descrita como uma jovem vaidosa e cheia de vida.

Ela tentava reconstruir sua rotina após passar por um período de profunda tristeza decorrente da perda de seu pai, ocorrida no final do ano de 2025. O decesso do pai deixou Giovanna em um estado de extrema vulnerabilidade emocional e luto. Como herança, a jovem recebeu a propriedade do apartamento onde morava na Savasi, um imóvel de alto padrão avaliado em aproximadamente R$900 mil. Foi nesse momento de fragilidade e luto que Giovanna conheceu Adalton Martins Gomes, de 45 anos de idade.

A diferença de idade de 23 anos entre os dois não impediu que Adalton se aproximasse rapidamente da estudante, iniciando um relacionamento em outubro de 2025. Adalton é servidor público concursado e formado na área de tecnologia da informação. Ele apresentava-se como um homem maduro e protetor, mas omitia detalhes importantes de sua vida pessoal. Adalton ainda permanecia casado legalmente no papel com sua ex-mulher, com quem possuía 4 filhos, mas afirmava para Giovanna que estava em processo de separação definitiva.

Poucas semanas após o início do namoro, Adalton transferiu sua residência para o apartamento de Giovanna na Savasse. De acordo com os relatórios da Polícia Civil, essa mudança ocorreu sem um convite formal da jovem, que se viu pressionada a aceitar a presença do companheiro devido ao seu estado de luto. Logo em seguida, Adalton passou a tomar o controle administrativo da residência, transferindo contas de consumo e despesas do condomínio para o seu próprio nome, uma atitude que os investigadores interpretaram como os primeiros passos para estabelecer indícios de moradia conjunta fixa visando uma futura posse civil.

A convivência forçada gerou atritos profundos, mesmo ciente de que Giovanna não se sentia confortável com a situação. Adalton passou a levar seus 4 filhos para passar longos períodos no apartamento da Savasi. Ele impunha a presença de seus familiares no espaço da jovem, desrespeitando sua privacidade e seu momento de recolhimento pelo luto da perda do pai. Essa atitude arrogante do funcionário público demonstrava desde o início um desprezo pelas vontades de Giovanna e o estabelecimento de uma postura de dominância territorial dentro do imóvel da estudante.

Amigos próximos e familiares de Jovanna relataram em depoimentos oficiais que o comportamento da estudante mudou drasticamente após a chegada de Adalton. A jovem, antes comunicativa e engajada no feminismo, passou a se afastar progressivamente de seu círculo social mais íntimo, respondendo com menor frequência às mensagens e ligações de parentes. Adalton exercia uma vigilância severa sobre as redes sociais da namorada, e começou a ditar até mesmo a forma como ela se vestia, forçando-a a adotar trajes mais discretos e limitando suas saídas sociais, minando completamente sua independência.

Para manter Giovanna sob dependência emocional, Adalton construiu uma narrativa de homem indispensável e salvador. Meses antes da tragédia, a estudante havia enfrentado uma crise emocional severa e tentado contra a própria existência física. Adalton utilizava esse episódio anterior de forma perversa, como um instrumento de pressão e chantagem psicológica. Em discussões, ele repetia constantemente à jovem que havia salvo a sua vida e que ela lhe devia gratidão eterna por estar viva, transformando a fragilidade dela em um fardo de dependência cotidiana.

Adalton também fazia questão de ostentar para os conhecidos e familiares de Giovanna que ele era o responsável por cuidar da estudante e por manter a estrutura financeira do apartamento. Sua amiga íntima, Ludmila Dias, relatou que o suspeito enfatizava para todos que havia comprado móveis e eletrodomésticos para a casa, incluindo uma geladeira que a jovem desejava. Essa postura servia para criar uma fachada de companheiro dedicado, ocultando as reais intenções de controle e o interesse financeiro no patrimônio que ela havia herdado do pai.

Além do apartamento avaliado em R$900 mil, as investigações do Núcleo de Feminicídio da Polícia Civil revelaram outro fator de grande relevância patrimonial. Giovanna tinha em andamento uma transação imobiliária de partilha pela qual receberia o valor líquido de aproximadamente R$200 mil em dinheiro vivo. A existência desse recurso financeiro extra era de total conhecimento de Adalton, o que reforçou a convicção das autoridades de que o crime teve uma forte motivação econômica e de apropriação indébita dos bens herdados pela jovem estudante de 22 anos.

Apesar da propriedade do imóvel de alto valor na Savasse, Giovanna não possuía um trabalho formal e enfrentava dificuldades financeiras para arcar com as despesas mensais de manutenção do apartamento. Essa carência de recursos foi explorada por Adalton, que se oferecia para pagar contas em atraso em troca de maior controle sobre a rotina da estudante. A jovem se via presa em um ciclo onde a dependência financeira e a falta de apoio social reforçavam a dominação psicológica exercida pelo companheiro de 45 anos.

O desfecho trágico ocorreu no dia 9 de fevereiro de 2026. Naquela data, uma amiga de Giovanna estranhou o fato de a estudante não responder a mensagens de texto nem comparecer a um almoço que havia sido previamente agendado entre elas no centro da capital. Preocupada com a ausência de notícias e sabendo da relação instável que a jovem vivia, a amiga decidiu ir até o apartamento na Savasse. Ao entrar no imóvel, deparou-se com Giovanna deitada sobre a cama, despida e sem apresentar qualquer sinal vital, acionando imediatamente os serviços médicos de emergência.

Ao chegarem ao apartamento, os socorristas do SAMU e os policiais depararam-se com uma cena que parecia apontar para uma ingestão excessiva de substâncias químicas. Havia diversas caixas de medicamentos espalhadas próximas ao corpo de Giovanna, simulando um desespero químico. Diante do histórico de depressão da estudante e dos indícios visuais no quarto, a ocorrência foi registrada preliminarmente como um ato contra a própria vida.

A Dalton, que não estava na residência quando o corpo foi localizado, reforçou essa hipótese aos investigadores, alegando que a namorada passava por uma crise profunda. No entanto, as investigações do Núcleo de Feminicídio da Polícia Civil de Minas Gerais tomaram outro rumo após o recolhimento das imagens do circuito interno de segurança do edifício. As câmeras de monitoramento gravaram o momento em que Adalton deixou o prédio na manhã do dia 9 de fevereiro.

Vestindo roupas sociais, ele apareceu saindo normalmente do elevador e caminhando em direção à rua com postura tranquila, como se estivesse apenas saindo para o trabalho cotidiano. Horas antes de o corpo da jovem ser encontrado pela amiga na cama do quarto. A reviravolta definitiva no caso veio com a conclusão do laudo de necropsia emitido pelos peritos do Instituto Médico Legal de Belo Horizonte. O exame detalhado revelou que a causa do decesso de Giovanna não foi a ingestão de medicamentos, mas sim asfixia mecânica decorrente de sufocação direta.

Os peritos constataram lesões físicas que indicavam a obstrução forçada das vias aéreas superiores. Ou seja, da boca e do nariz da estudante. Além disso, a presença de pequenas manchas vermelhas de sangue nos olhos, conhecidas como petequias, confirmou que ela foi submetida a uma pressão mecânica contínua até a perda de seus sentidos. A delegada responsável detalhou em coletiva de imprensa que a asfixia ocorreu por obstrução externa direta dos orifícios respiratórios da estudante.

Segundo a perícia técnica, a ação violenta foi executada ou com o auxílio de uma almofada ou travesseiro pressionados contra a face da vítima, ou através do uso das próprias mãos do agressor. Essa constatação científica eliminou qualquer dúvida de que houvesse ocorrido um ato voluntário da jovem, mostrando que a montagem de caixas de remédios no cômodo foi uma encenação forçada posterior. O cruzamento das informações das câmeras de segurança e do laudo médico indicou que Adalton foi a última pessoa a estar viva com Giovanna dentro do apartamento antes do decesso.

Os peritos apontaram que a colocação de caixas de remédios ao redor do corpo foi realizada após a perda da vida da estudante, em um esforço deliberado de fraude processual para desviar o foco das investigações policiais, fazendo com que a polícia presumisse que se tratava de um ato voluntário provocado pelo estado depressivo da vítima. O comportamento de Adalton nos dias seguintes ao crime chocou os investigadores e os familiares de Giovanna.

No exato dia do sepultamento da estudante, enquanto a família e amigos lidavam com a dor profunda da perda, o suspeito ingressou com uma ação judicial de reconhecimento de união estável após o decesso da namorada. Ele pressionou amigas da jovem para que escrevessem uma declaração que atestasse que ele e Giovanna viviam sob regime de união estável. Sua intenção era obter um documento de forma rápida para instruir um processo de herança e garantir a posse definitiva do apartamento.

Nos áudios enviados às amigas de Giovanna, Adalton utilizou argumentos contraditórios que chamaram a atenção do núcleo de feminicídio. Em uma das gravações, o suspeito declarava textualmente que a jovem havia partido em seus próprios braços. Essa afirmação colidia diretamente com os fatos registrados no boletim de ocorrência, que indicavam que ele não estava presente quando o socorro e a amiga encontraram o corpo sem vida na cama.

Esse deslize verbal demonstrou o desespero do acusado em forçar uma narrativa de companheiro presente e afetuoso. Além da pressão sobre as amigas, Adalton demonstrou total desrespeito pela dor dos familiares de Giovanna. Logo após o enterro, o suspeito tomou a posse física exclusiva do apartamento na Savasse, impedindo a entrada de parentes da jovem para recolher pertences pessoais e lembranças de família. Vizinhos do prédio relataram à polícia que o homem passou a realizar movimentações atípicas no local, levando outras mulheres para o imóvel em menos de 2 semanas após o decesso da estudante, demonstrando total indiferença com a perda recente.

Diante das evidências técnicas incontestáveis de sufocação direta e das provas de fraude processual, o Poder Judiciário acolheu o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão preventiva de Adalton Martins Gomes. Na última sexta-feira, 15 de maio de 2026, Agentes especializados efetuaram a prisão do suspeito em Belo Horizonte. No momento da detenção, Adalton preferiu exercer seu direito constitucional de permanecer em silêncio e não prestou declarações formais aos policiais civis encarregados da captura.

Durante a verificação dos dados civis e criminais do acusado, os investigadores constataram que Adalton já possuía registros policiais anteriores relacionados a desentendimentos e ameaças no âmbito doméstico contra ex-parceiras. Incluindo denúncias de importunação sexual contra outra mulher e queixas de violência psicológica e atritos frequentes com moradores da vizinhança. Esse histórico de comportamento intimidador reforçou o pedido de prisão preventiva formulado pela promotoria para garantia da ordem pública.

Até o momento, os representantes legais e familiares de Adalto Martins Gomes não emitiram notas públicas detalhadas sobre a prisão, ou sobre as conclusões do laudo pericial de asfixia. O espaço para a defesa permanece aberto perante o juízo de Belo Horizonte, onde os advogados deverão apresentar as justificativas técnicas e tentar contrapor as imagens de monitoramento e os laudos médicos que basearam a denúncia do Ministério Público Estadual.

A condução dos trabalhos policiais ficou a cargo do Núcleo Especializado de Feminicídios da Polícia Civil Mineira, sob a coordenação direta da delegada titular Ariadne Eloise Coelho. A delegada ressaltou a importância de seguir as diretrizes de investigação de decessos violentos de mulheres, que exigem a análise de possíveis atos de violência de gênero desde os momentos iniciais de qualquer ocorrência de decesso suspeito, evitando o arquivamento prematuro baseado em simulações do agressor.

A notícia da prisão do namorado e a revelação de que a perda da vida de Giovanna foi resultado de uma ação delituosa planejada por interesse patrimonial, causaram profunda consternação entre os estudantes universitários e moradores da Savasse. Grupos de amigos realizaram homenagens silenciosas em memória da jovem e cobraram das autoridades celeridade no processo judicial, ressaltando a crueldade de utilizar a vulnerabilidade do luto para estabelecer controle sobre a vida de uma estudante de apenas 22 anos de idade.

Este caso reacendeu discussões importantes em Minas Gerais sobre os sinais de relacionamentos abusivos marcados por disparidade de idade e manipulação financeira. Especialistas em segurança familiar destacam a importância de observar mudanças bruscas de comportamento em jovens, como o afastamento de redes de apoio familiar e a entrega de controles administrativos a companheiros recentes, elementos que muitas vezes precedem atos graves de violência no ambiente doméstico.

Juristas apontam que a tentativa de oficializar união estável após o decesso de um parceiro com fins hereditários é um ato passível de exclusão de direitos por indignidade perante a legislação civil brasileira. O Ministério Público deverá requerer, paralelamente à ação criminal, que Adalton seja declarado indigno de receber qualquer quinhão patrimonial ou benefício decorrente dos bens herdados por Giovanna, assegurando que o patrimônio retorne integralmente aos herdeiros legítimos da estudante.

Com a prisão preventiva consolidada, o inquérito policial será relatado e enviado ao Ministério Público de Minas Gerais, que formalizará a denúncia penal por crime qualificado contra a vida sob contexto de gênero e fraude processual. O processo seguirá o rito comum da justiça estadual, com a oitiva de testemunhas de acusação e de defesa perante o Tribunal Criminal da capital mineira nas semanas subsequentes, visando definir a pronúncia do réu ao júri popular.

Os familiares de Giovanna enfrentam a dor duplicada de digerir o luto da perda da jovem e a revelação de que a pessoa em quem ela confiava foi o responsável pelo decesso. A mãe e os irmãos da estudante acompanham de perto cada passo da apuração policial e esperam que o andamento das audiências confirme a autoria e resulte na condenação máxima do acusado perante o júri popular, trazendo um alento no combate à violência de gênero.

A apuração científica e a rápida intervenção do Núcleo de Feminicídio impediram que o caso de Giovanna fosse arquivado de forma incorreta como autolesão voluntária, trazendo à tona a importância de laudos necroscópicos independentes e minuciosos em ocorrências de decessos domésticos suspeitos. A sociedade aguarda as próximas decisões da Justiça Mineira sobre a manutenção da prisão do réu e o início das audiências criminais que trarão as respostas definitivas sobre o caso.

Deixe nos comentários a sua opinião sobre o andamento desta investigação forense. Você acredita que as provas teóricas de asfixia por sufocação direta e a tentativa de fraude para obter o imóvel serão suficientes para condenar o acusado? Por favor, comente também qual outro caso de true crime ou mistério você gostaria de ver analisado em nosso espaço. Não se esqueça de se inscrever no Dossiê Desconhecido e ativar as notificações no sininho.

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