RELATOS ROUBADOS COM O EDITOR | ESPECIAL #3
EP ESPECIAL, ROUBADERS 💜 Dessa vez o editor saiu dos bastidores e veio participar dos Relatos Roubados.
Tem 5 relatos do Reddit para julgar, mas também tem bate e volta, bastidores do podcast, manias durante as gravações, personagens que deram ranço, haters e aquelas coisas que normalmente só quem está atrás da edição vê. 👀
Sem medo do cancelamento. Na verdade tem sim kkk.
💍 “Devo contar ao meu melhor amigo que a noiva dele confessou que sente algo por mim?”
🌐 Fonte: REDDIT r/Advice
🍷 “Sou a babaca por ficar chateada porque meu marido ficou consolando uma colega de trabalho sobre os problemas amorosos dela às duas da manhã?”
🌐 Fonte: REDDIT r/AITA_Relationships
🍽️ “Sou a pessoa babaca por não dar comida ao meu irmão?”
🌐 Fonte: REDDIT r/AmItheAsshole
💰 “Sou a pessoa babaca por descobrir que minha irmã estava roubando da minha mãe e manipulando a percepção dela?”
🌐 Fonte: REDDIT r/AmItheAsshole
🍴 “Seria eu a pessoa babaca por pedir ao namorado da minha filha que parasse de jantar conosco?”
🌐 Fonte: REDDIT r/AITAH
E agora queremos saber: o editor deveria aparecer mais vezes nos Relatos Roubados? 👀
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Adele The Original
Christian Homeboy
- Noiva do amigo confessa sentimentos· SociedadeContar ou não contar·Melhor amigo·Noiva·Casamento·Amizade
- Irmã rouba mãe e manipula percepção· SociedadeHerança familiar·Manipulação financeira·Dinheiro·Irmã·Mãe
- Trabalho vs Prazer· SociedadeFidelidade conjugal·Colega de trabalho·Problemas amorosos·Hierarquia no trabalho
- Bastidores do Podcast e Relação do Casal· EntretenimentoEdição de áudio·Mania de gravação·Haters·Casamento·Christian Homeboy·Adele The Original
- Negligencia Alimentar Familiar· SociedadeResponsabilidade familiar·Educação parental·Independência financeira·Irmão·Mãe
- Conflito Familiar por Jantar· SociedadeTranstorno alimentar·Desperdício de comida·Cultura mexicana·Namorado da filha·Filha
- História pessoal sobre pés· SociedadePobreza na infância·Crescimento dos pés·Sapatos apertados·Christian Homeboy
How about it? Bem-vindos a mais um especial do nosso podcast favorito, aquele podcast nichado, aquele podcast com essa comunidade especial que somos nós. E vocês são tão especiais que eu trouxe mais um especial para vocês. E o que que é esse especial de hoje? Câmera! Pois é, vocês sempre se perguntam, né, quem que é este homem tudo que é casado com essa mulher belíssima, inteligentérrima, cheia de sarcasmo, tão, tão justa? Pois é, você sempre se pergunta. E é esse aqui que tá rindo assim, quase nada fake.
Ele está super nervoso, tamanho de vergonha.
Tira os óculos porque as pessoas tiverem uma vez.
Não, agora não tem sol, vou deixar o óculos aqui.
Bom, oi, oi! Esse é o nosso editor, mais conhecido como senhor meu marido.
Você tem nome? Eu sou o Christian.
Ele é o Christian. E vocês vão ver quem é a pessoa por detrás da edição hoje. Eu vou— você sabe o que eu faço aqui nesse podcast?
Ué, sei, né? Ficou famoso. Conta histórias de Durelli. Relatos, relatos, relatos. A dele, o Brandon, a dele.
Então eu vou te contar os relatos. Eu fiz um script e durante esses relatos, na pausa, vai ter também uma troca para vocês terem a opção né, porque aí vocês têm opção, vocês podem também pular o capítulo se vocês não quiserem, de conhecer mais o editor. Que vocês perguntam, né, quem é essa pessoa com essa sorte?
Sou eu.
Quem é você na fila do pão?
Não sei se você poderia ter me preparado. Não, não, não, senão não é autêntico. Quem que eu sou? Eu sou um colombiano. Eu estou morrendo de vergonha agora porque não é meu idioma, né? Vocês perceberam já, nunca estudei português. Só aprendi com ela. Vocês vão perceber, as pessoas que eu mais gosto são brasileiras, né? Meu melhor amigo brasileiro, minha mulher brasileira.
Seu melhor amigo escuta esse podcast?
Escuta não, porque assim são os amigos, eles não escutam nada, não fazem nada.
Fiquei sabendo que as nossas amigas escutam.
Escutam? Jamais! Deve escutar, assistir o TikTok, aí fala, ai, assisti tudo.
Não, acho que elas escutam. A gente tem que falar mal delas durante os episódios para ver se vem alguma coisa andando.
Eu não acredito que elas escutam, não, mas Bom, vamos ver. Bom, e estudei arte, belas artes.
Ninguém sabe que eu estudei aqui, mas tudo bem, ele estudou belas artes.
Ué, que define, né, um pouco define, tá? E faz uns 6, 7 anos que tô trabalhando com vídeo, faz essas coisas, e sou editor do programa e diretor, diretor, editor. Produtor, produtor, que mais? O tudo, o cérebro de tudo isso aqui, né?
E quem idealizou o podcast?
Fui eu que fiz tudo e aproveitei seu talento, porque eu não tenho talento. Normalmente sempre estou do lado de trás das câmeras. Eu tô morrendo de vergonha de ficar aqui atrás.
E essa sua risadinha, sua risadinha fake de quando você tá nervoso?
É de nervo, sim.
Bom, tudo isso é mentira. Eu idealizei, eu sou a diretora, eu sou a produtora.
Mas você idealizou o quê dele? Para de falar mentiras. Agora eu tô aqui para te desmentir.
Então tá, fiquei desmentindo. Bom, meninas e meninos, porque, né, a nossa cota masculina aumentou agora para 7%. Sim, temos você, meu pai, beijo pai, o Samuel lá de Munique, beijo Samuel, e temos um Rafael.
Há um Rafael?
Bem-vindo, Rafael, à cota masculina. Vamos começar já com o primeiro relato, porque assim, ele edita Mas ele também escuta o podcast depois que ele edita, e para ele é como se fosse uma coisa nova, porque ele não presta atenção nas coisas que eu falo. Ele tem essa audição seletiva que assim, eu acho que é uma coisa dos maridos, né, uma coisa bem hétero, bem, bem hétero assim, bem do macho besta. Essa audição seletiva que inclusive funciona no podcast, ele não presta atenção nas coisas que eu tô falando.
E hoje ele também não sabe os relatos que eu trouxe. E assim, você vai sentar aí, você vai escutar, eu vou te fazer perguntas, você pode me interromper, tá bom?
Tá bom, bom.
A retenção desse episódio, ó, já baixou.
Já vamos ter que repetir bem mais rápido agora.
Não, a gente não vai repetir nada, a gente não vai repetir nada. E, gente, olha, tem uma construção aqui atrás que tá de foder, tá? Qualquer coisa no áudio que vocês não gostarem não é problema meu, porque esse é o primeiro podcast do Brasil gravado num jardim em Mallorca.
E a primeira vez do editor nas câmeras. Eu nunca, nunca ninguém me filmou na minha vida. Não?
Nunca!
É a primeira vez.
Vocês vão saber por quê ao longo desse podcast.
Bem ruimzinho, vamos ver.
Bom, a gente foi pro Reddit, eu fui pro Reddit e procurei coisas que eu achei que você pode dar seu palpite. Porque vocês têm que saber sobre o editor, é... Vamos chamar ele de Christian? Não, vamos chamar ele de editor. Ele é uma pessoa que adora dar conselhos. Nossa, ele resolve tudo. Ele dá aqueles conselhos assim... Sabe aqueles conselhos tipo, ué, você tá triste? É só você não ficar triste. Ou aqueles conselhos do tipo, você tá com raiva?
Se acalma. Ele é essa pessoa. Então eu trouxe assim uns relatos que você pode dar os seus conselhos igual você dá para mim. Vamos lá, eu tô fechando o olhinho, gente, porque tá claro. Aí não deu serviço meteorológico. Serviço meteorológico de hoje, temos a 9:55, 26 graus. Está muito ameno, então é uma delícia. O título é: devo contar ao meu melhor amigo que a noiva dele confessou que sente algo por mim? Você prestou atenção?
Prestei atenção.
Tem um melhor amigo, vamos colocar você. Você tem um melhor amigo, ele tem uma noiva, tá? Mas o problema é que o melhor amigo dele é gay. Mas a gente pode usar um gay?
Pode, você pode se apaixonar de mim.
É, pode. Bem improvável, mas é, vamos supor.
Mas com o melhor amigo eu conto, você é meu melhor amigo, sim.
Você iria até ele e você falaria na hora e falaria: olha, o seu, a gente não vai expor o nome do namorado, do marido do Lucas, o Olin. O olho chegou para mim, se declarou para mim. Você falaria isso?
Falaria, claro, com certeza. Meu melhor amigo, você não falaria não?
Na história de todos os podcasts, todas as histórias que a gente escuta, a gente sabe que isso não dá certo.
Não dá certo. Mas com o Lucas, acho que daria certo, tá?
Com o seu Lucas.
Mas com você, acho que não falaria. Se uma outra pessoa— é que ele é meu melhor amigo faz muito tempo, muitos anos.
Eles vão se casar, né? Porque é noiva, né? Então tá, vai.
Tem que cuidar seu amigo. Se isso é amigo de verdade, tem que cuidar.
Essa é minha vida, ele me interrompendo. O relato é assim: a noiva do meu melhor amigo admitiu que sente algo por mim uma semana antes do casamento deles. Eu a rejeitei, mas ela implorou para que eu não conte nada a ele. Se eu ficar calado, vou me sentir culpado. Se eu contar, posso destruir o relacionamento deles. O que vocês fariam? É só isso, eu trouxe curtinho que você não tem paciência. Bom, Você contaria?
Contaria. Agora, se não fosse o Lucas, se fosse um relacionamento hétero, uma outra pessoa, falo, não conta.
Sério?
Falaria, não conta. Para que que vai contar?
Sou eu e a Bruna, eles vão se casar. Aí o namorado da Bruna vem e se declara para mim. Beijo, Simon, que não assiste esse podcast. E se declara para mim uma semana antes do casamento deles. Eu tenho que contar para Bruna?
Você tem que contar, sim.
Ela acreditaria em mim?
Acreditaria. Mas tem pessoas que não acreditam. Aí você vai estragar a amizade, vai estragar o casamento. Aí você fala que aí no final o casamento vai dar merda e você vai ficar sem amiga e ela vai ficar sem marido.
Ou seja, você contaria, mas as outras pessoas não devem contar.
Depois pegar fogo, deixa depois eles.
Os comentários vinham assim: conte ao seu amigo, ele merece saber a verdade, embora isso devesse partir dela. Nunca que ela vai contar.
Faz provas, faz provas melhor.
Como provas?
Grava, pega o microfone, fica, fala assim: olha que a gente tá conversando aqui, tá?
Você quer destruir mesmo o casamento? Se vai fazer, tem que fazer certo. O negócio é o seguinte: se ela tá apaixonada pelo amigo, eu acho que o relacionamento dela já acabou com o amigo, só que ele não sabe. O relacionamento deles provavelmente não vai durar muito se já está assim agora, disse a pessoa. Concordo. Aí a pessoa que conta a história, depende da pessoa, porque se uma pessoa fácil de se apaixonar, esse meu amigo, tipo eu, né?
Aí como que você vai fazer, gente?
Ninguém se apaixona por mim. Quando eu tô andando nos metrô, nas vidas, essas coisas assim, sabe aqueles doidos, doidinho do centro? Eles grudam em mim. Eu sou, eu tenho açúcar para doidinho do centro.
Os outros ficam com vergonha dele.
Isso, ah, é, tão intimidados, gente. No sério, eu não posso passar por um doido assim, uns mendigos assim que, nossa, eles sentam, sabe, o vagão tá vazio, aí senta do meu lado. Eu sou dessas, mas só assim, as pessoas mais sem dente. Aí a pessoa que contou o relato pergunta: e se meu amigo não acreditar em mim? Eu não tenho nenhuma prova porque ela me contou tudo pessoalmente e não existe nenhuma evidência que confirme o que eu estou dizendo.
Ué, o que eu falei, você pega ela e fala: ai, eu queria conversar com isso, com você de novo. Esse microfone, calculista, já tem que ser.
Outro comentário diz: isso não é um peso que você precisa carregar, tire isso do peito. E se ele não acreditar em você, aí o problema é dele.
Depende da pessoa. Se é uma muito boa amiga, dá para fazer assim. Não, eu acho que não faria não.
Deixa eu pensar, para as minhas amigas eu contaria sim, viu, amigas que estão escutando. Já aconteceu uma coisa parecida comigo antes de eu te conhecer e eu não contei.
Você não contou?
Eu sei, sim, mas não foi uma— eu te contei, sim, mas não foi uma declaração. Ele tava bêbado e fez um avance.
E no final o que aconteceu? Se separaram. Mas agora ela está bem feliz, né?
Tá, mas eu não contei naquela época e era minha melhor amiga.
Sacana você! Ela teria acreditado em você?
Eu não sei.
Esse é o problema, você tem que pensar se vai acreditar ou não.
Eu não sei se ela teria acreditado em mim. Bom, Para as pessoas que não estavam lá, para nem saber que eu tinha te contado. Tinha uma melhor amiga que eu já identifiquei aqui, mas ela não escuta o podcast. E mesmo se escutasse, ela não fala português, porque, né, a gente tem nosso idioma nichado que só 500 milhões de pessoas falam. E tava voltando um dia, sabe a Oktoberfest lá em Munique? Então tava voltando um dia dessa Oktoberfest, e Oktoberfest, né, festa da cerveja, o pessoal enche o rabo de cerveja.
E eu lembro que eu tava voltando no metrô e a gente tava, tipo, numa escada rolante. Aí coincidiu de eu estar indo pro mesmo metrô que o namorado dela, que já tava meio trêbado. Eu tinha bebido uma cerveja, mas eu tava de boa. Ela pegou o metrô dela e a gente falou, ah, a gente tem que seguir por ali e pegar o metrô por outra direção. E estamos subindo na escada rolante, sabe? Quando você fica parado assim na frente de outra pessoa conversando na escada rolante. Aí ele meio que fez um avanço.
E onde que ela estava?
Ela já tinha ido pegar o metrô dela. Devia ter eu no dia seguinte. Ele não tava apaixonado por mim, isso eu acho que ele traía muito ela já, ele tinha cara. E eu acho que tentava, tentava, acho que assim, acho que era típica coisa que ele faria sempre quando tava bêbado, independente, independentemente se fosse amiga, se fosse eu, se fosse qualquer outra pessoa, se fosse um poste ali, ele estaria fazendo o avance dele, entendeu?
Só que eu E eu nunca contei para ela. Aí eu também tinha 18 anos, né, ou 17 anos.
Mas agora a gente descobre que tem uma amiga sua, você já escutou? Ué, amiga conhecida, que o namorado, o marido dela fica avançando nas pessoas e já fez em um monte de pessoas.
Quem?
Ninguém falou nada para ela.
Corta, faz um pi. Quem que contou isso mesmo?
Contou?
Faz pi no nome da pessoa também que você falou agora, pelo amor de Deus. Passada. Ah, mas isso é um diz que me diz.
Mas tudo mundo sabe e foi Várias pessoas, todo mundo, todas as pessoas já escutaram.
Mas é o mesmo caso, não é um caso de estou apaixonado, é um caso de o cara ficar bêbado e dar em cima de todo mundo.
Mas se o cara fica muitas vezes bêbado, você ia gostar? Eu ficando bêbado e atrás das outras pessoas?
Você não ia mais nem existir. Ué, então você não ia ser só assombro.
Agora, você ia gostar que alguém te falasse: a gente vai caçar e eu vou em cima da Bruna, você ia gostar? O que que eu falei errado agora? Eu vou em cima da banda, eu avancei nela.
Parece que você vai dar porrada nela. Eu avancei nela, eu dou em cima dela, eu dou em cima dela.
Você ia gostar? Você ia querer que alguém, que ela te falasse?
Sim, mas no caso dessa pessoa que você vai fazer o pi no nome dela, eu não sei, eu não estava presente, e é uma amiga classe B, tá?
Mas outras pessoas são bem amigas ou não?
E ninguém não falou nada para ela? E parece que ninguém falou nada para ela. Mas é aquela coisa, ela tem um casamento super feliz olhando de fora.
E no papel, no Instagram, nossa, são o melhor casal do mundo, ficam viajando, tão fazendo, né?
São super bonitinhos juntos e tal.
E ela apaixonadíssima.
Puf, eu não sei se eu ia querer destruir isso.
Exatamente, isso que tem que pensar também.
E eu não sei se ela gostaria de saber.
Eu acho que não, ele ia gostar de saber.
Eu acho que ela tá feliz. Você não acha que ela tá feliz?
Eu acho que sim.
Temos uma atualização, ele contou.
Não acredito.
Contei ao meu amigo que a noiva dele confessou que sentia algo por mim. Eis o que aconteceu depois. Há alguns dias pedi conselhos aqui sobre se deveria contar ou não ao meu melhor amigo que a noiva dele admitiu que sentia algo por mim antes do casamento. Li muitos dos comentários de vocês e decidi contar. Contei tudo a ele. Ele ficou chocado e precisou de um tempo para pensar no que faria. Também ficou muito magoado e confuso.
Agora ele sabe de tudo, mas as coisas ficaram muito mais complicadas do que eu esperava. Depois de alguns dias, ele mudou completamente. Parou de atender minhas ligações e responder minhas mensagens e não está falando nem comigo nem com a noiva. Agora estou confuso, será que a minha honestidade valeu a pena ou eu simplesmente destruí a nossa amizade e a vida amorosa dele?
Destruiu os dois, com certeza destruiu os dois, mas fez a coisa certa. Então a pergunta é, às vezes a coisa certa é não contar a dele.
Então nesse caso aqui você não teria contado? Talvez você já mudou de opinião 3 vezes. Você pode mudar de opinião o tempo todo, você tem que analisar, mas você tem que pensar uma coisa, que ele só tá precisando de um tempo porque você sai, a amizade vai voltar um dia.
Mas às vezes não, porque ele vai ficar talvez com medo, vai falar: esse cara é muito bonito, se eu apresentar uma outra namorada minha, ela vai se apaixonar por ele de novo. Tem pessoas assim.
Bom, todo mundo dizendo que ele fez a coisa certa e dizendo para mandar uma mensagem dizendo que você sente falta dele, que valoriza a amizade de vocês. Aí eu não faria isso não. Já contei, vai ficar de cu doce e vai virar as costas para mim? Então vai se lascar, seu corno. Aí as pessoas falam: se ele escolher se afastar para sempre, quem perde é ele. Aí o UOL diz: pode até ser, que ele é quem está perdendo, mas isso está me machucando muito.
Eu fiz isso porque me importo com ele, mas agora está machucando nós dois. Ai, menas, né? Aí uma outra pessoa fala: entre em contato com alguém da família dele só para verificar se ele está bem. Não, não envolve a família, você não sabe se ele conta para família. Mas ele disse aqui num comentário que eles cancelaram o casamento, casamento foi cancelado. Outro comentário diz: a mesma coisa aconteceu comigo e com a minha melhor amiga.
Depois Depois que contei que o namorado dela, com quem estava havia 8 anos, passou a mão em mim sem meu consentimento, ou seja, parecido com o meu caso, ela disse que talvez nunca mais conseguisse falar comigo. Felizmente, amigos em comum e até a irmã dela me defenderam e disseram que o namorado dela podia ser um tarado nojento. Ainda somos amigas, mas ela acabou se casando com ele.
O que te falo, às vezes tem que saber para quem contar, porque tem gente que não se importa em ser corno.
Contanto que elas não saibam. Exatamente, né? Tenho, eu tenho um caso também exatamente assim, da minha adolescência, que fiz o edição no capítulo passado.
Contei? Contou, contou. Assisti, tá editando agora dele.
Bom, voltem uma casa, vai pegando, assistiu o capítulo passado, gente. Isso acontece muito, que eu sou uma senhora, sou uma senhora de 40 anos, você sabe que a memória, né?
Faz o resumo rapidinho.
Ai, que delícia! Ele me interrompendo, ele me editando ao vivo. É... Fiz o Exposed, contei. Aí peguei na mão dela, falei, vamos curtir a vida, amiga. Hoje, casados, com 3 filhos e votando no biruleiro. Cortei a amizade, não por causa disso, mas sim por causa dos votos dela. Porque, né, não sou obrigada. Assim, pobre de direita, eu não consigo. Gente, licença, né? Vamos lutar pela classe trabalhadora! O grito foi desnecessário.
Aí a pessoa perguntou, como que eles estão hoje? Aí ela falou que continuam casados e felizes. Mas um dia ele vai fazer alguma coisa de novo, com certeza, deve ter feito. E talvez ela perceba que pessoas assim não mudam de verdade, ou mudam.
Acho que não. E mais tão cedo, eu consigo entender quando você já está, sei lá, 10 anos casado.
Ah, você consegue entender?
Assim, porque eu falo, aí eu vou querer experimentar, eu tô com vontade. Agora, quando você tá apaixonado, você vai caçar, tá noivo, tem que ter só os olhos para sua futura mulher. Aí você quer avançar em outras pessoas, você fala, ah, é melhor nem caçar, né?
É bom saber. Quem sobreviveu até aqui vai ganhar agora um joguinho do especial. Você escuta muito podcast em português, né?
Escuto.
Quais são seus podcasts favoritos em português?
Problema que eu vou saber os nomes, né? Mas eu gosto muito da Lorelay Fox. Eu gosto.
Beijo, Lorelay, que ela assiste a gente. Mentira.
Como que é? Podcast Para Tudo?
Para Tudo. Você é apoiador?
Do Conselhos Ruins, apoiado de nenhuma coisa, de nada. O Uno Imbiabiliza, adoro. Escuto o— ai, o que eu gosto que você não escuta muito, da Leila Germano.
Hoje tem, hoje tem. Tava escutando agora enquanto me arrumava.
Eu adoro, adoro. É a Estrela Claudemias. Um que era o meu favorito de toda a vida era o Trindade das Perucas, mas acabou, acabou.
E você escutou Me Conte?
Me Conte, escuto, mas não sempre.
Tá vendo, Thiago, que eu adoro?
Escuto às vezes.
Me conte uma fofoca, gente.
Eu escuto, sei lá, de 10 escuto uns 5.
E o milkshake chamado Wanda?
Agora está melhor.
Agora... Olha ele recalculando a nota ao vivo. Então, você já viu que nos podcasts as pessoas às vezes fazem um bate e volta?
Ah.
Que é, eu falo uma palavra e você me fala a primeira coisa que passa na sua cabeça. Que assim a gente conhece o convidado, né? Que aí é menos, é menos, como se diz, menos programado. Vamos fazer um bate e volta? Mas tem que ser assim, ó, saco, saco, saco. É, saco, saco em alemão, gente, desculpa. Não sei se eu comentei com vocês ainda, mas a gente moramos na Alemanha. A gente moramos na Alemanha, a gente mora na Alemanha. Uma comida?
Feijão.
Nossa, foi rápido. Um lugar?
Minha casa.
E qual que é sua casa?
Onde eu estou com minha família, com os cachorros, com você.
Nossa, ai, quem que compre a gente?
Foi só falando para você rápido, hein?
Um medo?
Ficar sozinho.
Um cachorro?
Moma.
Um talento?
Criatividade.
Uma mania?
Não terminar nada.
Nossa, isso é uma mania ou uma doença?
É uma mania. Eu começo, começo uma mania de começar muita coisa e não terminar.
Gente, esse jardim tem 800 projetos olhando para mim aqui. Vou nem falar. Um ranço.
Fedor.
Ai, eu adoro fedor! Nossa, fedor é a minha coisa favorita.
Mas me irrita bem muito.
Fedor em pessoas?
Em pessoas. Nossa, é muito nojento.
É porque não sei se a gente já comentou com vocês, a gente mora na Alemanha.
Eu fui agora por 2, por por 3, 2 dias para Monique. Fui no supermercado, quase vomito, quase vomito.
Não sei fazer, 35 graus em Monique, o pessoal não toma banho, gente.
Nossa, é muito fedido.
Um sonho?
Não ter que trabalhar nunca mais.
Isso aqui é trabalho?
Às vezes um pouco, tem que ter o trabalho. Eu gostaria depois ter um editor, fazer as coisas.
Quem sabe eu caso e compro um editor, eu só quero um novinho mais talentoso.
Eu gosto de ter as ideias e falar que quer para fazer.
Uma vergonha?
Não falar nenhum idioma certo.
Poliglota? Não, falou 4 idiomas errados.
Eu falo 4 idiomas errados, mas falo, mas falo, não cala a boca. Uma saudade de ser novinho.
Eu também pensei colágeno, colágeno. Gente, eu tava maquiando hoje, eu falava, gente, saudade daquela, sabe, 20 aninhos quando você tem bochechinho assim?
Novinho que você não tá nem aí.
Ah não, eu sofria muito quando era novinha, eu sofria muito, eu era muito insegura.
Ai, mas você tá feliz com tudo.
Não.
Você não fica pensando o que vai acontecer agora? A gente fica pensando o tempo todo.
Não, eu fico pensando. Quando eu era nova, eu pensava o tempo todo o que ia acontecer.
Eu não pensava, fazia meus trabalhinhos, as coisas, tudo bem.
Overthink.
Ganhava bem pouquinho, tudo bem de boa.
Um fato curioso sobre o Guedjitor é que ele disse que ele não precisa de terapia.
Precisa não.
Por quê?
Porque eu sou bom dando terapia nos outros. Mas... Minha vida é perfeita, o que eu vou fazer? Não tenho nada pra se queixar. O que tem pra se queixar? Eu tenho um amor, tenho minha família. Eu sou feliz.
Nossa, gente, isso aqui tá virando um podcast de autoajuda. Não, olha, as pessoas queriam falar de culinária. As nossas roubadas, elas gostam de um pouquinho mais apimentado assim, elas não gostam dessas good vibes, tá? Ninguém aguenta isso aqui assim, tá? Ai, e não precisa ficar aqui fingindo, Christian, a gente tá 22 anos juntos. Bom, a gente fez a pausinha básica para arrumar uns guarda-sóis, guarda-sols, guarda-sóis.
Guarda-sóles.
Guarda-sóles, porque, né, o sol aqui vai comer nosso rabo já já. Vamos pro segundo relato? Esse é do subreddit Am I the Asshole Relationships. Vou traduzir pra você. Am I the Asshole é tipo eu sou babaca. E relationships é relacionamentos.
Que bom, obrigado.
De nada. O título é: Sou a babaca por ficar chateada porque meu marido ficou consolando uma colega de trabalho sobre os problemas amorosos dela às 2 da manhã?
Porque sua atenção no título, eu prestei atenção. Eu acho que você ia ficar chateada e eu provavelmente ia fazer isso.
Com certeza, com certeza.
Assim, eu fiquei com pena, eu fiquei constrangido. Vai fazer o quê? Você não tem peninha das pessoas? Não, é que o negócio que isso é diferente, eu gosto de dar conselho.
Gente, vocês não estão vendo aqui, mas o editor ele pintou o cabelo dele aí para gravar.
Eu pinto o tempo todo, só que—
mas aqui do lado eu tô vendo quando bate o sol, tá meio assim aquele tom Silvio Santos, sabe? Final de carreira do civil, Santo Antônio. Enfim, o relato é assim: meu marido de 47 anos— ó, quase sua idade— meu marido de 47 anos é o CEO da empresa dele. Eles foram a uma festa de aniversário onde alguns integrantes da equipe também estavam presentes. Ele saiu de casa às 5 da tarde. À meia-noite e meia, recebi uma mensagem dizendo que ele estava com a irmã dele e uma colega de trabalho de 38 anos E que ela estava passando por problemas no relacionamento.
Ele disse que voltaria para casa em breve, mas ele está com a irmã dele, dizendo ele.
Mas espera, a irmã dele foi embora à 1 da manhã, mas às 2 da manhã ele ainda estava lá com a colega, ele de 47, ela de 38, ouvindo os problemas dela. Acho que foi uma falta de discernimento da parte dele, tanto por ser superior hierárquico dela quanto por ser desrespeitoso comigo, a esposa dele, que estava em casa com nossos filhos.
Depende da fofoca, qualquer um dos problemas. É uma coisa bem legal, aí você fica, você não ia deixar uma coisa legal.
Estava em casa com os nossos filhos, preocupada, sem saber onde ele estava.
E se eu te trazer, depois eu venho com uma fofoca bem boa, você não ia gostar?
Se uma coisa bem boa, às 2 da manhã, você e a sua coworker sozinhas num bar?
Não, você nem ia gostar, você já ia achar um negócio, você já ia me tratar de idiota.
Nem volta, nem volta. Ele disse que estou exagerando e que estava apenas sendo um chefe prestativo e amigável. Ele só voltou para casa porque liguei extremamente irritada, ou seja, puta, o que segundo ele também foi um exagero. Sou a babaca por ficar com raiva porque ele estava bêbado e deixou uma colega também bêbada desabafar com ele?
Não, não é não. Eu vou te falar por quê. Porque ele é o chefe, não tem por que fazer essas coisas. Ser um colega é outra coisa diferente. Agora o chefe, ele tem que dar exemplo. Eu ficaria puto, sim. Agora que eu fico pensando, ele é o chefe, não tem como ficar, não tem que ficar com coleguinha.
Ele tem que dar exemplo. E você agora já é também amigo dele. É, seria uma coisa que, por exemplo, ele também teria feito.
Teria feito. Agora deixa eu perguntar, você ficaria se ele falar: eu tenho um problema com minha mulher, ia querer descer o afá com você? Você não ia deixar o WhatsApp? Com certeza que você ia fazer.
Hoje em dia, como a nossa relação é assim. Agora, no começo, eu não— eu sou do tipo que, gente, eu sou uma pessoa muito simpática. Não, eu sou uma pessoa muito— como se diz, lugar de trabalho eu gosto de separar. Eu fiquei durante muitos anos separando horrores, entendeu? Eu ficava— tem umas coisas que você é obrigado a fazer sim no lugar de trabalho. Aí vai ter o aniversário, todo mundo que foi convidado, você não pode ser o cuzão de seu chefe que não vai, você tem que ir.
Certo? Agora, eu vou dizer uma coisa que pegou mal. Foi quando a gente brincou de fuck, marry, kill com o CEO da empresa, trêbados na mesa.
Isso aí, não sabia não.
Nossa, a gente brincava horrores de fuck, marry, kill.
Ah, você ia gostar que eu brincasse?
Não.
Ah, tá vendo?
Tava o CEO da empresa, meu chefe e outros chefes assim do mesmo patamar que eu.
E que seu chefe não vale um real, né? Não.
Ele é terrível.
Ele é chefe, né?
Porque ele tá desempregado que nem eu agora.
Ele é terrível também, né?
Tá desempregado há mais tempo que eu.
E tá fazendo um filho novo, né? Vai ter agora o nono.
Gente, ele, ai, é muito fértil. Ele é a mesma mulher, sim. Ai, todo mundo pergunta, é da mesma mulher? Da mesma mulher. Se conhecem desde a época de escola, são casados, happy people, e o nono filho está vindo aí. O que eu não tenho de filho, o que eu não tenho que sobe para criança, eles têm. E a gente conheceu metade da filharada, super, super bonitinhos.
Nossa, certinhos.
Tinha um lá que eu falava, uma lá e um lá, eu falava, esse aí até pegar. Contava para mim, se quiser, se tiver sobrando aí.
Mas eles falaram que não valeu um real, né?
Que ele era manipulador.
Manipular a gente, gente manipuladora, eu gosto, porque a gente fica assim se manipulando.
Enfim, seria uma coisa que tanto eu quanto você faríamos e o outro ficaria puto.
Eu acho que eu não ficaria tão puto não.
Se a outra trouxesse a fofoca boa, parece uma fofoca boa, nossa, ia adorar.
Conta aí. Agora você chega e não conta nada, você fala, ai não, é segredo. Não, não, eu sempre, que nem sempre falo, quando você chega em algum lugar, falou, ai, conta aí a fofoquinha. Agora você Você não conta, aí eu achar, eu achar errado.
Ela tá se separando dele depois do nono filho.
Eu vou querer saber o que aconteceu.
Não sabemos, tá arrasado, tá arrasado.
Averigua, tira aí a sua foca, liga para mim, manda mensagem.
Como que eu vou averiguar? Tá, então, e você também faria, né? Você ficaria lá no bar com ela?
Mas eu sou o chefe, não a dele. Acho que não.
Meu problema é ele homem, ela mulher, ele chefe, ela mulher.
Com irmã também, você também esqueceu?
Ela foi embora.
Ah, mas tá a irmã também, sei lá. Chega alguém chorando, está falando, não, tô muito triste, vou me matar.
Aí você chama a polícia?
Você não vai chamar nenhuma polícia. Já aconteceu com alguém também que ele ficou lá, eu fui lá.
É, eu já contei a história deles aqui, uma amiga que deu ataque de adolescência dela aos 30 anos. Eles estavam já no, acho que estavam no 7º ano de relacionamento. Posso contar porque eles não falam português, ele metade russo, mas mais alemão que russo. Só a quantidade de vodka que ele bebia, que era bem russa demais. E ela alemã, e ela começou a meter o chifre nele, começou a ter um caso fixo com o cara e não voltava pra casa.
Aí depois não sei o quê, ficou assim tipo um ano enrolando ele. E ai, gente, eu acho que ela tirava foto e não sei o quê e subia na cloud, ele via, tinha uns rolê lá assim. Enfim, uma vez ela terminou com ele, depois finalmente, aí ele foi pra delegacia dizendo que ia se matar. Aí a polícia ligou, gente, tá voando um bicho, parece um helicóptero, vamos mandar!
Daí foi embora com uma cigarra.
Aí a polícia ligou lá para você para ir buscar ele, ficar cuidado dele para ele não se matar. Eu falei, gente, por quê? Para ele leva para o hospício, sei lá. Mas ele levou lá para casa, coitado, morro de pena. Se casou com ele, tá feliz agora.
A gente não sabe, né, mas acho que deve estar feliz, né?
Sei lá o que que é feliz, gente. Que que é feliz? Ser feliz é uma coisa assim tão subjetiva. Por exemplo, hoje são o quê, 10:32 da manhã? Já estive feliz e puta 20 vezes. Na hora que eu coloquei esses brincos, que você acha meus brincos bonitos? De onde que eles são?
Da Shein.
Filho da puta! Eu tenho uma, mas deixa eu falar, eu coloquei, ficaram bonitos, eu fiquei feliz. Na hora que eu sentei aqui, você começou a dar xilique, não sei o quê, do sol, que a gente tinha que colocar toda a parafernália para outro lugar. Então assim, tô feliz e puta feliz. Eu pensei no sol, mas o que acontece Esses brincos, é o fun fact sobre eles, gente. Fun fact traduzindo é a coisa engraçada, um dato engraçado, um dado.
Não, mas tem, ai, não sei como falar isso em português, gente, esquece. É que ele é vendido, o par, ele é vendido um lado é de um jeito e outro lado é de outro.
Você comprou dois? Não acredito!
Só que eu odeio coisas que não são simétricas.
Que um cara no fitness senta com um sapato de uma cor e outra de outra cor.
Sou contra.
Você viu?
Não, não vi.
Ué, o cara que estava mexendo a máquina, ele tinha um amarelo e outro laranja.
Aquele velho pançudo?
Não, sou contra, eu sou contra.
Odeio. Sabe camisas da Farm que— Farm, nos patrocine— que é metade de uma cor, metade de outra? Sou contra. Ah, sou contra, eu não gosto. Aí eu queria esses brincos. Agora eu tenho dois pares, ué. Eu uso também.
Boa ideia, inteligente.
Por isso que você tá casado comigo. Bom, vamos para os comentários. Você não é o babaca. Isso parece o caminho para um caso emocional. Bloqueie essa vadia. Nossa, não acho. Que exagero. Bom, ai, difícil. Acho que tem casos e casos. Nosso resumo da ópera é: você faria, eu faria, você ficaria puto Eu ficaria puta.
Eu ficaria, não depende, eu não ficaria sempre.
Tá, tá, tá, tá, tá. Se a fofoca fosse boa, você aceitaria?
Que o negócio que eu confio em você, agora você não confia em mim, você não confia em ninguém.
Não, para que confiar nas pessoas?
Mas tem que confiar.
Não, confiar nas pessoas é o primeiro passo para ser o quê? Decepcionado. Não, eu, gente, eu não confio 100% em ninguém não.
100% não, mas tem que, tem que ficar 100%.
Você não deve confiar nem em você mesmo. Até porque quando você usa drogas ilícitas ou álcool, você já não é você 100%. Então, como é que você pode confiar? Você confia no Christian sóbrio. E o Christian bêbado, ele vai dirigir aquele carro bem? Ele vai não passar a bunda na— passar a bunda, passar a mão na bunda da colega?
Posso passar minha bunda na mão da colega?
Ai, eu fiz abdominal aquele dia na academia porque eu tava com medo de passar na tua cara. Gente, é um exercício que eu não faço assim há 3 anos. E eu fui rir agora e tá doendo. Bom, quem sobreviveu aqui até agora? As cigarras já começaram a cantar porque já chegamos a 29 graus, hein? Tô dando aqui o serviço meteorológico. Isso é o povo falando mal de você, de sua orelha queimando.
Não, tem aqui, ó, tô vendo aqui a orelha queimar.
É bom pegar uma corzinha, você tá muito amarelo. Eu trouxe umas perguntas para você que o ChatGPT fez.
Nossa, me tá— conta aí, fala.
Dos bastidores, o que a edição não mostra. E eu quero que você responda com sinceridade: qual é a minha mania mais irritante durante as gravações?
Você xinga comigo, eu fico bem irritado.
Você me xinga?
Não, mas quando eu estou gravando, eu fico bem triste assim quando você me chama de burro, de idiota, de sei lá.
Corta isso, corta isso!
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, Fico 2 ou 3.
Vai pesar o clima.
Não, pode deixar, pode deixar você assim grossa, tem problema.
Qual personagem do Reddit você mais odiou até hoje? Eu sei um que até hoje eu penso nesse cara.
Quem que eu mais odiei das histórias? Eles ficam mais irritados com as mulheres, tipo do misoginia. Tipo o cara que me joga na cama, ela não fica lá. Como que é possível? Eu fico puta com ela, eu não fico puto com o cara. O cara decidiu mijar na cama, é o fetiche dele. Agora a mulher ficar lá sei lá quantos meses ainda morando na casa deles, nossa, fico muito irritado. Esse aí fiquei muito irritado.
Um que eu fiquei muito irritada foi o cara que levou a namorada pra viajar com a família dele rica e ela comia só duas vezes por dia.
Ah, esse também, nossa, muito irritado, muito irritado.
E depois ele pensou que ela tava sendo anoréxica. E na verdade ela não tinha dinheiro para comprar os passeios.
Mas eu fiquei irritado com ela também, tá vendo?
A misoginia.
Mas você não consegue, você tem que falar as coisas, você tem namorado, você tem que falar as coisas. Você falaria comigo quando estou aqui, sempre chega, me chama aqui de cantinho, me xinga: você soluciona isso aqui, faz isso aqui, eu não tô gostando não, você vai dar um jeito, Christian.
O que que eu fiz hoje?
Hoje você me, sei lá, o que que você fez?
Eu falei: você vem aqui, você vai lá, você liga o ar-condicionado, que esse velho, seu pai, tá deixando a casa já ficar 35 graus, os cachorros estão com calor. Não, porque eu querer ir lá ligar o ar-condicionado e falar com o pai dele, que o pai dele falou, ai, ainda não está tão quente para gastar ar-condicionado. Você vai lá, você coloca o ar-condicionado no 16, como nós brasileiros gostamos, e coloca os cachorros para dentro.
Eu coloquei todos os ar-condicionados ligados.
Qual é a coisa que eu faço durante as gravações que mais dificulta o seu trabalho? Fora te xingar e te humilhar.
Você fala demais e você não termina os pensamentos.
Nossa, eu amo!
Abre o outro, abre o outro, abre o outro.
Eu amo essa crítica. Dica de que no podcast eu falo demais. Vamos fazer então, caralho, um podcast de meditação, não de falar demais. Não, vamos ficar todo mundo agora em silêncio.
É que você começa, começou a ideia, começou uma ideia e não termina ela. Aí eu tenho que editar.
Mas é assim que funciona meu cérebro.
Tá ok, se o povo gosta, eu faço o quê?
Tem gente que não gosta.
Você não vê os haters? Sei, fico bem triste.
Você fica triste?
Fico.
Você lê os comentários?
Leu tudo.
De onde?
Ah, do Spotify, do Instagram. Não sempre leu uma parte.
É muita gente, eu não consigo ler todos, sério.
Mas aqui é diferente, porque no Spotify eles estão comentando história. É. E tipo, no Spotify você, as pessoas estão comentando do podcast mesmo, do projeto, do meu personagem, é do projeto, que o projeto não é o Instagram. Não.
O podcast aproximou a gente ou trouxe mais estresse para esse casamento?
Acho que a gente sempre tem estresse o tempo todo, tanto faz do, do, nossa, mas você olha trabalhar junto e faz coisa legal. Isso eu gosto, eu te admiro, eu gosto. Quando eu vejo, eu falo, nossa, como ela é talentosa! Eu gosto dessa sensação.
Mas responde a pergunta, responde a pergunta: o podcast aproximou a gente, já trouxe mais estresse?
Acho que as duas coisas, trouxe estresse e aproximou também. Tem um projeto conjunto, eu acho que aproximou sim e trouxe estresse, mas estressei para mim, não para você. Eu não te dou estresse.
Não, então tá. Sobre os haters, na sua opinião, devo responder dando palco, ignorar ou apagar?
Não tem que dar palco não, eu acho que não.
Ai, eu sempre dou palco.
É burrice.
Por quê?
Porque é o que eles estão esperando.
Roubadas, vocês veem de vez em quando aparece um hater ali nos postos de trabalho.
As pessoas que têm que dar o rei, não você, eu acho. Tem um hater, as pessoas que têm que responder Não é você, não é você não, porque é humilhante. Você tá dando importância nele, na pessoa, porque não sei por que sempre acho que um homem, mas você que dá importância, porque os homens eles têm medo das mulheres que voam, sejam elas bruxas ou pessoas que pegam avião para maior. E você acha que as mulheres não?
Óbvio, as pessoas elas estão, gente, se eu tivesse nesse podcast 3 anos atrás quando eu estava 52 kg mais gorda Eu acho que a gente teria menos hater. Mas é que agora eu estou no meu prime time, tô no meu prime time.
Aí o povo ia te chamar de gorda, ia chamar de um monte de coisa.
Não, porque a pessoa tem peninha.
Não, eu não acho não.
Bom, foi bem gordofóbico isso, mas eu tenho lugar de fala. E agora, para finalizar esse bloco, não esse podcast, que a gente ainda tem mais um relato, sua mensagem para as wholebathers. O que que você tem para dizer para as nossas wholebathers? Nossa, deu dó.
Continua, continua apoiando, escrevendo, comentando. Comentando e defendendo.
Importante isso, defendendo das trincheiras.
Isso. E fazendo comunidade. Acho bem gostoso depois fazer um grupinho, uma coisa gostosa. É que é meu, é fazer comunidade, como acho gostosinho. Que que eu falei agora de errado?
Meu Deus, a comunidade gostosinha, mas tudo bem.
Queira um docinho bem gostosinho. Achou legal, achou legal, porque a gente meio associal, né? A gente não tem assim muitos amigos, muita coisa. Em português não é antissocial, antissocial, bem antissocial. Aí é um outro jeito de—
você acha que a gente tem que criar um grupo de Telegram para as roubadas?
E que eu não sei nem o que que é Telegram, para falar a verdade. Eu nunca baixei isso, não tenho ideia.
Então tá, vamos para o terceiro relato para vocês verem, vocês verem que eu tenho que lidar, né? Tem que ensinar para ele que é Telegram.
Então tá, eu faço as câmeras e os vídeos e o áudio que esteja bom. Dá para perceber no relatinhos, fica tudo errado.
Ué, se você editasse mais rápido, você pudesse pegar os relatinhos para você fazer também, a gente faria. A gente só não tem mais podcast durante a semana porque o moço aqui não dá conta. Só para vocês saberem, eu, por mim, eu daria todo dia para vocês. Um episódio novo. Vamos para o próximo. Eu fui naquele subreddit chamado Am I the Asshole? Não sei se você sabe, significa sou eu o babaca.
Sou eu o babaca.
E o título é: sou a pessoa babaca por não dar comida ao meu irmão?
Ah, depende. Se ele já comeu a porção dele, ele tá certo.
Talvez por causa do contexto aqui ficaria mais fácil você decidir. Quem escreve é uma jovem de 16 anos. Descobri isso nos comentários porque ela não especifica. Agora, sendo uma jovem de 16 anos, tá ela errada? Ela babaca por não dar comida para o irmão dela?
Mas quantos anos tem o irmão?
10.
E ela estava cuidando dele e deixou ele sozinho?
Eu não contei o relato ainda, você tem que agora saber. É assim que funciona.
Eu acho que depende, tudo depende, tá? Mas se você tiver agora que dá o seu take, eu acho que não, acho que deve ter uma razão. Mas 16 anos, meu Deus, talvez ela tá errada.
Olha, jogando hate em adolescente.
Talvez, falei talvez, talvez.
Uma jovem de 16 anos que escreve, como eu disse, ela diz assim: minha mãe decidiu que a melhor forma de me tornar independente é não fazer absolutamente nada por mim.
Tá ensinando o irmão, tem razão.
Então isso significa que sou responsável por manter meu próprio quarto limpo, ok, fazer minhas próprias compras, cozinhar minhas próprias refeições, refeições e tudo mais. Eu acho isso demais. 16 anos, ela tem que fazer as compras dela. Ela diz: parece que nem faço parte da família. Se eu não cozinhar em alguma noite, eu fico com fome. Eles não me deixam comer a comida deles.
Não é bem ruim? Agora já pensei se é ruim. É bem escrotinho.
Há alguns dias, meu avô ficou doente e minha mãe precisou ir visitá-lo. Ela deixou meu irmão mais novo de 10 anos comigo. Como sempre, preparei o jantar apenas para mim, usando os alimentos que comprei com meu próprio dinheiro. Ele, meu irmão, Me pediu comida e eu disse que eu sou responsável apenas por mim e que ele teria que esperar minha mãe voltar. Quando ela chegou, ficou furiosa e me chamou de babaca por não ter dado comida a ele. Sou eu a babaca?
Eu acho que sim. Vou te falar por quê. Porque ela está— uma coisa a mãe e outra coisa o irmão. Uma coisa ter o sentimento de ajudar o irmão, outra coisa você pode ficar puta com sua mãe, que sua mãe te ensinou a fazer as coisas assim. É que nem você A gente tem esse problema bem grande. Quando ela abre bolacha, eu não consigo ganhar uma bolacha.
O pacote, gente, são os crecas, sabe? Água e sal. Tem os crecas italianos, é água e sal.
Tem 6 bolachas.
Eu falo, são 5, são 5, metade de uma bolachinha individual é a porção ideal. São 5 crecas, tem que compartilhar. Não quero compartilhar, você pega o seu pacote. Nossa, e ele faz, e eu sei que ele tá fazendo agora porque tá tentando me educar igual um cachorro. Toda vez que ele vê eu abrindo o meu crequinha, ele vai lá Ela fala, me dá uma. Por que ele faz isso? Porque ele tá tentando me educar. E toda vez eu fico com ódio, fico com ódio.
Eu não quero dar uma, não quero comer só 4, eu não quero comer 4 e meia, eu quero comer minhas 5 crecas.
Mas esse é o problema, ele está, a mãe está educando ela só para pensar nela. E uma coisa ruim, porque a gente não mora sozinho, a gente tá numa comunidade, tá?
Mas nesse caso ela comprou a comida dela com dinheiro dela.
É, às vezes eu compro dinheiro e eu posso comprar uma coisa para mim, dá para você também comer dinheiro.
A gente é casado, porra. Agora eu tô falando, a menina 16 anos sei lá, ela vai, ela tá fazendo o trabalho dela ali, né, depois da escola ela faz dog sitting, babysitting, ela trabalha numa loja, ela tem que fazer as compras dela. Aí você vai dividir com irmão?
E eu falar para o irmão assim, eu falar: olha, eu vou te dar comida hoje, mas a próxima você vai ter que me dar alguma coisa, vamos trocar, mas eu não vou deixar o irmão com fome.
Nessa relação tem uma pessoa coração e uma pessoa cuzona. O editor é a pessoa coração. Teve um comentário que foi assim, né, que você é, como é que é, você tem coração bom e consciência de classe porque eu nasci pobrinho.
É diferente.
Temos aqui uma pessoa classe C na vida real. Como é ser pobre?
Não é legal não.
Conta a história do seu pezinho. Conta a história do pezinho.
Será que eu conto? Sou ruim contando história. Conta a história do pezinho. Meus pezinhos, eles, eles serem tipo assim, os dedinhos, o dedinho do pé. Quem não tá vendo o vídeo É assim, como que o pecinho não é encurvado? É encurvado um pouquinho, uns dedinhos. Aí você pergunta, mas por quê?
A primeira vez que eu vi, gente, eu acho o pé a coisa mais asquerosa do mundo.
Mas meus pés são bonitos, eles não são feios não.
Não, não são. Nem vocês quiserem, escreve, comenta aí que eu posto a foto do pé dele nos stories. Comenta aí, foto do pézinho do editor, por favor. A primeira vez que você vê o pé da pessoa, toda vez que eu me relacionei com alguém É um momento assim, tipo divisor de águas, para saber se vai ter futuro ou não. E com você foi bem, você quase perdeu ali, viu? Foi, eu fiquei horrorizada. Mas vamos voltar para a história. Seus dedinhos são bem curvadinhos assim, por quê?
É porque a gente tinha que ganhar um sapato por ano e crescia, cresci rápido demais, aí não tinha como trocar.
E o que aconteceu com o dedinho?
Ué, o sapato era muito pequeno. Eu tinha, eu não queria falar para meus pais que eu precisava de sapato. Aí eu fiquei com eles bem, bem assim, bem apertado. Você achou que eu conseguia? Aí eles foram ficando pequenininhos, que com os chineses, as mulheres chinesas também fazem assim para ficar assim o pezinho.
Coloca a música do Chaves triste aqui.
Ué, você não tinha pena?
Gente, eu escutei essa história olhando para aquele pé encurvado, aqueles dedos encurvados. Eu falei, puta que pariu!
Mas depois eu fui esperto, porque comprar os sapatos bem grandões—
não, e ele fala como se ele tivesse crescendo horrores. Qual é a sua altura?
1,65. Mas meu pé cresceu.
Quanto você calça?
Não, mas no Brasil acho que 42. Mas agora não sei como que é o Brasil, que lá é diferente.
2 números a menos.
Então 40, pesinho de pinchejo. Mas 42,5, para vocês verem.
E mesmo assim ele tem uma, ele tem um relacionamento bom com os pais dele.
Ele não tem a culpa. Você não tem dinheiro. Meus pais, minha mãe terminou, minha mãe estudou na escola no final e fez depois de ela ter minha irmã.
Porque seu pai catou a novinha de 16 anos para engravidar.
Meu pai, ele fez, sei lá, até 6º, qualquer um, como que se fala em português? 6ª série. Ele não terminou.
Então não é diferente, não tem dinheiro para comprar o sapatinho do filho.
Não tem nada a ver. As pessoas fazem filho, o pobre não tem direito a ter filho, não tem direito a ter vida.
Vocês estão vendo que eu adoro dar palco para ele, mostrar o tanto que ele é bom?
E diferente, gente, eu vou falar aqui, a dele, a mãe dela trabalha no—
não posso falar, não, você tem que colocar o pé. Você não vai me expor assim.
Bom, vamos fazer aqui o diferente. Você estudou no Marista, as pessoas devem conhecer o Marista, não? Bom, bom, você não era rica, mas tampouco era pobre, você não passou fome. E sua avó, ela era, ela não gastava dinheiro, mas ela não era pobre.
Mas vocês sabem que minha avó, eu já contei para vocês, eu já contei para vocês, minha avó até onde ela podia andar, e ainda não morava no asilo, ela fazia xixi no pote de margarina à noite e jogava no quintal para evitar de usar o banheiro e dar descarga, para não gastar água.
Mas isso é outra coisa, não tem coisa com dinheiro, porque estou seguro que você falar para sua avó: ai, eu voltei, preciso de dinheiro, eu ia te dar. E outra coisa, por exemplo, você fica falando dessas histórias, pô, são: ai, meu tio me buscar de carro na escola, o carro era fodido, ele não tinha carro. Eu nunca tive carro, nunca tive celular. Eu tinha até 18 anos, nunca tive celular, nunca tive carro na minha família, nunca tinha isso. Eu tinha que voltar caminhando, ninguém ia me buscar na escola dele.
Ué, Chavinho, vamos continuar.
É diferente, você fica falando, é.
Eu não tô falando que é diferente, tô falando que eu não sei como é que a gente chegou nessa história do pé, gente. Você tava falando assim, o relato aqui, a menina compra a própria comida dela com dinheiro dela, né? Aí você falou que ela tem que dividir com o irmão dela, então Mas eu queria dividir muitas coisas com as pessoas. Se o irmão tem fome, você tá parecendo tão fake aqui, te passando de tão bonzinho aqui, tá dando raiva. Você às vezes, você também é um grande filho da puta.
Com certeza, às vezes tem que aprender. É um negócio, tem que aprender o negócio. Eu, como que o irmão, o irmão filho da putinha, ou é um irmão boazinho e não tem culpa que a mãe aqui é escrota? Porque a mãe pode ser escrota, Agora, seu irmão não tem a culpa. Se fosse sua irmã, eu não daria.
Porque eu tô vendo que a câmera chegou no sol, então vamos fazer rapidão.
Mas tá ali, tá bem, a gente tá vendo aqui.
Você parece que leu o relato antes, porque o Reddit disse todo mundo é babaca aqui. O que que o Reddit disse? A culpa pelo que seus pais estão fazendo não é do seu irmão, assim como também não é sua. É o que todo mundo tá dizendo.
Aí a menina de Estrangeiros.
Não é questão de culpa, a questão é que eles não fazem nada por mim, então não sinto que preciso fazer nada por eles. Ou seja, ela vê eu contra eles, eles contra mim.
Eles criaram uma pessoa super ruim, na verdade, uma pessoa assim. Um alemão, os alemães são assim, eles só pensam neles.
E acho super ruim, raça individualista, gente. Sem sacanagem, quantas vezes o editor já não voou da bicicleta, caía no chão, e o povo fazia o quê?
Só os estrangeiros me ajudaram, só passaram, ficaram putos, ficaram putos, ficaram passando assim em cima de mim. Meio que tá fazendo isso aqui no chão. Você não falou por que que eu caí da bicicleta, né? Conta por que que eu caí da bicicleta.
Cala a boca, cala a boca, cala a boca! Tá acabando aqui o tempo, tá acabando aqui o tempo. Não, seus pais são babacas, e como você está imitando o comportamento deles, isso faz de você também uma pessoa babaca. É o que o velho tá dizendo. É isso que você quer dizer?
Você pode mudar, você pode mudar as coisas.
Seu comportamento é muito mais fácil de perdoar. Espero que você mude de rumo, porque realmente espero que não deixe a babacice deles vencer. Por outro lado, na minha opinião, você não seria babaca por tratar seus pais da mesma Porra, mas seu irmão tem 10 anos e é inocente nessa situação. É, eu entendo ela também.
Depende do irmão também, você não sabe.
Agora o negócio é o seguinte, ele queria a comida dela e não tinha, sei lá, um pacote de 5 crecas ali no armário para ele comer?
Porque isso foi o que eu te falei antes, talvez ele comeu a porção dele.
Não, não, ele tava sozinho em casa, a mãe tava visitando o avô que tava doente, então não tinha cozinhado para ele.
Aí eu cozinharia, eu teria feito.
Bom, a gente teve que fazer uma pausa aqui porque o senhor pai dele não consegue seguir uma instrução de não soltar os cachorros enquanto a gente tá gravando. Mas enfim, pessoas, não fiquem desempregadas para vocês não caírem nessa trap que é morar com sogro. Vamos para o outro relato que eu trouxe, é de um subreddit chamado Am I the Asshole?
Traduz: sou eu o babaca?
Gente, Lulu Luciana de Calabresa veio participar do podcast. Ai, ai, Lu, escuta esse relato. Sou a babaca por descobrir que minha irmã estava roubando da minha mãe e manipulando a percepção dela e querer contar?
Não, mas a mãe não acreditar nela.
A história é assim: há cerca de 3 anos depois que meu pai faleceu, minha mãe deu $10.000 para mim e $10.000 para minha irmã como presente de Natal.
Amei!
Nossa, quero!
Aí você já ganhou muitas vezes muito dinheiro.
Nunca ganhei de ninguém.
Eu já ganhei.
Olha, o pobre que não tinha dinheiro para comprar o sapato, tem uns dedinhos de barato. Pois é, podia fazer um dedolifting aí, podia dar, fazer uma harmonização de pé.
A dele, quando ganha o dinheiro, eu gastei tudo com você também.
Por que que não faz uma harmonização de dedinhos?
Para quê? Eu sou feliz, eu não preciso terapia, eu sou feliz assim como eu tô.
Ai, gente, esse povo que é feliz assim como— ai, olha, chato, chato, chato. Ela continua: como eu e meu marido, o burro vai na frente, gata. Como meu marido e eu. Como meu marido e eu estávamos separados na época, pedi à minha irmã que guardasse temporariamente os meus R$10 mil, sacou? Colocou ali porque caso separasse ele ia querer metade.
É só tirar.
Para fazer isso, minha mãe deu R$10 mil à minha irmã assim na lata, que seriam os meus, e pagou os outros R$10 mil diretamente na mensalidade da faculdade do meu sobrinho, porque, né, Estados Unidos. Minha irmã deveria então me entregar os R$10 mil que minha mãe deu a ela na É muito burra, que ela tinha guardado separado, né? Originalmente era para pagar a faculdade, mas né, ela guardou os R$10.000 ali. Ótimo. Recentemente, depois que eu e meu marido nos reconciliamos— a burra vai na frente de novo— meu marido e eu, gata, gente, é o ChatGPT, pediu os meus R$10.000 à minha irmã.
Ela disse que tinha devolvido o dinheiro à nossa mãe. Questionei isso porque nem minha mãe nem minha irmã haviam me informado que o dinheiro tinha sido devolvido. E essa explicação não parecia estar de acordo com o combinado originalmente. Quando pedi à minha irmã detalhes sobre as transações, ela não respondeu às minhas perguntas. Em vez disso, entrei em contato com a nossa mãe, que então me enviou os outros R$10.000 e pediu que eu não continuasse investigando o assunto.
Continuei pedindo esclarecimentos à minha irmã, mas ela não respondeu. Mais tarde, minha mãe me ligou e disse para eu parar de falar sobre isso com a minha irmã. Minha irmã também disse que eu havia ultrapassado os limites e encerrou o nosso relacionamento. Cortou. Minha principal preocupação não é o meu relacionamento com a minha irmã, mas saber se errei ao fazer perguntas sobre o que aconteceu em vez de ficar calada para preservar a paz na família.
Eu acho que ela não errou, mas eu acho que a mãe sabe muito bem o que aconteceu e a mãe está pagando para não ficarem brigando. Eu acho, acho que a mãe sabe que ela, que a mãe tá passando a perna nela.
Eu também acho que a mãe não é boba, não é passando a perna, mas a irmã gastou os R$10.000 e falou Lascou, não tem mais os R$10 mil da fulana. E, gente, vamos aqui falar, os pais têm sempre um preferido ou uma preferida.
A gente tem com os cachorros. Você não tem seu preferido? Você tem o seu preferido, Max?
Não, a minha ordem é minha primogênita Moma, depois vem o Max, depois vem a Lulu, que foi a terceira a chegar, que é essa que apareceu aqui. E o seu irmão Milo tá assim, se tiver que amarrar ele do lado de fora um dia.
Nossa, é dele!
Mentira, mentira, mentira, mentira, jamais! Mas assim, parentes, né? Todo mundo tem seus preferidos. Seus pais, quem que é o preferido da sua casa?
Sou eu, né? Porque você sabe. Por que que você acha? É que sou boazinha.
E sua irmã?
Ela é boazinha, só que ela, só que ela, ela não é boa assim. Ela é bem boazinha com eles, mas ela é boazinha com eles. Você não deixa eu terminar o meu pensamento. Ela é boazinha com eles. O que acontece é que ela é intragável, ela grita demais, ela é muito chata. Aí ela fica falando que você tem que fazer isso, tem que fazer isso, tem que fazer isso, e eu não falo isso. Falo, eu não posso mudar meus pais.
Nossa, que mentira, que mentira! Você passa o dia inteiro telefonando com eles falando que nós não pode ser pobre de direita.
Sim, mas no final eu sei que ela não vai mudar. Mas eu falo assim, mas meu pai já mudou. Você acha que eu convenci ele?
Ele votou direita?
Votou esquerda. Meu pai votou esquerda, minha mãe não votou. Aí não votou em branco, a burra.
Puta que pariu!
E não conseguiu.
Tá vendo? Por isso que eu não gosto de sogra.
E depois eu dei para meu pai dinheiro.
Você comprou o voto dele?
Não, depois quando ele fez, eu fiquei feliz que ele votou na esquerda, aí eu dei dinheiro para ele.
Isso é o— gente, estamos sendo atacados pela direita aqui, ó. Bom, a gente teve outra pausa aqui porque o nosso guarda-chuva, que tá servindo de terceiro guarda-sol, resolveu nos atacar. Foi uma tentativa de assassinato praticamente, mas estamos aqui. Então quer dizer que a gente tava no ponto que a sua irmã é intragável? Não, a gente tava no ponto que você comprou o voto do pai?
Eu não comprei. Quanto custou? 1 milhão.
Oi?
1 milhão de pesos, né?
Ah, porque o dinheiro deles é igual da Argentina, gente.
1 milhão de pesos em reais deve ser R$1.000. Não, o peso tá mais forte agora, deve ser uns R$1.500.
Você comprou um voto por R$1.500?
Eu esperei, eu não falei absolutamente nada. Aí depois eu perguntei, aí ele falou por quem que ele votou e Aí eu falei, ah, então vou te dar um presente.
Olha, aprendeu! Assim que a gente educa os pais da gente.
Mas eu não pedi para levantar por ninguém. Depois ela não ganhou nada, ela não ganhou nada. Agora fica falando, eu não vou, eu vou ter branco, mas eu não ganhei dinheiro. Eu falei, meu pai ganhou dinheiro porque ele pensou certo. Não, na verdade, eu ia mandar dinheiro para eles, mas é porque você falou para ela fazer isso aí. É, tem que ser esperto.
Tá certo, tá certo, tá certo, você tem que educar essa veiada. Dá tempo de mais um relato ou você vai ficar com preguiça de cortar, de editar?
Não tenho preguiça não.
Porque, gente, quando eu faço um episódio longo, maravilhoso, gostoso, que dá tempo de vocês aspirar a casa, que dá para o trajeto do ônibus completo, ida e volta, sabe que ele fala: nossa, eu vou ter que editar 1 hora e 50 minutos.
Não, problema são os erros. Você faz muito erro, aí eu faço muito erro, eu sou muito interrompida. Erro. A outra vez eu fiz tão bonitinho, fiz todo assim o começo todo, depois falou depois, aí eu não gostei do começo, vou começar de novo. Aí eu perdi o tempo todo.
É de quem?
Você pode até falar, então tá, pode até falar, aí o começo não fiz bem. Ih, tem um negócio aqui.
Vamos para o quarto relato. Seria eu a pessoa babaca por pedir ao namorado da minha filha que parasse de jantar conosco?
Nossa, bem alemão, super Não, não seria ele a pessoa babaca. Depende, depende, porque tem pouco, tem um pouco que é folgado.
Se decida, se decida, se decida.
Depende da situação. Se um cara que é muito folgado, se um cara muito folgado que vai lá todo dia a comer, aí eu falo não.
Esse acho que é um dos motivos de eu não querer jamais ter filhos, é número 825. Os namorados, 825, conviver com as pessoas que eles convivem é um saco. Eu também não quero namorado, namorada, não quero amigo na minha casa, não quero, não quero, não quero. Claro, olha, a gente tá em casa, já tá apertado. Mas o relato é o seguinte: minha filha de 21 anos, já tá errado, namora esse rapaz de 34.
Ah, isso aí está muito errado.
Mentira, mentira, mentira, Jesus, eu gravei essa relação. 24, 24, 24. Aí ela 21, ele 24, há 2 anos. Ou seja, já é um relacionamento sério. 21 e 24, há 2 anos já é um relacionamento Ele é mexicano, mexicano.
E a outra de onde?
E mora nos Estados Unidos desde os 3 anos de idade. A história nos Estados Unidos. Ele tem uma fobia estranha de não querer que ninguém o veja comendo, e é real. Eu literalmente nunca vi esse rapaz colocar uma única garfada de comida na boca, apesar— não me interrompa— apesar de passar bastante tempo com ele.
Eu vou te falar, sabe o que que ele está fazendo? Uma pessoa bem boazinha. Ele está levando a comida para os pais que não tem comida. Ela é bem boazinha, não tá comendo, está levando para alguém.
Só porque ele é mexicano?
Não, porque latinos são boazinhos latinos.
Ele é magro, mas não parece doente, querendo dizer que tem algum tipo de anorexia. O problema é que de vez em quando levamos os dois para jantar fora, tipo em feriados, ocasiões especiais, aniversário dela, Ué, como que ele come assim?
Ninguém vê.
Ele sempre pede uma refeição completa, corta a comida, fica empurrando de um lado para o outro, mas não come absolutamente nada, nada. Depois da refeição, ele doa as sobras para outra pessoa da mesa.
Sua irmã sempre fazia isso.
E ainda é pior quando eu preparo comida caseira e eles vêm jantar conosco. Ele faz a mesma coisa, ele enche o prato, ele empurra a comida de um lado para o outro, corta deixa com aparência de que foi mexido, mas não come absolutamente nada. Depois joga toda, toda a comida no lixo. Estou começando a ficar furiosa com isso. Ele desperdiça uma quantidade absurda de comida e eu não suporto ver o dinheiro sendo jogado fora quando pagamos refeições caras em restaurantes que ele não come.
Isso já chegou até causar algumas situações constrangedoras com garçons perguntando se havia algum problema se tava tudo ok, se precisava trocar o pedido dele, coisas do tipo. Conversei em particular com a minha filha e disse: se ele não quer comer, tudo bem, só diga a ele para parar de encher o prato e pedir comida nos restaurantes. Ela respondeu: mas na cultura dele é falta de educação não aceitar comida, não vou pedir que ele faça isso.
Eu amo, né? Mora nos Estados Unidos desde os 3 anos, vem com o papo da cultura dele. Ah, pá, porra! Mas acho muito mal educado ele continuar desperdiçando o nosso dinheiro. Comida não é barato. Jota, seria uma pessoa babaca simplesmente anunciar que ele não está mais convidado para as refeições?
Ele pode ir, mas ele paga seu prato. Se ele quer desperdiçar, ué, no restaurante, olha, no restaurante meio que foda-se.
A comida tá ruim, já fiz, gente, comida tá ruim, eu vou, subejo, subejo, subejo.
Agora, eu cozinhei, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio.
Eu cozinhei, você vem na minha casa, enche o prato e não gostou, coloca pouquinho, não gostou. Agora, Eu odiei essa pessoa, mas nos comentários, vamos ficar mais inteligentes, as pessoas dizem sinceramente: isso parece um transtorno alimentar.
Ah, foda-se, não tô nem aí, tá desperdiçando comida. Sua irmã sempre fazia isso, você lembra? Ela pedia o prato mais caro que tinha, ela partia um pedacinho. O bom que eu estava lá, eu comia, mas quando eu não tava lá, eles jogavam tudo fora.
Dá pra passear, pra jogar em casa.
Mas sempre era o... ali, ó, no cardápio. Qual é o mais caro de tudo? Ela pedia isso.
Ai, eu tô tão cheia! Olha, quem eu odeio nessa história mais ainda do que ele é a filha. Ai, é na cultura dele, eu não vou pedir pra ele fazer. Ela não fica constrangida também com isso? Fala, olha, bem, eu vou jantar, você fica aqui no quarto.
Mas tem coisa de cultura. Eu lembro quando a gente foi pro Líbano.
Ah, a gente foi pro Líbano, é verdade.
Eu ficava assim, nossa... O povo pedia, pedia, pedia demais e não comia nada. Mas era uma coisa de cultura mesmo. Eu pensei, todo mundo fazia isso, eu acho ridículo.
Para mostrar que tá na minha cultura, mas eu não tinha que comer. Eu duvido, se você perguntar para o mexicano, ele vai falar, na minha cultura é uma falta de respeito você jogar comida fora.
É, com certeza é falta de respeito.
Mexicano vai falar que você tem que pegar comida, jogar comida fora.
Não lembra minha mãe ficar, ela te colocava a comida e você não comia? Eu tinha que comer, você não podia entregar o prato com comida.
Eu falava, não faz meu prato. Eu odeio que façam meu prato. Não faz meu prato, não faz meu prato. Fazia o meu prato aquela montanha. Né? Eu sabia que eu já não ia gostar, porque eu sou uma pessoa chata, eu tenho nojinho da comida alheia. Ah, pronto, foda-se, falei, falei. Ó, eu tenho nojo da comida alheia. Não, ó, para, para, para, Patricinha de merda. Eu tenho nojo da comida alheia, tenho nojo da cozinha alheia, tenho nojo das mãozinhas preguentas dos outros.
Não conheço, não gosto de comer, não vou comer. Não me chama para comer, não me traz um bolo, não faz nada. Não, tenho nojo. E não só tenho nojo, como para eu gostar da sua comida Além do que, todo mundo adora temperar tudo com o quê?
Sei lá, com o quê?
Vinagre, porra!
Reage! Nossa, Christian, temperar só a salada. O que que mais tem vinagre?
Aí você coloca assado no meu prato encostando nas outras coisas, você acha que eu vou comer? Eu não consigo, o cheiro me mata. Enfim, na Colômbia faziam o meu prato, eu me entregava aquela montanha de comida ruim, nojentinha, eu não ia comer. Eu já sabia disso, eu já falava para ele experimentar também, não tá vendo? Como é que você vai comer quando você tem nojo.
Mas você é especial, eu teria comido tudo. Eu já comi comida tão ruim.
Eu sei, você lavagem, comia sua comida.
Não, mentira, ela cozinha bem gostoso.
Fala como que eu cozinho.
Uma delícia, gostosinho.
Bom, o pessoal que tá falando que tem que ter cuidado porque pode ser anorexia, que isso que ela descreveu no relato é um comportamento comum para quem tem transtorno alimentar, que é cortar toda a comida em pedaços muito pequenos antes de comer e ficar empurrando tudo pelo prato para dar a impressão de que já comeu alguma coisa sem realmente consumir nada. Independentemente, você ter um transtorno alimentar e você ser filho da puta é diferente.
Eu acho que você não tem que pedir igual— eu vou no restaurante que eu sei, a gente vai naquele restaurante que seu pai adora, que só vende carne. Aí a gente pediu o quê? Uma comidinha pequenininha Porque a gente sabia que a comida ia ser ruim, provavelmente a gente não ia querer comer. E a comida foi o quê? Ruim, péssima. Mas assim, gente, péssima. Olha, maiorquina não sabe cozinhar.
Não, mas as carnes eles acham que eles fazem bem.
As carnes e os peixes parece que são maravilhosos, mas a gente vegetariano, a gente se lascou. Eu pedi um canelone que veio assim com um negócio, uma, um negócio de creme amarelo demais.
Mas esse também, por exemplo, eu tinha um problema com a pizza no Brasil, tem muita, muita coisa.
Vai falar mal do brigadeiro também?
Não, eu tô falando, a pizza tem muita coisa, tem queijo demais. Fala Drake, é mais gostoso. Menos, fala Drake, é uma delícia, mas eu gosto um pouquinho menos, né? Fala meu coxinha. Meu coxinha é uma delícia, é delicioso.
Bom, tá todo mundo aqui falando que tá todo mundo errado nessa história, que ela deveria conversar. Eu acho que não, eu acho que o negócio é da filha. 21 e 24 anos já são adultos, falar Você fala com esse babaca aí do seu namorado que se ele desperdiçar mais um prato de comida aqui, ele não entra mais na minha casa.
Eu acho que se eu sou a mãe, eu vou falar diretamente com o cara. Que que tá acontecendo? Eu já percebi, você não está comendo. Se você não quer comer, não tem problema.
Você acha que ela deveria falar com os pais dele?
Não, com ele. Eu falo diretamente com ele. E a próxima vez eu não vou colocar ele.
Terapia?
Não, eu vou falar assim, eu percebi que você não está comendo mais. Esse não é problema dela.
Dele.
Eu vou falar, olha, eu percebi que você não está comendo mais, eu não vou te colocar.
Toma aqui um copo d'água, toma aqui um copinho d'água, ou tem um pãozinho aqui pequenininho, olha aqui, fica partindo as migalhinhas. Olha aqui, come, come, come. Depois eu dou para os pombos.
Alguma é uma, alguma coisa que dê para aproveitar depois. Mas eu falaria. Esse eu acho que isso é um problema das pessoas, que as pessoas todo mundo tem vergonha de falar com as pessoas. Vai, tá alguma coisa me incomodando?
Aí não ia ter Reddit, né? Aí não ia ter podcast.
Mas eu que sempre faço, eu falo com as pessoas, às vezes pega mal, né?
Mas esse aqui é o senhor constrangimento. Ele fala tudo na lata. Eu falo, você não sabe ler, read the room. Tem coisa que a gente não fala porque evitar conflito, para manter a harmonia social, a gente não fala com raiva.
Não, eu tiro minhas coisas.
Vamos constranger todo mundo.
Problema é melhor eles que fiquem constrangidos e não eu. Mas não é melhor assim não?
É uma delícia sair com ele, com os amigos. Morro de medo cada vez. Demorei anos para apresentar ele para os meus amigos alemães do trabalho, porque, né, nunca sabia quanto ele ia vir com papo assim.
Quem que não gostou de mim?
Sim, né? Mas eu já tinha dado muitos trigger warning, como se diz, muito aviso de gatilho.
Tem que avisar, tem que avisar, tem que avisar.
Mas bom, você sobreviveu a 5 relatos.
Como foi? Nossa, passou rápido, super rápido.
Faria de novo?
Sei lá, tem que ver se o povo— não sei não.
Eu fiquei, eu fiquei, parei de ficar nervoso, mas porque pode ser que é porque a sua colega de podcast aqui é muito boa. Muito à vontade.
Sim, aí diferente, porque eu te conheço já 23 anos, né?
Você não sabe calcular?
23? A gente vai fazer 23 em agosto.
Não, Christian.
Ah, não, que burro! É muito burro.
Então quanto que é?
Vai fazer 22.
Que mês?
Agosto 13.
Agosto 13 a gente casou, Christian.
Ah, não, o 20 de outubro. 20 de outubro. Outubro. Outubro.
Nossa, mas aqui você, né, tudo que você fez de fofinho aqui durante esse episódio você matou aqui agora.
Então vamos cortar, corta, Christian. Vamos começar de novo. Fala aí, Adeli.
Roubadas, me digam o que que vocês acharam, se a gente deve trazer mais pessoas ou só esta pessoa.
Eu não tenho outra pessoa, mas você faz bem sozinha também, eu acho muito bem.
Vocês gostam mais de mim sozinha?
Provavelmente vão gostar mais.
Vocês gostam que o editor venha, sei lá, tipo uma vez por mês?
Não, porque eu te interrompo, tá?
Mas é, as pessoas em casa também me interrompem mentalmente quando eu não paro de falar. É ok. Você me interrompe, Christian, quando você tá atrás da câmera, você vive me interrompendo também. Essa é a nossa briga, por isso que eu te xingo, porque você me interrompe, você me tira do mood. Eu tô no mood, eu tô lá, aí ele vem aqui, faz assim com a mãozinha só para dizer que tá tudo bem. Eu falo, porra, você não viu que eu tava aqui? Não é?
Eu falo quando aconteceu alguma coisa. Tipo, você tá falando alguma coisa errada, você esqueceu o que você tá falando.
E daí, bom, enfim, não vamos mais prolongar isso aqui. Quem chegou até aqui, parabéns para vocês. Vou dar o serviço meteorológico: já chegamos aos 30 graus, como vocês podem escutar. Talvez, se o editor não conseguir retirar, as cigarras já estão cantando. Elas começam a cantar a partir dos 29, 30 graus. Esse é o primeiro podcast do Brasil gravado em uma poça de suor. Porque na hora que eu levantar daqui, gente, vai, ó, sai o suco.
Muito obrigada, muito obrigada, me convenceu. Não queria a primeira vez que eu fiz.
A gente colocou até roupinha aqui ornando, né?
Primeiro você que me imitou.
Não, eu fui ornar, não é imitar, é ornar. Ornando. Um grande beijo, roubadas. Como que eu faço sempre? Como que a gente terminou o episódio? Não, mas o que que eu falo?
Até Até a próxima. Não, não esqueci.
Porra, até o próximo relato.
Até o próximo relato.