Declaração de Imposto de Renda — A Fotografia da Sua Vida Financeira
Você acha que entregar a declaração de Imposto de Renda é só cumprir uma obrigação anual? A verdade é que a sua declaração diz mais sobre a sua vida financeira do que qualquer extrato bancário. E quase ninguém sabe ler o resultado.
Neste episódio do Capital Planeja, Daniel Valverde, sócio e CEO do Grupo Capital, recebe Sergio K. Leão, CFP®, sócio e Head de Investimentos, para desmontar os principais mitos sobre o IR e mostrar como a declaração, feita com método, deixa de ser dor de cabeça e vira ferramenta estratégica de planejamento.
Daniel Valverde
Sergio Leão
- Imposto de Renda e Planejamento FinanceiroDeclaração de Imposto de Renda · Planejamento financeiro pessoal · Estratégias de declaração · Declaração pré-preenchida · Modelo simplificado vs. completo · Cruzamento de dados pela Receita Federal · Malha fina
- Redução de Benefícios TributáriosDeduções de saúde · Deduções de educação · Previdência privada (PGBL/VGBL) · Ganho de capital · Restituição de imposto
- Aquisição de Bens e Comprovação de RendaDeclaração de bens · Comprovação de renda para financiamentos · Ocultação de patrimônio
- Decisões de Investimento e PadrõesRotação de carteira · Imposto sobre ganho de capital em investimentos · Portabilidade de previdência
- Planejamento FinanceiroValor do planejamento financeiro · Gestão financeira e fluxo de caixa · Economia de tempo e dinheiro
Olá, seja muito bem-vindo ao Capital Planeja, o podcast do Grupo Capital. Hoje estamos no episódio 13 e abordaremos um tema muito importante, que é o tema de imposto de renda, a declaração de imposto de renda.
já com uma visão de planejamento financeiro pessoal. E hoje recebemos novamente aqui nosso sócio, Sérgio Leão, Head de Investimentos, CFP, especialista em planejamento financeiro pessoal e que entende bastante também sobre imposto de renda, né Sérgio? Seja bem-vindo.
Eu que agradeço aqui o convite, Daniel, poder participar mais uma vez aqui, bater um papo com o pessoal, trazer mais informações importantes, principalmente nesse momento de entrega de declaração, que é normalmente quando o pessoal lembra que ela existe.
Lembra que ele existe, todo ano milhões de brasileiros correm aí contra o relógio para entregar, entrega de qualquer jeito, e a ideia aqui hoje é falar sobre como fazer isso com método, com estratégia, como que influencia isso na construção de patrimônio, no planejamento financeiro pessoal. Então, Sérgio, para já começar esse episódio, eu gostaria de perguntar para você, já quebrando uma crença, muita gente acha que o IR...
É uma dor que começa agora, nesse processo de entrega, e termina quando você vai lá e fecha, mandou para a Receita Federal. Mas por que essa visão é um erro na hora que a gente fala de estruturar a vida financeira de uma pessoa? Legal, vamos lá, Daniel. A primeira coisa é entender que se a gente começa a se preocupar com a declaração de imposto de renda, vamos lá?
agora, no ano vigente, seja janeiro, fevereiro, março, abril, olhando aí esse prazo final que termina no final de maio, o maior erro é porque a gente já não tem mais o que fazer, né? Se a declaração é sobre o exercício anterior, ou seja, agora, em 2026, a gente vai entregar a declaração referência entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025.
Se eu começo a me preocupar agora, eu literalmente estou pegando um extrato da minha vida. Não consigo fazer nenhuma adequação, seja para eventualmente tentar pagar um pouco menos de imposto, de forma legal, conseguir organizar de uma forma diferente todo o meu patrimônio. Eu perco essa grande arma.
Então, é muito deficitário para o investidor, para o brasileiro, olhar só de forma reativa. Então, essa construção da declaração de imposto de renda, ela deveria começar no início de cada ano. E aí, a partir desse início de ano, a gente entender esses pormenores, o que é plausível de ser feito, o que é possível de ser ajustado.
para que ao longo dessa janela dos 12 meses do ano, a gente consiga ter tempo hábil para criar estratégias, para adequar e implementar essas estratégias que podem gerar, por exemplo, para a próxima declaração de imposto de renda, um aumento na restituição, uma redução do imposto a ser pago, no final do dia isso vai ser a mesma coisa, mas gerar um crédito em favor do beneficiário, do investidor, do brasileiro, do contribuinte.
de 2, 3, 5, 10, 50 mil reais que seja, simplesmente por uma adequação melhor do que eventualmente era feito, por uma implementação de estratégia que eventualmente foi passada adiante sem eventualmente ter essa avaliação mais aprofundada. E já pegando o gancho sobre estratégia, tem muita gente que confia já na declaração pré-preenchida.
Existe o modelo simplificado, completo. Quando a gente fala de estratégia, o que eu tenho que olhar em relação a esses temas dentro do IR? Pré-preenchido, só sigo, vou para o simplificado, vou para o completo, vou para aquilo que eu acho que é o melhor.
Legal, vamos lá. Nesses últimos anos, principalmente nesses últimos dois, três anos, a gente viu uma mudança bem interessante da Receita Federal, que foi essa implementação sistêmica do pré-preenchido. Na prática, o que isso faz? Por que ela surgiu? De onde ela veio?
No final do dia, a gente passou muito tempo em que os sistemas da Receita Federal não cruzavam as informações de forma nativa. Ou seja, quando, imagina você médico e eu paciente. Eu fui e paguei uma consulta e isso é um gasto que eventualmente eu posso deduzir do meu imposto de renda.
Só que você não tinha, antigamente a gente não tinha esse sistema que cruzava o que você recebeu, sendo o que eu paguei, referente a um gasto médico que poderia ser deduzido. Então, no final do dia, lá atrás, a receita cruzava de forma muito manual. Pegava...
Para eu fazer o lançamento de que te paguei, eu precisaria colocar ou o seu CNPJ, caso isso fosse um pagamento frente a uma consulta para uma clínica, um hospital, e aí existia a emissão da nota fiscal. Se foi uma consulta na pessoa física, por exemplo, eu precisaria colocar o seu CPF. A Receita cruzava o teu CPF com o meu CPF, com pagamento, com recebimento para gerar esse...
Essa declaração da melhor maneira. Hoje, os sistemas já estão mais bem organizados. Então, tem muitas dessas informações que já são cruzadas de forma nativa. Quando eu faço o pagamento, automaticamente ele já tem essa informação na outra ponta, principalmente por conta do...
PIX e desse avanço aí que a gente teve nas tecnologias nesses últimos anos, que isso já entende que é um pagamento de uma despesa médica. Mesma coisa quando é um CNPJ, uma nota fiscal. Então, isso traz uma praticidade maior pro contribuinte. Resolve todos os pontos?
Não. Por quê? Porque mesmo que exista esse pré-preenchido, tem muita informação que ainda está distorcida. Porque aí é a grande dor de praticamente todos os sistemas da face da Terra, que é a integração de dados.
Então, um sistema tem o dado num formato, outro sistema tem o dado no outro formato, quando eles vão exportar isso para a base da receita, vai coisa picada. Então, por mais que puxe, ainda existe uma grande necessidade do contribuinte em fazer uma validação, de fazer uma, entre aspas, auditoria da informação que está lá dentro, e se tiver alguma coisa a ser corrigida, a ser arrumada, fazer a correção para que no final do dia, quando ele submeter a declaração de imposto de renda dele, não cair na malha fina.
E aí esse é o ônus na outra ponta. Com essas integrações maiores, é muito natural, porque a gente está no Brasil, e o brasileiro esquece de colocar as coisas. Como ele começa a se preocupar só em março, em fevereiro, para fazer a declaração, a consulta que ele fez em janeiro do ano passado, o gasto deduzível que ele teve em fevereiro do ano passado, ele esquece esse comprovante.
ele comprou alguma coisa, ele tem algum valor que ele recebeu e ele esqueceu de guardar, de anotar, de colocar nos controles, conforme a gente tem mais cruzamento de dado, a receita vai apitar essa informação e se você não colocar, automaticamente você está na malha fina. E aí existem dois caminhos.
Eu consegui arrumar a tempo e aí, conforme ele apitar essa informação, eu abrir a minha declaração, enxergar que está faltando alguma coisa. Ele traz exatamente a informação do que deu a divergência e eu ir buscar essa documentação, fazer a correção e afins.
Ou se eu não percebi isso, e se isso passou do prazo da entrega, eventualmente eu posso ser chamado na Receita Federal para explicar por que eu não coloquei um gasto, uma receita que eventualmente foi identificada. E assim, se eu não tiver uma explicação muito plausível disso, eu posso ser multado, eu posso inclusive ter indiciamento por ocultação patrimonial, por não pagamento de...
evasão de imposto. Então tem muitos problemas que podem vir a partir desses esquecimentos que o brasileiro acaba fazendo. Então é importante ter essa ferramenta em mãos para facilitar e economizar um pouco de tempo, mas a gente não pode deixar de seguir o passo a passo, seguir o rito e a nossa responsabilidade enquanto contribuinte de colocar as informações corretamente.
Uma dica que eu trago e que eu costumo fazer na minha vida pessoal e acabo levando isso para os clientes também, quando a gente começa...
aprofundar mais sobre o que a gente pode ou deve lançar na nossa declaração de imposto de renda. Então, por exemplo, recebi, sou um prestador de serviço, recebi um dinheiro que eu fiz, sei lá, uma prestação de serviço na minha pessoa física. Beleza? Se essa prestação de serviço, no caso dos médicos, ou dentista, ou profissional de saúde, foi elegível de dedução, se eu recebi, eu preciso anotar.
minimamente. Ou pelo menos pedir o comprovante, salvar o extrato, e eu já posso, por exemplo, criar no meu e-mail uma pasta chamada IRPF. E aí eu pego esse e-mail e mando o e-mail pra mim mesmo.
A partir desse e-mail eu tenho a informação toda organizada. Quando eu chego no ano que vem, eu sei que tudo está ali dentro. Posso fazer isso com esse exemplo que eu dei de receita? Posso colocar isso com, por exemplo, gasto de aluguel de uma casa, de um apartamento? Posso colocar isso como um pagamento de escola de filho?
um gasto, se eu estiver na outra ponta, que eu paguei para um médico para fazer um procedimento, para fazer uma consulta, para fazer alguma coisa dessa linha, eu posso já deixar isso tudo mais bem organizado, porque quando eu chego no ano que vem, já tem isso tudo adequado. Mesma coisa se a gente for para a linha de investimento. Fiz uma venda, precisei ali, vendi uma ação, precisei pagar uma DARF. Legal, pego esse valor, já deixo tudo organizado. Se não puxar, eu tenho a informação, eu tenho de onde fazer essa comprovação.
Ou seja, você vai tirando fotografias ao longo do tempo, de alguma forma você vai fazendo a gestão disso, guardando essas informações com qualidade, e aí você não fica somente reativo. E com isso você evita de cair na malha fina, por exemplo.
E você pode até, na verdade, nem só cair na malha fina, ter a possibilidade de deduzir mais no imposto de renda. Exatamente. Já aproveitando esse tema, sobre a malha fina, para mim, ficou claro. Eu acredito que é um ponto de atenção que todo mundo tem que ter.
Você falou até de indiciamento. Então as pessoas acham que é somente pagar uma multa. Não é somente pagar uma multa. Isso é perigoso. Mas já falando sobre dedução, vamos pelo lado bom da coisa. Ganho fiscal, benefício fiscal. Como que acontece isso? O que é elegível para você ter um benefício fiscal?
Quando a gente faz a declaração do Imposto de Renda, o que a gente precisa entender? O governo entende que uma parte das coisas que a gente gasta ao longo do nosso ano...
a gente gasta por ineficiência do próprio governo. É daí que vem o benefício. Então, quando a gente faz, por exemplo, um investimento numa previdência privada, num modelo específico, que é o modelo PGBL, ele entende que a gente investindo no nosso próprio futuro, a gente está tirando um peso das costas do INSS.
que eles entendem que em algum momento vai dar problema, a gente já está cansado de falar isso, de uma quantidade de informações que mostram que é ineficiente o número de contribuintes para a quantidade de pessoas que demandam esse benefício. Então o governo entende que se você, Daniel, está contribuindo com o seu futuro...
é bom para ele e por isso ele te dá um benefício, que é essa dedução ali de uma parte da sua base tributável ao longo do ano. A mesma coisa acontece com saúde. Ele entende que quando você está pagando uma consulta particular, fazendo um procedimento particular, seja o particular em si ou através do uso de um plano de saúde, que também é deduzível, você não está na fila, por exemplo, de um hospital público, do SUS, você não está gastando, entre aspas, o dinheiro ali.
do profissional, de material e assim por diante, então também existe esse benefício. Então, no final do dia, esses benefícios são os entendimentos que o próprio governo tem sobre você estar gastando um dinheiro que não deveria por ineficiência. E aí eles vão ter classificações. Quando a gente pega, por exemplo, um gasto com saúde, desculpa, um gasto com educação não é o valor total que eu paguei que eu consigo deduzir. E nem todos os gastos com educação.
Então, basicamente, o que eu consigo deduzir? Eu consigo deduzir gastos com educação primária, então imagina a escola dos filhos, por exemplo, ou o ensino superior.
Ah, vou fazer um curso livre de, sei lá, inteligência artificial, que o negócio está em alta. Eu não consigo deduzir isso se não for um curso superior, uma pós-graduação ou educação básica, por exemplo. Então, não só isso, mas eu também não consigo o valor inteiro. Imagina que eu fiz o MBA e gastei 50 mil reais. Eu não vou conseguir deduzir 50 mil. Eu vou conseguir deduzir o teto, que gira em torno dos 3.500 reais por ano.
Ah, mas é insuficiente, Sérgio. Sim, faz parte, mas é o que a gente pode deduzir. É melhor 3,5 do que nada. Quando a gente vai para a linha de saúde, aí a gente não tem um teto. Então, se eu gastar 200 mil reais dentro de um ano com saúde...
eu consigo deduzir todo esse valor desde que eu tenha recibo ou nota fiscal desses pagamentos na minha declaração de imposto de renda e que eventualmente seja justificável. Não tem como eu ganhar 50 mil e gastar 200 mil se eu não tinha patrimônio, então o dinheiro não brota.
Então, todo esse gasto que eu tive com saúde é deduzível da minha base tributária. Então, isso também reduz o quanto a gente tem de imposto a pagar. Na linha de previdência, a gente consegue fazer essa dedução da previdência PGBL. Então, o que a estrutura de uma PGBL traz? Que eu posso deduzir até 12% da minha base tributária.
O que isso significa na prática? Imagina que eu tenho um salário que somado dentro de um ano dê 200 mil reais tributáveis. Eu posso deduzir até 12% desses 200 mil. Ou seja, eu posso aportar até 24 mil reais dentro do ano em PGBL.
O que isso significa na prática? Se eu aportar mais do que isso, eu só terei benefício nos 24. Aportei 40, 24 eu tenho benefício, eu, entre aspas, gastei 16. Não quer dizer que eu gastei, o dinheiro está investido, mas eu poderia fazer de uma forma diferente que seria melhor para mim. Por isso que algumas pessoas fazem parte em PGBL e parte em VGBL, por exemplo. Exatamente. Então eu consigo ter o benefício até o teto. Beleza. Qual é o tamanho desse benefício? Se a gente pega esses 200 mil, por exemplo,
Tudo que passou ali dos 75 mil, vou colocar um número assim só para arredondar, não vou entrar nos pormenores, mas só para ter uma ideia. Tudo que passou dos 75 mil já está na base de 27,5% de imposto de renda.
Então significa dizer que eu estou tirando 24 mil da caixa que eu pagaria 27,5% de imposto de renda. Então assim, fazendo uma conta de padeiro, vamos colocar 20% só para arredondar o número, tá? Vamos considerar 5.400 reais a menos de imposto. Então quando eu fiz essa PGBL dos 24 mil, eu tenho esse benefício de aproximadamente 5.400, 5.500 reais de imposto a menor a pagar.
E aí é que a gente entra nessa linha de restituição ou não. Imagina que eu teria que pagar dentro de um ano, sei lá, 50 mil de imposto. Como é um salário, no olerite de todo mundo que é CLT, ele tem um campo lá que chama IRRF.
que nada mais é do que uma antecipação de imposto, que é obrigatório por lei, que acontece ao longo de cada um dos recebimentos, no mês a mês. Por que disso? Porque o governo entende o seguinte. Daniel, se eu tiver que te cobrar 50 mil reais em março...
é muito provável que você não vai ter, porque você vai ter gastado esse dinheiro no meio do caminho. Se você não tiver, você vai me dar um calote. Então qual que é a forma que eu tenho a certeza de que vou receber? Esse dinheiro não chega para você. Então ele é descontado ao longo dos meses. Então imagina que foi descontado 30. E aí nessa apuração do imposto de renda, no ano seguinte, entende-se que por conta de toda a dinâmica você deveria pagar 50.
Era 50 para pagar, você pagou 30, você teria 20 em haver. Isso seria um valor a ser pago de imposto de renda que vai vir na declaração. Agora imagina o contrário, que eu tinha 50 para pagar e paguei os 50. Iria dar 0 a 0, não teria nem que pagar nem que restituir.
Eu fiz o aporte na PGBL, fiz os lançamentos de saúde, os lançamentos de educação, e aí com essas deduções, a minha base de imposto a ser pago caiu desses 50 para 42. Só que eu já paguei 50 ao longo do ano. Significa dizer que o governo vai me devolver os 8. Isso é restituição. Significa dizer que eu paguei mais do que deveria. Então também não é um, ah, o governo é bonzinho. Ele só está devolvendo o que de fato eu paguei em excesso.
se eu não tiver feito esses lançamentos, a tendência é que ou fique mais próximo do zero a zero, ou quando existem casos de múltiplos vínculos, ah, eu sou um profissional liberal que recebo trabalho em, sei lá, quatro hospitais, tudo como CLT, tenho mais a minha empresa que o Gero Nota e tenho um ProLabore ali. Quando a gente soma todas essas rendas...
Na grande maioria das vezes em que a gente tem esses múltiplos vínculos, existe imposto a ser pago. Porque essas deduções que acontecem no mês a mês, ela leva em consideração as rendas individuais. Então imagina que você receba 10 rendas de 5 mil.
na regra atual vai ficar isenta, né? Então você teria zero desconto de imposto de renda. Só que quando eu somo tudo, dá R$50 mil, eu teria uma boa parte que vai a R$27,5 mil. Eu paguei zero, isso vai dar uma pedrada de imposto a ser pago no ano seguinte. Então, quando a gente faz esses lançamentos, quando a gente tem esses gastos elegíveis, automaticamente a gente consegue deixar de pagar um pouco de imposto ou reaver parte do que a gente já pagou ali dentro do ano.
E aí esse dinheiro pode ser usado, seja para você fazer um investimento, pensado a médio e longo prazo, nos objetivos, né? A gente já falou em alguns outros episódios sobre objetivos de cada um. Então é mais dinheiro para a gente destinar para esses objetivos. Ou se for o caso, você fala, vou pegar a restituição, vou fazer uma festa, fazer um churrasco. Está tudo certo. É um dinheiro teu que voltou para você. Usa para os seus objetivos e usa para o que você bem entender.
Perfeito. Agora, eu gostaria de aproveitar esse assunto e eu gostaria de aproveitar esse assunto.
Não está nem no script aqui, tá? Que é uma coisa que eu me lembrei agora, que muitas pessoas chegam para fazer o planejamento financeiro pessoal conosco e querem adquirir um bem. Inclusive, a aquisição de bens será um dos episódios seguintes, né? Quando a gente fala disso, tem pessoas que não colocam no imposto de renda uma série de coisas.
tenta dar esses jeitinhos, né? Então não faz de uma forma correta, não declara tudo o que tem que declarar, vai tentando dar jeito, porque nunca aconteceu nada comigo, acho que nunca vai acontecer. Daí chega na hora de comprar um carro, de comprar uma casa, não consegue comprovar e tem que ajustar tudo aquilo, né? Quais são os problemas disso? Na prática, quando a gente olha para os clientes, né? Que chegam até nós.
Quais os problemas que eles podem ter devido a isso? Eles podem não conseguir adquirir esse bem, eles podem ter um problema futuro porque não é compatível aquilo que está declarado e aquilo que ele tem de bem. Como que funciona isso? Tá, vamos lá. Vamos partir do princípio. Isso é uma obrigação legal enquanto residente fiscal brasileiro. A gente precisa e é obrigatório que a gente declare todos os nossos bens na declaração de imposto de renda. Se eu não estou colocando tudo lá, primeiro que isso é um crime.
Então eu preciso colocar. Muitas pessoas, principalmente os mais velhos, eles seguiram o caminho de não colocar muitas das coisas pelo erro de achar que colocar a coisa, o bem, o item, ou o que quer que seja, na declaração de imposto de renda vai gerar um imposto a ser pago.
Exemplo, tenho certeza que todo mundo que está assistindo, você também já deve ter ouvido alguém falar, principalmente mais velho, não, eu não vou colocar meu carro na declaração de imposto de renda, senão eu vou ter que pagar imposto sobre o carro. Não existe nenhum imposto sobre bem. Então, no final do dia, para o que não é receita, eu só tenho informação de que aquele bem existe.
Por que é importante, tirando essa linha da obrigação, por que é importante a gente ter isso na declaração de imposto de renda? Imagina que eu vendi um carro para comprar outro carro. Se ele não está na minha declaração de imposto de renda. Imagina que eu tenho um carro de 100 mil e vou comprar um de 200. Vendi o de 100, vou comprar o de 200. Vai sair um financiamento no meu nome, certo? Com um carro alienado e um saldo devedor só de 100.
De onde saem os outros 100 se não estava na minha declaração? Se a Receita Federal pegar isso e eventualmente vai pegar com esses cruzamentos que estão existindo cada vez mais, eu vou ter que comprovar. E aí não só a multa, como uma multa sobre multa, mas as correções, eventualmente um indiciamento. Então isso pode virar uma dor de cabeça enorme para algo que não geraria nenhum custo extra.
Então é importante a gente desmistificar isso também, que é importante, essencial, obrigatório a gente colocar todos esses bens. Se a pessoa não colocou, ela precisa primeiro adequar. Então o profissional que melhor vai conseguir dar o suporte para fazer essa adequação nas declarações é um contador. É ele quem tem essa prerrogativa legal de poder fazer esse tipo de adequação. E idealmente é importante fazer esses ajustes nos últimos cinco anos.
Por quê? É o prazo em que a Receita Federal pode questionar esse tipo de ajuste ou uma eventual falta de alguma coisa. Então, não é só colocar então eu não tinha colocado esse bem que eu já tenho há 10 anos, vou colocar só agora e seja o que Deus quiser.
Faça da forma correta. Abra as declarações anteriores, adeque os valores, coloca tudo certinho, porque por mais que gere uma multa hoje, no final do dia você está fazendo o certo. Porque no dia da manhã, se a Receita entende que isso não foi um esquecimento e que foi de caso pensado...
Isso pode virar uma ocultação de patrimônio e virar um problema muito maior, seja para você, seja para a sua família. E tirando essa parte, até respondendo isso que você trouxe, existe também essa necessidade de comprovação de renda. Então imagina que eu tenho, sei lá, 200 mil reais que, assim, acidentalmente eu não coloquei na minha declaração de imposto de renda. E aí eu vou comprar uma casa. E aí para essa casa eu preciso de um financiamento de 500, 600, 1 milhão, 2 milhões, depende de qual seja o número.
eu preciso justificar de onde está vindo aquele dinheiro, preciso justificar que eu tenho uma determinada renda, porque qualquer linha de crédito para ser aprovada, eles vão buscar uma capacidade de pagamento. Não à toa existe aquela regra de que a gente não pode ter comprometido mais de um terço da nossa renda com parcelas e tal. Então...
Se eu não tenho essa comprovação da renda como um todo, significa dizer que o valor liberado vai ser menor porque a parcela precisa se encaixar num volume menor. Então, isso acaba dificultando muito a vida. E, mais uma vez, para algo que não geraria um imposto extra, principalmente quando a gente está falando de bens. Na renda, a gente precisa ter tudo isso organizado e, principalmente...
de agora em diante, com todos esses novos sistemas, a Receita está cruzando mais informação. Nos últimos anos a gente já viu uma chamada muito maior por conta de malha fina e aí não é informação errada ou não.
Então, a Receita pode pedir, inclusive, Daniel, que você apresente os documentos que levaram àquele preenchimento da sua declaração de imposto de renda, que eventualmente te gerou esses 5 mil que a gente deu de exemplo de restituição. Então, ele pode te pedir recibo, ele pode te pedir todas as informações de comprovante de pagamento, sei lá, da escola, recibo médico, da PGBL. Então, a gente precisa, pode ser chamado a apresentar essas documentações.
E aí a gente volta no primeiro assunto. Se eu tenho isso tudo organizado, se a Receita me pede, me convoca para levar essa documentação, eu sei onde está, está tudo bonitinho organizado, eu consigo levantar isso rápido, não corro o risco de não ter algum desses documentos e eventualmente pagar uma multa, mesmo estando certo, simplesmente porque eu não consegui encontrar o que eu precisava para fazer essa comprovação. Ou seja, o tema é muito mais profundo e delicado do que muitas pessoas pensam. Com certeza.
Perfeito. E agora já falando sobre, vamos falar sobre planejamento financeiro pessoal ligado à IR. O que o IR ou planejamento impacta um no outro? Como que a gente pode entender de forma integrada, com método, com estratégia de fato?
A gente pode entrar em várias frentes, né? Por exemplo, quando a gente olha a parte de investimentos. Então imagina que eu estou investindo e aí eu quero tomar um pouco mais de risco para ganhar mais dinheiro. Se eu fico girando minha carteira...
toda hora, eu vou pagar imposto de renda, e aí isso também é uma prerrogativa legal, muitos dos investimentos, inclusive, já retém o imposto em fonte, outros obrigam a apuração e o pagamento da DARF até o último dia do mês subsequente. Então, imagina que eu fico girando a carteira, eu vou pagando o imposto em algo que eu não necessariamente precisaria. Então, imagina assim, eu rodo muita carteira e ganho 20, eu tenho 15% de imposto.
então eu vou tirar pelo menos ali esses 3% do retorno, então me sobra 17. Às vezes eu consigo ganhar esses 17 tomando menos risco. E aí se eu não giro a carteira, se der 17.2, já é melhor eu ter uma carteira mais conservadora sem girar do que ficar tomando muito risco e girando a carteira toda hora. Isso impacta diretamente no nosso crescimento patrimonial. Isso impacta em prazo, isso impacta em valor, isso pode impactar a nossa declaração de imposto de renda.
Se a gente vai para outra frente, se a gente pega uma aquisição de bens, que é um negócio mais específico, existem impostos que incidem sobre eventuais transações de compra e venda, de ganho de capital. Comprei o imóvel, vendi o imóvel.
o que isso impacta dentro da minha vida, quais os impostos que eventualmente eu preciso pagar, quais desses impostos eventualmente eu consigo deduzir se eu refizer uma compra, então eu vendi uma casa para comprar uma maior, uma parte desses impostos eu consigo deduzir a depender das condições desse período e até mesmo quando a gente olha essa parte de previdência, se eu estou falando de fazer uma alocação.
em um veículo que é muito interessante, que traz esses benefícios, mas que também eu tenho outros benefícios que não só na declaração de imposto de renda. Se eu pego, por exemplo, esse caminho previdenciário, ele tem, para mim e para muitos, o maior dos benefícios é a possibilidade
da gente trocar a estratégia através da portabilidade desses ativos entre os ativos. Claro que existem as janelas e as regras, além de quantas vezes a gente pode fazer isso bonitinho, mas eu tenho um benefício muito grande de não ter esse imposto a pagar. Então eu troco de uma estratégia de alocação 100% bolsa para uma alocação 100% renda fixa pós-fixada dentro de uma previdência sem gastar um centavo de imposto.
Se a gente olhar para qualquer outro investimento, eu precisaria fazer uma venda, essa venda geraria um imposto, eu teria que pagar o imposto, eu compraria outra ponta com menos dinheiro. Então pode parecer uma besteira, é pouco impacto, é pouca coisa. Hoje pode ser muito pequeno, mas quando a gente coloca esses pequenos pagamentos ao longo de uma janela grande de tempo, muitas das vezes a gente acaba chegando no final de uma janela de 20, de 30 anos.
com 20%, 30%, 40%, 50% a mais de patrimônio, se a gente fizer da forma correta e usar o planejamento organizado e com esse olhar também de evitar impostos, pagamentos desnecessários de impostos, custos extras que a gente consegue evitar quando a gente tem uma organização mais bem eficiente.
Então, da forma que eu faço meus investimentos afeta quando a gente fala de imposto de renda, sobre imposto a pagar. Tem pessoas que pensam somente na rentabilidade e esquecem dessa outra ponta de realmente ser eficiente, otimizar. Quando a gente fala de impostos, a pagar quando...
É normal, né? Tem gente que acha que é rodar carteira. Você vê assessor rodando carteira do cliente, o cliente rodando carteira por si só e não compreende esse aspecto todo, né? O planejamento de forma integrada, o patrimônio de forma integrada e acaba dilapidando parte daquilo. No final do dia, o pessoal não coloca na ponta do lápis, Daniel. Imagina que a gente faça esse giro de carteira dentro da corretora.
o que vai aparecer é o resultado dessa compra e dessa venda. Ninguém vai colocar na ponta do lápis que além do que está dentro da corretora, eu tive que transferir do meu banco mais XYZ para pagar uma DARF. Então, eu tenho uma disfunção do resultado porque não são todas as informações que estão na mesma base.
Quando a gente coloca isso, quando a gente observa, muitas das vezes, a grande maioria das pessoas está girando carteira, tendo resultado pior do que deveria, do que esperava, e ainda assim pagando mais imposto na outra ponta. É um assunto que as pessoas devem começar a se atentar cada vez mais. E eu entendo que o planejamento, ele...
acaba não só remediando, mas prevenindo principalmente para que não ocorra isso. Fala de investimento, fala de benefício fiscal, fala de todos esses assuntos que a gente abordou até agora. Agora, já está para entregar o IR, a gente está perto da data limite para ser entregue. Tem alguma coisa que pode ser feita ainda pensando eu tenho que entregar agora?
por mais que esteja de uma forma mais reativa, que é difícil olhar com tranquilidade todo o ano passado, não recolheu todos os documentos, mas o que você dá de dica para a pessoa que ainda vai entregar e tem tempo de fazer algo?
Tá, eu acho que a primeira coisa é conseguir entregar o quanto antes também, né? Também a atualização recente da Receita Federal, todas as declarações entregues até 10 de maio entram no primeiro lote de restituição. Então, se você for uma pessoa que tem valor a restituir, quanto mais cedo você fizer, melhor.
Uma outra coisa que também é legal de ter no radar é, para quem entregou a declaração, que já entregou a declaração, pode ser que você fez a entrega e ele consta como uma pendência na Receita Federal, o famoso malha fina.
Não precisa se preocupar. Porque o que acontece? Por mais que existam esses cruzamentos, imagina um recibo que você pagou para um médico, para um dentista, na pessoa física. Essa informação não vem puxada automaticamente. Então você fez o input da informação que pagou, por exemplo, para mim, seu dentista, determinado valor. Enquanto eu não entregar a minha declaração colocando essa informação contrária...
a sua declaração vai ficar como pendente. A partir do momento que eu entregar a minha também, aí essas informações se cruzam e o seu sai da malha fina, sai da pendência. Então o importante é entregar e não precisa se preocupar de meu Deus, e agora toda semana olhando?
Claro que se for uma coisa fora dessas informações principais, aí precisa ser observado caso a caso, porque pode ser uma inconsistência, um valor colocado de forma errada, e aí eventualmente isso pode sim dar uma dor de cabeça. Mas acho que essas são as duas principais dicas de entrega da declaração. A terceira é, se você está pagando o imposto de renda,
é muito provável que caibam estratégias para fazer ou você reduzir o quanto você está pagando ou passar a restituir a depender do tipo de estratégia a ser usada.
Então, diferente dos anos anteriores, ao invés de chegar só em março do ano que vem e falar agora o que eu faço, a gente está numa excelente janela para começar e se aprofundar nesse tipo de estratégia. Com a contratação de um planejamento financeiro, com o acompanhamento de um profissional, você pode conseguir enxergar...
formas de economizar um bom dinheiro e a gente tem uma janela grande de agora até o final desse ano para conseguir ter tempo hábil para fazer as readequações, para fazer os ajustes e aí na próxima declaração ter mais dinheiro no bolso, ter um pouco mais de tranquilidade também. Então acho que essas são as três maiores atenções que cada pessoa precisa, pode e barra precisa ter.
Então tem quem está entregando agora. Existem algumas possibilidades ainda de você não só ser reativo, fazer com uma maneira mais melhor, com método estratégico.
Só que a estratégia mesmo, a gente pode colocar aqueles que vão entregar no ano que vem, já começar a pensar, né? Tem o que vai ser entregue agora, mas o ano que vem, já ter um profissional do lado, né? O que muitas pessoas não sabem é que às vezes o que você vai restituir ou vai deixar de pagar no imposto, geralmente cobre...
o que você investiria num profissional de planejamento financeiro. Então as pessoas ficam nessa, ah, mas o profissional é caro. Eu não acho que é caro, primeira coisa. Acho que é um profissional de valor, porque não é qualquer profissional que você pode ter do seu lado.
Mas tendo esse profissional ao lado, você tem um benefício que é muito claro. E às vezes o que você investe nele, você passa a restituir, você passa a ter um ganho fiscal e sobrar mais dinheiro no seu bolso, que geralmente é o que acontece. No final do dia, o profissional conseguindo trabalhar essas diferentes frentes, né?
E aí é isso que é importante a gente ter na ponta do lápis, de conseguir dimensionar. Essa parte de ter mais restituição ou gastar menos imposto ao longo dos anos é uma das frentes. Mas ter o profissional, ele vai conseguir me auxiliar também em ter uma visão mais aprofundada sobre minha gestão financeira, meu fluxo de caixa. Com isso, eventualmente, eu estou fazendo uma conta de vou economizar 2 mil de imposto. Gastei 8 no profissional no ano. Economizei 2 de imposto.
Qualquer coisa que a gente conseguir encontrar de forma conjunta que me reduza a mais do que R$500 por mês, isso é coisa relativamente simples de encontrar gastos desnecessários, assinaturas que não deveriam existir, uns juros que eventualmente pode ser reduzido com algum tipo de estratégia, já pagou. Qualquer coisa em diante daí é lucro.
E a gente está falando disso em um ano, né? Imagina que eu não necessariamente fiquei com esse profissional pela vida inteira, mas durante cinco anos que seja, eu tive esse suporte, depois mantive o contato, mas com menos proximidade, isso ao invés de custar os oito, custe menos. Beleza, no final do dia, esse benefício de ter economizado oito, dez, quinze, vinte, cinquenta, independente de qual seja o número...
eu vou ter isso o resto da vida pelo que eu aprendi. Então, quando a gente bota na ponta do lápis, esse ter mais tempo de não ficar com tentativa e erro, não ter um custo desnecessário pela falta de estratégia, pela falta de conhecimento e profundidade nesses ajustes, sem dúvida que são totalmente cobertos aí quando você tem um profissional do lado conseguindo te orientar, te dar o caminho e fazer você chegar do outro lado de uma forma muito mais eficiente, com muito mais...
com tranquilidade, com mais qualidade de vida, com mais energia, com mais tempo, com mais dinheiro. Então, é muito... Para não falar que é só benefício, é muito mais benefício do que qualquer outro tipo de dor. Perfeito. Acredito que isso tenha ficado claro para todo mundo que está nos ouvindo. E aí eu gostaria que você deixasse um recado final, uma mensagem final para quem está nos ouvindo sobre esse tema, né?
Eu acho que essa parte de imposto de renda, para muitos brasileiros, acaba sendo um bicho de sete cabeças a princípio. Mas que é muito mais simples do que qualquer coisa, desde que a gente tenha organização. Boa parte dessas dúvidas, dessas dores, desses custos, dessas multas, vem pela falta de conhecimento, pela falta de ter as informações, os documentos organizados e adequados ao longo do ano.
Então, diferente dos anos anteriores, deixar aí um chamado para quem estiver nos assistindo e de começar a fazer de uma forma diferente. Crie uma pasta lá dentro do seu e-mail, chegou alguma coisa, mesmo que você não saiba se cabe ou não na sua declaração de imposto de renda, joga na pasta.
É mais fácil de você encontrar no dia de amanhã do que tentar ficar lembrando se houve ou não um pagamento, se joga ou não lá dentro. Quando você tiver tudo isso dentro da pasta, o contador vai saber se isso é elegível ou não. E no final do dia, você vai economizar horas.
E aí mais um ponto do que a gente falou. Se eu ganho R$200 por hora e eu economizo 10 horas levantando essa documentação, são R$2.000 a mais que eu tenho no bolso simplesmente por ter colocado isso numa pasta que não vai me demorar mais do que 20 segundos para fazer.
Então, usar esse tempo com sabedoria acaba fazendo você economizar dinheiro na declaração do ano que vem e principalmente o dinheiro, ou pelo menos que você tenha mais qualidade de vida, se não for para ganhar mais dinheiro com essa sobra de tempo ao longo desse próximo ano que a gente está caminhando aí. Perfeito. Sérgio, muito obrigado mais uma vez pela sua participação com um conteúdo tão rico. Esse foi o episódio 13 do Capital Planeja.
E eu agradeço, porque é um assunto difícil que muita gente quer fugir, mas eu acredito que você trouxe com muito valor aqui para a gente. No próximo episódio, inclusive, você estará presente junto comigo e a gente vai falar sobre planejamento de aposentadoria que tem a ver. Você falou sobre previdência no dia de hoje. Então, no próximo episódio, falaremos sobre planejamento de aposentadoria. Acaba entrando também nessa questão de IR, de pagar menos imposto. E eu gostaria de dizer para vocês...
Curta o nosso episódio, compartilhe com seus colegas, faça seus comentários, pergunte. Se você tiver dúvida de algum tema, curiosidade de algum tema, pode colocar aqui para a gente. Com certeza a gente vai abordar com os nossos especialistas, com os nossos sócios. Então, Sérgio, mais uma vez, muito obrigado. Se inscreva no nosso canal para não perder nenhum conteúdo que a gente está trazendo aqui para você. Até a próxima.
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