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Descendo Nas Profundezas — Quando a Vida Nos Embriaga e Perdemos o Caminho de Volta

05 de maio de 202622min
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📖 Baseado no livro "Introdução ao Conhecimento Logosófico", capítulo "Policromia Psicológica".

Ronny usa a metáfora da narcose por nitrogênio no mergulho para ilustrar como nos tornamos inconscientes nas experiências da vida — especialmente na carreira profissional. Explora como a Logosofia oferece os "instrumentos" necessários para reconhecer quando estamos "narcosados" e recuperar nossa vontade livre.

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Participantes neste episódio1
R

Rony

HostEx-jogador
Assuntos4
  • Narcose por Nitrogênio no MergulhoMetáfora da narcose para a vida · Efeitos da narcose no cérebro · Riscos e perigos da narcose · Relatos de comportamentos sob narcose · Jacques Cousteau
  • Logosofia e Vontade LivreInstrumentos da Logosofia · Definição de vontade livre · Pensamentos próprios como defesa · Superação da escravidão mental
  • Sucesso profissional e vida pessoalCarreira como experiência de narcose · Prioridade das conquistas materiais · Imantação da mente por pensamentos · Limitação da vida pela experiência
  • Policromia PsicológicaVariedade de cores e características psicológicas · Inclinações psicológicas individuais · Perda da noção da realidade
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Oi, Rony, tudo bem? Eu vou te contar uma coisa extremamente curiosa e como é algo que pouca gente conhece, tenho certeza que você vai achar muito estranho isso, mas é uma verdade, é uma realidade e eu sei porque é um mundo que eu vivi muito.

Não sei se você já está aqui há tempo suficiente, mas eu trabalhei vários anos com mergulho, mergulho autônomo, mergulho com equipamento de respiração autônomo. Não mergulho técnico, de descer profundidades enormes para consertar plataformas de petróleo, coisa assim, não. Mergulho que a gente chama de recreacional.

que é um mergulho com equipamento de respiração autônoma, aquele cilindro que vai nas costas, colete equilibrador, regulador de ar na boca, máscara e nadadeiras e cinto de lastro. Eu trabalhei vários anos com isso, só com isso, na juventude, depois continuei durante muitos anos ainda, enquanto eu trabalhava já numa empresa, eu dava aulas para o hobby, de tanto em tanto eu dava aula, formava alunos, levava os alunos para fazer o check-out, que a gente chama.

na viagem de mar, sempre gostei demais de mergulho. E tem uma das realidades do mergulho, embora seja geralmente mais raro, mas acontece, eu já experimentei bem pouquinho.

Mas é uma realidade que chega a ser, se não fosse trágica no limite, seria extremamente cômica. E eu aposto que, eu aposto não, mas eu tenho quase certeza que você não conhece isso. A menos que você seja mergulhador. Olha só, a gente desce com uma mistura de ar comprimido, que é exatamente o ar desse que você está respirando agora, nesse instante.

Os compressores de ar que enchem nossos cilindros, eles não colocam oxigênio, porque oxigênio puro para nós seria venenoso. Então, é esse ar que a gente respira, mas é filtrado, claro, se tiver impurezas, né? Tem filtros, enfim. É um processo bem feito de comprimir esse ar numa pressão altíssima para caber bastante ar dentro do cilindro, né? E aí a gente vai consumindo esse ar durante o mergulho.

Esse ar, então, tem um pouco de oxigênio, em torno de 19%, e o resto, basicamente, para nossa surpresa, quando a gente nunca pensa nisso, o resto do ar que a gente respira aqui, você sabe que não é oxigênio. O oxigênio é 19%, 18%, 19%. O resto quase todo do ar é nitrogênio.

Agora você está com o queixo caído, você nem sabia que você respirava nitrogênio. Pois é, o ar que a gente respira aqui na Terra, quase 80% dele é nitrogênio. Que não faz nada. É um gás inerte para nós. Muito bem. Só que o nitrogênio tem uma propriedade extremamente perigosa. Não para a gente aqui, mas para o mergulhador. Quando a gente vai descendo mais e a profundidade vai aumentando,

o nitrogênio começa a se diluir, quanto mais profundidade mais se dilui, nos tecidos do corpo. Por quê? Porque a grande parte do ar que a gente respira é nitrogênio.

Então, quando a gente vai respirando o ar sob pressão, uma profundidade maior, a gente vai dissolvendo o nitrogênio e vai entrando na nossa circulação e vai dissolvendo e vai entrando em todos os tecidos. Entre eles, nosso cérebro. E o nitrogênio acaba se infiltrando ali entre os neurônios. Isso é...

Isso é, na verdade, uma realidade que é temporal, ou seja, isso só acontece e permanece enquanto está respirando sob pressão, em profundidade. Quando a gente volta à superfície, depois começa a sair tudo de volta, esse nitrogênio, não tem nenhum problema, obviamente dentro dos limites de absorção que o corpo tem, e aí tem todas as regras para isso. Mas o mais curioso que eu não contei ainda é o seguinte, existe uma condição...

Como eu falei, eu experimentei brevemente uma vez, e depois por disciplina minha não mais, que chama Narcose por Nitrogênio. Isso foi descrito pelo Jacques Cousteau, que é um dos precursores, é o precursor do mergulho, no mundo francês, que foi na verdade quem me inspirou a ser mergulhador, foi assistir.

documentários do Jacques Cousteau na televisão na época, quando eu era criança e adolescente, ele narrou a primeira vez essa condição, ele chamou de embriaguez das profundezas. Por quê? Porque exatamente o que acontece é uma sensação de embriaguez que o nitrogênio que começa a se dissolver no cérebro, começa a causar, ele começa a interromper.

as conexões entre os neurônios e começa a mudar a capacidade de julgamento nossa. Meio que, não é à toa que ele chamou de embriaguez, meio como se tivesse alcoolizado, né? Agora, isso só acontece em profundidades maiores, tá? Então, assim, não acontece no dia a dia, praticamente impossível. Tanto é que eu que mergulhei...

mais de mil vezes na minha vida, só vivi isso uma vez, especialmente porque eu estava fazendo um mergulho profundo, com um objetivo específico. Qual que é o risco? O que é de verdade isso e qual o risco disso? Então imagina que eu estivesse lá a 40 metros de profundidade e começasse a ficar embriagado. Imagina que eu estivesse bêbado.

Qual o problema? A princípio o nitrogênio não vai causar nada mais sério, a princípio. Mas estar embriagado e perder a noção das coisas numa profundidade de um mergulho é um negócio extremamente perigoso.

Para você ter uma ideia do quão absurdo e perigoso é isso, há relatos desde essa época, do Jacostou, estou falando de anos 70, há relatos dele, inclusive, sobre pessoas que perderam completamente a noção da realidade por conta de narcose, por nitrogênio, e, por exemplo, tirar um regulador de ar da boca para oferecer para os peixes.

achando que os peixes precisavam respirar, e a pessoa esqueceu de botar de volta, e inalou água. E claro que leva a óbito, sim.

Tem gente que quer abraçar um tubarão, se vê na frente, tem gente que acha que a superfície é o fundo e o fundo é a superfície e começa a ir mais para baixo. Assim, há relatos bizarros sobre comportamentos sob narcose de nitrogênio. Obviamente que alguns óbitos houve, claro. Por quê? Porque a perda completa da condição racionalfofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofofo

onde nessa hora a única coisa que a gente tem que seguir são os instrumentos. E quando eu experimentei um pouco de narcose, mas foi no mergulho controlado, inclusive para isso, para se entender, se experimentar a sensação e poder identificá-la, e por isso tinha uma equipe.

obviamente preparada para lidar com isso, a instrução e o treinamento é para que a gente confie cegamente, imediatamente, quando começa a perceber que está um pouco eufórico, começa a ficar eufórico mesmo. Eufórico, assim. Tem gente que começa a rir sem parar.

Eu vivi isso também num outro mergulho, mas foi mergulho a seco, que é o mergulho que a gente faz em câmera hiperbárica. Sabe essas câmeras que os mergulhadores, depois de muitos dias de mergulho, vão, quando é mergulhador técnico, né? E ficam lá dentro, astronautas também já fizeram isso, de ficar dentro de uma câmera assim, fechada, que dá pra ver só com janelinhas, mas aqui na superfície mesmo, que eles vão mantendo o ar sob pressão lá dentro e fazem uma descompressão aos pouquinhos. Mas eu já fiz um mergulho em câmera hiperbárica, seco,

que aí nos colocou para realmente passar por narcose mesmo, e eu ria que nem um louco, eu ria como se eu estivesse, sei lá, como se não estivesse amanhã, sem parar, é um negócio tão impressionante, você imagina essa condição então, a 40 metros de profundidade, o risco, e a chance de dar errado a situação. Muito bem.

Obviamente que o podcast não era sobre narcose para o nitrogênio, mas eu queria que você tivesse essa imagem claríssima e se preocupasse com o assunto, não porque você vai mergulhar e vai ter narcose, não é isso. Porque, como eu falei, o treinamento nosso é olhar os instrumentos e...

Fala, bom, eu acho que a superfície é para lá, mas o instrumento diz que não, que é para cá. Então, é seguir os instrumentos. Então, a instrução que a gente tem nessa hora é começar a perceber, é seguir os instrumentos e imediatamente subir. Começa a subir, logo depois começa a melhorar. É muito rápido, é quase instantâneo o efeito de parar.

Quando vem para uma profundidade menor, aquele efeito cessa, porque o nitrogênio já sai de volta do tecido dos neurônios, já volta para o pulmão e é exalado. Então, aquele efeito cessa quase imediatamente. É mágico, tanto para começar quanto para terminar, se a gente voltar para uma profundidade mais rasa.

Então assim, a história e essa imagem, eu queria que ficasse gravada em você essa história pelo seguinte, o problema é que quem está na condição de narcose por nitrogênio não se dá conta disso.

É muito rápido o período de percepção de acho que estou entrando em narcose. Se demorar mais 20, 30 segundos, já entrou. E aí entrou, perdeu a noção da realidade. Então é um período curto que, em geral, é difícil de perceber. Quando acontece, já foi. Então a pergunta para você, que eu faço para mim sempre, é assim... Sobre o que da vida?

Ou o que na nossa vida cada um de nós já entrou nessa narcose por nitrogênio sem a gente se dar conta? Estava falando de livre-arbítrio no podcast de ontem, de a gente entender que existe. Estava falando do elefante que é adestrado a ficar preso na corda desde pequeno, não consegue e depois desiste. A gente acabou...

vivendo experiências e a gente acabou absorvendo conceitos e pensamentos dessa cultura que a gente cresceu, que é a cultura que a humanidade foi capaz de... por um lado foi capaz de ter e por outro lado deixou-se levar. A gente foi absorvendo tantos elementos, tantos elementos estranhos ao que a verdadeira vida espiritual consciente...

deveria ser que a gente acabou entrando em narcose por tantas coisas. Por exemplo, eu passei quase duas décadas nessa minha narcose em relação às conquistas da vida profissional, ao trabalho. Porque eu vivia a experiência do trabalho como se fosse a coisa mais importante da minha vida.

Aí você fala assim, ah Rony, mas é muito importante, né? Então, é muito importante. É a coisa mais importante? Claro que é importante e é vital que primeiro a gente consiga pagar as contas. Senão, não tem espaço na mente para mais nada. Então, o primeiro objetivo é encontrar uma solução para o problema material da vida. Mas, tão logo o problema começa a ser...

de uma maneira encaminhada, o risco é a gente descer mais, conforme a gente vai se aprofundando, vai descendo as profundezas dessa experiência, a gente vai narcosando. Você nunca mais vai esquecer esse termo agora. Depois desse podcast você já ficou... Você está mestre em narcose. Então, o risco é que a gente vai se aprofundando na experiência e aí podemos pegar qualquer experiência.

Estou falando dessa do trabalho, da carreira, porque essa é uma das coisas mais fáceis de a gente perceber a condição. Mas pode levar isso para qualquer coisa. Às vezes um hobby exagerado, às vezes uma dedicação exagerada a alguma coisa na vida.

que começa a tomar, a gente começa a descer na profundeza daquilo, aquilo começa a controlar a nossa vontade. Veja, quando eu experimentei narcose, eu não conseguia me controlar. Aquela que eu fiz ainda na câmera hiperbárica, que a gente chama mergulho a seco, que não tem água, nada, a gente está só dentro de uma câmera que está controlada a pressão do ar.

É um descontrole total. Então não adianta você falar assim, você está narcosado. Eu só ria. Até porque a voz também muda num mergulho a seco. Quando a gente respira o ar numa pressão muito maior, as cordas vocais mudam o comportamento delas. Então o som sai diferente. Aí quando o primeiro começa a falar, acabou, esquece. Você não vai parar de rir nunca mais na sua vida. É surreal, engraçado.

Mas voltando, então o ponto do trabalho, por exemplo, é uma experiência da vida que a gente começa a enfrentar na juventude ou na vida adulta, e a gente começa a mergulhar e se aprofundar nessa experiência, e o que eu observei é que é exatamente a mesma coisa.

eu fui ficando narcosado, eu fui ficando embriagado pelas sensações que a carreira, que os cargos, que o dinheiro, que as condições daquilo e o meio ambiente, as pessoas e a pompa, eu fui ficando embriagado por tudo isso. E eu vivi muitos anos considerando que isso era muito importante.

era mais importante a ponto de ser minha prioridade. E para a minha vida consciente, espiritual, eu dedicava o que sobrava quando conseguia, quando conseguia sobrar algum tempo no dia. Por quê? Porque a mente fica imantada, sabe assim? A gente está tão tomado por esses pensamentos daquilo, que a gente não consegue sair.

Bom, então projeta essa experiência ou esse campo da vida para qualquer outro campo da vida que você se sinta, que você sinta essa pressão, que você sinta que você entrou e que também foi imantando sua vontade. A gente passa a viver dentro da mente praticamente com pensamentos todos em torno, que são vinculados, que são afins com essa realidade.

E a vida vai se transformando, não se ampliando. A vida vai se limitando, porque a gente passa a viver a vida como se a vida fosse aquilo. E de novo, eu fiz referência ao trabalho porque é uma experiência que eu vivi. A carreira, tudo. Mas projete isso para qualquer coisa da sua vida. Qualquer coisa. Qualquer aspecto da vida que desequilibrou...

a nossa visão e que desequilíbrio é por quê? Porque a gente fica como um imã mesmo, a gente fica imantado, a gente fica sendo puxado para aquilo, por quê? Porque na mente a quantidade de pensamentos vinculados àquilo é muito grande, então a gente está toda hora cedendo, nossa vontade, que seria uma vontade livre, o livre-arbítrio, e nisso a logosofia é muito clara na definição, quer dizer, a vontade livre...

e a decisão verdadeiramente livre da vontade humana, só vai existir se cada um de nós tiver na mente os pensamentos próprios, e os pensamentos que vão nos defender, e por isso tem que ser os pensamentos próprios, vão nos defender desses conjuntos de pensamentos vários, de classes variadas, que já vivem em nossa mente por conta da vida que a gente adotou.

A gente adotou uma vida, o conceito de vida que a gente adotou é esse que rola na humanidade atualmente, e a gente foi só reproduzindo aquilo que a gente aprendeu com os mais velhos, com a cultura, com a televisão, com a escola, com o que leu na internet, sei lá.

especialmente porque cada um de nós tem inclinações da nossa própria psicologia, por isso até, inclusive, o nome dessa conferência que é base para essa reflexão, que é policromia psicológica. A psicologia humana são de variadas cores e características.

E esse é o problema, quer dizer, a gente já tem, esse é um dos problemas, a gente já tem características psicológicas que, por razões de herança individual, já nos inclinam para certas áreas, experiências, hábitos, e que se a gente não tomar cuidado, na medida que a gente vai mergulhando e aprofundando na vida, nesses hábitos, nessas atividades, nessas...

nessas faces da vida, o perigo é a gente ir perdendo a noção da realidade de que a vida deveria ser muito mais do que apenas cumprir, alcançar e conquistar as coisas terrenas. Agora voltando à imagem da narcose e do mergulho,

Se fossem falar comigo naqueles momentos que eu estava, especialmente no mergulho a seco, porque quando eu fiz a experiência do mergulho de verdade para experimentar a narcose, a atuação da equipe foi muito rápida para me tirar da profundidade. Mas na câmera a seco, que esteve bastante tempo lá, porque não tinha risco,

Não adiantava falar nada, e o pessoal botava, tinha uns cartazes já que botavam assim para a gente ver através do vidro, mas eu não percebia nada, eu só ria. Então assim, pode falar qualquer verdade, nessa situação você pode falar uma verdade, pode ouvir uma verdade, quer dizer, alguém pode te falar uma verdade, mas a dificuldade é perceber que a gente está na situação.

Então acho que a reflexão principal é assim, para ser livre, para que a gente possa ser livre, para que a gente possa viver a vida, que a gente intui que está faltando viver ainda. E eu obviamente me refiro sempre àquilo que cada um busca no seu íntimo, em felicidade, em paz, em serenidade, em consciência.

em busca da conexão com o todo, com o Criador, consigo mesmo, para alcançar tudo isso, a gente precisa deixar a profundidade dos vários ambientes mentais ou experiências que a gente mergulhou como se não tivesse amanhã. A gente precisa recuperar a condição de ter...

Uma vontade livre da influência de tantos pensamentos tão poderosos que já vivem em nossa mente. Para isso, a ferramenta que eu utilizei e utilizo, sigo utilizando, são os conhecimentos transcendentes que a logosofia oferece. Esses são os instrumentos que a gente é treinado para, no momento que a gente começa a perceber que tem algo errado,

é olhar os instrumentos, no caso o mergulho, o profundímetro é o primeiro, que mostra a profundidade, e segundo, depois, a reserva de ar do cilindro, o manômetro, a pressão do ar, para ver quantos têm, se tem suficiente ou não. Mas, na vida, esses instrumentos são os conhecimentos que vão...

Ilustrar primeiro, explicar depois e realizar na própria mente essa condição de a gente deixar de ser escravo e de estar imantado a uma série preso de uma série de pensamentos que nos mantém nessa narcose em relação à verdadeira vida que a gente quer viver e finalmente começar a viver.

subir, tem que se elevar, tem que subir de volta, para que a gente tenha uma visão, uma compreensão e uma consciência cada vez maior do que é a vida e para onde a gente quer levar a vida enquanto a gente ainda tem. Boas reflexões, fiquem bem e até o próximo podcast.