13. Programa 13 (09/05/2026)
- Agenda Cultural de BrasíliaProgramação de Dia das Mães · Dança Materna na Caixa Cultural · Banquete para Ela no Glórias Norte · Oficina de Pintura em Porcelana · Mostra Colagem e Poéticas da Alteridade · Orquestra Sinfoneta da Geórgia · Samba da Guariba em Ceilândia · Samba de Maria no Clube Motonáutica · Chora no Shark no Espelunca · Salada Psicodélica no Emporio Zingaro · Samba Dona no Ordinário Bar · Quenta da Carol Nogueira · Boteco do Encontro com DJs de São Paulo · Rádio Tereza Lopes no Mundo Vivo Galeria · SOS Toca Raul no Clube do Choro · Resenha de Zé com Tom Brasileiro · Festa Reconvexa celebrando Marília Mendonça · Choro no Eixo · Regional Severino no Quitauarte · Samba da G4 no Boteco do Cruzeiro · Domingueira Reggae · Show de Luisa Sonza, Bel Lins, Margarida, Thaliz e DJ Umiranda
- Pouso Brasília - Turistando na Própria CidadeRota do Rock de Brasília · SQS 303 - Asa Sul · Renato Russo e Legião Urbana · Dino Ouro Preto e Capital Inicial · Dado Vila Lobos e Legião Urbana · Dog do Gordinho · Chocolat Creperi · Cantina da Massa · Arabela Pizza · Café Flora
- Mapa de Afeto e Cruz CervejariaMissão Cruz e mapeamento de Brasília · Sabores, estilos e experiências · Botecos Cruz na Asa Norte e Asa Sul · Menu degustação de cerveja · Melhor cervejaria do Distrito Federal
- Vitor Abrão - Lançamento de ÁlbumÁlbum 'Ainda Podemos Sonhar' · Músicos de Brasília · Gêneros musicais: shot, samba, MPB, rock
- Ocupação da cidade e ruaAgenda cultural e artística · Ocupação da cidade e espaço público · Democratização da cidade · Conhecimento afetivo e efetivo de Brasília · Importância da rua, cura e saúde mental
Com toda a tecnologia que se tinha Do vinil até o CD Do raio laser, raio X ao LP
Nem por tudo isso se nos dobram pra te ver Só a presença é dois, compartilhada É suficiente pra dar conta dos seus beijos Coloridos, feitos as flores dos IPs Nem com toda a tecnologia que se tinha Do vinil até o CD Do raio laser, raio X ao LP
Por tudo isso se nos dobram pra te ver Só a presença dois compartilhada É suficiente pra dar conta dos seus beijos Coloridos, feitos as flores dos IPs Vim me mostrar O que é o amor
Só na presença real, nossos beijos se encontram E os nossos abraços sem igual vem me dizer Que a vida é colorida, é feito as flores dos IPs
E a etnologia que se tinha Do vinil até o CD Do raio laser, raio X ao LP Vem, por tudo isso Os sinos dobram pra te ver Só a presença dois compartilhada É suficiente pra dar conta dos seus bens Coloridos, feitos, cores dos IPs Vem
E mostrar o que é o amor Só na presença real Nossos beijos se encontram E os nossos abraços sem igual vem me dizer Que a vida é colorida Feita as flores do cipês
Que é o amor Só na presença real Nossos beijos se encontram E os nossos abraços sem igual Vem me dizer Que a vida é colorida Feito as flores dos IPs Que a vida é colorida Feito as flores dos IPs Que a vida é colorida Feito as flores dos IPs
O programa a seguir não é recomendado para menores de 18 anos. Começa agora. Ocupa. BSB.
Salve, salve, ouvintes da Rádio Cultura, ou para os mais íntimos, Ocupes. Está no ar mais um Ocupa BSB, diretamente aqui dos estúdios da Rádio Cultura, no Espaço Sagrado, Renato Russo, na 508 Sul. Hoje.
9 de maio, eu, Leonardo Rodrigues, juntamente com os nossos coletivos e iniciativas que compõem o Ocupa BSB, estaremos com vocês, nas 19h às 20h, trazendo sempre o melhor da agenda cultural, artística e de como ocupar a nossa cidade. E hoje, quem abriu o nosso programa foi o compositor, cantor e ator, meu amigo Vitor Abrão.
E você que vem acompanhando o Ocupa BSB ou você que acabou de cair de paraquedas aqui, é a sua primeira vez que escuta o nosso programa, fica com a gente e ocupa também. Todo início de programa temos, assim podemos dizer, o nosso prólogo, trazendo sempre uma música de um artista local e o convidando para compartilhar um pouquinho da sua carreira, influências e da sua relação com a cidade.
E se você quer saber quem foram os outros artistas convidados que abriram os nossos programas passados, ou mesmo reescutar, por exemplo, o nosso último programa, o nosso programa 12, que estava uma delicinha, com aquela agenda esperta, artística e cultural, atualizada pela Rachel Pellistep, além da introdução com a música do Múcio Botelho, da banda A Lupa.
Então acesse a nossa página do Instagram, arroba BSB Ocupa. Aproveita e segue a gente e lá no link da bio vai ter o acesso a todos os nossos programas anteriores. Mas vamos escutar o Vitor Abrão. Migo, manda o seu recado.
Alô, ouvintes do Ocupa BSB. Aqui fala Victor Abrão, e você acabou de ouvir uma música do meu álbum Ainda Podemos Sonhar. É o meu álbum de estreia, lançado agora mesmo em março, e ele contou com a participação de mais de 20 músicos e musicistas de Brasília.
É um disco diverso, com 12 faixas, e tem shot, tem samba, MPB, rock e outras surpresas. Então, chega mais nas plataformas de áudio e escuta Ainda Podemos Sonhar. E pra quem quiser me seguir lá no Insta, o meu arroba é Música do Vitor.
Um abração e até breve. Obrigado, Vitor. E vocês querem saber um pouco mais do trabalho do nosso convidado, da carreira dele, escutar as outras músicas do álbum novo, procure nas plataformas de streaming Vitor Abrão ou escuta aqui na Rádio Cultura, a rádio que toca Brasília. E você que está me escutando agora é um artista local?
um músico da cidade, ou mesmo se radicou por aqui no nosso Distrito Federal, mande uma DM pra gente no arroba BSBocupa, ou pra mim, arroba Leão Rodrigues, e venha ocupar esse espaço, que também é seu. Deixa eu te fazer uma pergunta. Você acha que Brasília não tem nada pra fazer? Se sua resposta é sim, errou feio, errou rude.
Brasília tem e tem muito o que fazer. Fica com a gente que daqui a pouco vamos ter Steph e Rachel com a melhor agenda da cidade. Ocupa BSB, ocupando sua rádio e a nossa cidade. Ocupa BSB na Rádio Cultura.
Escute essa canção, que é pra tocar no rádio, no rádio do seu coração. Você me sintoniza e a gente então se liga nessa estação. Aumente o seu volume, que o ciúme não tem remédio, não tem remédio, não tem remédio, não tem remédio, não.
Aumente o seu volume que o ciúme Não tem remédio, não tem remédio Não tem remédio não E agora sim aqui pra nós Pelo meu nome não me chama Você é quem conhece mais A voz do homem que diz
Deixa eu penetrar na tua onda, deixa eu me deitar na tua praia. Que é ver se vai e vem, ver se vai e vem, que a gente se dá bem, que a gente se atrapalha. Deixa eu penetrar na tua onda, deixa eu me deitar na tua praia.
Que é nesse vai e vem, nesse vai e vem, que a gente se dá bem, que a gente se atrapalha.
Aumente o seu volume que o ciúme não tem remédio. Não tem remédio, não tem remédio, não. Aumente o seu volume que o ciúme não tem remédio.
E agora sim aqui pra nós Pelo meu nome não me chama Você é quem me conhece mais A voz do homem que te ama Deixa eu ter metade
Que é vencer, vai e vem, vencer, vai e vem, que a gente se dá bem, que a gente se atrapalha. Deixa eu penetrar na tua onda, deixa eu me deitar na tua praia. Que é vencer, vai e vem, vencer, vai e vem, que a gente se dá bem, que a gente se atrapalha.
Escute essa canção, que é pra tocar no rádio, no rádio do seu coração. Você me sintoniza e a gente então se diluta nessa estação.
Do lixo ocidental. Não precisam mais temer. Não precisam da solidão. Todo dia é dia de viver. Porque você não verá.
Meu lado ocidental Não precisa medo não Não precisa da timidez Todo dia é dia de viver Eu sou da Mera
Eu sou vocês, sou o mundo, sou Minas Gerais Porque vocês não sabem do lixo ocidental Não precisam mais temer, não precisam da solidão Todo dia é dia
Agora sou cowboy, sou do ouro, eu sou vocês, sou lundo, sou milagreais. Eu sou da América do Sul, eu sei vocês não vão saber, mas agora sou cowboy, sou do ouro, eu sou vocês, sou lundo, sou...
Você está ouvindo OculpaBSD.
Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
Cadê Roger? Cadê Roger? Cadê Roger? Cadê Roger? Cadê Roger? Cadê Roger?
Valeu, mano. Obrigado. Isso aí. Uma cidade sem gente não serve de nada. É um lugar sem a fé.
Estamos de volta com o seu Ocupa BSB aqui na Rádio Cultura, com a melhor agenda de rolês, a melhor agenda cultural e também as melhores dicas e olhares sobre a nossa cidade. O Ocupa BSB é um movimento de e para gente na rua, um incentivo, uma defesa da rua, do espaço público.
do coletivo. Reivindicamos a democratização da cidade e o direito a uma cidade viva. E pra isso é preciso conhecer afetivamente e também podemos dizer efetivamente Brasília. E é com imenso prazer que eu chamo o Antônio do Mapas de Afeto pra mais uma experiência afetiva de Brasília.
Oi, oi, oi pessoal! Esse é o primeiro episódio do Mapa de Afeto aqui no OcupaBSB e a ideia é simples, te convidar para olhar Brasília com mais atenção, descobrir novos lugares, valorizar o que é feito aqui, desde espaços aos encontros, das marcas às experiências.
Oiê, aqui é o Antônio e eu te convido pra vir comigo mapear Brasília. E hoje eu preparei uma dica ótima pra esse programa, hein? Um rolê em uma cervejinha é um programa ideal, né? Você é do time cerveja, você é do time drink, me conta. Hoje a gente vai conhecer mais de uma cerveja que é daqui e tem tudo a ver com a história do nosso quadradinho.
Claro que eu estou falando da Cruz Cervejaria. Você já conhece? Se não, eu vou te contar mais um pouquinho, tá? A Cruz nasce de um conceito que vai além da cerveja. Ela quer transformar a cidade em uma experiência cultural ligada à história e identidade aqui da cidade e do nosso cerrado.
O nome vem da Missão Cruz, aquela expedição científica lá do século XIX, liderada pelo astrônomo belga Luiz Cruz, que foi responsável por mapear o território onde décadas depois seria construída a nossa Brasília. Ou seja, desde a origem a proposta de já ter esse espírito explorador, e isso se traduz também nos sabores, estilos e experiências para o público. Ocupar a cidade passa por descobrir esses lugares.
A Cruz não só ficou na produção desses rótulos artesanais, que vocês já devem ter visto por aí nos bares e restaurantes pela cidade, mas ela também tem uns espaços próprios, tá? Tem os botecos, a Cruz, tanto na Asa Norte quanto na Asa Sul, viu? Então é só procurar Cruz Boteco. São pontos clássicos para quem quer um rolê sem complicação. Tem um chope fresco.
artesanal, de boa qualidade, com vários sabores, tá gente? Essa é uma experiência incrível, você pode experimentar. Tem uma opção que é basicamente o menu degustação de cerveja, que é muito legal, ou seja, você pega um pouquinho de cada cerveja pra você provar novos sabores. Não é demais? Você pode compartilhar com os amigos, pedir um pra mesa, e assim você descobre paladares, aromas que às vezes você nunca experimentou.
Além disso, às vezes rola uma programação, alguma atração especial, um show ao vivo e aquele clima de encontro reunindo a galera, viu? E se você está sozinho, uma dica que eu vou te dar é aproveitar e ficar no balcão. Assim você já conhece gente nova e ainda troca uma ideia ali diretamente com quem sabe muito de cerveja.
Esse ano ela foi eleita a melhor cervejaria do Distrito Federal no concurso brasileiro de cerveja, além de levar medalha de bronze com a Dark Lager. Chique demais, né não? Então já anota aí, se você quer experimentar uma variedade enorme de cervejas e valorizar a identidade brasiliense, cole em um dos botecos da Cruz, prova os rótulos e usa isso como ponto de partida para você explorar ainda mais a cidade. Vale até para um esquenta, viu?
Bora ocupar ainda mais BSB? E para o próximo episódio, o que você quer ver por aqui? Qual marca, espaço, não pode faltar. Então é isso, um abraço cheio de afeto do Antônio dos Mapas. Tchau, tchau!
Olha, eu já estou colocando aqui no meu bloquinho de notas essa dica. E para quem não tem as outras dicas no seu caderninho ou quer conhecer mais por onde anda o nosso amigo Antônio, acessa lá Mapas de Afeto. Tem dicas de espaço, de marcas, rolês, experiência, enfim, muita coisa legal. Ei, ei você que está aí começando a se arrumar, está tomando o seu banho, escolhendo a make.
ou separando as combinações do lookinho de hoje e ainda não sabe qual é o melhor rolê ou onde é o after do rolê? Fica aí que no próximo bloco teremos Diário Visual da Steph e rolês da Rachel com a melhor agenda da cidade. E não é qualquer agenda.
é a mais completa. Eventos de A a Z, de bagaceira, a exposição. De brunch, a éfter na distribuidora. Tem pra todos os gostos e bolsos, mas sempre valorizando a arte local e dando preferência a eventos abertos, democráticos, que incentivam a ocupação da cidade. Pois é importante descer até o chão, mas sempre que possível, com a mão no cabeção.
Ocupa BSB, ocupando sua rádio e a nossa cidade. Ocupa BSB na Rádio Cultura.
da cidade Eu sei que finjo, mas sou louca não É que eu me amarro numa confusão Sou sempre foco de toda atenção Presta atenção Eu vou fazer cena Até você achar que eu também tô afim Eu sei que eu sou problema Mas quando eu te tocar você vai ver que vale a pena
Se entregar pra mim, se entregar pra mim Bem devagarinho Quem olha até pensa que é fácil assim Se entregar pra mim
Se essas paredes não tem mais ouvidos
Eu vou fazer cena Até você achar que eu também tô afim Eu sei que eu sou problema Mas quando eu te tocar você vai ver que
Se entregar pra mim, bem devagarinho Quem olha até pensa que é fácil assim Se entregar pra mim, bem devagarinho Eu gosto mesmo é de um
Cultura FM, alternativa inteligente.
Acenda se você quiser perambular na minha mente Transcenda se você quiser também tem que ser doador Afago se você quiser me trazer muito mais calor Tá esquentado Só não me venha com essa pólvora
O que você não tem, não
Se você quiser que seja quente, acenda. Se você quiser perambular na minha mente, transcenda. Se você quiser também tem que ser doador. Afago, se você quiser me trazer muito mais calor.
Não me venha com essa pólvora Vamos fazer
O que você não tem não vale.
Brasília existe e resiste. Estamos aqui no Ocupa BSB e você já sabe, sempre aos sábados, das 19h às 20h, ocupando sua rádio e a nossa cidade. E agora chegou o momento delas.
o momento mais aguardado. A chegada da nossa dupla que não deixa ninguém sem rolê. Steph, do Diário Visual da Steph e Rachel, do Rolês da Rachel. Meninas, é com vocês!
E aí, ouvintes da Rádio Cultura, aqui é a Steph do Diário Visual. E pra quem sentiu minha falta, eu tô de volta, um pouco doente, como vocês podem perceber pela minha voz. Então já fica aí o alerta, se cuidem, galera, porque esse clima não tá fácil. Mas agora vamos de agenda, vamos de coisa boa, que é pra quem acha que Brasília não tem nada pra fazer. Essa semana tem programação afetiva, artística e cheia de experiências especiais pro Dia das Mães. E eu tô aqui com a minha amiga Rachel e eu queria saber...
Rachel, você já decidiu o que você vai fazer com a sua mãe nesse Dia das Mães? Menina, ainda não? E pelo visto vou sair daqui cheia de ideias. Pois é, porque coisa boa não falta essa semana. No dia 10 de maio, domingo, às 10 horas, a Caixa Cultural Brasília recebe a atividade Dança Materna, conduzida por Aline Salihata.
A proposta é uma vivência de dança para bebês e seus cuidadores, utilizando o sling com movimentos suaves e momentos de conexão. Cada participante ganha também um sling da Caixa Cultural Brasília. No domingo, dia 10, a Glórias Norte recebe o evento Um Banquete para Ela, especial de Dia das Mães com o Barco Estúdio.
A programação acontece na Asa Norte e mistura café da manhã, livros escritos por mulheres inspiradoras e retratos de família analógicos feitos na hora com câmera lambi-lambi em um processo fotográfico histórico. As reservas são feitas pelo WhatsApp. Meia um.
9-9508-0007 Também no domingo, dia 10, das 15 às 18 horas, acontece a Oficina Criativa de Pintura em Porcelana com Miriam Lindgren. Atividade especial de Dia das Mães e será realizada no Vila Jardim. Você pode fechar direto com a Miriam ou no arroba Vila Jardim. E pra quem gosta de exposições, segue em cartaz até 21 de junho a mostra Colagem e Poéticas da Alteridade, do coletivo Ilo.
A exposição está na Galeria 3 do Museu Nacional da República, com visitação de terça a domingo, das 9h às 18h30. Mais informações no arroba Museu Nacional da República. E na terça-feira, dia 13 de maio, às 19h, o Teatro Polpex recebe a apresentação da Orquestra Sinfoneta da Geórgia.
O concerto terá regência do maestro Rafael Barros Castro. Os ingressos são gratuitos pela plataforma Simpla, gente. É de graça, mas tem que retirar lá. A apresentação é realizada pelo Georgian Sinfonieta em parceria com a Pompex Cultural. E eu vou ficando por aqui. Quem quiser acompanhar mais programações culturais, oficinas, exposições, experiências criativas aqui em Brasília, é só me seguir lá no Instagram, no Diário Visual Staff, ou esperar até a próxima semana para me ouvir aqui pelas ondas de rádio.
e até a próxima, galera. Ah, mas calma aí, gente. Fiquem por aí, porque a nossa Rachel dos Rolês tem uma super programação pra esse final de semana pra vocês. Vai que é tua, Rachel.
Vocês viram que o que não falta é opção. Tem tanta opção que a Rachel vai ter que voltar no próximo bloco para terminar a agenda. Então, aquela desculpinha que não tem o que fazer, não funciona mais não. Vá para a rua, descubra a sua cidade e de quebra você vai estar empregando e valorizando.
Toda uma cadeia que conta com artistas, funcionários de estabelecimento, produtores, comunicadores, técnicos, enfim. É muita gente trabalhando para o seu rolê acontecer. E se você acha que ainda precisa de mais motivo, pois toma! Saúde mental, melhoria do sentimento de pertencimento, troca afetiva, a rua, cura!
Mas vamos de música, pois que a vida é feita de equilíbrio. Um pouco de droga, um pouco de salada. E já que falei de saúde mental, um beijo pro coletivo BACTEU. Que daqui a pouco estará no De Rolê da minha amada Lorena Loli. Ocupa BSB, ocupando sua rádio e a nossa cidade. Ocupa BSB na Rádio Cultura.
Samba da de coco me espaiou na ousadia Toco na favela, no city, no dia a dia Casa de farinha, no engenho, tomando a pinga Com uma rapadura, eu tiro a gosto, faço a linha Sinto o som do grave, descendo pelo terreiro, vai Rola forró, tem pisadinho o dia inteiro E eu tô no meio, eu não vou faltar Quando a farra esquenta, nós é o que todo mundo usa Vai, torrando café na beira
Lá no meio do mato é onde nós faz a resenha Vem, festa no sertão de graça, nem precisa senha Vale de batuque de rodo na umbiga
Que mata a minha cedo em rampa Puxa o café, vem me toca a f...
Festa no sertão de graça, nem precisa sem arraso Vale de bato, pente e rodo na umbigada Vem, dona marinha, rapuxa na embolada Vou, que a terra batida é o piso da minha casa Vem, queimando o tijolo que a carreira é a pinça da raça
100,9 A rua inteira olhou Te vendo atravessar
Você Largo a carreira Eu sou Vou pro mundo com você Jogo um desse Seu jogo Jogando me leva Eu vou deixar Eu já deixei
por você Largo a carreira eu sou Vou pro mundo com você Jogando esse seu jogo Jogando me leva E eu vou deixar Eu já deixei Menina
Se descola algum tempo pra gente
100,9. A sintonia da cultura. Glória a Drúva. Lady Leste.
Dois e duas, dois e três Vai bancar, vai Vamos começar, isso aqui é arte, não pode tocar
Eu sempre consigo tudo que eu quero Antes da vírgula mais cinco zeros Talvez eu cumpre até um castelo Só espera eu bater o martelo Vai começar o leilão Quero saber quem dá mais Quando passar do milhão A gente conversa lá atrás Vai começar o leilão Quero saber quem dá mais Quando passar do milhão A gente conversa lá atrás
Dole uma, dole duas, dole três Vai bancar, vai rei na minha mão Tenho o melhor produto, sou a Lady Ledge Sobrenome é lucro, tu sabe minhas rimas No artigo de luxo, faturando mais de 100k por minuto Ela é foda, adianta ficar puto Showias, todas diamante e bruto Glória, um Mickey Mouse no pulso Joga, ó tamanhando esses glúteos Fala comigo, bebê Fala o que eu posso fazer por você
Quero saber quem dá mais Quando passar do milhão A gente conversa lá atrás Vai começar o leilão Quero saber quem dá mais Quando passar do milhão A gente conversa lá atrás
A antiga geração de candangos construiu Brasília. A atual geração ocupa Brasília. Diretamente dos estúdios da Rádio Cultura, aqui na 508 Sul, eu, Leonardo Rodrigues, estou aqui com a Ocupa BSB, o seu manual de ocupação do nosso quadradinho.
E para ocupar, é preciso também conhecer e, muitas vezes, reconhecer, se reencantar, experienciar como se fosse a primeira vez que eu visito a minha cidade. Então, para nos guiar nessa visita, eu vou chamar o coletivo Pouso Brasília, das maravilhosas Lari Castro, Mariana Correia e Paula Cruz.
Pouso Brasília apresenta Turistando na Própria Cidade. Hoje, nosso pouso é na Asa Sul, mais precisamente na SQS 303. Esse endereço faz parte da Rota do Rock de Brasília e tem lugar de destaque na história da capital federal. Essa é uma superquadra que foi construída entre os anos de 1969 e 1979 pelo Banco do Brasil para abrigar seus funcionários que vinham de mudança para cá.
O arquiteto Eduardo Negri foi o autor dos blocos residenciais dessa quadra, com exceção do edifício duplo B e F, que foram assinados pelo arquiteto Stélio Seabra. Ambos são personalidades importantes na construção da identidade moderna da cidade e são referências para nós, arquitetos brasileenses, nos dias atuais.
E foi nesse cenário, no ano de 1973, que um jovem de apenas 13 anos chegou de mudança, do Rio de Janeiro, para morar no Bloco B da 303 Sul. Esse era Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, que passou sua adolescência brincando debaixo dos pilotis e conhecendo a vizinhança enquanto se apaixonava pela música.
Ali perto, na 104 do Sul, moravam também Dino Ouro Preto, cantor e compositor da banda Capital Inicial, e Dado Vila Lobos, que era meio-irmão do Dino e se tornou guitarrista na Legião Urbana. Eles se tornaram amigos de Renato Russo e foi a proximidade entre esses jovens que fez a 303 Sul ser considerado o verso da capital do rock, colocando Brasília no mapa cultural brasileiro.
Em frente ao Bloco B da 303 Sul, fica um dos totens que marcam a Rota do Rock de Brasília. Inclusive, já contamos sobre outro totem da rota no episódio anterior, sobre o Centro Cultural Renato Russo. E se você perdeu esse episódio, é só conferir no nosso Instagram, arroba Pouso Brasília.
E que tal visitar essa quadra de Brasília como se fosse turista na própria cidade? Além de conhecer onde Renato Russo cresceu e observar a arquitetura da quadra, você pode aproveitar para comer algumas delícias locais. Dentro da SQS 303 fica uma das mais famosas comidas de rua de Brasília, o Dog do Gordinho e também o Chocolat Creperi.
Já na entrequadra comercial fica o tradicional restaurante italiano Cantina da Massa, a Arabela Pizza e o Café Flora. Esse foi o Turistando na própria cidade. Até o próximo pouso! Obrigado, meninas! E daqui a 15 dias, o Pouso Brasília volta a aterrissar aqui no Ocupa BSB. E como prometido, vamos pra ela, a agenda! E quem vem pra segunda parte do Brasília não tem nada pra fazer...
É ela, Rachel. Olá, olá, ouvintes da Rádio Cultura, rolezeiras e rolezeiros. Aqui é a Rachel, do Rolês da Rachel, e começa agora a nossa curadoria para este sábado lindo. Tem o samba da Guariba, na quadra EQNN 18-20.
na Guariroba, em Ceilândia, que já começou às 17 e vai até mais tarde. E também tem o Samba de Maria, no Clube Motonáutica, na Vila Planalto. Temos novidade no Espelunca, setor comercial sul. Tem o Chora no Shark, com Magá, Eva, Conceitinho e Pate Egito. Terá brega, tecnobrega, tecnomelody, rock doido, carimbó e lambada para sentir o gostinho do Pará na pista de dança.
No Emporio Zingaro, ao lado, tem salada psicodélica. DJs da música eletrônica para tocar o lado B. A pesquisa, o estilo cruzado, a faixa guardada. Com Rodrigo Brunale, Moranga, Verano e muito mais.
A partir das 19, temos 1. Samba Dona, no Ordinário Bar, no setor bancário sul. 2. Quenta da Carol Nogueira, na 6, na 706 Norte. 3. Boteco do Encontro, na 206 Norte. Vai virar pista. Por quê? Quem vai estar no comando são os DJs La Reina e o Dio Santo, diretamente de São Paulo, trazendo aquele groove irresistível.
que não deixa ninguém parado. Às 19h30 temos Rádio Tereza Lopes, no Mundo Vivo Galeria 413 Norte. Às 21h temos SOS Toca Raul, a voz do maluco beleza em Brasília. O grito que o Brasil inteiro conhece chega mais uma vez ao palco do Clube do Choro, com a intensidade que Raul Seixas merece.
E às 22h temos Resenha de Zé, com o grupo Tom Brasileiro, na casa de Zé, no Cruzeiro. E às 22h30 temos Festa Reconvexa, celebrando Marília Mendonça. Do jeito que tem que ser, com verdade e intensidade. Terá Pocket Show de Evelyn Santos. Pista Quente com a melhor da música brasileira, comandado pelas DJs. Beira Mundo, DJ IP Ferraz e a residente DJ Eu Sou Apequi.
E neste domingo especial, para começar o dia com o pé direito, tem Choro no Eixo, edição especial Dia das Mães. Então, música boa, aquele clima de Brasília que a gente ama e homenagem linda para as mamães. O encontro está marcado na 204 Norte, no Eixão do Lazer, a partir das 10 horas da manhã. Teremos também Regional Severino, no Quitauarte, lá no Lago Norte.
Às 13h. E tem samba da G4 no Boteco do Cruzeiro. À partir das 15h. E se sua mãe gosta de reggae? À partir das 16h até as 22h, tem domingueira reggae. Com Cris Magalhães e Barba Ruiva no comando. Trazendo só as boas vibrações. No Emporos e Garo, no setor comercial Sul, quadra 1. E com isso encerramos a nossa curadoria dos rolês do fim de semana.
E já vou deixar a sugestão de um super show para o próximo sábado em comemoração da Semana S. Dia 16 de maio terá Luisa Sonza, Bel Lins, Margarida, Thaliz e o DJ Umiranda. E se vocês quiserem ficar ainda mais por dentro da programação, segue meu perfil no Instagram, Rolês da Rachel. Beijos e bom rolê!
Ah, mas vocês não falaram do rolê que eu estou produzindo, nem divulgaram o meu espetáculo, a minha exposição. Então vamos falar, vamos divulgar. Queremos sim o seu rolê na nossa agenda. Para isso, basta mandar um telegrama, uma carta de amor ou simplesmente uma DM no nosso Instagram. E você já sabe, hein? Arroba BSB Ocupa. Ou direto para as nossas curadoras, arroba Diário Visual Staff ou Roles da Rachão.
Mas uma coisa eu sempre sei, não importa se é rolê tradicional ou que está despontando na cena cultural, rolê bom tem que ter música boa. Então vamos continuar com a nossa curadoria musical que garante o melhor esquenta do seu sábado. Junto com o Di Rolê, tá Lorena Loli? Ocupa a BSB, ocupando sua rádio e a nossa cidade. Ocupa a BSB na Rádio Cultura.
Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem. 100,9.
A cidade que nasceu de um sonho tem o compromisso de fazer da realidade um sonho ainda mais bonito. Olha, eu vou pedir a ajuda de vocês pra gente pedir a saideira. É que já tá na hora de ocupar a rua, né? Ah, mas eu ainda tô entrando no banho. Ih, você vem falar agora que eu pedi minha dose dupla.
Calma, Ocupa! Quem não tá pronto pra sair, é só digievoluir pro rolezeiro e fica mais uma horinha de boa no Esquenta do DeRolê. Já obrigado pela companhia de quem tá desde o início escutando o nosso programa ou pra você que acabou de sintonizar a Rádio Cultura. Ó, o Ocupa BSB estreou em fevereiro.
Eu sei que ainda estamos nos conhecendo, mas fica à vontade. Abra a geladeira, bota o pé em cima do sofá. Esse programa, assim como a rua, também é seu. Obrigado ao meu amigo Vitor Abrão, que foi o artista local que abriu o nosso programa.
Obrigado, claro, pela presença dos nossos coletivos iniciativas, o Mapa de Afeto, o Pouso Brasília, o Diário Visual da Estef e o Rolês da Rachel. Sabemos que dois corpos não ocupam o mesmo lugar, mas uma multidão ocupa uma cidade inteira e um programa em tudo também. Um beijo, até semana que vem aqui na rádio e até daqui a pouco na rua, pois você já sabe.
Ocupa BSB, ocupando sua rádio e a nossa cidade. Ocupa BSB na Rádio Cultura.