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ICE prende Ramagem nos EUA, diz PF

14 de abril de 20265min
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Washington começa bloqueio no estreito de Hormuz e papa rebate Trump. Governo Lula demite presidente do INSS.

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Participantes neste episódio1
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Gustavo Luiz

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Assuntos3
  • Situação de Alexandre RamagemCondenação pelo STF · Cooperação policial internacional · Situação nos EUA
  • Demissao Presidente INSSGilberto Valle Júnior · Ana Cristina Viana Silveira · Fraudes bilionárias
  • Tensão no Estreito de HormuzDecisão de Donald Trump · Interdição de navios
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Oi, eu sou o Gustavo Luiz e esse é o Boletim Folha. Hoje é terça-feira, dia 14 de abril de 2026. A esprende ramagem nos Estados Unidos, diz Polícia Federal. Washington começa bloqueio no Estreito de Hormuz e Papa rebate Trump. E governo Lula demite presidente do INSS.

O Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos, o ICE, prendeu ontem o ex-deputado federal Alexandre Ramagem, do PL. O ex-deputado é próximo da família Bolsonaro. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal à perda de mandato e a 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado no final do governo de Jair Bolsonaro.

Ramagem, que foi diretor da ABIN, é considerado foragido da justiça brasileira. Ele saiu do Brasil de forma clandestina e está nos Estados Unidos sob governo Donald Trump desde o ano passado. A prisão de ontem não tem relação com a condenação pelo STF.

O blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo afirmou que Ramagem está em situação regular nos Estados Unidos. Segundo Figueiredo, o ex-parlamentar foi detido em uma abordagem policial em Orlando, na Flórida, por uma infração de trânsito e depois levado para o ICE. A mesa diretora da Câmara caçou o mandato de Ramagem em dezembro. Os deputados também cancelaram os passaportes diplomáticos de Ramagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mensagem que foi considerada por uma mens

e do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A defesa de ramagem não tinha se manifestado até a noite de ontem. A Polícia Federal informou em nota que a prisão de ramagem decorreu de cooperação policial internacional entre a corporação e autoridades de Washington.

Começou ontem o bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos no Estreito de Hormuz, em meio ao cessar fogo. O presidente norte-americano Donald Trump determinou o entrave para qualquer navio que tenha pago o pedágio imposto pelo Irã. A marinha de Washington disse que vai interceptar embarcações de quaisquer países que estejam vindo ou indo a portos iranianos.

Navios de guerra dos Estados Unidos patrulham a área e avisam por rádio que a passagem está interditada. Se uma embarcação comercial não parar nem der meia volta, pode haver o uso da força. A Marinha de Terã afirmou que vai considerar qualquer movimentação militar em Hormuz uma violação do cessar-fogo.

Também ontem, o Papa Leão XIV respondeu às críticas do presidente dos Estados Unidos. O pontífice disse que não tem medo do governo de Trump e afirmou que vai continuar falando a mensagem do Evangelho em voz alta. Leão já afirmou que Deus não ouve oração de governantes que fazem guerra e pediu o fim do conflito no Oriente Médio.

O presidente tinha publicado nas redes que Leão, nascido nos Estados Unidos, era fraco com a criminalidade e terrível para a política externa. Também escreveu que não queria um Papa que achasse ok o Irã ter armas nucleares e que considerasse o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela uma coisa terrível.

Trump também postou uma imagem feita por inteligência artificial em que ele aparece como se fosse Jesus Cristo. Na montagem, ele simula a cura de um doente. Depois da repercussão negativa, ele recuou e apagou a imagem. O dólar fechou ontem abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, depois de Trump voltar a afirmar que os iranianos querem um acordo para o fim da guerra. Teheran não havia confirmado a intenção de retomar as conversas.

A cotação final foi de R$ 4,99, o menor valor desde o final de março de 2024.

E o governo Lula demitiu o presidente do INSS, Gilberto Valle Júnior, no mesmo momento em que a Polícia Federal realiza força-tarefa para colher depoimentos de 35 pessoas no caso de fraudes bilionárias do Instituto. Para substituir Valle Júnior, o ministro da Previdência anunciou Ana Cristina Viana Silveira, que era secretária executiva adjunta do órgão.

Silveira também atuou como presidente do CRPS, o Conselho de Recursos da Previdência Social, que é um colegiado responsável por analisar pedidos de reconsideração dos beneficiários. Com isso, a expectativa é que ela traga mais agilidade à fila de espera, que no início desse ano chegou a uma marca histórica de 3 milhões de assegurados, aguardando um parecer.

O agora ex-presidente Valer Júnior assumiu a chefia do INSS no final de abril de 2025, depois da operação sem desconto. Segundo interlocutores do Planalto, havia uma dificuldade de diálogo entre Valer Júnior e o Ministério da Previdência a quem ele respondia.

mas que havia um receio de afastá-lo do cargo durante a CPMI do INSS. Agora, com o fim do inquérito no Congresso, a avaliação do Executivo seria de que chegou a hora de virar a página. A operação sem desconto foi aberta pela Polícia Federal e a Controladoria Geral da União em abril do ano passado. A ação investiga descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

Os investigadores suspeitam que entidades responsáveis pelos descontos e empresas que prestam serviço a elas seriam usadas como fachada para lavagem de dinheiro. A força-tarefa, anunciada na última sexta pela Polícia Federal, vem depois do acordo de delação premiada com o empresário Maurício Camisotti, apontado como um dos beneficiários das fraudes.

Esse foi o Boletim Folha, que é publicado de segunda a sexta. A produção é de Beatriz Izumino e Jéssica Cruz. A edição de som é de Rafael Conkle. Essas e outras notícias você encontra em folha.com. Até mais!