Nem toda discordância nasce da ignorância. Muitas surgem do medo de perder o chão simbólico que sustenta uma identidade. Esta reflexão atravessa a tensão entre convicção e compaixão, explorando a ideia de que a razão é uma luz frágil suficiente para orientar, insuficiente para dominar a escuridão.
Sem promessas e sem urgência, um convite à atenção mais cuidadosa sobre como pensamos, discordamos e nos protegemos do desconhecido.