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Empório Origens: Quando Celebrar é Agradecer

21 de julho de 202614min
0:00 / 14:36

"Existem lugares que vendem produtos. Outros vendem experiências. E há aqueles raros lugares que fazem você sentir que sempre pertenceu ali."

Neste episódio da BDE – Sua Vitrine Regional, contamos a história do Empório Origens, um negócio que nasceu em meio aos desafios da pandemia e se consolidou em Santo Amaro mostrando que o maior diferencial de uma marca não está apenas nos produtos, mas na forma como ela faz as pessoas se sentirem.

À frente do empreendimento, Marco Antônio transformou o atendimento em sua principal assinatura. No Origens, cada vinho conta uma história, cada sugestão nasce de uma escuta atenta e cada cliente é recebido como um convidado especial. Mais do que um empório, o espaço tornou-se um ponto de encontro onde gastronomia, acolhimento e experiências criam vínculos que vão além da compra.

✨ Um episódio sobre empreendedorismo com propósito, experiência do cliente, marketing de relacionamento e como o capital emocional pode se tornar o maior patrimônio de uma marca.

https://bdepromo.com.br

#EmporioOrigens #MarcoAntonio #SantoAmaro #ExperienciaDoCliente #MarketingDeRelacionamento #Empreendedorismo #CapitalEmocional #Gastronomia #Hospitalidade #BDE #SuaVitrineRegional #Branding #NegociosComProposito #PodcastBrasil

Participantes neste episódio1
M

Marco Antônio

ConvidadoComentarista
Assuntos4
  • Razões emocionais para comprar (RECA)Escuta ativa · Capital emocional da marca · Comunidade autêntica · Uso e funcionalidades do Instagram
  • A jornada do cliente e a experiência invisívelEmpório Origens · Pilatos · Atendimento como diferencial · Sentimento de pertencimento · Cliente como hóspede
  • Abrigos e assistência social em Juiz de ForaRay Oldenburg · Casa e Trabalho · Ambiente neutro e refúgio · Vazio psicológico
  • Homenagem ao públicoAniversário do Empório Origens · Retribuição à comunidade · Atenção humana como luxo
Transcrição134 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Existe uma ironia fascinante no comércio moderno, sabe?

?Voz B

como assim?

?Voz A

É que, tipo, a tecnologia deixou a gente comprar praticamente qualquer coisa com um clique, né?

?Voz B

Ah, sim, e o pacote chega no dia seguinte na porta.

?Voz A

Exato. Sem a gente nunca precisar olhar nos olhos de outro ser humano. É meio que o ápice da eficiência.

?Voz B

Mas tem um custo alto nisso, né?

?Voz A

Total. Porque, curiosamente, quanto mais fria e calculada vira essa transação toda, mais o ser humano parece adoecer.

?Voz B

É a falta daquele sentimento de pertencimento, um conceito super antigo que a gente meio que perdeu.

?Voz A

Pois é, e é exatamente sobre o resgate desse pertencimento que a gente vai conversar hoje. Mas antes, quero começar agradecendo imensamente a audiência por acompanhar mais uma análise profunda com a gente.

?Voz B

É sempre um privilégio, né, ter essa atenção para discutir histórias que realmente moldam o nosso entorno, nosso dia a dia.

?Voz A

Com certeza. E para quem tá sempre buscando essas histórias de valor, é super importante informar que esta é uma produção da BDE Comunicação.

?Voz B

Uma agência fantástica, aliás!

?Voz A

Sim, a BDE é uma agência de marketing editorial que tem um orgulho muito genuíno de aplicar os valores de uma boa história com foco todo especial lá na região de Santo Amaro.

?Voz B

E o propósito deles é super claro, né?

?Voz A

É, a ideia é valorizar negócios, resgatar aquelas histórias de referência e criar oportunidades, coisas que não só movimentam a economia, mas que fortalecem o pertencimento local, sabe?

?Voz B

Exato! Fazer economia gerar, mas com propósito de verdade. O que convenhamos é a única forma de sobrevivência do comércio local hoje em dia.

?Voz A

Falou tudo! E é com essa animação, tipo, com muita energia mesmo, que a gente chega no tema de hoje. Vamos falar sobre um Marco Antônio lá do Empório Origens.

?Voz B

Nossa, um estudo de caso excelente!

?Voz A

É demais! A nossa análise de hoje tem como base a matéria de destaque da edição bimestral de julho da revista ABDS, sua vitrine regional de Santo Amaro.

?Voz B

Que tá lá na página 4, né?

?Voz A

Isso, página 4. E o título da matéria já é uma daquelas coisas que faz a gente parar para pensar. Chama Quando Celebrar Significa Agradecer.

?Voz B

Um título muito forte e o momento de discutir isso é perfeito.

?Voz A

Sim, porque a gente tá exatamente no mês de aniversário do estabelecimento. É um marco que, nossa, no cenário atual merece um olhar bem mais profundo.

?Voz B

Não dá para ser só uma contagem de anos, né? Tem muita coisa por trás.

?Voz A

Não dá mesmo. E olha, Pra quem vive ou circula ali pela região, os exemplares físicos da revista já começaram a ser distribuídos em massa, tá?

?Voz B

Ah, legal! Em todos aqueles pontos?

?Voz A

Isso! Estão cobrindo 132 pontos segmentados de Santo Amaro e dos arredores. Mas lógico, todas as matérias já estão publicadas no site também.

?Voz B

O que facilita muito o acesso pra todo mundo.

?Voz A

Com certeza! E aqui cabe uma menção super justa, sabe? O Marco Antônio é um parceiro de muito valor da Revista BDE.

?Voz B

E dá para notar que essa parceria é genuína.

?Voz A

É, a confiança que ele deposita no trabalho editorial da agência, tipo, faz toda a diferença para a motivação do time no dia a dia. O Marco é um cara de valor.

?Voz B

E isso transpira assim em cada entrelinha do material que a gente vai analisar hoje. Se a gente puder definir a nossa missão central nessa conversa, eu diria que é tentar decodificar a engenharia social do impório.

?Voz A

Como assim engenharia social?

?Voz B

É entender como um negócio que nasceu no meio da diversidade, de uma pandemia global, lá no auge do distanciamento.

?Voz A

Naquela época super complicada.

?Voz B

Exato. Como um lugar assim consegue se transformar em um pilar comunitário em tão pouco tempo, sabe?

?Voz A

É, é um salto e tanto. Então, com essa nossa missão já traçada, vamos detalhar esse tema?

?Voz B

Vamos lá.

?Voz A

Se a gente olha para o histórico do Empório Origens, que está descrito na matéria, Dá pra ver que foram 3 anos de uma construção contínua, né?

?Voz B

E não começou do jeito fácil.

?Voz A

Não mesmo. Começou de um jeito muito fragmentado. O Marco ficava indo em condomínios e em feiras pela cidade, bem no meio daquele caos da pandemia.

?Voz B

Uma época que a logística era um pesadelo.

?Voz A

Total. E aí a gente pisca, estamos em julho de 2026 e ele chega num patamar de consolidação impressionante. Uma base super sólida de clientes.

?Voz B

E o que eu achei mais curioso foi a postura dele no texto.

?Voz A

Sim, a matéria cita que o Marco Antônio tem, assim, a certeza de fazer a diferença.

?Voz B

É uma frase de peso.

?Voz A

É, e quando a gente lê pela primeira vez, soa até meio prepotente, né? Tipo, como que um comerciante simplesmente crava que faz a diferença na vida das pessoas?

?Voz B

É que a linha entre a confiança e a arrogância é fina, né? Mas a matéria explica bem isso logo em seguida. A certeza dele não vem de ego.

?Voz A

Vem da onde então?

?Voz B

Vem das próprias avaliações, das declarações espontâneas dos clientes, sabe? Quando a gente analisa os feedbacks, tem uma ruptura de padrão ali.

?Voz A

Ruptura de padrão? Explica melhor.

?Voz B

É que, tipo, geralmente as pessoas avaliam o comércio baseadas só naquele binômio de preço versus qualidade, né?

?Voz A

Assim, tipo, o vinho era bom ou o sanduíche tava barato.

?Voz B

Isso. Mas no caso do Origens, as pessoas focam no acolhimento, a sensação de estar entre amigos.

?Voz A

Tem um trecho na matéria que me chamou muita atenção. Uma cliente deu uma aspas assim: aqui você não é cliente, você é hóspede.

?Voz B

Nossa, o peso da palavra hóspede aí é gigantesco.

?Voz A

Exato, porque um hóspede é alguém que você abriga, né, que você protege, tenta agradar de um jeito proativo. E pra mim isso soa como uma conta bancária de afeto.

?Voz B

Conta bancária de afeto, gostei da analogia.

?Voz A

É tipo o capital emocional da marca. Os depósitos são feitos daquelas conversas genuínas do dia a dia e o saldo dessa conta meio que nunca fica negativo, sabe?

?Voz B

Faz todo sentido. Isso nos leva direto para aquele conceito sociológico fascinante que o texto até cita: o terceiro lugar.

?Voz A

Terceiro lugar. O que seria exatamente?

?Voz B

É um termo do sociólogo Ray Oldenburg. Ele fala que o primeiro lugar é a nossa casa.

?Voz A

Tá, e o segundo?

?Voz B

O segundo é o trabalho. E o terceiro, que é o grande ponto, é aquele ambiente neutro, o nosso refúgio.

?Voz A

Ah, entendi. Tipo a praça, o café do bairro.

?Voz B

Isso. É aquele lugar onde a pessoa vai só para existir, para interagir, sem a pressão de ter que produzir para o trabalho ou as obrigações de casa.

?Voz A

Verdade. Então, quando o Empório Origens ganha essa forma física agora, ele não tá só vendendo vinho e queijo.

?Voz B

De jeito nenhum. Ele tá preenchendo um vácuo psicológico gigante.

?Voz A

Ele vira meio que uma âncora pra comunidade.

?Voz B

E é aí que entra a inteligência da coisa. Porque um negócio que atinge esse status, ele transcende o comércio básico, sabe?

?Voz A

E acaba gerando o quê? Aquelas oportunidades frequentes de negócios.

?Voz B

Exato. E tudo através de lealdade pura, porque não é uma transação financeira imediata, é uma reserva de pertencimento.

?Voz A

Tá, mas se o Empório é esse refúgio maravilhoso, como que essa teoria toda se aplica na prática, no dia a dia de atender as pessoas no balcão?

?Voz B

É no detalhe, na curadoria muito cuidadosa, aquela sensação de, olha, eu pensei em você ao trazer isso aqui.

?Voz A

Sério?

?Voz B

Ele faz isso. Sim. A matéria mostra que o vinho lá não é só uma garrafa, é uma descoberta. O sanduíche carrega uma memória. O Marco não só serve o produto, ele escuta as pessoas, conhece pelo nome, tudo mais, conhece os nomes, lembra dos gostos e faz sugestões baseadas no que a pessoa realmente gosta.

?Voz A

Olha, vou fazer uma provocação agora.

?Voz B

Opa, manda!

?Voz A

Na teoria sociológica, tudo isso é lindo, Mas na prática, se a gente abre qualquer rede social hoje, tipo, 90% das marcas dizem que vendem uma experiência.

?Voz B

É, o termo ficou saturado.

?Voz A

Muito. Até oficina mecânica diz que vende experiência automotiva. O que impede o discurso do Empório Origens de ser só mais um roteiro de marketing vazio?

?Voz B

É uma provocação justíssima. O que separa o marketing vazio da entrega real Não é o post bonitinho no Instagram.

?Voz A

É o quê então?

?Voz B

É ter a capacidade estrutural de fazer escuta ativa de verdade. E as evidências estão na própria matéria. Tem uma declaração que diz: voltei porque senti falta de estar aqui. Uau!

?Voz A

Não voltou porque o vinho acabou, voltou pelo lugar.

?Voz B

Exatamente! A diferença tá nessa escuta, que a comunicação e a escuta são o verdadeiro produto que o Marco oferece. Os produtos físicos fantásticos são só um meio para sustentar essa conversa.

?Voz A

Faz todo sentido. E essa conexão humana super profunda explica muito sobre a festa de aniversário deles agora em julho.

?Voz B

Como assim?

?Voz A

É que as comemorações lá não são sobre o sucesso do dono. Não é o Marco colocando uma coroa e falando, eu sou o melhor.

?Voz B

É sobre retribuir para a comunidade, né?

?Voz A

Exato. A programação inteira do mês de julho foi pensada para isso. Tem uma roleta com brindes, degustações de vinhos guiadas, promoções especiais que fazem sentido.

?Voz B

Eles criaram um pretexto social para reunir as pessoas.

?Voz A

Isso. Mas a promessa principal do Marco pro evento é o que me pegou de jeito. A grande manchete dele não é: vou dar o maior desconto. A manchete é: vou estar ali ouvindo o que vocês têm a dizer.

?Voz B

Olha que coisa poderosa num mundo onde ninguém mais tem tempo. O luxo supremo hoje em dia é a atenção humana, né?

?Voz A

Sem interrupção. E o mais legal é que essa experiência toda não morre quando a pessoa sai pela porta do Empório.

?Voz B

Eles levam pro digital.

?Voz A

Levam. A matéria cita o WhatsApp de contato deles, que é o +55 11 99 435 9008, e também o Instagram, que é o @emporio.origens.

?Voz B

Ah, e a gente vê tanta empresa usar o WhatsApp só pra jogar panfleto chato em lista de transmissão, né?

?Voz A

Nossa, sim! Mas lá não. Essas ferramentas digitais viram meio que uma extensão dessa comunidade autêntica. A experiência presencial vira uma comunidade online, mantendo aquele mesmo tom acolhedor.

?Voz B

E eu não sei se você notou uma coisa super inovadora que a BD fez nessa matéria.

?Voz A

O quê? A imagem?

?Voz B

Isso! A imagem da matéria foi gerada usando inteligência artificial, uma ferramenta chamada Nano Banana Pro.

?Voz A

Ah, sim, eu vi. Alguém podia até achar estranho, né, usar IA para ilustrar algo tão humano.

?Voz B

Podia, mas mostra inovação até na hora de apresentar o visual. Mostra que a humanização não é ficar preso no passado, mas usar as tecnologias novas para amplificar o pertencimento.

?Voz A

Muito bom ponto! E manter essa comunidade engajada, tanto lá no espaço físico quanto no digital, é que gera o verdadeiro movimento, sabe?

?Voz B

Sim, é o que a gente falou. É o grande segredo para continuar gerando aquelas oportunidades frequentes de negócios.

?Voz A

Com certeza, porque o esforço não é mais convencer alguém novo a comprar, é nutrir quem já tá ali. Isso garante a longevidade da marca, sem dúvida nenhuma.

?Voz B

E olha, para não deixar essa conversa só nas constatações, eu queria deixar um pensamento aqui para quem acompanha a gente refletir.

?Voz A

Manda bala! Qual é a reflexão final?

?Voz B

É uma provocação sobre o desperdício de potencial. Pensa bem, se um empório local só usando escuta ativa e acolhimento conseguiu virar esse terceiro lugar vital para a saúde mental e social de um bairro, quais outros espaços comerciais que a gente frequenta no cotidiano estão simplesmente desperdiçando essa chance de virar um refúgio comunitário só porque não sabem ouvir as pessoas?

?Voz A

Nossa, é pesado isso. Quantas empresas estão ali lutando, gastando rios de dinheiro em reforma e esquecem do básico, que é saber o nome do cliente. Fica aí a reflexão.

?Voz B

Fica mesmo.

?Voz A

Bom, a gente vai chegando ao fim da nossa análise de hoje. Quero agradecer demais, de novo, pela sintonia de todo mundo.

?Voz B

É sempre muito bom fazer esses mergulhos com quem valoriza as boas histórias.

?Voz A

Com certeza. E, ó, vou dar um spoiler empolgante do nosso próximo episódio. A gente vai analisar a matéria sobre a Naturaltech 2026.

?Voz B

Olha só!

?Voz A

Então não percam. Mas enquanto esse papo não chega, Eu tenho uma recomendação muito forte para todo mundo.

?Voz B

Qual é a dica?

?Voz A

Acessem o site da BDE. É super fácil, www.bdepromo.com.br.

?Voz B

Lá tem todo o acervo, né?

?Voz A

Tudo. Dá para ler todas as matérias dessa edição atual, incluindo a do Marco Antônio, ver as edições anteriores e tem muito conteúdo exclusivo que só vai para o site.

?Voz B

Conteúdos que falam muito sobre esses ecossistemas de negócios e oportunidades aí na região de Santo Amaro.

?Voz A

Exato. E lá no site dá para baixar a edição digital em PDF ou, se preferir, solicitar um exemplar físico da revista para receber no conforto de casa. Além, claro, de saber mais sobre o trabalho incrível da Agência BDE.

?Voz B

Eles fazem um trabalho essencial.

?Voz A

Fazem sim. E para fechar com chave de ouro, tem um convite especial para quem quer transformar conhecimento em comunicação de valor.

?Voz B

Ah, isso é para atrair aquelas oportunidades frequentes de negócios, né?

?Voz A

Exatamente. Se você quer parar de depender só de indicações ou ficar gastando horrores com anúncios caros no digital, conheça o projeto da agência Seja Visível em Santo Amaro. Conhecimento gera oportunidades.

?Voz B

Que projeto bacana! É um material prático?

?Voz A

Super prático! É um guia prático de marketing editorial e o melhor é 100% gratuito. Tem uma leitura rápida e é sem compromisso nenhum.

?Voz B

Material grátis e super útil. E acho que tem um bônus, não tem?

?Voz A

Tem um oferecimento bônus incrível. Além do material, a agência se oferece para fazer um levantamento gratuito sobre o pertencimento e a presença regional da sua empresa.

?Voz B

Nossa, um diagnóstico gratuito de cortesia!

?Voz A

Sim, feito por eles, que têm todo esse foco na melhora social de Santo Amaro. Então não deixem de conferir, vale muito a pena, vale mesmo. Bom, é isso. Histórias poderosas movem a economia e um comércio com propósito transforma o lugar onde a gente vive. Muito obrigado pela companhia de sempre e até a próxima análise profunda.

?Voz B

Até lá!

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