#12 | Em céu de urubu, galinha que com ferro fere sabe o c* que tem | FLAMENGUISMOS
Podcast Flamenguismos, chegando pra décima segunda edição!
Gustavo e Matheus falam sobre a melhor atuação do Flamengo de Léo Jardim até aqui, prestam homenagens a Arthur Muhlemberg, retornam à La Plata e muito mais!
O Flamenguismos é o mais novo podcast da praça que vai debater os assuntos mais importantes que cercam o rubro-negrismo e o que mais der na telha!
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Gustavo
Matheus
- Flamengo em competiçõesEficiência e domínio do jogo · Crise do Atlético-MG · Atuação de Rossi · Desempenho de Pedro e Arrascaeta · Arena MRV
- Homenagem a Arthur MuhlembergPopularização do termo 'flamengada' · Arthur Muhlemberg
- Leonardo Jardim e histórico técnicoEstilo de jogo com posse de bola · Desafios contra grandes equipes · Desempenho contra times em crise · Evolução de Samuel Lino · Potencial de Everton Araújo
- FlamengoAusência de meias (Arrascaeta, Paquetá, Carrascal) · Opções táticas de Léo Jardim · Formação 4-2-4 · Formação 4-4-2 · Pedro, Lino, Plata e Luiz Araújo no ataque
- Dia do TrabalhadorTorcida do Flamengo como classe trabalhadora
Esse é o podcast Flamenguismo, chegando agora para a 12ª edição, edição Júlio César. Por isso, talvez nosso amigo Matheus esteja de camisa de goleiro, uma bela camisa de goleiro. E vamos agora falar de um pouco menos jogos do que falamos da última vez, né? Da última vez a gente veio aqui falar de uma...
Caralhada de jogos, acho que esse é o termo técnico que se usa na academia. Com o perdão do meu francês. E estamos gravando aqui na sexta-feira, dia 1º de maio, dia internacional do trabalhador. A todos que nos escutam aqui e talvez em outro momento, se tudo der certo, teremos muitas pessoas nos ouvindo de trás para frente, porque vão chegar lá na frente e vão querer ouvir um pouco dessa nossa história. Eu tenho certeza que...
Todos os nossos ouvintes são trabalhadores, então eu queria aqui mandar um forte abraço a todo mundo que faz parte da nossa classe, né? Porque a gente, às vezes, precisa se entender como trabalhador e o trabalho, ele é parte da essência flamenga, né, cara? A torcida do Flamengo é uma torcida de trabalhador, de gente que se esforça pra caralho. Então, assim, se você...
Pô, na rua, porra, tu vai na praia, tu vai ver o cara vendendo mate com um negocinho do Flamengo. Tu vai na padaria, tu vai ver a tia que faz o cafezinho com uma capinha do celular do Flamengo. Tu vai ver o motoboy com um adesivo do Flamengo. Então assim, a nossa torcida é uma torcida que trabalha e trabalha pra caralho pra sustentar essa batalha do dia a dia que todo mundo tem e todos nós somos trabalhadores. Então fica nosso grande abraço nesse Dia Internacional Trabalhador.
E antes de mais nada, a gente queria dedicar esse programa aqui ao Arthur Mullenberg, um grande cronista aí da nação rubro-negra que nos deixou. E, cara, uma dessas histórias que, enfim, vai acontecer em vários times e tal, acho que não é necessariamente exclusividade do Flamengo, mas acho que ninguém faz como o Flamengo essa coisa de ter ídolos fora do campo, né? A gente tem tantos e tantos caras que são ídolos do clube.
sem ter entrado um segundo em campo, como o Jorge Ben, como o Denis, e como é o caso do Arthur Monemag, que foi tão importante para uma geração dos torcedores e para a nossa geração dos torcedores. A gente cresceu ali lendo o...
O Uru Blog Lendo o blog dele no GE E assim, a gente é uma geração que não sabia Vencer, né? A gente até Não sabia muito bem o que era perder também Mas vencer da forma como a gente venceu Em 2019, como a gente passou a vencer Nos tempos
de hoje e que ainda bem que o Arthur conseguiu acompanhar boa parte disso, a gente não sabia. Então a gente meio que entrava no blog dele pra descobrir, cara, como é que esse cara, que sabe tanto traduzir em palavras o sentimento de ser rubro negro e que viu aquela época vitoriosa, como é que ele tá traduzindo esse momento pra gente. Então fica a nossa homenagem a esse cara que se foi e que vai deixar...
Foi o responsável por popularizar o termo flamengada, né? Exatamente. É coisa dele. Já não sei quem inventou, de onde surgiu, mas quem popularizou foi o Arthur Gulenberg. E sinal dos tempos, né? Daqueles tempos. Pois é, pois é. E vai fazer falta, cara. O Arthur foi um grande cara, fez muita coisa pelo Flamengo, pela comunidade flamenguística, e vai fazer falta aí. Fica na sua homenagem a ele.
E vamos aqui falar das nossas coisinhas que a gente tem pra falar, né? Na última vez que a gente veio aqui, a gente tava com muita coisa pra falar. Dessa vez a gente tem menos coisa, mas não são menos importantes, porque tivemos uma grandíssima partida do time de vocês, que foi o Flamengo Galo, e o Oriental Grande assim, que foi o Flamengo Estudiantes. Então, vamos falar dessas duas partidas. Quer começar por qual, Matheus? Hoje eu tô deixando você escolher.
Ah, vamos começar pela... A gente começa a falar notícias ruins. E aí depois a gente vai falar de coisa boa. Que tal? Tá bom. Tá bom. Então Flamengo foi a La Plata, foi a Liniers, no estado... O estádio... Como é que é o nome? Alejandro Hirsch? Como é que é? Peraí, agora eu vou ter que apurar a informação. Ah, beleza.
Só faz quarta-feira do estádio Ciudadela Plata. Então vai ser essa merda aí, Flores. Fomos ao estádio Ciudadela Plata pra enfrentar o estudiante, reencontrar o estudiante que a gente já tinha encontrado na tão importante Libertadores do ano passado. Pô...
Ai, cara, difícil dizer qual partida foi mais tensa, mas eu acho que eu fiquei mais tenso nesses estudiantes do que contra o Racing. Porque contra o Racing, apesar de a gente estar com um a menos na semifinal da Libertadores de 2025, a gente estava com um a menos contra o Racing e uma pressão do caralho e tal. Mas quando eu vi que o time estava sentindo que ia dar merda, foi contra os estudiantes, né? E a gente perdeu lá, passou nos pênaltis e conquistou o Tetra e volta tão cedo agora.
A La Plata pra enfrentar os estudiantes. Que logo de cara a gente tem a surpresa, né? Que é a escalação de um time misto aí do Leonardo Jardim. Queria te ouvir começar pela escalação pra depois a gente entrar no jogo. O que você achou desse mistão aí? Eu sei que você não gosta de time misto em Libertadores. Não, não gosto. Eu sei disso. Eu sei que você detesta.
Mas a gente tem um clássico dos milhões aí pela frente. Então eu compreendo dar uma mexida no time contra o Estudiantes. A gente já tinha vencido os dois primeiros confrontos aí do nosso grupo na Libertadores. Está num caminho muito mais tranquilo do que nossas participações em fases de grupo em deporados recentes.
Então eu achei justo, achei justo dar uma mexida no time. Independentemente de ter mexido no time ou não, o Flamengo já tinha time para ganhar, para sair de La Plata com os três pontos. Então eu não condeno essas mudanças que o Jardim fez. O time dos estudiantes bate, viu?
Bate pra caralho, Brick. Caralho, é brincadeira. O Flamengo apanhou pra caramba. O que depõe também em favor de ter mexido no time, né? Algo que pra mim vale a pena. Mas o pior é que a lesão do Arrasca nem foi num lance violento, né? É, foi uma fatalidade ali, né? Foi uma fatalidade, uma coisa fortuita ali, um lance de jogo mesmo. E acabou deixando o Arrasca fora aí por um tempo.
É um tempo longo que provavelmente não vai para a Copa do Mundo, que é muito triste. Então, teve prejuízo mesmo com o resultado.
teve prejuízo em termos de montagem de eleição, em termos de eleição, que foi complicado. O Emerson Royal também tomou uma traulitada no nariz, acho que ia para o nariz, se não me engano. O Bruno também, né? O Bruno tomou aquela porrada, parece que vai ficar um tempo fora. É isso, a gente foi prejudicado pela arbitragem, mas eu acho que a minha grande parada é a seguinte, cara, eu acho que a gente tem que mesclar o time sempre. Só que eu sou favorável a você ir mesclando aos poucos.
Você pegar um time e desconfigurar, por exemplo, lá direito do time e botar Royal e Luiz Araújo, que jogam um pouco juntos, aí você acaba atrapalhando o funcionamento do time para uma partida que é muito importante, né, cara? A gente podia estar já com a classificação encaminhada, a gente podia estar muito bem colocado para ficar com essa primeira colocação geral. A gente perdeu o primeiro lugar geral da fase de grupos, que agora está com o Corinthians, que venceu ontem.
O Penharol, o Dinizismo está dando as caras no Parque São Jorge. O cara não tomou nenhum gol. É uma loucura isso. É, é loucura. Mas chegou agora no sétimo jogo, né? É aquilo que eu falei. Vamos esperar passar os cinco primeiros e depois a gente começa a analisar. A gente ainda está naquele início do ciclo. Chegou fazendo óbvio, né? Tu olha o time do Corinthians. Quem joga a bola? Me dão um garro, o Memphis e o Uri. Bota as quartas para jogar.
O resto você monta em volta disso. Tem muito mistério, né? Tem bastante que é simplério, mano.
Mas assim, de qualquer forma, eu acho que é isso. O resultado acabou não... Eu não gosto do conceito de mudar tanto o time. Principalmente no Libertadores, que eu acho que, pô, Libertadores às vezes não perdoa esse tipo de coisa. Ela gosta de... A Libertadores tem uma certa picardia em relação aos times que participam. A gente não dá muita...
a atenção a ela, ela costuma devolver de volta isso, então isso me preocupa um pouco mas de fato a classificação está engameada agora o retorno é muito mais tranquilo a gente enfrentou Cusco fora estudiantes fora e Medellín em casa agora vai ser o contrário Medellín fora, Cusco em casa que tende a ser um passeio, o Cusco está com 0 ponto o grupo está bem é...
Bem concentrado nesses três times, né? Flamengo com sete pontos, Estudiantes com cinco pontos e Medellín com quatro pontos. Então vão seus times. A gente tem que ver como é que vai ser essa mudança de regra, né? Que a Libertadores agora mudou de regra e tá a lá Mundial de Clubes que não conta o saldo de gols, conta a disputa entre os times que estão empatados. Então... Mas eu acho que tá encaminhado, é só vencer as duas no Maraca.
É, vê se as duas no Maraca e vê se a gente faz uma baguncinha aí em Medellín pra ficar bem colocado, porque chega também de decidir fora de casa, né? Pelo amor de Deus. Mas falando... É, pelo amor de Deus, não dá, não dá.
falando de partida, a gente fez o primeiro tempo que eu acho, assim, sólido, eu ainda preciso me acostumar com esse estilo do Jardim de aceitar não ter a bola, pô, eu não gosto disso, eu já vi gente falando que tudo bem jogar assim e tal, que não vai contra o DNA Flamengo, que eu até concordo de certa forma, acho que não necessariamente posse de bola é o DNA Flamengo, mas eu preciso me reacostumar com isso, porque eu não estou acostumado assim, eu não gosto muito da gente deixar...
Abrir mão do controle da partida é tão fácil. Eu acho que é uma escolha, óbvio, aquela parada. Futebol é cobertor curto. Você vai fazer uma escolha por aqui, você vai perder por ali. Vai perder por ali, vai ganhar por aqui. Então, assim, é uma escolha do Leonardo Jardim que faz total sentido pro que ele tá pretendendo, mas eu preciso me reacostumar e eu não gosto tanto. Mas eu acho que foi isso, né? E aí, esse primeiro tempo, ele é uma...
Um resumo do que pode ser, se der certo, esse tipo de jogo, né? A gente fica sem a bola, mas na hora que estocar a gente vai e faz o gol. E o segundo tempo é outra farsa dessa moeda, né? Que aí a gente começa a ter erro de passe, começa a ter jogador que não aparece tanto e na hora que a gente precisa estocar, da forma mais cruel possível...
Nesse jogo a gente perde um gol, perde o rebote e 10 segundos depois a gente toma o gol e perde o resultado. É no lance seguinte. É no lance seguinte. Então sim, eu acho que esse é o outro lado dessa moeda desse tipo de jogo. Que você tá nesse risco. Se você não matar o jogo também, você tá em tanto risco quanto qualquer outro modelo de jogo.
Não me incomoda dar a bola para o adversário quando a gente trabalha de uma maneira mais direta o jogo, porque a gente tem jogadores para isso, a gente tem jogadores que são muito desequilibrantes, são caras que no contra um pelas pontas aparecem muito bem, temos ali homens de frente de comando de ataque que aparecem bem para decidir.
Mas no momento que o Bruno Henrique teve aquela oportunidade, ali era realmente para sepultar os estudiantes, estava cara a cara com o goleiro. Teve tempo para pensar e tomou a decisão. Eu vi falando que dava tempo dele botar para a direita ainda, é verdade. É claro, dava. Ajeita para a direita e vai. Ajeita para a direita. Essa era a jogada.
A jogada cantada que tava ali, tava toda desenhada pra isso, mas aí ele acabou... A galera execrou no Zé Araújo, mas eu não consigo ficar tão puto com ele não, porque ali, cara, não rebote, ele chutou a bola, passou do Musleira e foi milagre dele, infelizmente. O Musleira contra a gente resolve ser um bom goleiro, porque ele nunca foi a vida inteira. É, faz parte, acontece, e não é nenhuma novidade goleiros fazerem grandes partidas contra o Flamengo, porque...
parece que os caras realmente entram num transe ali e acabam se tornando goleiros que nunca foram durante toda a carreira. O goleiro Cleiton, o Bragantino pode falar muito bem. E aí eu acho que também não dá para...
para condenar o Luiz Araújo por conta daquele rebote, eu concordo plenamente. E eu acho que o erro no lance mesmo foi do Bruno Henrique, dava tempo de fazer coisa melhor ali, não precisava bater de canhota, e ele batendo de direita, tendo uma chapada ali no canto oposto do goleiro, seria o ideal mesmo.
é um cara que já marcou inúmeros gols assim na carreira. Eu acho que ele ficou com um pouco de receio de quem estava vendo atrás da marcação do estúdio antes que estava correndo também para... Eu acho que ele perdeu um pouco a referência, ele não sabia o cara estava mais longe, né? É, ele não sabia. Exatamente, ele não sabia que o marcador estava um pouco mais longe do que ele achou que estaria. E ele ainda fez a jogada do primeiro gol, né, cara? Ele recebe um bom passe do Linho, do Linho, do Linho, do quebrando linha.
e bota dá o tapa na frente e quebra a defesa consegue achar o Luiz Araújo uma boa jogada dele, mas nessa ele vacilou mas assim, tudo bem, né, dois males o menor acho que agora a gente fazer o nosso dever de casa que vai ter tudo certo a lesão do ombro no arrasca, né, que você falou cara
A gente nem vai perder tanto, né? Acho que a gente perde porque principalmente vai ficar com ele de fora do jogo contra o Palmeiras. Acho que isso vai fazer uma falta absurda. Mas são poucos jogos pra gente até para dar a Copa do Mundo, né? São jogos importantes, mas assim, é contornável.
O foda é o cara ficar fora da Copa, né, cara? Que ele, pô, ele adora defender o Uruguai, tá sempre lá, dando tudo que ele pode pro Uruguai. E justamente agora que ele assumiu a titularidade, né, desde o ano passado, até com elogios do Marcelo Bielsa ao treinador do Flamengo, ao então treinador do Flamengo.
por conseguir fazer o Arrasca jogar mais e infelizmente o Arrasca se lesiona. Eu acho que talvez ele consiga jogar. Vamos ver, né? Tomara. Vou torcer pra ele conseguir ir. Talvez vá naquele sacrifício ali, o primeiro jogo de fora, mas nessa Copa que todo mundo vai passar de fase, acho que pode ser interessante. Acho que a gente tem que falar também
A gente falou um pouco da violência aqui dos argentinos. Só para pontuar dois lances de possíveis expulsões. O lance da tesoura no Royal, eu entendo não expulsar. Acho que se o juiz expulsa na hora, está ok. Se o juiz não expulsa, está ok. Nesse lance, eu só acho que o VAR não pode entrar. Também acho.
Agora, o outro lance, que é o lance no Bruno Henrique, aí esse é um absurdo. O cara olhar um lance desse, se o cara tá olhando esse lance e ele fala, isso não é pra amarelo?
Alguma coisa tem, porque, cara, a forma que o jogador vai, eu juro pra você, mano, você pode pegar o lance e pausar antes do contato. O movimento que o jogador do estudiante faz pra ir em direção ao Bruno Henrique, só isso você já pode considerar que é cartão amarelo de tanta violência que ele foi ali, cara. Ele se concentra, pula, bota os dois pés pra frente, e aí, assim, a dúvida nesse lance é se a cor do cartão é amarelo ou vermelho, porque ele podia...
realmente expulsar direto, mas se não fosse pra expulsar, era amarelo e... é o segundo amarelo que o jogador seria expulso fatalmente, mas assim, também acho que não é por isso que a gente saiu com resultado negativo e... a outra coisa que eu queria falar, cara, é o Royal né, cara, o Royal teve a oportunidade ali de...
teve aquele momento que aqui é a discussão do pênalti, né, que eu obviamente não foi nada, mas que há um contato, eu acho que no primeiro sinal de contato, o Royal, ele desaba ah, cara, e aí assim, pô, fica difícil defender, mano. Ah, esse é o tipo de lance que me irrita, assim, profundamente, cara, você abre de cada jogada pra tentar cavar a falta, cavar a pênalti, eu demorei eu demorei muito tempo pra me render ao Gabigol cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm
justamente por causa desse tipo de lance, porque ele é um cara que entrava na área, principalmente no primeiro ano, até 2020 também, entrava na área, é um cara que entrava muito na área, impossibilidade de fazer gol, e muitas vezes ele optava por se jogar e não dar sequência ao lance, isso me irrita profundamente, e porra, eu não posso fazer isso. Eu acho que o Henrique Pacheco na Libertadores, eu acho que eu nunca mais consegui perdoar ninguém que faz isso.
Não, é inaceitável, mano. Você podendo seguir a jogada, a não ser que seja uma coisa flagrante, que aí vai marcar o pênalti, que se você não conseguir ficar em pé, vai ser pênalti já de qualquer jeito. Então, se você tiver a mínima condição de prosseguir a jogada, tem que tentar, e acho que nesse caso do Royal, aí ele vacilou mais essa, né? Tá, tipo, ficando difícil defender, mano. Bem difícil. É, foi sobre a arbitragem... Mas, tal qual... Rapidinho, tal qual...
falamos no grupo da Flatorresmo o Royal quebrou o nariz e o último lateral direito nosso que quebrou o nariz e se fudeu de uma maneira idiota foi o Varela e depois da sua carreira dele deu uma guinada um giro de 360 como diria o outro um giro de 360 e aí virou outro jogador com o Royal pode acontecer isso também
Tomara, porque, meu Deus do céu, eu acho que a expressão é meu Deus do céu, eu não gosto nem um pouco, nunca ficou passar pelos clubes pelos quais ele passou na Europa, acho que o jogador fraco, acho que o lateral fraco, principalmente defensivamente, mas é torcer para realmente dar essa guinada aí na carreira e mudar um pouquinho.
porque ele vem apresentando desde que chegou ao Flamengo, pelo menos. Sobre a arbitragem, nessa rodada de Libertadores, foi pelo menos o segundo jogo que brasileiros tiveram arbitragens horrorosas.
Teve o Stébal Eustowit no jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, que foi uma das piores que eu já vi. A pior é que na Libertadores tem arbitragem ruim, tá? E essa do Boca, do Boca e Cruzeiro, é uma das mostras como o cara pode não errar uma decisão capital e atrapalhar o jogo mesmo assim. Porque, cara, ele permitiu o Boca bater e acabou com o jogo. O jogo não acontecia, o jogo não fluía.
Tipo assim, o Barreiro, ele teve umas três oportunidades antes de receber o cartão vermelho, ele teve umas três oportunidades em que assim, claramente era pra cartão vermelho, pro segundo amarelo, e ele não deu. E naquele dar não era. Não, pra dar, aí ele vai lá. Doiteiro, é enlouquecedor. E o Piero Maza no jogo do Flamengo, estudiante do Flamengo, outra arbitragem terebrosa, mas essa errando pra esses capitais.
Eu sou, eu, eu, porra, mano, eu sou muito contra essa parada de, ai, é um complô, não sei o que, blá, blá, blá. Estão todos contra o Flamengo, essa porra, porra, gente, não existe. E se você realmente crer que existe um complô contra o seu time, seja o Flamengo ou não, obviamente aqui todo mundo é Flamengo, mas assim, se você realmente crer nisso, porra, meu irmão, para de assistir, né, pelo amor de Deus. Aí também vai ficar perdendo tempo pra quê. Mas, dito isso, isso do posto...
A duplinha, Piero Maza e o Var, que eu não lembro o nome, que apitou agora com o Estudiantes, é a mesma que apitou Flamengo e Racing no cilindro, né? Que teve aquela expulsão bastante questionável do Plata. Bastante questionável, assim, muito rigorosa. No mínimo, questionável. Não, e aí é aquilo, né? O rigor que eles tiveram pra expulsar o Plata... O nome do desgraçado que tava na TVzinha.
E o rigor que eles tiveram pra expulsar o Plata, eles não tiveram agora pra expulsar o cidadão do estudiante que deu uma marretada no Bruno Henrique, né? Juan Lara. Piero Maza e Juan Lara. Aí, cara, antes da gente ir pro...
pro jogo contra o Galo, que realmente foi muito bom, eu queria fazer aqui uma... Eu fiz uma reflexão, eu estava refletindo, tal qual o nosso amigo Taques gosta muito de fazer e refletir, às vezes é bom. Sobre essa sequência do Flamengo, né, cara? A gente acho que... A gente falou um pouco aqui sobre a...
as primeiras partidas do Jardim lá atrás, sobre como ele teve a sorte, e acho que a sorte faz parte do futebol, acho que nenhum bom trabalho existe sem sorte, e nenhum trabalho que fracassa, você pode tirar a falta de sorte do balaio, né? E acho que o Jardim teve muita sorte no começo do trabalho, jogando ele contra Remo, jogando contra Cruzeiro, contra Botafogo, times em baixa, e eu acho que isso tem se mantido um pouco, óbvio que o trabalho é muito bom, o Flamengo joga muito bem,
tem evoluções muito claras e você já consegue ver a cara do Jardim no trabalho, isso é um mérito muito grande dele, mas eu acho que a gente precisa ainda ver como o time vai se consolidar diante dos grandes desafios, porque a maioria dos jogos que a gente teve foram contra times em baixa, times que são limitados por si mesmo, são times mais fracos ou times que estão em crise.
E aí eu peguei uma listinha aqui, excluindo a final do Carioca, obviamente, porque ele é um contexto completamente diferente, e separei em dois blocos, times que estão em baixa ou em crise, ou então times em viés de alta ou de estabilidade. E aí a lista é a seguinte, a gente pegou Cruzeiro, ganhamos. E aí Tite pré-demissionário, o time é uma fase horrível, e assim, é isso.
Botafogo, time em péssima fase, o Anselme foi demitido uma semana depois. A gente pegou o Remo, que é um time recém-promovido, que passa por diversas dificuldades que times nessa situação passam. E o trabalho do Condé, do Leo Condé, tinha menos de 20 dias. Então, um trabalho começando ali depois de uma crise.
Corinthians, o Dorival já estava em processo de fritura, aquele que a gente conhece muito bem. Menos de 20 dias depois, demitido. Santos, a gente pegou o trabalho do Cuca ainda mancando ali. Cuca lembrando que nos anos 80 teve o sêmen dele encontrado nas roupas de uma menina de 13 anos, que se matou depois, e o trabalho dele até hoje não deslanchou e o jogo do Flamengo foi mediano. Pegamos o Independiente Medellín, que é um time que não é tão bom, mas a gente enfrentou em casa e pegou, porrou, é isso que a gente tem que fazer.
Vitória, time com muitas dificuldades no Campeonato Brasileiro desde o ano passado, bons e maus jogos, alternando aí, mas coloco nessa lista porque o Flamengo não vai tão bem. É um jogo que a gente acabou nem falando aqui tanto porque foda-se a Copa do Brasil, mas enfim. Já o Tático Mineiro que a gente pega e faz um jogo excelente, mas de qualquer forma é um time em crise completa, mas é um jogo muito bom.
O time pegou o time ruim, é isso que tem que fazer. Mete quatro caroços, acaba o jogo, controla o jogo desde o primeiro tempo. É isso que a gente tem que fazer. E aí eu tirei desse bloco o Bragantino, que a gente tomou a surra de 3x0. Pior jogo do Flamengo desde 2024. Mas é um time consolidado, apesar de ter o Wagner Mancini como técnico. É um time que faz seus bons jogos ali, alterna bons jogos e maus jogos. Fluminense, o jogo da final do Carioca eu tirei, mas no Brasileirão é diferente.
até começa uma crise no Fluminense depois dessa partida por causa da questão da troca da data e tal, e a lesão do Acosta. Então assim, a partida ali o Fluminense entra numa crise, mas naquele momento não estava em crise e é um time que está ali no G5 do Brasileirão. Pega o Bahia, que é um time que tem muita dificuldade nos grandes enfrentamentos. Até vi alguém recentemente, não lembro quem, fazendo o levantamento dos grandes jogos que esse Bahia...
Peida na farofa, acho que esse é o termo que a gente tem que usar. É um time que tem bastante dificuldade contra isso, nesses contextos, mas é uma das principais forças do Brasil também, não tem como falar, muito investimento, está lá no G16, G15 também.
Cusco também, eu tirei esse balão, porque aí a altitude define a dificuldade da partida. Fluminense é o líder argentino. No ano passado foi bem na Libertadores e tudo mais. Então, assim, o trabalho é muito bom até aqui, com momentos excelentes, momentos de excelência, mas eu acho que, assim, pô, o caso aperta um pouquinho, o time demora pra responder, entendeu? Isso tem me causado uma certa preocupação, que eu quero ser...
mostrado o contrário, porque por um lado eu acho que é bom a gente ter jogos desse perfil no começo do trabalho, dá tempo pro time se entrosar legal no novo sistema, enquanto não tem tanta pressão, mas assim, eu acho que o time tem que tá pronto, mais pronto pra esses principais embates. Até aqui, nos grandes desafios, a gente tá meio 50. Cusco bem, Flubem, Bragantino mal, estudiantes merdiano ali. E agora a sequência daqui pra frente até a Copa do Mundo que a gente vai ter...
É isso que eu tô querendo e que eu tô pedindo, que são times que estão em melhor momento e fora de casa, jogos mais importantes, que a gente vai pegar Vasco agora domingo no Maracanã, Medellín fora, Grêmio fora, Vitória fora.
Aí são jogos de perfil de dificuldade... O Atlético Paranaense fora também. Então, exatamente. Aí que eu vou chegar. São quatro jogos de times que não são, porra, não estão em grande fase ou não tem uma grande coisa pra mostrar. Mas é clássico e três jogos fora. Então já tem essa dificuldade por aí. Beleza. E aí começa o bicho a pegar. Porque a gente pega o Atlético Paranaense.
lá que é um estádio difícil pra gente, é um estádio que tem sintético, que a gente joga bem, mas ainda assim é um contexto desafio, e o Atlético tem jogado muito bem esse campeonato, ainda não vi tanto jogo assim, mas os resultados são muito bons, e é um time resiliente, consegue virar jogo, consegue virar partida, e tem feito em casa, valeu, viveiros fazendo gol pra caralho, Mendoza fazendo gol pra caralho, e aí depois disso, a gente ainda tem estudiantes em casa e Palmeiras em casa, e aí assim, acho que essa sequência de três partidas vão ser os testes definitivos.
do trabalho, e aí só pra encerrar, depois Cusco em casa, Curitiba fora, pausa pra Copa do Mundo, fecha conta pra sua régua. Curitiba em casa. Curitiba em casa, perdão. E aí, assim, obviamente, cara, quem tá ouvindo aqui, nossos milhões de ouvintes que nos ouvem, isso aqui não é uma tentativa de desmerecer o Leonardo Jardim, mas assim, quero ver, tô curioso pra ver, porque eu acho que a afirmação que o trabalho é bom, ela é verdadeira, assim, o trabalho é bom de fato.
Mas eu acho que também é uma verdade que a gente precisa ver esse time melhor testado. E acho que assim, é o Palmeiras, né? O jogo contra o Palmeiras que eu acho que a gente tem que ver porque é o nosso grande desafio, o nosso grande enfrentamento. Então a gente vai acabar vendo isso. Mas de qualquer forma, falando sobre a qualidade do trabalho, acho que a gente tem que falar desse Flamengo Atlético, que é um Flamengo Atlético histórico, né?
Acho que não tem como colocar de outra forma. E é isso, pegou time fraco, meu irmão.
acaba com os caras, acaba com os caras. Primeiro tempo, 3 a 0, acabou o jogo, não existe mais jogo. E aí depois você vê o que você faz. Você consegue descansar o time, rodar, descansar com a bola, né? Que é algo que o Flamengo do Jesus fazia muito e que o Flamengo do Felipe Luiz não conseguiu fazer. Muitas vezes o jogo ficava vivo ali até o final e a gente precisava gastar mais energia do que se o jogo tivesse sido definido desde o começo. Então acho que esse Flamengo e Atlético, ele é, porra, o Flamengo do Jesus.
um manual, assim, na dúvida, pegou o time em crise, olha ali o que foi esse Flamengo Atlético, vê como o time jogou, vê como o time conseguiu fazer, porque tá ali tudo, né, você começar em ritmo alto, não perder as chances que você tem, não deixar os caras jogar, goleiro fazendo milagre também, que o Rossi faz, aí a gente, se a gente teve no, no, lá em La Plata, uma...
Uma chance de gol que não se converteu e em sequência a gente tomou gol. Contra o Atlético foi o contrário, né? A gente tem o escanteio que o Rossi faz o milagre. E logo em sequência o Plata faz o gol que praticamente mata o jogo. Aquele 2x0 mata o jogo, né? Quero te ouvir dessa partida. Acho que partida brilhante do Flamengo, cara. Eu acho que dá pra gente colocar nesses termos, assim. Todo mundo muito bem, coletivamente, individualmente, tudo dando certo.
Eu acho que dá pra gente encaixar na casa do brilhante essa partida. Flamengala.
Também Galo. Foi um jogo que realmente o Flamengo teve na eficiência a sua principal característica. Além de toda a qualidade, o time que jogou muito bem, dominou o Galo. Dentro do seu plano de jogo, muito daquilo que a gente tem falado sobre o Leonardo Jardim, de entregar a bola para o adversário, e nesse caso um adversário pouquíssimo, como a gente pode dizer.
confiança nenhuma, um trabalho muito instável, um clima dentro dos bastidores do Galo está insustentável, por conta do caso Hulk, por conta de todas as críticas que a diretoria vem sofrendo, no caso do Wolverine, e o Flamengo fez o que tinha que fazer.
Como bem diz, sempre bate na tecla o nosso queridíssimo Maestro Júnior, girou a faca e não deu nenhuma oportunidade para o Galo conseguir voltar no jogo. A eficiência, que eu digo, não apenas na frente do momento de concluir as oportunidades, mas também atrás, porque o Rossi fez uma partidaça.
Fez grandes defesas. O Everson também acabou fazendo, do outro lado, algumas defesas importantes, o que evitou um placar mais elástico, que deveria ter sido até. O Flamengo teve mais oportunidades para... Não, e evitou um golaço também, filho da puta, né, cara? O Pedro dá de chaleiro para o Arrasco, o Arrasco leva, leva, leva, finta uma, finta duas e bate, puta.
Tinha que ser educado e deixar a bola entrar. Já que vai tomar surra, deixa entrar essa bola. É. E vale também bater na tecla de que o Flamengo... A questão do Flamengo com gramado sintético não tem nada a ver com qualidade de jogo do Flamengo. Não tem nada a ver com uma tentativa de vantagem esportiva. Porque o Flamengo, no gramado sintético, atropela todo mundo que passa pela frente.
Olha essa caneca aqui que eu tenho aqui em casa. Vanderlei Luxemburgo, não sou mais técnico do Palmeiras. Fui demitido por discordar das atitudes do atleta Keirerson. Veja um texto em meu blog. Vamos pra caralho. Casei com a Bianca no enxoval, veio essa. Vamos pra caralho.
Essa careca é fantástica, cara. Boa caramba. Aliás, eu sinto falta de um Vanderlei Luxemburgo mais ativo nas redes sociais. É verdade. Fica aí o pedido, a súplica. Abraço, professor. Grande abraço, Vanderlei Luxemburgo. Penemérito rubro negro, inclusive. Um homem fantástico que tem o Flamengo em suas veias. Puxa. E sobre o Gana é isso, cara. E aí você aprofunda um...
um rival unilateral, cada vez mais numa crise, e é sempre um papel pedagógico do Flamengo afundar adversários em crises, porque é uma das funções sociais que o clube exerce, precisa ser sempre assim. E aí a gente vê também, além de uma partida muito boa, esse retrospecto nosso dentro da Arena MRV, ou cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm
Deve ter sido rebatizado a Alianna Gonzalo Plata. Porque, se eu não me engano, são cinco jogos. Está rebatizado. É a Alianna Gonzalo Plata. Acabou pra eles. Ih. Apareceu. Porra! Essa porra! E dessa vez não foi nem o computador, cara. Foi o celular. Ah, tudo bem. Não, é isso, né? Rebatizado completamente o estádio. Rebatizado. Não tem o que fazer. Se eles quisessem que a gente não chamasse a Alianna Gonzalo Plata, era só não tomar a gol deles lá e não tomar a gol aqui, né? Perfeito.
Resumindo a isso. Se não me engano, são cinco jogos do Flamengo na Arena MRV, quatro vitórias e um empate. Se não me engano, são esses os números. Então, assim... Fazer o quê? Tá chato.
Não, e aí assim, eu acho que nesse Flatlet a gente vale falar um pouquinho das atuações individuais, né, cara? Pô, Everton Araújo, que partidaça dele, acho que... Mais uma. Mais uma, né? E assim, ele tem feito partidas que não são extravagantes, mas são muito seguras, né, cara? E essa partida, eu até, eu achei que ele tinha ido melhor nisso, mas assim, de roubada de bola, eu tô vendo os dados aqui, os números nem são tão brilhantes assim, ele teve...
quatro duelos, grandes duelos e venceu três, mas assim, não tem muitas roubadas, tem uma recuperação de bola só, na minha impressão no teste do olho ali, no momento, achei que tinha sido mais até anotei pra ver depois mas achei um Flamengo roubando muita bola em cima, né cara, um Flamengo muito esperto mesmo, sabe, um Flamengo ligado no jogo atento, percebendo a situação de jogo
sabendo explorar as fragilidades do Atlético. Então, assim, isso eu acho que foi muito positivo. Dupla de zaga muito bem. Rossi, como a gente falou, cara, fez dois milagres, assim. O escanteio, no primeiro tempo, a bola tinha passado da linha do corpo dele, ele estica o braço com muito reflexo para trás, consegue dar um desvio, um micro, a bola bate na travessão e quase entra.
E aí até nosso amigo Yasser falou, pô, cagada do caralho. Mas assim, gente, pelo amor de Deus, goleiro se não tiver sorte não sai nem de casa. Nem levanta da cama. Perfeito. Tem que ter sorte, gente. Ele defendeu a bola, é isso que ele tem que fazer. Se for com sorte ou sem sorte, depois a gente vê.
E depois no segundo tempo ainda tem uma outra defesaça do Rossi também, que ele faz um segundo milagre. Jorginho muito bem, Regiã do time no meio campo, dupla de zaga muito bem. Plata, porra, o melhor do Plata é isso, né, cara? E aí a gente tem que lembrar também como até pouco tempo atrás...
as notícias vazadas na imprensa faziam parecer como se o Plata fosse o problema, né? Como se o problema do antigo trabalho, a ideia na imprensa era essa, tentar passar como se o problema do trabalho antigo fosse o treinador que tinha apostado no Plata. Aí agora a gente vê que chega um outro cara, que teoricamente entende muito mais de futebol com todo mundo aqui, porque ele é português, e aí o que ele faz? Ele vai e aposta no Plata também.
não tem mistério, o Plata joga muita bola se ele tiver focado, se ele tiver com a cabecinha no lugar, e aí eu gostei muito agora eu não lembro depois de qual jogo foi que ele postou uma fotinho longe dos perigos noturnos em casinha assim na caminha na TV
Pô, dá uma seguradinha de leve, meu irmão. É, cara. Ele vai brilhar muito, cara. Dá pra você curtir também. É dar um passo pra trás pra dar dois pra frente, cara. Porque se ele agora dá uma segurada, daqui a pouco ele vai estar fazendo gol, vai estar sendo importante. Meu irmão. E aí ele vai te achar noitado e vai querer tirar foto contigo. É, cara. A quantidade de peixe que vai sair na rede dele, se é que vocês me entendem, aí vai ser muito maior, entendeu? E acho que é isso. Aí também quem jogou muito essa partida foi o Lino.
Acho que, é seguro a gente dizer... Além do Hamilton Araújo, Samuel Lino tem crescido de uma maneira exponencial a coisa no Leonardo Jardim. Sim, isso eu acho que também é um grande mérito do trabalho do Jardim. A gente, no nosso... Não sei se foi o nosso primeiro ou segundo programa, a gente falou que uma... Se a gente viesse do futuro e falasse que 2026 foi uma grande temporada...
que o primeiro pensamento seria que o Lino jogaria bem, né? Eu lembro da gente discutir bastante isso. E, cara, eu acho que o caminho é esse, cara. O Lino precisa jogar. A gente precisa ter esse ponto esquerdo aqui, desequilibre, para poder abrir espaço. Porque, no fundo, é isso que faz. Se a defesa fica 100% preocupada com o Lino, abre espaço naturalmente para todo mundo. E o entrosamento dele com o Pedro tem crescido, né? Tanto que o primeiro gol começa justamente numa bela assistência do Lino.
pro Pedro, e não lembro qual foi recentemente também que teve o gol de peito do Pedro foi contra o Fluminense, que também foi uma assistência parecida, né, o Lino entrando pela esquerda e achando o Pedro no segundo poste é um cara que tá crescendo muito, que tá jogando com um pouco mais de liberdade, muitas vezes ele aparece ali centralizado pra dialogar com os homens de meio campo, pra tabelar com os atacantes e sair em velocidade ali pra ponta é um cara que tá com mais liberdade, né o Felipe Luiz, ele fazia um estilo de jogo muito mais posicional, né cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm cosm
por conta dos homens de lado de campo, precisavam segurar ali a amplitude para as laterais, para abrir espaço pela faixa central do campo, mas com o jardim não, com o jardim ele tem mais liberdade para se movimentar, consegue atuar mais na parte central do campo também, e segue tendo todas as qualidades que ele sempre teve.
pensando num jogador que atua pela ponta. Velocidade, drible, é um cara que, se tem um mérito dele, um mérito muito grande, é que ele não se abate quando ele erra. Se ele erra um drible, ele vai tentar de novo.
Na fase ruim ele tava se abatendo, né, cara? Você via até a linguagem corporal dele murchando. E agora não, agora ele erra e vai pra cima, repete, faz a mesma coisa, tenta. Então aí é isso, né? É um jogador de qualidade de futebol europeu, cara. Assim, muitas vezes a gente esquece, né? Porque ele não teve...
ali a sequência ideal durante a era Felipe Luiz, ele não teve ali a sequência ideal em termos dele mesmo, de próprias atuações, atuações individuais, ele não teve, não foi explorado o potencial máximo dele, mas a gente precisa lembrar sempre que ele é um jogador de nível europeu, cara, que ele teria espaço ali em grandes equipes da Europa, mas veio pro Flamengo e tá com o Leonardo Jair, ele tá encontrando seu melhor futebol, encontrando a confiança que ele...
tanto precisa, porque jogador de ponta pra mim precisa de confiança porque se você não tentar uma jogada pra desequilibrar, pra desestabilizar e movimentar a defesa do adversário, você não tem muita utilidade
Então ele é um cara que tá fazendo isso, ele por um lado, o Plata pelo outro, que também tá reencontrando o melhor futebol. Contra o Galo foi, assim, atuação exuberante. Eu até acho que, assim, o contra... Isso que eu vou falar agora, eu acho que no caso do Iano vale mais até pro jogo contra o Estudiantes, mas contra o Galo eu já tinha percebido isso.
Que eu não achei um jogo inspirado dele, sabe? Essa partida que tudo dá certo. Contra... Acho que foi contra o Fluminense, por exemplo. Peraí, deixa eu ver a lista aqui de jogos rapidinho. Teve uma partida, cara, do Lino. Eu acho que foi contra o Medellín. Mas é aquela partida que tudo que o maluco faz dá certo, assim. Parece que, pô, é o dia dele. Não tem nada que ele vai fazer que vai dar errado. Tudo na sequência. Eu acho que contra o Galo não foi bem essa partida. Mas...
O bom jogador, ele consegue dar um jeito de ajudar, mesmo quando ele não tá muito inspirado, né? Eu acho que o Lino tem demonstrado isso, né? E é isso que a gente pede dele, cara. E é isso que ele tem que fazer, porque é um cara que veio pelo preço que veio e veio com a importância que veio, né? É justo que a exigência sobre ele seja essa. O fardo tem que realmente ser esse. Então, assim, agora ele tá já consolidado. Eu acho que já consolidou que o Lino tem ajudado. Eu acho que ele pode entrar em uma fase e tal, mas assim, já tá, pra mim...
Acho que agora é ver o quanto ele pode evoluir, né, cara? E aí só uma última coisa também dessa partida que eu quero reclamar aqui. Caralho, cara, quem apitou foi o Rafael Klein. Tipo assim, ele é um árbitro ruim. Beleza. Desse ponto pacífico. Só que pra além de ser um árbitro ruim, um árbitro terrível...
que trava o jogo, que apita qualquer merda, que não tem critério, ele é um árbitro confuso. Você não consegue entender os gestos dele. Tipo assim, o juiz, ele tá ali não só pra decidir. Ele não é uma máquina de tomar decisões dentro de campo. Ele é um cara que tá ali pra comunicar aos jogadores e ao estádio.
O que aconteceu? Qual é a decisão que ele tomou? E aí por isso você tem... Exato. E aí você tem, obviamente, os sinais mais simples da história. Apitou, é falta pra um time? Aponta pro ataque desse time. Apitou, é impedimento? Levanta. Foi pênalti? Aponta pra marca da calma.
Ele não consegue seguir esses símbolos, esses gestos que a gente tá consagrado há 300 mil anos no futebol, pô. Então fica confuso, os jogadores vão ficando mais estressados, a torcida vai ficando mais estressada porque ela vai não entendendo, o juiz apita. A torcida já se estressa porque ela não sabe o que aconteceu. Então, pô, pelo amor de Deus, cara, que bizarro, assim, eu já tô...
Duvidando dessa profissionalização Acho que essa profissionalização da arbitragem Vai ser aquela parada de Aquela velha frase, né? Às vezes tudo tem que mudar pra permanecer exatamente como é que tava Fechamos, né? Acho que é isso Por hoje, acho que é isso, falamos dessas duas partidas Não, eu queria trazer um ponto
Qual você acha que será a nossa escalação no ataque devido às ausências de Arrascaeta, Lucas Paquetá e Carrascal diante do Vasco? Qual você acha que vai ser a ideia? O que você acha que o Leonardo Jardim vai fazer para cobrir essa ausência do Arrascaeta? A ausência de meias, né? Porque a gente está sem meias ali à disposição no setor para esse clássico dos milhões. Cara, grande questão.
que eu tenho matutado aqui com os meus botões. Eu acho que são duas opções meio... Acho que tem duas opções para ele fazer. A não ser que ele invente fazer uma coisa que ele não fez e inove aí nesse início de trabalho. Uma possibilidade é ele ir com o Pedro.
Lino, Plata e Luiz Araújo naquele 4-2-4, né? Com Jorginho e Everton Araújo ali na na volância. E aí aquela parada, Plata e Luiz Araújo com muita movimentação, os dois
tem capacidade de preencher esse espaço ali mais no meio. Cada um ao seu estilo, né? O Platas, que é mais associativo. E o Luiz Araújo... Gente, pelo menos de Deus, não estou comparando o jogador. Estou falando a função que ele faz. É meio a la Rafinha no Barcelona, sabe? Esse cara que vem pelo meio e vem entrando como um meio atacante mesmo, sabe? Acho que é uma coisa que... O que está construindo?
É, exato. O Felipe Luiz tentava fazer muito isso e acho que o Jardim vê ele como um cara capaz de fazer isso. Acho que isso é uma possibilidade. A outra possibilidade é ele fechar um pouco mais o meio, botar Jorginho, Saúl e Everton Aújo e liberar os três pontos, liberar o Plata e o Lino para circular mais e o Saúl chegar, fazer uma meia direita ali, caindo para o...
para uma posição de 10 ali. Eu vejo essas duas possibilidades. Acho que eu, se fosse escolher, escolheria o Saúl, porque eu prefiro sempre o meio campo. Para mim, o futebol é dos meio campistas. Acho que tem que ser por aí o caminho. E é foda, né? A gente machuca o Paquetá, que poderia fazer. Carrascar o suspenso aí nesse exagero do STJD e agora a lesão do Arrasca realmente complica. Mas eu acho que é isso, né? E olha, eu...
O que eu faria é a primeira opção, mas eu acho que o Jardim vai botar o que eu faria a segunda opção.
Perdão, o que eu faria é a segunda opção, mas eu acho que o que vai acontecer de fato é a primeira, porque a defesa do Vasco não está segura, então eu acho que você pesar essa última linha, ainda mais com uma zaga que é ali provavelmente Robert Renan e tal, uma zaga que não está tão... que tem muita dificuldade com isso, eu acho que você pesar essa última linha pode ser um pensamento para isso, né? Mas vamos ver, né? Tem que ganhar. Outra opção também é algo que ele fez contra o Vitória, né?
que foi usar Pedro e Bruno Henrique ali como uma dupla de ataque, fazendo 4-4-2. Pode ser.
é outra opção também, a gente vai ter que ver aí. Mas eu estou contigo. Eu iria também de Saúl, ali na... fortalecendo o meio campo, fazendo uma trinca de meio campo com o Everton Araújo e o Jorginho. Eu acho que a gente ganha muito em pegada, ganha muito também nas achadas, né? Porque o Jorginho e o Saúl são dois caras bons de passe. A gente encontrar tanto o Luiz Araújo, pelo direito, quanto o Samuel Lino, pela...
pela esquerda, ou Samuel Lino, tanto o Samuel Lino pela esquerda quanto o Plata pela direita, encontrando ali os corredores pra explorar os espaços que vão deixar ali o Vasco, com certeza. Então, eu tô contigo, eu acho que eu iria de saúde também. Perfeitamente. Com isso, a gente encerra nosso podcast Flamenguismos. Devo publicar nessa sexta, que é quando gravamos.
E vamos abrir aqui Nossa, lavar roupa suja aqui A gente tem esse Flamengo e Vasco Domingo e o jogo contra o Medellín É só na quinta, acho que a gente podia tentar fazer O pós Flamengo e Vasco, né A gente grava segunda ou terça E aí depois a gente faz um falando de Medellín e Grêmio junto na outra semana O que você acha?
E é isso, pra mim tá perfeito. Vamos tentar, não prometemos nada. Vocês sabem que se a gente não aparecer, é porque não era pra aparecer mesmo. É, é porque se precisar, a gente aparece. É isso. A gente é igual o Matemar.
Exatamente. O Márgico é foda, o Gerardi. Com isso a gente chega ao fim da 12ª edição do Flamenguismo. Queria mandar um beijo na boca dos nossos ouvintes. Muita gente tem falado com a gente. Não, mentira, muita gente não. Quem veio falar comigo que tá ouvindo? O Tales, Saíde, irmão de Ásia.
B. Mendonça falou também que tem ouvido Thiago Mengo tem ouvido então um beijo pra vocês quem quiser também beijo e é isso encerramos aqui nosso episódio a gente se vê na próxima edição do Flamenguismo, um grande abraço tá juntos queridos, beijos