Heavynauta: Podcast Semanal Completo - Slipknot, Crypta, Rage, Arch Enemy, Maiden e Mais!
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O Melhor do Metal da Semana - Tudo no Heavynauta!
O universo do rock e metal não para, e o Heavynauta te traz a união de todos os programas da semana, direto para sua caixa de som. Nesta edição de Domingo, mergulhamos nas notícias que agitaram a cena:
- Ruptura no Slipknot: Jay Weinberg quebra o silêncio após sua saída da banda.
- Nova Membro no Crypta: Victoria Villarreal é oficialmente apresentada como a nova guitarrista.
- Turnê Cancelada: Rage suspende apresentações na América do Sul de última hora.
- Polêmica Explicada: Angela Gossow detalha a situação com Kiko Loureiro, vocalista do Arch Enemy.
- Hall da Fama do Rock: Iron Maiden fica de fora de 2026 - entenda o que rolou.
- Aniversário e Resgate: Ruun celebra 20 anos e levanta a questão sobre o retorno do black metal sueco.
Deixe o peso dominar seu dia com esta seleção robusta de conversas e análises que só o Heavynauta oferece. Aperte o play e viva o metal!
- Jay Weinberg SlipknotJay Weinberg · Slipknot · New Metal
- Deathcore e Blackgaze: Death Haven e o álbum SunbatherDeath Haven · Sunbather · Blackgaze · Shoegaze · Black Metal · Abigail Williams · Chelsea Grin · Miserable
- Spirit Adrift e o álbum Infinity IlluminationSpirit Adrift · Infinity Illumination · Doom Metal · Stoner Metal
- Aniversário do álbum Open Declaration do Novel BrightNovel Bright · Open Declaration · Power Metal · Música de Anime
- Comunicação com audiênciaDaniel · Anitta · Bush · Three Days Grace · Third Eye Blind · Breaking Benjamin · Smashing Pumpkins
- Aniversário Álbum Drive Poison BlackPoison Black · Drive
- Fade In Ion e o álbum homônimoFade In Ion · Melodic Death Metal · Progressive Self-Destruction
Sistemas ativados Propulsores prontos para o lançamento Destino O vasto cosmos do Heavy Metal Comandante da missão Hilton Fernandes Tripulação Preparar para a decolagem A CIDADE NO BRASIL
Partindo em 3, 2, 1, Hebinauta no ar! Sistemas ativados!
Propulsores prontos para o lançamento? Destino. O vasto cosmos do Heavy Metal. Comandante da missão. Hilton Fernandes. Tripulação. Preparar para a decolagem. Partindo em. 3, 2, 1.
1. É de nauta no ar
Saudações, Révinas Altas! A nossa nave está aterrissando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do Heavy Metal. O meu nome é Kilton Fernandes e hoje eu estou aqui com o meu grande amigo Rafa Ferreira, com saudades! Seja muito bem-vindo!
Muito obrigado, Kilton. Essas saudades estão ficando frequentes, né? A gente tem que tirar essas férias forçadas aí. Tá complicado. A saudade aumenta, mas os memes de metal nunca param no nosso particular. Mas vamos matar essa saudade? Celebrando um aniversário aqui? Porque eu acho que nada mais justo que celebrar.
Esta saudade que nós temos sentido depois dessas pequenas férias forçadas de botar uma banda do país que é a mais metal do mundo. É que estamos falando da Finlândia, que há 15 anos atrás, a Poison Black, lançou o seu quinto álbum, intitulado Drive.
Que, pelo visto, marcou aqui o início de uma nova fase. Como sempre, eu passo a palavra ao Kill. O cara que conhece as bandas. Eu só vou no show, gente. Quando dá, né? Quando tem também, né? Ainda tem isso. Eu só vou em show de... Sinfônico, rapaz. Só vou em show de... Nem de metal sinfônico. Qual o nome? Orquestra sinfônica. Orquestra sinfônica. Pode ser videogames live também, pô. Também orquestra.
O último show que eu fui foi de orquestra sinfônica. O próximo show que eu vou, agora é dia 27 de abril. Hoje? Você tá escutando um podcast hoje aqui, ó. Nesse show aqui, eu vou... Quando você estiver escutando esse podcast, hoje no final do dia, eu vou em um show de orquestra sinfônica também. Lá na Sala São Paulo. Se você estiver por aí, vem cá, me dá um abraço, cara. Vou dar um abraço pra você também. Mas minha esposa vai estar junto.
Você tem que entender que ela é muito... Se você vier me dar um abraço, ela vai te zoar. Porque ela gosta de zoar as pessoas. Só deixar claro aí.
O Ocean Black é a banda mais zoeira aí da Finlândia, cara. Mais zoeira. Na verdade, não é zoeira. Na verdade, eles têm um som muito sério. Só que eles fazem Death and Roll com Groove Metal. E Death and Roll é o som da zoeira. Não dá pra levar muito a sério, porque é pesado, é agressivo. Mas dá pra dançar. Como é que você vai levar a sério isso? Como é que você vai levar a sério? Um Heavy Metal que dá pra você rebolar, cara. Só falta que você rebola. Você escutou o último disco do Massacration?
Escutei, pô. Sensacional, cara. Massacration é muito fofo. E aí ele... Nesse disco tem uma piada lá, né? Uma piada lá do... Rebolation, né? Tem uma música lá do Rebolation. E o Rebolation lá do Massacration é a incursão do Massacration no Death and Roll. Olha aí.
O Death and Roll acaba sendo um estilo muito alegre, mais claro, porque eles usam muita pentatônica. O Groove Metal usa muito pentatônica, o Death and Roll bebe na fonte do Groove Metal, então você vai ter um som muito mais próximo do Blues.
E apesar do blues significar azul, significar triste, o blues tem uma estrutura de pentatônica que favorece você dançar um ritmo. O que mais tem pentatônica? Pantera é pentatônica pra caramba, Rafa. Quase tudo de Pantera é pentatônica.
É, Dr. Sim. O pessoal fala, fala, fala bem Dr. Sim. Dr. Sim é pentatônica pura, gente. Se o cara estudar pentatônica, o Dr. Sim fica muito fácil de tirar de ouvido, cara.
Olha aí, por exemplo. Mas já comecei a destilar meu veneno de manhã aqui já, Rafa. Então, é isso aí. Boys and Black, finlandês, 15 anos, lançando o Drive aí, Rafa. Olha aí, maluquice. E você, Rafa? O que tem tocado no som da sua heavy nave? Pois bem, Kilton, eu...
Eu tentei trazer coisas diferentes para a segunda-feira, né? Que eu sempre tinha feito uns negócios mais black metal, assim e tal. Falei, vou continuar nessa parada mais depressiva, só que eu vou ficar um pouquinho mais leve. Não vou ficar com aqueles cromatismos, com aqueles vocais bem rasgados e tal. Vou pegar um negócio mais doom metal.
E, cara, aí nisso eu caí de paraquedas, né, com Infinity Illumination, né, do Spiritual Drift. E me surpreendeu pra caraca, cara, que isso está um Doom Metal, né, mais puxado pro Stoner. E como a gente sabe, pro Stoner, o Stoner é maconha. Só que, tipo, mas não é tão pesado, é um negócio até mais feliz, cara.
Eu falei, caraca, um Doom Metal, felizinho. Olha aí, olha aí. E nem parece maconhado, né? Segunda felicidade. Segunda felicidade, é que é a felicidade falsa lá, que nem aquele jogo We Happy Few aqui. Mas, cara, foi um negócio bem bacana de se escutar.
Apesar de que, né? Meu aplicativo de streaming, agora, ele resolveu dar um bug dele, que eu não tô entendendo agora, que de vez em quando ele buga meu celular todo, né? Ele começa, ele aumenta e diminui o volume sozinho, fica chamando ainda a pesquisa do Gemini, pula a música, aí eu tinha que ficar voltando toda hora a música pra poder... E são músicas um pouquinho longas, aí eu tinha que ficar botando pro meio da música, porque eu não ia escutar uma música de sete minutos do início de novo, né?
Foi um suplício, né? E não por causa da banda, né? Foi por causa do aplicativo mesmo de escutar esse disco. Mas é um disco bem bacana, cara. Eu não conhecia essa banda. Foi o primeiro disco que eu encontrei deles, né? Com essa surpresa, né? Que eu tava esperando um negócio mais depressivo, como é um Doom, mas veio um negócio bem felizinho, né? Com...
que de início me lembrou até o Candle Mais se o Candle Mais fosse feliz, né? Mas o Candle Mais a gente sabe que não é. Apesar de ser aquele Epic Doom Metal, ele não é feliz. Ele é bem depressivo. Mas, enfim, tem essa minha indicação aí. Pra começar a sua segunda-feira, não achando que o Rafa só traz coisa depressiva aqui, tem esse Doom Metal bem felizinho pra vocês aí do Spirit Adrift.
Spirit Adrift, cara, a gente tá realmente aqui, a gente tá falando do Massacration, né? Porque a primeira banda que a gente trouxe aqui, o Pajam Black, lembra o Massatation Apocalypse, né? Pra mim é o Massatation Apocalypse, que é o Rebolation lá do Massacration, desse último disco dos caras, né? E essa música aqui, esse disco aqui do Spirit Adrift, lembra o que, Rafa? Massatation Apocalypse.
Não, esse aqui do Spirit of Drift lembra O Metal Is My Life Também do mesmo disco Essa música
e eu acho assim fenomenal cara eu acho fenomenal assim então eles vai lá e ficar no santa é gênio gênio gênio demais cara espírito a draft cara é uma banda de do metal mas eles estão enveredando ali para um heavy metal né os caras são texanos então tá nesse disco aqui deles né que é o o infinito ilumination agora
Realmente eles estão dando uma expandida ali na estrutura, na energia. Estão tentando chegar num ponto mais alegre mesmo, mais claro, né? Só que eu não sei se deu certo o que eles fizeram, Rafa. Porque eles estão com som mais receptivo. A banda terminou, Rafa. Eles terminaram depois do lançamento desse disco?
com a cara. Eu vou lançar esse disco. Dane-se, vamos terminar.
Para valorizar. Para valorizar, né? Para anos depois falar, não, vamos voltar aí e fazer um... Todos eles tocam em outras bandas, que era um projeto de todo mundo. Não era o principal trabalho dos caras. Talvez fosse o principal, mas não era o único trabalho dos caras. Mas é legal, porque eu acho que eles conseguem, eles dão uma expandida assim, no prisma do Doom Metal.
Então eles conseguem navegar por várias coisas. Às vezes parece um folk metal, às vezes parece um blood guardian um pouquinho mais... Sabe quando você está querendo aprender um solo ou uma linha específica de guitarra de baixo, sei lá, e você coloca a música para tocar 100 bpm a menos ou 50 bpm a menos? Parece que eles estão tentando tocar, em alguns momentos parece que eles estão tentando tocar blood guardian assim. Baixaram uns 80 pontos. E... Ai!
Tentam... E assim, ainda parece folk dos caras. Mas, de maneira geral, é um disco que chega lá na metade, Rafa, tá se arrastando, se arrastando, se arrastando, cara. Mas nesse disco aqui, eu acho que eles acabaram sendo muito muito ousados, porque aí, do nada, do nada, do nada...
Vem um blast beat, vem uma guitarra distorcida. Então, assim, cara, eu acho que se você quer escutar um doom metal, se você tá nessa pegada de doom metal, é uma ótima pedida. E o logo deles é muito bonito, cara. A camisa dos caras é bonita demais. Com certeza. Isso é muito legal. Então, vamos ver. Vamos ver aí. Eu gostei.
achei muito Doom pra mim, então não é um som que eu vou escutar muitas vezes. Fiquei impressionado de você trazer Doom Metal aqui, Rafa. Você tá explorando tudo, cara. Pois é, cara. Você não tá perdoando, cara. Metal é um playground muito vasto, né, cara? A gente tem que brincar com um pouquinho com as outras brinquedas, sabe? A gente tem aquele favorito, né? Que no meu caso é o Heavy Metal tradicional, mas a gente pode brincar com os outros também, não farmão, não.
Quem não pode brincar, quem não sabe brincar e quem não desce pro play porque não sabe brincar, é o Slipknot, né? Exato, cara, porque semana que passou, né? O Jay Weinberg quebra o silêncio após a saída do Slipknot.
Eu já ia falar que agora a gente ficou um pouquinho mais pesado, mas aí eu lembro que o Kilton não gosta de Slipknot, então pra ele isso deve ser engraçado pra caramba. Pesado. Realmente estamos um playground se o Slipknot é pesado. Pra acabar.
aqui, né? O Jay Weinberg, o ex-baterista do Slipknot, concedeu sua primeira entrevista após sua saída da banda, compartilhando suas perspectivas sobre o período que integrou a icônica formação, cara. Pô, a primeira entrevista após sua saída da banda, mas já saiu há muito tempo, né, cara? O Jay Weinberg saiu, o quê? Uns três anos atrás? Dois, três anos? Não sei. Tem muito tempo que ele saiu, cara. Não, tudo bem. Mas é a primeira vez que ele falou sobre.
Não, tá falando na notícia que a primeira entrevista que o cara deu, eu falei, porra, não entrevistaram o maluco desde que ele saiu? Não, eu acho que entrevistaram, eu só acho que nas entrevistas ele começou a falar, sei lá, de política, de economia, de IA, mas não foi falado da demissão dele.
O negócio mais importante que o pessoal mais queria saber por que ele foi demitido. Não, mas eu acho, na verdade, eu acho que ele fez que nem o pessoal faz no LinkedIn, né? O pessoal sai do... O pessoal é demitido de uma empresa, o pessoal demora dois meses pra postar e quando posta, ele já tá em outro trampo. Eles postam e falam Pô...
postam na sexta-feira, uma pena me despedir de vocês aqui, blá blá blá blá. Grande aprendizado. Na segunda já postam na empresa nova, mas tá dois meses parado. É, faz sentido. Mas o que aconteceu nessa entrevista? O Jay, né, ele expressou gratidão pela oportunidade de ter feito parte do Slipknot por quase uma década. Destacou o aprendizado e as experiências vividas ao lado dos colegas.
Weinberg também abordou o impacto de sua saída na comunidade dos fãs. Frisou que, apesar da transição, seu amor pela música e pela bateria permanece inabalável. Pô, mas também, cara, pô, mais que eu até hoje em dia goste do Sleep Note, o cara perdeu o amor pela bateria porque saiu do Sleep Note é sacana. Acho que ele não precisava ter falado isso. O que ele precisava entender é que tem um negócio chamado livramento, rapaz.
Tem gente que não entende isso. Tem coisa que é livramento. Saí do... Do... Do Slipknot, cara. Fala pra você, meu. Você gosta de Slipknot, Rafa? Não, eu quando era mais novo, eu não gostava não, cara. Tanto é que eu fui no show do... Ali no... No Rock in Rio 2011, né? Que eles tocaram depois do Motorhead, que pra mim foi um sacrilégio daqueles.
E assim, eu assisti o Motorhead E fui fazer outras coisas lá na Cidade do Rock Falei, não vou ficar pra ver o show do Sleep Nuts Eu não gostava mesmo E hoje em dia eu tô gostando de uma música ou outra Já fui em show de banda cover Curti pra cacete Mas assim, dizer que é a minha banda Favorita dos últimos anos Muita coisa assim na frente A gente tem que começar a gravar o Ravinalto Três vezes por dia Dá uma exorcizada aí no Rafa
Ai, gente. O que acontece é o seguinte, Rafa. Eu acho que cada um escuta o que quer. Eu escuto muita coisa que é ruim, cara. Eu escuto muito lo-fi, entendeu? Passo o disco tão lo-fi. Fica meio zoado, né? Quer dizer, eu gosto, mas não vou falar que é bom. Eu gosto. O problema é que a galera confunde gostar muito com ser bom.
E diria mais, a galera confunde ser exposto demais a alguma coisa? A gostar. Será que alguém realmente gosta de Daniel? Ou só sabe cantar todas as músicas porque tocava o dia inteiro na rádio, na TV, no elevador e no ônibus, no outro lugar?
Eu acho que existem os dois caminhos aí, né? Só que o saber cantar todas as músicas que ele tocava em tudo quanto é lugar é mais numeroso do que realmente gostar. Mas com certeza tem gente que gosta de Daniel, de Anitta, de... Claro que tem gente que gosta e tá certo. Goste, ame, cara. Pega o seu som, abraça e viva!
Por exemplo, esses dias eu cheguei em casa e minha esposa estava assistindo o... Sabe o Tiny Desk? NPR Tiny Desk? É tipo um estúdio. NPR é o National Public Radio dos Estados Unidos. É tipo, sei lá. É a Rádio Nacional do Americano. Eles fazem podcast, várias coisas. E eles fazem também... Eles têm um estúdio lá que tem uma biblioteca com uns negócios assim.
E é bem intimista, bem pequenininho assim, eles pegam os artistas e colocam os caras pra tocar lá, meio que acústico. Até tem algumas coisas elétricas, mas em geral é ser mais intimista, né? E aí, vários artistas passaram por lá, eu peguei esses dias um vídeo do Bush lá, achei muito legal. Qual é o negócio do Bush, Rafa? Não posso dizer que eu ouvi, talvez eu já tenha escutado alguma coisa e não tô ligando o nome à banda. Muitas coisas são assim.
Como um típico adolescente que cresceu nos Estados Unidos, Bush foi muito importante pra mim. Difícil explicar, mas nos Estados Unidos você só é... Você entra na vida adulta quando você começa a escutar Bush, quando você começa a escutar Three Days Grace, ou Third Eye Blind, ou Breaking Benjamin. Só ali que você começa a ser adulto. É maluco, cara. Smashing Pumpkins. E eu ia escutar esses aí e tudo. O dela é moleque, né?
E aí eu tava assistindo um show do Bush, eu achei legal. Então, tem vários shows legais. Minha esposa tava escutando o... O Tynedask, o NPR Tynedask do... Neo, cara. Neo, manja, Neo. Neo, que é a empresa aí de fibra larga aí, que é nova.
Neo que toca... Rambi dos anos 2010, cara. Eita, cara. Tá saindo muito fora da minha bolha. Se eu já não conheço coisa direito de banda de metal como você conhece, imagina essas que não são metal. É música de preto, né, cara? Música de preto, né? E é isso, cara. E ela tá pensando no Neo. E, cara, eu não sou fã de Neo.
Mas eu tava escutando e falei, cara, muito bem feito, muito legal. Minha esposa tava gostando pra caramba. Então, escuta o que você quiser, cara. Escuta o que você quiser, cada uma escuta o que você quiser, tá ótimo. E, cara, o cara ama Slipknot. Eu vou abraçar o cara e falar, vai lá, mano. Gostar de mim. E você vai falar que esse tempo é bom. Slipknot tem muitos problemas, cara. Muitos problemas.
Sim, por exemplo, os riffs deles, principalmente os riffs deles, eles buscam as avoid notes. O que é um avoid note? Quando você está fazendo uma melodia, Rafa, você pega um campo harmônico e os campos harmônicos vão se conversar entre si. Então, se você pega um tom maior, você pode fazer uma intersecção com sua cesta menor e vai tudo dar certo, Rafa.
Você pode, se você está usando um acorde, sei lá, um terça diminuta, você pode colocar ali, se você está no jônio, você pode colocar um eólio. Você pode fazer ali uma brincadeira com os campos harmônicos. Ou seja, lá na Idade Média, quando o Bach criou,
Ele não criou, né? Mas quando ele colocou no papel o que são o que são campos harmônicos e como eles se conversam entre si, como eles se interagem entre si, quando ele fez isso se foi lá 1800 alguma coisa, 1700 alguma coisa de lá pra cá, a galera pegou isso e sabe, virou ao avesso jogou na parede e grudou não, existe muita pouca coisa pra ser explorada em teoria musical ei ei ei ei ei ei
Muito pouca coisa. Existe ainda. Mas só coisas mais atonais, mais cabeçudas. De maneira geral, o grosso tá lá escrito.
E você pode fazer música sendo criativo no que está escrito, nas regras transcritas. Uma das regras, Rafa, é se você está fazendo um solo, se você está fazendo uma melodia e a escala é X, evita a nota A, B e C. Pega as outras notas. Você pode cair nessas notas, mas elas vão criar uma tensão, elas vão ser dissonantes. Você pode fazer som com isso, mas é melhor você evitar.
Não é o trítono do Black Sabbath, o trítono era uma questão religiosa.
Você mandava evitar a quinta menor, Rafa, pra você... É, a quinta menor, pra você não fazer as pessoas baterem o pé, pras pessoas não dançarem. Então, era a nota que fazia as pessoas serem possuídas pelo demônio. Era outra coisa. A Void Note são notas que não soam bem. E o que o Slipknot faz, Rafa? No riff deles?
Justamente elas, né? Eles buscam diretamente os avoids, não. Isso pra mim, eu acho que eles podem fazer o que eles quiserem. Mas eu tenho um filho de dois anos, e se eu falo pra ele, não pega o carrinho, o que ele vai fazer? Vai pegar o carrinho. Ele é um gênio porque ele pegou o carrinho e comandou ele não pegar? Não, ele é desobediente pra cacete. Só tá fazendo birra. Pra mim, o Slipknot só tá fazendo birra.
E esse é o ponto, entendeu? Eu acho que... Cara, cada um escuta o que quiser. Não tem problema. Faz o que você quiser da sua vida. Toca o que você quiser da sua vida. Tô feliz com você. Mas é... Não é porque... Assim, eu acho que eles são muito bons em vender o produto deles. E eu acho que eles são bons músicos. Eu acho que o Corey Taylor tem uma voz muito legal. E alguns outros projetos deles eu gostei. Por exemplo, o Louis Stone Sour.
E eu vi ele também nos tributos que eu gostei. Então eu acho que eles são bons músicos. Eles têm talento.
E o que me deixa ainda mais revoltado pela birra que eles fazem. Mas aí você tem isso, eles saíram junto ali com os Strava Dalí e Korn, fazendo uma santa trindade do New Metal, usam máscaras bem impressionantes. Pô, estourou no mundo. E aí você manda, olha as bandas do mundo. Não é porque é uma das maiores que é boa, Rafa, é a realidade. E por isso, o Jane Weinberg, pra mim, livramento, parabéns.
Com certeza. Cara, você falou do... A coisa que eu tô falando do Corey Taylor, cara, é que eu sempre lembro que o cara simplesmente cantou Rainbow in the Dark no tributo ao Dio, cara, e ficou muito foda na voz dele. Ficou. Ficou muito maneiro, né, mano? Ficou, cara. Isso mostra todo o talento do cara, o cara tá simplesmente tocando Dio e não tá devendo nada quando ele canta. Mas é isso que eu falo, cara, eles têm talento. Tem muita gente lá, não conheço todo mundo.
Mas o Joey Jordson, quando ele foi tocar no Job for a Cowboy, você tá de sacanagem, destruiu lá. Eu falei, puta, onde é que ele aprendeu a tocar? Porque no Sleep Note não foi, não pode ter sido. Então assim, eles são bons músicos, né? Mas aí o meu... Enfim, não sei, eu não gosto. Nós entendemos, entendemos todo mundo. É tipo assim, aquele negócio, eu comecei a escutar assim...
Mas também não vou dizer que é a melhor banda do mundo. Dá pra se divertir. Dá até pra dançar as lipnotes. O pessoal acha que não dá. Mas isso aí não é vantagem não, cara. Não tá vendendo legal. Aí vai depender do seu objetivo. Porque às vezes o maluco lá tá solteiro.
Aí vai numa balada rock and roll assim, heavy metal, porque não gosta das músicas das baladas mais tradicionais, só toca funk, eletrônica, essas coisas, o cara tá muito certo. Aí, pô, o cara quer chegar na mulher lá que tá dançando sleep note, o cara não vai dançar junto? Porra, aí, porra, aí o cara vai curtir, bater uma cabeça com sleep note, de repente até conseguir o seu objetivo aí, que é chegar na pessoa que você se interessou.
Mas as coisas estão muito felizes, Kilton. Vamos puxar pra baixo agora. Vamos puxar pra baixo, porque segunda-feira não pode ser sempre feliz assim. Porque eu vi que você também está escutando aí um som que também não é pra muita gente, mas pra você é. Porque você já falou desta banda aqui. O que vocês têm ouvido por esses dias aí? Cara, então a gente sai de uma banda que faz birra?
E acho que por fazer birra eles recebem tanta atenção que eles têm. E faz muita birra, sabe aquela criança no aniversário de outra criança fica fazendo birra no canto e todo mundo vai lá tentar ajudar? É isso, o princípio de notícia é isso, cara. Vamos falar de outra banda agora, que é a banda que é introspectiva, que se escondeu nesse aniversário aí. Que não queria ser vista, não queria ter ido nesse aniversário.
Que é o Death Haven, cara. Death Haven, que é a banda mais importante. Basicamente, os donos e criadores do Black Gaze, Rafa. Olha aí, cara. Muito, muito legal, cara. Você conhece, gosta, ama, de paixão? Tem duas camisas do Death Haven, Rafa? Estaria mentindo se eu dissesse que sim. É, mas até então o momento.
Eu só conheci a banda de nome, porque você já comentou em outros episódios do Ravenalta, né? Mas eu nunca fui atrás dela pra escutar. Death Haven faz um Black Gaze, cara. Black Gaze. São os criadores do Black Gaze. O que é o Black Gaze? É a união do Black Metal com o Shoegaze. Então se você gosta de Abigail Williams, Chelsea Green, Mirker e toda essa galera, o Death Haven que abriu essas portas aí, cara.
Shoegaze, ele vem do post rock, cara. Então ele acaba sendo alternativo, ele é um som feito pra te impactar com o sentimento e não com a musicalidade dele. Então muitas pessoas gostam de Weezer, de Bush, de Smashing Pumpkins, que são rock mesmo, né? Ou até Windy Rock. O...
Post Rock é você conseguir trazer esse mesmo sentimento sem usar os elementos que eles usavam. Sem usar uma guitarra repetitiva, sem usar um riff consolidado, uma bateria regular ou um vocal inteligível. Você foge disso. Você foge desses caminhos, mas você tem que chegar no mesmo lugar. Aí você vai conseguir um Post Rock.
Já o Black, o Shoogaze faz isso olhando pro metal. Olhando pro metal mais atmosférico. Pro metal mais introspectivo. Pro metal mais melancólico. Olhando até pro gótico, se você parar pra pensar.
Então quais são os elementos que fazem o metal ser introspectivo, ser melancólico, ser sufocante? Como eu vou emular essa sonoridade sem trazer esses mesmos elementos? Esse é o Shoegaze. E é muito conhecido como Shoegaze, Rafa, porque você vê um show de Shoegaze e a galera fica meio que parada, tocando, olhando pro sapato, cara.
E aí, ela fica olhando pro chão Mas é exatamente isso, Rafa É essa analogia Essa é a analogia, cara A galera fica parada assim Quieto, olhando pro chão Porque o sentimento tá tudo dentro dele Não tá fora, entendeu? E aí, você tem esse Orgasmo prolongado, musical Por horas, parado Olhando pro sapato Tanto que é chum Ai e e
Gaze, gaze é olhar. É olhar porque é sapato mesmo. Já o... O... Death Haven, eles olham e falam, peraí. Dá um caldo, cara. Tem jogo. Se a gente olhar certinho, tem jogo nisso aqui, cara. E se a gente pegar essas sonoridades que vocês estão trazendo no True Gaze e unir com Black Metal, Rafa? Vamos colocar um...
Black metal aqui, cara. Vamos ver o que que sai. Vamos ver qual que vai ser o resultado. E o resultado é que eles mudaram a música, cara. Eles mudaram a música. O Shugaze, ele é muito relacionado a sons etéreos, a sons oníricos. A ideia é você escutar, Rafa, um sonho. Esse é o objetivo do Shugaze. Eles querem fazer um som onírico. Eles querem que você pegue o disco deles, coloque no seu ouvido, num fone de ouvido bom.
Deite num lugar escuro e sonhe por uma hora e meia. Um sonho guiado.
Então as músicas vão ser mais atmosféricas, eles trazem um conceito de parede sonora. Então eles podem gravar, eles vão lá e gravam a guitarra fazendo uma linha, eles vão depois gravar a guitarra fazendo uma segunda linha, e uma terceira, e uma vigésima, e uma docentésima. Pode chegar a 400, 500 linhas de guitarra para fazer. E é interessante porque música é frequência. Se você coloca uma frequência conflitando com a outra frequência, elas se anulam. Se você coloca 20, elas se anulam. Se você coloca 500, elas vão se anular.
Caraca, é isso. É, então de fato você consegue uma sonoridade única. Sabe quem fazia muito isso? Seria aí o bisavô do Shoegaze? O Ed, do U2. Caraca, cara. É, cara, muitas músicas do Ed. Nunca ia imaginar essa associação, né?
maluco né música incrível né cara o YouTube eles tem eu não gosto tá mas são muito competentes tem a a a sonoridade deles lá muitos fãs whatever whatever eles ganham o de Ed ganha um espaço legal ele é mestre em pegar um pedal
entender a modulação daquele som e na unha, na corda manipular a onda sonora pra ela se anular e fazer a sonoridade dele. Ele faz isso com delay, ele faz isso com phaser, ele faz isso com ao ar. É incrível, assim. O que esse cara tá fazendo? Ele começa a fazer uns bagulho e parece meio maluco, aí no final você fala, pô, fez sentido. É maluco isso, né?
Então, essa questão de paredes sonoras, Rafa, de atmosfera, é do Shoegaze. O Shoegaze faz muito isso. Então, você vai escutar um disco de Shoegaze, cara, você vai ser convidado a entrar num mundo dos sonhos pelos próximos, sei lá, uma hora e meia, duas horas. Menos até, vai, uma hora. O Death Haven fala, pô, e se esse sonho foi um pesadelo?
Se eu convidar você pra vir pra um pesadelo angustiante, o que se eu fizer isso? Na verdade, a parede sonora que eles fazem tem tanto ruído que eles não querem que você durma num local quente, aconchegante e seja convidado a uma viagem no sonho. Ele te coloca na frente de um ventilador cuspindo gilete, cara. Pra você sonhar naquele momento.
E aí, essa é a importância do Death Haven, cara. É isso que eles fizeram. E nesse disco aqui, eles ainda estão dentro da caixa. Então, eu falei tanto tempo falando do disco, Rafa. Quanto tempo que eu não faço, que eu não gravo aqui com vocês, né? Death Haven lançou agora, semana passada, o Under the Blue Valley. Que é um disco com quatro músicas. Você não vai gostar, Rafa. Quatro músicas, quase 1h20. Meu Deus, cara.
Mas é isso, é uma viagem, cara. É uma viagem. Eles querem que você viaje, né? E aí... O Death Heaven é conhecido pelo seu som, é conhecido pela sua importância. O disco que sacramentou o que a gente está discutindo, é um disco chamado Sunbather. É o disco mais importante do metal do Black Gaze. Mais influente também, tá bom? O Sunbather lá de 2011. Mas assim, hoje, eles ainda estão numa posição muito confortável. Eu não sei.
O que esperar do próximo disco dele. Porque pelos últimos três discos. A gente tem a mesma coisa. Eu sei que é bom. É abstrato. É introspectivo. É melancólico. Mas para onde a gente vai? Não sei. É ruim? Muito pelo contrário. É muito bom. Só que eu já ouvi. Então se você não conhece. Death Haven. Eu recomendo pra caramba. É legal pra você começar. Se você já conhece. Escuta se tiver tempo.
que você já ouviu. Justo, você não ouviu, Ralfa? Ficou animado ou não? Não é pra você. Depois disso tudo que você falou, com certeza não é pra mim, cara. Já começou ainda mais aquilo que a gente tava falando antes, que eu tirei aquele cochilo que não era pra ser, eu já agora fiquei imaginando como é que ia ser escutando esse negócio aí, velho. Você tá me escutando música, Rafa? Não, eu tinha botado música, eu não cheguei a botar não. Eu botei um vídeo assim no YouTube que eu era um maluco falando de...
É, de uma mecânica assim de jogo. Né, mas eu acabei dormindo, né? Não sei nem como é que terminou o vídeo. Eu dormi antes. Não, mas você, em geral, dorme escutando música? Não, não. Não consigo, não. É, é.
Eu tenho que botar muito baixinho, eu não preste atenção, é que eu não consigo dormir de fone de ouvido. Dá incômodo. Aí acaba que eu não consigo, né? Todo dia eu durmo com fone de ouvido. Mas geralmente eu durmo com o intra-auricular, mas estava mostrando o meu ouvido. Então eu comprei uma bandana com bluetooth. Bandana com bluetooth, sensacional.
É, então, e é legal porque ele foi feito pra isso mesmo Então eu deito A bandana vai cobrir os meus olhos Né E aí eu durmo Com os olhos cobertos E escutando o heavy metal É a mesma maneira de relaxar, né Então, cara, então assim É Às vezes eu viajo, cara
Às vezes eu começo a escutar um som e eu vou parar no mundo de Narnia, vou parar numa guerra demoníaca, viajo pra outro lugar. Cara, eu coloco uma sonzeira no ouvido assim, cara, e eu viajo, eu vou pra outro mundo, cara. É uma das coisas que eu mais gosto é escutar música pra dormir.
Não, você consegue, isso é sensacional, né? E é que você não especificou, né? Mas quando você vai pra Nars, não é porque você tá escutando o Power Metal, né? Então tem que... Aí te manda justamente pra lá, né? Porta de entrada depende pro mundo que você vai, depende do estilo que você tá escutando.
Pode ser, Rafa. Mas é isso, Rafa. A nossa nave está se preparando para levantar a voa a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada. E não se esqueçam, Revenautas, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo metal. Snake Pit vai lá todos os dias, domingo a domingo, hein, às 6 da manhã. Desejo a todos um ótimo dia e até nossa próxima viagem.
Log finalizado Próxima missão, programada de segunda a sexta Às seis da manhã Siga o Heavy Nauta Para sua dose diária de Heavy Metal Até a próxima transmissão No Heavy Nauta
Sistemas ativados Propulsores prontos para o lançamento Destino O vasto cosmos do Heavy Metal Comandante da missão Hilton Fernandes Tripulação Preparar para a decolagem
Partindo em 3, 2, 1, pego Nauta no ar.
Saudações, Heavy Neltas! Nossa nave está aterrissando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do Heavy Metal. O meu nome é Kilton Fernandes e hoje eu estou aqui com o meu grande amigo Rafa Ferreira. Seja muito bem-vindo. Muito obrigado, Kilton. Nesta terça-feira maravilhosa e talvez mais feliz que a segunda. A segunda foi feliz, Ninha, né? Já foi feliz. Será que vamos ficar mais felizes hoje?
Vamos ver o que que esta testa nos reserva. Isso eu vamos ver. Não sei se vai ser feliz, mas eu só vamos ver aí. Não sei, vamos ver. Vamos deixar aí no mistério para os nossos ouvintes. Porque hoje vamos começar com aniversário, para variar, né? Acho que eu preciso começar a me explicar para vocês quando eu conhecer o disco que está fazendo aniversário. Porque quando eu não conheço... Vocês já sabem.
Porque hoje, hoje deve estar 5 anos do lançamento de Open Declaration do Novel Bright. Olha só, cara. Gostei desse nome, cara. Esse nome é maneirinho. Tanto da banda quanto do disco. Fala aí sobre ele aí, Kilton. Por que você gosta de anime, cara? Eu gosto de anime. Não tenho rótulo de otaku, mas eu gosto de anime. Mas o que você gosta de anime? Ah, o que eu gosto? Eu gosto de anime de lutinha, né?
É, Caravão e Zodíaco, Dragon Ball, Jujutsu Kaisen, né? Que é uma opção mais moderna, né? O Bleach. Gosto dessa porra toda. Então você vai gostar de Novel Bright. Novel Bright é basicamente música de anime.
Então assim, uma banda japonesa é muito competente Mas os caras não são bons não, cara Os caras são impressionantes Nossa, como os japoneses tocam bem, cara É impressionante, principalmente vocalista Eles estão assim No border Do heavy metal, cara É quase que no heavy metal
Então é um power metal melódico, mas assim, parece... Quando eu escuto Novel Bright, eu penso, cara, se tiver banda irmã nesse mundo, esses caras aqui são completamente irmãos do Secret Sphere italiano, cara.
Pra mim a sonoridade é idêntica dos dois. Acho que até o Secret Sphere em alguns momentos acaba sendo mais agressivo. Mas Nova Bright e Secret Sphere são muito bons. E muito parecidos. E é muito melódico. E é muito música de anime, cara. Então se você tá nesse espectro, você gosta dessa pegada aí, vai fundo. Você não vai se arrepender. Mas assim, mergulha. Mergulha de um jeito. Que você vai sair daqui duas semanas, assim, escutou o melhor som da sua vida. Porque os caras... Ai ei ei
Eles não tem vergonha, eu adoro banda que não tem vergonha da proposta que eles tem, sabe? Eu quero fazer X, vai lá e faz, entendeu? Não fica, mas será que a gravadora vai gostar? Tô nem aí! Será que o público vai gostar? Cara, faz pra você primeiro. Faz o som que você gosta primeiro e depois as pessoas... Bom, vai haver público pra você, entendeu? Que não é o Ravinalto, faz pra gente, vamos fazer o que a gente gosta e aí...
as pessoas vão seguir e ouvir a gente. Com certeza, né? Porque não adianta nada a gente fazer um negócio que a gente não gosta, que não vai ter aquela paixão. Tem que ter amor envolvido. Você faz um negócio tipo assim, ah, eu estou pensando só...
No público, só no que o pessoal todo gosta. Pô, beleza, o público tem que gostar, mas, pô, se você não gostar, como é que você vai convencer o público que gosta do seu trabalho? A real é assim, alguém vai gostar e alguém vai ser seu público. Exato, atinge aquelas pessoas que estão carentes de um trabalho desse. Mas eu não vou mentir pra você, quando a gente fala de Slipknot aqui, pra mim, fica maçã isso aqui no episódio, viu? Eu falo, caraca, eu vou passar por isso aqui, gente.
Brincadeira, mas Corny eu não gosto de falar não, eu deixo bem claro que eu não gosto de falar de Corny não Ah, mas esse também eu não gosto não Mas e aí, o que você tá escutando no seu Radio Star da sua HeavyNave, cara? Eu tô bem, cara, eu tô fazendo uma dobradinha de coisa mais pesada, mas dobradinha de coisas que eram pra ser...
Que eram pra ser... Como é que eu posso dizer? Que eram pra ser... Esqueci a palavra. Eram pra ser tristes. Eram pra ser depressivas. Lembrei, lembrei. Foi no melhor, rapaz. Foi no melhor. Eu nem bebi hoje, cara. Impressionante. Eu não bebo suco da pina. Quem não tá ligado, gente. A gente chama demais o que a gente tá fazendo aqui. Pois é. Yey!
E detalhe, aqui no Rio, semana toda, sabe que o Carioca gosta de enforcar tudo, né? Semana toda aqui é feriado, cara. Ah, nem brinca comigo, nem fala comigo, nem brinca comigo, não, cara. Nem brinca comigo. É, não. O brasileiro, a gente tem a fama de zoar baiano, dizendo que o baiano que é preguiçoso, mas o Carioca é mais preguiçoso que o baiano, cara. Em agosto tem 18 feriados em Salvador, cara. Quem que é preguiçoso? Eu! Tô aqui me arrastando, mas vamos lá.
É, porque quinta-feira aqui é feriado também. Então você já enfoca a segunda, enfoca a quarta, né? Que vai ficar nem enfoca a sexta, que já é pra mim mandar o final de semana. É assim que acontece. Eu trabalhei hoje e vou trabalhar amanhã. Meu time vai trabalhar amanhã. Tem que esperar um feriado canadense pra você dar uma relaxada. Se você tá feira santa, foi feriado aqui no Canadá, você acredita? Ah, é então. É impressionado.
Aí, pô, nem sabia que o Canadá tinha uma tradição cristã assim forte. Não, também não. Foi feriador, falei, caraca, que da hora. Bora, festou, sextou. Sextou, mano. Sextou, unidos da Netflix, cobertorzinho de chocolate quente. Mas voltando ao que você tem ouvido na sua heavy nave, Rafa.
exatamente então é nessa dobradinha de coisas que eram para ser triste mas acabaram sendo felizes porque estou trazendo aqui ou o álbum fez de iam né da banda homônima também a banda tem o mesmo nome do álbum é que eu fez de guio que não é o primeiro álbum dos caras não não senhor não é esse é o terceiro álbum ou seja mas é aquilo né
O álbum, que é o homônimo da banda, se for o primeiro, a gente sabe que é a rave tradicional. Ah, não? É um melódico e defenso, olha só, cara, olha só. Olha aí, cara, é Gotenburg Metal sem Gotenburg. Sem Gotenburg, vindo lá da Bavaria aí, ó. Terra aí do bairro de Munique, o time europeu que eu mais gosto. Assim, né? Mia Samia, vamos lá. Enfim, cara, é um som assim que...
Bem da hora, né? Tipo assim, é legal, né? Com o Melódico Death Metal, a capa do disco parece que é Prog Metal, assim, é uma parada totalmente psicodélica aqui.
Parece até ter sido feito em inteligência artificial, mas não vou apontar dedos, né? Só disse que parece. Não tá mal feito, não. Só parece mesmo. Mas nós temos aqui um álbum de cinco músicas. Cinco músicas apenas. E uma hora, quase uma hora de duração. Eu só estou resenhando um álbum que a menor música tem 7 minutos e 38 segundos. Tá mais curtinha. Você é o Heavy Metal. Você se mudou muito nesse último ano, cara.
Não é, rapaz? É aquilo, é o Reveal. É aberto a novos horizontes. Mas assim, é o que, apesar dessas músicas terem essas durações, elas não são maçantes de ouvir, né? Como as críticas que eu sempre faço ao Prog Metal.
A realidade não é que você não gosta de um som longo, de músicas longas. O problema não são músicas longas. O problema são músicas com uma cadência baixa. Qual que é o BPM que te irrita, cara? Porra, aí... Essa que é a minha parte de teoria musical, você sabe que é muito ruim. Não, porra. Aí eu não vou... Dá uma olhada.
Contra uma música que fala até aqui eu gosto, passou daqui eu já não gosto. Ah, posso dizer uma que é uma que você gosta pra cacete. The Count of Tuscan do Dream Theater. Até o refrão eu gosto, até o refrão eu gosto muito dela, passou dele eu já não gosto, já não suporto. Vamos fazer uma busca aqui, qual que é o BPM do refrão. The Count of Tuscan. Então, 98.
Se você não gosta de 98 pra baixo, Rafa, você é muito metalero mesmo.
muito detalheira, cara. Não, mas The Count of Two is going to be muito... Não sei se a parada é muito a cadência, acho que... Tudo bem, a cadência também ajuda, mas acho que é mais... As músicas do Dream Theater, eu já percebi que as músicas longas do Dream Theater tem um padrão sinistrado, que eu, da parte da teoria musical, não vou saber dizer, obviamente, né? Mas é o padrão de um cara leigo de música, que eu vou passar. O padrão que eu identifiquei.
Tem riff inicial, voz, tirando as que são instrumentais, né? Que é uma erotomania, Peruvian Skies e essa. É, lembrei lá da erotomania mesmo. Mas aí tem riff inicial, tem voz, tem um refrãozinho. Aí depois vem...
Riff de guitarra, solo de teclado. Riff de guitarra, solo de teclado. Riff de guitarra, solo de teclado. Virada de bateria sinistrona do Portnoy. Viradinha de baixo do... Uma punhetazinha de baixo do Jomiang. Riff de guitarra, solo de teclado. E depois volta a voz. Eu acho que é isso que eu tenho mais crítica no... No Power Metal. No Prog Metal, desculpa.
Isso é um negócio bem elaborado, eu nunca disse, nunca vou dizer que o troço é ruim. Ruim não é, os caras são músicos renomadíssimos, os caras que manjam muito de música, e eles mostram isso nas músicas deles, que os caras são fodas.
Mas é aquilo, né? É uma coisa que a Renata falou pra mim um dia desse, né? Pô, Dream Theater é música pra músico. O músico adora, vai adorar o Dream Theater, obviamente, né? O prog. E eu, assim, que não manjo tanto de teoria musical, né? Acabo achando os negócios muito chatos. Mas aí tu pega uma música.
aqui, por exemplo, do Fade em Ion, aqui, né, que tem a, essa aí, essa menorzinha mesmo deles aí, que é, que tem até um nome bem sugestivo, né, Progressive Self-Destruction, é uma música de sete minutos, mas ela é muito variada, a Rhyme of the Ancient Mariner, do Iron Maiden, cara, é uma música muito variada, né, ela vai mudando, ela vai mudando as coisas, e até a parte dela que é mais monótona, né, que é a declamação lá do poema mesmo,
Até ela encaixou bem na música Apesar de Eu descobri que aquela parte Da Ramp of the Ancient Mariner Ela tá ali pra poder Encher linguiça O Steve Harris botou ela pra encher linguiça mesmo Pra dar o tempo lá do disco Pra o Power Slave fechar lá com a Com a duração lá certinha Dizendo assim ficou legal
Mas assim, DT, cara, eu acho que as pessoas não dão o devido respeito ao DT. Essa é a realidade. Eu respeito pra caraca. Eu respeito, eu só não gosto de ouvir. Eu tô falando de você, Rafa. Eu tô falando do mundo, cara. A galera não respeita o DT como deveria, cara. Eu, toda vez que eu escuto, eu não escuto DT pra caramba, sabe? Fico muito tempo sem escutar DT, sabe? Mas quando eu vou escutar de novo, eu falo, gente...
Como alguém precisa... Ninguém precisa fazer música depois do DT. Os caras já fizeram tudo, entendeu? Não tem por que fazer mais depois. Mas... Sei lá, os caras são tão cheios do querer. E eles são tão... Sei lá, eles tem tanto essa aura de DT ao redor dele. Que a galera se afasta, não escuta. E isso eu incluso também. Eu prefiro o Symfonex do que o DT.
A minha banda, puta, hoje eu quero escutar um prog, cara. Eu vou escutar, sei lá, eu vou escutar Maestrick, cara. Eu vou escutar, sei lá, Evergreen. DT não é a banda que eu penso, eu vou lá escutar DT. Mas às vezes eu vou lá e vou escutar DT, cara. E quando eu vou escutar DT...
A minha cabeça explode, cara. Explode. Explode, Rafa. É muito bom. É muito bom, cara. E aí você fala. Pô, é música pra músico, como a Renata fala. Eu acho que Sinfonia X é música pra músico. DT é simplão, Rafa. Simplão, cara. Só que é o simples fora da caixa. Você é músico, você toca baixo também, Rafa.
Se você toca baixo é músico, cara. Essa é a realidade. Essa é a realidade. Se toca guitarra, eu não sei. Violão, eu não sei. Mas se você toca baixo, é músico. É a realidade. Pelo menos músico maduro. E aí, tem umas linhas de baixo que a gente vai tocar que não é difícil porque tem muita nota ou porque tem uma técnica específica. Não. É difícil porque...
Perfeito de um jeito que engana seu dedo, cara. Seu dedo tinha que ir pra um lado, ele tem que ir pro outro. E DT é assim o tempo todo. Na guitarra, no baixo da bateria, no vocal. Engana. Essa música é preste de digitação. Aquela habilidade de D&D, não é? Sim. Exatamente. É aquilo, entendeu?
E aí, esses dias, eu não sei o que eu tava falando, eu tava trabalhando de madrugada, cara, e aí eu peguei, eu te mandei aqui um link, você vê depois, você vê depois. Eu vou deixar aqui também, deixei aqui na descrição desse episódio. Fazia tempo que eu não escutava esse disco, cara, que é o... Esse canal, que é o Scott Bays Lesson, que é um cara muito bom, toca muito. O cara toca muito, ele dá aula de baixo e tudo mais, né? E ele fez um vídeo aqui chamado...
O gênio do John Mayung. E aí, ele, né? Que é um baixista incrível. E uma mina. Não sei se o nome da mina, mas a mina também é uma baixista incrível também, cara. E eles tocando DT. E aí eles têm a tablatura lá. Eles mostram como é que toca. Mostram as regras. Gente. É muito, muito simples. DT. Mas é muito bom. Porque sai da caixa, meu. E é música feita.
Com uma alma ali atrás, Rafa Porque, por exemplo, se você toca Panic Attack Você pega o seu baixo E você toca Panic Attack Você termina com uma ereção Que vai fazer qualquer menino olhar pra você E falar, o que tá acontecendo com esse cara, meu? Porque, assim, é um Panic Attack é um gruvão No começo ali, que na verdade é um riff, né? Mas é um gruvão ali
Que é muito simples. Mas naquela velocidade. Naquela tonalidade. Com aquela estrutura. Faz você se sentir o dono do mundo. Você toca. Você joga o seu baixo para o alto. Fala isso aí. Eu dominei tudo. Entendeu? E isso. Eu não consigo encontrar. Escutando Angra. Escutando. Sei lá. Halloween mais recente. No mais antigo. Eu escutava isso para caramba.
Ou escutando muitas outras coisas. Enfim, moral da história. DT. Eu entendo que as pessoas têm esse rastro de DT. Porque eu mesmo tenho, cara. Eu não escuto DT sempre. Mas é incrível que toda vez que eu vou escutar DT, eu escuto um bagulho ali e falo, você tá de sacanagem, cara. Isso aqui é muito bom. Como é que as pessoas não viram que isso aqui... Sabe a galera que zerou a vida? É o DT, gente. É impressionante, Rafa.
Muito foda, cara. Mas uma coisa que eu costumo falar, até no mesmo dia que a gente estava nessa conversa aí sobre prog rock, prog metal, né? Eu e a Renata estavam nessa conversa. Eu citei como exemplo o Rush, cara. O Rush, ele faz umas paradas.
que talvez você vai achar muito simples, você é um excelente músico. Mas assim, são paradas complexas. Eu já tentei tocar Rush trocentas milhões de vezes e eu não consegui nenhuma delas. São paradas complexas, mas assim, ao mesmo tempo, só a leve, né? Só a...
Muita gente vai dizer que soa comercial. De certa forma soa, né? Porque é grudento. As músicas do Rush são grudentas. Pô, tem refrões cantantes, às vezes até lançantes. Mas ainda assim você vê aquela parada, aquela complexitude lá. Tom Sawyer é uma música que ela é em 4x4 o tempo todo e quando chega no solo ela vira 12x13. Qual o sentido desse compasso ali? Nenhum. Mas os caras botaram e ficou bom, cara. Tom Sawyer.
Tom Sawyer é muito bom, cara Não, mas Rush já é outra pegada, Rafa Rush já, assim, é muito complexo Rush, cara Rush, assim, tem coisa de Rush que eu olho ali e falo Gente, isso aqui Se você toca, aí você pode entrar numa faculdade de música
Eu lembro que o Alex Lifeson Deu uma entrevista Quando ele falou que Eu e o Guedes voltamos a se encontrar Para poder ensaiar umas coisas Depois que eles tinham parado Tipo Papo assim de Cinco anos depois que eles tinham feito o último show E o Alex Lifeson falou Ai
Cara, eu não entendo como é que a gente fez essas paradas tão difíceis, cara. Eu não sei disso, cara. É pegada a Eberson aqui em Palma, sabe? Pois é, né? Total. Por exemplo, você conhece, gosta e já tocou Clockwork? Ah, é do Rush também, não. É do Rush também. Nunca toquei, não.
Cara, é impossível tocar aquilo, cara. É impossível. E é lindo, cara. E a história, a narrativa, e é tão... Assim, da mesma maneira que a gente não dá o devido valor a DT, pelo que os caras fazem, é impressionante. Lógico, o Portionais saiu 15 anos de álbum ruim. O Portionais voltou e já tem um álbum sólido.
Então não é só o DT. Tem que estar uns quatro juntos ali. Mas beleza. Deixa isso no canto. Depois de falar sobre isso. Ao conjunto da obra. É, ao conjunto da obra. Agora, tem que ter muita coisa ruim no DT. Essa é a realidade. Mas assim, a gente tá mesmo a medida que eles não dão moral ali pro DT como deveria, eu acho que o DT merecia muito mais moral do que eles têm.
Da mesma maneira que a gente meio que take for granted, a gente esquece a importância do Tolkien, cara. Imagina como foi escrever todo o universo dos Senhores dos Anéis na unha. Ele datilografou ou foi manuscrito mesmo, Rafa?
Começou em manuscrito, né? Ele escreveu os primeiros esboços da Terra-média quando ele tava lutando nos frontes da Primeira Guerra Mundial, cara. Imagina isso. Então, assim, a gente não dá moral, entendeu? Hoje, com o IA, já seria muito, muito, muito desafiador escrever os seus... Imagina começando o manuscrito, entendeu? A gente não dá moral. A gente não dá a devida moral ali pro...
pro Tolkien, entendeu? É impressionante. Impressionante o que ele fez. Essa é a realidade. A gente não dá moral pro Gary Lee e pro Lifeson, cara. E pro Perth. Porque coisas como Clockwork Angel, como que eles fizeram fazer aquilo funcionar? Meu, 2112, como que a gente vai... Como que eles fizeram 2112, por exemplo? Eu lembro, pela vez que eu escutei 2112, e eu entendi que era ali um...
rebelde lutando contra um sacerdote de uma ordem solar, Rafa. Eu falei, você é louco. Mas é isso mesmo, cara. Até a música do Rush, olha só, a música de 12, 13 minutos do Rush. Uma das poucas deles, né, que são assim, longas.
Muito forte, chama-se The Necromancer, cara. E tipo, é uma partida de RPG aquilo. São três heróis, cada um com uma habilidade diferente, indo lutar contra o necromante maligno que tá devastando o reino deles, cara. Porra. Pega aí o Maiar e tenta fazer essa música. Tenta.
Entendeu? Não é porque hoje a gente tem a tecnologia que a gente consegue. Tem coisas que foram feitas assim com muito, muito valor, sabe? Já era... Seria difícil hoje naquela época seria impossível. E assim, da mesma maneira... Então assim, o Rush eu acho muito mais complexo que o DT. DT eu acho muito bom, mas DT eu acho simples, cara. Só é... fora da caixa. E muito bom, cara. Acho que a gente não dá o devido moral que deveria poder ter. Mas eu acabei com essa resenha, né? A gente nem falou do Fade em Ion.
Não, falamos o suficiente. Acho que o papo aqui rendeu muito legal essa parada, mas é... É... Deixar um adendo também que eu sempre falo isso pra cá, é que eu tenho uma skill passiva, acho que o passivo é isso, né? De pausar vídeos em momentos muito constrangedores. E, tipo assim, eu mandei, você me mandou esse vídeo aí aqui do cara e da mina tocando, né, Dreamfeet?
Eu vi um pouquinho, aí depois eu pausei pra poder, tipo, prestar atenção melhor na gravação. E a minha skill passiva se manifestou, né? Vou te mandar agora. Como... Qual foi o frame que eu parei o vídeo?
Deixa eu ver aqui. Caraca, cara. Eu consigo ver que eu consigo, cara. É assim. Se eu quisesse, eu não fazia isso, cara. Se eu quisesse, eu não fazia. É, mas ela é cheia de caras e bocas mesmo. Ela é cheia de caras e bocas mesmo, cara. É tipo pausar um show do Iron Maiden durante o solo do Dave Murray. Então também vai conseguir umas paradas assim, desse tipo.
Mas ela é muito, mas ela é talentosíssima, cara, talentosíssima. Ela é monstro demais, demais, demais. Com certeza, né? Mas assim, dito isso, né? Melodic Power Metal, Melodic Death Metal, que tá mais pro Power Metal, os cara quase não tem gutural, né? Aqui falando, tem uma coisa ou outra.
do Fade In, muito bom escuta aí, não sei pra onde esses caras vão também, mas escute aí e fique também com a nossa resenha sobre o Prog Metal que foi sensacional o Prog Metal é muito bom Rafa, vamos falar agora de um dos orgulhos do Brasil a Kripta oficializa a Victoria Vigia Real como nova guitarrista a banda brasileira de Death Metal
Crypta, de Black & Death Metal, Crypta anunciou oficialmente a entrada da baterista americana, da guitarrista americana, perdão. Victoria, Vigia Real, em seu line-up, anotista dada em 28 de abril de 28, marca uma nova fase para o quarteto.
Vídeo é real que já tocou com o Gold Whore e o Forbidden Possession. Assume a guitarra, cara. Substituindo a Jessica Fauty. A Jessica Fauty foi tocar no Corsus, não foi? Foi, cara. Também foi uma adição sensacional, cara. Puta, maravilhoso. Maravilhoso. E agora eu pergunto pra você. Que lípita você gosta, Rafa?
Cripto eu gosto. Falei que essa terça-feira ia estar feliz, cara? Falei. Você não lembra da minha fotinho lá na Metaldinha lá com a feleira, né? Joga essa foto no Imagur, me manda um link que eu vou colocar aqui na nossa. Manda pra nós aí que a gente vai compartilhar. Se você quer foto com o famoso, Rafa tem. Peça aí nos comentários qual que é famoso.
que o Rafa tem. Todo mundo. Muito bom, cara. Mas e aí, cara, o que você achou da nova guitarrista do Crypto? Eu não conheço o trabalho dela, né? Estou conhecendo agora, com a entrada dela no Crypto. Mas, assim, pelo que eu estou vendo aqui do currículo dela, parece que foi uma adição e tanto. Aquela Chaos Rising, né?
Tirebris, essa banda aqui eu não conheço não, que eu já ouvi falar. Não, eu tô falando com o T-Hore também, né? Assim, o Crypto ali tem um... Crypto é uma banda, assim, muito visionária, né? A Fernanda Lira e a da Metro, eu sou muito visionária. Você diria ali que a... O coração da banda é a da Metro e a Lira, ou você acha que tem mais alguém? Ah, acredito que sejam elas duas mesmo, cara. Então, desde o início, né? Desde o início aí, carregando, já...
Já mudou de formação algumas vezes, né? E mantiveram a constância aí. É, então, assim, eu acho que o coração tá ali, né? E aí você... E eu acho que as duas elas tiveram uma visão, assim, muito sólida de como consolidar a banda delas. Então, assim, quando elas saíram do Nervosa, realmente foi um baque no mundo. Ok, isso tá acontecendo. Elas saíram por divergências criativas. Esse foi o comentário que elas trouxeram.
E, geralmente, as pessoas... A gente sabe que isso aí é lorota, né? Que a galera fala isso só para não falar que deu treta. Mas, no caso daqui da Fernanda Lira e da Luana D'Ametto, eu acho que foi isso mesmo, Rafa. Eu acho que foi isso mesmo. Porque o Krypta tem um som muito diferente do Nervosa e, claramente, não é que não ia dar certo, mas, claramente, elas queriam trazer uma outra sonoridade, uma outra pegada.
Então assim, é um blackened death metal. Então é um death metal com uma pegada forte, uma camada espessa ali de black metal, né, em cima. Tem uma batalha. A lua na da metal na bateria é algo impressionante. Ela faz um trampo ali impressionante. A Fernanda Lira, às vezes embaixo dela, os hífes dela, assim, estão dentro da caixa. Não é nada que chama muita atenção, mas o vocal dela, Rafa, minha. Outro nível, cara. Outro nível o vocal da...
Fernanda Lira No Crypta, cara E assim, ela tem consistentemente entregado um bom trabalho Não só no disco mais recente Mas desde que ela começou Só que aí a guitarra tem passado bastante gente Começou com a Sony Anubis Lá do Burning Witches Eu fiquei muito surpreso que ela tocou no Crypta Porque a sonoridade do Burning Witches É muito diferente do Ai
Do Krypta e ela mandou bem, cara. Ela mandou bem, ela fez coisas boas aqui. Então eu fiquei impressionado, assim, com a Sonya Noobis do Krypta, né? Mas passou a galera depois. Passou a Nagagata. Quem mais passou lá? Deixa eu ver aqui. Passou a Sonya Noobis. Passou a Jessica Faltz. A Jessica Faltz que tava lá no Torture Squad, não sabia. Ah, a Sonya Noobis toca na Cobra Spell agora. Isso, é a banda atual dela.
Elisa Montana, bateria, acho que foi um de cidadamento, né? E a Julia Dimon também. A Helena Nagagata, na guitarra, e agora a Vitória Veja Real, cara. A Helena Nagagata, que toca lá no Chamangra. Esse mundo é um ovo, né, cara? É, exatamente. Esse, falando desse ar de carioca. Carioca não, brasileiro, né? Atualmente é a Tainá Bergamask. A história da Tainá tocando no...
No Cripto foi maluco, né, cara? Ela mandou um vídeo no Instagram, assim, da Fernanda Lira. Aí quando o Fernanda Lira precisou de alguém, você falou, ô, você não quer vir não? Ela falou, ah, demorou, é nóis. E foi aí mesmo. Malaquice, né, cara? É, aquele negócio, né? Toma aí, tô precisando. A gente consegue, é, vai nessa. Vai nessa. Tô precisando de trabalho, ou não tô precisando. Não, eu vou quebrar esse galho aí pra vocês.
Tá de boa. O que eu achei impressionante é que foi do nada, assim. Foi no Instagram, sabe? No Instagram. É, foi no Instagram. É, hoje em dia é rede social, né? Porque você sabe a história como é que o Ian Gillen entrou pro Black Sabbath pra gravar o Born Again? Como? Então, ele entrou num bar e nesse bar estava Tony Hume. Aí eles começaram a beber junto. Ficaram loucos pra cacete.
E o Tony, porra, estamos sem vocalista, cara. Tu quer participar? E ele, pô, estou sem banda, bora. Foi assim. Olha aí, cara. Duas coisas. Primeiro, esse baralho na Finlândia. E segundo, foi a deixa perfeita para a minha resenha de hoje. Oh, que maravilha. O disco que eu vou falar tem uma música chamada Reborn Again. Oh, meu irmão, vai aí.
Já vi mesmo. Nem se quisesse, né, Rafa? Nem se quisesse, né? Acho que parada melhor é assim, né? Vai tudo no improviso e com alinhamento cósmico perfeito. Muito bom, muito bom, muito bom, Rafa. Então hoje eu quero falar sobre The Human Farm do Vanderlast. Olha aí, cara. E assim, cara, esse aqui é um disco...
que é muito importante você ouvir, você que tá ouvindo o Ravenalto, pode ser você, Rafa, pode ser você que tá ouvindo o Ravenalto, vai escutar The Human Farm com o Vanderlust, porque na minha opinião, o que eles estão tentando fazer é o que toda banda precisa tentar fazer de hoje pra frente. No caso do Vanderlust, eu não acho que foi bem sucedido, é isso que eles não conseguiram fazer, Rafa. Acho que eles não conseguiram.
Então primeiro, né, quem que... Eu acho que eles não conseguiram, Rafa, acho que eles... Eles fell short, sabe? Vendor Lust é uma banda de progressive power metal italiana, nativa desde 2019. Os caras estão lançando o seu segundo disco, né, o seu debut. É o Vendor Lust, de 2022, e eles estão lançando agora o The Human Farm, em 2026.
Os caras tem lá o Giacomo Mezzetti, Francesco Romeggini, Ricardo Morello e Davi Cantina. Eu tenho muito problema em falar nomes italianos, cara. Acho difícil. Mas você tá fazendo a coxinha com a mão na hora de falar? Porque quando você fala italiano, você tem que fazer isso.
Metal is better than a zanha. And look, I'm a family italiana. Essa é a realidade. É isso aí, velho. Minha esposa, não posso falar isso, senão eu vou me prender. Então, o que acontece? Esse disco é um disco que fala sobre uma revolução. Não é uma revolução. Uma resistência humana em um mundo controlado por uma inteligência artificial.
Assim, 2026, todos os discos vão falar sobre isso, Rafa, todos os discos. É, aí é o assunto do momento. Eu acho que veio pra ficar essa coisa de Iá, né, Rafa? Eu acho que é o assunto do momento. Mas, enfim, o meu ponto é, assim, eles precisam, eles vieram contar essa história pra gente, falando sobre como a resistência humana no mundo de inteligência artificial.
Então se você assistir, ver a capa, ver o logo, ver o...
o clipe dos caras tem um clipe chamado vai resgate por exemplo você vai ver todas as referências e tem um desse disco voador tem os ETs é então as armas tecnológicas tem que estar Wars estão no galpão abandonado tá de noite aí tem tipo o final de de Hollow Knight tem três
insetos grandes, aqui também tem três insetos grandes. É uma salada, cara. É uma salada. E esse é o problema. Porque musicalmente falando, é interessante. Tem uma, assim, o problema é que o riff não é memorável. Eu escutei, desliguei e não lembrava do riff. Mas as melodias do vocal são memoráveis, são boas. Então eles estão até um pouco acima aí, cara. Tem jogo, entendeu?
Só que as letras são bagunçadas, não tem muito sentido. A narrativa não faz o menor sentido, porque parece que foram frases soltas. Aí você vai assistir o vídeo, o clipe ali pra... Beleza, né? Vamos dar uma chance. Deixa eu sair mais confuso. Então, tava bom. Aí ficou pior. Aí piorou. Aí parece que tava no começo de novo, cara.
É difícil, cara. Complicado isso aí mesmo, cara. Complicadíssimo. Então, o que acontece? Eu entendo a dor dos caras. Eles querem ser relevantes. Eles querem falar sobre temas relevantes. E tem que falar, cara. Tem que falar sobre temas relevantes. Eu entendi a cultura do cancelamento escutando Monarch do Soen. E aquilo mudou minha vida.
Eu saí de redes sociais, Rafa, e eu tenho uma vida plenamente satisfatória fora das redes sociais. Eu não consumo nenhum vídeo curto, Rafa, porque eu escutei Monarch do Som. Então a banda que te desafiou, que tentou trazer uma perspectiva para um problema que é a cultura do cancelamento, me conectei, puta, olha aí, mudou minha vida, mudou minha vida, Rafa.
O Vanderlust poderia estar mudando a vida do game, mas não está. Então assim, musicalmente falando, tem coisas legais, mas faltou o tempero, o molho, o contexto ao redor do som. Então assim, musicalmente é bom. Você quer só escutar o disco e não está se preocupando muito com o que eles querem falar? Às vezes a gente só está assim, né Rafa? A gente só quer escutar um som às vezes. E se você está nessa pegada, beleza, vai lá. Porque assim, realmente é bem feito assim, né? Você não vai lembrar, mas é bom.
Agora, se você for buscar mais do que isso, é... Enfim. E pior que o clipe é muito bem produzido, cara, assim. É uma luta dos humanos com as armas futuristas, com um ZTzão bem feito, sabe? Gastou um dinheiro ali? Claramente há. Logicamente há. Claramente. Mas bem feito, sabe? Mas aí faltou.
Não sei se pelo tempo, eu não sei, cara. Eu não sei. É isso aí. Venderless com The Human Farm. No Havinal, tá hoje. É isso aí. Como você, eu achei que essa terça-feira ia ser... A nossa nave está se preparando para levantar a voa a partir de hoje. Muito obrigado por você acompanhar essa jornada pelo universo Heavy Metal.
E não se esqueçam, Reavenautas, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo metal. Snake Pitfall todos os dias, de domingo a domingo, às 6 da manhã. Dizem todos um ótimo dia e até nossa próxima viagem.
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Partindo em 3, 2, 1, pego Nauta no ar.
Saudações, Heavy Nautas! A nossa lava está aterrissando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do Heavy Metal. Meu nome é Kildo Fernandes e hoje eu estou com o meu grande amigo e copiloto, Rafa Ferreira. Seja muito bem-vindo. Muito obrigado, Kilton! E vamos começar nesta quarta-feira Pô, eu acho que vamos falar de uma banda aqui, como é o aniversário de uma banda de um país que eu acho que nunca falamos aqui não, cara. Eu acho que não. Pelo menos não em aniversário, pelo menos.
Estamos falando aqui da Ucrânia, né? Porque tem o 10 anos do álbum Turan do Darkstras. Nossa, que nome maneiro, né, cara? Um nome bem medieval, bem épico. Então, até Turan já lembra uma parada medieval, né? Mas enfim, Kilton, o que você tem a falar sobre o aniversariante do dia? Peraí, só... A Rafta ainda tá incomodando. É o caos.
Porra, Pedro, eu te amo, cara. Ele tinha foto com a Fernanda Lira ainda, porra. Darkstrap, com seu disco Turan. Esse disco aqui, Rafa, é muito legal de se dar uma escutada, porque a gente tá falando de uma banda que faz um black metal épico com influência de folk e um vocal feminino. Rafa? Oi. Tô te ouvindo. É que você ficou no mudo? Parece que sim, né?
Eu vou voltar aqui, vamos lá, vou colocar um corte aqui.
Parece que eu não te escutei na real, né? Você começou a falar e depois ficou no mudo, aí eu achei que tinha caído na internet, algum negócio assim. Aí você voltou. Agora eu tô te ouvindo. Rafa, então é Dark... Vamos falar hoje de Dark... Dark Stra, que é muito difícil esse nome, tá? Com seu disco Turan. Essa banda é uma banda muito interessante, deixa eu ver, Rafa. Porque é uma banda de black metal épico com influência de folk metal, cara. Com um vocal feminino que toca...
Acordeão. Que maneiro, cara. Lembrou a Arcona, hein? Totalmente fora da caixa. E sim, a banda do Quirguistão.
Eles estão na Alemanha, mas eles são do Quirguistão e a vocalista é iraniana. A Sharuk Revan. Impressionante, impressionante. Eu não conheço, não sei como é a cultura iraniana, mas deve ser algo riquíssimo, porque tá aí, sei lá, 10 mil anos de sociedade, então é algo riquíssimo. E além disso, cara, é uma banda que abraçou uma vertente, uma pegada do black metal meio única, cara.
Então assim, eu não vou falar que é uma banda que eu gosto, mas é uma banda que me levou para um mundo que eu nunca pisei antes. Eu me senti desesperado, pronto a ser atacado por um exército persa. Inclusive eu vou deixar aqui o clipe do disco dos caras, que é o trailer do vídeo. E eles trazem filmagens de exércitos mongóis.
E é impressionantemente assustador. Filmagens originais lá de 1800, 1900, que seja, sabe? E é genuinamente assustador, Rafa. O que faz todo sentido pro black metal, né? É, com certeza. Não, a galera lá vivendo na Ásia Central, na Europa, no leste europeu, assim, lá, por séculos...
12, 13, realmente, né? Uma horda de mongóis cavalgando na direção deles deveria ser algo muito... Quando você assistiu o 300, né? Do Zack Snyder? De nada. É o filme... É o filme histórico mais... Inacuradamente histórico... Mais foda que existe.
Ah não, é isso que eu ia falar, mas legal que existe Só porque o Rui Duke Santoro tem 6 metros de altura Com persa careca Cheio de piercing Com voz grossa Realmente
Mas é muito bom, cara. Eu gostei muito desse filme. E nesse filme, nós temos... Eu vejo ali uma perspectiva de terror das guerras do Oriente. Do Oriente, assim, cara, que a gente não vê aqui. Um outro mundo maluco também, Rafael, que é o mundo que você foi andar, foi viajar aí, né? Com a sua heavy nave recentemente.
Com certeza, cara. E devo dizer que parte da culpa dessa viagem que eu fiz é sua. É sua porque voltando um pouquinho lá, porque como eu vou fazer uma resenha de algo que eu conto uma história, então eu tenho que contar. Voltando lá, no nosso antecessor espiritual Metal Metra, o Kilton passou um episódio quase inteirinho falando do Kilton.
falando com amor, com amor mesmo, com paixão, com garra, de uma banda chamada Glory Hammer. E tipo assim, o Kilton abraçou a mitologia do Glory Hammer de uma forma que me encantou os olhos de escutar o Kilton falando. Falei, eu vou escutar o Glory Hammer agora. Mas aí, o senhor Thomas Winkler, que era o vocalista do Glory Hammer, que lá era conhecido como...
Angus Macfife, the 13th, né, era o título dele lá, né, o príncipe, eu nem lembro agora de qual terra ele era o Lorde, né, mas ele era de lá, saiu, né, questões, eu acho que não saiu muito legal lá do Gloryhammer, né, e ele fundou então o Angus Macfix, né.
Se juntando aí com a Tala Belazeca, né? Que agora está no Primal Fear. E no Gamma Ray, né? Não, não, no Primal Fear. É, são bandas parecidas, né? E, além disso, se juntou também com o Sr.
pegar o nome dele aqui, Sebastian Levermann, que toca, olha só, de uma banda que o Kilton já falou aqui bastante também, né, o Ordem Ogan, e também o senhor Manuel Lothar, né, o alemão aí que já tocou no Fire Out to Arms, e também no Rapzold, aí entre 2016 e 2020, né, na bateria, mas obviamente...
E formou aqui os projetos, né? O Angus Mac 6. Mas, obviamente, eles não levam esses nomes. Então, o Thomas Winkler, né? É o Angus Mac 6, né? Star Lord of the Sixth Star Seas. O seu Manuel Lothar era o Skull Buff Berserker from the North. É uma parte de RPG mesmo, né? Ah, Thalha Bela Zeca. É pensado pra ser uma parte, não é?
Total. Olha só. A Tala Belazeca, né? Thalessis, Queen of the Laser Amazon of Caledonia. Olha só. E o... E o... O Sibs, né? É o... Arc Demon Siblon The Origin of All Evil. O cara é muito foda, né? Você vê que eles têm esses personagens todos. O vilão da história é guitarrista da banda também, né? Toca lá com a banda no palco. É.
Mas é isso aí, cara, eles caras fazem É um metal Autoral, assim, com o universo próprio Como era o Gloryhammer, né? Só que é aquele negócio Que não se leva muito a sério, né? Não é que nem o Massacration, né? Que é puramente zoeira Porque não, é uma zoeira com uma historinha junto Tanto é que tem esses nomes aí que eu acho sensacionais E...
Inclusive, uma música também que tem no primeiro disco dele, que é o Angus Max 6 and the Sword of Power, né? Laser Shooting Dinossauro. Porra, quem não queria ter um dinossauro que atirava laser, cara, pelos olhos? Porra, cara, isso é sensacional, cara. É uma mistureba, né? Uma mistureba de fantasia com Space Opera, né? E tal. Eu acho que parado louco, né? E só que o... Pra esse segundo disco, né? O Angus Max 6, né? E o...
E o Skull, né, o Buff Bersucker, saíram da banda, né. Por que o Skull saiu, eu não sei. Mas o Angus Maxix, não, o Thomas Winkler, ele disse que queria ser... Que tinha acabado de nascer o filho dele, né. Então ele queria se dedicar, ficar nesses primeiros anos da família, né. Então, ele...
trouxe um substituto, né, que é o senhor Samuel Naiman, um sueco, aí, né, o vocalista da Menimal, é uma banda que eu não conheço, né, tô conhecendo o trabalho dele aqui, né, e ele é o, na mitologia aqui da banda, né, ele é o irmão do Angus Maxix, né, eu li o príncipe Adam Maxix, né.
então ele chegou aqui pra compor a banda que segundo as palavras do Thomas, que é um projeto muito foda pra, tipo, simplesmente pra com a saída dele, com a pausa dele acabar, então ele mesmo escolheu o substituto dele
E tiveram aí 10 adições de Orc Zero na bateria, né? Pô, um Orc na bateria. Que também é um alemão chamado Geritz Lamm, né? O baterista da Catalyst Crime. E uma outra guitarrista, né? Que é a The Dwarf, né? Que é Yasmin Pabst, também é uma guitarrista alemã. Que é youtuber. Ficou famosa aí no YouTube. E, cara... E esse disco, o que eu posso dizer sobre Anges Massive and the All Seen Astrowide, cara? Porra, é aquilo, né, cara?
Aquela zoeira cósmica. Com fantasia que a gente conhece lá do Gloryhammer. Que veio de lá. Eu particularmente estou gostando mais do Angus Mac 6. Dessa fase aí de Angus Mac 6. Do que o Gloryhammer sem o Angus Mac 5. Acho que...
Teve treta e eu tomei o partido do Angus McFive. Foi isso que aconteceu. Não que o Glory Hammer tenha ficado ruim, né? Eu acho que ainda tá legal, mas, porra, o Angus McFive tava fazendo falta aí. Isso é visto na primeira música, né? No primeiro single do projeto Angus McFive, que é o Master of the Universe. Tem um verso que ele fala, né? Glory left my hammer, but I will the sword.
Ele trocou a arma, né? Que agora não é mais um fartelo, né? Uma espada. Que é Six Calibur, né? A Great Sword lá, que dá o poder dele. Coisa maneira. Mas aqui a gente tem a continuação da história que começou. Só que o Angus Maxix, o Lord Angus Maxix, né? Parou num boteco galáctico lá pra poder tomar algumas, né? O...
O Arquidemônio Sibulum viu aquilo, viu, o cara bêbado lá, acabou, congelou ele, né, deixou ele num esquife de gelo, tal como o Camus de Aquário fez com o Yoga lá em Cavaleiro do Zodíaco, ótima referência. Olha! Né? E olha só. Ninguém tem referência, cara. Olha, muito bom, muito bom. Por isso que eu gosto de você, Kilton, você conhece minhas referências todas. Né? E...
Com o Lorde aí do Sixth Teller System preso, o arquidemônio Symbolo está solto aí para tocar o terror pelo sistema. Mas nem tudo está perdido, porque isso é os últimos momentos de consciência. O Lorde Angus Maxix conseguiu...
contatar o seu irmão Adam Maxix, né, pra poder buscar aí onde ele está preso, né, e poder soltar o seu irmão, né, e retomar a luta, né, contra o Archdemon Sibiron. Pô, cara, isso é sensacional, isso é muito bom de ouvir, cara. Aquele power metal, né, power metal bem classicão, com muita zoeira, né, e com uma história, e uma história que apesar de ser zoeira, é maneira, é muito maneira, velho.
E agora tendo aí novos companheiros, né? Que é a Anã e o Ork Zero. Porra, cara, muito bom. E você? O que você achou, Kilton, disso aí? Eu quero saber da sua opinião, porque como eu falei no início, né? Se eu estou aqui resenhando o Angus Maxx, é porque você me viciou em Gloria Hammer, cara. Pô, mas... Peraí. A Jasmine Paspe, que é a guitarrista The Dorf, ela é uma Anã mesmo?
Cara, ela é bem baixinha. Agora não sei se tem na Niva, mas que ela é bem baixinha. Eu acho que eles passaram no limite na zoeira aqui, pô. Não dá pra colocar o nome dela de Anã, gente. Tá de sacanagem. A zoeira é isso aí, né, gente? Botaram e ela aceitou. Então tá muito certo. Tudo certo. Mancada. Se ela tá nessa, tá tudo certo.
Achei vacilo, cara. Achei vacilo. Eu tô procurando aqui. Não, ela é baixinha. Eu tô vendo uns vídeos aqui tentando pegar ela de corpo inteiro aqui. Com outra pessoa. Não, acho que ela não é. Acho que ela só é baixinha. Mancada, achei mancada. Mas de qualquer maneira. Meu, é Angus Max 6.
que é o trabalho solo lá do Angus Black 6, que veio do Gloryhammer. Gloryhammer, como você conhece, é uma banda britânica, do Reino Unido, lá, escocesa, e eles cresceram ouvindo o Sinfone que é Power Metal, especialmente de Rhapsody of Fire, e falaram, quer saber...
Eu vou... Eu vou... Eu vou fazer um som assim. Vou pegar essas referências do Itália... Do Rap Zero Fire. Então vai ser épico. Vou contar uma história épica. Vai ser bem farofa. Vai ser muito bom. Vai ter muita musicalidade. Vai ser muito power metal. Vou cantar em inglês. Mas vai estar tudo errado. Vai ser assim. E é muito isso que o Rap Zero Fire... O Rap Zero, no caso. Eles criaram...
Heavy Metal Macaroni, que você para pensar. É uma realidade ali. Mas beleza. Só que... O Angle Max 6 aqui... Eu acho melhor do que o Glory Hammer. Eu acho mais bem produzido. E quem produziu foi o Sebastian Le... O Cib... Leverman. E ele já produziu tudo, cara. Tudo, tudo, tudo, tudo. Ele produziu, cara. Você tem uma ideia, ele produziu o Victor Smolski.
Venetian Point, uma das mãos prediletas, Thornbridge, Ross the Boss, ele produziu Rap Sword of Fire, Ordem Organ, pra tudo de Ordem Organ, Mob Rules, Leviathan, Kill Mara, ele tem essa pegada do...
É Power Metal. Então assim, algumas semanas atrás a gente deu uma escutada num ensaio ao vivo do Battle Beast. Até mandei aqui pra gente. E era muito legal porque eles estavam numa casa, tipo um apartamento. E eles equalizaram o som deles e o que estava saindo lá no apartamento era basicamente o que podia ser gravado já. Se aquilo passasse por uma mesa, gravava e fazia um novo single dos caras, sabe?
pela equalização pela masterização por como eles tinham timbrados os equipamentos ali os instrumentos e eu sinto esse disco do Ango Maxis Maxis muito bem produzido cara então assim é até os momentos que são mais agressivos você escuta cada linha cara você escuta bateria escuta baixo de lado os vocais os becky vocals tem uma melodia legal né então realmente aí
O Príncipe Aaron McSix, ele sabe cantar. E ele conseguiu aí trazer melodias muito legais pra esse som, pra esse disco. Então escuta e eu lembro.
Os solos são bons, as carras são boas. Cara, eu acho o Angle Max X melhor do que o Glory Remmer. E mais engraçado, cara, eu ri demais contando esse disco, cara. Ri demais, cara. O álbum começa com 666. É, 666. 6. Que isso, cara? Essa é piada.
Essa é piada, cara. The power of six, six, six, six. Exato, cara. Ou, por exemplo, Starlight Stronghold. Ou até Work Zero. Ou Let the Search Begin. Então, são piadas, assim. É bem humorado. É meio que um massacration. Assim, meio que um metal da zoeira. Mas vale muito a pena, sabe? Então, não sei. Eu gostei desse disco. Eu achei melhor que Glory Hammer. Achei melhor que Glory Hammer, cara.
Até que preciso saber o que o Glory Hammer tem pra lançar aí, cara. Porque, ó, vai ter que comer. O último disco do Glory Hammer é 2023. Return to the Kingdom of Fife. Não tem nada planejado pra esse ano. Então, vamos ver, cara. Saiu um single, né? Ou na Quest for Aberdeen era o passado. Vamos ver o que acontece. Depois disso.
Muito bom, Rafa, muito bom. Vamos falar de bandas que não vão vir pro Brasil aqui, assim como o Glenn Rimmer ou o Adam Maxx? Com certeza, né? Esses aí eu ainda tenho esperança, né? Pelo menos o Angus Maxx. Mas, enquanto eles ainda têm esperança, por outro lado, o Rage jogaram água no chope dos fãs da banda, aqui da América do Sul, né? Porque cancelou, cancelou a torneição americana.
A banda alemã Grazy anunciou o cancelamento de sua aguardada turnê pela América do Sul. Estava programada para esse ano. Notícia que pegou muitos fãs surpresa que já haviam se programado para o show. O grupo de Heavy Metal justificou a decisão citando questões logísticas e imprevistas fora de nosso controle. A mensagem oficial foi divulgada através de suas redes sociais e comunicados para a empresa. É, já sei o que é isso aí, né? Não liberar o visto dos caras, pô. Deve ter sido isso. O Brasil? O Brasil?
Ih, só tem acontecido com uma frequência, Kilton. Que é... Que não... Você não tá... Ideia, eu vou puxar uma coisa aqui que não tem muito a ver com metal, mas talvez tenha. Se você conhece o senhor Mark Reinhagen... Hagen. Mark Reinhagen. Nome do cara. Você conhece ele?
Foi o cara que simplesmente, simplesmente criou o Mundo das Trevas RPG. Vampira Mágica, foi ele. Mago Ascensão, foi ele. Ars Mágica, que não tem nada a ver com o Mundo das Trevas, foi ele que criou também. E tipo assim, tem uma galera aí do evento de RPG que eu participo, que eu vou lá mestrar, os organizadores. Eles iam trazer esse cara ano passado pro evento deles. O cara tava vindo, ele tava agendado já pra vir.
Imagina filas e mais filas que um evento gratuito ainda pra, pô, tu ter a oportunidade de apertar a mão e ainda ter um autógrafo do cara lá que criou o teu RPG favorito. Ou um, dois favoritos, né? E o cara simplesmente não veio por questão disso, de visto. Não liberaram o visto do cara a tempo, sabe? Aí ficamos sem, cara. Bom, o amigo meu mandou os livros dele lá de Santa Catarina pra ele... pra eu levar pro cara autografar.
Ele mandou. Fiquei com mais de um ano com os livros do cara aqui em casa e ele não conseguiu autógrafo. Nem eu, né? Eu queria também ver. Eu não consigo acreditar. Assim, eu acredito em você. Eu só não consigo acreditar
que o Brasil não tá dando visto. Cara, foi ano passado, não sei como é que tá agora, mas ano passado teve uma treta aí, né, né, uma treta diplomática, né, porque antes os Estados Unidos começou a dar apertado com o negócio de vista e o governo brasileiro, não sei se por birra ou por algum outro motivo, também começou a travar visto pra americano, né. Eu peguei aqui, ó, eu peguei o cara, mas não viu essa história, mas que zoado, cara.
Fiquei triste, fiquei triste agora. Ah, isso é conjectura minha também, né? Eu que tô chutando aí, questão logística, que fugiu ao controle. A minha primeira opção é essa, né? Eu chuto que seja isso. Não, eu peguei aqui um posto falando exatamente que ele não veio por causa de visto. É o vídeo dele mesmo. Que maluquice. Mas aí o Rage não tá vindo pra cá. Você gosta de Rage, Rafa? Cara, eu vou te falar que não... Talvez eu já tenha escutado alguma coisa deles e não estou ligando na minha banda. Talvez.
Mas assim, não tá me vindo nada na cabeça agora aqui que tipo, pô, isso é Rage e eu curti pra cacete. Não tem como opinar sobre. Rage é uma das maiores bandas do Speed Power Metal do mundo, Rafa. O problema é que o Rage é muito inconsistente. O Rage é um cara que é o Peter Pity Wagner, que é o baixista e vocalista. O cara é um monstro, monstro, monstro, monstro, monstro. O baixo dele pesa uma tonelada.
Ele pega um cisão, um cisão muito grave, muito pesado, muito... E aí, hoje, o que está escrito dele é o Jean Bordman.
E o baterista dele é o Vacilo. Vacilo Maniatopoulos. Então o problema é que ele é uma banda muito inconsistente. Eles são alemães, né? É uma banda muito inconsistente, cara. Mas assim, os caras têm, na real, uns 30 discos lançados, sabe? Uns 20... Na verdade são 26... 27 discos lançados. Com o disco do ano passado.
Então você tem muita coisa e às vezes dá certo, às vezes não dá certo, né? Mas aí, se você escutar a fase do Sound Chaser, do Speak of the Dead, do Carving Stones e do String to a Web, mas vou botar só dois discos pra você escutar, que é o Sound Chaser,
e o speaker de dead esses dois discos tem a formação mais absurda que o Power Metal já viu na vida que é basicamente Peter Peevy Wagner no vocal baixo
O Victor Smolski na guitarra. E esse cara é um monstro. Um dos melhores guitarristas do mundo. Só não é reconhecido porque ele é russo. E a galera não escuta a banda russa. Mas o Smolski é impressionante, cara. E na bateria, o Mike Terrana. Você conhece o Mike Terrana? Conheço, só não tô lembrando de onde eu já vi esse nome. Mas eu conheço.
É que ele não tocou em um lugar, ele tocou em vários lugares. Ele tocou no Axel Druid Bell, já tocou no Hardline, no Rade of Mask, já tocou no Master Plan, já tocou no Raid, já tocou no Savage Circles, com a Tarya, Vision Divining, Malmys, nem tocou em outro lugar. Mas ele ficou famoso mesmo tocando no Master Plan. Então foi daí mesmo, do Master Plan e da Tarya, que eu conheci, que eu lembro que a Tarya meio que montou um Dream Team.
Pra banda dela, um trintinho dos Esquecidos, né? Uma galera que não era muito conhecida, mas eram todos muito... Não, mas o Terrana, ele é muito, muito competente. Muito, muito competente. Ele é um músico contratado, ele toca em várias bandas, mas ele consegue tocar de Ian Access, a DT, a Opeth, a Morbid Angel, ele toca de tudo, assim, ele é um músico muito competente, sabe?
E aqui no Rage, ele foi muito fora da caixa. A galera paga um pau pro... Charles Barker. Travis Barker. Do Blink-182. Ah, o Travis Barker do Blink-182 é um cara que toca pra caramba, muito criativo, faz uma guia da V. Concordo.
Mas não é nada perto do Terrana, entendeu? Eu acho que ele é criativo, acho que ele é bom. Com certeza é bom. Mas você compara com o Terrana mesmo. E aí o Rage nessa época, puta, esses dois discos, Soundchaser e o Speak of the Dead, são dois discos obrigatórios na discografia do Power Metal, Power Speed Metal. O Rage tinha tudo pra ser o novo Motorhead. O problema é que eles lançam muita coisa. E aí você lança muita coisa e tem muita coisa boa. Impossível você só ter coisa ruim, né?
Mas é mais comum você ter mais som xoxo, sabe? Então muitas vezes eles perdem a marca ali. Mas uma pena que eles não vêm pro Brasil, porque é uma grande banda que estaria aqui no nosso line-up do Bangor Opener. Isso aí. Peraí, eles estavam? Estavam, né? É verdade. Eles fugiu totalmente. A gente teve um cancelamento hoje, né? Que foi o Fear Factory. Mas o que eu falo pra vocês às vezes é livramento, sabia?
Com certeza. Ó, cara, Smith Cottson. Tô muito chateado de não conseguir esse ano, cara. Smith Cottson deve ser um show muito maneiro de ver. Ah, não, o Rager não tá esse ano, não. É isso aí. Bora. Eu fui escutar... E bora pra minha resenha dessa semana. Eu fui escutar The Boiling Sea do Necrogoblicon. Conhece, Rafa. Você gosta de Necrogoblicon?
Cara, não conheço a banda, mas assim, eu vi esse nome, vou puxar a ficha dos caras e já tô gostando dos caras. Porra, cara, que sensacional essa imagem deles, cara. É, bem legal. Não, é uma banda bem legal, assim, meio fora da caixa também, tá, Rafa? Uma banda que vale a pena dar uma olhada, assim. Os caras são de Santa Bárbara, na Califórnia, então já pode imaginar que eles são muito hipsters, né? Quando você cresce sem problema, você começa a encontrar problema na vida dos outros.
E aí eles fazem um death metal, melhor que death metal, mas eles pegam a influência de tudo, cara. Por exemplo, se você escutar esse disco aqui, você vai escutar saxofone.
Por exemplo, tem música dos caras que começam com um saxofone bem ska, mas eles também bebem na fonte de Weezer, cara. Tem coisa aqui que me lembra o Weezer, sabe? Até porque eles têm um vocal limpo e um vocal gutural. Mas no final do dia eles ainda são menores que death metal, são bem agressivos. E o vocalista deles é um Goblin, cara. É um cara vestido de Goblin mesmo, cara. É um Goblin. Verdade, cara. Verdade. Não, é o John Goblincando ele, né?
E não satisfeito, eles têm um podcast, cara. Eles têm um podcast chamado Right Now with John Goblikan. Ele diz que ele joga RPG nesse podcast, cara. Tem que ser, cara. Tem que fazer live de RPG, cara. Eles são californianos. Eles falam de política. Você acredita? Porra. Aí já não gostei. É californiano padrão, né, cara? Mas aí...
Mas tem uma coisa que você vai gostar É que eles fizeram nesse disco Cover de Bottom Beach Terror Do Children of Bottom Maneiro, cara E foi um cover Bola da Katia
Lembra bastante o Bottom Beach Terror, mas só fora da caixa. Neko Globicon é uma banda meio que de zoeira também, mas eles se levam um pouquinho mais a sério, não são tão engraçados, é mais a imagem mesmo. Então assim, a gente pode falar que é uma banda americana que bebe na fonte de Alice Cooper, de um shock rock, com um pouco de wizard, um pouco de ska, um pouco de death melodica finlandês. Então eles são em vários lugares aí. Quando eles são pesados, são bons.
Acho que lembra Calmar, lembra Norden e o próprio Tidanev e Balboa. Mas aí às vezes eles dão uma viagenzinha lá. Cara, é legal, sim. É um disco legal. Não é meu disco predileto do ano. Mas se você não conhece, vale a pena dar uma ouvida. Eu acho que vale a pena sim, cara. Tem substância ali pra você escutar o disco dos... Pô, bacana. Não, cara, eu com certeza vou escutar.
Mas assim, né? Aquele meu lado jogador de RPG, de D&D, eu tipo, começo a gritar quando vê um Goblin, cara. Meu negócio é puxar meu foco arcano e mandar um raio de fogo pra cima dele, cara. Porque Goblin a gente termina. Eu já joguei com Goblin na Dino.
Não, combina pra cacete. Não, eu falo assim de zoeira, mas na campanha que eu jogo com mestrada lá pelo Ushu, né, que eu sou um necromante, tem um amigo meu que ele joga de um Goblin Monge, cara. É muito maneiro, hein, o personagem dele é muito maneiro. Já chegou no nível 20 e dá soco... Cara, eu sempre quis ter um Monge pra chegar no nível 20 e dá soco com D20, cara. Não chegamos no nível 20 ainda. Se eu não me engano, a gente parou no nível 10, que a gente tá no hiato já. Jogando uma aventura mestrada por mim, né.
Mas a gente está no 10, acho. Muito bom, muito bom. E a nossa nave está se preparando para levantar voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo. E não se esqueçam, Revenautas, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo metal. Na equipe de volta todos os dias, hein? De domingo a domingo, às 6 da manhã. Desejamos todos um ótimo dia e até a nossa próxima viagem.
Log finalizado. Próxima missão, programada de segunda a sexta, às seis da manhã. Siga o Heavy Nauta, para sua dose diária de Heavy Metal. Até a próxima transmissão, no Heavy Nauta.
Sistemas ativados Propulsores prontos para o lançamento Destino O vasto cosmos do Heavy Metal Comandante da missão Hilton Fernandes Tripulação Preparar para a decolagem
Partindo em 3, 2, 1, pego Nauta no ar!
Saudações, Heavy Nautas! A nossa nave está atarriçando em mais um episódio do nosso podcast do Heavy Metal. Meu nome é Kilton Fernandes e hoje eu estou com o meu grande amigo e meu grande compiloto, Rafa Ferreira. Seja muito bem-vindo. Muito obrigado, Kilton! Nessa quinta-feira, agora, hoje a gente está um pouco mais tritudo, né? Porque ontem foi muita zoeira, né? Duas resenhas de zoeira, um lamentamento por cancelar a turnê, mas hoje vamos estar...
Vamos estar mais na treta. Começando aqui, né? Com o aniversariante do dia. Que é o Out of the Ashes Into Fire, né? Do Axe Witch. Que tá fazendo cinco aninhos. Então, é um disco aí que foi lançado numa época, né? Que o mundo estava se recuperando da pandemia. E como... E o que você tem a falar sobre esse disco? Já gostei do nome aqui da banda, cara. Axe Witch. É um nome muito... Lembra muito a coisa de New Wave of Bridges.
Ah, mas pode escutar sem medo esse disco, mas sabe, se você quer pegar uma recomendação minha nesse episódio, nesse semana, vai escutar X-Suite, cara. Foi feito pra você esse som, cara. Foi feito pra você. É o heavy metal do heavy metal do heavy metal puro, escrachado, sem vergonha, com pé no retorno, cara. E sueco.
Na semana passada, ou algumas semanas atrás, a gente falou bastante sobre Heavy Metal sueco. A gente tem aqui um grande exemplo de Heavy Metal sueco, que é o Axe Witch. A gente esquece que na Suécia tem tudo quanto é Heavy Metal. Não só o Death Metal ou o Melancólico. Tem bastante Heavy Metal cru e puro. Por exemplo, o Axe Witch vale muito a pena.
Me ganhou com isso. Me ganhou. Eu falo heavy metal puro, me ganhou. Suécia, me ganhou mais ainda, cara. Que só, pô, cada banda foda que vem de lá. Não, mas puro, puro, puro, assim, cara. É um heavy metal que você vai escutar, você vai até ficar meio torto, assim. Então, de tanto machadada na cabeça que você vai tomar. Mas é muito bom. E você, Rafa, o que você tem ouvido no Radio Star da sua heavy navi? Pois é, Kilton, hoje eu trouxe banda que, olha só, pra variar.
Vocês sabem, né? Escolho muita...
Muita coisa pelo nome da banda, né? E essa daqui também me pegou, me pegou de surpresa, que é a Luna Shadow, né, cara? Porra, sombra lunar, cara. Numa época, né, que a humanidade fez uma missão espacial, onde foi mais longe, né, com missão tripulada, justamente para explorar o nosso satélite ali com a Artemis II, né? Então eu escolhi esse álbum pensando justamente nessa missão, né? Porque eu gosto muito de...
de estudo de astronomia, viagens espaciais e tantas coisas. Curto mesmo. Então, acho que esse disco chegou no momento certo. E o disco em questão se chama The Pau of a Password. Ele fala The Pau, fica esquisito falando em português, mas é pau de amigo, de companheiro.
Não é essa outra coisa não, que gerou vários memes com aquele jogo Power World lá. Então, foi lançado agora em abril de 2026 e é um heavy metal com toques épicos, né?
E não é porra tanto, né? Porque de onde eles são? Alemanha, né? Que se a gente sabe de Alemanha, Heavy Metal e Epcidade andam de mãos dadas e tomam uma cervejinha junto porque ninguém é de ferro. Mas é aqui, cara. Se a gente vê, eu conduzo em... Os vocais, né? Conduzindo por... Narrativas, passagens sombrias, né?
Guitarra melódica, passagem mais densa, né? Que é um som bem um intentista, cara. Me surpreendeu. Curti bastante, né? Fica aí a minha recomendação. Não é sexta-feira, né? Mas temos aí o Lunar Shadow como representante de heavy metal de peso aí pra você. Eu acho que a gente não falou sobre turismo no heavy metal alemão aqui, né?
e tem uma volta ei pro New wavei isso nos Estados Unidos pra caramba a gente vê mais isso no Canadá pra caramba
as coisas, sabe? Não soube tanto na Alemanha. Mas é isso. Temos aqui. Lunar Shadow. Eu achei um som, assim, muito bem estruturado no traditional heavy metal. Surpreendente, com cheiro de mofo. Essas semanas atrás eu já recomendei Jazz and the Ancient One. Você escutou, Rafa? Ainda não.
Eu vi, mano. Mas ele tá aqui, tá essa aba. Eu não fechei essa aba ainda. Eu só tô esperando. Eu só tô naquele negócio, daquele estalo pra eu poder ouvir com mais calma. Não vai ouvir, que é muito bom mesmo. E acho que se você gostou de Lunar Zero, você vai gostar lá.
Do nosso querido. Just Ancient Ones. Rafa, quem não vai gostar. De escutar música brasileira. É a Angela Gossel. O que que aconteceu? Pois é cara. Foi muito legal você ter trazido isso aqui. Porque.
No sábado, né, o meu grande amigo, o Adson Filho, né, que foi guitarrista lá da Lenore junto comigo, né, só que eu era baixista, na verdade, não guitarrista. Mas, enfim, abraço para você, Adson. Que ele falou dessa treta para mim, eu não estava sabendo. Falei, pô, vou ter que comentar no podcast. E o Kilton já estava sabendo de tudo, porque o Kilton é antenado. O Kilton sabe das coisas e traz as notícias para a gente aqui.
Mas, ex-vocalista do Art Enemy desdenha de ridícula aquarela Sugere um diálogo mais amigável Pra você que estava vivendo numa caverna Pelo visto, estava afastado do mundo metal O nosso queridíssimo Kiko Loureiro
acusou o arqui-ênime de plágio, cara. O que que aconteceu, Kilton? Por quê? O que que o Kilton... O que que o Kilton... O que que o Kiko veio acusar o arqui-ênime de plágio? A troco de quê? Eu gosto de Angra, mas me chamar de Kilton Loureiro é mancada. Kilton Loureiro. Vai ser a Kilton Loureiro.
Aí é vacilo. É... Eu mandei um vídeo aqui no chat, dá uma olhada. Então, tô ouvindo aqui, né? Ouvindo, né? As semelhanças entre To The Last Breath, né? E Talking Dreams, né? Do Kiko Lourenço. Pô, assim... Três, quatro notas... Que são iguais. Que... Vai muito pra outra linha, né? A música do Ark Enemy, né? Só começa igual, mas depois vai... Vai... Vai pra outro momento.
Vai pra outro, né? Mas é o refrão. É o refrão, cara. Não parece, não vou dizer que não parece. É o curatão da música. Agora, a plágio, eu acho que... Não sei, né? O nosso tesouro aí, Kiko Loureiro, deu uma... deu uma alfinetada aí, que ao meu ver, né?
Foi meio... Foi meio, tipo... Não parece ele, né? Eu nunca vi o Kiko agir dessa forma. Não tava parecendo ele. Mas... Sei lá, né? Acho que você tá passando um pano legal pro senhor Kiko Loureiro agora. Eu tô tentando passar pano pros dois, porque eu gosto muito dos dois, cara. Eu gosto muito do Kiko Loureiro, eu gosto muito de Akeny, cara. Por que que eu posso fazer?
Muito bom, muito bom, muito bom. É, foi uma trata feia, cara, até isso que você falou. O senhor Kiko Loureiro, que é um músico impressionante, ele foi lá. E ele notou a semelhança entre a To The Last Breath do Arch Enemy, que é uma música muito boa. E quando chega no refrão, tem um fraseado.
Tem um fraseado de guitarra do Michael Emmett. E aí, Rafa, é idêntico. Talking Dreams. Idêntico, idêntico, idêntico. Agora, Talking Dreams do Kiko Loureiro, o refrão não é a coisa mais complexa do mundo. Muito pelo contrário. É um fraseado bem simplista. O que é bom, é muito difícil de você ser bom e ser simples, cara. É muito difícil. Não é bom, é muito legal. O problema pra mim não é se é plágio ou não é plágio.
Isso aí não é problema. Tamo aí, né? Não seria a primeira vez que o Angra... O Angra pediu a indenização lá pro Calcinha Preta? Pro Parangolé? Não pediu, não pediu. Vai ter pedido, né? Um problema. Eu não lembro dessa treta nessa época, mas a gente sabe que o Edu Falasch já fez participação no show do Calcinha Preta, né? Então justamente é a Blinding Heart, né? Angra...
Indenização Parangolé. Que calcinha preta meio que pediu autorização, fez um rolê ali, né? Mas o Parangolé roubou. Pelo que eu vi aqui, 2011. 2011. Na matéria do produtor Rick Brodillo, você tem exemplos de bandas que pediram autorização para outros cantores dessa música. Eu parto dela. As coisas que o Parangolé não fez ao copiar o riff de guitarra de Nova Era. Você viu isso aqui? Você já viu essa música do Parangolé?
Já, já ouvi, né? Foi a... Nossa, é nova era pura. Foi nova era, foi nova era, eu lembro. O cara foi plagiar, plagiar logo pra nova era. Ai, meu céu, nem pra plagiar, sei lá.
Deixamã do Fireworks Uma música que ninguém escuta não Foi direto do Lava Era Os caras não tem noção, Rafa Os caras não tem noção disso E aí depois perguntaram pro cara Pô, mas você copiou o negócio? Não, eu tava aprendendo guitarra E tinha uma revista de guitarra em casa Ensinando um riff Eu aprendi o riff, coloquei na música Pô, eu não sabia que ia dar isso não Você acredita nisso?
É maluco. Mas o que aconteceu aqui? Olha só. Rico Loureiro chamou atenção com uma recente postagem por meio das redes sociais. Isso que me deu problema. Por meio das redes sociais na última quinta-feira, lá no dia 26 de março, eu acho. O que até sugeriu semelhanças entre To The Last Breath, novo single do Archie Enemy, lançado em fevereiro com sua própria faixa Talking Dreams, presente no disco Theory of Mind, que é um disco que ninguém escutou. Se fosse no Gravity, beleza, mas Theory of Mind, sejamos honestos.
Basicamente, o Atilson juntou as duas músicas num vídeo e pontuou na legenda que estava ajudando a edificar a nova música do Art Enemy. Na sessão de comentários, os ex-colegas do Angra concordaram com a comparação, enquanto que o guitarra Michael Emmett, com emojis de risada, escreveu que deveria prestar mais atenção no trabalho solo do brasileiro. Meu, isso aqui que aconteceu, suave. Essa aqui eu acho suave. É brincadeirona, entendeu? A Angela Gasson pegou o ar, cara.
Ela pegou ar. Ela falou assim. Angela Galsoporém não levou o post na Esportiva e pronunciou-se a respeito no domingo, dia 29 de março.
Ela é empresária da banda, né? Mas já foi vocalista. Nunca... Ela disse que nunca acusaria outra banda de plágio. E rapaz, já tá só escala. Vamos lá. E vai ficar pior. E descreveu a brincadeira como muito triste. Visto que o grupo admira o antigo membro do Angra e Megadeth. Assim, eu... Cara...
O nosso podcast podia falar só de notícia do Angra. Por que eles têm que ser tão treteiros, cara? Porque vai gravar um disco bom? Ver se você é treteiro, cara? A gente vai ter um... Vamos ter aqui um novo quadro no Revenalto, né? Que vai ser o Angrapeed. Aí vai ter só a coisa do Angra aqui. Angrapeed, é isso aí, cara. É só treta, cara. É só treta.
E aí, ela afirmou que... Ela falou assim, o Kiklooleiro devia ter entrado em contato pra conversar, de maneira... Ela falou, nunca tinha ouvido a música do Kiklooleiro antes, pra ser sincera. Então, são três notas iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Artie Hermin em outras músicas, mas ela tá de sacanagem. Mas aí ela tá de sacanagem também.
Não força amizade também Ticou um chiclete legal aqui Mas enfim Mas nunca causaria outra banda de plágio Muito pelo contrário Provavelmente me sentiria honrado em inspirar outros É muito triste Mas se o Parangolé faz uma versão Para War Eternal Eu não sei se ela ia gostar não
Talvez ela nem ficasse sabendo, né? Quem não ia gostar, não ia gostar de brasileiro mesmo. Mas se ela escuta, ela não ia gostar. Mas aí, a coisa fica pior, porque tem um segundo post, ela fala assim, ó. A situação atual empresária do Art Enemy. O caso ganhou novos contornos no dia 3 de abril. O Art Enemy publicou um vídeo no Instagram.
mostrando que as demos de To The Last Breath foram registradas em 2022, dois anos antes do lançamento oficial do Talking Dreams, Rafa. Eita, é treta, é treta. E fica pior ainda, Rafa. Na legenda, o guitarrista Michael Emmett, criador do Carcass, criador do...
Arthur, criador do Melódica de F-Metal, que o Kikoloreiro não criou, também provocou o Kikoloreiro, conforme a mensagem abaixo foi produzida. Ele diz, Oi Kiko, desculpa decepcionar você e seu advogado.
Mas como você pode ver e ouvir, eu já tinha essa melodia em 2022, dois anos antes de você lançar a sua música. Qualquer semelhança é mera coincidência. Aproveite o vídeo e boa sorte com sua música. Eu vou continuar sem escutá-la. Abraço. Meu Deus! Caraca, gente. Mas a treta fica pior, Rafa. Não termina aí. A Angela voltou a comentar o episódio em últimas redes sociais, hein? No Metal Injection.
A empresária afirmou que Kiko Loureiro e seu advogado solicitaram uma indenização por violação de direitos autorais. Ela disse, só para esclarecer a narrativa, recebemos a carta do advogado do Kiko exigindo indenização por violação de direitos autorais no momento em que ele publicou a história, muito antes de eu sequer comentar. Tô bem tranquila, considerando o quão ridículo eles necessário é toda essa situação. Poderia ser facilmente discutida em uma conversa calma e privada.
Gente do céu. Olha essa história, Rafa. A gente já percebeu que a parada com o Angra aí nunca começa com uma conversa, né? Já começa com um processinho. Não, cara. Mas assim, eu acho que tem um grande problema com o Angra aqui, cara. Que é o seguinte. É dinheiro, cara. Qualquer coisinha é um processo.
Qualquer coisinha ali, vou atrás, vou chamar advogado, fazer um lançamento aí, vou deletar todas as minhas redes, vou deletar todos os meus posts, depois vou lançar de novo. Cara, meu, por que a galera quer tanto dinheiro assim, meu? Fica correndo a tanta de dinheiro assim. Você quer tanto dinheiro assim, faz outra coisa que dá mais dinheiro, sei lá, cara.
Tem música que não tá dando dinheiro pra fazer outra coisa, cara. Ah, faxês. Será que ele não tá com tanto aluno assim, não? Que ele dá aula de guitarra e uma aula com ele não deve ser um negócio baratinho, né? Não, ele é milionário. Milionário. Eu não sei se todo mundo do Angle é milionário. Ele, com certeza, é milionário. O... Pelo menos milionário real, né? O Bittencourt talvez seja milionário. Mas a treta, meu... Tá sempre nessa...
É muita treta, cara. É muita treta, cara. Minha nossa, pra que tanta treta, cara?
A treta é a banda que gosta disso. Senão tá sempre no mundo da treta. E assim, vamos puxar um adendo aqui. Porque o Clorenton tem 10 milhões de dólares só. Só isso. Só isso. Coisa pouca. Mas precisa ter direto autorado aí do AQN.
Mas enfim, esse caso de plágio me lembrou, cara, que na semana passada um amigo meu também me mostrou uma coisa. Não sei se você já está ligado a isso, cara, mas o Dream Theater plagiou o Tiaguinho, cara. O Dream Theater plagiou o Tiaguinho. Eu vi isso aí, eu vi isso em algum lugar, deixa eu ver, peraí. Ah, eu tenho aqui o link pra você. Tudo bem, você vai dizer, ah, obviamente, aí eu vou dar razão a você que foi num álbum que não tinha um portinói.
Foi naquela época obscura do Trifeta. Certeza que ele plagiou, sabe por quê? Porque esse é o pior disco já feito na história, de qualquer banda. Qualquer banda. Mas cadê o Tiaguinho? Porque foi o Tiaguinho, se ele tivesse plagiado o Kiko Loureiro ia ter... Nem o pior disco da história é do... Igual o Tiaguinho. Crandospai.
Mas é, cara. Eu ia falar, ou foi atrás, né? Porque o meu amigo me mandou, eu falo, e agora? Quem plagiou quem? Aí eu fui atrás, porque eu fiquei curioso, né? A música do Tiaguinha é de 2012. E esse disco do Dream Feito é de 2016. Então, assim... Só se o... Se o Jordan Roots tivesse sido um AVC no teclado, aí talvez chegaria perto do que é o Tiaguinha. Bem ruizinha aquela música, Tiaguinha. Bem zoada mesmo, hein?
Claro que é, pô. Nossa, tá bem zoado. Não, resta dúvida. Não, eu acho que pode ter um pagode bom. Pode ter um pagode que toca bem e faz melodias legal. Mas aquela não. Aquela é zoada. Eu tava escutando e falei, gente, da onde que vem? Ai, gente. Tá acabado. Pois é. Mas tem um. Mas não tem um. Que o Kispas plagioquem? Não sei se você não olhar, não. Isso é a máscara. Teve um outro.
O Ozzy plagiou quem? Vou procurar esse aqui. Porque tem um desse aí. O mais famoso é o Rod Stewart plagiando o George Bain. Esse daí foi confirmado. Foi confirmado e ele teve até que pagar uma indenização gorda ao George Bipo. O Mário Madden plagiou. Ah, o Ozzy plagiou a Vanusa. O Black Sabbath plagiou a Vanusa. Tem esse papo também. Rafael Pittencourt esclarece mais detalhes sobre o suposto plágio de Adele e Matinho da Vida. Ah, eu vou ver isso aqui.
É, teve esse também, cara. Rafael Bittencourt do Angra, assinalar o que pretende atestar plágio da Adele. Você tá de sacana? Qual que é isso aí que você falou? Oi? É isso que você falou aí antes? É o Black Sabbath plagiou a Vanusa. Quem que é Vanusa, gente?
Vanusa, não lembra, não, é cantora, cantora brasileira aí que viralizou alguns anos atrás por ter cantado o hino nacional completamente bêbado e errar tudo. Black Sabe Vanusa. Vai estar tudo lá no nosso post aqui, nos comentários. Nossa, Saba Blalissaba, sai sacanagem. O que? Aquilo é Vanusa? É Vanusa. Nossa!
Não é certeza que o IOMEN pegou esse álbum em algum lugar e falou vou ter a era. Cara, não, é impressionante. É idêntico. Tem um corte aqui do Adele. Vou mandar pra você aqui. Vai ficar tudo na descrição do nosso episódio aqui, gente. Com certeza. A gente fica no CSI Plágio aqui, né, quando terminar o episódio. Não, o cara foi gênio, gênio, gênio, gênio. O cara foi muito gênio, cara. Sabe o que o cara fez?
O cara foi lá no E-Plast e colocou um vídeo assim, ó. Ah, sei lá o que, Rafael Bittencourt, Plágio, Vanusa, tá aqui o corte. Aí, beleza, postou. Depois de um tempo ele foi lá e trocou. E colocou a mão, mas que é da banda dele. O cara é muito gênio, cara. O brasileiro já nasce formado em marketing. Pô, totalmente, cara.
Ai, rapaz, essa foi demais, cara, essa foi demais. Isso aí rendeu, rendeu a discussão. Mas se o Art Enemy tem provas que a música, a demo tá em 2022 e o Loreiro já escreveu a música e lançou em 2024, eu acho que o Art Enemy pode pedir a finalização.
É, o Archangel vai botar aquela carta lá de voltinha lá do Uno, vai apresentar pro Kiko Loureiro, assim. Vai puxar lá. Retorno do Uno. Retorno. Toma aí. Seu processo aí, retoma. Opa, retorno. Imagina, essa seria a advocacia aí. Esse é o direito que eu queria. A pessoa vem com o processo, você joga um return. Aí ele joga um mais dois. Você joga um mais quatro de volta pra outra pessoa paga.
Pois é, né? Exatamente. Mas é isso aí. Enquanto, mas é enquanto também Kiko Loureiro e o Ark Enemy estão...
estão brigando aí por plágio, tem uma banda argentina aí que está lançando coisa nova e que você está trazendo para a gente, não é mesmo que eu estou? É uma banda argentina, não é paraguaia. Não entendi a relação com plágio aí, mas tá bom. Tá tudo bem. Vamos seguindo aqui. Era só, a piada era geográfica mesmo, era só para dizer que era para cá.
quando eu fui missionário lá no Espírito Santo você tem uma menina lá e a menina tava com um bicho no pé e o bicho era um bichinho geográfico, você já viu isso? já, já vi, coisa bizarra e pra eu ensinar pro meu amigo gringo o que era um bichinho geográfico ai gente esse Brasilzão, cara Prelúdio Ancestral com seu disco mais recente Vengeance E aí
Of The Dragon Heart. Então a banda de Symphonic Power Metal de San Miguel Buenos Aires na time desde 2006. Já lançou seu quinto álbum de escuro. Quinto álbum de estúdio, não escuro. De estúdio. É de Black Music. Saíram do Power Metal pra Black Music. Exatamente, cara. Que é o Vengeance Of The Dragon Heart.
Desculpa, é o Guardian. Vengeance of the Dragonheart, tomo da música. É Guardians of the Twilight. E aí a banda é formada por Sebastián Duarte, Javier Valenzuela, Leonardo Gatti, Luca Medina e Gaston Guillen. Eu sabia que essa banda era boa porque o Marcos Ortiz...
Luca Medina e Gaston Glenn, eles são do Legion Sky. Tem uma banda de phoenix power metal argentina de Buenos Aires, muito, muito... Assim, você não dá nada pros caras, os caras entregam tudo, sabe? E é muito bom. Então, assim, é muito maluco como quatro moleques lá na Alemanha, cinco moleques na Alemanha, fazem um disco. Fazem um som, uma música lá, gravam num vinil.
e isso muda o mundo e 50 anos depois quase 40 anos depois quase tem um argentino que vem e faz um som inspirado nessa galera cara é impressionante como o Power Metal é alcançou o mundo cara é impressionante cara
E é muito legal que não é só o som, mas é a temática também. Então esse aqui é um disco que fala sobre quatro guerreiros magos que vão caçar um dragão que cospe fogo. Um dragão dourado, cara. E é isso. E é essa história. Não tem nada mais power metal que isso, cara. Tem uma coisa mais power metal que isso. É um dragão, ele tá voando esse dragão. E aí vem um dirigível, um dirigível pegar ele. E ele vai lá e joga uma arma de sopro no dirigível e derruba tudo.
É isso, cara Assim, agora Musicalmente falando, é muito consistente É muito redondinho Tem uma produção muito boa E Vem de um lugar que a gente não Espera uma produção tão profissional Que a Argentina, não, porque eles não são profissionais Porque não tem esse know-how lá Não tem essa tradição de power metal lá, né Apesar de estar aqui do lado do Brasil, né Os caras não tem As maiores bandas de power metal argentinas Não são o que? Não são o Metal Nobre Apenas e Apenas
o Rata Blanca, né? Uma coisa assim. Então o que acontece? O prelúdio ancestral traz essa pegada, fala da onde? A gente sabe fazer power metal, a gente sabe construir isso aqui. O vocal, por outro lado, é bom, é redondinho, eu gosto do vocal do... Mas, assim, eles precisam dar um jeito, esse cara precisa dar um jeito. Porque o vocal, assim, eu não acho, tenho certeza. Quem, quando treinaram a Suno, AI, E aí
Eles devem ter pego esse cara aqui pra fazer o treinamento. Porque a voz dele é idêntica à voz do cara da Suno, que canta na Suno. Você faz uma música lá com a Suno, é um cara que canta, né? Aham. É idêntico, cara. É. É idêntico. Treinaram com a voz dele, sabe? Ou treinaram com diversas vozes e chegaram nessa intersecção que é a voz do cara. Mas, assim, eu escutei e eu escutei esse disco umas seis vezes. Essa música perdeu umas seis vezes.
Pra ter certeza que não era IA. E eu ainda não tenho certeza. Mas assim, eu acho que não é IA. Até porque é o lançamento oficial, tá aqui no Metal Archives e tudo mais, então eu acho que não é. Mas a voz é idêntica, cara. É impressionante. É, cara. Você tem curiosidade pra saber como é que fica um argentino cantando com sotaque português? É só ir lá na Suno.
Representa, toda música que eu peço com vocal masculino, o sotaque é português, cara. Eu fiz uma música pra Aurorinha, minha filha, lá. Aí metade da música é com sotaque português, metade da música é com sotaque português, metade do sotaque é português, brasileiro. E a nossa nave está se preparando pra levantar o voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo mundo do Heavy Metal.
E não se esqueçam, Revenautas. Estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo metal. Snake Pit Ballar todos os dias. De domingo a domingo às seis da manhã. Desejo a todos um ótimo dia e até a nossa próxima viagem. E aí
Log finalizado Próxima missão, programada de segunda a sexta, às seis da manhã Siga o Heavy Nauta, para sua dose diária de Heavy Metal Até a próxima transmissão, no Heavy Nauta
Sistemas ativados Propulsores prontos para o lançamento Destino O vasto cosmos do Heavy Metal Comandante da missão Hilton Fernandes Tripulação Preparar para a decolagem
Partindo em 3, 2, 1, pego Nauta no ar.
Saudações, Heavy Nautas! A nossa nova está aterrissando mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do Heavy Metal. Meu nome é Kilton Fernandes. E hoje eu estou com o meu grande amigo e copiloto Rafa Ferreira. Obrigado, Kilton. E nesta sexta-feira, vamos começar comemorando o aniversário de uma banda, de uma cena aqui que eu já declarei o meu amor a esta cena algumas vezes. Vou declarar até o amor ao país por causa das raízes que eu tenho dele.
que é os 5 anos do Thunder Turns from Lusitania. Se você reconhece esse nome, sabe que é de uma banda portuguesa. No caso, estamos falando do Tarântula. Cara, banda portuguesa aqui fazendo uma... Marcando aí presença aí no nosso aniversariante do dia. E o que você pode nos dizer sobre este álbum, que eu vou ouvir assim que terminar a gravação.
Cara, é classiqueira A gente tá falando de uma banda de 85, sabe? E é puro, puro, puro Heavy Metal 80ista português Os caras tão de Valadares Você conheceu Valadares? Não conheci, não fui pro norte de Portugal Fiquei ali naquela região mais de Lisboa, Cascais Por ali, infelizmente Mas eu quero voltar Quero voltar e conhecer o norte Porque o meu avô é do norte de Portugal Ele não é daquela região, ele é do norte Ai ei ei
muito legal muito bom então assim que acontece essa banda são dois irmãos que é o Luiz Barros e o Paulo Barros e mais dois amigos que o Jorge Marques e José Aguiar Aguiar Luiz Paulo Jorge José é muito português mesmo sabe e eles cantam em inglês tá e eles assim tem eles tem muita muita consciência do Power no Heavy metal e dentista deles
E eles flertam pesadamente com coisas como Ozzy Osbourne, cara. Flertam pesadamente com Ozzy Osbourne. Muito bem produzido, muito bem consistente, assim. O último disco dos caras é de 2021. É uma pena, eles não foram reconhecidos como deveriam, cara. Porque é uma banda muito boa, muito consistente. Muito prolífera, assim. Tem vários discos lançados, sabe? Portuguesa, cara, mas...
Decolou, ganhou o destaque internacional que merecia. Mas aqui no Revinal também merece. Tarântula aqui pra gente. Vamos celebrar o aniversário da Tarântula. Sensacional. E você, Rafa, o que você tem ouvido no radio-star da sua Revinal? O que eu tô hoje eu trago como...
Uma tradição que, felizmente, eu tô conseguindo manter este ano de 2026, que é trazer um heavy metal tradicional aqui para a nossa sexta-feira, porque heavy metal tradicional combina com sexta-feira. Não sei porquê, mas combina com sexta-feira.
Que sextou, sextou, Rafa. Que sextou, sextou. É pra tu pegar tua long neckzinha lá, né? E se não tiver bebendo, pega sua Harley Davidson. Se não tiver sua Harley Davidson, vá a pé pro bar mais próximo pra beber, cara. Não tem essa, não. Mas se beber, não pilote depois sua moto. Nem dirija. Com consciência. Se beber, beba cerveja sem álcool. Não é vergonha nenhuma você poder dirigir, né? E voltar com segurança pra casa. É uma banda que me surpreendeu pela... E voltar com segurança.
pela história dela, né, que eu fui pesquisar, a gente estava falando aqui do Mord, que é uma banda que fez parte lá do New Wave of British Heavy Metal, lá, aí, formada em 1979, né, lançaram dois discos, né, que o Warhead e o Blood Thunder, né, de 81 e 82, respectivamente, e a banda depois começou que nem o...
meio que virou RPM, tá ligado? E voltava toda hora, indo e voltando, assim, algumas vezes, né? Até que chegou, na época de... Lá pra 2011, 2012, né? E eles se reuniram como... Aí, Kilton, oficialmente como um cover de si mesmos, né? Os caras da banda formaram uma banda cover deles mesmos.
Olha que maluquice. Com o nome de X-More e depois de More 2012, né? Até que em 2022 deixaram de ser cover de si mesmo, diferente do Metallica, que nunca deixou. E voltou a ser More. E em 2026 lançaram esse disco desde aí, que é o Destructor, né? Então assim, por conta dessa inconsistência deles, né?
Tipo assim, só ficar trabalhando como covers de si mesmo, né? Com dois discos lançados, cara. Bem bizarro com isso. Quando eles lançaram esse disco novo aí, que eu tô resenhando hoje, né? Que é o Destructor. Você vê que os caras...
praticamente não saíram dos anos 80. Tudo bem, porque eles só lançaram dois discos lá, então eles mantiveram a consistência de como se estivessem nos anos 80. Aí você se pergunta, pô, mas isso é válido? Olha, se é válido ou não, eu não sei. Mas eu acho que ficou bom, ficou maneiro, porque já que eles não tiveram esse... não ficaram nativos esse tempo todo, né, lançando material novo, né.
Acabou que eles lançaram como se estivessem lá ainda. Então foi realmente uma coisa muito boa, mas ao mesmo tempo pode soar datado. Para quem é um pouco mais criterioso na hora de escutar um disco novo. Mas eu acho que está legal. É um heavy metal.
lá da New Wave of Bridge Heavy Metal. É muito legal você escutar. A capa do disco, porra, é um punho de metal. Isso é muito Heavy Metal também. Uma paisagem que lembra Mordor até. Parece muito Mordor do Senhor dos Anéis. Você não pegou a referência. Esse punho, não pegou. Esse punho é o punho do Holy Diver lá na capa do...
Caraca, meu, pode crer. O monstro foi afundado, não sei o que aconteceu com ele lá, mas ele tá saindo da água, tá vendo? É o Murray, né? Não, mas assim, Rafa, eu acho que é maluco os caras nascer em 79, ter o primeiro disco 81, segundo 82, 82? Isso, Rafa. E depois eles ficam parados até 2026, Rafa.
É maluco isso. Maluco. É outra banda. Não pode ser a mesma banda. É outra banda, né? Mas antes era cover deles mesmo. É muita megalomania, né? É muito megalomania. Muito bom, muito obrigado por trazer more pra gente aí com o Destructor. Eu acho que eles têm aí uma... Eles beberam muito na fonte mesmo do Dio, né, cara? Porque, ó, você para pra pensar, Dio, cara... ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei ei e
A métrica de Jill é muito matemática, assim. Ele sempre canta... Todos os versos têm quatro palavras.
E quando a música tá rápida, ele estica a nota dele pra ficar mais longa. Quando a música tá mais cadenciada, ele encurta a nota dele pra ser mais rápido. E faz isso, ele, assim, jogou. Ele era tipo Romário, sabe? Ficava ali na frente, esperando e fazia o gol. Esses dias eu vi uma estatística do Romário. No segundo tempo do jogo, ele pegou 18 segundos na bola e fez 3 gols, sabe?
Ficava lá na frente só fazendo gol, entendeu? E é tipo o Dio, cara. Fica parado ali. Não, mas assim, pode falar o que quiser, mas se o cara faz três gols em 18 segundos com três postos de bola, gente, é o que você precisa. Você não precisa de mais nada, precisa disso aí mesmo. Com certeza. Não precisa de um cara que fica rodando de um lado pro outro, quadrado mágico, não, precisa de um cara que pega 18 segundos na bola e faz três gols. Centro avante e matador.
Exatamente, e o Dio era isso, o Dio era assim, se ele escutar um riff, esse riff tá muito rápido, eu vou cantar mais lento aqui, quatro palavras por verso. Ah, esse riff tá muito lento, eu vou cantar mais rápido aqui, beleza, quatro palavras por verso. E isso virou meio que uma regra, porque eu fui escutar depois Headless Cross, também do Black Sabbath, e o... Não sei se o nome do vocalista do Headless Cross lá.
O que é listador? Headless Cross. Ah, o Tony Martin. E o Tony Martin também canta quatro letras, quatro palavras por verso, cara. A música inteira. Tony fez escola, né? Quer dizer, quem que eu tô tentando esconder aqui? Quem que eu tô enganando? Realmente, o Dio fez escola, né, meu? Quem? É, é...
Não aproveitou pra beber das águas de Dio, cara. O cara não soube aproveitar direito. Ronnie James Dio, Rafa. Quem também não soube aproveitar direito foi o Rock and Roll Hall of Fame, que demorou 79 milhões de anos pra colocar o
Iron Maiden lá, cara. Exato, né? E mesmo assim, quando eles finalmente reconhecem o Iron Maiden, fazem de uma maneira pífia. Não dizem outra jeito, de uma maneira bem escrota. Mas, né, vamos primeiro falar da notícia principal, porque está confirmado que o Iron Maiden não irá na cerimônia, né, que eles vão ser empossados, né? No Rock and Roll Hall of Fame. Mas por que que isso vai acontecer?
Porque ele já tem shows marcados. Tem uma turnê que vai estar passando pela Austrália nessa época. E é simplesmente inviável isso já acontecer. E já junta também com outro desafeto. Que o Bruce já falou mal dessa cerimônia 300 milhões de vezes. Então acho que o Newt é agradável. Então, olha, estamos com o turnê aqui. Não vamos, mas obrigado pela homenagem.
Ainda assim, quem deve pintar por lá são os senhores Nick McBrain, Blaze Belly e Dennis Sprayton, que também foram indicados para esta edição como parte do Iron Maiden. Mas aí, Rafa, você acha que o Iron Maiden deveria estar lá?
Como parte de uma premiação, como o nome sugere que deveria ser, vamos colocar desta forma, obviamente deveria, o Iron Maiden foi...
foi, e opinião impopular, comparando com outra banda que já está ali há muito tempo, que é o Metallica. O Iron Maiden foi muito mais importante que o Metallica na cena mundial, não só para o rock, como para o metal, que é como eles aconteceram. E o próprio Metallica admite influências do Iron Maiden. E todo mundo sabe que sem o Black Sabbath, essas duas bandas não seriam nada. Ainda tem isso.
Mas aí o que a gente põe? O que já foi indicado por lá? Que são algumas coisas vergonhosas. E nessa lista aqui que nós temos para esse ano também, porra, para mim, tá? Tem coisa boa aqui? Tem, obviamente. Mas tem coisa que não deveria estar aqui. Então, quem foi contemplado junto com o Iron Maiden? Phil Collins, porra.
Vai dizer que o Phil Collins foi importante pro rock Você tá maluco? Olha o Genesis aí Que influência aí do rock progressivo Billy Idol Que é um figuraço Mas faz um rockzinho maneiro Oasis Que por mais que você possa não gostar Eles tiveram uma influência também Muito legal
no rock dos anos 90, eles estouraram lá, e não é aquele rock tradicional, um negócio mais levinho, talvez eu não colocaria, mas tem sua importância. Aí, tanto o Joy Division, quanto o New Order já começou aí, porque, pô, de rock, eu até gosto, eu até gosto do New Order, mas, pô, eu acho que não tem nada a ver botar. Agora, a Sade, meu irmão, Sade, por que ela tá aqui? Por que ela tá aqui?
Então, mas esse é o meu ponto. Você acha que o Iron Maiden devia entrar no mesmo Hall of Fame que a Sade? Não, cara. E eu não tô desmerecendo a Sade, não, cara. Eu gosto dela. Eu tô. Não, eu gosto dela. Ela é uma excelente artista, mas, porra, olha o nome do negócio. Rock and Roll Hall of Fame, cara. Cadê o rock nela? Cadê? Cadê? Tô achando? Tô procurando aqui embaixo da caixa do meu microfone. Cadê o rock da Sade? Porra.
Ai, não, é embaçado, cara, é embaçado. É o que eu falei pra você, eu não acho que o... Que o... Eu só acho que não deveria ter... Que o Iron Man não deveria ir lá, entendeu? Beleza que o pessoal tem esse... Esse... Prêmio, que a galera vai lá, que o Asis ganhou, que a Senna ganhou. Parabéns, ganhe. Mas eu acho que o... Iron Man é maior que isso, cara. Já ganhou muito mais que isso, cara.
A única pessoa que ganha com Iron Maiden nesse prêmio é o prêmio. Com certeza. Olha aí, o Iron Maiden tá aqui, finalmente, botando. Você pegou esses dias aí uma lista, não pegou? Sim, sim, te mandei uma lista de... Não lembro mais. Música de Power Metal. Dos músicos de Power Metal, né? E aí é...
E é aquilo, né, cara, se você pega um... Qualquer lista que eu pego, eu já fico decepcionado na hora. Falo, ah, não, isso aí não vai dar nada, não. Dar nada, não. E não dá nada, assim, eu não tenho moral. Assim, eu precisava... É... Criar um podcast de listas aqui no Revenado. Porque eu não sei tempo de gravar nada, né. Eu não vou fazer, entendeu? Mas... Precisava. Aí a lista podia ser legal. Tirando isso, eis, rapaz? Ih, eu adoro fazer lista, hein. Deixa na minha mão aí, mas...
Vou pisar no calo de muita gente, já tenho certeza disso. Talvez até do teu, Kilton. Ah, então. Talvez até do teu. Vamos conversar aí, cara, porque eu não tenho tempo pra gravar, mas adoraria uma podcast de listas aqui, cara. Mas, independente da lista, certeza que tem um tipo...
de som que tem que ter na sexta-feira. A gente tá falando de Power Metal, de Heavy Metal, cara. E é por isso que hoje eu quis falar aqui sobre Chasing the Hydra, do Chrism Glory, que é a banda de Progressive Power Heavy Metal.
De série a solta na Flórida na atividade de 83, assim como o Moore. De 79 a 82, eles se chamavam Pierced Arrow. 82 a 83 se transformaram em Beowulf. De 83 a 91, eles já assumiram o nome de Crizen Glory, mas pararam. Voltaram a 99, pararam a 2000. Voltaram a 2005, pararam a 2013.
Voltando no 23, então naativa desde então, se você gosta de King Diamond vs. Fate, você tem que escutar a Crystals on Glory, são de 5 discos do mais puro power heavy metal progressivo, bebendo pesadamente na fonte de Queensryche, na primeira fase de Queensryche.
Bebendo pesadamente na fonte de Merciful Fate e de King Diamond. Não tenho vergonha de falar que é uma banda maravilhosa que estava passando pelo meu radar. E eu tenho escutado esse disco até furar. Você gosta de baixo, você tem que escutar esse disco. Porque Jeff Lords, baixista dessa banda, pega o baixo, joga uma farinha em cima e come no café da manhã. Rafa, essa é a realidade.
E aí, cara, essas suas metáforas aí sempre me fazem querer escutar com mais vontade, mano. Eu falo com muita paixão, mano. Pô, esse é o objetivo, que você que tá escutando o Heavy Nauta saia desse episódio e fala, ah, não, vou ter que escutar isso, cara. Deixa eu escutar isso, que eu não posso parar de escutar isso.
Mas sério, cara, King Diamond é muito bom, mas foi feito muito bom. E tem muito disso aqui no Chrism Glory, porque o vocal parece muito vocal do King Diamond. Ah, mas eu não gosto do vocal, eu gosto de King Diamond, mas eu só não gosto do vocal. Você não escutou o suficiente, escuta mais. Assim, escuta até gostar. Essa é a regra, escuta até gostar, porque o cara criou o prog metal americano, entendeu? Então escuta até gostar.
E o mundo vai se abrir. E aí a gente tem isso aqui no Christian Glory. Eu acho que é melhor assim. É mais amigável. Não é melhor, mas é mais amigável o vocal dele, tá? Lembra mais Primal Fear. Lembra mais... Aquela banda que eu tinha... Dream Evil. Lembra mais Dream Evil também.
Mas de toda maneira é um disco muito calcado nessa guerra épica de matar uma Hydra, cara. Vamos caçar a Hydra. E o baixista, minha nossa, ele é muito fã do...
do Queensryche porque ele ele tem um baixo nesse disco que não para nenhum segundo é muito bem calibrado bem timbrado sei lá cara fazão tem que escutar com o glory aí cara Chasing the Hydra sensacional Kilton é isso aí essa sexta-feira tem que ser pesado tem que ter muito heavy metal mesmo ó para escutar sexta-feira meu só sua casa vai pegar fogo pegar fogo com o prison glory
E a nossa nave está se preparando para levantar voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo do Heavy Metal. E não se esqueçam, Revenautas. Estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo metal. Snake Pit voa lá todos os dias. Dia domingo a domingo. Às seis da manhã. Desejo a todos um ótimo dia. Até a nossa próxima viagem.
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Sistemas ativados Propulsores prontos para o lançamento Destino O vasto cosmos do Heavy Metal Comandante da missão Hilton Fernandes Tripulação Preparar para a decolagem
Partindo em 3, 2, 1, pegue Nauta no ar!
Saudações, Revinautas, a nossa live está aterrissando em mais um metal. O meu nome é Kilton Fernandes e hoje estou com o meu grande amigo Rafa Ferreira, seja muito bem-vindo. Obrigado, Kilton. E neste sábado vamos comemorar um aniversário antes gelado, gelado, lá das terras geladas da Noruega. Um marco do Viking Metal, que é o álbum Run. É Run mesmo, é só dois U's. É Run.
do Enslaved, cara, olha só. Uma coisa, cara. Tava lembrando outro dia, tava lembrando outro dia, daquelas regras que tem lá no... aquela parte humorística lá do Weeplech. Pronto, pronto. Vamos lá, vamos lá. Vamos lá, de regras. Vamos pras regras. Vamos pras regras do Black Metal. É, na verdade, do Weeplech. Do Black Metal. Tem a... É, a do Black Metal foi a primeira que eu li, acho que até agora é uma das mais épocas que tem, né? Mas tem a de... As regras do Weeplech.
E cara, o que eles zoam o Slaved nessa lista não tá no Jimmy, cara. É muita zoeira com o Slaved. É muita zoeira mesmo. E a ponto de, assim, eu fui escutar o dia, eu nem lembro agora qual música que eu escutei dos caras, e eu concordei, falei, pô, tem que zoar mesmo, isso aqui não é bom não, cara.
Só que eu posso ter pego realmente uma coisa que não é legal deles, né? Eu tenho que escutar o melhor que eu posso ter realmente ido num local que era ruim, numa música que era ruim de verdade. Mas deve ter a coisa boa dos caras, né? Mas, tipo, era coisa muito assim, tipo assim, que eu falo ah, porque sei o que, é... Aquelas coisas, você tem que ter até um...
Tem um cabelo muito grande, ou se você não tiver cabelo que a sua barba esteja muito grande, aí vem daqui, não seja o Slaved. Aí começa as vargas daqui, não seja o Slaved. Já falei, só lembrando, hein, não seja o Slaved. A porra dele chegar numa porta, bom, Slaved, ruim. A única coisa que eu lembro dessas regras do Weeplash é as regras do New Metal.
Acho que é do New Metal, eu nunca li, cara Vou até procurar aqui É uma coisa assim, primeira regra Seja americano Realmente Quando perguntado sobre suas influências musicais Diga, Black Sabbath, sempre Black Sabbath Por exemplo, assim Tem uma ali, ó
Tem uma do dragão deles Enfim, é isso aí Não vou nem perder tempo falando de New Metal aqui Mas é isso, cara Então nós temos o Run Do Enslaved Que é uma banda de Progressive Black Com Viking Metal Noruguês
nativa desde 91, cara. O álbum mais recente dos caras é o Hamdala, de 2023, cara, né? O Viking Metal é uma raça, não é só um som, né? Tem que fazer parte de uma... Isso aí. E é, sei lá, eu acho um slave de mó bom, mó agressivo e... Enfim, eu gosto de slave. Não sei porque a galera pega no pé. Eu gosto, cara.
Quer dizer, como eu falei, eu concordei, mas realmente aquela música não era legal, nem lembro o nome dela.
pra eu escutar outras coisas deles, até que com certeza eu possa gostar, possa vir a gostar. Vamos lá, vamos falar dos destaques da semana, vamos lá? Muita coisa pra gente falar. Muita coisa, os lançamentos não param, o mundo do metal com certeza não para, e aqui a gente vai noticiar o que der pra vocês, que é muita coisa, e nosso tempo é curto, mas vocês merecem fazer isso. Mas a pauta ficou bonita, pra falar a verdade.
A pauta tá lindíssima, cara. Tá lindíssima. Dá nem vontade de ler, dá vontade só de remoldurar e botar na parede, assim. Ai, rapaz.
Beleza, então o nosso primeiro destaque aqui é da França, cara. Um Heavy Power Metal, que é o Sins of Shadows, do The Last Frontier. É ao contrário, né? Primeiro o nome da banda e depois o nome do álbum. É isso mesmo. Você lembrou o Sins of Shadows do Symphony X. Exatamente. Então, The Last Frontier do Sins. Você pode escutar o som aqui. Agora a nossa pauta aqui tem tudo. E essa banda...
tem um vocal muito agressivo mas ainda limpo mas a vocalista Helena penalver mas ela tem um timbre muito muito baixo cara é impressionante a vem pressionante e o vocal dela e ela tem um inglês muito bom
Então assim, são uma conjunção de fatores que a gente, é difícil pegar assim, sabe? Então eu quis trazer aqui os destaques dessa semana, eu vou pra próxima aqui, que é Abuser, com seu mais novo lançamento, Bloodmarks
Que é uma banda de Trash Metal italiana, cara. Olha aí, né? O Abilson vai estar lançando aí o seu debut agora nos 26. Trash Metal Italiano, Rafa. Você conhece mais alguma coisa de Trash Metal Italiano?
Eu não conheço nada, mas eu fico me perguntando. Os caras ficam revoltados por quê? Cortaram o espaguete ao meio pra cozinhar? Dá muita raiva, dá muita raiva. Dá muita raiva mesmo. É, é um trastamento italiano, imagina. É, nosso próximo destaque aqui vem da Suécia, né? Que é o Crash Diet com Art of Chaos. Que, apesar desse nome, né? Esse álbum aqui, Art of Chaos, né? É um glameta, olha só, cara.
Metal farofa aí pra você vindo da Suécia. Mas a Suécia produz de tudo, né? Não é só death metal melódico, não. Os caras fazem de tudo lá. A Suécia é celeiro, né?
celeiro celeiro do é muito bom agora tem um lançamento alguns cara da dessa semana e desse ano até cara tá um finalizando em ato de seis anos os gloriosos deuses do gothic do metal sueco
Draconian, com seu novo disco In Solem Ruins, sai agora dia 8 de maio, Rafa legal, hein, legal demais, dá uma olhada lá no que tá acontecendo, cara com certeza me pegou por esse nome
Não, não, mas é, pô, uma das maiores bandas. Com certeza, não, você falou, tá falado, cara. Com certeza, eu acredito que você é. Você falou, tá falado, né? Mas é, mas aqui, vamos agora para o mar Mediterrâneo, para um local aí que faz um, sempre um black metal bem blasfemo. Mas esse aqui é melódico, é um pouquinho mais, mais levinho, né? Que eu estou falando da Grécia, né? Que é o Yoth Iria, né? Que é o Gone with the Devil.
Isso aí tem nome de álbum do Motley Crue, hein, cara. God in the Devil. Eles vão querer me sacrificar depois de comparar eles com o Motley Crue. Mas esse disco aqui é interessante você dar uma olhada, porque eles estão migrando de um melodic deaf and black metal. Eles estão trazendo um quesinho de... Legal dar uma olhada, cara. Também temos aí, no dia 8 de maio, Master of Disguise, que é um heavy stoner metal sueco também, Rafa.
Olha aí, cara. Lembra muito o Crash Diet, que é bem aberto. Eu diria que está entre o Crash Diet e o Edgai. O Edgai mais recente. O Edgai mais recente já tem uns 20 anos atrás também. O último disco deles. Se não falar isso pra mim, cara, que eu vou chorar aqui de novo. Não, volta, meu Edgai. Tobia só quer saber de Avanteja agora. Talvez ele esteja cavando um retorno aí.
E aqui, indo para as terras australianas, uma banda que o Kilton já falou aqui algumas vezes, que é o Teramaze, com The Silent Architect. É progmato, né? O Kilton já está escutando até. Já pegou sua máquina do tempo, viajou lá no ano, dia 8 do 5, já escutou o disco e já está com a razinha pronta aí.
Cara, Rafa, eu falava pra você que eu queria resenhar tanta coisa, cara. Eu queria ter tempo esse ano pra resenhar tanta coisa, meu. Nossa, cara, é tanto disco que eu queria resenhar. E com certeza esse disco do Terra Maze eu queria resenhar, é muito.
muito competente esse disco, cara. Puta, é Prog Metal de primeiríssima qualidade, cara. Sabe quando você compra aquele produto, aquele celular, aquele videogame que você coloca na mão e fala esse aqui é premium mesmo, cara. Essa é uma fortuna, mas esse aqui tem lá em construção. Teramaze. É o premium Prog Metal. Eu criei esse estilo. É o meu Nintendo 3DS aí dourado, né?
com temática de Zelda aí. Gastei o meu salário todo nele, mas valeu a pena. Você pega na mão e fala isso aqui. Dois salários que eu gastei nele. Você pega na mão e eu gosto de falar, é isso aí mesmo. É isso que eu queria. Também temos aí, nessa semana, o The Black Veil Brides com seu disco Vindicates. Então falamos de Alternative Heavy Metalcore americano, cara. Black Veil Bride, cara. Pra quem tava com saudade de um pouquinho de metalcore americano.
Tem disco novo saindo aí, cara. É, essa banda é uma conhecidinha, né? Eu nunca escutei nada deles, mas toda hora eu vi, Ju. E nossa próxima aqui é uma norueguesa Darkthrone aí. Com prehistoric metal, né? Um black metal aí tradicional lá da Noruega. Que eu conheço muito mais pela...
Pela música lá do Nenowar, né? Norwegian Reggaeton. No refrão, né? Profanar Latumba ao ritmo da rumba com Fenris e Darktron no Norwegian Reggaeton. Rafa, você é... Você é o próprio Heavy Metal. Eu já te falei isso, né?
Eu que sou uma fraude, Kilton. Eles têm um clipe pra esse disco, porque o nome do disco você não falou, mas é o melhor de todo, que é o Prehistoric Metal. Não, falei, falei sim, cara. Então não, desculpa. Você prestou atenção na zoeira. Tá certo, porque a zoeira é muito boa. Zoeira never dies. Mas esse disco, os caras fazem um disco e é o... É a morte do...
Não pode ser de se levar a sério essa banda, né? Fala a verdade. É a morte dos dinossauros em stop motion. Meu Deus. Eu acho que é zoeira. Eu acho que é zoeira aqui, cara. Eu acho que não dá pra levar, não. Mas bom, é legal. Quero ouvir, vou ouvir. Caraca, essa capa, meu irmão. Então, eu acho, Rafa, que é zoeira.
Mas também temos um disco que com certeza não é zoeira, que é o Panopticon. Com seu novo disco, That, Hilum Sokta, Hear That. Panopticon, que é assim, referência no Atmosféric Black Folk Metal americano. Os caras são de Minnesota, cara. Vocês acreditam que os caras são de Minnesota, que com certeza é a Noruega americana. Olha aí.
É, afinal é de lá que vem... Ah, é pior que a verdade. Isso é uma referência muito obscura. É que é um black metal do... Tá falando do Viking do filme Americano, lógico. Sim, mas é... Eu conheci essa parada por causa do primeiro filme de Pokémon, cara. Ah, não. Aí...
Aí eu não conhecia mesmo, desculpa. Tem que ter uma piadinha, né? Que a gente tem que chegar lá na... Não sei se você viu esse filme. Do Mewtwo. Primeiro filme. Não vi não. Então aquele...
É, eles têm uma parte do filme lá que eles têm que chegar numa ilha, né? Que o Mewtwo lá que criou a ilha lá pra eles poderem, tipo, desafiar os melhores treinadores do mundo. Só que ele convoca uma tempestade que, tipo, pra só os treinadores mais fodas chegarem lá. Só que aí chega a equipe Rocket vestido de vikings, né? De farsado de vikings. Fala, não, a gente leva vocês lá e tal. E eles entram no barco lá, os protagonistas estão no barco e vão. E quando eles estão lá, ou o Jesse e a James lá estão lá remando,
eu não lembro agora, acho que o Brock ou a Misha, pô, que legal eu não sabia que ainda existia um vikings e o Ash manda, a maioria mora em Minnesota eu não só entendi o que você trouxe, como eu peguei esse vídeo e tô colocando aqui na descrição do episódio pra vocês assistirem porque merece demais esse vídeo, cara realmente, cara, isso é muito boa essa piada eu só fui entender lendo porque eles falaram isso, não sei ei
Eu peguei aqui o vídeo E já couro Muito bom, muito bom, o que mais a gente tem essa semana, Rafa? É, nós temos aqui Um black metal italiano Que é o Lord Com searing blood, né Se o trash metal italiano Está revoltado porque Quebraram espaguete pra cozinhar O black metal italiano está sacrificando Quem quebrou o espaguete pra cozinhar Bacanagem
Bom, muito bom, muito bom, cara. E pra terminar o episódio de hoje, o último lançamento aqui de hoje é o Conjuring com Memento More, black metal alemão também, cara. O Conjuring é uma banda bem clássica aí de black metal. Na Alemanha, não tem muito black metal. E eles estão lançando o seu quarto disco. Antes disso foi um disco de 2024. E é isso, Rafa!
Alguma mensagem de esperança para esse final de semana do nosso metadeirão? Com certeza, a mensagem de esperança é mantenham-se hidratados, bebam bastante água, que vocês evitam pedra no rim, isso é importante.
Putz, isso é muito importante, cara. Por favor. Nossa live especial está se preparando para levantar voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo do Heavy Metal. E não se esqueçam, Heavy Nautas. Estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo dos Minnesota Vikings. O Snake Pit vai lá todos os dias. De domingo a domingo, às seis da manhã. Desejamos a todos um ótimo dia. E até nossa próxima viagem.
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