Como ser um parceiro melhor — o que você não está vendo sobre si mesmo nos seus relacionamentos
Neste episódio, falamos sobre uma verdade desconfortável, mas importante: se todas as suas histórias sobre relacionamentos giram apenas em torno do que a outra pessoa fez de errado, talvez você esteja deixando de ver a parte que realmente pode mudar o seu futuro amoroso.
Exploramos como relacionamentos não são apenas sobre quem você é ou quem o outro é, mas sobre a dinâmica criada entre os dois — os padrões, reações, feridas emocionais e comportamentos que se repetem sem que você perceba.
Este episódio vai te ajudar a:
* reconhecer padrões que você continua repetindo
* entender o papel que você desempenha nas relações
* diferenciar responsabilidade de culpa
* e perceber por que certas dinâmicas continuam aparecendo com pessoas diferentes
Também falamos sobre o que mantém uma relação viva a longo prazo: curiosidade, leveza, novidade, energia emocional e a capacidade de não transformar a relação em algo rígido e previsível.
Porque no final, o objetivo não é encontrar alguém perfeito…
mas se entender o suficiente para construir algo melhor.
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- Manter um relacionamento vivoImportância da energia e curiosidade · Novas experiências e hobbies em casal · Brincadeiras e leveza · Evitar a rigidez e previsibilidade
- Autoconhecimento para relacionamentos melhoresEntender o que te ativa em um relacionamento · Parar de se abandonar e repetir padrões · O objetivo não é a perfeição, mas o entendimento
- RelacionamentosIdentificar padrões repetitivos · Entender o papel individual · Diferenciar responsabilidade de culpa · O ciclo de reações mútuas
- Exemplo de padrão de ciúmesIgnorar o comportamento flertador · Repetição do padrão com novo parceiro · Comunicação de limites e expectativas · Possíveis reações do parceiro
- Dinâmicas que levam ao desligamentoRepetição de conversas e brigas · Conflitos sobre visitas familiares · Falta de novidade e espaço para tentações · Desligamento lento e falta de conexão
- O papel do humor e da brincadeiraRiso genuíno como indicador de conexão · Flexibilidade e adaptação através da brincadeira · Exemplos de brincadeiras em casal
Se todas as histórias que você conta sobre seus relacionamentos passados parecem algo que aconteceu com você, é porque você não está enxergando a parte que pode realmente mudar o seu futuro.
E não, não é sobre se culpar, é sobre finalmente entender o que você leva para dentro de um relacionamento que faz ele se repetir.
Oi gente, eu sou a René e bem-vindos a outro episódio de Love Hacks. Nossa senhora, aqui tá fazendo um calor, mas vamos fazendo o podcast. Então, a maioria das pessoas termina um relacionamento pensando ele e ela não me deu o suficiente, não estava pronto.
Não consegui me encontrar onde eu estou. E às vezes isso é verdade. Mas se essa for a única versão da história, você continua preso no mesmo padrão. A pergunta que realmente importa é... Um...
Quem você foi nesse relacionamento? Não quem você acha que foi. Quem você realmente foi. Então, você se manifestou ou ficou quieta? Você ignorou coisas que sabia que não estavam certas? Você esperava que a pessoa lesse a sua mente?
Então, é isso, né? A gente tem que se perguntar essas perguntas para realmente ver a verdade, né? Então, vamos falando de padrões e não coincidência. Se seus relacionamentos vivem terminando do mesmo jeito.
Isso não é coincidência. Isso é um padrão. E padrões não mudam só porque a pessoa muda. Escute bem. Padrões não mudam só porque a pessoa muda. Então, um relacionamento não é só você. E não é só o outro.
É o que acontece entre vocês. Como você reage. Como a pessoa responde. Como essa resposta te muda. E vice-versa. A gente em inglês fala. Leva dois para dançar o tango. It takes two to tango.
Então, não é só essa pessoa e não é só você. É a combinação dos dois. Isso é o relacionamento. Então, tem uma espécie de loop. Você fala algo, a pessoa reage. A pessoa reage e você reage de volta.
E sem perceber, vocês dois ficam presos no mesmo loop, assim, que nem um círculo vicioso, né? Assim, vai, vai, círculo, loop. E aqui vai a verdade dura.
Você não está só reagindo a ela, você está ajudando a criar a versão dela que você está reagindo. Então, inconscientemente, você está fazendo que a outra pessoa vire a versão dela a que você reage nesse loop e vice-versa.
Mas talvez você já viveu isso ou teve uma experiência parecida com outros parceiros. Então, aí é estudar você mesmo assim, mas o relacionamento não é só você, é a outra pessoa. Mas se você está vendo que se repete padrões também, então tem que começar a falar, ok, eu já vivi isso.
Então, vamos mudando o blueprint. Então, aqui é entender o seu papel. Não é... Olha aqui. Não é sobre se culpar. É entender o seu papel.
E é sobre pegar seu poder de volta. Porque se a culpa for toda dela, você não consegue mudar nada. Então, nem é toda a sua culpa, nem do outro. It takes two to tango. Mas você como indivíduo, como pessoa...
Sabe, afastada do outro. Se você está experimentando coisas que você já viveu com este novo parceiro ou parceira, você também tem que se ver, mas não se culpar. E essa pessoa provavelmente também tenha tido o mesmo tipo de experiência com...
Parceiros, parceiras prévias. Sim. Então, é trabalho de dois, né? É se autoanalisar e se ajudar mutuamente a melhorar. Então, da próxima vez que algo acabar, não pergunte só por que ele ou ela fez isso comigo. Pergunte.
O que eu ignorei? O que eu permiti? O que eu faria diferente agora? Então, é profundo isto, né? Não é, ai, eu tenho a culpa de tudo. Ai, sou eu de novo. Não. O que eu ignorei, eu repeti com essa pessoa.
Vou tomar o tempo para dar um exemplo. Então, vamos supor que você teve um parceiro ou parceira, mas aqui eu vou falar de parceiro. Uma pessoa feminina teve um parceiro.
E o parceiro era muito, sabe, paquerador, flerte, né? E ela não gostava dessa característica dele. Mas ela ignorava, ignorava, pra não brigar, porque ela queria ele muito. Então, ela ignorava e permitia situações, né? Aí...
Foi, virou o ciclo, sabe? Acontecia muitas vezes que eles saiam e o cara ficava olhando outras mulheres, até falando com elas de maneira flerte, paquerador, conquistador barato. Aí ela ficou farta e ela terminou com a relação, com o relacionamento. Ok.
Aí passaram três anos. Aí ela conhece outro homem. Sabe? Outro tipo fisicamente. E ela começa a sair com ele. Não são namorados ainda. Mas ela nota que ele fica...
Sabe, fica enxergando outras mulheres nos restaurantes e fica... Ela fala, não, eu estou imaginando isso. Não. Aí tem outro date e ele fica, sabe, vendo outras mulheres aí na cara dela. Mas ela ignora, porque fala, não pode ser que eu já repite, não dá para acreditar nisso.
Então, ela faz exatamente a mesma coisa com outro cara. E ela também começa a permitir que ele fale com outras moças. Ah, eu não sou ciumenta, não. Aí, um dia, ela fica decepcionada, porque ele fica falando com uma garota no bar. E fica lá.
Um bom tempo, não vai para outro lugar, mas ela está vendo, ela veio com ele, né? E aí ela fala, nossa senhora. Duas coisas que eu já vivi e estou vivendo de novo com este outro cara. Mas aí vem uma luz. Tchau!
sabe, pudesse ter acontecido antes, mas ela fala, ah, o que eu vou mudar agora? O que eu faria diferente agora que eu não fiz antes? Eu vou falar com este cara. Vou abrir o jogo, vou falar, olha, eu sei que você gosta de mulher, mas você está fazendo isso muito na minha cara.
Você vai respeitar o nosso relacionamento ou a gente, sabe, acaba com isso? Então, o cara volta à mesa e ela fala, a gente pode ir, sabe, ter uma conversa num lugar mais sossegado? E ele fala, sim, amor, claro. Aí eles vão para...
eu não sei, por um cafezinho, sabe? Não tem tanto barulho. E ela fala para ali, sem mencionar sua relação prévia, mas ela fala, olha, eu estou vendo que a gente está saindo, gosto de você, mas não estou gostando do que você está fazendo comigo quando você vai falar com outras moças, mulheres. Oh!
Ah, mas você tem ciúme. Não, não é ciúme. É que eu estou vendo com meus dois olhos. Então, eu vou falar com você assim. Olha, se você quer ser um beija-flor, a gente acaba aqui. Mas, pelo menos, eu não vou sofrer. Sabe? Porque você...
Está me dizendo que é um beija-flor. Agora, se você me aprecia, se você quer estar comigo, então eu vou insistir em que você não faça isso quando está comigo. Porque eu gosto de um parceiro fiel. E se não dá para você fazer isso...
A gente está perdendo o tempo. Eu não estou pedindo casar com você, nem morar com você. Eu só estou pondo minhas barreiras, porque eu não quero sofrer. Então, ela fala isto. Ela não fez isso com o outro cara. Mas fala isto. Vai ter uma, duas, três respostas possíveis. Uma, o cara vai falar.
Entendo, eu gosto muito de você, quero continuar com você e vou respeitar o que você está me pedindo, porque ok, mas não fique tão ciumenta, eu prometo não ser tão encantador, tão charmoso com outras mulheres. Porque eu sou assim, eu sou charmoso, mas não significa que eu vou ser-te infiel. Essa é uma resposta. A outra é...
Então, vamos acabando aqui, porque eu gosto de falar com muitas mulheres e você está incômoda. Ok, vamos acabando com isso, para você não sofrer e para eu não ficar me sentindo culpável. Que essa segunda resposta não é a ideal, mas pode passar.
Ao menos você já não vai estar perdendo tempo com uma pessoa que não vai respeitar tuas barreiras, né? E a terceira é, ó, eu nunca fiz isso. A negação. Se o cara negar aí, você pode falar pra ele, bom, então a gente tá se vendo.
Sem palavrão, sem nada. Para que não chegue a palavrão, sabe? Mas tomara que for a primeira resposta. Me desculpe, eu não... Eu sou charmoso, mas eu sei me controlar, ok? Eu não sabia que estava te incomodando. Eu aprecio muito você, Blá.
Então, aí ela já mudou com a pergunta, com a condição, ela já mudou o filme. Não queimou o filme, mudou o filme. O final do filme pode ser que eles fiquem juntos ou pode ser que eles acabem. Mas, ao menos, ela não vai ficar, sabe, sofrendo.
Então, o que eu faria diferente agora? Agora vamos falando de que mantém um relacionamento vivo. Não só funcionando, mas vivo. A maioria das pessoas acha que...
Que é amor estar lá funcionando, sabe? Ah, funciona, a gente funciona. Não é. Você pode amar alguém profundamente e ainda se sentir desconectado. Ah, está funcionando, mas você não está... Muitas vezes sente que não está na mesma página com a pessoa. Então, o que mantém o relacionamento vivo e...
Energia. Energia. Agora vocês vão me perguntar, e de onde vem a energia? Bom, para manter o relacionamento vivo com energia, vem de curiosidade, brincadeira, novas experiências. E quando o relacionamento ainda...
Sabe, ainda dá para continuar assim? Então, está vivo, sim. A curiosidade, sabe? Que é parecido a novas experiências. Ok, vamos fazendo um hobby juntos. Vamos tomar aula de cozinha. De haute cuisine, que é cozinha fina francesa, né?
Ah, vamos! Eu tenho muita curiosidade de aprender a fazer um crepe suzette. Estou pensando em francês agora. Está fazendo muito calor. Sabe, algum prato diferente da França, né? Mas...
Eu e meu parceiro queremos isso, queremos intentar fazer umas coisas novas na cozinha. Ou se não também... Oh, meu amor, vamos vendo essa comédia que saiu. É, vamos ver esse filme. Sabe, é com o Jack Black, por exemplo.
ou se não jogar, por exemplo, você lava, não sei, as meias, aí você dobra, mas você pega muita meia e começa a jogar a ele. Ah, vem cá, é guerra de meia, ou de cueca, eu não sei.
Você fala, ah, você tem uma mancha na camisa. Ele fala, aonde? Você faz chubaba. Sabe, coisas assim, brincando. Que nem criança, mas criança, por isso, faz amigo rápido, geralmente. Porque brincam, não é tudo tão sério. Então, é que nem as cachorras que ficam ladrando.
Por que? Eu não sei, mas fica... Elas brincam entre elas, hein? Então, tem muita, sabe, coisa que você pode fazer com teu parceiro ou parceira. Para injetar essa energia. Porque o contrário seria um desligamento lento. A gente funciona, né?
Porque a maioria dos relacionamentos não explode. Eles vão se desligando devagar. Tem as mesmas conversas. Voltamos ao ciclo, né? O loop. As mesmas conversas. As mesmas brigas. As mesmas reações, por exemplo. Chegou a conta da... Você foi para o supermercado?
Eu vi no cartão de crédito, saiu, não sei, vou falar em dólar, não em real. Saiu 200 dólares. Em que você está gastando tanto? Amor, a gente tem muita coisa para comprar porque temos filhos.
Você quer comer gourmet quase diário na janta, na hora do jantar. As cenouras subiram de preço. Sabe, tá? Mais cara a vida. Não. Você não sabe se administrar. Você deve ter ido no dia que tem...
Precio especial, né? Ou liquidação, coisas assim. Mas, amor, eu tenho muito cuidado quando eu faço super, quando eu vou de compras. Ah, não, mas você não... Então, essa é uma situação que este casal já viveu, já experimentou, não uma vez, não duas vezes.
Cem vezes. Mesma coisa, mesmas queixas. Ou se não, o que a gente vai fazer este fim de semana? Vem a minha mãe à casa. Ela vai dormir aqui. Mas ela esteve outro fim de semana. Não, mas eu quero ela aqui de novo. Mas a gente nunca faz nada como casal. A minha mãe é muito importante, amor.
Mas ela não pode caminhar muito. A gente vai para um shopping, aí tem, não sei, maneiras de caminhar mais devagar, tem ar acondicionado, blá, blá, blá. E a mulher fica, mas é a minha sogra, mas cada fim de semana eu vou estar tendo ela aqui.
E se a gente fizer outra coisa, o quê? Vamos com meus pais. Ah, não. A gente foi com seus pais faz duas semanas. Ah, mas você sempre quer estar com sua mãe. Então, essa briga lá, ou discussão, de novo, eles já viveram isso e não aprendem. Não falam, sabe, este fim de semana, por que a gente não vai para a piscina? Você e eu podemos invitar uns amigos.
Sabe? Brindar a vida com os amigos. Na piscina a gente vai nadar. Aí a gente pode ter um jantar romântico. Sabe? Mudar a situação. As pessoas que ficam na mesma situação, elas começam a se fartar, né?
Procurando conversas reais sobre amor, conexão e tudo o que existe entre uma coisa e outra. Escute o Love Hacks, sincero, profundo, em quatro idiomas. Inglês, espanhol, francês e português. Encontre a sua versão onde quer que você ouça podcasts. Mas muitas vezes não quebra a relação aí.
Vai passando o tempo com as mesmas histórias, mesma conversa, mesma briga, mesma reação. Por exemplo, por que a minha mãe não pode estar com a gente? Por que não? Porque eu estou muito cansada. Você sempre fala que está cansado. Mesma reação. Então, depois de um tempo disso, os dois lados ficam fartos e vão se...
Desligando. E aí vem as tentações, vem outro tipo de problemas. Porque nada novo entra no espaço do casal. Então, muitas vezes tem homens que falam, minha mulher, nossa, é um saco. Essa garota gosta de mim e ela é romântica.
É, eu vou ser infiel, sim. E eu posso ainda ver a minha mãe em fim de semana, por exemplo. Ou a mulher pode falar. É, eu estou fazendo esportos, né? E o coach é um gatão e ele quer me dar aulas privadas de natação. E me convidou a uma reunião do...
da equipe de natação, mas eu acho que ele gosta um pouco de mim. E assim eu posso falar para o meu marido, fique com a sua mãe, eu vou nadar com o coach. Sem falar que é um gatão, né? E aí podem entrar outros problemas desse tipo. Esse é um tipo de problema. Ou pode ser que as pessoas se acostumem, ela não gosta da minha mãe, mas eu vou sair com a minha mãe.
Ela pode ficar com as crianças ou os adolescentes. Eu vou estar tranquila com a minha mãe, a gente vai para o cinema e a minha mulher pode ficar com as crianças vendo filme em casa. Assim a gente não briga, a minha mãe vai estar... Sabe? Então para que você casou, né? Se você tem uma família e você quer estar com a sua mãe,
No dia das mães, entendo, ou dia do pai, ou assim, mas... Oh, fim de semana é para estar com o seu parceiro ou parceira com ou sem filhos, né? Ou com pets, mas você casou com essa pessoa, ou você está com essa pessoa por alguma razão? No momento que você já está vendo...
maneiras de se, sabe, de se desligar e se não sentir culpa, aí tem problema mais profundo, né? Não, eu volto para algo positivo que é brincar, né?
As relações, os relacionamentos nascem de novo quando o casal brinca. Por exemplo, você está cozinhando uma coisa, mas você queimou e seu parceiro fala, ah, está ótimo, e vocês começam a rir porque não está ótimo, mas ficam brincando.
a roupa, ou você decide... Eu vejo uns vídeos em TikTok e YouTube Shorts, por exemplo, que tem casais que a mulher sempre pega as camisas do homem, né? Porque ela gosta. Então, o homem decide, ah, sim, eu vou por roupa de você. E eles saem vestidos da mulher e ficam rindo, né? Ou...
Eu não sei, tem muita coisa. Também podem fazer um esporte, né? Juntos. Sair, sabe? Sair a um parque, não sei. Correr. Nadar. Esporte é bom, né? Mas também brincar de coisas ou ver uma comédia. Isso relaxa.
relaxa e cria um ambiente positivo, né? E não vai se tratar daquele riso educado, nem forçado. Vai ser risada de verdade, né? Porque, lamentavelmente, quando isso desaparece, algo mais profundo já foi embora.
Então, o humor é necessário para manter a energia também. E brincar cria flexibilidade. E a flexibilidade é o que permite mudança. Sem ela, tudo fica rígido, né?
Então, tem que saber brincar. Vocês vão catar vinho, não sei. Prova um vinho que sabe esquisito. Os dois ficam se olhando e ficam rindo. Mas, sinceramente, de verdade, com gosto, né? Talvez o vinho não saiba muito bem, não. Mas vocês estão rindo, né? Tem muita coisa. Decidem, não sei, uma amiga estava falando que ela foi fazer um...
Um tipo de escalação com o marido. Em umas partes ela ficava com medo, em outras o marido, e eles ficam rindo. Não ria de mim, mas brincando, né? Então é isso. Porque senão tudo fica rígido. Então, lembrem isso.
Sabe, óbvio não sempre tudo é rir. Obviamente, vai ter momentos na vida que vão ser difíceis, mas procurar ter esses momentos de energia, né? Porque a verdade final é esta, você não é a mesma pessoa como todo mundo. Diferentes pessoas despertam partes diferentes.
Em você. A pergunta é, você sabe o que se ativa em você? Agora estou falando mais individualmente, mas tanto você como o seu parceiro tem que se perguntar isso. Sim? Porque o objetivo não é encontrar alguém perfeito, não existe isso.
É se entender o suficiente para parar de repetir o que não funciona. Não mudando o outro, mas parando de se abandonar novamente. Para não repetir padrões, gente. Bom, eu deixo vocês por agora.
Espero que tenham gostado do podcast e desejo uma ótima semana para vocês. Tchauzinho, a gente está se vendo. Beijos, bye!