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A influência da Música Comunitária na Formação do Jovem Actual - Com Ernesto Biete

26 de abril de 202614min
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A Música desde tenra idade, tem servido como factor determinante na construção de uma sociedade digna, e nesta Conversa Dinâmica o Jovem Artista Musical Ernesto, reitera constantemente que devemos prestar atenção ás músicas e danças reproduzidas pelas Crianças, quer em casa ou na rua se quisermos ter uma sociedade mais digna.
Ainda afirmou, que existem músicas que jamais deveriam ser Ouvidas; E, no final da Conversa Responsabilizou os Adultos á continuarem a exercer o poder correctivo dentro das famílias e comunidades.
Participantes neste episódio2
A

Adriano Francisco

HostApresentador
E

Ernesto Biette

ConvidadoArtista musical
Assuntos2
  • Influência da música comunitáriaImpacto da música na sociedade · Mensagens nas músicas · Papel dos adultos na educação musical
  • Tecnologia e desenvolvimento juvenilComportamento dos jovens · Músicas inadequadas para crianças
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E aí

Olá, saudações, você está no Talk in Bliss e eu sou Adriano Francisco. E numa manhã cinzenta como a de hoje, vamos desenvolver o tema bastante importante que aborda a influência da música comunitária, da formação do jovem atual. E temos como convidado o jovem Ernesto Biette.

É um jovem artista que preocupa-se bastante com o bem-estar social. E é um artista do estilo rapper. Devido aos fatores climáticos, vamos desenvolver essa entrevista por via telefônica.

Então, não fique distante do seu celular, do seu smartphone, acompanhe-nos no nosso canal de Spotify. E lembre-se, Talking Bliss, a comunicação em nível global. Este é um dos temas musicais do jovem Ernesto Biette. E sem mais trulongas, vamos...

Saudações, Ernesto Obietti. Como é que estás? Eu estou bem e o Simão não tem. Graças a Deus. Está tudo tranquilo por aqui. Então, Ernesto Obietti, o que é que tem para partilhar conosco sobre este tema bastante desafiador? A influência da música comunitária no desenvolvimento do jovem atual. Certamente.

É um tema muito pertinente, um tema que diz muito acerca de nós, espalhadores do estilo musical, e diz muito acerca daqueles que nos ouvem, porque a música comunitária, como todo mundo sabe, tem uma grande influência no documento.

de todos nós, enquanto cidadão, inserido dentro de uma sociedade, tem uma grande influência, tanto faz positiva como negativa. E eu, em particular, como guardador do estilo rap, sou rapper, e eu tento...

dia após dia, em que as mensagens que eu possa transmitir aos meus ouvintes, vejam mensagens que vão caminhando para o desenvolvimento.

muito mais aceitável. A mensagem que eles caminha para que eles possam se enxergar na música, porque nós vemos músicas, por exemplo, se é cantado, músicas que as mensagens deligrem tanto o que o faz e tanto o que o ouve. Certamente. E será que nós, enquanto ouvintes, temos tido a capacidade para entender queутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутств

conseguir separar as águas ou simplesmente temos sido influenciados pelos instrumentais e por aí fora.

Os fazedores não têm isso, a capacidade de separar as águas. Sim, não têm isso. Eu dirijo a pergunta quanto aos ouvintes. As pessoas que ouvem, será que têm conseguido driblar isto ou simplesmente têm sido influenciados pelos instrumentais? Uma vez que a nossa realidade, nós temos vários estilos de músicas que vão tocando, principalmente o estilo Kuduro, que é a moça do nosso país.

E nós ouvimos algumas mensagens que levam a desejar. E as pessoas colocam essas músicas em atividades festivais, familiares. Será que eles compreendem a necessidade de ouvir uma boa música, de ouvir uma boa mensagem, ou simplesmente tem sido deixado levar pelo instrumental? Instrumental, sim, correto. É uma boa pergunta, não é? Uma boa pergunta.

como ouvinte, né? Eu digo que boa parte das pessoas que consomem que consomem tem se deixado levar pelos instrumentais. E aí, não é deixado. Não, não é bom. Não é bom. É onde nós entramos que tem músicas que não são inadequadas que nós ouvimos criança a cantar.

Músicas que dizem sobre ofensas, sobre coisas imorais, e nós ouvimos as crianças cantando isso também bom. E nós temos adultos que se contentem com isso. Será que a sociedade, esses adultos, importam-se com as mensagens, ou com aquilo que ouvem, ou simplesmente são aqueles que também deixam tudo andar, ele não quer saber?

o que a criança vai reter, apenas o ego naquele momento, a dança, é que o cativa, ele não quer saber das consequências. Isso será que tem falhado naquilo que é a construção da nossa comunidade, a ideologia dos jovens atuais, isso tem contribuído para que muitos jovens, e não só...

tenham apresentado comportamentos sinceramente estudiantes? Correto, correto. Muitos adultos estão conscientes em que as crianças ouvem músicas que não é propício ouvir. E a dança em si também influencia muito, muito mesmo, porque nós vivemos criança...

A danção um futuro, um futuro assim que está batendo, um futuro de um fundamento. Quer dizer, há muita imoralidade aí na mensagem, até mesmo na própria dança, mas os adultos, tanto as crianças ouvem, dançam, e não vivem isso, as crianças depois começam a ter uma mentalidade denegrida em relação ao ambiente, onde estão inseridos.

Mas onde que há falha? A falha consiste onde? Na rua, porque na rua, Ernesto, nós ouvimos muita coisa. Mas agora, em casa, qual tem sido o papel dos encarregados? Os encarregados têm ajudado as crianças a separarem as águas ou simplesmente deixam andar? E como mencionou o duro, para a gente não achar, para as pessoas não acharem que estamos a apontar dedos.

Mas no rapper também existem músicas com conteúdos que deixam a deduzar. Sim, sim, sim, sim. É tremendamente a folha do...

Nós, como adultos, nós temos o poder de influenciar aqueles que nos seguem, os nossos menores. Nós temos o poder de influenciar, tanto para a positividade como para a negatividade. Agora, tanto no consumo da música como não, nós temos o poder de colocar limites para que eles possam vir como também não possam vir. Agora.

Para não topar o fone do futuro, nem o estilo musical que é o rapper. Mas nós temos essa, nós temos essa. Nós temos muitas, às vezes, músicas de estilo rapper que não passam de uma mera ilusão. Eu sou muita afrontação, a falar de coisas que muitas vezes nós não vivemos, a falar de coisas que muitas vezes nós não temos, enfim, exageramos.

No meu caso, pelo menos também já fiz isso. Mas o que causou isso? Em poucas palavras, de forma já muito sintética, uma vez que o nosso tempo já está a nos cobrar. O que causa? Sim, o que causa isso? Cantar música de ostentação, ou às vezes, ou se calhar, existem estilos que obrigam as pessoas a fazerem isso. E depois de responder isso, também fica já outra questão.

Qual o conselho que podes deixar para as pessoas que ouvem e que fazem os estilos que muitas vezes elas de forma direta ou indireta têm papel para a construção de um jovem promissor? Sim, muito obrigado pela pergunta. A causa está no consumo, porque nós como parceiros da arte lançamos um produto.

em que nós vemos que é um produto que está feito com o tratamento consumido na sociedade. O produto até lançado, nós não lançamos, não. A sociedade sempre está gostando de um produto de tipo S. Então nós lançamos o produto com base no gosto da sociedade. Então a sociedade não facilita. Não facilita, sim, correto, correto. Não facilita.

Sim, ministro muito obrigado muitas vezes a falar de coisas, a cantar coisas que muitas vezes nós não possuímos, não temos... E é só para satisfazer a sociedade, é porque ela quer ouvir aquilo. Ok. Ela quer ouvir aquilo, sim. Sim, é tipo o concursivo. Sim, sim. Agora, o meu aconselho tanto no fazedor de arte como...

no ouvinte, né? Sim, no consumidor, o conselho que eu deixo para todos nós como processadores de arte é que nós vamos balançar porque por mensagem nós queremos transmitir para quem e quando transmitir porque muitas vezes nós como...

Aprocedores da arte musical, nós nos influenciamos de formas positivas, de formas desaditas na outra hora, e de forma negativa. E influenciamos a sociedade. Certamente.

Nós influenciamos, então nós temos que aprender a balançar a mensagem que nós vamos permitir, a fim de que a sociedade ao vivo possa se posicionar de acordo à vontade, de acordo de modo aceitável, que não denigre.

a imagem tanto do do do da arte, tanto daquele que consome o nosso produto agora agora as pessoas que nos ouvem eu digo sempre que são livres é pra ouvir mas tem músicas que não é pra ser mesmo ouvi-las, não é.

Não é pra saber morrida, porque são músicas que desmoralizam, são músicas que dão ofensas tremendas, mensagens, e aqui, sei lá, tá fora dos padrões, tá fora, é algo muito, muito exagerado. Tá fora da ética. Correto, tá fora da ética e é algo muito exagerado. E como eles ouvem...

e se deixam influenciar pela música e nós vemos isso em ambientes festivos onde nós estamos representados. Nós estamos artistas, então temos música sim. Ok. Ernesto Bietti, quero agradecer. Acredito que há muito que se fale.

em torno desse tema e nós teremos uma segunda parte, é necessário termos uma segunda parte para abordarmos de forma mais abrangente esse tema embora que o nosso tempo é muito curto, mas é necessário a gente sempre ter um momento para falar sobre temas sociais e que nós como jovem precisamos nos posicionar, precisamos fazer alguma coisa para melhorar aquilo que tem sido o dinamismoутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутствутств

social do nosso país e da nossa comunidade. Então, o que me resta é agradecer e vamos vamos augurar que nas próximas ocasiões Ernesto Bietti esteja disponível para sentar-se à nossa mesa para a gente debater com mais convidados e com mais tempo sobre temas diversos e poderá ser mesmo a segunda parte deste tema.

Ok, estou com ele. Agradeço, agradeço. Ok. A ti que nos ouve, estendemos o nosso forte abraço e esperamos voltar muito em breve para seguirmos com o nosso Talking Bliss. Então, não se esqueça. Talking Bliss, a comunicação em nível global. Eu, até já.

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