O Drama - Tá Calor
QUAL A PIOR COISA QUE VOCÊ JÁ FEZ? No sétimo episódio do Tá Calor, a gente mergulha no filme que tá dividindo casais e amizades por aí: O Drama, o novo filme de Christopher Borgli com Zendaya e Robert Pattinson no papel do casal mais desconfortável do ano.
Gravado no nosso tradicional elevador, o episódio começa com a pergunta que move o filme inteiro: qual é a pior coisa que você já fez na vida? A partir daí, a conversa escala pra análise de roteiro, comédia europeia de desconforto, a dupla Zendaya-Pattinson dominando 2026 e um debate sobre até onde você precisa conhecer a pessoa com quem vai casar. Ah, e alguém deu 5 estrelas pela primeira vez na história do podcast. Sim, é isso mesmo.
O filme acompanha um casal apaixonado que, às vésperas do casamento, entra numa brincadeira com os padrinhos onde cada um precisa revelar um segredo. Só que o segredo de uma das pessoas é pesado demais e aí começa um efeito cascata de dúvida, desconforto e vergonha alheia que não para mais. Entre risadas nervosas e silencos tensos, a gente debate se Borgli entrega uma comédia romântica disfarçada de pesadelo ou um pesadelo disfarçado de comédia romântica.
Neste episódio você vai ouvir:
- O primeiro 5 estrelas da história do Tá Calor e a defesa apaixonada por trás da nota
- A trajetória de Christopher Borgli, do curta sobre ex-membro de culto ao Homem dos Sonhos com Nicolas Cage
- Zendaya e Robert Pattinson como o casal de 2026: três filmes, uma química absurda
- A personagem insuportável da Rachel e a confissão que machucou todo mundo
- Comentários do Letterboxd: furrys, Uniqlo e a trend "a gente escuta e não julga"
- A polêmica pesada do diretor e o pior exemplo possível que ele usou pra se defender
- O elevador que quebrou e roubou o final do episódio
Se você quer entender por que The Drama tá com 3.8 no Letterboxd, ouvir o primeiro 5 estrelas da história do podcast, descobrir se você terminaria com um furry e acompanhar duas gays debatendo segredos, casamento e vergonha alheia até o elevador quebrar, aperta o play e vem passar calor com a gente. Parte 2 em breve.
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Arthur
Igor
- O filme O DramaChristopher Borgli · Zendaya · Robert Pattinson · comédia romântica · crítica de cinema
- Relacionamentos e Casamentorevelação de segredos · confiança em relacionamentos
- Análise de roteirocomédia europeia de desconforto · dramedy
- Recepção do filmenota 5 estrelas · comentários do Letterboxd
- Trajetória de Christopher BorgliHomem dos Sonhos · curta sobre ex-membro de culto
O que a gente vai falar sobre agora, ele gira sobre uma questão central, que é uma pergunta, que é, qual é a pior coisa que você já fez na sua vida? Pior que eu tenho, mas assim, comparado com as coisas que eles falam no filme, não é nada demais, porque essa pergunta me lembrou algo que eu fiz na minha infância, muito besta.
E que a culpa cristã tava muito lá porque, enfim, eu estudava no colégio evangélico. Então tu guarde isso pro final. Eu também, eu pensei, eu tive que pensar muito também, porque... E eu me senti meio bobo, assim, porque eu não tinha uma coisa meio... A pior coisa que os juízes vão ver, sabe? Era uma coisa tão bobinha, assim... Pra mim, eu subi um bobo também. Mas, porém, é isso. Eu era criança, eu tava no colégio evangélico. Então, pra uma culpa cristã é muita coisa.
E que faz sentido, porque o filme também dialoga com uma coisa que aconteceu na infância.
Então, final do podcast, a gente vai falar sobre a pior coisa que essa ridícula na minha frente já fez. Vocês fiquem aí. Coitados, não pode esperar muita coisa, não.
Talvez o anúncio ou tchau com o mais eficaz do mundo. Com esse comentário, a gente começa mais um episódio do Tá Calor, o primeiro e único podcast gravado em elevador. Meninas, é isso. A gente é original. E hoje a gente vai falar do filme que tá todo mundo falando, o Drama. Um filme que tá com 3.8 no Letterboxd, o que eu não acho justo. Já começo falando assim, não vou falar minha nota, vai ter que assistir até o final pra saber minha nota, e é do Igor, mas não acho justo. Por isso, fica até o final.
Eu preciso dizer pra vocês uma coisa. O Arthur tá falando, mas eu vou mudar a estrutura desse podcast, porque a vida é assim. Porque esse podcast de hoje tem uma coisa especial, certo? Vamos primeiro pro térreo. Quando a gente chegar no mezanino, a gente vai chegar nesse ponto especial que faz esse vídeo de hoje ser um pouquinho mais especial. Então vai. Vamos pro térreo. O que é que tem lá?
No terror a gente vai falar o quê? Do diretor, a gente gosta ali de começar falando um pouquinho mais, pra vocês entenderem, pra gente entender. E aí eu fui pesquisar um pouco, porque eu realmente não conhecia muito sobre o Christopher Borghli, mas eu já amei ele, porque ele não é americano. Eu acho que pelos filmes dele, que é essa coisa meio... Uma coisa muito específica que acontece, pra falar, é uma coisa muito de alguém que não mora nos Estados Unidos. Essa jornada... É uma visão europeia, assim, é uma coisa diferente.
Você vê a ausência dessa jornada do herói muito básica que os americanos adoram. O que a gente sabe sobre ele? Ele vem de comédia, mas ele sempre entrega desconforto. Então, essa é uma realidade nos filmes dele. Os filmes têm aquela coisa que parece leve no começo. Aí ele vai ficando cada vez mais perturbador. Você fica assim, epa, peraí, o que tá acontecendo aqui? Isso é muito visível no drama que a gente vai falar.
Mas é uma comédia quando a gente tá falando deste caso, deste homem, a gente tem que lembrar que é uma comédia mais ali pro lado exatamente da Europa. Eu vejo a influência dele, por exemplo, uma coisa meio Monty Python. O próprio The Office, que é a série original, é uma série inglesa, né? É uma série que o humor é baseado em desconforto, em situações que te causam um... você bota a mão na cabeça e pensa ah não, minha gente, pelo amor de Deus, alguém vai embora.
E até li um conceito que eu não conhecia. Sei lá se eu gosto ou não gosto, mas eles falam dramédia, que é uma mistura de comédia com drama. Que isso, minha mona? É, eu fiquei assim... Detestei. Ignora, não vou falar mais isso, não. Eu não vou citar mais isso nesse podcast, eu detesto. Tinha que ser você pra trazer uma coisa...
Menina, eu pesquiso, eu trago referências, a gente gostando ou não. É isso, é isso. Traz uma referência horrível, vai, continua. Ah, fiquei na sua. É isso, ele trabalha muito uma leveza que é enganosa, então você acha que é um filme leve, mas ele não tá. E ele me lembra de um diretor europeu também, que eu amo, é o Yorgos Lanthman. Eu acho que tem alguma similaridade no trabalho deles, nesse lugar meio do absurdo, tu tá com uma cara assim... Não, infelizmente eu concordo. Olha lá.
E a gente falou sobre Bugonia já nesse podcast, e Bugonia tem algumas similaridades, e você falou assim, ah, porque essa gama europeia, e assistindo o drama, me trouxe muito o Yorgos, em vários momentos, assim, coisas similares, alguns absurdos da história e tal, me trouxe isso, achei engraçado.
O primeiro filme dele em inglês foi o Homem dos Sonhos, que é um filme com o Nicolas Cage. Meio que fala sobre um professor sem graça e aí, de repente, esse professor começa a aparecer no sonho de todas as pessoas ao redor. Esse filme me lembrou muito aquela creepypasta esquisitíssima daquele cara que... Um rosto que, supostamente, ele se torna tão familiar que todas as pessoas do mundo podem ter sonhado com ele. A premissa desse filme me lembra muito essa questão.
Se você tá escutando isso, joga aí na internet. É um homem que todo mundo sonha.
É um carequinha com a carinha feliz. Ele tem uma carinha até simpática. E antes desse filme, em 2022, ele teve um outro filme que chama Doente de Mim Mesma, que conta a história de uma mulher que ela é meio narcisista e ela namora com um cara que é artista. Ela meio que está cansada de não aparecer e ela, basicamente, finge uma doença misteriosa para chamar atenção. Esse filme é noroguês, então não é nenhum ator conhecido.
Uma coisa que você faria. Eu jamais, menino. Eu já chamo atenção, porque eu sou belíssimo. Diferente de você, que tem que ser uma palhaça. A conversa é que eu não teria um namorado artista nunca na minha vida. Ai, nossa, é difícil. Eu nunca teria. Se for músico, pior ainda. Não, é músico que a gente nem vamos falar sobre isso. Nunca teria na minha vida. Nossa, jamais.
Acho que esses são os dois filmes. A gente até assistiu um curta dele. Agora, assim, só pra dar um esquenta. É um curta maravilhoso. Eu vou linkar ele em algum canto pra vocês assistirem. Basicamente, traduzindo o título, seria mais ou menos alguma coisa como Ex-membro de um culto.
escuta a música pela primeira vez. Que é isso, uma mulher escuta a música pela primeira vez e você já entende muito bem como ele constrói a narrativa dentro desse lugar do absurdo, da comédia e de um leve desconforto. Você quer dar risada, mas você fica meio...
Meu Deus, eu devo rir disso ou não? Eu gosto muito desse curta, ele passa a ideia do que o verdadeiro curta-metragem, que é a experimentação de uma ideia muito louca, e de um diretor experimentando e buscando atores, vendo como ele faz diferentes tipos de direção. Por exemplo, uma coisa que eu achei muito legal nesse curta é que, enquanto a gente tá focado na mulher do culto, tudo é muito bonito, e ela tá na grama e não sei o que lá.
Mas, de repente, quando o curta muda e passa pra ser uma coisa mais de produção...
Câmera na mão, câmera tremida, a câmera passa de um lado pro outro. Você vê que ele tá experimentando e já mostra que ele tem um senso, assim, de direção muito interessante. Ele é diretor e roteirista. Eu gosto muito quando tem essa dupla. Além de dirigir, ele escreve... É, ele tá dirigindo a própria história. Isso também é muito interessante, esse curta... 100% controle sobre a sua própria história, quando você é diretor do seu roteiro.
Bom, esses curtas são feitos com centavos, mas entregam milhões. Três reais e uma colher. Três reais e uma colher. E esse aqui já falou, ah, é melhor que o drama. Eu quis dar um... Tá...
na cara dela. Enfim, aí seguindo, esse filme é mais um filme da 24. A 24 conhecida por produzir filmes meio que nessa pegada assim, que são diferentões. Sempre que eu penso na 24G, eu penso naquela frase de Clóber Rocha, que ele dizia assim, ah, uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. Você chega com um conceito pra eles, eles diziam assim, ah, vamos produzir. E aí é isso. É a produtora dos Estados Unidos agora que tá nessa vibe assim. Chega com ideia doida, eles botam um pouquinho de dinheiro na sua mão.
apresenta pra 24 que eles produzem. E aí, terminando, assim, esse momento mais curiosidades, coisas sobre o filme, acho interessante falar que enfim, esse filme a gente tem a Zendaya e o Robert Pattinson que eles vão ser o casalzinho de 2026. Eu achei bem impressionante isso, assim, deles estarem nessa cadência assim, três filmes pra dois atores em um ano é muita coisa. Agora, depois do meio do ano, que é tipo, agora com drama, depois do meio do ano com a Odisseia e depois tem Duna 3, né? Duna 3, ai, Duna 3, eu tô assim. E aí, depois a Zendaya ainda vai ter com o...
Tom Holland, né? O marido dela, o Homem-Aranha. Esse ano também? Esse ano, né? É esse ano. É, 2016. Um novo dia. Homem-Aranha é um novo dia. Não, Zendaya tá em tudo, né? Porque ela também tem a terceira temporada de Euforia, que estreou agora. E uma coisa que eu achei bem interessante foi que, de acordo com as fofocas, o que chegou foi a Zendaya leu o roteiro desse filme e ficou extremamente apaixonada. É, eu soube disso também.
E ela pediu pro diretor, falou assim, não, eu quero participar, eu quero esse papel pra mim, assim. Foi diferente do Robert Pattinson. O Robert Pattinson, ele conheceu esse diretor numa pré-estreia do filme do Nicolas Cage. E aí, ele meio que apresentou o filme e tal. Mas eu achei interessante a Zendaya, tipo, abrir um buraco nessa agenda com 27 produções pra fazer esse filme. Vocês veem como ela gostou.
Eu acho a Zendaya muito legal. Eu gosto muito dela. Ela é tudo. Eu gosto dos trabalhos dela. E assim, tem um negócio muito interessante pra mim que eu acho tanto da Zendaya com o Robert Pattinson. Se você vê entrevistas do Robert Pattinson, você percebe que no drama, o Robert Pattinson tá muito perto do que ele é. O personagem dele meio bobão, ele é super rabestalhado. Já a Zendaya, não. E isso é uma coisa que eu achei muito legal, assim. A Zendaya é bem...
nada a ver com o que tem naquele personagem. Ela faz uma personagem que é muito diferente do que ela é. E eu gostei muito de ver a Zendaya fazendo essa faceta que é uma mistura de... Ela é muito fofa, ela é muito carismática, mas tem essa coisa meio horrorosa dentro dela, que pode estourar a qualquer momento. Eu gostei muito.
Mas mesmo o Robert Pattinson, enfim, a gente tá falando um pouco do filme, mas eu achei que ele também tá bem diferente do que ele geralmente tá nos papéis que ele faz, né? Ele não é o Edward Cullen. Exatamente, ele tá diferente do papel que ele faz, mas ele tá perto do que ele é, assim. É como se a gente estivesse vendo o Robert Pattinson vivendo o personagem. Tipo, vida real é isso, ele seria mais perto disso. Ele é perto daquilo ali, uma pessoa meio bobocona, assim.
E aí, pra terminar, acho que mais duas curiosidades gerais desse filme, que a gente leu por aí também, esse filme começou com um diário, o diretor não pretendia fazer uma comédia romântica, ele começou a escrever pensamentos sobre relacionamento e causa emocional, e aí, a partir disso, ele começou a desenvolver a história. E pra terminar, como todo filme, sempre existe uma polêmica, e a polêmica desse filme, não é bem do filme, mas é muito do diretor, saiu por aí.
que ele teve um relacionamento, quando ele tinha 27 anos, ele tava namorando com uma menina de 17. Exato. E aí, meio que tem um relato que ele soltou, uma carta que ele escreveu, falando sobre esse tema. É, eu não sabia disso não, tô bem passado. Menino, isso aconteceu em 2012, hoje esse diretor tem 40 anos, mas ele relatava esse relacionamento com um adolescente, apesar de que na Noruega, se você tem mais de 16, você já é considerado... É... É...
Maior de idade pra ter um relacionamento com o Cicc. Porém, muito questionável. E aí ele chegou a comentar, como chama o aquele diretor canceladíssimo? Qual deles? Tem muitos. Pedófilo. O Woody Allen. E nessa carta ele cita o Woody Allen. Ele usou o pior exemplo. Ele usou o pior exemplo. O Woody Allen esperou a filha crescer.
É o pior exemplo possível. Não, menina, quando eu li esse bapho, meio que, enfim, eu amei um pouco o filme, mas eu li isso e eu fiquei meio assim, nenhum filme é livre de uma botaria, de uma pancadaria, de um problemazinho, de um cancelamento. Eu achei pesadíssimo. Eu achei essa história. Vou tirar meia estrela do filme já. É, pois é, menina, pois é.
Depois de todos esses momentos de curiosidades, a gente vai agora para o nosso mezanismo. A gente vai subir para o mezanismo, a gente vai fazer um comentário sobre o filme, agora a gente vai focar no drama. No drama mesmo. E por que eu falei que o episódio de hoje é levemente especial, e que o foco desse episódio, principalmente, é o desgraça do Arthur, que está na minha frente.
Porque este é o primeiro filme deste podcast que um dos elementos desse podcast deu 5 estrelas. Estou falando a sua nota sim. Quando a pessoa dá 5 estrelas, significa sim. Que o filme tá beirando a perfeição pra pessoa. Então vamos lá, Arthur. Conta pra gente o quão você amou esse filme. Porque 5 estrelas mudou sua vida. Porém, antes você vai falar pra gente, dá um contexto. O que é o drama?
Conta pra gente. Você é o protagonista pro começo a ter cinco estrelas. O cachorro até latiu. Você fica aí na sua. Não é pra você latir. Mas fala aí pra gente. Só dá um geralzinho. Eu já falei muito. Fala aí. Tá bom. Sobre o que é o drama. Tá. O drama é um filme desse ano, certo? Sobre esse casal que é um menino que ele é levemente esquisitinho e uma menina que tem um problema de audição mas que é muito fofa e que eles são extremamente apaixonados. Eles se amam muito. E aí...
perto do casamento deles, onde quando eles estão se organizando pra casar, passando por todo aquele drama que pessoas que estão casando passam de escolher as fotos da família, escolher... escolher as suas... Os cachorros enlouqueceram! Brincando! Eu tô assim, como pode? Vocês enlouqueceram!
Obrigado. O que é isso? Vocês pulso já no bastão falar alto, você começa a latir, porra. São 11 da noite. Por que vocês estão brigando? Vem aqui. Faça a casa. Fica quieto. Não sei nem mais onde eu tava. Volta a falar do drama que a gente tá vivendo. Um drama com cachorro aqui.
Ai, meu Deus. Enfim. Enfim, que próximo ao casamento, eles se reúnem com o casal, que é supostamente o melhor amigo deles, e eles fazem uma brincadeira, e nesta brincadeira, eles têm que revelar um segredo sobre eles, e aí o segredo de uma das pessoas que está para casar é talvez pesado demais, e aí gera um efeito cascata de dúvidas sobre o casamento dela. Será que é necessário a gente saber realmente sobre todas as coisas ruins das pessoas que a gente está se relacionando?
Faz sentido a gente saber. A gente vai mudar nossos sentimentos quando a gente sabe sobre essas coisas. O filme vai pra esse lugar e, obviamente, é muito legal. Tá. A gente já falou, né? Mas vocês sabem, os personagens principais. É um filme que foca muito Zendaya. A gente tem o Robert Pattinson, o casal. E aí a gente tem a Rachel, que é uma mulher que a gente odeia. É uma personagem interpretada pela Lana Han. E você sabe que a Lana Han, ela meio que explodiu como atriz por causa de um filme do cara que ganhou Oscar esse ano, que é o Paul Thomas Amitris. Ah, é?
Menina. Ela fez um filme que ela faz uma personagem mais velha, ela se relaciona com um cara mais novo. Ela faz um papel muito parecido com o da Rachel, dessa pessoa meio explosiva, meio chatinha, mas... Nossa, ela é meio insuportável. Do minuto que ela começa a falar assim, já fica assim. Meu Deus. E o Michael Spitzer, que é o filme do Paul Thomas Anderson, ela é meio insuportável também. É até engraçado ver ela fazendo esse papel de novo.
Esses são os atores principais. Ah, e tem o Athe. O Athe, que é o Mike, que faz o marido da Rachel. E eles meio que participam neles. Eles são padrinho e madrinha, não? É, eles são padrinho e madrinha. É, do casamento. Mas enfim, por que eu gosto muito desse filme? É, porque você deu cinco estrelas. Eu fiquei assim, um homem amor.
Um, eu gosto muito de comédia romântica. Já começo por aí. Apesar dele trabalhar com esse lugar do desconforto e tal, ele traz, ele puxa, ele suga desse lugar de comédia romântica e ele trabalha essa temática de uma outra forma. Então, eu gosto muito disso. Eu amo a edição. A edição do filme, pra mim, em alguns momentos ele me trouxe aquele filme Brilho Eterno, que é o momento sem lembranças.
Ele é muito entrecortado. Ele mostra muito cenas do futuro com cenas do passado. Não são coisas que se concretizam de verdade, mas ele brinca muito com esse lugar. A primeira metade do filme, principalmente, faz muito isso, né? Sim. Tem essa questão que não é porque, necessariamente, você está assistindo uma cena que ela realmente aconteceu.
E eu acho que ele brinca muito com isso de uma forma que eu gosto muito, porque eu não consigo prever o final do filme. Tanto que o final do filme, pra mim, me surpreendeu. Eu acho que ele tava me conduzindo pra um lugar, que eu acabei não caindo naquele lugar, porque eu fiquei meio assim, ah, não, vai acontecer isso, e não aconteceu.
Então eu acho que eu gosto muito disso. E eu gosto muito dessa comédia inteligente que ele faz dentro dessa construção de diálogos do filme. E é isso, eu fiquei preso. O filme inteiro, de uma hora e meia, eu fiquei preso. Mas você acha que, por exemplo, eu assisti esse filme no cinema, né? Bem quando ele estreou, então a sala tava muito cheia.
mas mesmo que ele tenha essa categoria de comédia, pelo menos na minha sessão, não haviam risadas. Eu queria saber, por exemplo, você que assistiu o filme aqui, né? Eu tava assistindo, sei lá, em Recife, você tava assistindo aqui. Você assistiu que as pessoas reagiam às situações, sei lá, tipo, as pessoas riam no cinema, as pessoas pareciam estar se divertindo? Eu tenho uma questão com categorizar esse filme como comédia quando eu senti que a audiência na minha sessão, ela não embarcou muito nesse lugar.
Eu sinto que ele entrega uma comédia de desconforto. É engraçado, mas ao mesmo tempo te deixa tão desconfortável. É, mas é a mesma coisa, por exemplo, a série que... O melhor exemplo disso que é The Office. Mas assim, The Office consegue te arrancar gargalhadas. Mas eu acho que o The Office, ele brinca com temáticas. Que isso, é mais lugar de trabalho. Ele brinca com uma temática que é uma temática meio séria, assim.
E eu acho que tem uma questão cultural americana mesmo. Isso é muito mais forte. É uma coisa muito deles. É muito deles, assim. E lendo os comentários do Leatherbox, que a gente vai falar depois, você vê o impacto ali disso pra eles, assim. É grande. E eu até fiquei surpreso, porque eu falei, poxa, se isso foi desconfortável pra mim, porque eu queria dar risada, aquele meu sorriso, assim, mas eu não sorria porque eu achava desconfortável por conta da temática que ele tava trazendo. Imagina isso nos Estados Unidos, tem um peso vezes dois.
É, e inclusive existe uma polêmica dentro de obras audiovisuais que trazem sempre essa questão. Tu vai falar dessa questão? Por que o negócio dos primeiros 5 minutos do filme? 10 minutos do filme? É, não sei se... Eu nunca sei se a gente fala spoiler ou não, mas a gente pode falar. Só pra deixar claro, né, o filme trata um pouco a questão do tiroteios em escolas e que acabam criando... Americanas, é. É, uma série de assassinatos, assim, em escolas e tal. E existe uma polêmica...
nos Estados Unidos, de que essa é uma temática que sempre as pessoas estão usando lá exatamente pra criar um choque imediato. É meio que, pronto, se a gente quiser chocar as pessoas dentro de um filme ou dentro de uma série, vamos fazer uma pessoa dando tiro em escola. Rolou em algumas outras situações que eu não gostei quando isso aconteceu. Tem uma série, inclusive, que quando isso acontece eu odeio, que é aquela série The Way.
Eu senti que foi pra esse lugar de... Essa série não tinha mais o que fazer e aí, pra chocar todo mundo com o final, ela meteu um tiroteio na escola. Já em O Drama, eu não senti isso. Eu senti que, da forma como a narrativa conduziu essa questão, eu acho que faz sentido estar ali.
Porque tem outra coisa, ele traz essas temáticas, ele não foca nessas temáticas. Elas são partes do plot, mas não tá entrando nesse tema. Porque o que ele tá entrando mesmo é muito mais a relação de quem você conhece e o quanto você deixaria de confiar numa pessoa a partir do que você conhece sobre ela.
Exatamente. Não é um filme que vai lá e vai falar sobre os tiroteios em massa, mas a exploração dele tava muito mais ao redor da relação dessas duas pessoas que sofrem um baque depois que o cara só sabe de uma coisa da vida da mulher que ele ia casar. Ele entra no lugar de, assim, eu realmente conheço essa pessoa. Ela seria capaz de fazer isso hoje?
E é isso, e é engraçadíssimo, assim, ela pega uma faca, assim, e você vê que ele fica completamente tenso ali. Mas eu gosto dessa exploração, eu acho que casa muito com a edição, eu gosto do ritmo do filme até o fim, me prendeu. E é um filme que é isso, são três personagens, é quatro, enfim, tem um outro que vai entrando ali, e isso segue até o final, assim. É, eu discordo um pouco com você na ideia de que são só esses três personagens, porque o filme, ele vai...
Ele vai colocando outros personagens e esses personagens se emaranham na trama. Eu acho que o filme segue um estilo muito parecido do início pro meio e aí do meio pro final ele entra nessa outra fase. Pra mim não funciona tanto a ideia de que é focado tanto só neles, porque aí de repente vira um massa de gente e começa a entrar um monte de...
É, pra desenvolver, né? Porque é isso, do começo são os dois e depois começa a entrar outros personagens ali pra você, tipo, meio que desenvolver a história e continuar o... É, mas ao mesmo tempo não precisa. Você acha que também não precisaria, é isso? Não, não, não. Em parte, sim. É um dos meus problemas com o filme. Ih, lá vai. Lá vai.
Conte. Esse momento que você falou da montagem, do desenvolvimento deles e quando o filme tá muito focado nesse lugar eu gosto muito. Só que o roteiro pra mim, ele cria um problema e que eu fico pensando que funcionaria muito como um curto ou médio metragem desse filme que é o que?
A ideia é de que, no momento em que você descobre uma coisa sobre a pessoa que você tá se relacionando, você quer desistir de alguma coisa que você vai fazer com ela. Que no caso do filme é um casamento. Eles estão se organizando pro casamento, ele descobriu aquilo, e aí aquilo se tornou um problema pra ele. E aí tudo no filme começa a virar levemente piadas em volta disso. Como você citou a questão da caneca, a questão dela com a faca. Sim, são vários momentos.
E aí a gente acompanha esse certo drama, né? Só que é o que acontece. O problema no filme, pra mim, é quando acontece o casamento. E aquele casamento, pra mim, no momento que mostra que eles se casaram, aquilo pra mim é meio que a resolução do problema. E dali pra frente, é o filme se alongando, só pra criar mais outras situações. Porque o problema do filme era, ele vai casar ou não?
E quando o filme mostra que eles vão se casar, você fica assim, tá aí agora? Por que eles vão se casar? Significa que eles se gostam, significa que o problema não precisa mais acontecer. Existe um termo no cinema que se chama Falling Action. Você faz isso no cinema, você faz esse roteiro, você faz esse livro, que é... Quando você resolve o problema de uma narrativa, você tem que terminar aquilo muito rápido. Você tem entre 5 a 10 minutos pra terminar. E eu sinto que o filme...
resolve o problema, mas ele continua. É esse lugar que eu acho que o roteiro se perdeu um pouco pra mim, assim, porque a resolução era, eles vão casar ou não? Eles estão casando, por que a gente ainda tá... Que confusões vai ter nesse casamento que eles vão desistir um do outro? Eu entendo e discordo também. Porque eu acho que, durante o filme, quando essas outras personagens vão entrando e vão acontecendo outras coisas, tem toda a questão da traição. É isso, eles superam...
entre aspas, né? Porque eles estavam naquele momento assim, tipo, indo no casamento no modo automático. E aí foi isso. Aí ainda dentro disso acontece uma outra situação no casamento que é um bafafá. Então, além disso, acontece outra coisa. Mas eu acho tão... A parte do casamento, eu achei um grande... Vamos embolar a trama pra ficar mais bizarra, sabe? Eu não sentia que nada que continuava acontecendo no casamento era orgânico.
Eu senti que o filme perde um pouco da organicidade dele no momento em que, supostamente, eles resolvem o problema, entendeu? Que é, eles vão casar. Teoricamente, acho que a única coisa, se eu tiver que falar alguma coisa que eu não gostei muito, eu acho que essa questão das famílias deles é meio estranho, assim. Enfim, ele não coloca muito isso no filme, mas parece que eles não se conhecem. Nunca, parece que simplesmente eles estão conhecendo a família no casamento.
No casamento, então é muito estranho. Então, se eu ver o pai falando, ele fica meio surpreso com o pai falando, sabe? Então, talvez essa seja uma parte que eu concordo, meio estranha.
Mas eu não senti o filme longo. Em nenhum momento, assim, mesmo depois dessa resolução, vamos dizer que foi o clímax, eu senti que ainda sobrou esse espaço pra... Eu não sinto longo, eu só senti... Gente, mas por que essa história ainda está se desenrolando, entendeu? Eu fiquei um pouco nesse lugar de, tipo, por que que essa história ainda está acontecendo se o casamento, que é o grande drama que a gente assiste durante a primeira hora, uma hora e meia, uma hora e dez, assim, de filme inteiro, era isso, assim, eles vão casar ou não? A gente se pergunta muito isso.
E aí quando o casamento tá acontecendo, eu tava tipo... E aí? E aí? Então eu entendi. Faz sentido. Que mais? Eu já falei um monte. Que mais você... Tem a falar sobre o drama? Então, é... Uma coisa que me incomoda no filme é que eu sinto que a Zendaya... Eu não acho ela ruim, mas o papel dentro do filme pra ela é um pouco passivo demais. Na questão de que ela joga a bomba. E parece que o filme em nenhum momento se preocupa em deixar que ela...
se explique, supostamente, a Rachel, né, era uma grande amiga dela e depois ela não tem mais a oportunidade de se explicar, ela não tem a oportunidade de se explicar também padrinho. Parece que depois que ela joga a bomba, são os outros que tem que resolver isso pra ela, são os outros que tem que interpretar isso pra ela. O próprio passado dela já não importa muito, assim. Isso é uma das coisas que eu ficava, putz, pu...
Como é que essas pessoas são tão próximas dessa personagem, e depois essa personagem jogada de lado, pra tudo ficar no campo das ideias sobre ela? Eu senti que não casou muito pra mim isso, a questão dela se tornar um puro agente passivo. Tem uma coisa que eu comparava, depois do filme eu comparei um pouco com Parasita, que é essa ideia dessa discussão muito interessante, que eles jogam, que é quando você sabe sobre alguma coisa bizarra de alguém. Eu não sinto que o filme concluiu em nenhum momento o que você faria com isso.
Eu gosto de pensar, por exemplo, quando eu uso o Parasita como exemplo, eu gosto de pensar que o Parasita, ele joga a ideia e ele dá algumas respostas sobre essas ideias, assim. Ele não dá todas, porque não é algo que ele vai conseguir dar, porque é um tema muito complexo. Mas ele dá algumas resoluções de, essa família nunca vai sair de onde ela tá, pai nunca vai aparecer, o filho nunca vai ascender. E eu não sinto que esse filme dá isso, assim.
O que é que essas pessoas vão fazer com essa informação sobre ela? Eu sinto que o filme não resolve, deixa tudo muito nas ideias, assim.
Beleza, ele vai casar com ela? Ele não vai casar com ela depois da briga? Não parece que o filme chegou em algum lugar? Quando você sabe uma informação pesada sobre uma pessoa que você ama, o que você faz com isso? Eu senti que o filme não me deu uma boa resolução sobre o que você faz. Entendi, você não gostou da resolução que ele deu ali no final.
Não, eu não achei que o filme resolveu esta questão de o que a gente faz com isso. O que a gente pensa sobre isso. O que os personagens faliam. Vamos voltar a falar com ela, vamos conversar com ela, vamos dar uma segunda chance pra ela. Ela também vai poder refletir sobre isso, pensar sobre isso, mostrar que ela fez tal coisa, mostrar que ela fez outras coisas que não envolvem mais essas questões. Então eu achei que essa questão ficou muito solta. Não me parece que resolve nada. Entendi, entendi. Acho que eu...
Enfim, pra mim, eu gostei do arco, eu gostei como terminou, eu não senti necessidade de uma exploração. Gosto dessa questão do Parasita, eu sinto que Parasita é isso. Pra mim, Parasita é Deus. Parasita pra mim é cinco estrelas, entendeu? Não, é isso. É isso, pra mim é em outro lugar. Pra mim é seis estrelas, talvez seja Parasita.
Mas eu acho que Parasita, ele também em outros temas, que esse filme, a proposta dele é um filme que dialoga com essa temática de um relacionamento e ele não se aprofunda pra outras coisas, que ele poderia se aprofundar. É, por isso que eu comentei que talvez como um curta-metragem ele funcionasse melhor, porque o curta, ele tem essa coisa de jogar a bola pra cima e deixar que as pessoas peguem e reflitam sobre isso. É, é. Sabe?
Esse filme parece que ele faz um pouco isso. Ele joga a bola e diz assim, pronto, agora vocês se resolvam. Só que ao mesmo tempo é isso. A gente tá assistindo um filme que, ele querendo ou não, ele vai pra outros lugares, ele foge uma conclusão, aí a conclusão volta, aí o filme não termina. Aí depois volta de novo, aí mostra um barraco no casamento. Ah, sabe, simbolo.
porém de uma certa forma, olha só discussões sobre esses temas aconteceram por mais que ele não se aprofundou dentro dele, e aí inclusive os comentários vão muito pra esse lugar também de como sei lá, grupos de amigos falando, ah eu tô há semanas perguntando o que meus amigos falam fizeram de maldade, não sei o que e só pra terminar assim, uma última coisa subir pra cobertura e eu tô eu$ eu$ eu$ eu$ eu$
finalizar finalmente a cobertura onde a gente comenta sobre os comentários do Letterboxd, a gente fala sobre a nota que o filme está lá e a gente seleciona alguns comentários que a gente acha que resume um pouco o ar desse filme o drama teve, Arthur? 3.8 3.8
Que de novo, gente, é uma nota boa. E resumo de Leatherbox é uma nota excelente. As pessoas estão amando. Excelente, sim. E os comentários foram realmente muito... Positivos. Ficou positivos, é. Uma pessoa falou assim, acho que sou estranho porque eu não teria ligado. Você teria ligado? Se você tivesse um namorado que te falasse assim, então eu já pensei em matar pessoas. E aí, você terminaria?
Eu me sinto muito essa pessoa, porque eu também não estaria ligado. Inclusive, conecta um pouco com um comentário que é o seguinte, que é fiquei machucado com a confissão da Rachel. Eu fiquei muito machucado com a confissão dela. Ela prendeu uma pessoa no negócio. Ela prendeu a pessoa no armário, sabe? E ela faz um comentário meio capacitista sobre a pessoa, mostrando que a pessoa tinha, tipo, sei lá... Algum problema, autismo, alguma coisa assim.
Algum tipo de coisa, assim. Eu lembro que o dela eu fiquei muito machucado. Que é essa coisa. Ela pensou e ela não necessariamente fez. Ela arquitetou, mas ela não fez, porque ela teve a consciência.
Uhum, uhum. Agora a Rachel... Não, a Rachel chegou lá e prendeu. Ela chegou, prendeu, ela é uma desgraçada. Mas eu concordo também. Eu também não teria ligado muito. Porque é o que a gente começou falando no podcast, sabe? Tipo, é isso. Todo mundo tem um serial killer ali dentro, assim. É isso. Você, a sua moral ali vai te dar um jeito, vai te dar uma segurada, sabe? Tem um comentário que quando as pessoas estavam falando sobre qual a pior coisa que elas já fizeram na vida, uma pessoa comentou assim.
Nossa, eu achei que ela ia virar uma furry ou algo assim. Talvez se fosse... Se eu namorasse um cara...
Se fosse um furry, eu talvez teria terminado. Peraí, furry que tá falando aqui é furry? Furry, aquelas pessoas que se vestem com uma fantasia de furry. Sabe? A raposa, aquela fantasia gigante. Você gosta disso? Não, eu não gosto disso, menina. Tô falando inclusive que eu terminaria. Você terminaria com uma pessoa furry? Você namoraria com um furry? Não, veja bem. Não é uma questão de namorar com um furry. Não é uma questão de namorar com um furry. É namorar com uma pessoa e aí você descobre que ela foi furry.
Vamos lá, você tá namorando um boy. Ele vira pra você e fala assim, então, esse final de semana eu vou numa convenção de furry. Vai comigo. Ele vai vestido de dragão alado. Há quanto tempo eu tô namorando com esse furry? Porque é isso, eles estavam pra casar. Você está pra casar com o furry. Ah, eu vou ter que tancar. Você não tancaria, Arthur?
Você tava casado com a pessoa, você ia tancar sim. Não, ia tancar sim. É, claro que você ia tancar. Você ia, inclusive, tancar depois, no quarto, com o E vestido de Gato Félix. Ai, que delícia, menina. Se botando dentro da bolsinha vermelha. Mas, enfim, seguindo, o personagem do Robert Pattinson tá muito com cara de chefão final da Uniclo. Ele tá nesse lugar meio básico demais, né? Gente, eu não tô entendendo nenhum desses comentários. O que é Uniclo?
O Nikko é aquela loja de departamento do Japão, que tem umas roupas bem japonesas, assim, básicas, minimalistas, que tu vai comprar, que tu vai pro Japão daqui a uma semana. Não sei de nada disso. Menina, tu tá... Cadê a sua referência? Nossa, eu não podia ligar menos pra esse comentário. Vai pro próximo. Mas no comentário que tu não vai entender, porque é uma trend de internet que tinha aquela trend. A gente escuta e não julga que ficava as pessoas falando exatamente isso.
Alguém chegava lá e falava assim, ah, por quê? Eu sei qual é essa trend, eu achava lá muito...
Porque, vou ser bem sincero. Vou ser bem sincero aqui com você, tá? Vou ser bem sincero. Você julga. Eu julgo, sabe por quê? Porque isso, pra mim, é uma trend muito de gente hétero. Essa trend, pra mim, era a versão digital de o que acontece em Vegas fica em Vegas. Sim. É exatamente isso. Por isso que, ai, não gostei de nenhum comentário que você selecionou, você só selecionou uns comentários horrorosos. Ah, é isso, menina. Mas, na verdade...
Gente, infelizmente o elevador quebrou no meio da gravação e a gente perdeu o final do episódio. Eu ainda acho que isso tudo é culpa dessa garota aqui que tá acidentada agora aqui no chão. Porque ela não queria contar a história dela. Ou seja, se você não segue a gente, segue, aproveita este momento que você não tá fazendo nada. E siga a gente, vai lá.
Quanto a história da pior coisa que a gente já fez na vida vai ficar o quê? Pra uma parte 2. Por isso, aguarde.