Balança Descalibrada: Como Calibrar o Juízo Interno e Deixar de Sofrer por Decisões Erradas
📖 Baseado no livro "Introdução ao Conhecimento Logosófico", capítulo "O Equilibrio no Juízo dos Valores".
Ronny continua a analogia da balança, agora focando na calibragem do juízo interno. Usando a história do protótipo do quilo (usado por 130 anos como referência mundial até 2019), ele explora como cada pessoa precisa encontrar sua própria referência interna através do autoconhecimento, removendo os "contrapesos invisíveis" — deficiências psicológicas e pensamentos negativos — que descalibram a capacidade de julgar o real valor das experiências diárias.
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- AutoconhecimentoIdentificação de deficiências psicológicas · Remoção de contrapesos invisíveis · Conhecimento como luz para o mundo interno
- Calibragem do juízo internoBalança da feira vs. balança do Ourives · Importância da calibragem da balança · Diferentes medidas e percepções individuais
- Experiências de perda e recuperaçãoImpacto das decisões na vida · Sofrimento por não entender as circunstâncias · Polarização de opiniões e descalibragem
- Protótipo do quilogramaQuilograma protótipo em Paris · Uso como referência mundial por 130 anos · Mudança para medição por lei física em 2019
Oi, eu Roni, tudo bem? Ontem no último episódio a gente tava tratando da balança, né, e viu que ficou claro que assim medir os valores da vida com balança da feira não dá certo, porque a balança praticamente não acusa, né, o peso de nada, a menos que seja algo mais pesado, porque ela foi feita para isso, né, ela não foi feita para medir 5 gramas, ela foi feita para medir 200, 300 gramas em diante. E aí você fala, legal, então a gente viu que o importante na vida é que a gente meça as coisas da vida com a balança do Ourives, né, do joalheiro.
Mas tem um problema: quem garante que a balança está calibrada, que está certa? Porque imagina isso, isso para o pessoal que mexe com, né, o Ourives ou joalheiro, É pior ainda, ele precisa medir massas muito pequenas, mas se tiver uma variação de 1, 2 gramas, para ele é muito importante. Ele não pode errar por 1, 2 gramas um objeto que tem 6 gramas, né, de ouro. Então uma coisa aqui para quem tá buscando medir 1 quilo se variar 5 gramas não faz diferença nenhuma, para o joalheiro faz toda a diferença.
Então qual o problema? A gente não tem só que ter a balança correta, porque a balança é uma só, né? O que tá claro é que o juízo, né, capacidade de julgamento, a faculdade de julgar que a mente humana tem, ela deve ser a balança, né? Ela deve emitir o juízo, ela deve ser o juiz que diz, né, qual o peso de cada um dos fatos, circunstâncias e acontecimentos da vida. Mas qual o problema? Calibragem. Está claro, como é que a gente calibra essa capacidade da mente?
Como é que a gente pode ter certeza que a gente está medindo corretamente cada uma das coisas da nossa vida? Até porque a gente sabe que em geral cada um tem uma medida diferente. Vou dar um exemplo claríssimo, vou te provar isso, veja só. Quantas vezes eu e alguém que eu tô conversando, ou alguém que eu tenho relacionamento, eu falo alguma coisa e a pessoa entende de jeito diferente? Aí qual o próximo acontecimento? Ela fala assim: ah, mas você falou assim.
Eu falei: não, eu falei assado. Não, você falou assim, foi desse jeito. Eu falei: não, falei dessa Assim, qualquer coisa, mesmo a mais simples do mundo, ela pode ser falada por mim sob a ótica da minha balança, mas o outro pode receber aquilo de forma diferente porque ele vai receber sob a ótica da balança dele. Faz sentido isso? Você já viu isso acontecer quantas vezes que nem eu? Milhares de vezes. E depois começa, às vezes, às vezes começa uma discussão, e a discussão é sobre o que que de fato foi dito, como foi dito.
Ah não, mas o jeito que você disse tal coisa— eu já falei isso várias vezes na minha vida. Para o outro, o jeito foi um, para mim o jeito era diferente, e vice-versa. Por quê? Porque esse é o problema maior. Cada um de nós tá com a calibragem diferente. Outro exemplo: ah, eu passei décadas dando zero importância a cuidar da minha saúde fisiológica, física, enquanto tinha um monte de gente cuidando da saúde. Você talvez cuidou muito melhor da saúde do que eu durante muito tempo.
Eu faço 4 anos e 2 meses e 3 dias que comecei a cuidar da saúde física de novo. Mas antes disso não. Então assim, mas por quê? Porque a minha balança tava descalibrada. Eu tava achando que esse aspecto da minha vida podia ficar largado. Afinal de contas, e o prazer que era poder, né, aproveitar os prazeres da comida, da bebida terrena, da até ser indulgente comigo mesmo e poder, né, dormir mais, descansar, preguiça, ceder para minha preguiça de acordar cedo, sei lá.
Eu tava olhando vários aspectos desse, dessa, desse tema, desse assunto, e achando que tava tudo bem, ainda que eu sabia que não devia estar tudo bem. Mas eu considerei na minha balança, no meu julgamento, considerei que tava ok. Tanto eu considerei que foi como eu vivi. Por quê? Porque a gente acaba vivendo a vida, isso é uma coisa que assim para mim ficou tão claro ao longo dos anos que eu tô estudando logosofia, assim, eu vivo a vida de acordo com esses, com esses conceitos, com essa, com esse, com conhecimento que eu tenho, que eu fui capaz de acumular e de compreender, de assimilar em relação a tudo.
Ou seja, a minha capacidade, o conhecimento que eu tenho sobre a vida, sobre a existência, sobre cada um dos aspectos da vida, acaba sendo a calibragem com a qual o meu juízo calibra essa balança e mede tudo. Então, enquanto eu tava nessas, nessa, por exemplo, nesse exemplo, eu tava me assim, me jogando, não, né, eu já tava jogado já. Quando eu tava aproveitando os prazeres, né, por exemplo, coisa simples, prazeres da comida, do chocolate, sei lá, do tudo, eu tava achando que tava tudo bem, meu juízo dizia que tava tudo bem.
Eu não tá cuidando da saúde. Você fala, poxa, é um absurdo, Roni. É, concordo com você. Esse é o problema. Eu não conseguia mudar a calibragem da minha balança. Você percebe qual o problema? Por quê? Porque os pensamentos que estavam, e ainda às vezes tentam me fazer voltar para essa, para curtir, para aproveitar esses prazeres todos, Ele era muito forte e não tinha um contraponto a ele. Então tava desequilibrada a balança, minha balança tava descalibrada também.
Acho que a melhor forma de falar é descalibrada. E quantas vezes no dia a dia nós todos estamos olhando os fatos, a gente tá olhando os acontecimentos conosco, com os outros, ou está participando dos acontecimentos, a gente tá emitindo juízos para nós mesmos, emitindo juízo para os outros, de nós mesmos, emitindo o juízo sobre os outros. É o tempo todo a gente tá medindo tudo que acontece. O risco é a descalibragem. Não, eu vou te contar um fato que você não vai nem acreditar.
Como é que a gente calibra? Você fala assim, bom, eu vou dizer como é que se calibrava. Olha só, durante mais de um século, sabe como é que se calibrava as balanças do mundo? A partir de que referência? Por exemplo, vamos então, vamos voltar ao assunto da balança mesmo, física, balança de verdade. Como é que se calibravam as balanças no mundo durante 130 anos? Existia um protótipo do quilo, um protótipo perfeito. O quilo referência era um objeto de 1 quilo que ficava na França num cofre subterrâneo dentro de 3 redomas de vidro.
Olha só. Num ambiente climatizado e controlado, que de tanto em tanto cada país levava sua referência para medir e ver se tava batendo, o seu objeto referência, ver se tava batendo com o quilo protótipo do mundo. Olha, olha que coisa! Você nem sabia disso, né? De vez em quando você traz umas curiosidades que não tem valor nenhum, né? É verdade, é curiosidade pura. Mas olha que interessante, Como é útil para gente na nossa reflexão.
Existia, existiu durante 130 anos o quilo, o protótipo do quilo perfeito, eu acho que chamava, não sei, que era exatamente, os países levavam para Paris os seus protótipos de quilo de cada país de referência para medir contra ele e depois voltavam para os seus países, os cientistas e as instituições de metrologia, né, que existe uma metrologia que é a ciência da medição, para calibrar então no seu país as balanças. Eu nem sabia disso direito.
Eu sabia que existia alguma coisa, mas assim, eu não tinha ideia que era assim. Por quê? Porque não é que isso acontecia em 1500. Veja, eu não tô falando um negócio que acontecia 300 anos atrás. Sabe quando que o mundo deixou de usar de referência esse quiloprotótipo que tá em Paris? Em 2019, foi outro dia. Então todos nós estamos aqui ouvindo esse podcast, a gente tava vivo aqui, ó, e já era adulto aqui em 2019 praticamente, ou eram jovens, e isso ainda era uma realidade até outro dia.
Só é, Roni, mas e agora, o que aconteceu? Bom, a título de completar a curiosidade, agora se mede através de uma de uma equação, de uma, na verdade, de uma aferição de uma lei física que mede a gravidade contra um eletroímã, a gravidade que uma massa recebe, se não me engano, contra a força eletromagnética de um ímã, de um eletroímã. Então, enfim, não faz diferença para a gente, mas já não se usa mais, né? Mas até outro dia estavam se usando.
E o que nos leva a pensar, e parece que foram 130 anos que funcionou e que se usou no mundo inteiro. Foi a última medida, olha só, foi a última medida no mundo dessas medidas todas de metro, centímetro, quilômetro, não sei o quê, é líquido, 1 litro. Foi a última medida que caiu um pouquinho assim, que deixou de ser medida por um protótipo, foi o quilo há 7 anos atrás. Muito bem, agora vamos voltar para o nosso, para nossa reflexão principal.
Qual é o protótipo do quilo perfeito? Como é que é? Cadê? Onde que tá para nós? Onde que tá para mim, para você, esse protótipo? Ou seja, cadê a referência universal, né? Que assim, mundial, universal. Cadê a referência acima de tudo? Cadê o quilo perfeito? Se a gente tivesse clareza onde tá esse quilo perfeito, todos os seres humanos ajustariam. Cedo ou tarde na vida a sua balança, o seu juízo, né, para essa referência. Isso aconteceu?
Não. Isso acontece? Já viu isso acontecer em algum lugar? Não, né? Ah, não, a gente tem, mas a gente tem alguns valores que a gente eventualmente julga de forma bem parecida, né? Temos. Então, por exemplo, acho muito difícil que hoje em dia, né, alguém aceite que um outro ser humano possa ser escravizado. Ah, mas isso é óbvio, né? Praticamente hoje quase todos os seres humanos aceitam isso como uma verdade e lutariam contra isso.
O problema é que tem muitas formas também de escravidão, né? Aí outra conversa sobre isso. Mas tô mostrando o seguinte: alguns valores já estão claros, que os povos devem ter direito a viver em liberdade. Então não se aceita que um invada o outro, né? E aí se luta por isso, e às vezes vai-se à guerra por isso. Não se aceita que alguém tome do outro o que é do outro, né? Propriedade. Mas tem gente que acha que não, que pode tomar do outro, que pode roubar, pode.
Então assim, tem alguns conceitos que estão meio claramente já meio calibrados, mas o problema não é em relação ao convívio humano. O problema só, ou parte, né? Na verdade, o problema não é só sobre o convívio. O problema maior é que a gente parte de um, de uma descalibragem no nosso juízo para medir os fatos da nossa vida, os fatos diários, aquilo que a gente vive a cada dia. E talvez por isso eu sofri tanto na minha vida. Por quê?
Porque eu vivi tanta coisa que eu não conseguia entender. Eu vivi tanta coisa que eu não consegui controlar, tanta coisa aconteceu e segue acontecendo ao longo da vida em que não era o que eu queria, não era a situação que eu queria estar vivendo. E quando eu não entendi que foi uma grande parte disso, eu não entendi por muito tempo, eu não entendia porque que eu vivia tal e qual circunstância. Eu sofri muito. Por exemplo, quando eu não conhecia quase nada sobre mim mesmo, eu nem entendia que existiam pensamentos, deficiências psicológicas da minha mente, e que eu tava sofrendo muito fortemente a influência deles.
E a minha conduta diária comigo mesmo, mas e com os demais, tava refletindo a força desses pensamentos, dessas deficiências psicológicas. Isso tava causando muitos problemas para mim, tava causando para os outros também, mas tava causando primeiro para mim. Como é que eu vou conseguir medir o valor das coisas, dos fatos, das circunstâncias, se eu não consigo nem medir quem sou eu? É sério, né, o assunto? Porque se a gente não consegue nem medir quem somos nós, quem são os pensamentos, quando é a minha vontade, quando é a vontade de um pensamento, Quantas vezes eu embarquei no pensamento da moda, e não é moda de comprar roupa de marca, não é isso que eu tô falando.
Tô falando a moda é o pensamento do momento, né? Quantas vezes me deixei influenciar por pensamentos de outros para ter uma opinião. E aí a gente vê como isso se tornou uma realidade tão forte para a humanidade. Olha a divisão, tudo tá dividido, qualquer tema tem divisão agora. Assim, é como se a gente tivesse deixado, a gente tivesse descalibrado os balanços completamente. A gente tem que agora assim, ó, ou você adota o time A ou é contra, então você é o time B.
Seja o que for, qualquer tema que estiver discutindo, ou seja, qualquer tema que estiver olhando, qualquer coisa da vida hoje, a tendência é a gente polarizar entre um, como se houvessem só duas opiniões, ou é contra ou é a favor. E não é sobre isso o julgamento. Aliás, é sobre não isso. Eu entendo o seguinte, que a logosofia, quando apresenta um conhecimento desse calibre para gente, é exatamente para que cada um comece a olhar para dentro de si mesmo e comece a assimilar conhecimentos que permitam que a gente, cada um de nós, calibre a própria balança.
Ou seja, não é que a logosofia vai dar o protótipo do Kilo, mas na medida que eu vou assimilando um conhecimento que me permite olhar para dentro de mim mesmo, me permite ir qualificando, né, minha mente de uma forma cada vez melhor, identificando essas partes negativas que vivem em mim, né, esses pensamentos negativos, essas deficiências psicológicas, por exemplo, e começa um processo de depuração, é como se eu tivesse tirando pouco a pouco um monte de contrapeso que fica escondido na minha balança e que tava atrapalhando a calibragem.
Imagina, é como se eu tivesse uma balança, né, que tivesse com minúsculos contrapesos grudados nela, e ao não ver isso, é óbvio que no conjunto desses pequenos contrapesos, todos faz muita diferença. Alguns até grandes, né? Mas são contrapesos que eu nem percebi que estavam lá. Ou seja, há um elemento interno dentro de mim mesmo e dentro da maior parte dos seres humanos, se não todos, há um conjunto de elementos que atrapalha essa calibragem, que desvia a calibragem.
E aí o zero da balança não é zero. Você olha para o visor, fala assim, ah, legal, aí, Roni, tá mostrando zero. Mas o problema é quando não é zero. Por quê? Porque a balança tá descalibrada. E aí a gente acha e fala, não, não, olha aqui, eu julguei e a minha posição é essa. Só que se a balança tava descalibrada, essa pompa toda não vale nada. E eu tomei várias decisões na minha vida, várias decisões ao longo da minha vida sejam menores ou maiores, eu tomei várias dessas com a balança descalibrada.
Tomei várias com a balança calibrada, mas eu tomei várias com a balança descalibrada também, e eu sofri muito por isso. E o ser humano segue sofrendo, às vezes por muito tempo, e por muito, muito tempo. Por quê? Porque as decisões, as opções que a gente faz vão impactar de uma forma ou de outra a vida toda, né? Cada decisão é como se a gente abrisse um, a gente abrisse uma nova linha, né? Novo rumo. Cada decisão nos coloca num rumo um pouquinho diferente do momento anterior, nunca vai ser o mesmo, né?
Criam-se oportunidades, fecham-se outras. Cada decisão, cada escolha Cada ação que eu realizo, ela abre um Y na estrada da vida, né? Quando eu vou tomar a decisão, é como se estivesse na frente de uma bifurcação. Quando eu vou me colocar frente a alguma coisa da vida, cada vez é um— então, ao longo do dia, é um constante se ver frente a uma bifurcação. Vou para esse lado ou vou para esse? Ah, vou julgar, né, qual é melhor. Esse é o ponto.
Fica claro, né, que a questão é a calibragem da balança, que a gente pode chamar de juízo, né, da faculdade de julgar, da faculdade de raciocinar, né, de a inteligência como um todo das faculdades precisa ser calibrada Mas as calibragens cada um de nós precisa realizar dentro de si mesmo. Não adianta a gente fazer, vamos buscar uma referência externa. O problema é que a referência externa ela pode já estar começando a descalibrar.
Por que que pararam de usar o quilo protótipo lá depois de 130 anos? Porque sabe o que aconteceu ao longo de 130 anos? Ela perdeu, protótipo perdeu o peso por conta de gases dos metais, do metal que ela era feita, que ela é feita. Perdeu o peso de uma asa de mosca, que é 50 microgramas, se não me engano, ao longo de 130 anos. Ou seja, até a referência externa que era usada pelo mundo todo já não era tão precisa mais. Ah, bobagem, né, Roni, essa diferença?
É, para mim é, mas para os metrólogos não era. Então a questão é: aonde que a gente encontra essa referência? Tem que ser dentro de si mesmo. E como é que a gente faz para gerar capacidade, para ter capacidade de encontrar essa referência dentro de si mesmos? A gente precisa conhecer a si mesmo, a gente precisa iluminar esse mundo que existe dentro de cada um de nós. E para isso a gente precisa de conceitos, né? Por que que Paris era conhecida como a cidade-luz?
Ou ainda é, mas era muito forte isso nos últimos séculos, porque o conhecimento, né, científico É luz. O conhecimento é luz. E no caso, a gente precisa de um conhecimento que ilumine esse mundo interno de cada um de nós, que nos guie de forma segura e precisa a entender, a conhecer cada um a si mesmo e começar esse trabalho sensacional, maravilhoso, de superar, de ir aperfeiçoando, de ir depurando o conteúdo interno para que a gente possa ir deixando a balança cada vez mais calibrada.
Cada vez mais fiel ao pensamento criador. E nisso vem cada vez uma capacidade maior, né, crescente. Cada vez a gente vai errar menos no julgamento, cada vez a gente vai ceder menos a esses contrapesos que estão atrapalhando essa balança da vida. Bora, esse trabalho é maravilhoso! A gente precisa do conhecimento transcendente para isso. Por isso que a gente tá aqui. Boas reflexões, fique bem e até o próximo episódio.