Qual É o Seu Maior Problema? Eu Revelo o Meu Neste Episódio
📖 Baseado no livro "Introdução ao Conhecimento Logosófico", capítulo "O Senso de Colocação Como Norma de Conduta".
Ronny reflete sobre como cada um se posiciona diante do que não controla — do clima aos riscos urbanos e à pandemia — para chegar à confissão central: seu maior problema é a falta de controle contínuo sobre a própria mente, que gera pequenas "derrapadas" no dia a dia. Ele apresenta o conhecimento logosófico como o caminho para reduzir essas falhas e diminuir os problemas que se criam para si mesmo no futuro.
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- O Maior Problema Pessoal· SociedadeFalta de controle contínuo da mente·Derrapadas psicológicas·Conhecimento logosófico
- Adaptação às Incertezas da Vida· SociedadeControle sobre a mente·Falta de controle contínuo·Criação de problemas futuros
- Conhecimento Logosófico· SociedadeEvitar criar problemas futuros·Tomada de consciência·Processo de superação
Oi, eu Roni, tudo bem? No último episódio eu falei que a chuva não tinha chegado, né, não tinha vindo, e eu tava torcendo tanto para um pouquinho de chuva porque a qualidade do ar tava péssima, péssima, muitos dias, tava semanas muito ruim. A chuva chegou, foi até nos últimos dias agora, no final de semana. Não veio muita não, veio localizada assim, caiu e foi embora, né? Não é época de chuva, a gente já passamos o pico do inverno e não é para esperar chuva.
Mas puxa, que bom que veio, porque muda tanto a qualidade do ar. E para qualquer um que vive aqui no meio dessa poluição toda, é uma realmente uma bênção quando a gente tem essa melhora na qualidade do do ar, né? Mas a gente não controla nada disso, tem que viver, tem que se adaptar. E é o que a gente faz, né? Cada um de nós, seja isso, isso é obviamente um assunto simples. A questão é como é que se adapta a todas as variáveis que a vida apresenta.
E não são as físicas que eu tô falando, né? Não é o frio, calor, essa já aprendemos a nos adaptar. Eu sei que tem gente que não gosta de uma coisa ou de outra. Eu, por exemplo, não gosto do calor extremo, né, de muito calor. Tem gente que não gosto de muito frio. E enfim, são variações de como é que o corpo de cada um de nós se adapta a essas condições físicas. Mas de novo, isso a gente já aprendeu a se adaptar, a suportar muito tempo, né?
Tem instrumentos, tem ferramentas para se adaptar a essas coisas que a gente não controla direito. Aliás, não controla nada, que é o tempo, né, que é as intempéries. Mas vamos pensar nas coisas que não são físicas. Ou melhor, vamos pensar naquilo que a gente não controla e que impacta a vida de uma forma mais direta, né, mais ampla, em múltiplos aspectos. Há muitos acontecimentos, né, eu falo sempre de tudo aquilo que se alterna ao longo da vida, dos anos, dos meses, semanas, às vezes se alterna no mesmo dia, e que nos impactam.
Esses acontecimentos, essas variações da vida nos impactam de muitas formas. E aí quando a gente para para pensar sobre isso, você fala assim, pô, mas é muito louco isso, né? Porque é assim, às vezes sensação que dá é que não há uma previsibilidade para a vida, né? A vida não é uma experiência da vida, não é uma coisa que dá para ser assim previsível, ou porque parece às vezes que tá meio previsível e de repente vem um fato assim, as coisas, né, circunstâncias se alternam, se alteram.
E aí a gente muda aquilo que parecia que tava num caminho, numa toada tranquila ou já meio previsível, se vai. Como é que a gente se coloca na vida frente essas coisas? Como é que cada um se prepara para isso? Ou a gente não se prepara? Como é que a gente viveu isso até agora? Como é que você viveu isso até agora? A gente se prepara para as coisas que mudam, para as coisas que se alternam na vida, as condições todas, quais forem, não importa em que sentido.
E de novo, algumas desde as mais simples, quando o clima não é o que a gente gostaria, você fala assim, ah, Roni, isso é uma bobagem, né? É claro que é, porque não deveria afetar ninguém, né? Isso é só um trabalho a mais de adaptação que o corpo tem que ter, e a gente se adapta de várias formas, né? Ou com mais roupa, com mais coberta ou com ventilador, ar-condicionado. Cada uma dessas coisas tem, enfim, tem suas particularidades.
Mas esse é um exemplo bobo, mas é um exemplo bom, né, de falar assim: puxa, tem coisa que a gente tem que se adaptar todo dia. Vai chover, não vai chover? Essas coisas são fáceis, né, de se adaptar. Essas coisas são fáceis de viver, essas alternâncias. A gente já aprendeu a viver essas alternâncias dessas coisas. Agora vamos complicar um tiquinho, só um tiquinho. Quando a situação do dia, o planejamento do dia não sai como esperado, como é que a gente se coloca frente a isso?
Quantas vezes a programação, o plano do dia não sai exatamente como esperado? E às vezes pode ser porque atrasou, não vai dar para fazer tudo que a gente queria, ou alguma coisa, né, acabou atrapalhando a outra, compromissos e Enfim, acontecimentos do dia a dia. E geralmente também a gente tem aprendido a se adaptar, né, a resolver. Em geral não causa, tirando um outro aborrecimento, não causa nada mais, né. Vamos subir um pouquinho mais, um próximo nível.
E quando a gente espera que as coisas acontecessem de um jeito, né, algumas coisas que a vida vai apresentando e elas não acontecem. Como é que a gente se coloca? Como é que a gente vive essas experiências da vida? Quando assim, puxa, eu tava esperando tal coisa e tal coisa não aconteceu. Eu tava contando, né, que às vezes é pior, eu tava contando com tal coisa e a tal coisa não vem, não acontece ou não sai como esperado. E como é que a gente se coloca frente a isso?
E você deve estar pensando assim, Rony, mas onde você tá, onde você quer chegar? Aonde eu quero chegar, eu te digo, eu quero chegar exatamente nesse ponto em que a gente começa a perceber e tomar consciência, talvez, de que a nossa vida é um constante colocar-se frente àquilo que é inesperado. Ou de outra forma falar isso, a nossa vida faz parte da vida viver circunstâncias e fatos experiências que a gente não tem condição de controlar, e muitas inclusive totalmente fora do controle.
Algumas muito mais controláveis, outras totalmente fora do controle. E a pergunta é: como é que a gente se coloca frente a isso? Por que que eu pergunto isso? E por que que esse é o ponto mais importante para mim? Porque eu percebi durante muitos anos que eu ficava Vamos dizer assim, né, aflito. Aflito também, né, às vezes. Quantas vezes eu não fiquei aflito com a incerteza? A incerteza me causava muita aflição. Você já passou por isso da incerteza sobre as coisas, sobre o futuro, né, sobre o que vai acontecer, seja mais curto ou mais longo, não importa, no futuro.
Mas a incerteza quanto alguma coisa que vai ou não acontecer me causava não só desconforto, muitas vezes me causava angústia. Eu ficava angustiado, eu ficava agoniado assim, puxa vida, e se acontecer? E se não acontecer? Desde as coisas que a gente vive, né, os riscos, os riscos da vida diária. Todo dia tem risco, tem risco de um tijolo cair da construção na minha cabeça quando eu tô andando na calçada perto de um prédio que tá em construção.
Tem Lógico, esse risco é mínimo, né? Tem cheio de cuidados hoje, tem enfim rede, proteção. Mas assim, eu falo uma coisa que é bem boba, mas esse risco existe, né? Então existe o risco de um tijolo cair na cabeça. Esse é um exemplo bem simplório, mas eu acho legal. Mas existe o risco mais sério, né? Existe riscos até do quem mora, quem dirige carro tem risco de acidente, moto. Eu andei de moto há muitos anos. Corri muito risco, né?
E corri inclusive risco de violência, que eu passei por duas situações na vida de altíssimo risco com moto. Enfim, tô só chegando nesse ponto para dizer assim: há uma variação enorme de riscos só de estar vivo. Só de estar vivo tem muitos riscos, né? Por estar vivo, isso deve preocupar a gente? Não. Mas isso é algo que eu demorei muito para entender, e só quando eu, só quando eu realmente comecei a compreender de uma forma diferente o significado da vida, eu comecei a ficar menos angustiado, menos tenso com o futuro, com as alternativas, com os riscos todos.
E isso eu devo assim com gratidão enorme ao conhecimento logosófico. Por quê? Porque o que que faltava, ou que falta muitas vezes para cada um de nós, sentir a segurança de que não importa o que venha acontecer, que a gente vai estar preparado. Como é que a gente alcança a segurança dessa? Imagina, você fala assim, ah, Roni, mas você tá falando um negócio que é, imagina, é quase uma utopia. Como é que alguém pode sentir segurança e tá assim sereno, seguro, tranquilo, independente do que vem acontecer no futuro?
Parece até uma, assim, é ousado falar que seria ousado pensar que isso é possível ser experimentado. Você acha que é possível ser experimentado isso? A maior parte dos seres humanos, quando eu converso acha isso quase realmente uma ficção, como se isso fosse impossível de ser alcançado. Por quê? Porque a gente, né, todos nós em geral, acaba, a gente acaba temendo essa incerteza. Aí uns mais, outros menos, se preocupam e temem vários aspectos da vida.
Tem gente, por exemplo, que morre de medo de, né, da violência urbana. Veja, a razão para ter receio da violência urbana é porque ela é real. Então não é uma invenção, não tô falando de um negócio que tá na imaginação de ninguém. Eu tenho esse receio muitas vezes, e por isso que eu ando com muita atenção. Por isso que eu não ando mais de moto, porque já passei por experiências suficientes que já me provaram duas vezes na vida que não posso me colocar, aumentar o risco da minha vida me colocando nessa situação.
E eu observo, fico atento. Então assim, é real. Agora, qual é a opção que cada um de nós tem? Eu vou, tô falando de um aspecto bem, bem diário, né? Bem, você fala assim, ah, mas eu não moro em São Paulo e moro numa cidade super tranquila. Ótimo. Eu tô usando esse exemplo porque ele é fácil de entendimento compreender, e dele a gente parte para algo mais elevado. Então assim, mas quem mora numa cidade como São Paulo e outras similares, vive sob o peso desse risco constantemente.
Meus filhos que vivem em São Paulo, eu converso com eles e a mesma coisa, eles convivem com isso, sabem disso e tem que adaptar a vida a isso. Mas a questão é como é que a gente se coloca frente a essa incerteza? E como falei, tem gente que fica apavorado e o medo consome as energias da pessoa a ponto de se virar um problema na vida. Porque como se assim chega, chega a moldar a vida da pessoa. Não é a questão de adaptação só, ela passa a ficar tão temerosa desses riscos, por exemplo, que passa a ser uma pessoa que vive com medo, sai à rua com medo.
Tô falando de um caso obviamente mais extremo, né, mas eu conheço gente assim. E a gente vive isso em vários aspectos. Lembra quando tinha pandemia e o medo que a gente tinha de pegar o vírus? E o medo que a gente tinha de— e veja, é um medo com base no real, não é a imaginação. Por quê? Porque muita gente faleceu com um vírus desse. Então era natural que a gente tivesse medo. Agora, como é que a gente se colocou na vida frente a isso, né?
E essa foi uma boa experiência. Eu acho que todo mundo viveu isso e cada um sabe como se colocou, cada um pode recordar como é que se colocou frente à experiência. E agora então, já que tá claro essa referência das coisas cotidianas assim, mais simples, vamos dizer, mais fáceis de entender, vamos projetar agora para algo muito maior. Como é que a gente se coloca frente às incertezas da experiência humana? E aí não mais do físico, nessas coisas que eu tô usando como exemplo.
Como é que a gente se coloca frente ao futuro quando a gente não controla o futuro? Bom, acho que a gente pode derivar, que pelo que eu entendi do ensinamento logosófico, a gente pode derivar isso em duas vertentes, vai. São dois caminhos que a gente precisa trilhar. O primeiro caminho é aquilo que cabe em parte ou integralmente a cada um de nós. Então assim, primeira ação que a gente deve, deveria fazer, e esse é um, eu penso que é um cultivo que cada um de nós precisa realizar, é evitar criar para si problemas no futuro.
E isso que eu falei, eu demorei para entender isso, né, precisei desse conhecimento para para esclarecer esse mecanismo que era tão óbvio, mas eu não conseguia enxergar, que assim, eu preciso errar menos hoje, eu preciso fazer melhores opções hoje, né? Hoje eu digo é no presente, para evitar viver dos erros, né, as consequências do futuro. Então, primeira coisa assim, há que ter consciência cada dia maior sobre as opções que cada um de nós faz no dia a dia.
Eu falo em opções, né, não é quando a gente tem que escolher uma coisa ou outra, é a opção de como é que cada um de nós vai viver a vida diária, com que consciência, com que atenção, com que percepção, com que esforço cada um de nós tá vivendo a vida diária. Eu falo esforço, não é esforço de trabalho, de correr atrás das coisas, isso aí todo mundo faz de um jeito ou de outro. Com que empenho e esforço cada um de nós tá hoje lutando para que as opções, para que a conduta, para que a vida não seja movida por pensamentos que vivem em nossa mente, para que seja movida pela própria vontade, para que a vontade possa ir superando essa força que os pensamentos opõem à vontade individual e que muitas vezes querem nos tirar, né, do caminho que a gente gostaria de trilhar.
Essa é uma primeira luta que cada um de nós precisa vencer, vencer cada dia um pouquinho mais, cada dia ser um pouquinho mais dono do próprio mundo interno, da própria mente, para que a gente pare de viver coisas que não são próprias da nossa vontade, para que a gente pare de falar o que não queria, né, e depois se arrepender porque falou o que não queria, do jeito que não queria. Eu tava observando esse final de semana, eu escorreguei umas 6 vezes pelo menos nisso, 4 a 6 vezes, não me engano.
Eu tava contando, depois eu parei de contar e achei que tinha acabado, que eu ia escapar mais, não ia, como é que chama, quando o carro escapa assim, ia escorregar, né, ia derrapar. Eu achei que eu não ia derrapar mais, acho que derrapei mais uma ou duas vezes. Quer dizer, quando sai aquela Alguém fala alguma coisa e sai uma, sabe assim, uma reaçãozinha bem sutil assim na forma de falar. Às vezes não é nem o que eu disse, a forma que eu disse, ou olhar que eu fiz na hora, tipo assim, aquele olhar que tinha um descontentamento com que o outro falou, sabe?
Você fala assim, puxa, Roni, mas são coisas bobas, né? Sim, assim, olhando por fora parecem coisas bobas, Mas é o que causa na relação humana as dificuldades e que vai minando o que existe de melhor nas relações humanas, que são sentimentos. É exatamente essa, essa falta de controle, de consciência da própria vida mental durante os dias, né, continuamente, que ainda acaba me colocando nessas situações em que eu dou uma derrapadinha, sabe?
Assim, tava indo tão bem, né? Passou o dia, delícia, tal, tava indo tão bem. Aí alguém fala alguma coisa que eu tava desatento ali, eu tava meio, né, achando que tava no controle da minha mente, não estava. Aí salta uma ferinha, sabe? Salta uma deficiência psicológica minha assim e faz um gesto sutil. Não é que eu parti para cima e bati ninguém, não é isso, óbvio. Mas é aquela, como eu falei, é o olhar, a forma como eu respondi, com olhar de: como você fala um negócio desse jeito?
O que que você quer dizer com isso? Eu tô dando risada agora porque já passou, mas é exatamente o que aconteceu. Aí você fala: Roni, está sendo muito rigoroso com você mesmo, né? Não, não tô não. Você que tá sendo muito bondoso comigo, você que tá com muita bondade ao me ouvir. E o pior, essa bondade que a gente nessa hora tem para o outro, em geral a gente tem uma bondade excessiva com a gente mesmo, e a gente tende a se perdoar muito.
Ah não, é, acontece, Roni. Eu sei, acontece, mas acontece exatamente por causa disso, porque eu não tenho controle do que ocorre na minha mente o tempo todo. Essa frase é a frase que eu queria que você, que impactasse você, que caísse assim na sua frente, você olhasse para ela de forma séria, porque esse é o meu maior problema. Assim, como é que é? É, eu tô, eu, Roni, eu tô aqui agora abrindo a minha intimidade para você, né, de uma forma bem clara.
O meu maior problema na vida é que eu não tenho controle contínuo sobre o que acontece na minha mente. Eu disse, pronto, tá dito. E eu disse porque eu confio, porque eu sei que você tá me ouvindo, é eu e você. Eu não diria isso, né, em público, ainda que possa parecer estranho, porque eu tô falando com você e eu não conheço você, mas eu confio em você nessa relação que a gente tem, nessa conversa que a gente tem. Eu confio que você vai respeitar essa minha fragilidade, até porque talvez você reconheça nela uma fragilidade também que é sua também.
E cada um de nós seres humanos, em mais ou em maior ou em menor grau, tem essa fragilidade. E você percebe que é nessa questão em que a vida vai nos apresentando as dificuldades porque a gente não controla. De novo, né, tô falando de mim, mas com essa projeção de que talvez nem que seja em uma pequena fração também acontece com você, ou senão você conhece gente que sofre por conta disso, pela mesma razão. E nessas, nesses acontecimentos, nessas frações de tempo em que cada um de nós não consegue controlar o próprio mundo interno A gente vai criando as dificuldades, a gente vai errando e criando os problemas que depois, pode ser depois, um segundo depois, ou podem ser alguns que vão se construindo e vão se apresentar num problema maior à frente.
Por isso que eu falei que tinha duas, dois caminhos, né, para lidar com as incertezas da vida e com o futuro, que é incerto mesmo. E que a gente não controla. O primeiro caminho era sobre a parte que a gente controla. E nesse caminho, ou seja, nessa, nessa vertente, é preciso tomar uma decisão: a gente vai seguir criando para si mesmo tantos problemas como a gente tem criado por conta dessa falta de controle, de conhecimento do mundo interno, de cada um de nós, ou a gente vai partir para ação e para uma superação que deve ser consciente, para que a gente possa ir evitando criar para si mesmo no futuro mais e mais problemas.
Nessa vertente, a Logosofia é super certeira e ela praticamente, vou dizer assim, existe para isso, para cada um de nós possa realizar um processo de superação, um processo de realmente superar todas essas fragilidades e as dificuldades que hoje a gente ainda vive e que vão causando para nós tantos problemas, tanto no presente como no futuro. E é só olhar para a vida passada para verificar quantos problemas a gente não causou para nós mesmos E para os outros, por conta dessa dificuldade de controlar o que ocorre na própria mente.
Por isso que essa parte é a parte talvez mais importante do conhecimento logosófico, a que leva a conhecer a si mesmo e ao mesmo tempo começar um processo de superação, de evolução, para deixar de ser o que a gente era e a cada dia poder ser um ser melhor. Primeiro para nós mesmos, grande beneficiário primeiro de todo esse esforço é cada um de nós, e obviamente, por consequência, a parte da humanidade que a gente convive. Eu penso que essa é a reflexão mais importante hoje.
Tem que olhar, a gente tem que olhar para isso, para essa realidade, e projetar olhando para o passado e para o presente O que que a gente quer para o futuro, para decidir se vale a pena o esforço para um processo de superação e para colocar verdadeiro empenho no processo desse, ou se não, ou se a gente vai seguir sendo títere, né, fantoche de tantos pensamentos que vem atrapalhando tanto a nossa vida ao longo de tanto tempo. Nesse episódio, essa é a reflexão. Fique bem e até o próximo.