Coisas de Millennials que os Gen Z nunca vão entender: Sair de saltos, hi5, NOKIA3310, MSN?! - TP1E13
Neste episódio d'As Vizinhas mergulhámos nas memórias que só quem nasceu entre 1981 e 1996 vai entender. Das saídas à noite obrigatoriamente de saltos (deixar entrar numa discoteca de sapatilhas era impensável!), ao Hi5 com a melhor fotinha de perfil, passando pelo indestrutível Nokia 3310 e pelo MSN com o nick cheio de letras e música. Isto é pura arqueologia millennial 😂
Falámos também de toques polifónicos, minutos limitados, infravermelhos, Tokings/Kolmis, CD's gravados, revista Bravo e Super POP, calças de cintura baixa e daquela sensação estranha de perceber que "foi há 20 anos" afinal não é 1980. É 2006 😳
Se te revês em tudo isto, bem-vinda ao clube 🤍
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- Diferenças Millennials e Gen ZModa e estilo de vestir · Sair à noite · Uso de saltos altos · Guardar caixas de produtos · Uso de emojis · Comunicação online (LOL, 6-7)
- Música do Ano polêmicaAvril Lavigne · Britney Spears · Pink · Eminem · Anastacia · João Pedro Pais · Anjos (banda) · Tradução de letras de música · Ouvir música vs. Podcasts
Olá vizinhas! Sejam bem-vindos a mais um episódio no podcast. E este vai ser daqueles mesmo para nos lembrarmos do antigamente, porque vamos falar de coisas de millennials. Vai ser nostálgico. Acho que vocês já conseguem ver aí um bocadinho da nossa mesa aqui da frente.
E vamos trazer aqui muitas memórias e também vamos ver aqui as diferenças entre as millennials e Gen Z. Não sei se temos aqui Gen Z. Estou curiosa. Aliás, estávamos a falar disso antes de começarmos o episódio. E eu estava a achar que era tudo assim mais millennial, mas não sei. Eu acho também...
alguns Génesis, mas digam aqui nos comentários tanto no YouTube como no Spotify quem é que nos está a ver e aproveito para dizer muito importante, quem nos estiver a ver no YouTube, toca a subscrever não vos custa nada, é uma ajudinha que dão aqui às vizinhas e para além disso, assim, são avisadas, mal nós colocamos um episódio porque isto não existe aqui uma hora certa, assim vocês são avisadas logo e no Spotify também vão lá dar-nos uma estrelinha que é muito simples também.
Uma não, cinco estrelinhas. Cinco estrelinhas, por favor. Obrigada amiga pela correção. Mas nós nos temos. Cinco estrelinhas e também subscrever. Acho que também dá para seguir lá. Não sei, mas façam tudo aquilo que der para fazer. Tudo que não goste do vídeo. Nós agradecemos. E nós também temos coisas para vos dar em troca. Vamos ao nosso passatempo.
amiga, queres explicar? Posso explicar. Como de costume, nós temos uma caixinha para sortear, basicamente nós vamos dizer a frase-chave ao longo do episódio, alguns aqui no episódio, vocês só têm que ir ao Reels relativo a este episódio que vai estar no Instagram asvizinhas.podcast comentar essa frase e habilitam-se a ganhar uma caixinha cheia de produtos. Vizinhas por acaso risos no elevador a vida é o conteúdo e nós o narrador
Ela guarda as minhas encomendas, que eu as dela também. Até o carteiro já nos diz ou lá influências. Tudo bem. E agora vou-me embora, chega desta ladainha. Vai começar o podcast com a minha rica vizinha. Tenho já uma coisa a dizer. A minha amiga foi em representação do Genesi. Eu estava agora a olhar para ela. Ele está.
Eu venho com aquela cena típica de millennial, que é camisolinha caçadinha, porque não dá para andar de outra forma, olha para o look da vizinha. Mas é assim, vizinha, eu caçei aqui um bocadinho. Ok, então estiveste ali mesmo no... Sim, é verdade. Estavas em cool, em modo jovem. E depois sentei-me aqui e não estava a funcionar muito bem em câmara, assim, sentada, então caçei aqui um bocadinho. Mas eu confesso que nisso eu não sou 100% millennial.
Eu tendo ali um bocadinho mais para a Génesis porque sinto-me mais confortável com coisas larguas. Ah, eu não.
Eu tento, eu juro que tento, mas o que sinto é que parece que eu estou mais baixa. Pois, mas a mim disfarça coisas. Então eu gosto. Mas às vezes eu parece que sinto-me mais volumosa se estiver com tudo muito largo e por fora. Mas compreendo que é mais confortável. E não dá tanto trabalho quando vamos à casa de banho, toca a botar tudo lá para dentro, que há camisas que dão trabalho.
Camisas e, aliás, houve uma vez que eu fiz um vídeo e depois aquilo até viralizou porque, tal como eu, muita gente não sabia como é que as pessoas usavam camisolões grossos por dentro de ceias. Eu não percebia muito bem como é que isso funcionava sem se notar grande coisa. Ah, eu consigo. Pois é, eu agora também já sei como é que funcionaram, mas diz lá amiga, como é que tu fazes? Há várias técnicas. Há uma que é não meteres por dentro, é meteres um elástico aqui e colocares preso no elástico, preso no setier também.
De outra forma, é colocar mesmo só uma pontinha por dentro. Comigo nunca resulta bem.
Ou então, até é um jogo de paciência É ir metendo lá para dentro E ver se resulta Outra forma que às vezes uso é meter uma espécie de calção E meter por dentro do calção em vez de por dentro da calça Tipo aqueles calções Curtinhos, tipo oxas Mas às vezes eu opto mais Ali pela trend Gen Z por causa disso Porque não está a funcionar, então vai por fora mesmo Eu gosto bem das outras pessoas, mas a mim parece Que falta ali qualquer coisinha Por acaso não acho a tua cara BomBB
Não, de pôr fora Ah não, acho que a minha imagem de marca é por dentro Acho que sim, eu também, até só eu gosto muito de usar por dentro E ficar ali a cintura mais marcada E ficar mais elegante Mas às vezes é por fora mesmo E há aqui tantas coisas, é que há muitas diferenças mesmo Entre millennials e Gen Z E não vamos só falar disso, ou seja, não vamos estar só a comparar com Gen Z E também vamos mesmo recordar Como é que era antigamente que eu fui ao museu À cama, ao quarto em casa dos meus pais Buscar imensa coisa Mas uma das coisas que mete muita confusão BomBB
entre nós e o Gen Z é a maneira como elas saem à noite se bem que, tenho que dizer que eu acho que o Gen Z é mais inteligente que nós, ou mais confortável digamos nós saímos à noite com salto alto, todas arranjadas uma sainha curtinha, um vestidinho e agora eu vejo as meninas a sair à noite com uma calça larga, sobretudo com uma suete com sapatilhas e eu fico meu Deus, como é que os seguranças as deixam entrar?
É que antigamente, se nós fôssemos assim, éramos barradas à porta logo. Amiga, nós somos oficialmente velhas, porque nós já estamos... Não digas isso. É verdade, o que é que és que eu digo? Nós já somos oficialmente aquelas pessoas que estão a olhar para a geração a seguir e a não compreender. Sem dúvida. Mas é, de facto, é isso. Imagina. É que há uma diferença gritante. Enorme. É mesmo, muito grande.
E essa questão de sair à noite é mesmo muito engraçado, porque eu lembro-me que sair à noite, quando eu saí à noite com as minhas amigas, o momento alto da saída era a parte do arranjar. Ah, sim, era a parte mais difícil. Era incrível, nós estávamos imenso tempo ali a preparar os looks, a decidir, uma maquilhava, outra fazia os cabelos, outra fazia os looks, e era ali tudo nos trinques, mesmo tudo impecável. Nunca na vida era tipo, vamos sair, bora, e vamos com qualquer coisa e siga, nunca na vida. Era um acontecimento, sair à noite era ir ali com as minhas Jeffrey Campbell.
que não eram realisticamente Jeffrey Campbell, eram uma não era uma imitação, uma representação uma inspiração, estava a faltar o termo uma inspiração, altíssimos eu acho que as têm lá para casa, por acaso isso não encontrei porque eu não sei como é que andava com aquilo sabes que eu por acaso nunca tive eram muito cool, e muitos aiteiros
Isto hoje em dia realmente... Olhando agora para trás. Mas eu nunca tive... Primeiro, achavam-me um bocadinho feias, mas de facto estavam muito... Era um bocadinho feio. Mas de facto estavam mesmo muito úneis, toda a gente tinha, quase todas as minhas amigas tinham. Só que eu não gostava de ser a mais alta. Então eu não usava... Sério? Sim, eu tinha essa cena. Não me perguntes porquê, porque na realidade eu até sou praticamente da mesma altura que as minhas amigas. Eu tenho que medes? 1,66, sou mais baixa que estou.
Eu tenho mais 2 centímetros, mas não gostaria. Pois, eu não gostava de ser a mais alta. E as minhas amigas eram ali para aí 2 centímetros, outras mais baixinhas do que eu, e eu não queria ser mais alta. E depois é que aquilo eram mais 5 centímetros na boa. Sim, sim, sim. Na boa, é que não era só o salto, era a plataforma toda à frente. E também há outra questão, é que eu saía mais à noite, ali entre os meus 15 e os meus 16. Depois comecei a não sair.
Eu não sei se aí já estava tão na moda Eu lembro-me que quando eu usava bastante Foi acho que no meu primeiro ano de faculdade E, ou seja, se eu tinha 17 Tinhas 20 Já tinha juízo Mas eu quando saí à noite Era muito tipo
estileto, aquele salto de agulha mesmo desconfortável bicudo, aliás eu lembro-me perfeitamente isto, nós tínhamos pretos, vermelhos, brancos e acho que era basicamente isso, nós por nós, digo eu e as minhas amigas e trocávamos entre nós, só que eu calçava o 38 e eu tinha uma amiga minha que calçava o 36. Eu ia perguntar exatamente isso, mas alguém fazia isto que era usar o calçado das amigas. O calçado e tudo. Quando uma calçava tipo 37 e a outra 39, que era o meu caso, eu tinha amigas assim. E usavam os teus? Usavam, os meus teus eram os dela. O pior era eu, usavam.
vários delas. Eu não usava os delas. Eu não usava, mas as minhas amigas usavam os meus. Nós trocávamos entre nós. Trocavam, pronto. Mas imagina, a minha amiga que calçava 36, dois números abaixo do meu, se ela andasse com aqueles sapatos assim, ficava sem sapatos no primeiro passo. Então ela arranjou uma técnica que era com os cordões. Como nós usávamos as calças, não é? E com os cordões e à volta do sapato, amarrava o sapato ao pé.
Olha, isso dá uma ganda vídeo Dica de TikTok Pois, mas agora as pessoas já não vão Salto de estilete para sair à noite As millennials que ainda saem à noite se calhar usam Mas se calhar também já têm os seus próprios estiletes Não precisam de desinvestar Não sei, talvez, não sei Têm saudades desses tempos
E vi também Agora quando estava assim A fazer uma mini busca para este vídeo Que o Gen Z vai sair à noite E que não bebem como nós vivíamos Não vivem Não vivem aquela noite Da mesma forma que nós vivíamos Porque no nosso tempo não havia cá Quer dizer, já havia redes sociais mais à frente No meu era no início do i5 É capaz de ser pai Então nós BomBB
vivíamos, literalmente, não era cá nem para mostrar, nem nada, e cá muitas vezes, chegava ao final da noite, se nos tirassem uma foto nós parecíamos mortas-vivas aliás, não havia, eu acho que os telemóveis, eu não sei se calhar estou a achar que sou muito mais velha que o que sou mas eu acho que os telemóveis nem tinham câmera, nós tínhamos aquelas máquinas pequeníssimas
tinha a câmera para trazer também tinha a placa incrível nós tínhamos aquelas máquinas pequeninas e era assim que tirávamos as estourações vou colocar aqui uma foto para quem está a ver com o vídeo da minha máquina que eu tenho lá em casa encontrei mas ela não está a funcionar se alguém souber onde é que eu consigo pôr aquela câmera a funcionar porque eu era a pessoa que levava a câmera
E tem grande história para contar aqui. Então? No meu primeiro ou segundo ano de faculdade, eu era a pessoa que levava sempre a câmera, que tirava fotos, nós tivemos um jantar, havia vídeos nessa câmera que nós andávamos quase a rastejar. Pronto, foi daquelas noites em que se viveu. Viveu, viveu bem, viveu à grande. E depois a minha câmera ficou perdida no piolho. Quem é aqui do Porto vai saber, e não sei se hoje em dia o pessoal ainda vai primeiro ao piolho e depois sai à noite, ficou lá perdida.
Depois viemos a saber como as raparigas da nossa faculdade, de outro curso, encontraram a nossa câmara e vocês não estão a perceber, o problema já nem era a câmara, era a vergonha delas terem visto tudo o que estava naquela câmara. E como é que chegaram a vocês? Conheciam-nos? E foi, olha, temos a vossa câmara e nós, tipo, saco.
não viram pois não o que está lá e a coiales pois senão como é que chegávamos a vocês claro que vimos ainda bem que não era esta era de usar depois os vídeos imagina se fosse hoje em dia se calhar já tinham feito vídeos a partilhar a mostrar as nossas figuras não era nada de vergonhoso era só animado digamos
privado, pronto, ok olha, duas curiosidades sobre o piolho eu nunca fui a piolho nunca foste? Nunca fui a piolho quando eu ia sair na altura era tipo para o Ect, para a Via Rápida, para o Chico íamos logo direto quando eu ia sair nós já íamos mais para bares e não tanto para discotecas minha irmã também ia mais para discotecas, então nós íamos logo direto e sabes que o piolho já foi do meu avô?
A sério? Onde fazia a mínima ideia? Sim, do meu avô, pai da minha mãe. Mas quando começou mesmo? Ah, isso eu já não sei, tenho que perguntar os pormenores, mas sei que o piolho já foi do meu avô. Olha a minha ideia. Ele agora tem outro café no Porto. E era já de estudante? Já devia ser que aquele já... Eu nunca fui mesmo ao piolho. Imagina, tudo o que eu sei do piolho é porque as pessoas me contam, porque eu realmente nunca fui.
para quem está a ver e nunca foi ao piolho como a Bárbara o que fazíamos era, nós íamos sair à noite era o aquecimento íamos lá beber uns shotzinhos, nem era tanto no piolho o piolho era o que nós chamávamos ao sítio em si porque eu passava mais tempo na adega de Leonor que eram dos shots, eram tipo um euro ou o caralho
pronto, tomávamos lá uns fotos, bebíamos um bocadinho e depois dali íamos para os bares isto também, se calhar porque eu estou na faculdade de letras, então nós não saíamos tanto lá está para Asprela e assim, nós saíamos muito aqui na Baixa do Porto já não é nada agora não sei como é que é, não faço a menor ideia como é que o pessoal sai à noite
Não faço ideia também, para as galerias, não é? Não sei, amiga, estamos velhas. Vamos lá, passando ao próximo ponto. Outra diferença que eu vi é que a geração atual deita todas as caixas fora, explicando. Comprei um telefone, guardei a caixa. Vai saber lá se vou precisar daquela caixa. Comprei um computador, guardei a caixa. E nisto temos ali um armário só de caixas. Como é que tu fazes, amiga? Eu acho que sou um híbrido. Eu às vezes guardo e outras vezes digo não, não, não, na realidade para que é que eu vou precisar da caixa? Não vou precisar e deito fora.
Mas depois às vezes vendo a coisa e até precisava da caixa. Dava jeito. Mas acho que as pessoas vão-te comprar na mesma sem a caixa. Mas pagam melhor se eu tiver a caixa. Eu também acho que sim. Há esta alta credibilidade. Não é? Mas eu também sou um bocado como tu. Porque em minha casa o Ivo é mais millennial neste caso. Porque ele é que guarda as caixas todas e eu vou deitando. Eu só guardo mesmo daquelas coisas, sei lá. De uma câmera fotográfica.
De uma coisa que já sei que possivelmente vou querer vender. Mais à frente quando já não precisar. No nosso trabalho é muito comum. Pronto, íamos fazendo upgrades. Então já sei que isso vai acontecer. Tudo o resto...
vai para o lixo. Porque na realidade se não for para isso para que é que efetivamente precisamos da caixa? É só para guardar, para acumular espaço. Por exemplo, na altura quando tive a Bimbi, que é tipo um mostelho, aquela caixa, tive a caixa na arrecadação imenso de tempos. Pensei isto, está-me a ocupar aqui imenso espaço, para que é que eu estou a guardar isto? Deitei fora. Quando me dei de casa, isto me dá de casa é bom para deitar tudo fora.
Sim, é verdade, é. A quantidade de lixo que se encontra quando se muda de casa não é de Deus. Não, do todo. Olha amiga, mas eu estava ali a ver se calhar podíamos ver aqui algumas das coisinhas que tu trouxeste do teu museu. Sim, que eu até trouxe meu disc, mano, acho que é assim que se chama, já nem me lembro, leitor de discos dentro da caixa. Claro, como boa millennial que a Karina é. Quem se lembra disto? Meu Deus. Olha, eu acho que era giro.
Não nos lembramos disso antes, mas pôr aqui a Frederica e perguntar-lhe o que é que é algumas destas coisinhas. Acho que ela não vai saber que é grosamente nada. Ela não conhece. No outro dia eu cheguei à conclusão que a Frederica tem 6 anos, nasceu em 2020, eu e o Fábio estávamos a falar de CDs, não sei o quê, e ela perguntou o que é que era um CD. Não era uma disquete? Não era uma disquete? Não era isto?
Quer um CD? Ela não sabia. E se vamos a ver, ela é do tempo do Spotify. Ela é do tempo... Aliás, ela não percebe muito bem porque é que quando quer ouvir a música X, ela não pode ouvir a música X. Nós somos o tempo em que temos que esperar que a música passe na rádio. Sim, não é? Ou ter que ter um CD que tivesse essa música. Ou, antes disso...
Eu trouxe o meu museu e o museu da minha irmã. Como é que se chamava isto? Fábio, como é que era? Walkman. Para cassetes. E tínhamos que levar cassete para o carro também, para ouvirmos. Olha, nem sei como é que isto se abre. Ainda vou estragar isto. Depois vou ter que pagar um à minha irmã e nem dá para comprar. E vai ficar registado em câmara. Não sei, não sei abrir isto. Olhem, eu vou ser sincera. Eu sou millennial, mas eu não sou...
Do tempo disso? Ah, espera, não. Eu também não, eu acho que isso poucas vezes usei. Usei mais aqui, amiga. Vamos assumir. Não, não sei. Não, até porque era para fazer o play, estamos a ser novas. Pois é, já vi. Estamos a ser muito novas, é que não estamos a ser nenhuma que pronto, ok. Anyway, também não precisam de saber como é que se abre. Mas dentro dos CDs...
Lembram-se do Top Star E havia um que ainda era mais conhecido Era o Now Quando saía o Now era dos meus momentos altos do ano Porque tinha as minhas músicas todas preferidas reunidas Imagina, não tinha que comprar o CD daquele artista específico Tinha as músicas todas do ano Era tipo o Now 90 e não sei o quê Eu acho que eu comecei a comprar para ir no Now Para ir no 97 Imagina, era Now 97 Eu não sei Não, mas queres saber pior amiga?
É que estás a falar de 97 E agora lembra-me de uma coisa Que é quando alguém diz que foi há 20 anos E agora lembra-me de uma coisa
Eu penso, foi tipo, sei lá, 1980. Não era nascida. Nem cá estava. Mas não, as pessoas estão a falar de 2006. Por isso imagina há quanto tempo é que foi. Eu digo-te, há 20 anos foi quando eu e Fábio começamos a namorar. Mas vocês também são dinossauros. Vocês são dinossauros juntinhos. Também é verdade. Juntinhos e dinossauros. Estão a falar, eu e o Ivo começamos a namorar há...
12 anos, vamos fazer 12 anos porque também estamos meninos 2014 nós começamos em 2006 há 20 anos, como assim? há 20 anos foi em 1980 já não há amores como antigamente obrigada
Ah amiga, vou dar uma confidência que naquele dia no último episódio, não sei se vai ser o último episódio ou anterior, porque nós estamos a gravar dois hoje nós estávamos, tu foste a adormecer as tuas crias e eu fiquei com os dois meninos cá em baixo e eles beberam uma garrafa de champanhe que não tem que ver a marca porque era ótima é ótima, ficaram fofos eu não bebi, mas já vou-lhes explicar porque é que é ótima então
Eles estavam a ter uma conversa que eu estava a ouvir muito contente a dizer que já... O Fábio está a ouvir. Estão a rir. Que se por alguma situação nos acontecesse alguma coisa, eu até disse, se eu morresse, nem era se eu acabasse, é para verem o ponto. Se nós acabássemos era se eu morresse, que achava que não ia encontrar mais ninguém como eu, porque já nunca na vida ia ter uma... Como é que era? Já nem sei.
Eu devia ter registrado isto, pá Já não ia ter Uma relação assim em que íamos Crescer juntos E o Fábio a dizer exatamente a mesma coisa Eu achei tão fofa, amiga, tive de contar Tive de contar Vocês sabem qual era a marca do champanhe?
Isto é para colocar. Olha, mas eu não sabia, gostei de saber. Portanto, vizinhas, nós vamos ver a marca de champanhe, vamos fazer publicidade. Olha, estamos a elogiar os nossos homens. Não sei o que, eu estou a dizer que eles foram muito fofos. Muito fofos. E não, nós estamos a brincar, eles são fofos naturalmente. Não é só por causa de champanhe.
Desculpa, amiga, foi um à parte Lembrei-me de contar Vamos voltar a não sabias Imagina, é para vocês verem Como isto é real de nós precisamos de podcast para falar Que eu ainda não tinha tido tempo de contar isto à amiga Nós já tínhamos estado juntas depois das férias Acho que não Lá está, a última vez que estivemos juntas foi a gravar podcast Pois foi, exatamente, nas férias Que nós nas férias também podemos a conversa lá em dia Sim
Sobre CDs, tenho aqui este guardado que foi um CD de João Pedro Pais mas isto nem é o original, desculpa, João Pedro Pais era daqueles que não sei se eles faziam isto Alguém tinha não sei como é que fazíamos isto, já nem me lembro ou seja, eu tenho aqui os CDs, mas não sei como é que arranjávamos as músicas Sacávamos as músicas, pai, não é múmulo Não havia internet Pois alguém tinha, passava, mas eu não tinha em casa Ai, eu tinha, somos milênios mas não somos da Idade da Pedra também Amiga, eu estou da aldeia, chegou lá mais tarde
E dá lá que tinha esse sabiês. Alguém dava. E tu certamente imaginas, isto era da minha irmã.
Portanto, deve ter sido o meu cunhado Que deu a minha irmã E depois, eu como boa irmã mais nova que sou E aqui diz, Kátia, eu risquei E escrevi o meu nome, Karina O do campeão do CV Temos aqui o jogo do Sims Sim, como assim Será que ainda se joga Sims? Acredito que sim, não com o mesmo amor Que se jogava antes Nada é como antigamente, ninguém é tão bom como nós Ninguém gosta de nada como nós, ninguém vive como nós Estamos bem Estamos mesmo bem
Isto é mesmo clichê, mas lá está, se é clichê por algum motivo é. Mas imaginem, eu adorava jogar sims, o que é que eu fazia no Sims? Porquê é que eu adorava jogar sims? Porque eu construía uma casa...
e construía a minha família com o Fábio era o que eu fazia no Sims, não fazia mais nada amiga, estás a viver o teu Sims que giro! mas no meu Sims eu só tinha uma filha e chamava-se Lara Lara? Lara, porque inicialmente nós eu digo, lá está, daquelas conversas que se tem quando se era jovem ai, se um dia tivermos filhos como é que se vai chamar? olha, acho que vamos ter uma menina e vai se chamar Lara só que o Fábio tem uma prima que se chama Lara então, pronto quando era pequenina, quando brincava, as minhas filhas chamavam-se todas Saras Beatriz então, agora já sei o que o Filho
Sara Beatriz, adoro os dois nomes mas é daquelas coisas que é mesmo à millennial tipo os dois nomes é material ou o meu primeiro e segundo nome que não vou dizer, quem quiser saber existe um episódio aqui onde contestamos isso, vão ver, vão ouvir mas olha, o Sims é digo-te uma coisa, é que só pensar na musiquinha do Sims, aquilo traz mesmo sabes que há uns tempos eu vi um óptica
que dizia que a música do Sims era ótima para trabalharmos, para nos concentrarmos. Então eu pus a música do Sims no Spotify e às vezes ponho a dar aquilo de fundo. Eu acho que se tem demasiado TD, nem isso resulta. Mas sim, como é que se é repetitivo, sabe? Acho que até é fixe. Agora tenho aqui o rei dos reis dos millennials. E eu acho que toda a gente que está a ver este podcast, que é millennial, teve um.
Nokia 3310 não, isso não era preciso ter dois ou três amiga, só se o perdesses, porque ele eu aposto que se eu encontrar o carregador disto ele funciona, só que eu não encontrei isso é tão milênio, isso é tão eu já não via um, eu não sei mas há muitos anos
E foi como se tivesse estado com ele na mão outra É, não é? Tipo, imagina, eu escrevi um quiaba Não, imagina, e escrever sem olhar Ai, consigo, acho que ainda consigo escrever uma nova E escrevi as mensagens todas E este barulhinho conseguiu nos descobrir nas aulas Quando estávamos no telemóvel, tipo, por isto, deixa eu ver se o Fábio consegue ouvir ali Consegues ouvir, Fábio? O barulhinho das teclas Está para ASMR E jogar snake E já tinha uns capas
Amiga, jogar Snake. Ah, sim, era tão fixe. Era tão vicioso. Qual o Instagram, qual que é? Quando eu estava à espera de alguma coisa, eu estava a jogar Snake. E aquilo era incrível. Eu conseguia fazer a cobrinha a ocupar o ecra todo, até que nunca havia mais e pronto. E depois voltares a fazer o mesmo jogo.
E era incrível. Era mesmo fixe. E depois quando vieram as chamadas, lembras-te quando começamos a ter mensagens grátis e chamadas mais à frente grátis, lembras-te disso? Eu acho que a minha memória disso é um bocadinho diferente. Porquê? Porque o meu cartão, os meus amigos todos tinham cartões pré-pagos. E o meu cartão era daqueles que se pagava no final do mês. Porque os meus pais tinham posto assim.
E toda a gente dizia, ai que incrível, tu não ficas sem saldo. Era horrível. Eu detestava porque eu realmente não ficava sem saldo, mas eu não podia gastar muito dinheiro, como é óbvio, só que eu não conseguia controlar. Então eu lembro que aquilo era um stress, porque depois chegava ao final do mês e levava na cabeça, porque gastava mais do que o que era suposto. Por isso, eu também tinha esse controle, mas não tinha aquela coisa de...
saber quanto dinheiro, que estava a ficar sem crédito etc. Mas lá está então acho que isso foi antes porque depois veio a fase em que nós tínhamos tipo se não me engano eram tipo 1500 SMS grátis por semana ou por mês Pois mas eu não tinha Só depois mais para a frente quando passei para os pré-pagos
Mas eu lembro-me disso Depois era incrível E a cena de contarmos os caracteres Quando enviávamos mensagens Nós tínhamos que contar os caracteres Para não dividir em duas E graças a isso começamos a escrever tudo com abreviaturas Sim
Como é que nós escrevíamos? Era tipo, oi, tudo bem? Era oi, td, bem. E nem enviávamos ponto de interrogação, contava como um caractere extra. Não, não. Ah, e outra coisa, depois lembras-te de uma altura que era fixe escrever com x? Nós trocávamos todos os s por x. Jinhos. Jinhos. Jinhos, tudo.
e o K, não se usava Q, usava-se K K, claro, conta exatamente o mesmo número de caracteres que um K mas pronto, sabes que o Genesi agora não querem usar, dizem que é old usar emojis sim, agora meus queridos amigos nós é que não usávamos emojis, porquê? Porque não havia
Havia, nós fazíamos Nós fazíamos os nossos nossos muito criativos Nós fazíamos dois pontinhos E um Um parênteses E um coração E uma setinha Aquela cena do superior e do inferior Dava para fazer Ou então dois pontinhos e um travessão E fazia aquela carinha assim de lado Portanto Vocês nem sabem Por exemplo Isso é coisa BomB
Depois começou, mas não é bem da nossa altura Não, o que é que era? LOL E a uma altura que todos nós estávamos super Só dizíamos LOL É que o LOL não era só escrita, era dito O LOL era como hoje, que eu descobri há pouco tempo Aquela cena do 67 Os nossos pais ficavam super irritados Sempre que a gente saía com o LOL E agora é tipo, ainda não percebi amiga Depois contas-me isso Não é 67 amiga É 6-7 E aí
Eu só sei que a Frederica um dia chegou a casa e começou a dizer Mamãe, diz 6-7, 6-7 E eu, what? E ela andou um tempão a dizer O Ivo está com cara de que também nunca ouviu isto na vida Pois E o Fábio já me perguntou várias vezes Porque afinal o que é que é o 6-7? Eu já vi para aí uns dois ou três vídeos a explicar Ainda não percebi muito bem
honestamente. Olha, a primeira vez que eu soube disso foi quando eu fui fazer agora eu fiz um diagnóstico capilar com a carastase e na altura aquilo deu-me tipo um valor final, tipo um teste do meu cabelo. E quando eu fui fazer agora o tratamento ao cabeleireiro, ela disse-me, a cabeleireira disse-me, a Sofia disse assim, olha, eu lembro perfeitamente quanto é que foi, porque foi o 67 e agora toda a gente anda com isso. E eu fiquei assim, tipo, estás a ver quando fazes desconto do género? Ah, sim, sim, sim, sim.
que é isso meu não fazia a mínima ideia, juro portanto, depois fui ver e acho que isso veio de alguém de uma música não sei, não sei amiga já tentei perceber o início, mas não sei é um bocado isso, brain rot ok
Quer dizer isso? Quer dizer o quê? Não quer. Não, isto tem uma origem qualquer, eu já vi vídeos que explica. Sim, isto é uma cena negativa, porque eu vi alguém a dizer, é só uma piada. É só uma pervulsa qualquer. E imagina, eu tenho a certeza absoluta que a Frederica não faz ideia nenhuma do que é que se quer dizer, onde é que isso veio. Então, o Fábio esteve agora a pesquisar e basicamente 6x7 é quando a geração alfa, que é a da Frederica, quer trollar um adulto, diz isso porque nós não fazemos ideia do que é que aquilo quer dizer. Eu tenho a dizer que há uma missão muito bem sucedida, porque de facto...
Aliás Pensamos assim Criancinha Fedei-lhe os irritantes É tipo colate Coitada Já os pais já sentiram isso? Já era com o LOL Eu lembro que a minha mãe ficava tipo O que estás para ir a dizer? Que palavra é essa? E é que depois uma pessoa dizia LOL Mas depois escrevia LOL Tu também escreveste Tipo como pai Mas isso era quando as mensagens eram gratuitas Pois claro Porque antigamente a gente tinha Poupa Oscar a que fez Ou não é messiano Ou LOL em letra encapsula E era um riso Era um extra riso Era Foi agora
Ai meu Deus, isto realmente Mas pronto, estas coisas são giras Agora das cassetes, tem aqui guardado Isto era mesmo, ou seja, isto é real Isto tem aqui um trabalho de grupo aqui dentro Disquete Para quem é mais novo Isto era a forma como nós guardámos Os nossos trabalhos, aqui diz assim Grupo 3, Eduardo 7 Karina 5, isto era os números da turma Ivo 10, não era este Ivo Este Ivo ainda não existia na minha vida, não sei onde é que ele andava Joana Isabel, turma 5º B Bom dia
Meu Deus. Imagina. Disquetes. A Frederica nunca viu uma disquete na vida. Se a Frederica, entretanto, aparecer aqui, a gente vai lhe perguntar. Não, não vai saber o que é metade dessas coisas que estão aí. Nomeadamente, as cassetes em VHS, que alguma vez a Frederica
conseguiria entender que para ver os desenhos animados tínhamos que pôr uma coisa destas dentro de uma maquineta e que não é só chegar à televisão não era na televisão, era um... como é que se chamava? VHS, imagina, não era na televisão leitor de VHS leitor de cassetes, era assim que eu chamava ok
Mas depois vinhas na televisão Via na televisão, mas estava ligada Tinhas ali uma série de maquinetas Aliás, os móveis das televisões tinham Andar de cima para meter isto E embaixo é que estava a televisão Aliás, nós tínhamos um leitor de cassetes Que depois abria e tinha assim um teclado E eu adorava carregar naquelas teclas E basicamente, nem sei para que aquilo servia Tinha letras mesmo, tipo um teclado Eu adorava BomB
Mas eu acho que aquilo também dava para gravar coisas, ou seja, dava para pormos cassetes que depois conseguíamos gravar o que estivesse a dar na televisão. Eu acho que a dos meus pais também dava. Aliás, a dos meus pais ainda está lá, não sei se está a funcionar, espero que sim, porque para além destas, que estas aqui eram dos desenhos animados, dos filmes da Disney, nós também tínhamos dos vídeos que os meus pais faziam nossos.
Sei lá, tínhamos cassetes com a festa da escola, de Natal e assim. Nós também tínhamos. Quero mesmo ver, espero mesmo que esteja a funcionar, agora eu quero ver. Dá a ver.
E aqui temos o meu filme favorito que a Bárbara tem Poco Ontas E este também, eu acho que tinha estes dois Mas acho que tinha mais alguns lá para casa Mas estes aqui, eu vi isto, eu sabia as falas de cor Todas de cor Não havia cá, tipo, estás sempre a sair um filme novo Eu aposto que se eu vir hoje a Poco Ontas Que já não vejo mesmo há muitos anos Eu também ainda sei falas de cor Isto é mesmo incrível E mesmo o estilo de desenho, os animais Não tem nada a ver com aquilo que é hoje em dia Hoje em dia é muito mais realista 3D, etc Bom, agora já sei o que é agora
Aqui eram desenhos mesmo. E acho que... É assim, depende. Agora também já se chegou à conclusão que algumas das histórias não... Como é que eu ia te explicar? Invenceram mal. Sim, ok. Mas, por outro lado, acho que tinham mais inocência. Quero acreditar que sim, não sei. Olha, eu tenho um mix feelings em relação a isso. Imagina, eu ouvi aos filmes todos da Disney e adorava, mas agora ao vê-los com as minhas filhas, sendo que uma tem dois anos e a outra tem seis,
Eu lembro-me de ser pequena e ter muito medo na parte dos maus. Nem estou a falar tanto em relação a questões mais ligadas ao feminismo, etc. Não estou a falar tanto nessa questão. Estou a falar mesmo sobre as partes mais stressantes dos filmes da Disney. Eu agora vejo e penso assim, não sei se eu quero que as minhas filhas vejam isto. Tipo, isto realmente...
mete muito medo e eu lembro-me de ter medo também eu não me lembro tanto de ter de em quais é que tinha medo eu acho que em todos, porque imagina todos têm o vilão, eu hoje em dia tenho muita dificuldade em encontrar desenhos animados para mostrar às minhas filhas onde não haja assim vilões, onde não haja partes assustadoras mas não achas que também é importante lhes mostrar que existe sempre um lado mau, ou seja, para perceber um bocado o lado bom e o lado mau, não sei eu percebo, mas imagina
Eu gosto mesmo muito da Bluey Acho que a Bluey é provavelmente Os desenhos animados mais consensuais que existem Eu não acho que eles mostrem Que é tudo bom Imagina, bruxas não existem Ok É daquelas coisas que Eu não sei Espero que ela sai Imagina Existe esta expressão mesmo Mas também existe em português Ou pelo menos eu sempre ouvi em português Não acredito em bruxas Mas que é isso aí
não sei muitas vezes estamos a ver desenhos animados e a Frederica vem me perguntar isso não existe, isso é mesmo só na televisão só na história, e eu preferia que elas disssem coisas, não é que retratassem o mundo como perfeito porque o mundo não é perfeito, mas que não tivessem aquele... ou então que tivesse o lado mau mas um lado mau realista do que realmente pode aparecer
Sim, estes aqui, os tamagotchis que eram assim a loucura na altura e eu tenho que dizer que estes são tamagotchis de 2026, porque são iguais aos outros. São da Frederica então São da Frederica, o que é que acontece? Ok, 2026 não, 2025 Na altura do Natal, ela disse que a coisa que mais queria era um tamagotchis, queria muito queria muito, queria muito o pai Natal deu-lhe um tamagotchis e o pai Natal teve que arranjar um tamagotchis para a Camila também, senão aquele ia dar as neiras BomBB
Acham que elas ligaram alguma coisa ao Tamagotchi? Não? Não criaram bem o cano de Tamagotchi? Nem sabem o que é. E depois eu também, sinceramente, também já não me lembro muito bem, não lhes consegui muito bem explicar como é que isto... Também já não me lembro, mas eu tenho uma curiosidade muito grande, não sei se sabes, amiga. E eles ressuscitavam? Eu não sei. Ou no partido momento que morriam, tipo, era deitar fora que não...
Boa pergunta, porque este aqui, eu depois até posso levar ali à frente para mostrar, é um anjinho com 5 anos. Ou seja, a Frederica não cuidou dele, virou um anjinho. Morreu, portanto.
Eu acho que ele já morreu em dezembro se ainda não ressuscitou. E depois caiu o anjinho. Portanto, ele virou o anjinho na altura do Natal. E já tem 5 anos. Os anos aí passam rápido. Não, eu acho que ele fez 5 anos em um dia. Não sei muito bem como é que isto funcionou. Mas eu lembro que os tamagotos na altura eram uma cena incrível. Acho que aqui na geração alfa não pegou muito. Não sei. Foi uma moda muito rápida. Ou então se calhar mais velhos não faço mesmo a mínima ideia.
Nunca mais ouvi falar de tamagotos. Aliás, espera, desculpa. Mas acho que era uma cena incrível.
Ok, eu lembro, a Frederica gostou Mas eu é que tinha que tomar conta dele Imagina, eu disse, olha, lamento Já tenho duas filhas reais para tomar conta Não vou estar a tomar conta agora do teu Tamagot Ela não entendeu bem a cena Porque acho que o intuito era ensinar-nos A tomar conta de algo Mas acho que ela é mais à frente Porque eu também acho que era mais crescida quando usei
Não me lembro mesmo. Não sei amiga, não vou guardar para ela descobrir isto. Pronto, serviu o propósito agora aqui de mostrar no podcast, mas acho que vai à vida até porque olhem este, já não tem nada. Polly Pocket.
Esta foi a coisa preferida. Ai, a sério. De ver. Agora sou eu que vou ter que ir ali mostrar. Me pedir a ajudar aqui à produção. Das coisas que tu trouxeste do teu museu, foi a coisa que mais me deu nostalgia ver. Esta caixinha era incrível. Estava sempre na minha carteira. Andava aqui a brincar. Depois dava para meter aqui a bonequinha. Tu também tinhas? Tinha, amiga. Eu adorava Polly Pockets. Os rapazes não sabiam o que era Polly Pockets.
Mesmo antes de abrir, eu disse logo, olhem, eram umas bonequinhas mesmo pequenininhas que tinham uns buraquinhos que se encaixavam. Era tipo, incrível mesmo. Dobravam. Olha, adoravam. Fizemos agora aqui uma pausa forçada para trocar a bateria e estávamos aqui a conversar e chegamos à conclusão que somos pessoas de meia idade. Tu chegaste, amiga. Eu não. Quem chegou foi o Fábio. Eu também não cheguei, eu não concordei. Na verdade, eu tenho 35 e ainda arredonda para baixo. Não, 35 já arredonda para cima.
além de estar de meia idade estás a ficar chorném pois tenho desculpa mas pronto amiga mostra-me lá o que mais tens aí do teu museu então temos aqui
Estou, amiga. Que chique. E se telemóveis assim de Filipe? Estava mal de abrir, era a cena mais pintas de sempre. E esse barulhinho do telemóvel de estar era incrível. Eu também tinha um. Também tinha, mas não era bem esse. Acho que como eu não era tipo dos mais famous da altura, mas usava imenso. Este telemóvel passou por tudo e mais alguma coisa. Eu posso dizer que ele até na sanita caiu e ele ressuscitou. Na altura nós não podemos passar 5 minutos sem telemóvel.
Ou tipo, estavas a tomar banho e tinhas o telemóvel ali ao lado. Não sei se acontecia. Estava descharcado. Igual, não é?
Sim, mas acho que agora não tem teclas Na altura tinha que secar as teclas para depois funcionar E agora só à prova de água Sim, mas eu também não testo muito essa característica Nem testo, só à prova de sanita como este Pronto amiga, e dentro dos telemóveis estávamos aqui a lembrar Dos talkings A uma altura quando nós não tínhamos Não tínhamos Bom dia
créditos ou não tínhamos chamadas não tínhamos saldo, é isso nós mandávamos um, eu acho que o meu eu era a BodaFone na altura este disco cardinal, 1, 2, 3 este disco número e cardinal no fim não sei se isto ainda funciona e era assim que pedíamos para nos ligarem. Que na verdade não era mesmo para a pessoa ligar, era só para dizer assim Oi! E era porque, não sei se acontecia isso contigo eu e as minhas amigas tínhamos códigos
um era sim e dois era não tipo, mandámos uma pergunta, responde com toque só que como eu não tinha a cena de não ter crédito eu não conseguia mandar, eu só conseguia receber mas pronto, mas eu lembro-me perfeitamente eram os toquinhos e os colmis depois o Ibo também nos lembrou aqui dos infravermelhos, para passarmos coisas de uns para os outros, tínhamos que estar assim acho que o Nokia 2310 nem tinha infravermelhos
acho que isso foi depois acho que não acho que não tínhamos que juntar estar assim literalmente colados um ao outro para passar e para passar o que? fotos? não amigos isto não tem câmaras eu acho que tem este tem câmara acho que não se calhar tinha eu acho que este já tinha câmara eu acho que vejo aqui uma cena que era câmara tem tem tem tem tem câmara frontal e tem câmara frontal desculpa deixa-me ver ah desculpa mas este já é chique
Tem câmera frontal. Ou só tem câmera frontal. Não sei. Eu preciso ver se isto funciona para ver se tem aí fotos. Não era para passar fotos. Era para passar só uns toques. Polifórnicos. Meu Deus. Como é que se comprava? Era na televisão, não era? Que se comprava os toques polifórnicos. Meu Deus. Depois passámos uns para os outros. Olha, não sei.
Imagina, mesmo a televisão era uma coisa completamente diferente. Olha, estávamos à bocada até a falar dos dots. Quem é que se lembra dos dots? Eu não me lembro. Os dots eram uma coisinha amarela, um autoculante, que eu acho que até se comprava nas bombas de gasolina, eu não tenho a certeza. Tínhamos que colar no cantinho da televisão, em cima do símbolo do dot. Era o objetivo. Não faço a menor ideia.
Eu duvido até que fosse algum objetivo realista. Porque é que interessa se estava em cima do símbolo ou não? Quem é que ia saber? Não sei. Mas vou pesquisar para que é que serviam os dots. Alguém sabe? Não faço a mesma ideia. Eu não sei mesmo. E o Hugo? Tu lembras-te do Hugo? Não. Também estava a falar disso. Eu acho que lá está. Tu és um bocado mais um do que eu. Foi uma milénia mais antiga. Mas basicamente era um jogo que se jogava na televisão.
Acho que ia ligar e tinha uma música que era Hugo para a esquerda e para a direita. E lá as escadas.
O Ivo também não se lembra Vocês são milénials Mais lá para a frente O que é que tens aí amiga? Amiga, isto é da minha irmã E ela disse-me assim Como boa irmã mais velha disse Tu podes levar, mas tu traz isto toda a volta
Eu vou levar, está a promessa dada, porque eu estava à procura das minhas revistas da Bravo e da Superpop, não encontrei as revistas, mas encontrei as agendas da minha irmã. Isso é 2002, 2003, está aí? Exatamente, e é que é 2003, 2004. A minha irmã guarda todas as suas agendas, portanto vão voltar, e lá está a Bravo e Superpop, eram oferecidas nestas revistas que nós comprávamos sempre.
E tu compravas a ragazza também? A ragazza diz-me algo, mas não me lembro. Pois, porquê? Porque já era assim, imagina. Eu tinha uma amiga ou duas que eram mais velhas e elas compravam a ragazza, que já era para aquelas meninas mais velhas de 17 anos. Eu acho que não comprava, eu lembro das ragazzas talvez do tipo dos cobleireiros e assim, mas eu acho que não me lembro de comprar. Também era para as adolescentes, mas era para aquelas adolescentes ali já, mais velhinhas. Adolescentes cultos.
essa era mais tipo com cena já de moda e assim não era? não, e também tinha mais coisas de namoro então não era assim bem mas isso não me diz mal, mas não tenho a certeza e agora estou aqui a ver dentro disto tem, olha, o super pai tem aqui uma capa de super pai o médico de família, eu gostava muito sim, também gostava muito médico de família deixa eu ver mais
anjos, eu adorava os anjos, lembro-me de ir ao concerto dos anjos quando eles foram a Selurico e os deserts, agora nem sei se pode falar dos anjos coitados New Wave, tem aqui New Wave amiga, tu vias New Wave ou me vias morangos com açúcar? Eu vi as duas coisas eu lembro-me disto, lembro-me de ficar muito chateada quando vieram os morangos com açúcar porque achei que estavam a fazer uma imitação a New Wave e malhação, e não estavam? estavam
mas, vendo agora, tudo é uma inspiração de alguma coisa, todas as novelas são uma inspiração de algo por exemplo no Instagram estamos sempre a fazer trends que acabam de ser inspiração de uma coisa na outra mas eu lembro-me de ter ficado assim meio reticente quanto aos morangos, tipo, não, eu já vi a New Wave e já vi a Amalhação então via
Porque estava exatamente no mesmo horário. Acho que a guerra também era essa. Pois, acho que tens razão. Ou seja, eu vi a malhação, mas eu acho que depois passei para os morangos. Exatamente, porque a malhação dava antes e New Wave dava a seguir. New Wave e Moragos com o Sucar davam exatamente no mesmo horário. Pois. Para quem é mais novo, está a pensar, ah, mas puxa para trás. Qual puxar para trás qualquer? Não havia. Tipo, ouvias no momento.
Se quisesses ir à casa de banho, tinhas para ir pelo intervalo. Porque senão perdias a infância. Sim, porque os intervalos também não dava para passar à frente.
Tinhas que levar com eles ou ver outra coisa no canal Aliás, eu lembro-me de ver Tipo as horas para ver ali mais ou menos 15 minutos Que era para saber, ok, já passou o intervalo Já posso voltar ao canal para ver o que eu estava a ver Acho que algumas vezes as minhas filhas Compreendem o conceito de um intervalo Em que tem que ficar ali a olhar para a publicidade
Agora elas têm isso, por exemplo, quando estão a ver, sei lá, um vídeo no YouTube assim que aparece aquela publicidade e elas passados 5 segundos já estão a carregar no skip. Achas que elas não percebem isso? E lá está, elas com 2 aninhos já sabem carregar no skip. A Camila, por acaso, não, mas a Frederica tem uma história muito engraçada que ela, quando era mais pequenina, ela de vez em quando via algumas coisas no telemóvel, então quando apareciam os anúncios na televisão ela ia lá carregar, achava que era touch. Também na televisão. Ia lá carregar no skip também. Era bom.
Mas não, de facto não. Olha, mas essas agendas, que nostalgia, que throwback. Olha, mas aí os cantores que está aí nessa. Então, temos a Ibrilabina, a Maba Ibrilabina. Eu sei as músicas, sempre que dá a Ibrilabina, eu sei as músicas que continuam a saber todas de cor, do início ao fim.
Ou seja, sei a melodia Mas eu não percebo muito inglês Então não sei a 100% Eu sentia aquilo com uma intensidade Mesmo que não tivesse nada a ver com a minha vida Eu sentia aquilo com uma intensidade E chorávamos a ouvir músicas Lembro-me à altura lá está que o meu inglês não era muito bom Eu ia para o letras ponto não sei o que A fazer as traduções das músicas Não era lyrics?
lyrics.com.br é capaz, mas acho que também havia um cara letras eu lembro que aquilo era tipo laranja e agora estava-me aqui a lembrar ao ver a Abril como uma altura dos imus tu lembras-te disso? eu lembro-me de adorar andar toda preto e assim e eu cheguei a ir mascarada no carnaval de Avery Lavin com a minha amiga que entretanto já faleceu que nós crescemos juntas
E íamos as duas com aqueles colares de picos Com cintos de picos Olha, a sério Eu tinha uma pulseira E também tinha um cinto, sim A minha mãe odiava aquilo e com razão Pois, mas agora olhando para trás Aquilo era mesmo super cool Aliás, eu percebo isso A Frederica ontem virou-se para mim e disse assim Mamã, tu gostas mais de ser calma Ou mais de ser roqueira? Ela perguntou-me isto E eu
eu gosto mais de ser aquilo que eu sou eu gosto mais de ser roqueira é mais fixe, eu fiquei assim a olhar para ela eu realmente estou mesmo já a mãe sim, porque antigamente tu querias ser a roqueira tu querias ser a cool sim, lá está, naquela altura dos imus eu lembro que eu via tipo Tokyo Hotel já não leia muito do meu tempo mas por exemplo, adorava Eminem adorava inclusive ontem para aí também, ai meu Deus
Isto realmente... E a Pink, adorava. A Pink, a Pink, ai esquece. Britney Spears. Sim. E a propósito disso, se calhar dizíamos já a frase do passatempo desta semana, que é, oops, I did it again, porque sentimos que não há nada mais millennial do que Britney Spears, sinceramente. Portanto, só têm que ir ao Reels relativo a este episódio no Instagram asvizinhas.podcast e comentar esta frase. Das músicas da Britney, qual era a tua preferida, amiga?
Amiga, não me pergunto se isso porque eu não sei os nomes das músicas Mas tu gostavas de Britney? Eu era obcecada, eu sabia Eu acho que ainda sou Eu gostava, mas não era obcecada, não era tipo a minha fase Lá está, a minha onda era mais ali para a Abril e assim Imagina, eu era obcecada pelas músicas Não era aquela cena de ser obcecada pela Britney Eu era as músicas, eu adorava as músicas mesmo
Estou-me a lembrar que eu era super fã da Anastasia. Vem cá a Portugal. Vem! A minha amiga, eu adoro também, adoro, adoro, adoro. Eu nem sabia, mas é que ela estava formada, coitadinha. A minha outra amiga disse isso, mas ela ainda canta. Ela vem cá a Portugal, só que acho que só vem a Lisboa. Se viesse ao Porto gostava mesmo. Tem que ver, tem que pesquisar sobre isso.
Adorava, adorava Imagina, lembro-me que tinha o CD dela Punha no computador, tinha lá as letras Punha os fones e coitada da minha mãe Dos meus pais estavam ali a ouvir-me a cantar Porque eu não ouvia, eu estava a ouvi-la E depois estava a cantar E elas estavam a ouvir a mim Tu não tens saudade? Eu sinto que nós hoje em dia já não ouvimos tanta música Não sei se sentes isso
Sim, porque lá estavam, às vezes nos tempos mortos podcasts e assim, o que eu acho ótimo que vocês ouçam podcasts Não, mas agora a falar mesmo muito a sério eu estou a dizer isto porque eu ultimamente não tenho ouvido música e nestes dois dias que eu tirei entre aspas de férias, que tive mais off eu disse assim, não vou ouvir podcasts, nos momentos em que estiver a conduzir nos momentos em que estiver sem fazer nada, vou ouvir música e tive a ouvir Eminem tive a ouvir Pink, por acaso Britney Spears não me deu para ouvir, mas tive a ouvir assim músicas mais old school
que saudades é mesmo diferente, que saudades tem que fazer mesmo isto mais vezes. Eu para acaso também não tenho muito esse hábito porque ao contrário de ti, por exemplo, para estar concentrada eu tenho que estar em silêncio ou então, eu estou em silêncio, eu estou a ouvir música, sim, não consigo estar a ouvir podcast, não consigo estar a ouvir nem consigo estar a ouvir músicas com letra
E, por exemplo, gosto muito de ouvir, até vou ver este ano no Primeira Beração, os XX, Alt-G, tipo, cenas que são assim mais melódicas ou que têm um bocadinho de, sei lá, gosto muito de ouvir também agora, isto é recente, não é nada millennial, o Fred Again.
Cenas assim, ou então coisas mais ainda pesadonas, tipo, que é para me dar ali um push. Mas para estar concentrativa, que é trabalhar. Para trabalhar, sim. Ah, mas eu trabalhar não consigo ouvir música. A trabalhar nem para qualquer cena é nada. Fazem silêncio completo. Silêncio, silêncio. Ok, eu às vezes fui para dar aquele boost, mas lá está, músicas quase sem letras e assim, que é para não distrair. Não, a trabalhar, não, zero mesmo.
É mais quando estou a lavar a loiça A fazer mochilas meninas Ou a conduzir, etc Quando estou a fazer outras coisas Ou a arrumar alguma coisa Gosto de ouvir podcasts Mas vou começar a ouvir mais música Sim, eu por exemplo Quando vamos no carro Muitas vezes estou a ouvir música Não ouço podcasts Mas quando estou a fazer cenas Tipo de maquilhar Lá está a arrumar a loiça Ter roupa na máquina Essas cenas todas Estou a ouvir podcasts também Olha, conheço um podcast mesmo Giro que até gostava de recomendar Que é asvizinhas.podcast Bom, agora já estou gostosa
Eu esqueço e é apanhada Eu mesmo a tanta tipo disso amiga Nesses momentos mortos assim, fica a sugestão Eu conheço, são boas pessoas Parece-me simpática, mas não sei Acho que sim Olha, mais coisas aqui do museu, temos isto, tinhas amiga Relógios Esses relógios foram a loucura Esses relógios gigantes Eram a loucura, eram tipo maiores Que o nosso curso Eu dormia com eles, agora eu não consigo dormir com nada Chego a casa, tiro todos os acessórios e eu dormia com isto Nunca tirava, nunca Era tipo incrível BomBB
Este aqui eu acho que era de um amigo meu Depois nós trocamos por algum motivo Ele ofereceu-me, já não me lembro Tinha outros, mas pedi-os pelo caminho E estes aqui ainda são mais antigos Este era de quando eu era mais pequenina A Swatch era icónica na altura Acho que não Inclusive por acaso no outro dia reparei Não sei, mas no outro dia reparei que acho que já não existem Lojas da Swatch no shopping Amiga, é um ratinho
Ok, dá a ver o que era o desenho Ah, também já não me lembrava, essa foi uma oferta qualquer Lembra-te daquela altura em que Também estavam muito na moda os símbolos Do coelhinho da Playboy? Sim Eu tinha um pulso Com isso Imagina, nós nem sabíamos Que crianças andavam com uma cena da Playboy Não fazíamos ideia, como é óbvio Imagina, nós hoje em dia falamos dos funks e etc, obviamente E pronto, tem obviamente as suas questões
Mas realmente também tínhamos as nossas Eu adorava o símbolo da coelhinha da Playboy Sabia lá eu o que significava Nós não sabíamos bem o que era Mas sabíamos que era tipo uma cena proibida Era cool Era estar ali a roçar no... Meu Deus Olha, vou meter a stories Ok
A tua Hello Kitty Tinha um colar de Hello Kitty, gente Eu amava isto Eu era roqueira com Hello Kitty Mas o brilhante é preto Portanto está tudo bem O preto sempre me acompanhou, mas o rosa também
Eu já não tenho neste momento nada destas coisas. O que eu tenho... Quer dizer, acredito que a minha mãe tenha várias coisas guardadas. Por acaso podia até trazer as minhas Barbies. Eu tenho lá Barbies minhas mantigas. Até porque eu tenho as da minha irmã ainda. Eu era a filha mais nova que ia buscando. Tinha umas novas, mas tinha muito. E a casa da Barbie. Acho que foi um dos presentes que eu mais gostei de receber.
é muito nostálgico lembrarmos isto mas o que é que eu tenho neste momento? eu tenho os Tamagotchis de 2026 tenho os Furbies de 2026 porque as minhas filhas quiseram o Furby de 2026 a vizinha não se lembra dos Furbies mas eu cheguei a ter dos originais e agora existem estes assim acho que também existem os maiorzinhos eu não me lembro tanto desse boneco lembro-me mas não me lembro muito não estava muito presente não, mas havia assim coisas mesmo muito fixas eram bons tempos
Tínhamos até inicialmente falado de vir com um look millennial, mas depois, olha, já não deu. Mas se viéssemos, sem dúvida que vinhamos assim com uma calça bem justa. Um risco preto aqui na linha da água. Por dentro também, que chorávamos a colocar. Uma camisola colocada por dentro. Um salto bem alto. Calma, eu vinha com umas calças de cintura bem baixa. Bem baixa. Eu tinha umas que era... Para mostrar aquela barriguinha. Pois, que na altura havia assim uma barriguinha fit.
E hoje em dia as coisas estão um bocadinho... Por causa disso todas ficamos a uma altura que todas nós estávamos com aquele pneuzinho porque ficava marcada aquela zona... Eu lembro-me perfeitamente da minha mãe me dizer a filha não usa as calças aí, vais ficar marcada, vais ficar marcada. Eu falei, oh mãe, qual que é? Pois, de facto as mães têm razão, não é? Devíamos ouvir mais as nossas mães. Agora tens de ensa-as tu.
Eu digo, mas achas que ela me liga? Mas ela também, agora não está na fase das calças listas Mas ela está, a Frederica não gosta de usar nada de cintura subida Põe tudo para baixo, não gosta Amiga, agora para terminar acho que já mostramos praticamente todos os nossos museus que tínhamos aqui tenho uma lista telefónica em que guardava aqui ainda me lembro, agora perguntou-me isso do número de telefone de minha casa, que já não é o mesmo que era o 255-321-950 Imagina só O meu também sei, era o 22718072 Bom dia
Nós tínhamos que saber os números para que se pudéssemos ligar aos nossos pais, portanto na escola, se acontecia alguma coisa. E tenho que dizer que nós somos das gerações mais fixas porque nós somos a última geração que viveu offline. A partir de nós, toda a gente, sim, cresceu offline, porque nós tínhamos uma infância offline, nós passávamos... Olha, lembro-me de vir o i5. Sim. Antes do Facebook havia um i5, havia um perfil do i5. Fotolog.
Fotolog não me lembro É tipo Sou mesmo? É verdade amiga Quer dizer Não, não tive a Fotolog não O meu primeiro foi o i5 Eu tive Fotolog Fotolog era tipo o blog Tu também fazias tipo Cenas com as tuas Imagina Se fossem seis Eu estava no teu top Acho que era assim que se chamava Do i5 Eu acho que fazia Mas estavas no meu top Claro Obviamente sim Mas eu acho que Não Eu acho que é um chateado
Sim, porque depois havia essa cena de mandar mensagens Com essas coisas Até mesmo com os estados do MSN Mensagens para o MSN, que depois dá para mandar o vibrante Não, estava a dizer no estado do MSN Mandar as bocas, mandar as indiretas Sim, sim, lembro-me perfeitamente Imagina, eu acho que foi muito fixe Realmente Crescer offline Percebemos essas mudanças assim No início Resumindo e concluindo, ser millennial é muito fixe É muito fixe
Eu acho que todas as gerações vão dizer isso sobre a sua própria geração, mas a nossa é fixe. Eu acho que a nossa era cool, foram bons tempos. Agora continuamos aqui a roçar e buscar umas coisinhas ao Gen Z, outras coisinhas aos Millennials. É engraçado ver Gen Z adultos. Os alfas devem estar quase lá a chegar. Não, acho que a Frederica é alfa. A Frederica é o next do Gen Z? Não sei, amiga, não sei. Eu nem sabia quando é que começava os Millennials. Eu só sei que eu sou Millennial e pronto. E o resto também já não sabia.
Para mim tudo que nasceu a seguir aos 2000 é muito novo. É estranho. Mas, pensando bem, têm 26 anos. Portanto, são adultos feitos. Nós é que somos belhinhas. Pois é, confesso. Olha amiga, se calhar estamos a falar demais. Estou a sentir. Já não há jogos neste episódio, porque já falamos muito. Nos próximos vão, irão existir. Esperamos que tenham gostado. Talvez. Talvez. Se a gente conseguir calar. Esperamos muito que tenham gostado. Vemo-nos no próximo episódio. Tchau. Um beijinho.