Paulo Henriques Britto: fluir travado era o novo ofício
Em mais um episódio de “A casa não tinha chão”, Arthur Nogueira conversa com o poeta e tradutor Paulo Henriques Britto sobre a construção formal em poesia.
Assim como Britto, poetas de diferentes épocas, como Luís de Camões, William Shakespeare, Elizabeth Bishop e João Cabral de Melo Neto, provam que impor regras e desafios à escrita não reduz as possibilidades do poema, ao contrário, pode ampliá-las.
Participam também os poetas e professores Guilherme Gontijo Flores, tradutor do grego antigo, em uma conversa sobre a “Odisseia”, e André Capilé, com um depoimento sobre a importância da educação.
Trilha sonora
“Voo e mansidão”, de Pratagy e Arthur Nogueira.
“A propósito de estrelas”, de Arthur Nogueira e Adília Lopes.
“Liberdade”, de Arthur Nogueira e Allen Alencar.
“Odysseus”, de Ludwig Göransson.
“Valente”, de Arthur Nogueira.
Poemas e canções citados
“Via Láctea”, de Olavo Bilac.
“Oficina”, de Paulo Henriques Britto.
“Tríptico com hotel e sirene – II”, de Paulo Henriques Britto.
“Intransitivas – X”, de Paulo Henriques Britto.
Referências
BRITTO, Paulo Henriques. “Embora”. São Paulo: Companhia das Letras, 2026.
BRITTO, Paulo Henriques. “Formas do nada”. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.