A OpenAI faturou US$ 20 bi a menos do que o mercado esperava — e os semicondutores pagaram a conta
A capa do Financial Times trouxe a receita anualizada da OpenAI em US$ 50 bilhões, contra US$ 70 bilhões esperados. A frustração atingiu toda a cadeia: Nasdaq −1,25%, índice de semicondutores −3,4%, com quedas em Broadcom, AMD, NVIDIA, Micron, Intel e Amazon. Microsoft e Meta resistiram melhor, sinal de que o investidor precifica o risco de circularidade nos elos mais cíclicos.
No mesmo dia, o leilão de Treasuries de 30 anos repetiu o de 10 anos: bid-to-cover de 2,54 vezes contra média de 2,41 e 72,3% absorvidos por investidores indiretos. O mercado aceita juros mais altos por mais tempo — a PIMCO já admite 6% no título longo.
Também no episódio: Waller e Musalem reforçam o aperto (manutenção em outubro, alta em dezembro como cenário-base); Ormuz sob maior controle de Irã e houthis; China retoma exportações de combustíveis refinados e anuncia estímulo de 82 bilhões; SpaceX compra licenças de telefonia móvel; Pepsi bate o EPS, mas corta o guidance de lucro por custo de insumos; primeiras pesquisas do segundo turno, apoios declarados e Ibovespa de volta aos 206 mil; IPCA de setembro às 9h.
Este podcast reflete o estudo diário de um investidor. Não é recomendação de investimento.
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Timestamps
- 0:00 Abertura e manchetes do dia
- 2:30 Leilão de 30 anos: demanda forte e PIMCO fala em 6%
- 4:15 Waller e Musalem: aperto monetário
- 4:50 Ormuz, petróleo e os três riscos (desconto, crédito, caixa)
- 5:50 OpenAI frustra: Nasdaq e semicondutores
- 8:10 SpaceX entra na telefonia móvel
- 8:50 Pepsi: resultado bom, guidance cortado
- 10:10 China: combustíveis, estímulo de 82 bi e Vale
- 11:00 Pesquisas, Congresso e curva de juros
- 12:00 IPCA e encerramento