Episódios de Izabel Arrais

#FAROL - Autoridade sem Presença não gera Cura

07 de maio de 202642min
0:00 / 42:03

Mensagem ministrada por Izabel Arrais no FAROL do dia 07/05/2026 - Autoridade sem Presença não gera cura, baseada em: 2 Reis 4:8-37.

O cajado carregava autoridade.Mas foi a presença que trouxe vida de volta.

Nesta mensagem, aprendemos que existem milagres que não acontecem apenas por posição, discurso ou aparência espiritual.
A ressurreição aconteceu quando o profeta decidiu permanecer no quarto da dor até que o menino voltasse a respirar.

Autoridade sem presença não cura.

Uma palavra sobre maternidade, presença, intercessão e o poder de permanecer diante de Deus até que a promessa volte a viver.

Ouça, se alimente e compartilhe!!!!!

Nos siga Instagram:

@izabelarrais

@farol.mov

Participantes neste episódio1
I

Izabel Arrais

HostPastora
Assuntos8
  • O Poder da PresençaA presença de Deus como fonte de cura e ressurreição · O modelo de como agir · Ser presente na vida dos filhos
  • Autoridade sem PresençaA importância da presença de Deus · A casa como morada para a voz de Deus · A transformação pela presença divina · O cristianismo para os inconformados
  • O Milagre do FilhoA ressurreição do filho da Sunamita · A importância de levar problemas para a presença de Deus · A batalha vencida em oração · Deus tira o chão para mudar o nível
  • A autoridade e intercessão de CristoO bordão como símbolo de autoridade · Projeto Caixa Zezinho · A autoridade sem a presença não cura
  • A Persistência da MãeA mãe como intercessora · A importância da insistência em oração · Não desistir diante das dificuldades
  • Gratidão e Bem-EstarGratidão como expressão e ação · Fé sem obras é morta · Coerência entre discurso e caráter
  • Motivação do coraçãoPedir a Deus o que se deseja · As bênçãos de Deus são ilimitadas · Entendimento de ser filha de Deus
  • O Sono ProfundoO sono como metáfora para a dormência espiritual · O toque da presença de Deus para despertar · Trazer vida ao que parece morto
Transcrição94 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

para que você abra comigo a palavra em 2 Reis capítulo 4. A gente vai ler do versículo 8 em diante. Achamos? 2 Reis 4, versículo 8 em diante. Amém ou misericórdia?

Muito bem. Certo dia, Eliseu passou por Sunem, onde morava uma mulher rica que insistiu para que ele ficasse para uma refeição. Assim, todas as vezes que passava por lá, entrava para fazer uma refeição e ela disse ao marido dela.

Vejo que este que passa sempre por aqui é um santo homem de Deus. Vamos fazer um quarto pequeno no terraço da casa e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira, uma lamparina. Assim, quando ele vier à nossa casa, poderá ficar aqui. Dá uma pausa, deixa sua Bíblia aberta, mas dá uma pausa porque eu quero falar sobre essa primeira passagem, sobre esse primeiro trecho.

O lugar onde essa mulher morava era caminho de uma peregrinação, a peregrinação ao Monte Carmelo. Então, muitas pessoas, homens de Deus, que buscavam o Senhor e passavam por aquele lugar, estavam indo até um monte da presença de Deus. Estavam indo a um lugar onde era um lugar de busca de Deus. Então, a casa dessa mulher estava num lugar estratégico. E ela via esse homem de Deus passar toda vez por lá.

E ela fez mais, ela toma uma atitude, ela chama esse homem para sentar à mesa e tomar uma refeição. Gente, era um lugar de passagem, era um lugar de peregrinação. Provavelmente muitos outros homens e mulheres passaram por lá, sim ou não?

mas ela teve a atenção ao perceber que havia algo diferente naquele homem. Era simplesmente Eliseu. Eliseu é discípulo de Elias e é o sucessor da voz de Deus para o povo de Israel daquela época. Então ele era a representação da voz de Deus. Gente, se você soubesse que está passando aqui do seu lado a voz de Deus.

Você não ia querer chamar para sentar à sua mesa, conversar com você e ter uma refeição contigo? Eu iria querer. Mas mais que isso, essa mulher, depois de passar um tempo com aquele homem, ela percebe que nele há algo diferente. Ela percebe que nele há santidade. Sua casa.

É um lugar sagrado, sim ou não, para você? É um lugar que representa a sua máxima intimidade, sim ou não? Você convida qualquer pessoa para entrar na sua casa? Você deixa qualquer pessoa entrar na sua casa? O que ela fez? Ela conhece Ele, percebe a santidade que havia nele, entende e vê que nele habita o próprio Deus. E o que ela faz?

Uma morada para aquele homem. Uma morada para ele. Um quarto na casa dela, na intimidade dela. Ela queria a presença de Eliseu na vida dela. O que Eliseu representa? Diga assim comigo, a voz de Deus. A voz de Deus. Você tem feito um quarto, uma morada para a voz de Deus na sua vida?

Na sua intimidade? A presença de Deus, ela é passageira? Ou ela habita na sua história? Vocês estão entendendo? Essa mulher foi muito sábia. Essa mulher sunamita foi muito sábia. Ela decidiu, ela escolheu. Eu não quero este homem na passagem.

Eu quero fazer um quarto para que ele saiba que aqui ele tem morado. A presença de Deus, ela tem que habitar na sua vida. Não pode ser um lugar de passagem.

Bel, a presença de Deus, ela nos transforma até quando é uma passagem, com certeza. Cristo passava, a sombra de Pedro passava e a sombra curava. Olha isso. Então Deus faz. A minha pergunta é, qual o desejo do seu coração? Passagens ou habitação? Deus não quer ser na sua vida um Deus de passagem. Ele quer ser.

A presença real que transforma a sua casa, a sua história, a sua intimidade. Essa mulher, ao reconhecer o que havia nele que era santo, falou, vou construir uma morada para a santidade na minha intimidade que se chama lar. Quantas vezes aquilo que há em Cristo...

A gente sabe que é santo, mas nós temos medo de chamar aquele nível de santidade para a nossa intimidade. Por quê? Porque ele não vai te deixar do mesmo jeito. O cristianismo é para os inconformados. O cristianismo é para aquelas pessoas que querem crescer, que têm a coragem de chamar a voz de Deus, a presença de Deus, para a própria intimidade.

Com certeza, a casa daquela mulher não era perfeita, ela era rica, era bem resolvida, estava tudo certo. Mas, gente, qual é a intimidade aqui de nós que é perfeita?

Ninguém, ninguém, todos somos carne e osso, todos temos imperfeições. Quando você chama a voz de Deus para a sua casa, para a intimidade, você está dizendo, eu quero a presença, porque a presença é a única coisa capaz de me transformar no íntimo. Não só de passagem, mas em intimidade. Amém? Corajosa, sim ou não?

Com isso, o que essa tsunami fez? Ela gerou ambientes espirituais. A casa dela deixou de ser um lugar simplesmente para morar, mas ali habitava um profeta. Ela gera, ela constrói uma atmosfera. Ela faz daquele lugar um lugar onde há um quarto que Deus pode agir.

Esse lugar é tão lindo que ela prepara tudo minuciosamente para que ele fique e para que ele não vá embora. Não é? Ela pensa, vou fazer uma lamparina, uma mesa, uma cadeira, uma cama. Quem faz isso? É uma boa anfitriã, sim ou não? Um bom anfitrião quer que a pessoa se sinta bem.

Ela foi superintencional. Ela queria que ele ficasse. Porque ela entendeu quem ele era. Amém? Vamos continuar. Versículo 11. Amém? Um dia, vindo o profeta para ali, retirou-se para o quarto e se deitou. Então disse ao seu servo Geazi, que é o quarto e se deitou.

Vá chamar a Sunamita. Ele a chamou e ela pôs diante do profeta. Este tinha dito a Geazi que dissesse a ela, A senhora nos tem tratado com tanto cuidado. O que podemos fazer para a senhora? Como podemos falar em seu favor junto ao rei ou ao comandante do exército?

Ela havia respondido, eu estou bem, vivendo no meio do meu povo. Então o profeta perguntou a Geazi, o que se pode fazer por ela? Geazi respondeu, ora, ela não tem filhos e o marido dela já é de idade, é velho.

Eliseu disse, vá chamá-la. Ele a chamou. E ela se pôs à porta. Então o profeta disse à mulher, por este tempo, daqui a um ano, você terá um filho nos braços. Não, senhor. Não, meu senhor. Homem de Deus, não minta para a sua serva. Ela já tinha perdido a esperança.

A mulher engravidou no ano seguinte. No tempo determinado, deu à luz a um filho, como Eliseu tinha dito. Pausa mais uma vez, porque nessa segunda parte, Deus nos mostra algo muito especial. Sabe o que há de interessante nessa ação do profeta? É que ele estava com o coração cheio de gratidão.

A gratidão, escuta isso com bastante atenção, amém? A gratidão só é completa quando ela vem acompanhada de ações. Gratidão não é discurso, gratidão é expressão. E eu só posso expressar se o outro recebe, se as minhas ações mostram o quanto eu sou grata.

Há pessoas que vivem muito no lugar do discurso, mas não têm ações de gratidão. É como a fé. A fé sem obras é? Morta. Eu não tenho como dizer sou grata da boca para fora. Se as minhas ações não são coerentes com o meu discurso, o meu caráter não está sendo coerente. Há algo em mim que precisa ser mudado. Estão me entendendo?

Da boca para fora a gente pode ser muita coisa. Da boca para fora a gente pode ser grata. Da boca para fora a gente pode ser humilde. Da boca para fora a gente pode dizer até que tem fé. O que vai revelar quem somos? As expressões, as ações. Porque se sua boca fala algo que não está coerente com o que você faz, o seu caráter...

está quebrado. Há algo em você que precisa ser transformado. Eliseu, ele estava com o coração grato. Então o que ele faz? Ele chega e pergunta, o que eu posso fazer por você? Porque eu quero te abençoar como você tem me abençoado. Um coração grato mostrou que precisava, não era retribuir, mas agradecer.

E é legal porque aquela mulher, ela responde assim, eu estou bem, eu estou bem no meio do meu povo. Eu achei linda essa frase dela, porque é como se ela falasse assim para eles, eu, sua presença já me basta, eu estou bem. Sua presença aqui já é o agradecimento que eu precisava, eu estou bem. Isso não é lindo?

Quantas vezes eu e você convidamos a presença de Deus para a nossa casa, mas queremos algo em troca? Estamos chamando ele não porque queremos desfrutar da presença, mas porque queremos as bênçãos do profeta. Porque queremos as bênçãos da mão de Deus. Esse lugar onde ela fala, estou bem.

Talvez tenha gerado para eles eu ainda mais vontade de falar, eu quero te abençoar. E aquela mulher estava bem? Eu tenho certeza que ela estava bem. A palavra nos fala bem no início que ela era rica. Ela talvez não tinha nenhuma necessidade física ou humana. Sim ou não? Só que deixa eu te falar, o dinheiro, ele compra.

Ele pode trazer a solução para necessidades, mas dinheiro nenhum traz a realização completa. Dinheiro nenhum traz a plenitude. Dinheiro nenhum consegue dar respostas que só Deus pode dar para a sua vida. Ela era rica, talvez ela não precisava de nada. Mas aquilo que Deus tinha para oferecer a ela não era por necessidade.

mas era por desejo de abençoá-la para que ela possa ser feliz e plena nele, com ele. Você sabe que no original a palavra realmente é desejo? Não é o que queres, o que tem necessidade, o que você precisa que eu faça a sua vida. Eliseu pergunta o que você deseja. E sabe o que é bom de entender? Que você pode pedir para o seu pai.

Tudo aquilo que você deseja. Às vezes a gente não se sente meio que envergonhado e fala assim, Deus, eu já tenho tanto, por que eu ainda estou aqui pedindo algo? Às vezes você se sente constrangida, porque você vê outra pessoa que está passando por uma situação difícil e você fala assim, não, eu posso aguentar isso aqui, não é tão importante assim.

Essa mentalidade te prejudica, porque você está colocando Deus, que é infinito, que é uma fonte infinita de amor, de bênção, de graça, de favor, na sua mentalidade ilimitada. Não, Deus, abençoa essa aqui que ela precisa mais que eu.

Quem disse que as bênçãos de Deus são limitadas? A sua mente miserável faz com que você coloque Deus nessa caixa. As bênçãos de Deus são ilimitadas. O que você recebe não limita aquilo que o outro vai receber dele. Você é filha. E esse entendimento de filha muda a gente, né? Vira para a mulher linda que está do seu lado. Eu sempre falo isso, né? Fala assim, você é filha.

Filha de Deus. Então você pode pedir aquilo que está no seu coração. Ele quer realizar os desejos do seu coração. Amém? Ó, vamos continuar comigo? Ela teve o filho, sim ou não?

A mulher engravidou no ano seguinte, no tempo determinado, e deu à luz um filho como Eliseu tinha dito. Vamos continuar a leitura do 18 em diante? Segue comigo. A mulher engravidou no ano seguinte. Ai, desculpa. O menino cresceu e certo dia foi encontrar-se com seu pai, que estava no campo com os ceifeiros. De repente, ele disse a seu pai, Ai, a minha cabeça, a minha cabeça.

Então o pai disse a um dos seus servos, leve-o para sua mãe. Ele o tomou e levou para a mãe. O menino ficou sentado no colo dela até o meio dia. E então morreu. A criança morre no braço da mãe. O filho do impossível, o filho do milagre. O pedido que ela tinha feito em secreto e que Deus realizou estava ali, morto nos braços dela.

O que ela faz? O que essa mãe faz? Versículo 21. Ela subiu e deitou sobre a cama do homem, fechou a porta e saiu. Ela pegou o filho, a criança, colocou ele sobre o lugar, na cama, onde ela tinha preparado para a voz de Deus, para a presença do Senhor, para que Eliseu estivesse lá.

Chamou gritando o marido e disse-lhe, mande um dos servos, uma das jumentas, preciso ir de pressa falar com o homem de Deus e voltar. O marido perguntou, por que você quer falar com ele hoje? Não é dia de festa da lua nova, nem sábado. Eu tenho uma impressão nessa hora que ela não tinha nem falado ao marido o que tinha acontecido. A impressão que me passa quando a gente lê é que ela...

Viu e agiu, subiu com aquela criança para o quarto do profeta, estendeu ele e foi direto buscar a voz de Deus. Essa é a sensação que eu tive. E dentro dessa interpretação, eu quero fazer uma colocação para o seu coração. Quando essa criança morre, essa mãe não prepara um velório, ela coloca ele deitado na presença.

Quantas vezes a gente passa por dificuldades, problemas nas nossas vidas, com os nossos filhos, que a gente não tem noção do que fazer. Aqui eu não estou falando de problemas só físicos, eu estou especialmente falando das mortes espirituais.

Daqueles lugares onde você vê que o seu filho está perdendo a mente, está sendo roubado. Onde você vê ele entrando no lugar de desistência e desânimo. Onde você percebe que o seu filho está afastado, emocionalmente desconectado de você. Rebelde, sem direção. Muitas mães carregam dores silenciosas.

de lugares de morte, que não são físicas, mas são espirituais. Não leve o seu relacionamento com o seu filho, o destino do seu filho, para um lugar de velório ou de morte. Independente do que você vê hoje, leve para a presença do profeta, para a presença de Deus.

As nossas batalhas vão ser vencidas em oração. Aquilo que a nossa mão não consegue fazer é o espaço perfeito para o milagre acontecer. Eu vejo que muitas vezes Deus nos tira o chão.

para mudar o nosso nível. Entenderam? Tipo assim, parece que a gente está tão acomodada com algumas coisas, que eu sinto que Deus tira o nosso chão para que a gente cresça e se estique, para mudar o nível de pensamento, o nível de fé que você tem hoje. Para essa mulher, o filho dela não era um caso perdido. Ela nem anuncia a morte, ela chama a voz de Deus. Não perca o seu tempo anunciando tanto a morte.

Não perca o seu tempo anunciando tanto a desgraça, a perda, a dor, a chateação, a frustração, a decepção, o desânimo. Não perca o seu tempo enchendo a sua casa de palavras que não são a voz de Deus para a sua vida. Vá ao quarto do profeta, amém? Vá ao quarto onde a voz de Deus se repousa ali, está repousada ali.

Porque quando essa mãe não faz um velório, ela entende que o filho dela não está perdido. Eu não sei qual é o caso impossível da sua vida hoje, mas eu sei de uma coisa. Não é tempo de fazer velório. É tempo de agradecer, de colocar na presença de Deus e de declarar vida em vez de morte.

Amém? Ela coloca o filho exatamente no quarto construído para a presença. O lugar que ela preparou para Deus se tornará o lugar do milagre. Só que o milagre só acontece na vida dessa mulher, porque ela preparou um lugar para Deus. E às vezes a gente não percebe isso. Essa mulher...

Ela não buscou a Deus por um milagre, gente. Ela não buscou a Deus por uma necessidade. O quarto já estava pronto. E talvez se o quarto da presença não estivesse pronto, ela não teria conseguido o milagre. Não inverta as ordens, amém? Mães que são espirituais entendem que quando não conseguem resolver, naturalmente levam para o altar. Ela não fez o velório, ela buscou o profeta.

Algumas batalhas, gente, exigem de nós perseverança. E a nossa história não termina aqui. Vamos seguir? 22. Não, 22 a gente já leu. Ai, meu Deus. Desculpa, mudou aqui o capítulo. 25, não é isso, meninas? Perfeito. Então, vamos lá.

25. E assim ela partiu e foi falar com o homem de Deus, no Monte Carmelo. Ao vê-la de longe, o homem de Deus disse a Geazi, seu servo, veja a Tsunamita. Corra ao seu encontro e pergunte a ela, vai tudo bem com você, com o seu marido, com o menino? Ela respondeu, vai tudo bem.

27. Quando ela chegou ao homem de Deus, aonde ela abre o coração? Na presença. Quando ela chegou ao homem de Deus no monte, agarrou-se aos pés dele. Geazi se aproximou para arrancá-la. Geazi era como se fosse o escudeiro, o assistente desse profeta. Mas o homem de Deus, Eliseu, ele disse, deixa.

porque a sua alma está amargurada e o Senhor escondeu de mim isso, não me revelou nada a respeito. Então a mulher disse, por acaso eu pedi ao Senhor algum filho? Eu não lhe disse que não me enganasse?

Então o profeta disse a Geazi, cinja os lombos, pegue o meu bordão e vá encontrar alguém. Não cumprimente e se alguém cumprimentar você, não responda. Põe o meu bordão sobre o rosto do menino. O que é isso? Vamos lá. Quando ela vai aos pés e coloca toda a dor dela na presença, na voz de Deus, o profeta percebe que há algo errado ali.

E o coração dela estava tão triste, que ela falou assim, eu não pedi um filho, por que você mentiu para mim? Porque ela tinha entendido que a morte foi o próprio Deus retirando o filho dela. Como é que o Senhor disse que ia me dar, mas depois me toma? E é muito difícil da gente entender isso, sim ou não?

Só que aquela mulher não estava vendo a revelação completa. Ela estava vendo um recorte daquele momento de dor. Não deixe a sua dor fazer você perder a revelação completa que Deus tem para a sua vida. Não deixe a amargura do seu coração, a sua dor, falar mais alto do que a voz de Deus na sua vida. Um recorte não significa a história completa.

Estão comigo? E aí o que que Eliseu, o profeta, a voz de Deus faz? Ele pede para que o assistente dele pegue o bordão, cinja o cavalo, o jumento e vá. Encontrar o menino. O que é bordão? Eu também me fiz essa pergunta.

E aí eu vi que é a mesma coisa, a mesma figura do cajado. Só que o bordão era um símbolo especialmente usado para os sacerdotes e líderes, que tinha um significado. Qual era esse significado, Bel? Autoridade.

Uma pessoa, um homem, que tinha um bordão, um cajado, ele tinha um instrumento que atestava que ele tinha autoridade sobre um povo, que ele tinha governo, que ele era voz de Deus, representante de Deus, autoridade instituída por Deus para um povo. Vocês vão lembrar de outro bordão ou de outro cajado muito importante, o de Moisés.

Lembrem, ele pegou e aponta e o mar se abre. Esse é o cajado, esse é o bordão. Um símbolo de quê? Fala comigo. A autoridade. Eu lembro que eu estava muito trecho, que falava de cajado e bordão. O teu cajado e o bordão de controle. O senhor é o meu pastor, o teu cajado... Isso é muito relevante. O cajado é esse sinal de autoridade.

Olha que legal. Além disso, eu quero que você entenda que talvez Eliseu estava muito preocupado com o tempo em que a criança estava lá, sozinha, morta, tinha acabado de acontecer. Então ele faz o assistente dele ir na frente e falar para ele, olha, se alguém falar com você, não fale, vá direto. Pegue o meu cajado, o meu bordão e vá à frente. Autoridade.

Nessa história, Eliseu chega lá e ele faz exatamente o que Eliseu mandou. O assistente dele faz exatamente o que ele mandou. Só que não há resposta. O menino não volta quando o bordão, a autoridade, o cajado é colocado sobre o seu rosto.

Vamos ler comigo para a gente ver o que acontece? Versículo 30. Porém, a mãe do menino disse, Tão certo como vive o Senhor, e como você vive, não te deixarei. Então Eliseu se levantou e foi com ela. Geazi foi adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino. Porém, o que aconteceu?

Não houve nele voz nem sinal de vida. Então voltou para encontrar-se com Eliseu e disse, o menino não acordou. Quando o profeta chegou à casa, eis que o menino estava morto sobre a cama. Gente, olha o tempo, deu para ele ir correndo, voltar, encontrar os dois e depois levar de novo o profeta.

Então ele entrou, fechou a porta e orou ao Senhor. Subiu à cama, deitou-se sobre o menino, pondo a boca sobre ele, os olhos dele e as suas mãos na mão dele. E estendeu sobre o corpo do menino até se aquecer. Ele aqueceu o menino com o corpo.

Eliseu levantou e andou no quarto de um lado para o outro, tornou a subir na cama, estendeu o menino e este espirrou sete vezes e abriu os olhos. Parece uma coisa assim, inacreditável, né? Então Eliseu chamou Geazi e disse, chame a Sonamita. Ele a chamou. Quando ela chegou, Eliseu disse, pegue o seu filho.

Ela entrou, lançou-se aos pés de Eliseu e prostrou-se em terra, pegou o seu filho e saiu. Outra coisa que me chama a atenção é que mesmo o profeta Eliseu, tendo virado para ela, na frente dela, na verdade, e tendo falado assim, Geazi, vai, leva o meu bordão, coloca no rosto do menino, vai na minha frente. Ela falou assim, ei, eu não vou sair daqui sem você.

Tudo bem, pode mandar, vai, vai na frente. Mas eu não saio daqui sem você. Ela não desistiu. Ela insistiu, ela permaneceu, ela buscou. Isso revela que era uma mãe que intercede. Mães, há uma característica em nós. Nós somos intercessores. Nós permanecemos em oração.

até que o milagre venha. E muitas vezes a gente vai precisar de persistência nesse lugar, de insistência, para que a gente não se acomode, para que a gente permaneça, para que a gente fale, Deus, só saio daqui, quando o Senhor for comigo. É esse lugar de insistência e oração que Deus está te chamando nessa manhã. Amém?

Deus vai voltar até seu filho, até que ele viva novamente. Deus vai voltar até seu filho, até que ele saia de uma mentalidade de depressão, até que ele saia do lugar do vício, até que ele saia do lugar da confusão, da rebeldia, até que ele saia do lugar de não estar na presença de Deus. Deus vai até os nossos filhos.

Antes mesmo de ter um filho, aquelas que ainda não são mães, eu quero te convidar a fazer essa oração. Senhor, eu vou ficar com você até que você vá e encontre os meus filhos. Ela não sai de lá até que o profeta vá até o filho dela.

O que isso nos ensina? Isso nos ensina não só a nossa necessidade de buscarmos Deus para que os nossos filhos recebam de Deus, mas nos ensina algo muito importante. Eliseu tentou curar a criança, trazer vida a ela com a autoridade do cajado, mas só a autoridade não cura. O que cura e ressuscita é a presença.

A autoridade sem presença não traz cura nem a transformação da vida. A autoridade sem presença não cura. Foi na hora que a voz de Deus entrou naquela sala, foi na hora que Ele fez a presença se unir à vida daquela criança morta que houve a ressurreição.

Hoje, o que a sua e a minha vida precisam, hoje, o que os nossos filhos precisam, é do repousar da presença sobre a vida deles. É um encontro real com a presença de Deus. Essa é a primeira lição. Deus vai aonde você não vai conseguir. Deus está indo agora aonde você não dá conta.

E o milagre acontece, não só porque a autoridade está lá, mas porque a presença veio e repousa sobre ele. Amém? Outra coisa importante. Toda vez que Deus fala algo na palavra dele, não é só para nos ensinar como ele age, mas é para nos trazer um modelo, um referencial de como nós devemos agir. Eita, Bel.

porque eu acho que muitas vezes é bom, né? falar assim, não, Deus vai fazer pela gente sim ou não? é confortável você chegar e falar assim, Deus vai à frente, Deus vai resolver, eu confio no Senhor, Ele está indo à minha frente isso é mentira? não é mentira, é verdade Ele faz, Ele está indo à sua frente, Ele está agindo

Só que quando Deus ensina algo, ele não só fala como ele se move, mas ele gera um modelo de como nós devemos fazer. Como nós devemos fazer? Autoridade sem presença não cura. Mães não tentem ser autoritárias sem ser presentes na vida dos seus filhos. Estão comigo? Autoridade sem presença não cura.

Não adianta você ir lá, colocar o cajado, o bordão, na cabeça do seu filho. Só a autoridade não muda, não cura a mente, não traz de volta a vida. Não quebra aquilo que tem gerado morte na vida dos nossos filhos. A autoridade é importante, mas ela tem que ser acompanhada da presença. Que é a presença mais real.

do que se deitar, a gente vê a presença de Deus nesse simbolismo aqui, deitando, esquentando, trazendo o ar novamente, a vida de um corpo morto. Talvez você olhe o seu relacionamento com o seu filho nesse lugar de distanciamento. Frio.

Deus quer que você seja presente para trazer vida àquilo que o inimigo tem tentado matar e distanciar. Eu quero te lembrar uma coisa. Quando a gente faz a leitura, uma expressão aparece, uma expressão muito comum aparece. Quando há alguém que vai ser ressuscitado, é impressionante. Mas sempre aparece a mesma expressão.

Ele dorme, ele ainda não acordou, ela dorme. Aqui acontece a mesma coisa. A gente vê Eliseu colocando o cajado sobre o rosto da criança. E a palavra nos diz, ele não acordou, ele não despertou. Aquilo que nós olhamos muitas vezes como o fim, como a morte, para Deus, não é.

É só um lugar de dormência, um lugar onde ele está dormindo, onde nele algo precisa ser acordado para que ele possa ter vida. Esse sono profundo que muitas coisas na nossa vida estão, precisam do toque da presença de Deus para ser despertados. E esse é o convite da manhã. Vamos despertar.

Vamos despertar. Vamos trazer à vida aquilo que muitas vezes a gente está olhando hoje e parece que está morto. Não está morto. Apenas dorme. É hora de despertar. Mães. Hoje a gente está meio que numa palavra direcionada ao dia das mães. Então mães e futuras mamães. Não use só o cajado. Não use só a autoridade.

Porque sem a presença, você vai perder o coração do seu filho. Ele vai se esfriar. É preciso a presença, o contato, o toque, a atenção, para que o coração, o corpo dele não seja esfriado, não seja como um cadáver morto. Analogia pesada, né?

Mas vocês estão entendendo que eu estou tentando trazer contexto, né? Por favor, tudo figurativo aqui, amém? Eu quero te trazer essa reflexão. Porque guerras vão existir. A maternidade não é algo simples. Problemas, guerras vão existir.

Mas o que você faz diante delas muda o caráter do seu filho. Para bem ou para mal. Deus te constituiu como autoridade sobre a vida dele. E é muito peso, é muita coisa, é muita responsabilidade, Bel. Sim. Mas sabe o que é melhor? Quando você entender que você precisa ser como a Tsunamita.

Fala assim, eu não quero viver sozinha. Eu quero um quarto na minha intimidade para a presença de Deus. Porque quando Ele habita, você não está sozinha. A autoridade e a presença dEle estão em você e com você.

E consequentemente você vai conseguir refletir a autoridade e a presença dele na vida dos seus filhos. Autoridade sem presença não cura. Exerça a sua autoridade, mas peça a presença de Deus e seja presente na vida dos seus filhos. Vamos orar?

Eu creio que Deus tem algo profundo para essa manhã, amém? Então abaixa suas cabeças, feche seus olhos. Senhor, nós entregamos uma porção nova a Ti essa manhã. Nós pedimos que o Senhor venha com fôlego de vida, traga ressurreição e vida a todos os lugares que hoje consideramos como causas perdidas.

dificuldades e dores onde não temos solução, o Senhor é aquele, a voz que vai trazer a resposta de autoridade e presença que transformará a dor em milagre. Senhor nos ajuda a enxergar aonde falhamos, nos ajuda a buscar o Senhor e a sua glória para que a gente venha ser restauradas.

Senhor, prepara, prepara a nossa vida hoje para que nós possamos ter um quarto da presença na nossa intimidade. Nós queremos ter a presença de Deus na nossa intimidade nesta manhã, na nossa casa, no nosso lar, na nossa vida, na nossa história. Senhor, em nome de Jesus, nos ajuda a enxergar o Senhor e ver a sua presença em todos os momentos.

Senhor, alcança as tuas filhas agora para que as dores que elas estão sentindo possam se transformar na operação perfeita do milagre de Deus. Nos ensina a usar da autoridade com a presença, sem perder o caminho de salvação de Deus.

Senhor, nos ajuda a trazer a presença para cada vez mais perto. Para que nós possamos não simplesmente utilizar o cajado, mas sermos presentes, abrigo, lugar seguro dos nossos filhos e filhas. Em nome de Jesus. Amém. Amém. Aplauda, Senhor. Amém.

#FAROL - Autoridade sem Presença não gera Cura | Castnews Index — Castnews Index