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Hezbollah entra na guerra, e conflito se espalha pelo Oriente Médio

03 de março de 20263min
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Trump diz que ataques podem durar de quatro a cinco semanas. E Polícia procura quatro jovens suspeitos de estupro coletivo de adolescente no Rio.

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Assuntos6
  • Conflito EUA-IrãBombardeios no Irã · Ataque a refinaria · Drone iraniano mirou base britânica · Fechamento do Estreito de Ormuz · Impacto no mercado energético de petróleo
  • Relacoes EUA-IraAtaque com mísseis e drones ao norte de Israel · Resposta israelense com bombardeios · Morte do chefe de inteligência do Hezbollah · Envio de forças israelenses ao norte · Possível invasão terrestre no Líbano
  • Conflito CurdosPrevisão de 4 a 5 semanas · Capacidade de duração maior · Destruição de capacidades de mísseis iranianos · Impedir desenvolvimento de armas nucleares · Financiamento de aliados na região
  • Geopolítica EnergéticaBloqueio da navegação · 20% da produção mundial passa por lá · Ameaça iraniana de destruir navios · Impacto no petróleo e gás natural
  • Violência contra a mulherVítima adolescente de 17 anos · Quatro suspeitos maiores de idade · Local: apartamento em Copacabana · Mandados de prisão preventiva · Defesa nega acusações
  • Congresso NacionalFalta de aprovação legislativa · Questionamento de democratas e republicanos · Violação de procedimento constitucional
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Oi, eu sou Lucas Monteiro e esse é o Boletim Folha. Hoje é terça-feira, dia 3 de março de 2026. Hezbollah entra na guerra e conflito se espalha pelo Oriente Médio. Trump diz que ataques podem durar de quatro a cinco semanas. E polícia procura quatro jovens suspeitos de estupro coletivo de adolescente no Rio. O grupo libanês Hezbollah atacou o norte de Israel com mísseis e drones, ampliando o alcance da guerra movida por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Israel reagiu atacando todo o território libanês, o que deixou ao menos 52 mortos.

O exército israelense anunciou o envio de forças ao norte, mas disse descartar uma nova invasão terrestre no Líbano. O porta-voz militar de Israel disse que a guerra contra os rivais vai durar o tempo que tiver que durar. A violência escalou em todas as frentes da guerra no Oriente Médio. Novos bombardeios atingiram o Irã, que já conta com 555 mortes. O Kuwait foi alvo de ataques de Teherã.

O espalhamento do conflito eleva a tensão no mercado energético, que opera com forte alta do preço do barril do petróleo Brent. No domingo, diversos confrontos navais fecharam o Estreito de Hormuz, via navegável entre o Irã e Oman, que liga o Golfo Pérsico ao Mar da Arábia. 20% da produção mundial do petróleo e de gás natural passam por lá. A guarda revolucionária do Irã reafirmou ontem que o Estreito está fechado e ameaçou incendiar qualquer navio que tente passar por lá.

Segundo ele, essa foi a última e melhor chance de acabar com as armas nucleares do regime. Num evento na Casa Branca, Trump destacou quatro objetivos da guerra. Destruir as capacidades de mísseis do Irã, aniquilar a marinha do país, impedir que ele desenvolva armas nucleares e garantir que o regime não possa continuar financiando aliados na região. Foi a primeira fala pública de Trump desde o início dos ataques na madrugada do último sábado.

sido em vídeos gravados e divulgados nas redes sociais. Antes do evento, Trump disse em entrevista à CNN que a maior onda de ataques ainda está por vir e que os Estados Unidos estão dando uma surra no Irã. A expectativa é que nomes do alto escalão da Casa Branca apresentem hoje argumentos deles para a guerra ao Congresso americano. Parlamentares democratas e alguns republicanos questionam a ação porque, de novo, Trump não pediu aprovação do Legislativo para começar a operação militar, como prevê a Constituição americana.

uma adolescente de 17 anos em um apartamento em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O estupro coletivo teria acontecido na noite do dia 31 de janeiro. A vítima foi atraída ao imóvel por outro adolescente de 17 anos, que seria ex-namorado dela. Segundo a denúncia, quando eles estavam no quarto, os outros homens, todos maiores de idade, entraram e atacaram a jovem. Os quatro suspeitos tiveram os mandados de prisão preventiva expedidos pela justiça na última sexta, mas não foram localizados numa operação realizada no sábado.

Um dos advogados afirma que o cliente não tem histórico de violência e não teve oportunidade de ser ouvido pela polícia para se defender. Esse foi o Boletim Folha, que é publicado de segunda a sexta. A produção é de Daniel Castro. Se você quer saber mais sobre essas e outras notícias, você encontra em folha.com. Obrigado pela audiência e até mais.