O Truque de Mágica (O Cabresto da Fé) | A Meia Noite Levarei Sua Alma
(Intro - Voz Profunda e Sombria, acompanhada pelo som de correntes e um riso cínico)
“O que é a vida? É o princípio da morte. O que é a existência? É a continuidade do sangue. Escutem bem, cordeiros do rebanho: vocês olham para a tela com pavor, mas não veem a mão que segura o seu pescoço!”
(Verso 1)
Sessenta e quatro, o ano do medo inventado,
O “vazio vermelho” era o monstro no palco montado.
Enquanto a massa rezava e apontava o dedo para mim,
O verdadeiro carrasco preparava o seu festim.
A fé foi o pano que cobriu a violência real,
Transformando o chicote do Estado em proteção espiritual.
(Refrão)
É o grande truque de mágica, a ilusão do pavor,
Fazem você olhar o “demônio” para ignorar o ditador!
A maior arma não é o fuzil que fere a pele e a mão,
Mas a fé usada como cabresto, gerando a cega submissão!
(Verso 2)
Trinta, sessenta e quatro, o ciclo nunca tem fim,
“Deus, Pátria e Família” — o mantra que ecoa em mim.
Usam o terço para abençoar a tortura no porão,
Enquanto se chocam com a carne no prato e a minha negação.
A hipocrisia é a herança que passa de pai para filho,
Um trilho de mentiras onde o gado perde o brilho.
(Ponte)
Eu assumo meus atos, o sangue e a fria razão,
Vocês escondem os crimes sob a capa da oração.
Quem é o monstro? Aquele que não mente na tela,
Ou o fiel que aplaude a morte enquanto segura a vela?
(Refrão Final)
É o grande truque de mágica, a ilusão do pavor,
Fazem você olhar o “demônio” para ignorar o ditador!
A maior arma não é o fuzil que fere a pele e a mão,
Mas a fé usada como cabresto, gerando a cega submissão!
(Outro - Falado com desprezo)
“À meia-noite, o véu cairá. Vocês ficarão sozinhos com a verdade que tentaram enterrar. O silêncio é o que resta para quem prefere a fábula à realidade. Durmam agora... se puderem.”
(Gargalhada final que vai sumindo...)
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Lista, não excludente, sendo atualizada:
Voz Profunda e Sombria
- Emenda MágicaO ano do medo inventado · O vazio vermelho · O verdadeiro carrasco
- A Meia Noite Levarei Sua AlmaO véu cairá · Verdade enterrada · Fábula vs. Realidade
O que é a vida? É o princípio da morte. O que é a existência? É a continuidade do Sand. Escutem bem, Cordeiros do Rebanho. Vocês olham para a tela com pavor, mas não veem a mão que segura.
O seu pescoço. Sessenta e quatro O ano do medo inventado O vazio vermelho Era um monstro no palco montado Enquanto a massa rezava E apontava o dedo para mim
O verdadeiro carrasco preparava o seu festim. A fé foi o pano que cobriu a violência real. Transformando o chicote do Estado em proteção espiritual. É o grande truque de mágica. A ilusão...
Fazem você olhar o demônio para ignorar o ditador A maior arma não é o fuzil que fere a pele e a mão Mas a fé usada como cabresto gerando a cega submissão
30, 64, o ciclo nunca tem fim. Deus, pátria e família, o mantra que ecoa em mim. Usam o terço para abençoar a tortura no purão.
Enquanto se chocam com a carne no prato e a minha negação A hipocrisia é a herança que passa de pai para filho Um trilho de mentiras onde o gado perde o brilho Eu assumo meus atos, o sangue e a fria razão
Vocês escondem os crimes sob a capa da oração. Quem é o monstro? Aquele que não mente na tela. Ou o fiel que aplaude a morte. Enquanto segura a vela.
É o grande truque de mágica, a ilusão do pavor Fazem você olhar o demônio para ignorar o ditador
A maior arma não é o fuzil que fere a pele e a mão Mas a fé usada como cabresto gerando a cega submissão A meia-noite o véu cairá, vocês ficarão sozinhos
com a verdade que tentaram enterrar o silêncio é o que resta. Para quem prefere a fábula realidade do irmão, Magora, se puder.
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