Levantando os olhos ao céu: Adoração em meio a luta | Pr. Amauri Jr.
Pregação ministrada na Brasa Church.
Culto: 18h - Data: 03/05/2026
Pregador: Pr. Amauri Jr.
🌐 Site: brasachurch.com
📲 Instagram: @brasachurch
Amauri Jr.
Maurício
- Adoração em meio à lutaA presença de Deus como sustento · A história de Estevão · A visão dos céus abertos · Oportunidade de glorificar a Deus no dia mau · A adoração como resposta à revelação de Deus · Toda atitude que coloca Jesus no trono da vida
- A história de Estevão e a injustiça sofridaAcusação falsa e julgamento no Sinédrio · A visão de Estevão dos céus abertos e Jesus · O apedrejamento e a oração de Estevão · O testemunho para Saulo de Tarso
- A presença de DeusA presença de Deus é mais importante que respostas · Nenhuma explicação cura o sofrimento
- Sacrifício como justificativaOportunidade de oferecer a Deus uma oferta que custa caro · Louvar a Deus no dia mau · Oração de Jó · Sacrifício de louvor na nova aliança
- A história de Jacó lutando com DeusTemporadas de luta, aperto, questionamentos e dúvidas · Jacó segurando o homem e buscando bênção
- A história pessoal do pregadorColega 'Lagarto' que jogava objetos · O pregador jogando o estojo pela janela · Punição e sentimento de injustiça
eu não preciso de respostas, eu não preciso de explicações, eu preciso dele, sabe o que faz realmente diferença, na hora da dor, na hora do sofrimento, não são respostas, não são explicações, é a presença dele,
Foi isso que aconteceu com o Estevão. Mesmo depois de tudo isso que falamos, todo esse sofrimento que ele viveu, ao mesmo tempo enxergando algo glorioso. E hoje nós podemos fazer com ele olhar para cima. Eu quero te convidar, olha para cima. Eu quero te convidar, aproveita a oportunidade, porque a adoração no caos é uma oportunidade diferente. E nós encerramos dizendo que a presença dele é mais importante.
do que tudo, porque não teve uma salvação de última hora, que nem um filme de Hollywood, não teve aquele plot twist, onde o protagonista é retirado da situação de perigo, e ele é salvo na última hora, não, ele morreu, foi apedrejado até o fim, morreu naquele dia.
com violência, apedrejado, porque não é sobre sobreviver à dor, é sobre glorificar a Deus nela, é sobre aproveitar essa oportunidade do dia mau, que o dia bom não te oferece, e você dizer como Estevão, se eu olhar para o céu e ver a glória de Deus, eu não preciso ver mais nada. Boa noite família, abraça a ti, boa noite, boa noite, boa noite.
Como é que vocês estão, gente? Tudo na paz? Conheço um pastor que diz assim. Tudo na paz de Deus, na paz do céu. Porque tudo bem é impossível, né? Tudo bem não tem como. Ele sempre falava isso. Tudo na paz. Gente, é um privilégio a gente estar reunido aqui como igreja. É um privilégio estar aqui diante de vocês compartilhando a palavra. Domingo passado nós tivemos um tempo muito especial aqui. Com o nosso pastor Maurício.
Compartilhando uma palavra sobre os momentos que a gente luta com Deus. Quem estava aqui? Quantos estavam aqui? Domingo passado, uma grande maioria. Se puder, aumentar um pouquinho a luz na galera. Oh, coisa lenta. Já começou a melhorar, já. Vejo. Ouve luz. Haja luz e ouve luz.
Foi uma palavra que marcou muito todos nós, não é mesmo? Que estávamos aqui. Para quem não... Estava um breve resumo sobre Jacó lutando com Deus. Porque tem temporada da nossa vida que a gente luta. A gente passa por trabalho, por aperto, por questionamentos, por dúvidas. E por luta mesmo. E Jacó segurou aquele homem ali que representava o próprio Jesus. Talvez a própria representação de Jesus pré-encarnado. E ele não deixou Jesus ir até que fosse abençoado. E ele saiu da presença de Deus com...
Mancando porque ele havia sido tocado. Essa palavra mexeu muito em todos nós. Então depois de termos ouvido sobre a luta com Deus, eu quero falar. De uma oportunidade que se apresenta somente em tempos difíceis como esse de luta.
adoração em meio a luta, não uma canção, não um gesto, não umas palavras, mas uma vida de adoração, uma oportunidade de erguer um altar de adoração, no meio da dificuldade, no meio desse tempo de luta, de se agarrar com Deus, de perguntar porquê, mas ao mesmo tempo olhar para o céu.
Vamos abrir a palavra de Deus lá em Atos, capítulo 6, versículo 8 diz, Estevão, vamos dar um minutinho, né? Se bem quiser achar a sua Bíblia física, Atos 6, a partir do 8, está no telão também. Quem estiver em casa, acompanha aí também junto. Um abraço para quem está em casa nos escutando, nos assistindo, participando da igreja online.
Atos 6, versículo 8 diz, Estevão, cheio de graça e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Então alguns dos que eram da sinagoga chamados dos libertos, dos sirineus, dos alexandrinos, e dos da silícia e da província da Ásia, se levantaram e discutiam com Estevão, mas eles não podiam resistir à sabedoria.
E ao Espírito pelo qual ele falava. Ele falava pelo Espírito. Então subornaram alguns homens para que dissessem. Ouvimos esse homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus. Atiçaram o povo, os anciãos, os escribas. E investindo contra Estevão, o agarraram e o levaram ao Sinédrio. Apresentaram testemunhas falsas que disseram. Esse homem não para de falar contra o lugar santo e contra a lei. Nós o ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno destruirá.
Este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu. Todos os que estavam sentados no cinédio, que era como se fosse um tribunal religioso, fitando os olhos em Estevão, viram o seu rosto como se fosse um rosto de um anjo. Pula lá para o capítulo 6, verso 54. Ao ouvirem isso, ficaram com o coração cheio de raiva. Ouvirem isso, o quê?
Estevão havia feito sua defesa, só que ao invés de fazer sua defesa, ele pregou na cara deles, tudo o que eles haviam feito errado em relação a Jesus e aos profetas, como eles trataram mal, a visitação de Deus no meio deles, ou seja, ele mandou palavra, mandou palavra forte na cara deles, e eles ficaram com raiva, e rangiam os dentes contra ele, mas Estevão, cheio do Espírito Santo,
fitou os olhos no céu, ele ergueu os olhos e viu a glória de Deus, e Jesus que estava à direita de Deus, então disse, eis que vejo os céus abertos, e o filho do homem em pé à direita de Deus, eles porém gritando bem alto, taparam os ouvidos, e unânimes avançaram contra ele,
E expulsando-o da cidade, o apedrejaram. As testemunhas deixaram suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo. E enquanto o apedrejavam, Estevão orava-o dizendo, Senhor Jesus, recebe o meu espírito. Então, ajoelhando-se, gritou bem alto, Senhor, não os condene por causa deste pecado. E depois que ele disse isso, morreu.
obrigado Senhor pela tua palavra, vamos orar, obrigado Senhor pela tua palavra que nos inspira, que nos ensina através de histórias, através de acontecimentos, porque ela é inspirada por ti, nessa tarde, nessa noite nós queremos ser inspirados pela história de Estevão, que diante de uma dificuldade gigantesca no meio de uma luta, ele teve uma postura diferente, que o fez suportar aquela aprovação inimaginável, nós queremos ser assim também Senhor, e nós queremos enfrentar as lutas de frente, mas olhando para ti,
olhando para o céu, olhando para o alto, porque o Senhor é o autor e consumador da nossa fé, e nós te amamos, que cada coração aqui esteja aberto, sensível e propício para receber a palavra de Deus nesta tarde, saia daqui inspirado a ter uma mudança, uma mudança de vida, uma mudança de direção, algo que possa contribuir para a formação do caráter de Cristo no meio da tua igreja, em nome de Jesus nós oramos, amém.
Amém, gente? Que história, né? Dura. Pesada. Afinal, ninguém gosta de injustiça. Quem gosta de injustiça? Ninguém. Eu me lembro de uma história de muitos anos atrás, quando eu estava no colégio ainda. Primeiro grau se chamava na época. Mas eu já vi que faz tempo. Agora é ensino fundamental, né?
Eu lembro que eu tinha um colega que era o mais malandro, mais bagunceiro de todos. Sabe aquele tipo, quem não tinha na sua sala, um mais malandrão. E eu, gente, eu não era o mais malandrão. Eu era bem mangolãozinho. Bem josnel, como diria alguém. Mas eu queria estar no meio dos guris, eu estava ali no meio daquela bagunça. E um belo dia, no meio de uma aula de português, muito devagarzinha,
O professor falava e ele virava de costas. E quando ele virava de costas, esse meu querido amigo, querido colega, pensa na joia. O apelido dele era lagarto. Não sei até hoje por quê. Justo no culto da live eu falei o apelido dele. Então, se esse vídeo chegar no lagarto, grande abraço. Quantos anos, como é que está a vida? Esse querido, essa joia de Jesus, pegava e jogava uma coisa em mim.
Uma caneta, um estojo, uma bolinha de papel. Uma, duas, três vezes. Lá pela quarta vez ele pegou e jogou longe o meu estojo cheio de caneta e coisa. E toda vez que o professor olhava, todo mundo quietinho. Porque ele tinha manha. Só que eu era meio... Não era tão assim, não tinha tanta manha. Chegou um ponto que eu me irritei tanto. Quando ele fez mais uma dessas, eu peguei o estojo dele, daí. Na mesa dele. E eu simplesmente joguei pela janela do prédio do colégio. E era tipo quarto, quinto andar.
Quando eu joguei e eu virei para frente de novo, o professor estava me olhando assim, e ele já estava lá na porta, ele só abriu a porta e falou, rua, eu não professor, mas aqui, fora, sai da minha aula, mas eu não sei o que, quem começou foi o lagarto, não fui eu, não fui eu, não teve choro, vai para o soi, que terror gente, alguém aqui do tempo do soi?
Meu Deus, essas três letrinhas dava mais medo, sei lá, que a CIA e o FBI juntos. Se alguém investigasse a tua vida, era menos pior do que o SOI. Ou sei lá, foi tão, aquela ação foi um vandalismo tão grande que eu acho que eu fui direto pra direção, não fui nem pro SOI. Direto pro diretor. E eu saí daquela sala espumando, não só um pouquinho, não fui eu que comecei, foi ele, foi ele. Foi ele quando eu olho pra trás na porta e a porta se fecha na minha frente, tem aquele quadradinho lá no fundo da sala, o lagarto.
rindo da minha cara. E eu fiquei indignado, tanto que eu lembro dessa história depois de tantos anos. Isso que eu não fui tão injustiçado assim, né?
Porque eu realmente tinha feito algo que merecia uma disciplina. Só que eu estava muito brabo porque eu não era o único que merecia. Eu não queria ir sozinho tomar aquela dura. Eu queria que o meu colega que me provocou, ele tinha mais culpa que eu na minha cabeça. E como que só eu vou levar essa punição? Como só eu vou levar esse castigo? Morria de medo de chamar minha mãe e meu pai no colégio. Aí eu contei essa história aqui no culto das quatro, minha mãe estava ali.
E eu falei, sabia essa história? E ela disse, não. Ficou sabendo aqui, em público, na frente de toda a igreja.
Então, gente, se é revoltante ser culpado de uma coisinha que aconteceu no colégio lá atrás, se a gente fica com o sentimento de injustiça aflorado, a ponto de lembrar disso 20, quase 30 anos depois, imagina, você está pregando a palavra de Deus, você está sendo um homem cheio do Espírito Santo, que é o que diz que Estevão era, cheio do Espírito Santo.
Ele falava com poder, falava pelo Espírito, cheio de graça.
E ele é acusado injustamente de falar coisas que ele não falou. Ele é levado a um tribunal religioso que não tinha muita conversa, não tinha muito processo, não tinha recurso, não tinha data vene, não tinha habeas corpus, não tinha coisa nenhuma. Arrastaram ele para fora da cidade e apedrejaram ele até a morte. Olha o tamanho dessa injustiça. Quando ele viu, estava chovendo pedra na cabeça dele.
Que violência. Coisa terrível. Resumindo, nós estamos falando de alguém que não fez nada de ruim, ou seja, uma pessoa boa. Sabe essa coisa? Pessoa boa, cidadão de bem. Alguém que não tem culpa. Uma pessoa boa com quem aconteceu algo muito ruim com ele. Alguém se identifica, não precisa levantar as mãos.
Alguém se identifica com essa situação de algo muito ruim acontecer quando você está fazendo tudo certinho, está vindo na Brasileira Church, é voluntário, serve no time, não vou dizer o nome de um time aqui para não ficar guerra de times aqui, quem é o time mais animado, mas que mais serve, mas eu vejo uns aí que ficam 8, 10, 12, 16 horas aqui.
Tu está fazendo o que Deus te mandou fazer. E quando vê, coisas ruins acontecem, injustiças acontecem. E não somente uma injustiça de calúnia, de acusação. Este homem foi levado para fora da cidade, foi apedrejado até a morte. Vamos ver como ele lidou com isso. O verso 54 mostra que Estevam viu algo que fez ele esquecer da reação raivosa das pessoas contra ele.
Ele disse, eis que vejo os céus abertos. Opa! Agora começou a mudar de figura a nossa história. Eis que vejo os céus abertos. Ele estava enxergando o trono de Deus, a glória de Deus.
Deus o Pai assentado, Jesus o Filho em pé à direita dele. Gente, que visão é essa? Oh Deus, eu quero ver uma coisa dessa. Eu não faço questão nenhuma de ver anjos, demônios, mundo espiritual, mas se quiser mostrar o trono, eu quero ver, Deus. Eu quero ver a tua glória, eu quero ver Jesus. E isso, meus amigos, é o que resume o nosso primeiro ponto aqui. A adoração, olhar para cima no meio da luta.
nos fazem chegar uma outra realidade. Estevão estava numa realidade muito difícil aqui embaixo.
Mas ele suportou porque ele levantou os olhos, fitou os olhos no céu. E ele viu uma outra realidade. Porque no momento da luta, da injustiça, da dor extrema, ele nem vê as pedras. Claro, ele viu. Mas ele não dá importância às pedras. Ele vê Jesus. E a visão de Jesus é maior do que qualquer pedra, de qualquer dificuldade. Do que qualquer diagnóstico ruim, negativo.
do que qualquer divórcio, do que o luto pela perda de uma pessoa amada.
do que uma doença num hospital, do que uma falta de dinheiro, do que uma demissão, do que uma dificuldade financeira, do que uma deficiência física, do que uma coisa que se levanta, uma nova situação que muda a maneira como nós vivemos, quando ela se apresenta como uma realidade dura, como uma pedra jogada na nossa direção. Isso acontece aqui embaixo. Acontece muito. Aqui o bicho está pegando.
E nunca vai deixar de pegar. Esse é o coach desmotivacional para vocês hoje. Ninguém nega isso. Nós vamos ser como um avestruz que coloca a cabeça debaixo do chão, enfia o pescoção lá e espera passar a tempestade. Não, nós vamos enfrentar a tempestade de peito aberto porque ela existe e não necessariamente ela vai passar. Tomara que passe. Em nome de Jesus que passe rápido na vida de todo mundo aqui. Mas, enquanto ele não passa,
essa situação difícil aqui ela é limitada a essa dimensão a gente consegue levantar os nossos olhos e ver o céu, e no céu meus irmãos o céu tem outra realidade no céu não tem as pedras que Estevão tomou no céu não tem a dor que você sente hoje
No céu não tem o coração partido que você sente hoje. No céu não tem a desilusão, o sofrimento, a decepção que você está sentindo. Por isso, quando a luta está difícil e ela pode durar uma noite inteira, como vimos semana passada.
Quem decide levantar os olhos, olhar para o céu, ver o trono e adorar o cordeiro que está no trono? Gente, essa pessoa consegue enxergar uma outra realidade e isso muda tudo, tudo, tudo, tudo na cabeça de quem está passando por uma situação difícil. Por quê? Porque às vezes a gente fica tão absorvido pelas nossas próprias circunstâncias, aliás, pelas circunstâncias da nossa luta. Ah, tu está falando isso aí porque tu não sabe o que eu estou passando.
E eu não sei, mas eu sei muitas lutas. E eu tenho as minhas também. E eu respeito demais a luta que você está passando. Isso aqui não é para menosprezar a dor de ninguém. Muito pelo contrário. Com muito carinho, respeito e empatia eu te digo. É isso mesmo. Jesus sofreu ainda mais que nós. Então, o problema é a gente ficar tão absorvido pelas circunstâncias da nossa luta. O que é natural até. É normal. A circunstância de Estevão era um tijolo na cabeça dele. Mas quem é que não vai?
Quem não vai ficar abalado com uma situação dessa? Gritos, diz que avançaram nele. Imagina uma multidão raivosa contra uma pessoa só. Imagina uma multidão raivosa contra uma pessoa só. É impossível não ter medo, é impossível não se assustar, é impossível não ficar um pouquinho absorvido pela circunstância. Só que no momento que ele olhou para cima, tudo mudou dentro dele.
As pessoas que o acusavam olhavam para ele e viam o rosto dele como de um anjo. Esse homem conhecia Jesus. Esse homem estava vendo o céu aberto. Esse homem estava vendo a realidade do céu. E esse é um dos aspectos mais importantes pelos quais a gente diz que a dificuldade nos ensina ou permite e torna propício que Deus nos ensine coisas que em tempos bons a gente não pode aprender.
Só nós não podemos esquecer de levantar a cabeça e ver os céus abertos. Gente, esse é o primeiro convite para nós. Erguer os nossos olhos e olhar para a realidade do céu, gente. Isso é muito importante. Olhar para Ele, ou seja, elevar o nosso coração em adoração, em meio ao caos, revela coisas que nunca veríamos em tempos de tranquilidade.
Está fazendo sentido? Está todo mundo comigo? Vai ficar mais divertido agora. Não, mas antes eu vou fazer uma pequena pausa. Diga para o seu irmão. Não, não diga não. Estou brincando. É o síndrome do pequeno poder. Todo mundo que pega o microfone quer fazer isso, né? Não vou fazer não. Talvez depois. Gente, uma pausa para a gente falar sobre o que é adoração. Porque eu estou falando sobre adoração no meio da luta, certo? Mas o que é adoração, Maurício?
Eu estou vindo aqui na Brasília de faz três meses e adoração para mim é esse período de música que tem no começo do culto.
Legal, a gente usa esse momento para levantar a adoração a Deus, mas não é sobre isso, tá? Não é sobre isso. Então, eu tenho duas definições preferidas, uma mais técnica, a outra um pouquinho mais apaixonada. A primeira é assim, adoração é uma resposta à revelação de quem Deus é. Então, eu estou falando de no meio do caos você ter uma resposta à revelação de quem Deus é. Você só pode ter uma resposta se você tiver a...
revelação, Deus é quem escolhe se revelar Deus é quem escolhe se mostrar, Deus é quem escolhe abrir os céus, quando Estevão está no meio do perrengue, ele olha e vê o que? Os céus abertos, Deus se revelando Ele que se manifesta a nós em glória, poder e amor, Ele que procura os adoradores
Não adoração, ele procura os adoradores, diz lá em João 4,23, que o adorem em espírito e em verdade. Então quando nós reconhecemos que nós precisamos adorá-lo, quando nós reconhecemos que ele é senhor da nossa vida e nós não, quando nós cedemos o controle da nossa vida para ele, reconhecemos ele como rei, senhor e salvador da nossa vida, a única resposta possível é a adoração. Não apenas alguns minutos do culto, mas uma vida inteira de adoração.
Por isso eu amo tanto a segunda definição que diz assim, adoração é toda a atitude que coloca Jesus no trono da minha vida. Toda a atitude que coloca Jesus no centro da minha vida. É claro que Jesus está no trono. Um trono eterno, não tem humano que pode tirar ele do trono. Mas tem muitos seres humanos que vivem como se ele não tivesse.
Talvez até dentro da igreja. Tem pessoas que conheceram ele em algum grau, tiveram algum tipo de revelação, algum nívelzinho de revelação.
mas não se entregaram em adoração. Eles não entregaram o controle da sua vida. Não reconheceram o reinado de Jesus e vivem para si mesmos. Mas quando nós nos entregamos e nós nos submetemos a ele em adoração, ou seja, colocando ele como rei que ele já é, na verdade, reconhecendo o rei que ele já é, e colocando ele no centro da nossa vida, isso reflete muitas atitudes da nossa vida. Por exemplo, uma decisão importante que ele já é, na verdade,
Na qual eu abro mão de algo que poderia ser vantajoso por algum motivo. Talvez financeiramente, talvez profissionalmente, talvez por morar num lugar diferente, talvez por mil razões. E a gente sabe que aquela oportunidade, por mais que ela seja vantajosa por um lado, ela vai me afastar de Jesus? Ou vai ser prejudicial para a minha comunhão com Ele? E eu abro mão dessa oportunidade. E tomo decisões baseadas no meu amor a Jesus? Isso é um ato de adoração.
Uma oferta financeira, você colaborar aqui na casa de Deus ou diretamente com o irmão, é um ato de adoração? Pode ser um ato de adoração, dependendo do seu coração. Servir como voluntário na Brasileira Church ou onde você estiver inserido como igreja? Refrear a língua por amor e obediência pode ser um ato de adoração? Ai, essa é maravilhosa. Sabe quando tu está com todas aquelas palavras para vir aqui, que ela sobe aqui, vem até aqui na ponta agora, você vai me ouvir? E você não fala.
Por amor a Jesus. Não sei porque a Márcia. Pode ser outro nome.
Mas quando a gente refreia a nossa língua por amor a Jesus, e a gente abre mão de algo, quando a gente bota a mão no bolso e abençoa alguém, a gente tira algo da minha própria vida e dá para outra pessoa, por amor a Jesus e seu reino e seus filhos, isso pode ser um ato de adoração. E claro, gente, e claro que também, cantar o Senhor no culto pode ser uma expressão de adoração, né? Levantar as mãos do santuário, o Senhor nos ensina a fazer isso, nos destrui na palavra.
Não é para ficar bonito no vídeo, na foto da Worship Night. Não, o Senhor, quando vem aquele drone bonito, sentindo.
E mostra todo mundo com a mão levantada É bonito mesmo, é, mas não é sobre isso É porque Jesus nos ensina Deus nos ensina a sua palavra a cantar pra ele Ele escolheu ser adorado dessa forma Cantar um cântico novo Levantar nossas mãos Levantar mãos santas do santuário Como um ato de rendição, de entrega De adoração, simbolizando aquilo que eu falei antes Jesus ser o rei, senhor da minha vida
com reverência diante dele, aproveitando esse momento de adoração para ter um tempo de entregar algo para ele. Isso também é adoração. Então, isso que eu quero dizer quando eu falo sobre adoração no meio do caos. Não é que vai... Estevão está lá, ele tomando pedrada aqui e aqui, ele olhou para cima e... Caiu um palco da Brasileira, a banda tocando. A música... Não é isso que está acontecendo. Está acontecendo o quê?
Ele olhar para Jesus, conhecer quem Jesus é e responder diante disso. E colocando Jesus no trono, na verdade nem precisava colocar, porque ele já está vendo Jesus no trono da sua vida. Faz sentido, gente? Esse é só um resumo. Quem quiser saber mais sobre isso, se inscreva na Trilha do Crescimento. Está começando agora o ciclo novo essa semana.
E não perca a aula de adoração da trilha, que já virou a worship night da trilha. Sabia que tinha uma worship night na trilha? Já teve, já teve uma e vai ter outra próxima agora nesse ciclo. Então não perde. Então tá, entendido o que é adoração nesse contexto, vamos voltar para o Estevam. Eu estava falando, gente, que a adoração no meio do caos nos permite chegar a uma outra realidade.
Mas mesmo que ele enxergasse outra realidade, o corpo físico dele estava o quê? Se deteriorando. Estava sendo destruído. Estava sendo atacado. Estava sendo literalmente assassinado, executado. Mesmo assim a visão dele estava sendo elevada. É uma dicotomia, um contraste. Por isso eu concluo essa parte, essa primeira parte. Questionando o que você tem visto durante a sua luta.
O que você tem olhado? Só para as pedras? Só para as notícias ruins? Só para o diagnóstico ruim? Só para os boatos que circulam na internet e fazem ficar com medo, com ansiedade? Só para a luta que você enfrenta e eu não quero diminui-la de modo nenhum?
Mas será que é só isso? Você acorda e vai dormir pensando nisso? Talvez até você peça para o Senhor, tira, tira de mim, por quê? Por quê? Porque você quer respostas, você fica ali o dia inteiro pensando naquilo. E você não consegue levantar os olhos e olhar. Então, gente, hoje eu quero te incentivar, por mais duras que sejam as pedras, tire os olhos delas e coloque no Senhor. Porque, sabe por quê, gente? Porque essa é uma oportunidade única. E esse é o nosso ponto dois. O sofrimento...
oferece uma oportunidade única, qual é essa oportunidade? pode ser muito fácil louvar, adorar quando tudo está bem quando eu ganho aquele aumento, quando o dinheiro está sobrando quando eu estou com saúde, quando a minha família está bem quando está tudo certinho na minha vida pode ser mais fácil a gente se alegrar e adorar e está tudo bem, tem que se adorar mesmo, tem que se encher tem que usar o dia bom para ser, sabe, abastecido com coisas boas
Mas Estevão, ele tem uma oportunidade única na vida, e que nós também temos enquanto estamos nesse lado de cá, que é glorificar Deus no dia mau, no dia ruim, no caso dele, o pior dia da vida dele. Ele estava pregando a palavra, e as pessoas estavam rangendo os dentes para ele.
Ele teve a oportunidade de glorificar o Senhor no pior momento. E ele não desperdiçou essa oportunidade. Esses dias nós estávamos conselhando uma pessoa que está passando por um processo na vida dela. E ela vem melhorando. E ela estava nos contando que ela tem dias bons. Um, dois, três, quatro dias bons. E quando vê do nada um dia ruim. Nada aconteceu, mas ela está diferente. Volta aquele sentimento de raiva. Volta os problemas que ela está sentindo. Volta algumas coisas ruins. E ela se sente o quê?
Regredindo, voltando para trás. Ela se sentiu até um certo, um gostinho de fracasso. Ela não falou isso. Eu li na fala dela. E nós falamos pela primeira coisa. Não tenha medo dos dias ruins. Porque os dias ruins têm uma oportunidade especial. Eles não são sinônimo de derrota. Na verdade, eles têm uma oportunidade real. De ter uma vitória muito especial. Porque tem muito valor você encarar de frente o dia ruim.
aceitar que ele existe, que ele vai vir, e você ficar ali, abraçar o caos, desabafar, e não ter medo dos dias ruins, apenas passe esses dias ruins na presença de Deus, não tenha medo dos dias ruins, apenas passe esses dias ruins na presença de Deus, um pastor chamado Bill Johnson sepultou a esposa dele na sexta-feira, que ela morreu de câncer, o mundo inteiro orando, e mesmo assim ela morreu.
e ele subiu para pregar dois dias depois, e havia uma grande expectativa, o que o senhor me vai falar, que será que ele vai conseguir?
formular um sermão lógico, claro que algumas vezes ele chorou durante o sermão, mas ele falou uma coisa que me marcou profundamente sobre a adoração, ele disse que aqui, desse lado da eternidade, é a única oportunidade que nós temos de oferecer a Deus uma oferta de adoração que nos custa realmente caro, que a adoração em meio a dor, em meio a notícia ruim, em meio ao caos, em meio ao sofrimento, adoração em meio ao sofrimento.
Isso é um presente de valor inestimável, porque um dia, gente, ah, um dia, um dia nós estaremos onde Estevão está agora, não onde ele estava naquele dia ruim, onde ele está agora, face a face com o seu Senhor, e nós também estaremos lá, e eu não vejo a hora desse dia chegar, eu vivo por esse encontro.
por esse glorioso dia, e lá gente, vendo Jesus face a face, Ele enxugará dos nossos olhos toda lágrima, e lá não vai haver rancor, nem dor, nem choro, nem pranto, nem câncer, nem doença, nem traição, nem adultério, nem dor, nem choro, nem qualquer coisa que nos aflige hoje em dia, tudo isso vai ter sido curado, vai ser lindo, eu mal posso esperar para chegar lá, mas lá vai ser natural, lá,
Vai ser impossível você não adorar. Que bom, né? Quero ver e viver isso muito. Quero chegar lá. Só que tem um valor especial e a gente escolher hoje. Nesse mundo caído, nesse mundo perdido, cheio de tristeza, raiva, confusão, traição, diagnóstico ruim, todos esses problemas que a gente enfrenta, que você está passando hoje, talvez você em casa.
Está nos assistindo de casa justamente porque não pode se locomover até aqui. Talvez esteja distante, mas talvez esteja aqui perto e não possa se locomover. Talvez esteja preso numa cama de hospital. Talvez você esteja vivendo uma situação que é muito difícil, muito dolorosa. Eu não vim aqui para dizer que vai acabar logo. Eu não sei quando vai acabar. Mas eu sei que você pode olhar para cima.
olhar para Jesus e ver uma outra realidade, e você pode aproveitar esse tempo difícil, não como apenas uma chaga, um tormento, uma tribulação, mas como uma oportunidade de erguer a Jesus um altar de adoração e fazer algo que é impossível de fazer nos dias bons, que é o quê?
o que está em Hebreus 13,15 por meio de Jesus, portanto ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor que é fruto de lábios que confessa o seu nome o escritor de Hebreus está encerrando a carta dele, onde ele dá um panorama de toda a vida cristã é uma carta teológica, o último capítulo vem falando sobre várias coisas da vida cristã e ele menciona que Jesus sofreu, que Jesus foi levado para fora da cidade e foi castigado bem parecido com Estevão, por sinal a pergunta
e ele não menciona isso, mas aí eu estou comentando
e ele sofre, e por causa do sacrifício dele, ele substitui todos os sacrifícios da velha aliança, que havia de se fazer com sangue de verdade, de animais, e por causa disso nós não precisamos fazer sacrifício, mas o que então é requerido de nós na nova aliança? Sacrifício de louvor, aliás, continuamente, olha essa perla, essa pedrada, ofereçam continuamente, por que essa palavra está aqui? Se é que foi por acaso, que alguém colocou, bota aí continuamente, porque...
Porque Deus sabe que vai ter momentos que a gente não vai ter vontade. Deus sabe que tem momentos que a pedra vai vir muito pesada na nossa cara. Deus sabe que a luta vai vir. Deus sabe que a dor é terrível. Por que que Ele permite? Não sei. Não tenho respostas. Não tenho explicações.
eu tenho uma orientação, que você aproveite esse momento para oferecer um sacrifício de louvor, o que é isso? é um fruto de lábios que confessa o seu nome, ou seja,
É a declaração de alguém que vive uma vida de adoração e entrega. Uma vida que reconhece o senhorio dele, como a gente falou atrás. Foi isso que Jó fez. E ele veio muito antes da nova aliança. Ele está lá nos confins, nos primórdios do Velho Testamento. E ele não conheceu Jesus. E ele recebeu a pior notícia que um homem pode ter. Que ele perdeu tudo. Inclusive seus filhos e filhas.
Ao ouvir isso, Jó 1, 20. Isso o quê? Essa notícia pavorosa. Jó levantou-se, rasgou o manto, raspou a cabeça. Então, prostrou-se no chão em adoração. Ele não tinha visto ninguém adorar como a gente adora hoje. Ele não tinha visto o tabernáculo nem de Moisés, nem de Davi. Muito menos a nova aliança. E ele recebe a pior notícia do mundo e ele diz o quê?
Saí nu do ventre da minha mãe. E nu partirei. O Senhor o deu. E o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor. Vocês conseguem entender o valor que tem essas seis palavrinhas. Num momento específico. Por isso que o sofrimento é uma oportunidade. Porque no momento de alegria. É muito fácil você dizer. Bendito seja o nome do Senhor. Mas no momento que Deus permite que você perca tudo.
ou a vida permite que você perca tudo, o Senhor está no controle de todas as coisas, se Ele quisesse, Ele não deixava, no momento que você tem essa situação terrível, você pode dizer seis palavrinhas como o Jó e dizer, bendito seja o nome do Senhor, que preciosidade de presente que Ele entregou, que ato de adoração maravilhoso, incrível, inspirador, quase que chocante para nós, do século XXI.
Sabe o que Jó entendeu gente? Mesmo antes da nova aliança, ele entendeu que a minha perda e a perda dele, a minha derrota, a minha doença, a minha frustração, a minha luta, o meu sofrimento não alteram o caráter dele, a minha decepção não redefine quem ele é, é impossível a gente mexer na natureza de Deus, ele é...
essencialmente bom, mesmo que eu não veja, mesmo que eu não sinta, mesmo que eu não tenha na minha frente agora, um motivo tão forte para eu me alegrar nisso, eu sei que Ele é bom, porque a palavra de Deus diz no Salmo 100, versículo 5, que o Senhor é bom e a sua fidelidade dura de geração a geração.
Então uma geração vem, e a outra geração vai, e uma geração passa, e a outra geração vem, e a nossa vida vem, a nossa vida começa, e a nossa vida termina, e nós somos como a erva que seca e se acaba, e o Senhor continua sendo bom, e o Senhor continua sendo fiel, mesmo no meio da minha luta, mesmo no meio do caos, mesmo no meio do sofrimento, o Senhor é bom. Gente...
essa, amém, glória a Deus, essa perspectiva muda a forma como nós enxergamos a luta, muda como nós enxergamos uma temporada de luto e de dificuldades, só aqui nessa terra nós podemos entregar sacrifícios de louvor, o sacrifício de louvor de Estevão, teve tantos frutos, primeiro, é esse testemunho maravilhoso que está nos inspirando até hoje, absurdo de entrega, de olhar para o céu e dizer, se eu ver o Senhor, nada mais me importa,
Depois um clamor para que Deus perdoasse os assassinos dele. Quem que faz uma oração dessa? Eu só me lembro de outro. O próprio Jesus. Esse homem tinha uma revelação de quem Jesus é. Por isso que ele adorava. Com o tamanho dos prendimentos.
E deixou também marcas na vida de um jovem que estava ali assistindo tudo. Um estagiário que estava ali guardando as roupinhas. Daqueles que estavam condenando e apedrejando Estevão. Eles deixavam as roupas dele com um jovenzinho chamado Saulo de Tarso. Esse homem primeiro ele se tornaria um grande perseguidor da igreja. Depois ele se tornaria o grande apóstolo dos gentios. Um dos grandes usados, responsáveis não porque o responsável é o Senhor.
Mas uma das grandes ferramentas que o Senhor usou para esse evangelho chegar até nós hoje.
e na verdade é basicamente essa a mensagem que Estevão tinha, de que o Senhor veio para os gentios, de que o Senhor veio para os seus, e os seus não receberam, então nós podemos ser enxertados e viver uma vida com Deus, o Evangelho é para nós, Estevão perdeu sua vida, ele foi o primeiro mártir da igreja pregando isso, e aquele jovenzinho que está lá vendo o sangue dele escorrer, vai se tornar o maior apóstolo para os que não eram judeus.
E fez com que o Evangelho chegasse aqui e a nossa vida fosse transformada. E nós pudéssemos ser enxertados na videira. Então gente, o testemunho de Estevão me inspira demais. Porque ele é alguém que simplesmente diz assim ó.
Se eu puder ver a glória de Deus, se eu puder ter os céus abertos acima da minha cabeça, o que acontece aqui embaixo, nada mais me importa, pode mandar pedra, joga mais forte, porque eu estou vendo o céu aberto, eu estou vendo o Senhor, e quando eu vejo isso eu não preciso de mais nada, eu não quero mais nada, nada é mais importante, nada vai sequer se comparar com a glória de Deus.
nada que possa acontecer nessa realidade, aqui debaixo, Estevam valorizou ao máximo a glória e a presença de Jesus, até mesmo sobre a própria vida dele,
Estevão gente, ele não precisou de respostas E esse é o nosso último ponto Da onde vem essa caminhada toda e conclui Dizendo que a presença de Deus vale mais do que respostas Estevão não recebeu nenhuma explicação Ele recebeu uma visão E isso foi suficiente Porque na verdade Deus já percebeu isso Deus não deve nada para a gente
Ah, mas eu sou tão bonitinho, faço tudo tão certinho. Deus não deve nada para nós. Nós nos servimos, não é Ele que nos serve. Estevão não procurou respostas. Então eu também não vou procurar. Apesar de que meu cérebro humano agitado, curioso, e meu senso de justiça própria, gritem. Por quê? Porque eu...
Por que aquela criança? Por que aquele senhor, aquela senhora que não fez nada mal para ninguém? Por que existe tanta dor? Por que eu estou sofrendo isso? O senhor não me deve nenhuma explicação. Estevão não recebeu explicação. Ele recebeu uma visão. Ele recebeu um vislumbre.
Ele recebeu uma espiadinha do que é o céu. E isso foi suficiente para ele. Até porque, gente, nenhuma explicação vai curar o sofrimento. Vocês já pararam para pensar nisso? Se Jesus me respondesse por quê? Ah, é por causa disso. Ah. Isso talvez satisfizesse um pouquinho a minha curiosidade. Mas não ia curar a minha dor. De que adiantaria eu saber o motivo? A gente quer saber porque a gente é curioso. Então, gente.
Eu não preciso de respostas. Eu não preciso de explicações. Eu preciso dele. Sabe o que faz realmente diferença? Na hora da dor. Na hora do sofrimento. Não são respostas. Não são explicações. É a presença dele.
Foi isso que aconteceu com o Estevão. Mesmo depois de tudo isso que falamos, todo esse sofrimento que ele viveu, ao mesmo tempo enxergando algo glorioso. E hoje nós podemos fazer com ele, olhar para cima, eu quero te convidar, olha para cima, eu quero te convidar, aproveita a oportunidade, porque a adoração no caos é uma oportunidade diferente. E nós encerramos dizendo que a presença dele é mais importante.
do que tudo, porque não teve uma salvação de última hora, que nem um filme de Hollywood, não teve aquele plot twist, onde o protagonista é retirado da situação de perigo, e ele é salvo na última hora, não, ele morreu, foi apedrejado até o fim, morreu naquele dia.
com violência, apedrejado, porque não é sobre sobreviver à dor, é sobre glorificar a Deus nela, é sobre aproveitar essa oportunidade do dia mau, que o dia bom não te oferece, e você dizer como Estevão,
Se eu olhar para o céu e ver a glória de Deus, eu não preciso ver mais nada. Eu não quero saber de mais nada, eu só quero a tua presença. Gente, nem mesmo o Cordeiro de Deus foi poupado do sofrimento. Ele é o quê? Ele é o homem de dores. Isaías diz que ele sabe o que é padecer. Então não tem nenhum sofrimento humano que o Senhor não conheça. Então ele escolhe por algum motivo que nós nunca saberemos deixar a gente viver essas lutas, essas dores. Só que ele não fica alheio a isso, ele vem, caminha nessa terra...
e ele passa por tudo que nós passamos, e ele passa por uma humilhação, ele passa por um castigo, ele passa por uma injustiça, e ele é violentado, assassinado, crucificado numa cruz, e quando ele chega diante do trono, lá em Apocalipse 5, os 24 anciãos, os 4 ferezares e 20 dizem, Digno é o Cordeiro, que foi morto!
foi morto, e com seu sangue comprou para si, homens e mulheres de toda tribo, povo, raça e nação, porque com seu sangue ele nos comprou, então não há nada que o nosso sofrimento assuste o Senhor, não há nada que ele não conheça, por isso é uma oportunidade de a gente não procurar respostas, mas a gente levantar o nosso olhar, a gente olhar para ele, a gente adorar no meio do caos, a gente aproveitar esse momento, para...
Porque Deus talvez não mude a tua situação Talvez você venha aqui querendo a palavra Que Deus vai mudar a tua situação Eu creio que Ele pode mudar e tomara que Ele mude Nós vamos orar por isso até o fim Nós nunca vamos desistir de orar por uma situação difícil Mas talvez Deus não mude a tua situação Só que se você enxergar a glória dEle Tudo começa a mudar dentro de você E agora nós vamos ter uma oportunidade De experimentar na prática isso E agora nós vamos ter uma oportunidade
Lembrando de todas as suas dores, de todos os seus sofrimentos. Não ignorando a presença deles, a existência deles. Você vai escolher levantar os olhos para o céu. E adorar no meio do caos. Nós vamos escolher uma das ferramentas de adoração que é adoração com música. A gente pode cantar louvores a ele e render nosso coração a ele. Nós vamos ter a oportunidade de cantar aqui dois minutinhos uma canção que fala exatamente como Estevam se viu.
Nem as pedras puderam interromper a visão dele do céu, a visão dele da glória. E nós vamos ter a oportunidade de fazer as três coisas que nós falamos hoje. Olhar uma nova realidade, levantar os olhos de uma nova realidade. Adorar o Senhor no meio do caos como uma oportunidade incrível e inigualável.
e sabendo que a presença dele é mais valiosa do que as respostas, vamos ficar de pé e vamos fazer isso juntos, em nome de Jesus, obrigado Senhor pela tua palavra, obrigado Senhor pelo testemunho de Estevão, obrigado por um homem que teve um vislumbre da glória, eu quero ver a sua glória Senhor, eu não preciso de mais nada.
Eu não preciso de respostas, eu preciso da tua presença. Você pode fazer essa oração junto comigo, repetir essas palavras e dizer, eu não preciso de respostas. Eu preciso da tua presença. Eu não preciso de explicações. Eu preciso da tua presença. Se eu puder te enxergar assentado no alto e sublime trono.
reinando pra sempre, sempre, eu não preciso mais nada, eu quero apenas te adorar, a minha vida serve pra contemplar a tua glória, pra te trazer glória, e se precisar haver sofrimento pra te trazer glória, eu vou te trazer glória no meio do sofrimento, no meio da dor, no
no meio da luta, eu escolho te adorar, no meio do caos, eu escolho te adorar contra todos os prognósticos, eu escolho plantar essa semente que é inigualável, que é adorar no meio da dificuldade que só aqui nós podemos experimentar, pra que isso se transforme em glória, pra que isso se transforme em vida, pra que mais pessoas sejam inspiradas a te conhecer, e nós possamos chegar diante de ti, e te ver face a face, e te adorar pra sempre, juntos, juntos,
mas enquanto estamos aqui, nós olhamos para ti, levantamos nossos olhos, levanta os teus olhos meu irmão, levanta os teus olhos, para de olhar para a dor que te aflige, olha para o céu e veja os céus abertos, e veja o Cordeiro sentado no trono, reinando para sempre, nada escapa ao controle dele, ele sabe de todas as coisas, ele sabe de todas as coisas, e nós não,
Ele não nos deve explicação. Nós que devemos adoração e rendição a Ele. E Ele vai nos conduzir por esse tempo difícil. Se a gente olhar de frente o caos, olhar de frente a situação ruim. E decidir adorar mesmo nessa dor. Algo diferente vai acontecer dentro de nós. E nós vamos precisar de mais nada. Mais nada. Mais nada. Só ver a Tua glória. Em nome de Jesus. Amém.
A beleza que há em ti Não preciso de mais nada Eu não quero ver mais nada Nada pode eu buscar A beleza que há em ti
Peça que há em ti Não preciso de mais nada
Reinado para sempre, sempre, sempre santo No trono ele está Porque o que venceu Reinado para sempre, sempre, sempre santo