Ambev foi o destaque da B3
E aí, vai uma cervejinha?
- Desempenho da B3Ibovespa · Ambev · Zeminas · Gerdau · Smart Fit · Braskem · WEG
- Cenário EconômicoPetróleo · Inflação · Juros · Balanços corporativos · Taxa Selic
- Mercado AmericanoDow Jones · Nasdaq
Fala pessoal, o mercado financeiro dessa terça-feira e 5 de maio teve aquele clima de ainda está difícil, mas hoje deu para respirar. O Bovespa subiu 0,62% e fechou os 186.753 pontos.
O movimento foi sustentado por um ambiente externo mais favorável, queda do petróleo e repercussão de balanços corporativos. No Brasil, os investidores também digeriram a trocopon, divulgada após o Costa Selic para 14,5% ao ano. A mensagem foi clara. A Bolsa atendou, mas o investidor continuou olhando para a inflação, juros e resultados das empresas, antes de comemorar demais.
Na B3 que roubou a cena foi a Ambev, que disparou 15,30% a R$ 16,65, depois de um resultado muito bom no primeiro trimestre desse ano. Também apareceram entre as maiores altas o Zeminas, com avanço de 5,10%, Gerdau que subiu quase 5% e Smart Fit que subiu 4,06%.
Pelo negativo, Braskem caiu 2% e a WEG caiu 1,8% e 5%. Agora, me diga uma coisa, em um dia em que a Embev dispara, petróleo cai e a bolsa sobe, você aproveitaria para comprar mais ações ou preferiria esperar uma correção antes de entrar?
Deixe sua opinião aqui nos comentários, porque é exatamente nessa dúvida que mora boa parte das decisões dos investidores. No exterior, o recorte foi direto. Os principais índices americanos fecharam em alta. O Dow Jones avançou 0,73%, enquanto o Nasdaq subiu 1,03%.
Para o investidor brasileiro, esse desempenho ajudou a reduzir a pressão sobre ativos de risco e contribuiu para o bom morro observado aqui na nossa bolsa. O resumo então foi esse. O Ibovespa subiu, a Ambev brilhou, as cirurgias ganharam tração e os índices dos Estados Unidos também ajudaram no positivo. Ainda assim, não foi um pregão para euforia sem critério. Juros, inflação, balanço e cenário internacional continuaram no radar.
Porque o mercado gosta de subir, mas não perdoa distração. É isso aí. E você, acha que esse movimento da Bolsa Brasileira, de maneira geral, tem fôlego para continuar? Ou foi apenas um respiro pontual no meio da volatilidade? Comente aqui sua visão e acompanhe os próximos boletins para seguir o mercado com mais clareza. Fico por aqui. Bons negócios e até sempre.