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CASO LARISSA MORATA: A FARSA CAIU! O LAUDO DEVASTADOR, AS 19 LESÕES E A FUGA DA IRMÃ DO PM!

14 de setembro de 202624min
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📂 DOSSIÊ:CASO LARISSA MORATA!

A farsa que tentaram sustentar não resistiu à verdade da ciência forense. Neste vídeo investigativo do Dossiê Desconhecido, revelamos todos os novos e estarrecedores desdobramentos sobre a tragédia de Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, em Embu das Artes (SP). Com o soldado da PM preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes após ser detido no próprio velório da jovem, a perícia do IML emitiu um laudo estarrecedor: foram constatadas 19 lesões no corpo de Larissa, sendo 14 marcas nítidas de luta corporal e autodefesa, além de uma trajetória de disparo totalmente incompatível com a versão de ato voluntário. Como se não bastasse, a Polícia Civil instaurou inquérito de fraude processual contra a irmã do policial militar por adulteração da cena do fato, tornando-se não localizada após ser desmentida pelo próprio irmão. Peritos do DHPP e da Polícia Técnico-Científica utilizaram tecnologia de ponta com Scanner a laser em 3D e aplicação de luminol para recriar virtualmente a dinâmica do disparo e mapear vestígios biológicos lavados antes da chegada do socorro.Assista até o final para entender cada detalhe revelado e não permita que este caso seja esquecido!Deixe seu JÓINHA, INSCREVA-SE no canal e ative o SININHO DE NOTIFICAÇÕES em todas as opções para acompanhar as próximas atualizações exclusivas.Seja membro do canal Dossiê Desconhecido para apoiar nossas investigações independentes!#CasoLarissaMorata #LarissaMorata #DossieDesconhecido #InvestigacaoForense #JusticaPorLarissa #EmbuDasArtes #PericiaCriminal #RomaoGomes

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🚨 AVISO LEGAL: Este episódio é um Documentário Investigativo. O conteúdo visual é meramente ilustrativo para recriar a atmosfera do caso. Baseado em documentos públicos e perícias.

Participantes neste episódio1
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Dossiê Desconhecido

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Assuntos6
  • A farsa do soldado da PM Vinícius Costa Silva desmascarada pela períciaLarissa da Cruz Morata·Vinícius Costa Silva·Embu das Artes·Polícia Militar
  • As 19 lesões no corpo de Larissa e a incompatibilidade com a versão de suicídioLaudo pericial·Instituto Médico Legal·Autodefesa física·Trajetória do projétil
  • Fraude processual e a fuga da irmã do policial, Tamires MatiasTamires Matias·Ocultação de provas·Mandados de busca e apreensão·Foragida da justiça
  • Mensagens de voz de Larissa revelam rotina de opressão e violência domésticaOpressão psicológica·Ciúmes possessivos·Ameaças veladas·Violência doméstica
  • A prisão do soldado Vinícius Costa Silva no velório de LarissaCemitério Municipal de Embu das Artes·Delegacia de Defesa da Mulher·Prisão preventiva·Presídio Militar Romão Gomes
  • Tecnologia forense e a reconstituição da cena do crime com scanner 3D e luminolDHPP·Polícia Técnico-Científica·Scanner a laser 3D·Luminol·Vestígios biológicos
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DDDossiê Desconhecido

Bem-vindo ao canal Dossier Desconhecido. Sejam muito bem-vindos a mais um vídeo aqui no canal Dossier Desconhecido. Hoje nós voltamos a falar sobre o caso da jovem técnica em radiologia Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, porque as novas descobertas reveladas pela perícia oficial mudaram completamente os rumos de tudo o que se sabia até agora. E nós estamos aqui hoje por um compromisso primordial e inegociável: jamais permitir que a memória de Larissa caia no esquecimento.

Enquanto alguns apostam no passar dos dias para que o silêncio e o corporativismo tomem conta, nós continuaremos firmes cobrando respostas, expondo cada laudo técnico e exigindo justiça por essa jovem mãe que teve a sua existência brutalmente ceifada dentro da própria residência. As novas evidências que vieram a público nas últimas horas são estarrecedoras e desmontam por completo a farsa montada pelo soldado da Polícia Militar Vinícius Costa Silva, de 26 anos.

Se você também não aceita a impunidade e quer nos ajudar a impedir que essa história seja abafada, deixe agora mesmo o seu joinha neste vídeo para romper as bolhas das redes e garantir que esse clamor por justiça continua ecoando com força em todo o país. Para compreendermos a magnitude das novidades estarrecedoras que acabam de vir a público, precisamos relembrar de maneira pontual a narrativa ardilosa que foi montada nas primeiras horas após o ocorrido.

No último domingo, dia 6 de setembro de 2026, por volta das 11 horas da manhã, equipes de resgate e viaturas policiais foram acionadas para comparecer a uma residência situada no município de Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo. No local, o soldado Vinícius Costa Silva, lotado no 16º Batalhão da corporação, apresentou aos policiais e aos socorristas uma versão pré-fabricada. Segundo a sua alegação inicial, o casal teria protagonizado um desentendimento conjugal de rotina e, em determinado momento, Larissa teria se trancado no banheiro do imóvel.

Ainda de acordo com o relato do policial, a jovem teria pegado a sua pistola funcional, calibre .40, e atentado contra a própria integridade física, sofrendo um impacto devastador na região temporal da cabeça. Contudo, a farsa ruiu quase de maneira instantânea perante aqueles que verdadeiramente conheciam o coração e o cotidiano de Larissa. Ela era descrita por amigos, colegas de profissão e parentes como uma mulher radiante, amorosa, dedicada de corpo e alma à criação de seu único filho, um garotinho de apenas 2 anos que dependia inteiramente de seus cuidados.

A jovem havia conquistado recentemente novas oportunidades na área de radiologia médica, alimentava planos grandiosos de crescimento profissional. E demonstrava uma alegria contagiante no dia a dia. Ao tomarem conhecimento da narrativa do companheiro, familiares de Larissa, encabeçados pela firmeza inabalável de sua avó materna, repudiaram a versão com veemência absoluta. Desde o primeiro instante, a família ergueu a voz diante dos veículos de imprensa para afirmar que Larissa jamais atentaria contra a própria integridade, denunciando que a relação era marcada por agressões veladas.

Ciúme doentio e um ambiente de opressão silenciosa que vinha se agravando a cada semana. A desconfiança dos investigadores ganhou força ainda maior com a colheita dos primeiros testemunhos no bairro residencial em Embu das Artes. Moradores vizinhos que prestaram depoimento sigiloso revelaram ter escutado gritos desesperados, discussões acaloradas e barulhos fortes de impactos nas paredes vindos do interior do imóvel pouco antes do estrondo do disparo.

Esse detalhe desmontou a alegação do militar de que Larissa teria se dirigido calmamente ao banheiro após uma breve conversa. Além do mais, a análise minuciosa dos registros telefônicos revelou um lapso temporal injustificável entre o momento em que os vizinhos ouviram o disparo e a efetiva ligação para as equipes de resgate médico e socorro policial. Decorreu um período considerável. Em vez de prestar auxílio imediato à companheira caída no solo, o agente utilizou esse tempo precioso para acionar familiares próximos e articular as primeiras movimentações dentro da residência.

A frieza demonstrada pelo policial militar e os descompaços gritantes entre a cena observada pelos peritos preliminares e o seu depoimento inicial acenderam o alerta máximo da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Enquanto parentes, amigos e vizinhos se reuniam em profunda consternação para prestar as últimas homenagens e velar o corpo de Larissa, na segunda-feira, dia 7 de setembro, um fato estarrecedor e memorável ocorreu no Cemitério Municipal de Embu das Artes.

Agentes da Delegacia de Defesa da Mulher e policiais civis entraram solenemente no recinto do velório e deram voz de prisão em flagrante ao soldado Vinícius Costa Silva. O ato, carregado de simbolismo e tensão dramática, ocorreu diante de coroas de flores e do choro inconsolável dos familiares. A autoridade policial não teve dúvidas de que a cena do fato havia sido deturpada e que o policial militar sustentava contradições insustentáveis sobre a cronologia dos eventos dentro daquele banheiro.

Após a detenção dramática no próprio velório, O soldado foi conduzido à delegacia especializada para interrogatório formal. Na terça-feira seguinte, a Justiça Paulista acolheu os argumentos contundentes apresentados pelo Ministério Público e decretou a conversão da detenção em flagrante em custódia preventiva sem prazo determinado. O magistrado responsável destacou em sua decisão que a liberdade do agente de segurança representava risco manifesto à ordem pública e à instrução criminal.

Sobretudo diante das graves suspeitas de adulteração de provas materiais. Sob forte escolta e com a arma funcional apreendida para confronto balístico, o soldado foi transferido para as celas do tradicional Presídio Militar Romão Gomes, localizado na zona norte da capital paulista, onde permanece encarcerado em regime fechado enquanto as investigações avançam em ritmo acelerado. Entretanto, foi a conclusão do laudo pericial definitivo emitido pelo Instituto Médico Legal nos últimos dias que demoliu por completo qualquer resquício da tese defensiva do acusado.

O relatório dos médicos legistas, aguardado com enorme expectativa pelas autoridades e pela opinião pública, revelou um panorama assustadoramente violento. Ao contrário do que tentou insinuar o militar, O exame minucioso no corpo de Larissa não revelou apenas o ferimento provocado pela passagem do projétil de calibre .40 na cabeça. A perícia técnica contabilizou nada menos do que 19 lesões traumáticas distribuídas pelo corpo da jovem mãe.

Esse número estarrecedor de lesões físicas demonstra com precisão cirúrgica e irrefutável que momentos antes do desfecho fatal, Larissa enfrentou um verdadeiro tormento físico entre quatro paredes. Dentre o conjunto das 19 lesões registradas pelo laudo necroscópico, 14 delas consistem em hematomas, escoriações e contusões recentes espalhadas estrategicamente pelas mãos, pelos punhos, pelos antebraços, pelos pés e pelas pernas de Larissa.

No entendimento consensual dos peritos e dos médicos forenses que analisaram o caso, tais marcas anatômicas possuem uma classificação técnica inequívoca. Tratam-se de lesões típicas de autodefesa física ativa. As marcas nos punhos e nos antebraços comprovam que a jovem tentou erguer os membros superiores de forma desesperada para parar golpes e conter investidas corporais violentas. As escoriações nos membros inferiores e nas extremidades dos pés sinalizam tentativas claras de esquiva, de bloqueio ou de luta corporal contra um agressor de porte avantajado e com treinamento tático em combate pessoal.

Larissa lutou com todas as suas forças para defender a própria integridade e preservar o direito de retornar para os braços do filho pequeno. Como se não bastasse a evidência irrefutável das agressões corporais prévias, o laudo pericial balístico e médico cravou outro ponto de inflexão decisivo. A trajetória do projétil que interrompeu a respiração da técnica em radiologia. Segundo o parecer técnico anexado ao inquérito, a direção percorrida pela bala, a distância entre a boca do cano da arma e o tecido cutâneo, bem como a angulação de entrada e saída, são absolutamente incompatíveis com a biomecânica de um disparo desferido pela própria vítima.

Uma pessoa desprovida de porte físico extraordinário ou de ângulos impossíveis de articulação Jamais conseguiria reproduzir a dinâmica corporal exigida para produzir aquela trajetória específica com uma pistola funcional pesada de calibre .40. A ciência forense falou mais alto do que qualquer retórica. Outra pessoa empunhava o armamento pesado e acionou o gatilho, desmontando definitivamente a tese fantasiosa sustentada pelo soldado da Polícia Militar.

Outro resultado técnico de importância capital obtido pelos peritos laboratoriais foi o exame residuográfico, procedimento químico destinado a rastrear micropartículas metálicas resultantes da queima da carga propelente do cartucho no momento da deflagração. As amostras colhidas na derme das mãos e dos dedos de Larissa não revelaram qualquer presença significativa de partículas características de disparo recente de arma de fogo.

Por outro lado, as amostras recolhidas nas mãos e vestes do militar apresentaram vestígios compatíveis com proximidade e manuseio direto do armamento no momento da explosão. Esse dado pericial científico reforça o que os médicos legistas já haviam assinalado: as mãos de Larissa estavam ocupadas tentando se proteger e repelir a agressão física, e não segurando o cabo de uma arma pesada. Os especialistas do Núcleo de Perícias Criminalísticas sublinharam que esse tipo de constatação científica é contundente nos tribunais.

Quando uma pessoa efetua um disparo voluntário e encosta a arma contra si mesma, a dispersão gasosa deixa halos de esfumaçamento e depósito denso de combustão nas pregas interdigitais. No caso de Larissa, a ausência completa de tais elementos químicos pulverizados atesta com segurança laboratorial que ela foi surpreendida pelo ataque bélico e não exerceu qualquer domínio sobre o acionador mecânico da pistola. Quando parecia que o caso já havia atingido o ápice da indignação popular, novos desdobramentos colocaram outro membro da família do suspeito sob a mira da justiça.

A Polícia Civil e a equipe de delegados designada para o caso descobriram evidências concretas de que a cena do ocorrido havia sofrido manipulação criminosa logo após os acontecimentos. Foi instaurado um inquérito específico para apurar o cometimento de fraude processual, tendo como alvo direto a irmã do soldado, Tamires Matias. De acordo com as apurações dos investigadores, familiares do policial estiveram no imóvel logo após o estampido fatal e participaram ativamente de ações de limpeza.

Recolhimento de pertences e desconfiguração do ambiente original antes mesmo de as viaturas de atendimento de emergência chegarem para prestar socorro e isolar o perímetro residencial. Convocada formalmente a prestar esclarecimentos perante a autoridade policial, a irmã do soldado militar, Tamires Matias, compareceu à delegacia e buscou se distanciar por completo da tragédia. Em seu primeiro depoimento oficial, a mulher negou veementemente qualquer envolvimento com o episódio e garantiu em termos de declaração que sequer havia colocado os pés na residência do casal naquele fatídico domingo pela manhã.

No entanto, a contradição veio à tona de maneira devastadora dentro da própria delegacia, ao ser confrontado com novos detalhes e com a quebra de comunicações telefônicas diabônicas, o próprio irmão, o soldado Vinícius Costa Silva, desmentiu a narrativa de Tamires durante um novo interrogatório. O policial admitiu perante os investigadores que a sua irmã esteve sim no interior da casa logo após o disparo. Essa contradição monumental confirmou as suspeitas dos investigadores de que houve uma tentativa orquestrada de fraudar a cena e maquiar o ambiente para enganar os peritos criminais.

Diante da gravidade da mentira e dos fortes indícios de ocultação de provas essenciais para apuração da verdade real, a autoridade policial representou imediatamente à justiça por mandados de busca e apreensão nos endereços vinculados à irmã do militar. Contudo, ao cumprirem os mandados judiciais, os agentes policiais não encontraram mais a mulher em nenhum de seus endereços conhecidos. Tamires Matias recolheu pertences essenciais e abandonou sua residência habitual, passando a ser considerada pelas autoridades policiais como não localizada e foragida da justiça no tocante às investigações sobre adulteração da cena e a fraude processual.

Equipes de inteligência realizam diligências diárias em diversos pontos do estado de São Paulo para capturar a mulher e colher o seu depoimento definitivo sob o crivo da lei. A resposta técnica das autoridades de segurança pública foi implacável para neutralizar qualquer tentativa de encobrir os vestígios daquele dia. Na última sexta-feira, equipes especializadas do Departamento Estadual de Investigações Criminais e de Proteção à Pessoa, a respeitada divisão do DHPP, em conjunto com peritos da Polícia Técnico-Científica, voltaram em peso à residência em Embu das Artes para uma varredura pericial de altíssima complexidade.

Desta vez, os peritos criminais levaram para o interior da residência equipamentos de ponta, incluindo um moderno scanner a laser capaz de realizar medições milimétricas em 3 dimensões. Com esse instrumento de precisão absoluta, os especialistas escanearam integralmente cada cômodo, registrando os volumes, as alturas dos tetos, a largura exata dos corredores e o exíguo espaço do banheiro onde Larissa foi atingida. Essa tecnologia em 3 dimensões permite congelar digitalmente o ambiente e criar uma réplica virtual idêntica daquele imóvel, possibilitando aos legistas e aos peritos em balística realizar reconstituições dinâmicas de cada segundo da ocorrência.

Através de softwares de computação gráfica e cálculo vetorial, os peritos conseguem posicionar com extrema precisão a estatura física do soldado militar, de 26 anos, e a estatura física de Larissa, de 29 anos. Ao projetar os vetores do disparo e os pontos de impacto identificados nas paredes e nas louças do banheiro, a equipe técnica consegue demonstrar numericamente onde cada um dos envolvidos estava posicionado no instante do acionamento do gatilho.

Os resultados parciais da simulação virtual confirmam que a trajetória da bala só pôde ter partido da altura correspondente a um indivíduo em pé, disparando em plano levemente descendente, o que sela mais uma vez o destino processual do acusado. As simulações tridimensionais avançadas também levaram em consideração as marcas de atrito identificadas nas paredes azulejadas do cômodo sanitário, as quais revelaram ricochetes secundários do projétil após transfixar a vítima.

Os peritos balísticos demonstraram que tais marcas nas paredes são totalmente incompatíveis com a posição sentada ou curvada que o acusado alegou falsamente aos socorristas, provando que o autor estava de pé e dominava fisicamente o espaço reduzido daquele aposento. Além do escaneamento tridimensional milimétrico, os peritos científicos recorreram à química forense e aplicaram o poderoso reagente luminol em todas as superfícies da residência, com especial concentração nas áreas de circulação, no piso do banheiro, no ralo, nas torneiras e nos panos de chão apreendidos.

Na completa escuridão, a substância reagiu quimicamente e emitiu um brilho azulado inconfundível em diversos pontos estratégicos do imóvel. O teste com luminol comprovou que, embora o local tivesse sido esfregado com produtos de limpeza doméstica e água corrente antes da chegada pericial dos peritos. Os vestígios biológicos invisíveis a olho nu continuavam presentes na estrutura microscópica do piso e do rejunte. Essa constatação material não deixa qualquer dúvida: tentaram apagar as marcas do sofrimento de Larissa para forjar uma cena limpa e fabricar um falso desfecho involuntário.

Mas a prova mais comovente e dolorosa que veio à tona nas últimas apurações Não partiu de reagentes químicos nem de equipamentos eletrônicos de precisão. Partiu da própria voz de Larissa da Cruz Morata. Os peritos do Departamento de Investigações conseguiram extrair de aparelhos de telefone celular uma série de mensagens de voz enviadas pela jovem para parentes e para suas confidentes mais íntimas semanas antes do trágico acontecimento.

Nas gravações, a jovem mãe desabafa em prantos sobre a rotina sufocante de opressão psicológica, ciúmes possessivos e ameaças veladas perpetradas pelo companheiro fardado. Em um dos trechos mais tocantes que vieram a público através dos relatórios judiciais, Larissa expressa a angústia de quem ainda tentava salvar o relacionamento em nome do filho. Ela afirmava com a voz embargada que só queria que ele mudasse, que só desejava viver em paz para criar o seu pequeno de 2 anos.

Os relatos gravados em áudio confirmam aquilo que as delegacias de atendimento à mulher enfrentam diariamente em todo o território nacional: a espiral crescente de abusos em relacionamentos íntimos, agravada de forma exponencial quando o companheiro ostenta o porte legal de uma arma de fogo e o poder da farda do Estado. Larissa descrevia em suas mensagens o pavor de contrariar o policial em crises de cólera e a sensação constante de pisar em ovos dentro do próprio lar.

Aquilo que o agressor tentou vender à sociedade como um ato súbito e isolado praticado pela jovem revela-se agora como desfecho brutal e planejado de uma escalada contínua de violência doméstica, na qual a vítima tentava resistir pacificamente e preservar o seu lar enquanto o parceiro alimentava um comportamento cada vez mais agressivo e controlador. A repercussão nacional das revelações policiais e o clamor popular obrigaram as instituições a darem respostas enérgicas.

A Corregedoria-Geral da Polícia Militar de São Paulo instaurou um procedimento administrativo disciplinar de caráter exoneratório contra o soldado Vinícius Costa Silva. Paralelamente, o comando da instituição emitiu nota oficial garantindo que não compactua com condutas desviantes praticadas por integrantes de seus quadros em sua folga ou em sua vida privada. No âmbito da justiça comum, o Ministério Público aguarda apenas a juntada formal do laudo conclusivo, do escaneamento em 3 dimensões e do luminol para oferecer uma denúncia robusta, imputando ao soldado circunstâncias qualificadoras de extrema crueldade, impossibilidade de defesa da vítima e razões da condição do sexo feminino no âmbito da violência familiar.

Enquanto os passos judiciais e forenses avançam, a casa de Embu das Artes permanece desolada e em silêncio. A avó de Larissa, que a viu crescer e que sempre foi o porto seguro da neta, acolhe agora com amor e dor profunda o bisneto de apenas 2 anos de idade, um menino inocente que foi privado da presença protetora e dos abraços carinhosos de sua jovem mãe. Os familiares declararam que não descansarão um único minuto enquanto todos os responsáveis por essa tragédia, tanto o autor do disparo covarde quanto aqueles que tentaram ocultar vestígios e fraudar o cenário, não recebam a punição máxima prevista pela legislação penal.

A memória de Larissa é o farol que guia essa batalha incansável por reparação e dignidade. Os advogados que atuam como assistentes de acusação em nome dos familiares de Larissa Já adiantaram que pleitearão perante o Poder Judiciário a aplicação do rigor máximo da lei, exigindo que cada agravante seja considerada na fixação da pena. Eles enfatizam que o réu se valeu da condição de integrante das forças de segurança para tentar intimidar testemunhas e utilizar conhecimento tático na tentativa frustrada de adulterar a cena fática.

É exatamente É por esse motivo que nós do canal Dossiê Desconhecido assumimos o compromisso público de não deixar este caso se perder em meio à enxurrada de notícias passageiras da grande mídia. Casos de violência covarde contra jovens mães desarmadas dentro de suas próprias residências não podem e jamais serão tratados como mera estatística. Cada detalhe que trouxemos neste vídeo investigativo Desde as 19 lesões atestadas pelo laudo oficial até o escaneamento digital e a fuga da irmã investigada por fraude, comprova que a busca pela verdade não descansa.

Nós continuaremos monitorando as sessões de custódia, os depoimentos judiciais no tribunal do júri e a eventual localização da foragida para trazer novas informações em primeira mão aos nossos inscritos. Neste momento em que nos nos aproximamos do encerramento deste vídeo especial. Queremos ouvir a sua voz nos comentários logo abaixo. O que você pensa sobre a farsa montada pelo policial que ruiu perante as 19 marcas de luta e os laudos em 3 dimensões?

Deixe a sua opinião sincera e a sua mensagem de solidariedade aos familiares de Larissa da Cruz Morata. Não se esqueça de deixar o seu generoso joinha neste vídeo. Pois a sua interação é a ferramenta mais poderosa que temos para manter este caso em evidência nacional. Aproveite também para se inscrever no canal Dossier Desconhecido e ativar o sininho de notificações em todas as opções para não perder nenhuma atualização sobre este e outros casos cruciais que investigamos com seriedade.

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