A Panqueca Fujona - Um pequeno trecho
Para ouvir essa história exclusiva inteira do Reino e apoiar o podcast, entre para o Reino Mágico aqui:
https://eraumavezumpodcast.com.br/clube30
Essa divertida história do folclore norueguês conta sobre uma panqueca que ganha vida, foge da cozinha e sai rolando pelo mundo, convencida de que ninguém será capaz de alcançá-la. Pelo caminho, ela encontra vários animais, escapa de todos com muita esperteza e acaba descobrindo que o excesso de confiança pode trazer grandes surpresas. Dê o play e venha se divertir com essa aventura cheia de humor!
Ensinamentos para as crianças: humildade, prudência e autoconfiança na medida certa.
Faixa etária recomendada: a partir de 4 anos
Adaptada e narrada por: Carol Camanho
- A panqueca fujona que ganha vida e escapa da cozinhamãe fazendo panquecas para 7 filhos·panqueca perfeita e redonda·panqueca decide não ser comida·panqueca salta da frigideira e rola
- A panqueca fujona encontra um homem faminto na estradapanqueca rola pela estrada·homem alto com barriga roncando·panqueca recusa ser comida·panqueca rola por debaixo das pernas do homem
- A panqueca fujona escapa de uma galinha que queria bicá-lapanqueca encontra galinha bicando o chão·galinha quer dar uma bicadinha·panqueca indignada com a proposta·panqueca rola por debaixo da galinha
- Convite para assinar o Reino Mágico e ouvir a história completahistórias novas e exclusivas·meditações para inteligência emocional·versões relaxantes para dormir·missões mágicas para criatividade
Olá, seja bem-vindo ao Era Uma Vez um Podcast, e hoje vou mostrar para você um pedaço da história A Panqueca Fujona, que é uma das histórias que as crianças mais gostam de ouvir no reino mágico do Era Uma Vez um Podcast. Vamos lá! Era uma vez uma mãe que estava fazendo panquecas na cozinha. A cozinha cheirava maravilhosamente bem, cheirava a manteiga derretida, a massa quentinha, açúcar e a tudo de bom que existe num café da manhã de domingo.
Na mesa, esperando, estavam 7 filhos. 7 crianças com os olhos brilhando e os garfos na mão. Já tá pronta? Perguntou o primeiro. Já tá pronta? Perguntou a segunda.
Já tá pronta?
Perguntaram o terceiro, o quarto, o quinto, o sexto e o sétimo, todos juntos. Quase, disse a mãe, virando panqueca na frigideira com cuidado. A panqueca estava perfeita. Redonda, dourada, com as beirinhas levemente crocantes e o meio macio e fofinho. Cheirava tão bem que dava vontade de fechar os olhos só de sentir o cheiro. Mas a panqueca também estava ouvindo tudo. Ouviu os 7 filhos perguntando se já estava pronta. Ouviu os garfos batendo na mesa.
Ouviu a mãe dizer Quase, com aquele tom de quem vai cortar uma panqueca em 8 pedaços daqui a pouco. E a panqueca pensou: 8 pedaços?
Eu que sou tão redonda, tão dourada, tão perfeita? 18, nenhum!
E antes que a mãe pudesse pegar a espátula, a panqueca fez uma coisa que nenhuma panqueca tinha feito antes. Ela saltou da frigideira e... ploft! Caiu no chão, ficou em pé de algum jeito que desafiava completamente a física e saiu rolando pela cozinha.
A panqueca!
Gritaram os 7 filhos. Volte aqui! Gritou a mãe. Mas a panqueca não voltou. Ela rolou pela cozinha, passou pela porta, desceu o corredor, saiu pela porta da frente que estava aberta por sorte dela, E foi parar na estrada. E lá, rolando pela estrada com o sol da manhã batendo nela e o vento passando por cima, a panqueca sentiu uma coisa maravilhosa: liberdade.
Sou livre!
Anunciou ela em voz bem alta.
Eu sou a mais bela, a mais dourada, a mais perfeita panqueca que já saiu de uma frigideira! Sou livre! Ninguém vai me comer! Ninguém vai me cortar em pedaços! Vou rolar por esse mundo afora e ser admirada por todos!
E ela rolou. Logo na primeira curva da estrada, a panqueca encontrou um homem. Era um homem alto, com um chapéu grande e uma barriga que roncava de fome tão alto que dava para ouvir de longe. Oh!— disse o homem parando.— Uma panqueca? Que sorte a minha! Vem cá, panqueca, que estou com uma fome enorme! A panqueca freou, olhou para o homem, olhou para a barriga que roncava.—
Com todo respeito!—
disse a panqueca com uma dignidade impressionante para alguém que estava em pé no meio de uma estrada de terra.
Eu não vou ser comida por ninguém! Eu escapei de 7 crianças e uma mãe com uma espátula. Um homem com um chapéu não vai me parar!
E antes que o homem pudesse se mover, ela rolou por debaixo das pernas dele e continuou estrada afora. Volte aqui! Gritou o homem.
Nem pensar!
Respondeu a panqueca e rolou mais rápido. Um pouco mais adiante, a panqueca encontrou uma galinha. A galinha estava do lado da estrada, bicando o chão, quando levantou a cabeça e viu a panqueca chegando.
BIPA!
Disse a galinha, que é como galinhas dizem que maravilha.
Uma panqueca? Vem cá, panqueca! Deixa eu dar uma bicadinha! Uma bicadinha?
Repetiu a panqueca indignada.
Uma picadinha? Eu que sou uma obra de arte culinária não vou ser picada por ninguém!
E rolou por debaixo da galinha antes que ela pudesse reagir.
Papapá!
Gritou a galinha tentando correr atrás. Mas galinhas não são muito rápidas quando se trata de perseguir panquecas. Depois da galinha veio um pato. E aí, curtiu esse pedacinho da história? Quer ouvir ela inteira e ainda mostrar para o seu filho várias outras? Então é só assinar o Reino Mágico do Era Uma Vez um Podcast. O link tá na descrição desse episódio, ou você pode acessar direto em eramavezumpodcast.com.br/reino. Lá já tem mais de 200 histórias novas e exclusivas Incluindo essa, meditações que fortalecem a inteligência emocional, versões relaxantes perfeitas pra hora de dormir, missões mágicas que ajudam a desenvolver a criatividade, coordenação motora e muito mais.
E o mais mágico de tudo é que ao entrar pro reino, você apoia o podcast e ajuda ele a continuar espalhando histórias por muitos e muitos anos. Te vejo por lá! Beijos e até a próxima história! Tchau, tchau!