Mundo Próprio e Magnetosfera Metafísica — Como Criar a Proteção que a Sua Vida Precisa
📖 Baseado no livro "Introdução ao Conhecimento Logosófico", capítulo "O Mundo Próprio".
Ronny utiliza a analogia entre Marte e Terra para explorar como a vida humana pode florescer ou endurecer. Assim como a Terra possui uma magnetosfera que a protege dos elementos nocivos do espaço, cada ser humano deve desenvolver um "mundo próprio" interno — uma atmosfera metafísica criada pelo conhecimento transcendente — para proteger-se do bombardeio constante de influências externas e permitir o florescimento da vida superior.
#desenvolvimento #ascensão #consciência #despertar #vida #existência #propósito #morte #conhecimento #pensamento #pensamentos #realização #meta #ética #verdade #família #equilíbrio #energia #imaginação #atenção
Ouça este episódio em: https://logosofia-no-dia-a-dia.blog.br/episodios/mundo-proprio-e-magnetosfera-metafisica-como-criar-a-protecao-que-a-sua-vida-precisa
- Propósito e vidaSensação de vazio e angústia · Correria e resolução de problemas · A vida como falta de conteúdo · A busca por um sentido permanente e eterno
- Alinhamento com o planetaVento solar e partículas carregadas · O núcleo da Terra como dínamo · Solidificação do núcleo de Marte
Oi, eu Roni, tudo bem? Os contrastes que a gente observa na criação deveriam chamar muito nossa atenção para realidades que certamente impactam e são igualmente presentes na nossa vida, mas é difícil olhar para isso tudo e perceber nessas nuances, né? A gente acaba vivendo uma vida A gente acaba correndo de um lado para o outro e sempre com o risco de passar a vida correndo para resolver as coisas todas. Quanta coisa para resolver, né?
Quanta coisa para resolver. Parece que não tem fim. Parece que a gente está num— de vez em quando eu gosto de lembrar que parece essas máquinas de lavar e secar que a gente tem, que essas de abertura da frente, assim, abertura frontal, né? Eu gosto de vez em quando de ver quando a roupa tá ali lavando e secando. Depois eu gosto de olhar um pouquinho e falar assim: nossa, coitado dessa roupa aí, deve ser fácil não passar por isso.
Porque no final eu olho e falo assim: bom, quantas vezes eu não me sinto, né, nessa mesma situação? Porque a gente de fato, assim, É difícil até chegar a essa, admitir essa realidade, mas a gente de fato passa, eu vou dizer por mim, né, claro. Eu passo e passei uma boa parte da minha vida correndo atrás de tudo que tem que fazer e resolver. O problema é que isso, que vida é essa? Lógico, você fala: "Ah, Roni, mas quando a gente para e descansa ou chega em casa..." Não é que chega em casa, muitas vezes tem coisas que resolver em casa, né?
Não é que chega em casa e tá tudo resolvido, ao contrário. Aí chega em casa, tem que resolver as coisas em casa, tem que cuidar de muita coisa, né? Mas de vez em quando a gente para aí, vai, vamos jantar, vamos comer, ou vai sair, ou vai viajar. É, de vez em quando a gente tem hora de assistir uma série, um filme, conversar com quem a gente gosta, ficar com quem a gente gosta. Tem, claro que tem. Por outro lado, a sensação— eu tenho a sensação de que quando é só isso, é uma vida que carece de conteúdo, sabe?
E eu tive muito, senti muito assim uma angústia, especialmente durante as primeiras décadas da minha vida, uma angústia de que parecia que embora a vida estava cheia de coisa acontecendo, eu sentia ainda que tinha um vazio, né, que não se preenchia. Então assim, a nossa realidade, ou a realidade da nossa vida, parece que depende em geral, ou depende, ela varia em geral por conta dessa sensação de ora tá correndo atrás de resolver coisas, e sempre esperando ou fazendo a contagem regressiva para a hora que vai parar e finalmente poder descansar e curtir alguma coisa.
Sabe essa alternância entre: nossa, tô correndo aqui, depois ufa, parei. Mas na verdade há uma possibilidade diferente de viver. Esse é um ponto que para mim foi Demorei para perceber isso. Eu falei que a criação está cheia de ensinamentos, né? Contrastes que são ensinamentos. Olha Marte e olha a Terra, dois planetas extremamente parecidos do ponto de vista de tamanho, orbitando a mesma estrela, próximos um do outro, né? São órbitas vizinhas.
Mas olha a realidade de Marte, a realidade da Terra. Você fala assim: ah, coitadinho de Marte, né, Roni? É, coitadinho de Marte, dá pena, porque era um planeta que— e aí hoje em dia se busca, né, pesquisar sobre isso, se monitora e se investiga Marte, literalmente até in loco, né? Tem lá sondas que estão lá em Marte investigando Marte para tentar ver quando que é provável que tinha vida, né, nem que fosse bacteriológica, microscópica, em Marte, né, porque Marte tinha água.
Isso há bilhões de anos atrás. Aí você fala assim, então coitadinho de Marte, Marte perdeu essa vida, né, seja qual for que tivesse. Hoje você olha e parece um lugar, e parece não, né, é um lugar árido, já não há mais vida, ou pelo menos a vida, se há Ela está já hoje mais na profundeza, né? Congelada, talvez, microscópica, né? E por que isso é importante pra gente? Por que Marte perdeu a vida? E por que a Terra ainda floresce, né?
E por que a Terra é esse lugar maravilhoso que mesmo a gente não cuidando direito dela, a gente ainda tem um lugar maravilhoso e que favorece a vida em todos os seus alcances. Porque a Terra, diferente de Marte, tem uma magnetosfera. A magnetosfera, ou a magnetosfera, é essa blindagem eletromagnética que a gente tem ao redor do planeta, que é um campo eletromagnético ao redor do planeta que nos protege daquilo que vaga pelo espaço.
Na verdade, o grande elemento que poderia destruir toda a vida na Terra é o vento solar. A mesma estrela que nos ilumina e nos aquece e permite a vida tem forças que destruiriam toda a vida na Terra, porque o vento solar carrega partículas extremamente carregadas eletricamente, enfim, com características que simplesmente matariam a vida na Terra. Aí você olha e fala assim: nossa, a gente realmente vive numa situação de equilíbrio muito sutil, né?
A gente se dá bem ou se beneficia da luz e do sol, do calor e da luz do sol, mas ao mesmo tempo, se a gente não tivesse essa magnetosfera, essa blindagem eletromagnética, que absorve e desvia o vento solar, a gente ia pulverizar, a vida na Terra seria pulverizada, como foi em Marte. Marte não tem magnetosfera. Por que que Marte não tem magnetosfera? Porque em algum momento dessa história longínqua de Marte, o núcleo de ferro e níquel, que provavelmente é o mesmo núcleo que a Terra tem, Só que na Terra, o nosso núcleo de ferro e níquel é líquido e se movimenta, né, tá em rotação e convecção, que é outro movimento de, enfim, que a parte, o volume frio vai para o centro, né, desce, e o volume mais quente sobe.
Enfim, o movimento desse núcleo da Terra de de ferro e níquel derretido, a parte que é derretida é um dínamo que gera um efeito eletromagnético. Então, por conta desse núcleo líquido de metal condutor, a Terra tem essa blindagem que a gente não vê com os olhos, mas é uma blindagem maravilhosa, né? É um campo de força magnética eletromagnética. Que nos protege e impede que o vento solar arrase com a vida na Terra. Marte, o núcleo se solidificou há muito tempo, esfriou e virou sólido, né?
Metal esfria, fica sólido de novo. Quando se solidificou, ele perdeu a magnetosfera. Marte perdeu a magnetosfera. A hora que perdeu a magnetosfera, começou o processo. De morte da vida em Marte, pelo menos na sua superfície, né? Bom, aí você fala: legal, Roni, coitadinho de Marte mesmo, e que bom que a gente vive num planeta que tem magnetosfera, né? E que bom que isso não vai acabar nem tão cedo, né? É, nem tão cedo. Bom, o ponto é que olhar para isso parece uma história de dois planetas, mas essa Na verdade, é a analogia, é a metáfora perfeita para nossa história.
O que faz uma vida ser vazia e a outra vida, ou uma vida, a mesma vida, né, o mesmo ser ter uma vida fecunda, em que a vida floresce e se sente a vida? Com a intensidade, com a consciência de quem, de quem na verdade sente florescer dentro de si mesmo essa vida, essa energia, essa força. Porque a vida às vezes a gente parece um vazio, ou a gente sente um vazio, uma aridez, e tem momentos ou horas que a gente sente a vida florescer.
Aí você pensa: "Ah, porque depende das circunstâncias que acontecem na vida." Se a vida, se isso tudo dependesse das circunstâncias externas, seria exatamente estar sujeito ao que acontece com Marte. Ou seja, de fato, enquanto a gente não cria uma atmosfera própria, enquanto a gente não tem a tal da magnetosfera, que permite que a gente crie, que o planeta tenha uma atmosfera onde a vida surge e progride e floresce. Enquanto não se tem essa condição, essa— enquanto não se tem essa formação desse mundo próprio, não é possível que a vida floresça cada vez em ascensão maior, né, ou em em tamanho maior, intensidade maior, porque ela fica sempre constantemente bombardeada pelos elementos externos que tendem a ir paralisando ou destruindo aquilo que se cultiva.
Olha só que interessante, o problema na nossa vida é que a gente vive ou viveu uma parte, ou maior parte dela, como Marte, sem uma atmosfera própria, sem essa criação desse mundo próprio como a Terra criou. Que veja, não é um mundo que isolou. A gente não tá isolado da galáxia, do sistema solar, a gente não tá isolado de nada no universo, mas a gente criou, né? Não foi o mérito nosso, né? Mas a gente, como Terra, né, a gente criou essa essa proteção que permitiu o surgimento da nossa atmosfera.
Onde uma atmosfera é esse mundo próprio da Terra que permite o surgimento e desenvolvimento da vida e realização dos processos todos da vida que a gente conhece. É lindo isso, né? Quer dizer, ainda que pertencendo ao Sistema Solar, que por sua vez pertence a uma galáxia, que por sua vez pertence ao universo, ou seja, a gente não é que transportou o planeta Terra vai mudar para um universo paralelo. Não a gente, né, que eu digo a gente, a gente não fez nada, né, mas a Terra participando ainda de tudo isso e sendo parte integral de tudo isso, ela desenvolveu as condições de ter seu próprio mundo, a sua própria atmosfera, vivendo dentro do universo.
Então, seria equivalente— imagine o seguinte: cada um de nós, vivendo aqui nesse universo que a gente vive aqui na Terra, vivendo dentro da família, no trabalho, no convívio social, em qualquer dos níveis que a gente convive com todo mundo, né, esbarrando com um monte de gente todo dia, conhecendo gente todo dia, ou enfim, não importa. A gente seguindo, vivendo, e como a gente vive no meio desse universo aqui na Terra, a gente tem a possibilidade, ou teoricamente por essa analogia, a gente deveria ter a possibilidade de que a gente tivesse uma atmosfera própria, que a gente criasse um mundo próprio interno onde pudesse se desenvolver, onde pudesse crescer a vida nos seus mais lindos e belos aspectos.
Você está vendo como é boa analogia? Está vendo como assim dá para a gente pegar e projetar uma para outra assim de forma muito natural, é como se a gente precisasse realizar, ou pelo menos precisasse reproduzir, vai, esse mesmo fenômeno que obviamente o grande, né, o que está em cima é o que está embaixo, o que está embaixo está em cima. Não existe nada que não está espelhado, né. Então, da mesma forma como acontece na criação com os planetas, né, no gigantismo dos planetas, A gente pode reproduzir isso no mundo metafísico, né, que cada um de nós vive também, porque a gente não vai ter uma atmosfera fisicamente, mas a gente tem a condição de criar, de desenvolver essa atmosfera própria, e que ela seja a atmosfera, ou seja, que ela tenha as condições, que ela ofereça as condições mais ideais para que floresçam os pensamentos mais elevados, os sentimentos mais puros, os propósitos mais inteligentes.
Olha só que interessante, uma coisa é viver a vida bombardeado o dia inteiro pelos pensamentos, por essas coisas todas que estão aqui no ambiente que a gente vive. Cansa, exaure a gente. Tenho certeza que não sou só eu que sinto isso às vezes, né? De assim, nossa, a gente vai para aquele lugar, ou passa um dia, ou passa uma hora, ou tem alguma, né, no convívio com alguém, ou enfim, enfrenta alguma situação no dia a dia E a sensação de assim, nossa, fui bombardeado aqui.
Sabe quando você sai assim exausto daquela, fala assim, nossa, que lugar, que reunião, que situação, que, nossa, que difícil que foi isso que eu vivi. Seja o que for, a sensação é que a gente foi às vezes assim bombardeado, né? É como se a nossa vida tivesse sido assim exposta a elementos nocivos e que muitas vezes exaurem a gente mesmo, tira nossa energia. Aliás, tem gente, a gente fala: nossa, fulano, nossa, tava aqui com pessoa que roubou minha energia aqui, então assim exauriu minha energia mental aqui.
Isso é um fato. Então o risco é seguir vivendo a vida Sujeito a esses elementos todos que estão aqui nesse universo que a gente vive e que estão o tempo todo bombardeando nossa mente e muitas vezes atentando contra os nossos sentimentos, né, tentando contra o coração. E o risco é a gente endurecer, sabe? O risco é a gente virar Marte. O risco é a gente endurecendo, esfriando Isso é muito triste porque é uma tendência geral que eu observo.
As pessoas vão se moldando por conta desse ambiente hostil em que a gente vive. E as pessoas vão ficando mais secas, mais frias, mais indiferentes, vão se tornando mais céticas. Vão se tornando mais pessimistas, se tornando mais tristes. As pessoas vão se fechando em si mesmas, vão tentando se isolar do mundo, tentando se isolar de um convívio que muitas vezes é um desgaste constante mesmo. Eu tenho certeza que isso que eu tô narrando não te parece um absurdo, né?
Ainda que você não viva nada disso, eu vivo algumas coisas assim e sempre vivi. Ainda que você não viva, você já observou isso em seres que estão próximos de você, tenho certeza disso. Então, eu não estou falando de um absurdo, eu não estou inventando história, não é um filme de terror que eu inventei na minha imaginação. Essa é uma realidade que nós humanos vivemos. E aí você fala assim: "Bom, então tá bom, a gente não quer ser como Marte, a gente quer ser como a Terra, como é que a gente faz?" Esse é o ponto.
O ponto é que a gente não aprendeu porque ninguém tinha até hoje ensinado. Aí você fala: "Ah, Roni, então tem alguém que ensina agora?" É. Bom, o conhecimento logosófico, ele tem inclusive de afirmação, o próprio ensinamento afirma isso de forma clara. O ensinamento logosófico tem a capacidade de criar, de ativar dentro de cada um de nós esse mundo que a logosofia chama de mundo próprio. O conhecimento transcendente, ele tem essa propriedade de começar a colocar em movimento.
Olha só, vamos lembrar da analogia do planeta, né? A diferença da Terra para Marte. Da onde vem a proteção? Da onde vem a condição de ter atmosfera que o outro não tem? Da onde vem essa blindagem, essa força que blinda os elementos nocivos e impedem que os elementos nocivos do ambiente arrasem com a vida do planeta? Vem do movimento do núcleo que cria a magnetosfera. Então, voltando, O conhecimento transcendente tem essa propriedade, além de muitas outras, que é de colocar em movimento dentro de cada um de nós essa engrenagem que permaneceu por ignorância, desconhecimento, inconsciência, praticamente paralisada, ou usada só numa ínfima parte, que é para as coisas comuns.
Porque veja, a gente usa a mente comum, a gente usa as faculdades da mente comum desde que a gente começa a formar-se como ser humano. Quando nós começamos a se desenvolver na infância, adolescência, a gente fala: "Mas a gente faz um monte de coisa." É claro que a gente faz, mas a gente faz um monte de coisa vinculadas à vida terrena, que por si só não tem a potência, não cria o movimento interno não tem a força para criar a magnetosfera e, por conseguinte, permitir o surgimento de uma atmosfera que favoreça a vida.
É preciso colocar em movimento essa engrenagem no seu mais alto, intenso e elevado fim. É preciso despertar as forças e a engrenagem da mente superior. É preciso que as faculdades da mente operem nesse nível, que é um nível de frequência muito mais alto que a frequência dessa mente quando voltada e estimulada pelo conhecimento transcendente. Porque é como se despertasse a capacidade da mente, a consciência, para essa realidade da existência e da vida metafísica.
Espiritual consciente. Essa capacidade e esse giro, esse mecanismo, quando começa a rodar, essa tem força para criar o movimento interno. Esse é o movimento interno que tem força para criar a magnetosfera, que permite a criação, sim, dessa atmosfera individual que começa a favorecer a vida nos seus mais elevados, profundos e belos alcances. Porque a vida interna não é a vida externa pela qual a gente passou a vida toda vivendo, né, e tende a passar uma parte do dia voltado para ela.
Detalhes, né? Parece detalhes, parece: "Ah, Rony, mas são detalhes, né? Você sabe, é só uma questão de..." Você está falando de, puxa, acionar a mente e esse mecanismo todo interno para um outro propósito, para um outro fim, né? É. É o detalhe da Terra e de Marte. É só um detalhe, mas que muda tudo. O conhecimento logosófico, ele tem essa propriedade E ele se destina a que cada um de nós crie esse mundo próprio. E não é que vai criar, inventar, a gente não vai inventar assim num passe de mágica.
Há um mecanismo, e esse mecanismo obviamente reflete, tanto é que reflete na vida cósmica dos planetas como reflete, é o mesmo mecanismo que funciona pra gente. É preciso ativar essa engrenagem e colocar em movimento a engrenagem mais potente que existe dentro de cada um de nós, que são essas mesmas capacidades que a gente exerce para fora, para a vida comum, mas passar a exercê-las para a vida interna, que é a vida superior. Esse movimento começa a criar as condições e esse mundo interno começa a ter força, tamanho, e nele podem se desenvolver, nascer, se desenvolver, crescer, multiplicar-se os pensamentos mais elevados, os sentimentos mais puros, aquilo que vai começar a dar para a vida cada vez mais a consistência, sensação, sabor do permanente, do eterno, do divino.
Não é algo pouco. As projeções dessa realidade e as projeções que se abrem, possibilidades que se abrem para cada um de nós é de viver o que há de mais maravilhoso dentro de si mesmo. Mas para isso É preciso que esse mundo próprio tenha a proteção desse movimento interno que a gente cria, essa capacidade, e que possa dar a esse mundo próprio a atmosfera interna que ele precisa para se desenvolver. Incrível, né? Essa projeção do conhecimento transcendente para a própria vida.
Entre outras tantas que a gente vai descobrindo. Bom, já segui. Próximo episódio, próximo podcast, vamos dar uma mergulhada um pouco mais nisso. Boas reflexões, fique bem e até o próximo podcast.