Da confecção para o vending machine
O negócio surgiu de uma viagem aos Estados Unidos e da observação de uma oportunidade em um país com 40 milhões de motocicletas e uma frota que cresce a cada ano.
Do processo de criação da máquina ao atual modelo de franquia, o Tem Negócio repassa a trajetória empreendedora surgida de uma oportunidade e após uma aventura com um agência de marketing aberta durante a pandemia.
O podcast Tem Negócio é destinado aos pequenos e médios empreendedores, para quem deseja iniciar um novo negócio ou para todos os que se interessam pelo tema do empreendedorismo. Os novos episódios são lançados às quintas-feiras, no YouTube da BandNews FM, no nosso site e também nos agregadores de áudio.
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- Picolé de LimãoInspiração em viagem aos EUA e China · Oportunidade no mercado de higienização de capacetes · Modelo de negócio vending machine · Mercado de motocicletas no Brasil (80 milhões) · Problemas com cheiro e umidade em capacetes · Desenvolvimento de máquina 100% brasileira · Tecnologia da máquina (vapor d'água, luz UVC, essência) · Investimento no protótipo (R$ 450 mil) · Tempo de higienização (4 minutos) · Preço da lavagem (R$ 10-20) · Uso de tela de 20 polegadas para instruções · Telemetria para controle de vendas e operação · Diferença de uso entre homens e mulheres · Tecnologia de autoatendimento
- Confecção familiar no BrásHistória do negócio dos pais de Antony · Adaptação às mudanças do mercado · Dificuldades em empresas familiares · Migração para confecção infantil (Marmô) · Produção para grandes magazines · Desenvolvimento de marca própria (Marmô Surf)
- Plataformas digitais e marketingImpacto da concorrência chinesa · Ideia de filmagens em 360 graus para lojas · Oportunidade durante a pandemia · Produção de cardápios em QR Code para restaurantes
- Modelo de Negócio de FranquiaMicro franquia como modelo de expansão · Retorno do investimento (10-11 meses) · Negociação de pontos comerciais · Investimento total da micro franquia (R$ 23.500) · Taxa de franquia (R$ 6.000) e custo da máquina (R$ 17.500) · Benefícios para franqueados a partir da quinta máquina · Baixo custo operacional (água barata) · Suporte em marketing e localização de franqueados
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Um oferecimento de Claro Empresas. Bora fazer junto. Tem Negócio. Podcast. Com Carla Bigato.
Seja muito bem-vinda, seja muito bem-vindo ao nosso Tem Negócio, que hoje vai provar que excelentes oportunidades de empreendedorismo podem nascer de problemas cotidianos, ignorados pela maioria das pessoas, mas que afetam a rotina de milhões de pessoas por aí. O nosso convidado cresceu na maior metrópole do país e foi vivenciando o dia a dia do comércio do Brás, que ele teve uma ideia.
Que tal suprir a necessidade de higienização de capacetes de motociclistas? Hoje nós recebemos Anthony Fedlala, criador e CEO da Pitcap. Anthony, muito obrigada por ter vindo aqui ao Tem Negócio. Mas antes de falar da Pitcap, eu acho que a gente tem que falar sobre a sua jornada empreendedora, porque falei sobre o seu crescimento no negócio do Brás, era um negócio de família. Isso, um negócio de família.
Muito novo, né? Saía da escola, ia para ajudar meus pais na loja. Gostava muito de estar na venda, de falar com as pessoas, do dia a dia. E acabei aprendendo tudo, né? Sabia fazer cortes, sabia que infestava, tinha que ir nas oficinas. Era confecção. Era confecção. Então a gente confeccionava e fazia venda também. Tinha lá na loja, todo esse espaço, né? E era muito interessante conversar com gente de tudo que era lugar e tal. Sempre gostei muito desse tipo de...
Essa comunicação com todo mundo, né? Então você cresceu vendo o negócio por dentro, vendo toda a estrutura, os seus pais administravam na época? Sim, meus pais administravam. Na verdade, o meu pai tocava mais a loja e minha mãe tinha uma boutique. Então eu ficava indo na loja com o meu pai e aí depois ela viu, sentiu a necessidade de ampliar um pouco mais e acabou abrindo uma outra confecção. Então eu acabei migrando, ficando com a minha mãe e o meu pai já estava meio...
Aquele cara antiquado, veio do Líbano, sabe? E ele não entendia que o mercado já tinha mudado muito e que exigia que você fizesse vários modelos. No começo dele, ele pegava uma calça jeans, ele fazia 1.500, 1.800, 2.000 peças de um modelo quase sem lavagem e vendia.
E aí depois não acompanhou, né? Porque começou a ter muita gente fazendo, tinha muito concorrente, muito modelo diferente. Então você tinha que fazer no máximo umas 300, 350 peças de cada modelo. E aquilo pra ele foi demais. Imagino que... E aí é um outro ponto interessante pra gente conversar numa empresa familiar. Nem sempre é fácil você vender uma ideia. Às vezes é até mais difícil você, como integrante daquela família, conseguir vender uma boa ideia pro restante, não é não? Não.
com certeza, e você mais novo ainda, seu pai não aceitava, né? O pai libanês sabe de tudo, ele que manda, ele que faz, então ele não aceitava. Minha mãe, muito mais fácil, então a gente conseguiu fazer esse diferencial, trabalhar com modelos diferentes, coisa totalmente diferente do que ele fazia. Então a gente estava com duas e acabou tanto que ele não aguentou mais, ele foi, fechou a empresa e eu com minha mãe, a gente tocou a empresa.
Marmô, na verdade, né? A outra tinha um nome até meu nome. Quando ele abriu, depois de confecções, Anthony. Ah, é? E aí depois a gente migrou e migrou pra essa marmô. Porque minha mãe gostava muito de coisa infantil. Era uma gíria na França que usava muito pra chamar criança. Aquela marmotinha, aquela levadinha. E aí a gente começou a trabalhar com isso. No começo. Por quantos anos? Olha, nessa parte infantil a gente ficou...
uns 10 anos, mais ou menos. E aí depois, a gente fazia muito para magazine, né? A gente via para C&A, para Riachoeira, para essas magazines. E aí com os planos do nosso governo, para a gente se adaptar a tudo isso, os magazines sempre seguravam um pouco os pedidos. E como você não tinha uma venda ali muito na porta, aquilo te atrapalhava um pouco.
E lá no Bras, assim, a confecção infantil era um pouco mais complicada. E nessa época eu já estava com os meus 20 anos, 21, e eu já sabia o que usar, o que vestir, o que eu queria. E eu achava que seria muito interessante fazer uma linha mais jovem, uma linha como se eu fosse usar. Então aí a gente começou a desenvolver uma marca, assim, Surf, que chama Marmô, né? E aí foi indo com camisetas, bermudas, moletons, e aí mudou totalmente a história. Então não dependia mais de magazine, dependia só...
da venda ali do dia a dia da porta, com representantes e tudo mais. E ali nós ficamos dos 20 até uns 40 e pouco. A confecção ficou um bom tempo. Uns 20 e poucos anos. No negócio da família. E aí você decidiu, tem algum tempo, mas não tanto tempo assim.
sair do negócio da família e abrir uma agência de marketing, não foi isso? Com a entrada da China no mercado, aquilo começou a complicar um pouco. Porque assim, você trabalhava com coisa boa, você fazia marketing, você tinha alguma coisa diferenciada e a China vinha com preços que você não conseguia concorrer. Era muito difícil.
Um rolo compressor em cima do concorrente. Principalmente na parte feminina. Na parte feminina, havia umas blusinhas, umas coisinhas assim, que você vendia num valor, os caras vendiam quase a 10% do seu valor. Então, assim, não dava pra você concorrer. Era muito difícil. E aquilo começou a ficar um pouco cansativo pra mim. Porque eu gostava muito de ter esse reconhecimento do cara olhar sua marca, ver que você investia, que você tinha um anúncio numa revista, que você patrocinava uma atleta de surf.
E aquilo foi me deixando meio descontente. E aí, dois amigos meus me mandaram um vídeo.
um dia que eles estavam trabalhando com marketing, um vídeo em 360 graus. E quando eu olhei aquilo, eu falei, cara, vocês não querem vir ganhar dinheiro aqui no Brás? Tive a ideia de poder fazer uma filmagem das lojas do Brás, poder fazer um desfile dentro da loja com o formato em 360. Você podia dar pause, ampliar, fazer, e o cara podia ver a sua loja inteira. Então, assim, ele teria uma noção.
Muito boa, porque no Brás você vende pro Brasil inteiro. É. Então, às vezes, a pessoa não consegue vir. Ela não consegue saber o que tá acontecendo, sabe como é a sua loja, o que que tem. Então, isso foi uma coisa muito interessante. Aí eles falaram assim, não, por isso que a gente te mandou o vídeo, porque a gente tá interessado em... E ele falou, nós fizemos uma cobertura de desfiles lá no Brás. Isso em que época? Em que ano?
Foi em 2020. 2020. Período da pandemia. Período da pandemia. Que aí ficava mais complicado, a pessoa ficava mais com medo de viajar. Então assim, teve um desfile que tinha num shopping e cara, foi um fracasso. Muito pouca gente.
Como a gente fez a filmagem em 360, a gente conseguiu dividir essas filmagens, gerar links e o próprio lojista mandar para o cliente dele. Então o cara conseguiu ver o desfile inteiro. Isso daí foi uma coisa muito interessante. Todo mundo gostou, foi super legal. E aí eu falei para os caras, eu falei, olha, é o seguinte, eu vou sair da confecção e nós vamos abrir uma agência.
Você é louco, não é possível, você trabalha com isso há muito tempo. Falei, cara, mas não tá legal, assim, não tô gostando. E eu acho que isso daqui tem um futuro muito interessante, tem um futuro muito legal pra gente poder tá trabalhando com isso. E vamos. Ela falou, tá bom, você que sabe. E aí falei com o meu irmão, que tava trabalhando junto na confecção também, falei, ó, tô largando, tô saindo, tô deixando tudo aí pra você.
O que você vai fazer? Expliquei pra ele, falei assim, nossa, que legal. Parabéns, sucesso, tal, vai, boa empreitada.
E foi super bacana. Foi super bacana porque a gente, com essa ideia, a gente tinha que linkar tudo com QR Code, né? Porque ele te facilita o caminho.
E aí quando foi reabrir todos os lugares para poder estar trabalhando os restaurantes e tudo mais, eles precisavam do cardápio em QR Code. E a gente, como já estava com uma experiência em QR Code, fizemos o cardápio para vários restaurantes. Então foi muito legal, foi muito bacana. Ai, que interessante. Tem gente que vai te odiar, né? Porque muitas pessoas não gostam do cardápio em QR Code, mas é uma inovação que veio e veio para...
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Vem pra ficar, né? Certamente veio pra ficar, porque cabe muito mais informação ali dentro, né? Fácil de você fazer a mudança pro restaurante, ela é muito mais interessante, porque assim, se você tiver uma mudança de valor, você tem que mudar seu cardápio inteiro, você tem que imprimir tudo de novo. Comigo ele me manda, em cinco minutos eu fazia o negócio e já tava no ar.
O nosso era interessante porque o formato dele era bacana. Não baixava PDF, não fazia nada. Então não tinha nada. Era como se fosse um cardápio online mesmo. Ele clicava e já via o preço. Se eu tinha acabado de mudar o preço, o cara já estava com um preço novo. Então ele não tinha esse problema de ter que esconder o cardápio, não liberar, fazer. O restaurante próprio já tinha ali. Então os restaurantes gostavam muito. Os clientes...
Mais ou menos. Tinha aquela briga. Há quem goste muito, né? Os senhores idosos não suportavam. Mas tudo bem. Agora, você enxergou uma necessidade, assim como aconteceu com a Pitcap, que é a empresa sobre a qual a gente vai falar no episódio de hoje, no Tem Negócio, aqui. Mas você vê que já são quase 10 minutos de papo, quase. E a gente ainda não entrou nessa questão dos capacetes, porque tem muita história aqui com o Antwery. Então, vamos falar de como foi que veio.
Como foi que surgiu essa ideia da Pitcap? Porque é uma dor muito específica, de quem anda de moto, falta de tempo, praticidade para limpar o capacete. Como é que esse processo de identificar esse nicho de mercado veio?
Voltando um pouquinho na história do Brás, sempre teve o seguinte, o brasileiro quando vê fila, ele vai atrás. O brasileiro quando passa na frente de uma loja e lá tem um monte de pacote, um monte de coisa, ele fica olhando para saber por que tem tanto pacote naquela loja.
Então, muitas pessoas ali sempre faziam pacotes falsos, deixavam ali muitas coisas. Às vezes demoravam até para soltar o pedido para dar a impressão que estava vendendo muito. E era muito engraçado, porque realmente todo mundo fazia. Então, a gente acostumou. Quem está no Brasil acaba acostumando de olhar uma fila, de olhar alguma coisa e falar, o que está acontecendo? Por que será que tem? Então, se funciona para lá, funciona em outro lugar. Deve ter alguma coisa interessante.
E eu estava numa viagem nos Estados Unidos e eu vi uma fila grande. E eu olhei para aquilo e aquela curiosidade, né? Você vai chegando um pouco mais perto, você vai vendo e você vê que tinha realmente um pessoal ali com os capacetes parado em frente a uma loja que tinha essa máquina ali dentro.
Eu tava um pouco corrido, a gente sabe que o americano não é das pessoas mais abertas e tal e tudo mais. Então assim, eu olhei aquilo, falei, depois eu vou, e acabou não dando pra eu voltar. Mas eu vi que tinha um negócio formatado com aquilo, de tá levando um capacete pra fazer alguma coisa. Não sou motoqueiro, não ando de moto, tenho a menor ideia desse mercado. Zero. E aí...
numa outra viagem para a China para ver se teria alguma coisa mais diferente, uma coisa mais interessante para poder fazer e tudo mais. E eu vi que tinha essa máquina. E assim, já tinha pesquisado um pouquinho sobre isso e vi que ali, naquela região, é muito forte. Tem muitas máquinas. Então, você vai na Tailândia, você vai em outros lugares e tal. É muito comum o pessoal usar isso.
Que é um modelo chamado vending machine. Vending machine. Que é uma máquina de autoatendimento. Você tem hoje aqui lavanderias que você vai e não tem ninguém para te atender. Não tem ninguém. Você passa na frente e dá a impressão que está aberta a loja, mas não tem nenhum atendente. Nada. Você faz todo o processo. Até supermercados tem hoje que você pode entrar, fazer, pegar, faz a leitura, já paga, já debita no seu cartão, está resolvida a vida.
E aí, pesquisando sobre os capacetes, começamos a perceber que tinha uma necessidade muito grande. Porque assim, é um mercado gigantesco, gigantesco. São praticamente 80 milhões de motos.
E assim, e os caras tem... Não, não, no Brasil. No Brasil, é? Porque, pelo amor de Deus, 80 mil... Se fosse 80 mil... Ai, minha filha, aí... Imagina, eu deveria ter umas duas motos. Não, tá bom, 80... Mas é muita coisa, 80 milhões de motos no Brasil. E assim, cada um tem pelo menos dois capacetes. Sim. Porque você tem o Garupa, você tem o capacete que você usa pro seu dia a dia, e você tem o seu capacete que você, às vezes, quer uma viagem, quer fazer, você tem um diferenciado, que ele custa mais caro, requer um cuidado um pouco maior e tudo mais.
E o problema que fica com o cheiro do capacete, com o suor, chuva e tudo mais, é uma coisa que é muito difícil. Tem muita gente que não lava, por quê? Pra você lavar o seu capacete, você precisa desmontar, tirar a parte de dentro. E quando você vai colocar de novo, ela nunca fica igual. Não, né? Não. Os velcros, todo onde você tem que prender e tudo mais, sem ficar com uma coisinha. Então, assim, tem gente que não quer lavar, que não quer fazer.
Então, nós fomos atrás, resolvemos desenvolver a máquina aqui no Brasil, não trazer a máquina da China. Por mais que ela possa ter um preço um pouco mais interessante, na hora de você precisar de uma manutenção, de uma peça, de algum negócio, você vai ter um trabalho, você vai ter uma dor de cabeça, de repente fechou a importação, você não consegue trazer, não adianta você pôr uma peça brasileira na máquina chinesa, porque ela não vai conversar, não vai fazer.
Você tem a parte da telemetria, que é onde você controla as vendas e põe tudo mais. Dificilmente ela fala com a máquina chinesa. Então, assim, é um processo muito complicado. Então, o que vai ser mais interessante? Fazer a máquina no Brasil. Então, a nossa máquina é 100% brasileira. Fabricada aqui, desenvolvida aqui, tudo aqui.
Vamos falar sobre esse processo, então? Primeiro de desenvolvimento, porque você viu uma máquina como essa na China, imagino que tem anotado ali os principais pontos. Para quem você passa uma ideia como essa? Quem foi que desenhou essa máquina para você? E depois, quem foi que montou essa máquina? Tem um pessoal que trabalha com a gente já há um tempo.
E que ele tem uma ideia muito bacana, ele é muito criativo. Então, ele tem uma siderúrgica, ele desenvolveu pra gente o protótipo da máquina. Ela era menorzinha, tinha 1,60m mais ou menos. Uma máquina leve. E a gente foi atrás de uma pessoa que é um técnico. Pra poder fazer tudo, interagir e conversar.
Porque você tem que ter internet, você tem que ter preservatório de água, tem o vapor d'água, tem a luz, o VC, para poder matar, higienizar e deixar tudo tranquilo. Então são várias pessoas que vão contribuindo com isso para a gente poder estar fazendo e estar fazendo essa máquina bacana. Ela é bem legal. E é aquilo que eu tinha te comentado. A gente sentiu a necessidade, por mais que ela esteja adesivada e por mais que ela esteja toda pronta, a pessoa quando para na frente da máquina, ela fala, o que eu faço agora?
Então nós aumentamos, colocamos uma tela de 20 polegadas, passando um vídeo, quando a pessoa para ali, ela consegue olhar para aquele vídeo, entender e ver que é muito fácil o processo. Então assim, hoje não precisa de ninguém para nada, para nada, para nada, para nada. Você vai passar lá na sua máquina, às vezes uma vez por semana, para dar uma limpadinha nela, o reservatório de água, pelo controle de lavagens, você consegue ver que ele está ficando baixo, aí você vai lá e vai completar.
E ela dá um aviso também, se não tiver água ela não funciona, senão vai queimar caldeira, vai queimar tudo. Então ela tem uma tecnologia bem bacana. Foi um investimento muito alto para você conseguir, porque você desenvolveu primeiro um protótipo, testou. Imagino que de primeira ele não tenha saído. Ah não, foram três até vir, ficar e tal, e chegar nesse último modelo. A gente investiu mais ou menos uns 450 mil.
para poder estar fazendo e deixando a máquina já do jeito que tem que ser. O investimento precisa ter um fôlego também para manter essa operação daqui para frente, a partir do começo. Me conta como é que foi o seu planejamento para entender que esse investimento faria sentido daqui para frente. Nós começamos primeiro a imaginar que poderia ter um preço médio de uma lavagem a R$20,00.
O tempo para lavagem é muito curto. Em quatro minutos você higienizou esse capacete. Ele saiu perfumado, porque vai uma essência junto.
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam.
cheiro muito agradável, assim, todo mundo que lavou, todo mundo que fez a experiência sentiu e falou, nossa, que delícia, né? Porque, assim, é muito incômodo mesmo. A gente teve que cheirar vários capacetes pra ver, imagina, cheira de todo mundo. Essa foi a pior parte. Isso saiu caro, né? Essa foi a pior parte do negócio.
E a gente falou assim, olha, quatro minutos, se você começa a fazer umas lavagens e vai indo assim, você vai ter um retorno muito interessante. Se você conseguir acertar o público, se você conseguir acertar o ponto e conseguir que todo mundo sinta um negócio que é bem interessante, não vai ser muito bom. Então dá para fazer esse tipo de investimento. E a gente achou que seria muito legal a gente fazer um esquema de franquia, para poder fazer e desenvolver esse negócio. Porque assim, a gente não vai dar conta de atender o Brasil inteiro.
E a gente quer atender o Brasil inteiro. E tem demanda para o Brasil inteiro. Norte, Nordeste, é impressionante. A gente vai fazendo pesquisa, vai vendo. O pessoal que tem respondido os nossos questionários e tudo mais, você vê que realmente, a grande maioria está em São Paulo, mas você vê que o Norte e Nordeste, ele é muito forte.
E nas pesquisas que a gente fez, vê que tem muita moto ali, mototáxi. É o que eu ia te dizer. Lá no Nordeste funciona muito aqui, ainda não. Acho que no Rio de Janeiro, aqui no Sudeste, que tá liberado. Em São Paulo ainda não, mas em outros estados já é liberado. E aí você vai andar com capacete, você tem que pôr aquela balaclava. Tem muita gente que se incomoda porque é quente, é calor, fica abafado. E o cara tem que fazer alguma coisa com o capacete. Porque ele não vai poder entregar um capacete totalmente fedido pra uma...
Você, por exemplo, com o seu cabelo. Imagina, você vai pegar um mototáxi, você põe, na hora que você tirou o seu cabelo, você não vai querer. Por mais que possa fazer essa praticidade. Esse foi um tema que foi muito discutido quando se colocou essa possibilidade de o serviço de mototáxi entrar na capital. Isso não foi para frente, pelo menos não por enquanto, as discussões continuam.
Mas no país como um todo, esse serviço é muito utilizado e por todo tipo de gente, né? As pessoas que, desde quem anda de moto, quem tem o próprio capacete, até quem não tem nenhum tipo de contato com moto e não tem o capacete. Então, vocês pensaram já em desenvolver uma espécie de adesivo, um selo, para mostrar que foi higienizado pela Pitcap? De repente pode ser uma sinalização, né? A gente realmente não pensou nisso, não. Ainda não.
Mas ela é interessante, essa ideia de poder fazer alguma coisa. Mas, assim, as pessoas, a pressa que elas estão, quase não vai aparecer, não vai ter muito sentido. Às vezes, fica muito mais fácil, porque hoje é muito forte a mídia social, né? Pegar o Instagram, nosso Instagram está bom, no TikTok, você tem um depoimento, você tem alguma coisa e tudo mais, e aí você vê que realmente foi feito pela Pitcap. E aí, nessas nossas pesquisas...
a gente teve um retorno que o R$20 seria um pouco alto. Então, assim, até acabei pulando, né? Não passei. Mas a maioria dos motoqueiros falaram, por R$10 a gente lava até duas vezes por mês. Por R$20? Por R$20 já fica um pouco. Então a gente falou assim, bom, vamos fazer um estudo. Vamos ver a viabilidade do negócio, que a gente precisa apresentar.
para o franqueado, o que a gente precisa dizer para ele, para falar, olha, realmente dá para fazer nesse valor, fazendo isso, fazendo aquilo, você vai conseguir atingir. Então hoje, se você lava, faz 10 lavagens por dia, você tem um retorno muito rápido desse investimento que você acabou fazendo. Em 10, 11 meses, você já retornou todo esse capital, com uma máquina só.
Então, assim, quem vai entrar na franquia, ele vai ver que tem um projeto muito interessante para ela, que ela vai acabar pegando mais do que uma máquina para poder fazer. E quando você está falando em 10 lavagens, você fala em usar a máquina em 40 minutos durante as 24 horas do dia. Praticamente nada. É muito pouco. Entendeu? Então, como ela é uma máquina de alto serviço, ela funciona 24 horas por dia.
Nós colocamos oito máquinas nossas para estar fazendo esses testes em pontos, supermercado, extra, anchieta, loja de moto, posto de gasolina. A gente começou a perceber que pela nossa telemetria, a gente sabe o horário que foi feita a lavagem.
Então, assim, tem lavagens 3 da manhã, tem lavagens 4 da manhã, tem lavagens 7, 11 e tal. Então, os horários são muito variados. Então, porque a pessoa está passando, tem um supermercado que funciona 24 horas, a pessoa está lá 4 minutos, ela já vai, faz a lavagem dela e está tudo certo, já sai o capacete. E é engraçado, porque assim, muitas e muitas e muitas vezes tem duas a três lavagens seguidas.
Então o cara fez uma vez, ele já viu que deu certo, já tá com outro capacete, já tá fazendo. E às vezes alguém passou e viu, o cara já deve tá falando e a pessoa acaba fazendo. É muito interessante. Interessante. Muito interessante. E pelo nosso controle, a gente percebeu que as mulheres lavam um pouco mais. Apesar de ter muito mais homem, as mulheres lavam mais por conta desse cuidado. Ah, sim. Com cabelo. Cabelo, com tudo. A mulher é muito mais.
Uma vez teve um cara que respondeu uma pesquisa que ele não lavava o capacete há 15 anos. Meu Deus do céu. E aí quando ele falou assim, cara, não vai sair o cheiro. Vai sair morcego daí, mas não vai sair o cheiro. E ele quando... Ele falou, cara, não tô acreditando. Parece que eu tô com um capacete novo. Olha. Dá essa sensação. Como é que é a tecnologia que é usada nesse... Vapor de água e a luz UVC. E a essência que já tá junto lá no reservatório de água. E quando sai...
O cheiro que fica no ambiente é muito gostoso. Porque não é muito forte a concentração dessa lavagem. Nem pode ser. Não, e o cara vai colocar o capacete, vai ficar o dia inteiro com ele. Se tiver um cheiro muito forte, vai acabar enjoando. Eu, por exemplo, não gosto muito de cheiro forte o tempo todo. E dá um certo enjoo. Mas com esse cheiro ele é agradável. Então a pessoa pode colocar e vai ficar.
Então, o cheiro vai durar uns 5 dias, mais ou menos, mas o capacete vai estar higienizado. A pessoa sentiu a necessidade, ela vai lá e vai fazer de novo. Porque o preço e o tempo são muito bons, né? É, mas vamos falar agora de uma dificuldade, de um dos obstáculos que você já citou.
Que é de a pessoa não saber mexer, às vezes tem um pouco de medo de quebrar a máquina, enfim. Como é que lida com isso e que tipo de investimento foi feito para isso, para tentar quebrar essa barreira? Isso foi a tela. A tela passando o vídeo ali, o vídeo fica passando, a pessoa para na frente e a gente percebeu que com o vídeo aumentou o número de lavagens.
A gente foi no supermercado, num desses que a gente colocou, não lembro o nome agora de qual, e foi conversar com segurança, pra entender e tal. O cara falou, olha, o processo todo é muito interessante, mas a pessoa para na frente da máquina e fica assim, ó. Ela fica olhando. Ela quer ver se tem alguém por perto pra poder ajudar, pra poder explicar, pra poder dar alguma dica a mais. E assim, a gente não pode estar fazendo esse tipo de trabalho, né?
E aí que a gente vê a necessidade, colocando esse monitor, passando o vídeo, ia ajudar bastante. A máquina é adesivada, tem todo o processo lá explicando e tal. Mas as pessoas às vezes não olham muito, mesmo assim ela fica. Vendo o exemplo lá, acontecendo na hora, passando o vídeo, dela abrindo, colocando, passando o cartão ou fazendo no Pix.
digitando, fechando, apertando o botãozinho e começa todo o processo, quando termina, ele diz, retire o seu capacete. O pessoal abre a porta, tira o capacete, fecha a porta e sai contente. O autoatendimento é relativamente novo. A gente está tendo contato com ele não faz muito tempo. Nessa geração nova, tudo bem, já cresceu e já são nativos. Total.
Mas para a gente, de gerações um pouquinho mais antigas, isso não é novo. E pagar pelo serviço, tudo bem, mas pagar mico na frente dos outros, a gente não quer de jeito nenhum. Nenhum pouco. Bom, falando em telas, a gente grava o Tem Negócio aqui da Sala Digital Band Google.
E na sala digital a gente tem acesso aos termos que são mais buscados nessa ferramenta. E a gente tem alguns termos buscados com relação a capacetes. Vamos dar uma olhadinha aqui nas perguntas mais buscadas no Brasil no último ano. Qual a multa por andar sem capacete? Então as pessoas já estão muito ligadas, né?
Houve uma explosão no número de motos nas grandes cidades e agora o motociclista sabe que ele tem que usar o capacete, qual o melhor intercomunicador para capacete e aqui a gente também observa um potencial de investimento nesse equipamento, intercomunicador, é um avanço técnico.
tecnológico, você tem que botar uma graninha. Como medir a cabeça para o capacete? Interessante essa. Como trocar a viseira do capacete? Qual a melhor câmera para capacete de moto? Quer dizer, Antony, o que a gente vê por aqui é que existe uma preocupação e um potencial de investimento. Isso traz boas notícias para o negócio.
Não, com certeza, com certeza. E a gente, assim, a pessoa não se preocupa muito com essa parte da higienização, porque ela não conhece. Você vê que poderia ter, é, poderia estar aqui nesse termo. Mas é porque ela não conhece, ela não sabe que existe, entendeu? Que tem, que a pessoa se preocupa, que eu falei, ele sabe que precisa lavar. Então ele vai fazer isso tudo, e como ele sabe que pode ter um problema na hora de colocar de novo, de ficar...
ele nem liga, entendeu? Agora, gente, com essa divulgação, com tudo que a gente está fazendo e tudo mais, você vai ver que numa próxima vai começar a aparecer bastante sobre isso, para higienizar o capacete.
Antony, você está num momento, num ponto da sua jornada muito interessante, que é o seguinte, você implementou essa tecnologia nova, trouxe inovação e está com toda aquela expectativa de as franquias deslancharem, de você ter muita gente chegando e eu aposto que tem muito da nossa audiência que está nesse mesmo ponto que você. Queria que você conversasse com essas pessoas, então, antes de pedir aquela lição...
que a gente usa nos encerramentos aqui do nosso episódio do Tem Negócio. Queria que você falasse um pouco da sua própria expectativa nesse momento, qual é o seu próximo passo. Você está conseguindo dormir à noite porque você está no meio desse processo, da implementação desse processo, né? Sim. Na verdade, assim, ele está muito interessante, ele está muito...
Para a gente lá na empresa, ela está muito bacana. Por quê? Todas as pesquisas que a gente fez, todos os testes que a gente fez, e tudo que a gente teve de resposta até hoje, só foram coisas ótimas. Não teve ninguém que falou, não gostei, não serviu, não aconteceu. Como a máquina precisa da internet para estar fazendo um sistema, um meio de pagamento.
Quando você põe num ponto, às vezes você pega a internet do próprio ponto. As nossas, a gente está pegando a internet que a gente tem comprado modem, chip, habilitado e ter feito.
Esse é um probleminha que às vezes acontece, de às vezes não ter uma comunicação, de cair o sinal da internet e tudo mais. É uma coisa fácil de resolver. Você tira da tomada, põe de volta, ela volta a funcionar. Então, assim, sempre que tem algum problema, que caiu, você vai lá, pega para a pessoa e você devolve o dinheiro para ela.
Então a gente consegue saber. Já chegou uma reclamação, olha, coloquei, fiz o pagamento e não consegui fazer. Onde está assim, assim assado. Então está aqui, seu PIX devolveu. O dia que você estiver na frente da máquina, a hora que você me avisa, eu vou dar um crédito e você vai fazer a lavagem. Nossa, sério, sério. Aconteceu isso. A pessoa, nossa, adorou, elogiou, porque ela estava querendo fazer. Fidelizou. Então assim, você não tem problemas.
É muito raro você ter um tipo de problema. A máquina funciona muito bem, ela funciona muito tranquila.
E tudo que está vindo de resposta para a gente tem deixado a gente muito contente e muito satisfeito. A gente sabe que todo o processo é demorado até implantar. O cara para entrar na franquia, ele vai receber a COF, ele tem que ler a COF, ele tem que mandar para o advogado. Só depois de 10 dias que eu mandei a COF, porque ele pode assinar, que ele pode fazer e começar, entendeu? Então, assim, esse processo todo, lógico, né? Essa expectativa está muito grande, essa ansiedade de poder fechar, de poder fazer.
Mas como o resultado das pesquisas foi muito interessante, a gente calcula que não vai ser tão difícil. Além de tudo, o investimento não é alto. Por isso que a gente é uma micro franquia. Então, o cara não vai ter tanta despesa, não precisa investir em material, não precisa fazer a loja, não precisa colocar produto na loja para vender, não precisa fazer nada. Ele vai precisar negociar o ponto.
Não. Quando ele entra na franquia, a gente negocia o ponto pra ele. Ah, que bom. A gente, né? Se ele tiver o ponto dele, num lugar que a gente não tem um contato e tudo mais, ok. Ah, eu tenho um restaurante pra motociclistas, vai, na estrada. Eu conheço, tá? O cara vai lá e negocia e põe. Se o cara falar, eu quero entrar, mas eu não tenho um ponto, o que a gente vai fazer? A gente vai com os nossos parceiros, olha, tem uma pessoa assim, assim e tal, o que tá querendo fazer? Tá querendo um ponto, dá pra fazer? Dá. Então, vamos negociar, vamos fazer?
Aí depois a gente passa tudo, olha, foi negociado isso, o valor para você pagar de um aluguel para ele é isso, com a despesa disso e tudo mais, ou então ele quer uma porcentagem, o que você acha de fazer, a gente vai trabalhando para ele e oferece já isso daí para ele pronto. Entendeu? E o investimento para essa micro franquia? A micro franquia vai gastar mais ou menos uns R$23.500,00, ela paga R$6.000,00 de taxa de franquia e R$17.500,00 pela máquina.
A partir da quinta máquina, ela não paga mais a taxa de franquia. Então, ela vai pagar um valor um pouquinho acima da máquina, vai para uns 18,5, mais ou menos, e ela não vai ter mais os 6 mil da taxa de franquia. Então, ela passa a ser um produto muito interessante, porque ela já deixou de pôr mais 6 mil no bolso e está com a mesma coisa, e seguindo, tendo o mesmo atendimento, as postagens no Instagram, toda vez que vai entrar um franqueado novo.
Nós vamos dizer ali, olha, aqui surgiu um franqueado novo. Então vai ter lá onde encontrar, tanto no nosso site quanto no Instagram. Então a pessoa que for buscar, vai estar no Brasil inteiro, vai poder saber onde está acontecendo, vai poder localizar. Então ela vai ter esse respaldo nosso com a localização dela. Então assim, a gente está acreditando muito que vai ser fácil, porque...
E a água para colocar, a água é super barato, né? Se pegar a água da Sabesp, você coloca, ela não custa nada, nada, é muito barato. Então, assim, o custo dele para essa lavagem, ele é pequeno. Então, assim, a pessoa não tem muita despesa. Isso que torna a franquia muito interessante.
Que bom ouvir essa expectativa tão positiva com relação ao negócio. A nossa torcida é essa mesmo. Mas aí eu vou pedir, como a gente está caminhando para o encerramento aqui do nosso episódio do Tem Negócio, vou pedir para que você deixe, por favor, uma sugestão, uma lição, uma dica que você gostaria de ter recebido quando você começou a empreender. Pode ser ainda na época da agência, pode ser ainda quando você estava nos negócios da família. O que é que o Antony de hoje diria para o Antony que já foi?
Então, na verdade, assim, se tivesse uma pessoa que encorajasse você para mais, vai atrás do seu sonho, acredita.
estuda sobre isso, vê qual o melhor ponto, vê quais são os seus principais clientes, o potencial que aquilo pode ter, ele passa a ser uma coisa mais interessante, ele te facilita um pouco. No começo da minha vida, com o empreendimento, com a confecção, não tinha internet, você não tinha como ter essa pesquisa ou ter alguém. Você teria que depender de alguém mais velho para poder fazer isso para você. E assim, não tinha muito disso.
Hoje você tem uma facilidade um pouco a mais, mas sempre é bom ouvir de alguém, entendeu? Uma pessoa que já teve uma experiência, que já passou por algum processo, que já passou por alguma coisa, que isso te encoraja um pouco mais. Internet, computador e tudo mais, você vai lá e você fala assim, ok, dá para eu fazer. Mas se tiver uma pessoa por trás e te passando tudo isso, facilita bastante. Então isso seria muito interessante.
Vida real. É do que a gente fala aqui. Antony, muitíssimo obrigada. Eu que agradeço. Pela participação hoje no Tem Negócio. Bons negócios para você. Obrigado para nós. Valeu. Bom, nosso bate-papo vai chegando ao fim. Eu agradeço a você também que nos acompanhou até aqui. Nessa busca por inovação, por soluções inteligentes, um abraço, bons negócios para você também, para todo mundo. E até a próxima. Tem Negócio. Podcast da Band News FM.
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Pitaya
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