S03 - E15. Separando Sentimentos.
Hoje falamos sobre misturar ritmos e culturas, separar regiões e nações e adotar cães.
Adote Um cão Herói:
https://adotacaesherois.org/
Música de entrada: Another Body Murdered - Faith No More and Boo-Yaa T.R.I.B.E
Trilha: Revórvi - One Guy Making Things
Episódio gravado com o apoio de Fundação Loucuras de Meu Deus e Centro de Educação Bavaresco.
Uma produção de https://www.oneguymakingthings.com/
Playlist Músicas Do Conversas
https://open.spotify.com/playlist/3v9DtDO4Q6Xr8KxJSIJsgc?si=d97638e43300495f
Um Imbecil e um microfone.
- Música e CulturaTrilha sonora de Judgment Night · Fate No More e Booyah Tribe · Mistura de gêneros musicais · Ciclos de tendências musicais
- Vítima heróicaProjeto Adota Cães Heróis · Cães policiais e militares aposentados · Ana Almeida e Maria Silva
- Contexto Histórico e Cultural de ÉfesoFim da Segunda Guerra Mundial · Sigmund Freud · Dia Mundial da Língua Portuguesa · Efeito Roberto Leal
- Fragmentação estatal e estabilidade regionalPurismo musical regional · Projeto Estado do Iguaçu · Edi Siliprandi
- Recursos naturais e conflitosPortugal esgota recursos anuais · Global Footprint Network · Recursos naturais do Catar · Recursos naturais de Honduras · Água como recurso cotado em bolsa
Bom dia. Bom dia. Bom dia. E um grande bom dia, meus amigos. Vamos embora? Caralho. Que medo. Estão prontos? Então vamos embora.
E aí E aí E aí E aí E aí
E aí
Caralho, vai pra lá, meu. Caralho, vai pra lá que eu já tô cagado de medo. Fogo, que medo. Que medo, velho. Como é que vocês estão, meus amiguinhos? Como é que vocês estão, meus pequeninos protozoares? Vocês não estão cagados de medo? Ui, eu, velho Bava, mais uma vez, novamente com vocês, nesse dia 7 de maio de 2026, às 8h32, meus amigos. Vocês não se cagaram de medo aqui com o pessoal aqui, ó.
Tá bom gosto, né, pessoal?
Nós começamos nessa quinta-feira, nesse dia 7 de maio, cagado de medo, com mais energia do que na semana passada. Colocamos essa música cabulosa, meus amigos. Como é que vocês estão? Como é que tá o menino, a menina e o menine? Correu tudo bem desde a semana passada, pessoal? Conseguiram se... conseguiram o quê? Conseguiram voltar a viver? Conseguiram? Gostaram do som? Acharam muito pesado? Acharam, né? Foda-se. Foda-se. Essa é a nossa energia pra hoje aqui, ó.
Aанием Aанием
Um outro corpo assassinado, que não é o nosso. Ainda bem, pessoal. Ainda bem, por enquanto. Por enquanto. Vamos aí, juntem as mãozinhas e peçam aí para qualquer poder eclesiástico de vocês para que não seja outro corpo assassinado. Está difícil, né? Cada semana fica mais perto alguma coisa. E a bomba vem ali, a coisa vem aqui. Quem é que está tocando aqui essa musiquinha cabulosa, pessoal?
Quem é que está tocando é o... Uma junção. Uma junção. As pessoas se uniram, fizeram essa junção maluca. Quem está tocando aqui é o Fate No More e o Booyah Tribe. É boloso, né?
Cabuloso pra caralho, pesado pra caralho. E esse foi a junção. O Fate No More todo mundo conhece, se você não conhece, meu amigo. Vai-te embora daqui. Vai encher o saco de outro. O Fate No More se juntou com o Booyah Tribe, que talvez você não conheça, meu amigo. São uns gordão. Eita, uns gordão cabuloso.
Da onde que eles são? Eles são da Califórnia, mas eles são da... Samoa, sabe? Sabe? Eita, os gordão de Samoa tatuado, cabuloso. Eu queria ser amigo desses caras, eu não queria ser inimigo não, pessoal. Porra, os caras fazem ali um gangsta rap Samoa. Tá aqui, ó, Booyah Tribe, são de Carson, Califórnia. Mas, Booyah Tribe become a popular show champion. American Samoa.
São tudo irmão, uns gordão Busquem aí, coloquem Boo Ya Tribe É Eles tem uns Discos de Eri Pirope Com metal, umas gritadeiras E os caras são meio É meio maluco Porque é um mix, umas roupas meio Ticanas, os caras são tudo gordãozão Grandão
E sai na porrada, meu. É, desses aí nós temos que ser amigo. Só isso que eu digo. E eu tava aqui vendo esse disco maravilhoso, que eu já devo ter citado esse disco em algum lugar nesse podcast Conversos com o Velho Bava, que tem o apoio da Fundação Loucuras de Meu Deus e Centro de Educação Bavarista, e é uma produção independente, o oneguymakethings.com. Eu já deveria, acho que eu já falei desse disco, que é o... Esse disco é a trilha sonora de um filme.
Chamado Jud... Quem? Judgment Night. Falei certo? Judgment Night. É o dia do julgamento, a noite do julgamento, a pista do julgamento. O filme é horroroso, não vale a pena, não busquem. É um filme de 93. Uma merda! Mas a trilha sonora é fudida. Porque eles fizeram... O que eles fizeram? Eles juntaram bandas de... E...
de hardcore, de metal, de rock, de outras coisas com grupos de rap. Hoje em dia...
passaria normal e seria até despercebido. Hoje em dia nós estamos acostumados com essa mistureba. Não muito. O pessoal tá dando a volta agora. Nós estamos dando a volta. Mas eles juntaram, tipo, são várias bandas. Então juntava o Helmet com o House of Pain, Teenage Fan Club com The La Soul, Living Color com o Random Sea.
Bate umas coisas cabulosas Sonic Youth com Cypress Hill Bom para um caralho Judgment Night Procurem esta merda Escutem aí E depois agradeçam o véio bava Agradeçam por você escutar alguma coisinha decente Ai não, mas é que é muito pesado Sabe o que é pesado? É o teu pensamento
Pesado é o teu preconceito de não querer escutar coisa nova. Coisa nova não é de 93, é velho. Agora já tá tudo dando a volta, né, meus amigos? Tudo dando a volta. Ontem eu estava falando com um amigo meu que as coisas antes eram cíclicas de 50 e 50, depois era de 30 e 30. Agora de 10 em 10 anos as coisas dão a volta. E tu olha pra trás e fala, mas já voltou? Tu não tinha nem dobrado a esquina? Como é que tu voltou?
Então, nós nos mantemos assim, nós nos mantemos como um símio sentado numa pedra e o mundo fica girando. Uma hora nós estamos na moda, pessoal. Nós vamos sempre estar na moda. Como é que vocês estão? Está tudo bem? Eu falei do dia aqui, não falei de porra nenhuma. O que que era as efemérides do dia 7?
Do dia 7 de maio? Não, aqui ó. Dia 7 de maio. O que aconteceu no dia 7 de maio, pessoal? Nesta data, em 1945, a Alemanha nazi assinou a rendição e encerrou a Segunda Guerra Mundial.
Se fuderam? O bigodinho falou, não deu pra mim. Eu acho que eu não vou mais, pessoal. Aí se meteu lá no bunker lá, meteu ali um carocito, né? Another body murder. Ele se autossuicidou. Ele se autossuicidou. Eu li essa palavra ontem e ontem numa publicação de um livro. Ele se autossuicidou.
Fiquem com essa palavra, tá? Então, ainda bem que ele se autossuicidou. Lá no... Onde é hoje um parque de estacionamento, né? Reza a lenda que não, né? Reza a lenda que ele vazou e foi... E foi viver lá na Argentina, ou no sul daquele jardim a beira-mar plantado chamado Brasil. Que o recebe muito bem, né? Nessa comunidade. Essa comunidade muito boa. Que eles preferem... Amém.
Se manter ali sem mistura. Eles não fazem mistura. Eles não fazem aqui, ó. Eles não misturam as coisas, ó. Eles não fazem mistura nenhuma. Porque eles falam, nós somos um povo belo e perfeito. Então nós vamos aqui sem fazer mistura nenhuma.
E eles vão pelo caminho da co-sanguinidade. E depois nascem uns... E tu não sabe... O que aconteceu aqui? Ah, tu era filho de primo. Ô Tiago, volta, cara. Onde é que tu já foi, velho? Nós estávamos nas efemérides. Então também, ontem foi aniversário do nascimento do Sigmund Freud.
Um abraço para o nosso amigo Sigmund Freud, que é ouvinte desse podcast, não está entendendo nada, ele nunca entendeu nada. Ele também só pensa em mulher e na mãe dele. Agora os psicanalistas vão ficar loucos com o bar. Nossa, velho, como é que tu reduz o cara? Se eu reduzo o que eu quiser, o programa é meu. Tá brabo? Tô brabo. E no dia 5 de maio, o também conhecido como Ontiontem, foi o Dia Mundial da Língua Portuguesa reconhecido pela Unesco.
Dia Mundial da Língua Portuguesa. Então, parabéns a nós, a nós, falantes da língua portuguesa, que eu descobri ontem e ontem que eu falo português.
Eu achava que eu falava brasileiro. Eu descobri ontem e ontem que eu falo português. Porque estava lá. A língua portuguesa tem uma nação de 230 e poucos milhões. E eu. Hã? Não. Espera aí. Não tem. Portugal tem 11 milhões.
Angola tem não sei quantos milhões. Aí se nós colocar São Tomé e Príncipe, não sei o quê, joga um pouco de Macau. Eu falei, mas vai dar uns 60 milhões aí, pessoal. Aí eu falei, não, mas é que tem o Brasil junto. Falei, não, não, não, não, não, não. Peraí, eu escutei a vida inteira que eu falava brasileiro. Eu falo bavaresques aqui com vocês. Aí eu escutei que eu falava brasileiro. Eu falei, não, mas peraí, então agora, se é para juntar no bolo, então está tudo bem.
Então agora eu falo português? Ah, tudo bem. Eu chamo isso, eu desenvolvi essa tese. Se chama Efeito Roberto Leal. Tá? Efeito Roberto Leal. Porque você fica jogando pra um lado. Não, Roberto Leal é de vocês. Roberto Leal é brasileiro. Não, não, não, não. Roberto Leal é português. Então o Efeito Roberto Leal é assim. Se é bom, é nosso. Se é ruim e duvidoso, é vosso.
Então tá tudo bem, pessoal. Nós estamos aqui falando na língua portuguesa, roçando os lábios na boca de Camões. Coitado dele, se ele escutasse esse programinha imbecil aqui. Mas tá tudo bem. Então vamos comemorar aí nessa língua. É lindo isso. É lindo? Nós temos uma conexão, né? Além mar, tão gigante assim, ligados pela língua.
Pela língua! Pela língua, pela língua. E o que mais que aconteceu, pessoal? Ah! Feito Roberto Leandro, aniversário de Sigmund Freud. Ah, que eu tava falando do Booyah Tribe e... eles fazem essa mistura maluca, né? O Feito No More trocou junto com eles, gravaram esse disco, essa trilha sonora do filme, que é horroroso, não precisa ver o filme, só escutem a trilha sonora.
E eu lembrava, eu sempre gostei dessas misturas, misturas musicais. Eu sempre, pá, pega isso, mistura com isso aqui. Quer dizer, eu sempre gostei das coisas que me agradam. Se você falar, ah, misturei trap com funk, eu vou ficar... Porque não me agrada tanto.
Mas, vamos lá, eu respeito, né, pessoal? Então, se nós temos o respeito, tá tudo bem. Mas eu sempre gostava dessa mistura. E eu, num passado longínquo, quando ainda fazia aquelas coisas de maconheiro, que era montar banda, ter projeto musical, isso é coisa de vagabundo, tá? Você que tem isso aí, você é vagabundo nanáia. Toma vergonha na cara. E você, muito cuidado, que tem um filho, não deixe teu filho entrar nisso.
que ele vai pro mundo da droga, tá? Ele vai sair do seio da família pra mamar na teta do capeta. Então, cuidado, cuidado. Não põe ele em aula de música, não faz nada disso. Tocando flauta doce. Não, não faz isso.
brincadeira, né? Também não preciso dizer que é brincadeira, vai a merda vocês também. Então, num passado longínquo, quando nós tínhamos projetos musicais e tal, sempre gostava dessa cena de misturar, porque depois, pá, chamava um percursionista, o cara era lá da casa do caralho, vinha lá tocar o seu tambor furado, e você perguntava, da onde você nasceu, meu amigo? Você vem da onde?
Ele falou, eu vim da casa do caralho. Então, por favor, coloque a experiência que você tem da casa do caralho nessa música aqui. E assim surgiram novos estilos e novas músicas. Vou tomar uma aguinha que secou o biquinho aqui, pessoal. Bebam água e misturem estilos musicais e água.
E o que eu tava falando? Ah, então nessa mistureba que nós gostávamos de fazer, ainda tem umas coisas gravadas capazes de algum dia eu colocar aqui pra tocar pra vocês. Eu não gosto muito das gravações. Foca, Tiago, conta a história. Tá, é isso.
Nós estávamos no ensaio, um rapaz muito solícito, nós estávamos sem estúdio para ensaiar, e ele falou, por favor, eu tenho aqui o estúdio, vocês fiquem à vontade para ensaiar. Eu falei, claro que sim. E nós estávamos lá e o rapaz, este rapaz, também era músico, tinha sua banda e tal, mas ele é do lado dos puristas.
Ele é do lado do pessoal que não gosta de se misturar. E daí ele viu lá, nós ali, tentando, naquela meio desajeitada, naquela criação meio desajeitada, e tocando umas coisas. Porque na época, o que nós escutávamos era Fate No More, Booyah Tribe, Chico Sainz Nação Zumbi, que nós tocamos aqui, e falava, pô, eu quero fazer uma coisa parecida com isso, eu quero misturar os estilos, né?
Eu não quero correr pelo lado da co-sanguinidade musical, porque todo mundo sabe. Uma hora tu vai fazer feed primo, a música vai dar um... Então, eu quero misturar. E ele escutou aquilo e falou, mas vocês não podem fazer isso. Eu falei, não pode o quê, cara?
Eu falei, não, vocês não podem misturar. Vocês são aqui do sul do país. Vocês não podem misturar com coisa lá de cima. Eu falei, não pode? Onde é que está escrito que não pode? Não, porque nós somos uma região rock'n'roll.
Então vocês tem que tocar assim mais rock'n'roll. E eu, ah, o rock'n'roll que nasceu aqui. Nesse cu aqui. Nesse cu cagado foi aqui onde nasceu o rock'n'roll. Não foi, não foi com os Beatles, não foi com os Rolling Stones, não foi com a Sister Rosetta Tarp, não foi. Foi aqui que nasceu o rock'n'roll. Tu pega um estilo que nasceu na casa do caralho, te apodera dele.
E fala, não, aqui ó, pessoal, nós somos puristas. Purista do quê, cara? Se tu tocar o tradicional, apesar de eu nem saber até hoje qual que é o tradicional, porque o que que tu vai tocar? Música tradicionalista, sulista. Ah, não, eu vou tocar uma milonga. Uma milonga não é tradicional daqui? Eu vou tocar uma vaneira. Não é tradicional daqui?
Tudo isso foram miscigenações e misturas que foram surgindo até surgir essa tal música tradicionalista que tu levanta um estandarte e fala, isto nasceu aqui, cravei. Ah, não, peraí. Aí nós tivemos essa mínima discussão, eu terminei a discussão de um jeito muito didático e elucidativo, que eu olhei pra ele e falei, olha...
Vai tomar no teu cu, tá? Que eu misturo o que eu quiser aqui. A banda é minha. Quando tu quiser, faz a tua. A tua banda é uma merda, faz a tua banda de merda. Mistura o que tu quiser. Ou o que tu não quiser. Seja tradicionalista, sulista, nota, como nós somos rock and roll. Puta, tá? Ficou bravo. Fiquei bravo de lembrar essa história, pessoal. Fiquei bastante bravo de lembrar essa história.
Porque tem sempre um zeitgeist, tem sempre uma aura de que eu não posso me misturar com aquilo ali. Aquilo ali, não, nós somos assim, cuidado aqui, nós temos que preservar as nossas tradições. Eu sou totalmente a favor de preservar as nossas tradições, meus amigos, mas saiba de onde que veio e para onde pode ir.
Tu nunca leu um livro de história na vida, não sabe de onde vem as coisas que tu faz hoje?
E daí fala, não, é que isso aqui é... Como é que diz quando é... Ai, peço desculpa. Quando é de um lugar... Quando é endêmico. É isso? Isso aqui é endêmico. Isso aqui nasceu aqui. Nasceu, brotou do chão. Não veio por nada. Nasceu assim. Agora me vem na cabeça outras coisas, cara. Daquele lugar inócuo.
Tinha um político, cara, que ele queria... Não sei de onde surgiu esse orelha seca. Ele queria ser... Deixa eu ver se eu acho aqui. Ele tinha um projeto separatista. Como os muitos que tem hoje em dia, em tudo que é lugar. Mas ele tinha um projeto que era separar o...
O Paraná e Santa Catarina do Brasil. Era um negócio assim. Imagina. Eu até hoje em dia, eu sou até apoiador. Devia mesmo você separar. Vocês ficam lá fechados, lá no lugarzinho de vocês. Só fazendo os fiotes de vocês, junto com as primas de vocês. E rapidinho, né? Já dá um pleque. Dá um babão. E acaba. Três geração já acaba.
Mas como é que era o nome? Ah, tá aqui. Deixa eu ver se ele já morreu. Se ele já morreu, eu vou falar o nome dele. Aqui, ó. Edi Siliprandi. Edi. Edi. E-D-I. Siliprandi. Nasceu no... Foi advogado político brasileiro. Filho dele. Paraná, foda-se. Tá, tá, tá. Nasceu Rio Grande do Sul. Eu nem vou dizer onde é que ele fixou residência. Eu nem sabia onde é que ele tinha fixado residência. Vamos deixar. Vamos passar batido, pessoal.
Ele tinha um projeto para separar, e o nome do projeto era uma proposta para separar o território federal do Iguaçu.
Então ele era meio um fianco ali, metade de Santa Catarina e um terço do Paraná. Ele falou, não, aqui nós vamos separar, porque o resto para lá é todo mundo vagabundo. Nós trabalhamos e o nosso dinheiro, nosso suado dinheirinho, ele vai para esse povo ficar na rede, tomando água de coco. Então nós vamos separar. Então ele montou um projeto que se chamava Estado do Iguaçu.
Você, meu amigo mais perspicaz, vai entender que Estado do Iguaçu, as iniciais formam o nome Edi.
É uma megalomania, cara. É uma... Abriu a fotinho dele aqui, tem uma biografia. Com certeza ele é filho de primo. Com certeza. É bom que ele já picou o pastel e o bom dessas pessoas também, que tem essas ideologias de merda, o bom é que todo ser humano um dia morre, como nós todos vamos morrer ou ser assassinados pelo coisa.
E como a morte é a única certeza que nós temos, meus amigos, nós podemos levar essas ideologias de merda para o caixão e elas ficam lá dentro dessas palhaçadas. Então tá aqui o senhor Edi que tinha essa ideia separatista.
E ainda bem que não foi pra frente, né, cara? Tinha talento, já dizia, né? Se talento vem de berço, esse aí dormiu no chão. Ainda bem que essas coisas não foi. Por que eu lembrei disso, pessoal? Ah, lembrei disso porque no dia da mistura, mistureba, misturar música, mistureza, e é isso.
Nós vamos abrindo parênteses nesse programa que nunca vão fechando. Já pararam pra prestar atenção que eu abro parênteses e não fecho? Desde o primeiro programa, eu abro parênteses para alguma coisa e nunca fechei. Então esse parênteses tá aberto no mundo. Esse programa vai abrindo parênteses e eles só vão indo. Eles nunca vão sendo fechados. Tudo bem. Mas o que tinha mais aqui que era horroroso, pessoal? Puta lá merda. Notícia de merda.
Abro parênteses, vamos lá. Não, não é essa. Aqui, ó. Olha a notícia de bosta do dia 7 de maio de 2026, às 6h51. Colocaram aqui. Portugal esgotou hoje recursos que a natureza lhe destinava para o ano inteiro.
Portugal esgota hoje os recursos naturais que tinha disponíveis para este ano, dois dias mais tarde do que o ano passado, passando a consumir a crédito e indicam os dados da Organização Internacional Global Footprint Network. Então, basicamente, daqui para frente é só para trás, pessoal.
Ano passado, os recursos e tal. É isso, nós já não temos mais recursos. Não sei porque Portugal está na frente de alguma outra... Como é que é depois? Onde é que é? Ah, eu queria ver o mundo inteiro. O nível mundial pior classificado é o Catar, que esgotou a sua parte em 4 de fevereiro. O Catar, 4 de fevereiro, já não tinha mais o que gastar. Honduras.
Ah não, Honduras é o que mais tem. Honduras tem recurso até 27 de novembro. Então parabéns Honduras e se fudeu Catar. E nós estamos aqui no meio. Então nós não temos muito mais o que fazer. Eu sempre achei meio estranho quando o pessoal fala assim, tipo, vamos lavar alguma coisa e daí tá na casa do outro e fala assim, vou gastar da tua água. Mas não é tua água, né?
É a água que, obviamente, é a água que tu paga porque passa no registro ali. Mas a água, não é a tua água. A água é um recurso, né? Mundial. Que agora é da Nestlé. Eita, nós! Agora fui longe, pessoal. Calma aí que eu não vou entrar nesses assuntos, não. Mas é isso. A água já está sendo cotada em bolsa de valores, né? Pela nossa amiga Nestlé. Se você não sabe disso, tá tudo bem. Também foda-se.
E o que mais? O que mais que nós vimos? Ah, eu vou terminar aqui com uma baita de uma notícia para a Frentex. Você, meu amigo, aqui desse jardim a beira-mar plantado chamado Portugal, você também agora poderá fazer uma coisa nobre, você que quer ter um animalzinho.
Então eu vou abrir parênteses. Eu não fechei o parênteses da outra lá, mas vou deixar aberto lá do... Foda-se. Vou abrir parênteses para a SIC Notícias.
Tem o projeto Adota Cães Heróis, que ajuda a PSP e o Exército a encontrar famílias para cães reformados. Os cães reformados barra aposentados, essa é a beleza da nossa língua portuguesa, né? Que eu tenho que ficar metendo coisa aqui. Os cães aposentados da polícia e do Exército já podem ser adotados graças a um projeto criado por uma mãe e uma filha que queriam retribuir aos animais o serviço prestado. Basicamente,
Os cães que são usados na Polícia de Segurança Pública e no Exército é aquele cachorro legal, aquele cachorro que salva gente nos deslizamentos, procura pessoas e encontra aquela droga também. Então você, meu amigo, que tem droga em casa, que o teu filho é músico, que mexe com música, que tu é maconheiro, cuidado de adotar esse cãozinho. Adota um gato que é melhor. O gato não te entrega, o cão te entrega.
Mas piadas imbecis à parte, o processo para os cães que integram o pelotão sinotécnico do batalhão operacional aéreo-terrâneo começa no regimento de paraquedista. Tá, tá, tá, tá, tá, cara. Após a seleção, inicia o treinamento e começa a fornecer. Tá, eles estão falando como é que eles treinam o cão. Eu não quero saber.
Aqui, ó. Os cães permanecem no serviço até oito anos, altura em que entram no processo de, abre aspas, abate administrativo. Fecha aspas. Muito feio esse nome. Põe finalização administrativa. Não põe abate administrativo. Parece que os bichos vão virar churiça, cara.
A partir daí, os cães podem ser adotados por um dos seus tratadores ou, caso não haja essa opção, são disponibilizados para adoção através do projeto Adota Cães Heróis. Ana Almeida explica que o projeto surgiu da sua vontade de retribuir os serviços prestados. Parabéns, Ana Almeida. Um abraço e um beijo deste velho imbecil que vos fala.
Ao lado da filha Maria Silva, Ana Almeida criou o site e as redes sociais do projeto Adota Cães Heróis, onde divulgam os cães disponíveis para adoção das entidades, com as quais tem parcerias com a PSP e o Exército. Uma maravilhosa, uma notícia maravilhosa que nós temos nesse dia 7 de maio, que não temos mais recursos, a partir de hoje não temos mais água, não temos mais nada, mas temos a possibilidade de adotar cãezinhos que...
já prestaram serviços magníficos para a sociedade. Então você, meu amigo, minha amiga e meu amigui, que estão tensionando adotar um animalzinho, um cão, nesse caso, por favor, entre aí em contato com...
Adota Cães Heróis. Eu vou deixar o link aqui no descritivo desse episódio. Eu espero que vocês adotem um cão herói... Adotam um cão herói... Fala certo, cara.
Adote você um cão herói, deixe ele salvar a sua vida também e a sua sanidade mental e ajude este animalzinho que tanto prestou serviços à sociedade. Seja você agora um prestador de serviços para esse animalzinho também. Vamos fechar esse programa estercoso com essa bonita notícia e vou deixar novamente aqui um abraço para Maria Silva e a sua filha, que eu não lembro mais o nome, Ana Almeida.
Ana Almeida e Maria Silva. Parabéns por essa iniciativa. Vocês sim são pessoas coesas. O resto dos outros que eu falei antes, que querem ser separatistas, que não gostam de misturar música, que não gostam de misturar país, que não gostam de coisa, que querem se separar, fiquem separados. Façam um cercadinho, um cercadinho só com vocês. Fiquem fazendo fio com as suas irmãs, pra nascer tudo bom, bom. E...
E daqui uns tempos a gente não se fala mais Tá bom? Eu vou deixar vocês novamente com essa mistura Maluca que é Fate No More e Booyah Tribe Que misturaram um som doidão e muito pesadão E eu quero dizer Meus amigos que foi, é E sempre será um maremoto de felicidade E um terremoto de alegria Fazer essa transmissão com vocês Nós voltamos semana que vem Se nós não for assassinado por ninguém Ai que medo dessa Música Música
E aí
E aí
E aí E aí
E aí
Música
E aí E aí E aí E aí E aí E aí
E aí
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