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Ep. 32 – O Povo Escravo: O Grito por Liberdade

09 de julho de 20266min
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O tempo passou e o Egito esqueceu do governador José. Agora, o povo de Israel enfrenta a crueldade de um novo Faraó, que transformou a todos em escravos e deu uma ordem terrível contra os bebês hebreus. Neste episódio que marca o início da nossa jornada pelo livro de Êxodo, descobrimos a coragem das parteiras Sifrá e Puá e aprendemos uma das lições mais importantes da Bíblia: Papai do Céu nunca ignora o nosso choro e jamais esquece as Suas promessas. A grande história de libertação acaba de começar!

Participantes neste episódio1
S

Sifrá

Host
Assuntos3
  • Decreto cruel do FaraóSifrá e Puá · Ordem para matar bebês hebreus · Temor a Deus · Desobediência e coragem
  • Morte e LutoDeus ouve o sofrimento · Lembrança da aliança divina · Promessas de Deus · Preparação para a libertação · Moisés
  • Epístola aos HebreusEsquecimento de José · Medo do Faraó · Escravidão e trabalho forçado · Crescimento do povo de Israel
Transcrição4 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
SSifrá

Olá, pequenas e pequenos exploradores! Sejam muito bem-vindos ao Baú de Histórias, o podcast onde a Bíblia ganha vida para você e sua família. Eu sou a Michele Menezes e a cada episódio nós abrimos o baú juntos para descobrir tesouros eternos. A nossa grande aventura bíblica continua e agora nós chegamos a um capítulo de grandes milagres e libertação. Estamos no livro do Estão prontos para a aventura de hoje? No 3, a gente abre o baú. 1, 2, 3!

?Voz C

Muitos e muitos anos se passaram desde que fechamos o nosso baú pela última vez. José, o grande governador, já havia morrido, assim como todos os seus irmãos. Mas a família deles, o povo de Israel, continuou crescendo muito no Egito. Eles eram tantos que a terra ficou cheia deles. Mas o tempo não apaga apenas as pessoas. Às vezes ele apaga a gratidão. Um novo faraó assumiu o trono do Egito. E a Bíblia nos conta um detalhe muito triste. Esse novo rei não sabia quem tinha sido José.

?Voz B

Ele não lembrava que um hebreu tinha salvado o seu país da fome. Esse novo faraó olhou para o povo de Israel e sentiu medo. Ele pensou: Eles são muitos! Se houver uma guerra, eles podem se juntar aos nossos inimigos e lutar contra nós. Em vez de conversar ou fazer um acordo, o rei tomou uma decisão cruel. Ele transformou todo o povo de Israel em escravos. O Egito, que antes era um lugar de refúgio e comida, virou um lugar de dor.

Os israelitas foram forçados a trabalhar debaixo do sol quente, fazendo tijolos de barro, construindo cidades gigantescas para o faraó, e trabalhando duro nas plantações. Os capatazes egípcios batiam neles e os tratavam com muita maldade. Mas algo muito curioso acontecia: quanto mais o faraó os maltratava, mais o povo de Israel crescia e se espalhava. O plano do rei estava dando errado porque a promessa que Deus fez a Abraão lá em Gênesis de que eles seriam tão numerosos quanto as estrelas do céu e que não poderiam ser parados por nenhum rei humano.

Como o trabalho duro não diminuiu o povo, o faraó teve uma ideia ainda mais terrível. Ele chamou duas mulheres chamadas Sifrá e Puá. Elas eram parteiras, ou seja, ajudavam as mamães hebreias na hora em que os bebês iam nascer. O faraó deu uma ordem muito má: quando vocês ajudarem as mulheres hebreias, se o bebê for menino, vocês devem tirar a vida dele. Se for menina, pode deixar viver. Imaginem o coração daquelas duas mulheres.

Mas a Bíblia nos diz que Sifrá e Puá temiam a Deus. Elas sabiam que a vida é um presente sagrado do Criador. E que nenhum rei tem o direito de destruí-la. Então elas foram muito corajosas, não obedeceram ao faraó. Elas deixaram os meninos viverem. Quando o faraó descobriu, ficou furioso e as chamou para dar uma bronca. Mas Deus protegeu Cifrá e Puá por causa da bondade delas. O faraó então, completamente cego pelo medo e pela maldade, deu uma ordem para todo o seu exército e para todo o povo do Egito: todo menino hebreu que nascer deverá ser jogado no Rio Nilo, mas as meninas poderão viver.

A situação parecia impossível. As mães choravam, os pais trabalhavam como escravos até as forças acabarem, e o Rio Nilo, que era fonte de água e vida para o Egito, virou um lugar de muito medo. Parecia que o mal tinha vencido. O livro de Êxodo nos conta que os israelitas gemiam e choravam por causa da escravidão. E aquele choro, aquele grito de socorro, subiu até o céu. A Bíblia diz: Deus ouviu o gemido deles e lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó.

Papai do Céu nunca se esquece das suas promessas. Ele estava vendo tudo e já estava preparando uma resposta. E a resposta de Deus não viria através de um exército poderoso, mas sim através de um bebezinho que estava prestes a nascer em segredo: Moisés. Crianças, a história de hoje é séria e nos mostra que às vezes as pessoas podem ser muito mais. Mas também nos ensina algo maravilhoso: Deus ouve quando a gente chora. Ele ouve a nossa oração, mesmo quando somos pequenos ou quando achamos que ninguém mais está prestando atenção.

Papai do céu, obrigado porque o Senhor é o Deus que ouve o nosso choro e nunca esquece das suas promessas. Dá-nos a coragem das parteiras para sempre escolhermos fazer o que é certo e proteger a vida. Fica pertinho de todas as pessoas que estão sofrendo hoje e traz libertação para elas. Em nome de Jesus, amém.

?Voz C

O nosso baú se fecha hoje com um decreto terrível do rei e muito choro no Egito. Mas uma mãe muito criativa e corajosa está prestes a fazer um cesto de junco para salvar o seu bebê. O que vai acontecer com ele nas águas do Rio Nilo? Não percam o próximo episódio!

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