TDD EP#257 | TOCA POSTAL SELO #11: Contos, Roupa Velha e Abuso de Capivaras!
#tocadodragao #2026 #podcast #ouvintes #emails #comentarios #comedia #discussao #videogames
Episódio de hoje: Mais um selo do nosso programa especial, dedicados a vocês nos incríveis ouvintes! Bora pra mias um Toca Postal!
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DOADORES DE MAIO/2026
PAULO DEROS ELVE, BRUNO BRAZ, RODRIGO SILVA, MARCIA REGINA BERNARDES, MASON YEON, PAULA GESTAL, GABRIEL SCHADE, LELE DANTAS, JOÃO PANDA, CEZAR AUGUSTO, ANTHONY MARTINS, ANDRIA SEDREZ, BRENDA NASCIMENTO, MISTER DOVAH, LENHORMAR, VICTOR FERNANDES
Agradecemos aos Inscritos do Podcast que fizeram suas doações pelo PICPAY nosso e-mail: tocadodragaopodcast@gmail.com
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CASTERS NESSE EPISÓDIO: Richard (Ricky, O Bardo) e Rodrigo Silva (Capivara Molhada)
MÚSICAS ORIGINAIS DO TOCA #
Compositor: Caio Varalta / Tema do Podcast: "Entrando na Toca" - Todos os Direitos Reservados
- Menções Honrosas de JogosNo Mercy (Steam) - agressão sexual e incesto · The Sims - barbaridades · Inzoy - atropelar crianças · Resident Evil 5 - racismo · Call of Duty - massacre em aeroporto · Hatred - violência · Limites de idade em jogos · Liberdade de expressão vs. censura · Violência e psique humana · Educação e formação de caráter · Pedofilia e estupro em jogos
- Número 10Leitura de e-mails dos ouvintes · Comunidade Toca do Dragão
- Comida e culináriaSopa de macarrão 'goela de pato' · Mandioca frita · Batata frita da avó · Carne moída da avó · Torta de amendoim da mãe · Pão caseiro da mãe · Roupas velhas (mistura de sobras)
- Produção de PodcastsCampanha no Apoia.se · Doações mensais · Benefícios para apoiadores
- Obras e Personagens MarcantesCrash Bandicoot - ciúmes de Cortex · Coco - amante de joias · Mario e Luigi - não são irmãos · Luigi e Peach - caso · Mario e Yoshi - relação
- História de PollyannaContinuação de conto · Cliffhanger
- Construção de ComunidadeDivulgação em redes sociais · Crescimento da comunidade · Novos parceiros
- Remasterização Elis 73Nostalgia como cura · Preços abusivos de jogos · Resident Evil 2 e 4 Remake · Final Fantasy VII Remake · Crash e Spyro (remakes) · One Bit Explorer vs. The Last Fate · Preferências de gênero (terror, fantasia)
Você está ouvindo a Toca do Dragão. Bora que bora, meu povo lido. Bem-vindos a mais um Toca do Dragão, cara. Se esse podcast maravilhoso semanal pra você. E hoje nós vamos estourar mais um selinho aqui no nosso querido Toca Postal. Selo número 11.
E nós nos comprometemos dessa vez aí a fazer pra vocês trazer aqui no Toca do Dragão todo mês, mensalmente, mais e-mails dos inscritos e dos nossos ouvintes porque vocês mandam e-mails e vocês são saborosos, lindos. E a gente quer muito saber o que vocês têm a dizer.
Todos os nossos episódios sobre o que está passando na vida de vocês, sobre assuntos adversos. E claro que para fazer essa leitura comigo está aqui ele, meu grande amigo, o nosso querido entregador, o carteiro de tangamandápio, a capivara do Correio, Rodrigo Silva.
E aí, meu povo bonito, como vocês estão? Tudo certo, tudo firmeza. Bom dia, boa tarde, boa noite. Se você tava triste, seus problemas acabaram, porque a gente chegou. Nossa, cara, agora é uma injeção de adrenalina e energia deles, meu amigo. É isso aí, chegamos.
Se você não rir das nossas bobeiras, você vai rir de vergonha alheia. Alguma risada você vai rir. Se você não rir das nossas, você vai rir da dos outros. É assim que funciona esse podcast aqui, meus amigos. Olha só. Então, tá preparado? Se não tiver, nós vamos mesmo assim.
Ah, meu amigo, isso aqui é o Toca do Dragão. O Toca do Dragão não é para os fracos. Dito isso, saiba você que você pode seguir a gente em todas as redes sociais, cara. Se você gosta de fazer entregas aí de mensaginhas, mande uma mensagem pra gente no nosso Instagram. Você também pode mandar no Facebook. Estamos também no Blue Sky, no TikTok e no Threads, cara. Pode mandar pra gente em qualquer lugar que a gente vai ler, atender e responder você. Porque aqui...
O remetente é garantido, meu amigo. O remetente é garantido. Rodrigo, estamos disponíveis também aonde? Cara, a gente também tá ali pelo Spotify, Cashbox, Apple Podcast, YouTube Music, Amazon Music e muitos outros. Cara, a gente chega em todos os lugares desse mundão afora. É difícil achar um lugar que a gente não tá.
É difícil, é difícil, é muito difícil, cara. Primeiro que o TOC é bem-vindo em todos os lugares onde vai, né, cara? Tem essa pequena característica aí que a gente conseguiu cada vez mais melhorar e cada vez mais deixar evidente. Estamos aí com diversas parcerias novas, trazendo muita gente nova.
acumulando amiguinhos, cara, o que é uma maravilha, trazendo mais pessoas pra nossa comunidade, pro nosso lado, fazendo cada vez mais e mais aí a nossa constelação do dragão aumentar e trazer novas constelações pra junto da gente, cara. Isso é muito importante. Somos uma grande comunidade de várias coisas, uma podosfera completamente nova. Diria até que uma dragonsfera.
Mas vamos falar sobre a nossa querida campanha no Apoia-se. Sim, você pode estar apoiando a gente na nossa campanha do Apoia-se. Cara, alimente o seu dragão com a ajudinha a partir de 10 reais. E os mensais, meu amigo, menos do que... Deixa eu ver, menos do que mandar uma carta pra França.
É mais barato do que mandar uma carta daqui de casa pra tua. Imagina que eu sei se isso. Nossa, cara, o correio é caro, mas mandar e-mail pro Toca do Dragão custa quanto, Rodrigo? Menos sete. Cada e-mail que você manda, você ganha sete estrelinhas aí de aprovação da gente, que vale mais do que o outro. Exatamente, cara.
Isso mesmo, exatamente, Rodrigo Silva. Se você quer ajudar o Toca do Dragão, vá lá, entre na nossa campanha do Apoia-se e venha se tornar um apoiador conosco, cara, porque aqui, Rodrigo, funciona assim, apoia o Toca. Adote o dragão. Adote um dragão carteiro intergaláctico. Agora, gente, eu vou mandar para outro planeta agora. Exato, porra, foi para longe agora. Agora? Não, se a constelação está crescendo, meu amigo, daqui a pouco nós temos que começar a mandar entre galáxias.
Isso mesmo, se até o Mario pode ter uma galáxia é porque o dragão não pode, não é verdade? Eu fiquei com inveja, eu quero também. Eu quero também, acabou, é isso. Muito bem, nós temos que lembrar dos nossos queridos apoiadores aqui do nosso podcast e eles que são os lindos e nenarráveis que estão sempre girando com os seus coletes apertadinhos, Rodrigo, em locais extremamente capriciosos.
Os Rodrigo Silva. Ai, que delícia. Eles que estão sempre com as suas nuvens de fagulhas explodindo. Meu Deus. Enquanto eles não olham para as explosões, porque heróis e caras legais não olham para as explosões. Os inenarráveis lindos Power Rangers.
São eles, Paulo Deros Elvi, Bruto Brás, Mr. Tova, Rodrigo Silva, Márcia Regina Bernardes, Maison Wion, Paula Gestal, Gabriel Chade, César Augusto, Victor Fernandes, Alessandra Dantas, João Pedro Panda, Anthony Martins, Brenda Faustino, Andria Cedres, Lenomar.
Rodrigo Silva, temos hoje que fazer um Megazord e um uniforme especial. Temos que fazer um uniforme especial pra ela, Rodrigo Silva. Chegou a vez dela, a nossa Ranger, que vem sempre nos ajudando, vem sempre indicando podcast, vem sempre fazendo força aí pra que mais e mais pessoas conheçam o Toca do Dragão.
Tornando cada um deles one of us, cara. Ela, a nossa querida Andréa Cedres, cara. Sim, Andréa, chegou a sua vez. Rodrigo, tal qual o álbum do nosso querido Pink Floyd, Dark Side of the Moon, cara. Estamos falando aí desse prisma maravilhoso. Mas eu vejo, na verdade, vindo uma energia obscura, uma energia sombria. Porque a nossa Ranger, ela gosta do gótico. Ela gosta de um uniforme preto, Rodrigo. Mas não...
é um uniforme preto qualquer, não, Rodrigo Silva. Não, não, não. Não, não. É um uniforme preto o quê, Rodrigo? Cara, é aquele preto cintilante, tá ligado? Que quando chega, mesmo sendo aquele breu total, ainda dá pra ver que se destaca, tá ligado? Ou também a gente... Porque, tipo, realmente ela tá se destacando. Ela tá ali na batalha de frente, né? Ajudando, compartilhando, fazendo de tudo. Então, não pode ser aquele preto total.
que é aquele preto que parece que deu bug na Matrix, que é o preto mais preto que o preto, que o cara desenvolveu, lembra? Ah, lembro. O Venta Black, nós temos uma outra Ranger aqui que tem esse poder. Aí tem que ser uma outra coisa. Mas esse aqui é cintilante, né? Esse é cintilante, lembrando.
Sei lá, de vinil cintilante. Vinil, agora sim. Vinil cintilante, adorei isso. Uma Ranger preta de vinil cintilante, cara. A nossa cor especial da nossa Ranger aqui. Além disso, cara, além disso, não é só isso, né, Rodrigo? Esse vinil cintilante aqui, bonitão. Ela tem um Megazord, Rodrigo. O Megazord dela, Rodrigo, eu vejo caminhando entre as florestas aí da...
Deixa eu ver de que lugar seria vindo esse urso maravilhoso. Um urso, Rodrigo. É um ursão. Eu tenho certeza que é um urso. É um ursão, Rodrigo. Entendi. Ela cavalga um ursão, tipo um Putin. Não tem um Putin? Já sei, Rodrigo. É da Sibéria. É um urso siberiano. Um megazord de urso siberiano. Mas não é um megazord de urso siberiano qualquer. Não, não, não, não, Rodrigo.
É um Megazord de urso siberiano o que? Cara, um urso siberiano Cara, ele vai A gente já tem o nosso Zord Que providencia ali O nosso alimento, certo? Que é o nosso forninho do pãozinho Que é o pãozinho, exatamente Esse daqui agora vai ser um urso siberiano De destilaria atômica De destilaria atômica Exato, entendeu? Ele vai, ele, você joga as coisas ali Sai um destilado Do outro também Do outro também
Eu não tava indo pra esse lado
Eu adorei. A destilaria atômica... Destre do outro lado. Destre do outro lado. Muito bem. Destre do outro lado. Muito bom. A destilaria atômica destre do outro lado. Mas não é qualquer vodka também, né? Que vodka é essa, Rodrigo? Ai, meu Deus do céu. Vodka é feita... É a vodka que é feita de batata, né? Isso, a vodka é feita de batata, Rodrigo. É uma vodka batatuna. Não, é uma... Não, é uma vodka... Carai, velho. Pode ser bugonicamente.
É que batata frita é francesa É desesperado É uma vodka camarada Uma vodka camarada Formada raça É uma vodka camarada Da alvorada Agora é bem português É isso que eu ia falar Colônia Virou um gajo Era um camarada, virou um gajo
Meu Deus. Camarada da Alvorada. Nossa, mano, isso aqui ficou uma beleza. Muito bem, cara. Eu estou satisfeito. Você quer adicionar mais alguma coisa, Rodrigo? Mande aí pra nós. Vamos ver se falta algum complemento. Parece que tá tão curto. Não, eu acho que ficou na medida. Muito bem. André, parabéns. Você é a nossa Power Ranger preta vinil cintilante com o Megazord de Urso Ciberiano de Destilaria Atômica, deste e do outro lado, de vodka, camarada da Alvorada. Ótimo. Acho que é isso aí.
Nossa, nossa, tá lindo, cara. Se você gostou, André, manda pra nós uma review sobre o seu Megazord e o seu uniforme. Se você curtiu, a gente gostou bastante. Cara, a gente tá se esperando, né, cara? Cara, tem podcasts que chamam isso, Rodrigo, de fanservice. Eu chamo de surto...
Ai, meu Deus do céu. Cara, o mais legal é que a gente faz isso só um... Não é, não é, cara. O pessoal deve pensar assim, cara, os caras devem fazer isso, sei lá, sexta-feira à noite, tomando cachaça pra caralho. Não, é domingo de manhã, tava tomando café. O Rodrigo tá tomando antiácido, porque ele comeu muito ontem. É isso, tá ligado? Essa é a nossa vida. Nós somos dois tiozão, o Rodrigo.
Eu fui pra balada ontem, cheguei em casa 8 horas da noite, que é o horário de balada de velho, né? O Rodrigo foi pra balada ontem ele saiu de casa, a Alessandra pegou um pacote sete belli dele na cabeça dele toma balada aqui, Rodrigo
Meu Deus do céu. Meu Deus do céu. Muito bem, então, esperamos muito que a Andrea tenha gostado da Ranger dela, cara. E também do Megazord dela ficou aí. Muito bacana, adoramos fazer. E, claro, você tem que lembrar, tanto você quanto a Andrea, quanto todos vocês que estão ouvindo, que não é só isso que vocês recebem ao se tornarem apoiadores aqui do Toca do Dragão. Vocês recebem muito mais.
Recebem acesso à nossa Estante do Dragão, tá? Que é o nosso poderoso acervo, onde você vai encontrar diversos tipos de materiais de leitura, de áudio e também materiais para jogos de RPG de mesa. Tem livro de regra, tem um monte de coisa. Tudo pra vocês lá disponível. Também ganhe acesso ao nosso podcast exclusivo no Spotify. O Alimente o Seu Dragão, cara!
que é para apoiadores com episódios exclusivaços, cara, do Toca, como o Pergaminho do Necromante e o Toca das Fadas. Além disso, dentro também do nosso querido podcast exclusivo Alimento do Seu Dragão, você vai ter aventuras exclusivas de RPG, que eles conquistaram, Rodrigo, uma coisa muito legal aí, atingindo uma das nossas metas secretas, eles já atingiram, vamos ver se eles conseguem atingir mais uma meta secreta.
pra gente disponibilizar mais coisas, mas lá os apoiadores têm aventuras que são exclusivas deles, só pra eles. E também aventuras em acesso antecipado, que eles recebem antes dos demais. Olha que bacana, muito antes, tá? Muito antes que eu quero dizer assim, tipo seis meses antes. É bem antes.
É bem antes mesmo, tá? Pra vocês terem uma ideia. Tem coisa que, nossa, que eles já estão terminando que a galera vai saber só lá no final de dezembro, talvez começo de 2027, Rodrigo. E os caras já estão terminando já. E eu não tô nem brincando. Pode perguntar pra qualquer apoiador do Toca do Dragão.
Além disso, tem votações de episódios e temas para os próximos lançamentos do seu podcast favorito, cara. E muito mais. E claro, mais importante que tudo isso que eu disse agora. Ajudar aquilo que você ama não tem preço. Fazer parte disso aqui, fazer parte dessa família do Toca. Ser junto da gente. Tá junto com a gente. Não é pela grana, não é pelo rolê, sabe? É o bagulho meio, tipo, fazer parte.
sentir-se parte de algo, sabe? Estar aqui junto com a gente, participar conosco, ter a liberdade de vir falar com a gente. Quantas vezes eu escuto o pessoal falando Ah, pois é, eu tô no grupo de fulano de tal, mas ah, fulano de tal não fala muito. Cara, eu e o Rodrigo, galera do Toca aqui, os ouvintes, eles têm quase que pedir pra gente calar a boca, de tanto que a gente fala nos grupos. A gente fala o dia inteiro nos grupos. E pior que é verdade. E não é em um grupo, é todos. Não, eu tô nem brincando.
Eu não tô nem brincando. Inclusive a gente participa dos parceiros, que é uma coisa que é verdade. Eu já vi muita gente dizer assim, ah, pô, eu entrei no grupo de fulano de tal, mas fulano de tal não entrou no nosso grupo. Cara, com o toxo não rola, tá? Se você convidou a gente, você convidou a gente, a gente vai ir, beleza? Pra sair, só se der alguma treta. Mas, ó, não vai rolar, porque a gente é sempre da zoeira, da brincadeira, a gente leva tudo na esportiva.
Beleza? Dito isso, você já tá sabendo desse esquema todo, meu querido. Já é um apoiador do Toca? Parabéns, você é foda. Se você ainda não é um apoiador do nosso querido podcast mais extraordinário da galáxia, eu vejo vocês na sala de comando. Ai, ai, ai, ai, ai. Bora!
Rodrigo Stilva. Claro, claro, claro. Muito bom, muito bom, muito bacana. A gente tem aí os nossos queridos apoiadores. E também temos, claro, aquele espaço maravilhoso para os nossos queridos parceiros. Links aí na descrição do nosso querido podcast. Gostaria apenas de evidenciar, cara, que nós temos aí um novo parceiro que está junto conosco e estará...
participando mais do nosso grupinho aqui, que vai estar no nosso próximo episódio, que são pessoas muito bacanas. Eu gostaria muito que vocês conhecessem, se ainda não conhecem, tá? Eles já tem uma história bem legal no RPG brasileiro, que é a galera do Caneco Furado. Então...
Esse é um novo aí parceiro do Toca do Dragão, galera do Caneco Furado. Mas continuem com os nossos outros parceiros excelentíssimos. Quakimair, RPG, Cumberinhos, RPG, RPG seguro, RPG de quinta. E uma galera que não termina mais de gente que traz conteúdo bacana de primeira qualidade pra você, beleza? Tem só gente foda. E eu não tô falando só de RPG, não. Também tem a galera do Terror da Esquina. Meu Deus!
O pessoal, tem o professor, o professor também joga, ele tá voltando com o podcast dele, falando sobre biologia, tá bem legal, tá bem massa. Inclusive, um abraço pro Nando Stuck. E, cara, putz, tem uma infinidade de conteúdo. Além disso, nós temos ele, Rodrigo Silva. Eu também, olha só, quem diria. Não tô só por aqui, eu tô lá no meu canal também. No YouTubeson.
com as minhas jogatinas, com as minhas mesas de RPG. O Rui que tá gangareando a campanha dos 200 inscritos no meu canal pra ver eu me tremendo, me porrando de medo para todo mundo. E pior que não é só isso, né? Pior que agora tem o Pandita, a André, o Leomar. Todo mundo tá querendo ver eu com medo. Eu não entendo nada. Bom demais, né, cara? Tá bom, tá ótimo. Continue assim.
Quanto mais melhor, quanto mais melhor. É só isso que a gente quer. E o mais legal, né? Como que funciona? A partir de você chegar no meu canal, você vai achar o canal do Rick. Do canal do Rick, você chega no Terror na Esquina, você chega no RPG Seguros, você chega pra todo o antecântico.
Todo mundo lá. Todo mundo lá. Isso aí, né? Exatamente, exatamente. Inclusive o Rodrigo. Eu tô lá também, né? Porque eu sou intrometido. Não, cara, Deus o livre. Imagina, tu faz o bagulho e não coloca o teu... Não, né? Tá doido, né? Aí é muito errado. Não, mas é legal. E, galera, vocês têm que também acompanhar ali o canal do Rick, porque ele faz, principalmente aos sábados, o Sabadão Animado, com umas lives que vocês vão dar risada de chorar. Se vocês já acham engraçado aqui.
Vocês não sabem o que vocês estão perdendo. Imagina morrendo e ficando nervoso. Madrinha. Mas tá bom demais. Então eu espero vocês lá. Na verdade, não só no meu canal, como eu disse. De todo mundo. Ajudou um, compartilha pra todo mundo. Faz igual eu fiz esses dias pra trás. Eu entrei na conta do meu serviço e saí curtindo todo mundo também.
É isso aí, cara. É o que rola. É o que rola. Eu acho certíssimo. Eu acho certíssimo. Se você veio e se inscreveu no canal do Rodrigo, se inscreve nos parceiros do Rodrigo. Se você se inscreveu no canal do Rico, se inscreve nos parceiros do Rico. Não custa nada ajudar e de quebra, né, Rodrigo? Eles ganham conteúdo de qualidade, que é o mais importante, não é verdade? Exatamente isso, meu povo. E assim, é sempre um conteúdo feito pra poder ajudar todo mundo a se divertir. Que a gente sabe, né, galera?
dia a dia ali, o cotidiano, não tá fácil pra ninguém, então esses minutinhos que você consegue parar 10, 15 minutinhos ali enquanto você tá almoçando dá aquela risada gostosa entre amigos, não tem preço é igual a ajudar esse esse post aqui, não tem preço
É isso. Depois desse recado maravilhoso, você já sabe, né? Sigam todos os nossos parceiros. Siga o Rodrigo Silva, siga o Rick. Faz parte disso. E também, obviamente, se você está aqui, considere entrar no nosso grupo do Telegram e do WhatsApp, cara. Sim, principalmente o grupo do WhatsApp. Agora está muito em alta. Nós estamos bombando de conversar lá. Está muito...
divertido. O pessoal tá entrando com uma qualidade de papo muito massa. Tá falando sobre anime, sobre filme, sobre jogo e posta link de jogo. Cara, tá muito legal o papo lá no nosso grupo do Watts.
Então se você quiser fazer parte disso tudo, basta clicar, clica aí com os links que são na descrição. Lembrando que os Power Rangers tem um grupo único, exclusivo, especial, fechado, somente pra eles, Rodrigo, de nome. É, nossa alameda dos anjos, meu caro. Ali onde você vai pra poder, primeiro, reestocar o estoque de faísca, né? Ai, que delícia. Porque um Ranger que se preza tem que ter sempre faíscas fresquinhas, não pode...
Antes de só falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar falar
Cara, eu tava pensando nesses dias, né? Considerando que você tá soltando faísca, quer dizer que você tá apanhando. Então, não sei se é uma coisa tão boa. Não, não. Os moços também soltavam faísca.
Tá, então a gente reestoca para na hora que a nossa arma bater nele e sai faísca da nossa arma batendo no... Mas é óbvio. Entendi, entendi. Eu não lembrava. É, não, pô. Exatamente, exatamente. Dá um desconto. E com explosões, hein? É faíscas e explosões. É, mas as explosões a gente não vê. É verdade, porque a gente não estava olhando na hora. Exato, porque somos caras legais.
Exatamente O Guys Don't Look At Exposions É isso aí Vem fazer parte, cara Vem fazer parte que é muito legal Pra você ter ideia, esse nível de palhaçada aqui Acontece também nos grupos, tá? A gente fica zoando lá, é muito divertido Todo mundo fala um monte de besteira, é bem legal Nós temos, os grupos são bem unidos Tem muita gente que conversa E o mais importante, Rodrigo, eu acho De tudo isso, é explicar pra eles Que não existe estrelismo E aí
Você vai falar com o Rick, vai falar com o Rodrigo Vai falar com o Wilkson Vai falar com o Cenourão, vai falar com Sei lá, com todas as pessoas que já participaram Em algum momento aqui no TOC que estão no grupo Tem algumas pessoas que infelizmente não estão mais No grupo, mas todas as que estão No grupo, elas vão falar com você numa boa Todo mundo é humilde, todo mundo é gente boa Não tem nariz em pé Não tem ai, ele não vai falar comigo Não vai ao caralho, e se não falar leva a esporra ainda Vai apoiar
É verdade, Rodrigo? Tô mentindo. Não, com certeza. E se não responder, a gente fica spamando. Exatamente. Eu fico marcando. Vai lá, responde aqui, caralho. Perguntou pra ti. Não tem essa, mano. Não tem essa. E é isso. Dito isso, bom, o Rodrigo tem um aviso pra vocês que envolve o Spotify Pergunta. Exatamente, meu povo.
Porque funciona mais ou menos assim, né? Ah, olha só, ser Ranger é tão legal, tem um monte de coisa, mas eu não posso ajudar nesse momento. Mas eu também amo esse podcast, eu também quero ajudar, né? Porque aquilo que eu amo não tem preço pra mim. Quando você faz isso, primeiro, você ali no Spotify, você vai engajar pra fazer a plataforma entender. Opa, peraí, esse podcast aqui tá tendo uma interação legal, vamos dar mais uma atenção aqui pra eles, né? E você faz isso compartilhando.
comentando ali na área de comentários que todos os episódios têm, tem também as nossas enquetes. Você pode avaliar a gente, como o Rick falou agora há pouco, a cada X número de avaliações, um conteúdo secreto exclusivo é liberado. O que vai ser, quando vai ser, como vai ser, somente fazendo esse número crescer, né? Aumentando aí a nossa constelação, o dragão com cinco estrelinhas, você vai descobrir. E... Presidente de Presidente de Presidente de Presidente de Presidente de Presidente de Presidente de Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente Presidente
Exatamente. Cara, olha, eu falei pro Rick, na verdade o Rick falou pra mim que eu joguei pra todo mundo um problemão pra ele, porque o TDAH bateu, mas é. Não tem um episódio sem ter comentários escondidos. Não tem. Te desafio ir e achar. O cara tá ficando louco respondendo comentários por causa do que eu falo isso. Tudo, respondo tudo.
Cheguei até 10 minutos atrasado hoje pra responder, se vocês terem uma ideia. Vou falar, vou falar, vou responder primeiro. Primeiro eu respondo vocês. Mandou, eu respondo na hora. Exatamente, porque é esse... A gente quer ter esse contato com vocês e quer... É uma pequena forma da gente compensar também essa interação que vocês têm conosco, né? Vocês gostam de comentar, vocês gostam de estar interagindo.
E a gente ama responder. Chama-se, Rodrigo, é uma coisa que hoje em dia tá começando a entrar em extinção, mas é muito bonita. Gratidão. Que demais. Ultimamente tá complicado, né? Mas é isso, meu povo. Fica aí. Olha, cara, é facinho. Se você ajudar a podcast a se espalhar cada vez mais, vocês vão ver o tanto que isso vai nos ajudar.
Sem você precisar dar um centavo e você vai gastar, sei lá, 30 segundos da sua vida. Isso. Me ajuda para um caramba, velho. Daqui a pouco nós vamos estar chegando até lá na cidade que o povo lá dos patinhos estão inventando os nomes. Você viu isso lá no... Porra!
Que é um nome que a gente nunca viu na vida lá pro lado da Tailândia. Uns... Não sei o quê. Que é a cidade do incenso. Aí você tem a cidade mais não sei o quê. Cara, estamos indo. A gente tá se espalhando. Igual o... Igual o fungo do The Last of Us, tá ligado? A gente tá se espalhando ali. Devagarzinho. Só referência de coisa boa. Igual o fungo. Igual a gripe espanhola.
que tá matando pessoas e causando apocalipse. Exatamente. Uma boa referência pro Toca do Dracan. É, porque a gente vai matar ele de dar risada. É, mais ou menos isso aí, ó. Muito boa, muito boa. Saiu pela tangente. Saiu pela tangente aí, Rodrigo. Saiu pela tangente aí. Muito bem, então. Depois desse anúncio maravilhoso do Rodrigo, o Rodrigo ainda precisa falar das estrelas. Eu já falei. Eu já falei. Desculpa.
Eu sempre tenho isso. Eu sempre acho que tu esqueceu de falar das estrelas no final. Acabo rindo e esquecendo que você falou. Não, eu já falei ali. Mas só para reforçar. Cara, vamos lá. Vamos reforçar. Olha, cara, é simples. Tem um processo ali de avaliação que tem cinco estrelas. Clica na quinta. Rodrigo, por que é importante? Cara, porque quanto mais estrelas a gente tem, mais a gente se torna relevante. E como eu já disse, a cada tanto número de estrelas, conteúdos extras são liberados.
Olha que legal. Então, além de eles ajudarem a gente a receber mais atenção e ser mais relevante dentro da plataforma, eles ainda vão ganhar um prêmio por isso. Exatamente. E não vai custar nada. Como você disse agora há pouco, já foi desbloqueado um prêmio. É verdade, já tem um prêmio desbloqueado, ele está em manufaturação nesse exato momento.
Inclusive, eu acabei de assinar papelado, tá tudo certo, viu? Exatamente, logo estará em mãos nos ouvidos de vocês, o quê? Mal no ouvido, eu imaginei um tapão Vai ter brilho Um tapaço na orelha, mas ó, prometo pra vocês que será tão impactante quanto um tapaço na orelha
mas isso é bom, tá? Um bom tapaço, um telefone gostoso possa saber disso então você já tem todos os nossos recadinhos, muito bom Rodrigo Silva agora sim, vamos pra finalmente o que a gente veio fazer nesse podcast maravilhoso, esse podcast aqui que é especial pra você que é nosso ouvinte e nos envia e-mail, envia o seu e-mail pro toca do dragão podcast arroba gmail.com E aí
que você tem a maior facilidade de aparecer nestes episódios aqui, que são os episódios dedicados para leitura de e-mail. Rodrigo, para que e-mail eles mandam mesmo? Para toca do dragão podcast arroba gmail.com Falando mais devagar até para vocês conseguirem guardar a cabeça. Isso mesmo, cara. Manda para a gente aí o seu e-mail que a gente vai ler aqui. Dito isso, bora lá arrebentar uns selinhos, Rodrigo? Vamos lá, estourar a orelha de todo mundo agora. É delícia.
Vamos então, Rodrigo Silva, com o nosso primeiro e-mail, continuação de um conto de Paula. Lembra do conto A Busca de Paulinha? Então, descobri que cometemos, aliás, eu cometi, não vou responsabilizar a Paula por isso, eu cometi uma gafe, eu não havia lido, certo?
E eu acabei lendo numa ordem aleatória. Mas agora, se você que eu vou ler, você vai poder entender. Então, se você quiser acompanhar desde o início, ouça primeiro o selo número 10. E depois volte aqui pra ouvir o selo número 11. Vamos começar. Olá, galera da toca mais linda do mundo. Olha eu aqui de novo. Bora pra segunda parte do conto? Bora, Paulinha. Bora lá, Paulinha. Bem-vinda de volta.
A Busca, segunda parte. Dezoito anos se passaram. Era uma manhã típica no pequeno vilarejo perto do mar a leste. Por entre as ruas apertadas do mercado central, um jovem casal corria rindo em direção ao mar. Vamos, Cheza, rápido! Grita o jovem rapaz. Estou indo, Andrei!
Responde a garota rindo. O vilarejo próximo ao mar é a referência para comerciantes. As ruas estão abarrotadas. O jovem casal corre por entre as pessoas, barracas e suas mercadorias. Comerciantes e seus fregueses. Em uma casa simples de madeira, um velho senhor de cabelos grisalhos, uma postura robusta. Rosto marcado pelo trabalho duro. Porém, dono de uma bondade sem tamanho, grita.
Voltem, ainda não terminamos. Ao seu lado, uma senhora, amiga de todas as horas, olha com o carinho e um sorriso maroto. Deixe, não adianta chamá-los agora. Vamos, eu o ajudo. Ah, suspira a mulher. Quando você vai contar?
Na hora certa, Miranda, na hora certa. Suspira o homem enquanto coça a nuca. Na praia, um mar azul profundo, areias brancas e a enseada. Tudo parecia tão vivo. Andrei e Cheza caminhavam rindo e se divertindo enquanto pulavam ondas e conversavam. O céu azul, o sol, com o mar tudo parecia tão perfeito. Andrei e Cheza conversavam sobre o futuro.
Afinal, em breve, ela deveria escolher o seu futuro. Era costume que as moças escolhessem seus companheiros, aqueles com quem dividiriam toda a vida. Com um olhar pensativo, Andrei pergunta a Cheza se ela o escolherá. Com um sorriso nos lábios e um olhar divertido, ela segura-lhe a face, beija-lhe nos lábios, um beijo inocente. Respondendo a questão, já está decidido. As horas passam como nuvens do céu. Grandes embarcações aproximam-se da enseada.
Velas douradas e vermelhas, cores da nobreza. Após retomarem à casa, Xeza e Andrei unem-se a Miranda e Tom, velho homem. O jantar fora servido em pratos simples. Uma comida muito simples, mas saborosa ao paladar de todos. A lareira, uma conversa amistosa, um excelente final de noite. E então, quando todos deveriam estar supostamente adormecidos,
Pelo que pensava o velho homem e Miranda, sua amiga, sentavam-se perto da lareira para conversar. Você não pode prolongar mais, Tom. Um dia alguém virá atrás dessa criança, dizia Miranda. Eu sei, Miranda. Eu sei, mas o que posso fazer?
Após a morte de Isis, não pensei em continuar vivendo até ela chegar. Suspirava o homem roçando sempre a nuca. Tudo bem, Tom. Deixemos o tempo guiar-nos. Um olhar assustado, uma fresta da porta. Soluços contidos. Andrei ouvira toda a conversa. Assustado com o que ouvira, corre na direção do quarto de Sheza.
Ela não conseguia acreditar no que acabava de ouvir. Lágrimas em seus olhos. Ele abraça Cheza como se o mundo fosse acabar naquele instante. Cheza, sem entender, acolhe o amado e o conforta até que ambos adormecem.
E por hoje é isso. Já tem o tempo que eu não li essa história. Obrigado. Até a próxima, Paula Gestal. Nossa. Ela é boa de cliffhanger, né? Eu quero saber o resto. Ela é boa de cliffhanger, cara. A Paulinha encarnada no cliffhanger, meu amigo.
Ah, Paulinha, e eu te digo mais, já separei aqui pra não me perder, olha só como... Somos muito, né, muito, como se diz, competentes aqui no Toca do Dragão, Rodrigo, então nós já marcamos o bagulho pra não se perder, está separada aqui a parte 3 e a parte final, cada uma será lida em cada um dos nossos episódios aqui no Toca Postal, claro, pra manter vocês no cliffhanger também, vocês acham que a gente é bobo? Vocês acham que a gente é bobo aqui? Vocês acham que a gente chegou aqui como? Ah, zá, zá, zá, zá, né? Os senhores!
E aí
Vamos pro próximo, Rodrigo, também é dela, comida e memória afetiva, Paula Gestal. Vamos lá. Olá, galera da toca mais linda do mundo. Oi, Paulinha. Olá, Paulinha. Tudo bem? Oi, tudo ótimo, meu Deus do céu. 100%. Eu tô ótima. Eu corri 16 quilômetros. Caralho, eu corri 16 quilômetros. Ai, espera, hoje... Ela está datando, está datando coisas. Ai, ai, ai, ai, ai. Faz quase um ano que ela mandou isso aqui, hein? Espera, hoje é dia 24 de 2025.
Meu Deus. Pergunta. Vocês têm uma comida favorita, aquela que traz lembranças afetivas? Contem pra gente. Vamos lá. Rodrigo, você tem uma comida afetiva, uma comida que traz lembrança pra você? Tipo, você come e diz, meu Deus, isso aqui me lembra do meu avô, da minha avó.
Da minha vaquinha que eu tinha quando era pequeno, alguma coisa assim. É, vaquinha eu nunca tive, não, mas... Cara... Nunca teve? Não, nunca tive uma vaca. Só, tipo, eu ajudava o meu vô a cuidar da vaca dele, mas não era a minha. Ah, a vaca era a dele, não era a tua, entendi. Entendeu? Cara, mas olha, eu acho que...
traz, assim, um calorzinho no peito, é um... uma sopinha de macarrão, simplesinha ali, só com colorau, coisa simples, que meu avô fazia. Bem simplesinha. Nossa, que delícia. Nossa. E, tipo, e é um macarrão específico ainda, que é...
Cara, meu avô chamava de goela de pato. Não sei nem se é o nome mesmo. Deve ter outro nome. Caramba, goela de pato. Ainda bem que a gente conhece bastante pato pra poder fazer agora. Goela de pato. Isso é problema de novo. É, goela de pato mesmo. Que é um que ele é tipo um tubinho. Ah, tá.
Tá ligado? Você conhece ele com outro nome? Eu conheço ele pelo nome tipo padrão da massa de mercado, que é Rigatonissa. Eu juro muito que eu queria saber como eu vou chegar em Goela de Pato. Vou chamar de Goela de Pato agora. Tinha uns negócios com o meu...
com o meu avô falando. Eu ia falar cabelo de anjo, Rodrigo. Porque aqui a gente geralmente toma sopa com cabelo de anjo. Mas cabelo de anjo é aquele ninho mais fininho, né? Isso, isso. Eu tinha muita curiosidade, tá ligado? Se eu pudesse voltar no tempo, eu ia perguntar, explica pra mim, vai. Que guela de papo? É dom é que saiu. Mas...
Mas, cara, é uma coisa bem tradicional. Inclusive, tem um monte aqui, ó. Um monte de pratos aqui, onde o pessoal chama de goela de pato. Não, eu tô ligado. É uma coisa bem conhecida, inclusive, pelo que eu entendi. Não é um termo obscuro, tá ligado? O Rodrigo inventou essa palavra, não. Não, não. Não, não seria eu, né? Seria o meu avô.
É, isso mesmo. O vô do Rodrigo está inventando coisa, não é tipo boca de goiaba, onde você só vai achar aqui no Toca do Dragão. Xingamento do Rick, boca de goiaba. Mão de alface, tu vai achar. É, e um outro rolê que ele fazia, cara, ele pegava... Sabe aquela mandioca amarela? Você tem a branca e tem a amarela. A amarela eu acho ela mais gostosa. Ele cozinhava a mandioca e depois ele fazia tipo uma massinha de bolinho, empanava a mandioca e fritava. Só que tinha um... Um rolê de mandioca.
Não, não era bolinho de mandioca. Era a mandioca com só a capinha do bolinho. Ah, tá, entendi. Enfaradinha mesmo. Entendeu? Como se fosse um tempurá. Mas não era um tempurá. Isso, isso. Aqui, a mesma coisa, o seu avô fazia inteiro, a minha avó pegava a mandioca, cozinhava a mandioca, né? Depois partia ela em quatro pedacinhos, tá ligado? Com a faca. É.
pegava por cima e ficava que nem cana. Sabe quando tá comendo cana? Sim. Então, que nem cana. Você cortava quatro pedacinhos, ela ia lá, empanava ele com um pouquinho de trigo e fritava. Cara, meu Deus, comia. É. Se eu pudesse, assim, eu comia. Ele fazia aquela massinha. Só que, tipo, ele tinha um toque dele. Ele só fazia. E ele tinha um tachinho que ele colocava a mandioca e tampava com um pano e tinha que ficar ali por pelo menos uns cinco minutos pra ela terminar de chegar.
Chegar aonde, eu não sei. Mas quando chegava, ficava bom. No ponto, Rodrigo. Pra ela chegar no ponto. Então eu tenho que explicar que tá a dica do teu avô. Tenho que explicar tudo pro neto. Cara, você já cozinhou. Você já fritou. Que ponto mais que tem pra chegar? Eu não sei. Mas era bom. É o ponto do teu avô. É o ponto dele. Eu sei o que ele queria. Eu sei o que ele queria.
Porque assim, o negócio do óleo, né? Que quando o óleo começa a secar um pouquinho, a esfriar, a parte que ele tá em contato leva a choque térmico e fica mais durinha. Então provavelmente que ele queria que ela ficasse mais croque-croque. O contrário. Ficar molinha? Ela ficava mais molinha. Cara, puta que pariu. Será que era isso então? Nossa, minha boca encheu d'água, só de eu lembrar. É, você gostava. Cara, pra mim era a batata frita da minha avó.
Minha avó fazia batata frita como ninguém, mano. Eu poderia vender ela pro McDonald's.
O cara ficou pecado. O pior é que o... Cara, não tinha, velho. Como que a tua avó fazia? Era de palito? Cara, era um processo... Não, era um processo muito complicado. Ela pegava uma panela velha, batata picava e fazia... Ficava simplesmente perfeito. Aonde... Como fazia o processo? O que acontecia? Como era? Que tipo de magia negra? Se crianças morriam no Nepal? Eu não sei o que acontecia. mas chegava perfeita a batata. Não, não, mas é...
Batata palito, batata... Como é que chama? Chips. Como é que ela pica? Rodrigo, ela podia pegar o bagulho com casca, Rodrigo, jogar dentro, nem cortar, e ficava boa. Eu não sei como ela fazia. É que o meu avô, ele fazia a batata frita de um jeito que ele falava assim, pra mim esse é o jeito certo. Eu falei, tá bom, pode fazer, eu não recuso. Porque ele picava de... Ele falava que era cubinho, mas cada um era de um jeito. Entendeu? Sim. É... Tchau.
Cara, eu não sei o que ele fazia que ela vinha extremamente crocante. Crocante, isso, velho, cara. Exato, exato. E tipo assim, vinha quase que um purê de batata dentro daquele negócio. Cara, é bom, velho. Era bom, velho. E eu já tentei fazer de tudo com o teu jeito, velho. Não consegue, não consegue. E carne moída da minha avó, mano. Ai, que delícia. Nossa, como a carne moída que a minha avó fazia era boa, cara. Eu adoro a minha carne moída.
Eu acho que a minha carne moída, cara, ela é praticamente imbatível. Mas a da minha avó era... Era outro nível, outro patamar.
É, sabe assim, tipo, você passou a sua vida inteira achando que o Goku era o maior lutador de todos os planetas, etc. Daí veio o Dragon Ball Budokai. Sabe assim, tipo isso, aquele negócio. Daí tipo, caralho, o que aconteceu aqui? Então, é mais ou menos por aí. Aí, porra, eu...
Adoro fazer carne moída. Minha carne moída é muito boa. Faço com macarrão, com polenta. Adoro comer com polenta. Cara, a avó fazia a carne moída dela e sem mentira, cara. Não importava o tamanho da panela, Rodrigo. A panela seria consumida. Se ela fez uma panela pequena, ela seria consumida. Se ela fez uma panela de pressão gigante, ela seria consumida. Se ela fez naquele estacho de merendeira, Rodrigo, não tem? Que as panelas de escola. Seria consumida.
Exato, seria consumida, Rodrigo. A avó, uma vez, ela fez uma panela grande, assim, que a gente brincou, tá ligado, com ela? Que a gente brincou com a Zuela, que ela fez uma panela tão grande que ela ligou as quatro bocas do bagulho, fez uma carne moída gigantesca, que era um papo lenta na casa da avó.
E ela fez, mano, e a gente disse, pô, vó, então é daí que vem o termo boi ralado, né? Porque a panela era tão grande que cabia um boi dentro, tá ligado? Tipo aí, nossa, isso foi muito legal. Então essas memórias são muito boas, cara. Não só do gosto, né? Que nem você lembrando da mandioquinha que o seu avô fazia. Não é só o gosto, mas o momento, tá ligado? Eu acho que é...
A parte principal da culinária é sobre isso, tá ligado? Não é exatamente o gosto que ela tem, o que se faz e sim como se faz, né? O que tá junto, o que tá fazendo ali. Cara, isso é muito legal. E da mãe? Tem alguma coisa da mãe? Você lembra? Cara, da mãe. Tem várias coisas. A mãe é campeã. A mãe é campeã. Torta de amendoim. Cara, eu posso estar desdentado. Eu como a torta de amendoim da minha mãe.
Eu já falei pra minha mãe, mãe, se um dia eu tomar um tiro, estiver perto de morrer, leva a torta de amendoim pra mim. Vai ser meu último desejo. Eu vou dar um tapa na mão de Jesus e falar, fica aí, eu não vou ainda, deixa eu comer a torta de amendoim aqui, caralho. Ou, sei lá, do outro, né, vou chutar a mão com o pé, sai, calma, já desço, porra. Deixa eu comer a torta de amendoim aqui primeiro. Leva pra compartilhar.
É, caramba. Fica aí. Cara, a torta de amendoim da mãe é muito boa. A torta de amendoim de bolacha da mãe é muito, muito boa. Foda. Tem até uma história engraçada com a nossa vizinha, Rodrigo. Que a nossa vizinha tinha a dona Madalena, né? Aham. Ela tinha o marido dela, o senhor Luiz. Tinha o filho dela, que era o Paulinho, que era meu amigo. Ele foi no meu aniversário de 10 ou 11 anos agora. Eu não lembro.
E a mãe mandou um pedacinho de bolo pra todo mundo. Uma marmitinha que era comum nessa época, sabe? Tipo, fazia-se muito. Então mandava-se um pouquinho pros pais. Quem vinha na festa das crianças eram as crianças. Os pais não costumavam vir na festa das crianças. Porque na minha época, os pais sabiam com quem os filhos andavam. Então eles confiavam nos outros pais pra cuidar dos filhos deles, entendeu? Não tinha porquê ter dúvida do que a minha mãe ia fazer, tá ligado? Era a minha mãe. Tipo, não, tá lá na Márcia do Richard, beleza.
Tá tudo certo, né? É, a mesma coisa era o Richard tá onde? Mas tá na casa de quem? Tá na casa de fulano? A mãe de tal? Ah, beleza. Tudo certo, pode dar. Tá ligado? Era mais ou menos assim, na minha época, né? Então, o Paulinho veio, comeu, a gente brincou, todo mundo se divertiu no meu aniversário, final da festa, minha mãe, bolinho, entregou a torta de bolacha de amendoim. No outro dia, a Madalena veio no muro. Márcia.
Eu quero falar contigo Papo sério Eu preciso Ela disse essas palavras, mano Eu estava do lado da minha mãe Ela falou, eu preciso que você me passe A sua receita de torta de bolacha de amendoim Gente A mãe começou a rir e falou, meu Deus, o que aconteceu? Não, eu preciso, porque eu faço torta de bolacha de amendoim E desde que a sua torta de bolacha de amendoim Chegou na minha casa O meu marido me enche o saco Falando que a sua torta de amendoim É melhor do que a minha É melhor do que a minha mãe
Aí começa a tua mãe, né? Não acredito. Aí começa a tua mãe, né? A receita? Não, é um tanto disso, um tanto daquilo. Não, mas é um tanto quanto... Não, é um tanto. Quanto der. Pior que é assim mesmo, cara. É bem isso daí. Eu peço pra mãe explicar, ela não sabe explicar.
Ela sabe fazer. Ela não sabe explicar direito o que ela faz. Que nem a carne que ela faz. Nossa, a carne de panela dela, nossa, mano, deu até água na boca agora. Ela faz aquela carne de panela queimadinha, sabe, Rodrigo? Aquele molhinho escuro, aquele molhinho caramelizado, sabe, Rodrigo? Nossa. Rodrigo do céu! A carne se desmancha. Você que é vegano, meu amigo, me desculpa. A carne se desmancha na boca de um jeito, cara.
Nossa, cara. O cara chega até Eu tenho isso com o pão caseiro da minha mãe, velho. Nossa senhora, velho. É por isso que você cheirava tanto cangote do JC. Ai, que delícia. Tinha que começar o negócio chegava o cangote do JC e falava Ô, Rodrigo, que isso? Invasivo pra caralho, pô.
O rolê, o pão que a minha mãe faz, ele era tão monstruoso de gostoso, que eu lembro claramente, tipo assim, eu pequenininho, o meu padrasto chegava de noite, porque nessa época ele trabalhava no turno da noite, ele chegava de madrugada, eu levantava e ia os dois pra cozinha, comer pão com copão de leite gelado.
Por isso que eu fiquei desse tamanho, tá ligado? Tinha motivo. Tem histórico, né? Tem histórico, né, Rodrigo? Mas, ó... Nossa, ó... Vamos lá. O dia que a tua boca encheu d'água aí foi eu que agora, Cu. Eu vou mandar pra minha mãe. Mãe, eu quero pão. Faz pão, por favor. Faça pão pra mim. Vamos lá, vamos continuar aqui com o e-mail dela. Agora é a vez dela, né? Ontem eu estava arrumando a janta e eu lembrei da minha infância.
É tão gostoso lembrar das coisas. Até aqueles momentos que deveriam ser tristes por uma razão ou outra, acabam sendo momentos felizes. Pelo menos foi assim que a minha mãe sempre mostrou. Uma das minhas comidas favoritas é a roupa velha. Ela já falou sobre isso aqui uma vez. Sabe quando você mistura tudo o que sobrou do almoço em uma panela e come? Então, em casa nem sempre tinha mistura.
Mas sempre tinha arroz, feijão, tomate, cebola, farinha de milho. E eu lembro que a minha mãe, ela misturava tudo isso na panela. Espremia um limãozinho e sentávamos na sala e comíamos juntas. Eu amava aquilo. E ontem à noite, sim, são exatamente 16h20. Eu fiz a mesma coisa. Voltei na hora lá... Ó, tô toda arrepiado aqui. Voltei na hora lá pra aquele tempo. Que saudade, que coisa gostosa.
Bom, é isso. Eu tenho outras histórias com receitas, mas vai ficar pra uma próxima. Até a próxima Paula Gestal. Paulinha, mande mais receitas e histórias sobre receitas da sua avó, da sua mãe. Eu vou adorar receber. Rodrigo, vamos ficar muito felizes aqui de receber. Se possível, Paulinha, mande a receita passo a passo. Faz isso aqui, usa isso aqui porque nós somos interessados em fazer. Você não tá entendendo.
Nós gostamos de fazer. A receita dela aí é fácil. Pega tudo que sobrou, taca na panela, taca a farinha, a hora que estiver quase pronto, joga um limão e come. Eu entendi. Exatamente. Mas tem o amor, né, Rodrigo? Mas tem o amor. A simplicidade, ela se evidencia pelo amor. O que fazia ela sentir esse prazer no paladar, todo esse prazer culinário, aromático, era o fato de que a mãe dela estava do lado dela. Mas aí a gente pode...
Passar junto, né? A gente pode tentar replicar isso um milhão de vezes, senão não vai conseguir. Sim, não vai conseguir, exatamente. Obrigado, Ace.
que eu estou te falando. A gente não ama o suficiente. Cara, é muito coisado, cara, é real, cara. A mãe da gente, o amor é infinito, né, velho? Não tem, não tem como comparar, né? Comparar é feio. Como diz o outro, né? Comparar é feio. Muito bem, muito bem, cara, excelente e-mail, Paulinha, muito bom. E agora vamos para um e-mail, próximo e-mail aqui do Toca do Dragão. Rodrigo, você está preparado? Eu acho que não.
Porque é o e-mail dele. Ah, meu Deus. Chegou a tremer tudo aqui. Mister Tovar. Nossa senhora. Ai, ai, ai. El campeón do passado. Exatamente. O tribruxo. Campeão do torneio tribruxo.
Muito bem, vamos ver o que o nosso querido está pra falar agora. Tiga aí. Toca limites. Vamos lá, toca limites. Vamos entender o que é isso. Não temos. No dia desses, eu vi uma polêmica sobre um jogo que foi retirado da Steam. Chama-se No Mercy. E tinha como tema agressão sexual e incesto. Caralho, pesado. A denúncia ganhou timidamente a rede por conta de um grupo defensor dos direitos das mulheres.
Isso provocou um abate cheio de faísca, um debate cheio de faístas, um ebate, desculpa, ele botou aqui, ebate, eu não sei se o ebate é uma palavra, se faltou um d, tá? É embate? Talvez tenha faltado um M, isso, um embate cheio de faíscas num grupo de design de narrativa em que eu estou. Hum, muito interessante, vamos lá.
Uns defendiam a impossibilidade de o jogo aumentar o crime. Outros defendiam que os devs eram criminosos por si. Temas polêmicos em jogos é um assunto recorrente e antigo. Tão antigo quanto os próprios jogos em si.
Desde a necessidade de trazer o contexto de aliens nos primeiros jogos de Atari, até a representação gráfica dos sangues e dos corpos, os games são alvos de pessoas que encontram neles uma brecha para trazer o caos social.
Tá certo que em The Sims o jogador pode fazer barbaridades. Inzoy permitiu atropelar crianças em um bug. Até mesmo Resident Evil 5 se meteu em polêmicas sobre racismo, né? Por causa de ser na África, eu lembro disso. Call of Duty tinha uma missão de massacre em um aeroporto. Isso aí foi foda.
que se tornou opcional. Quem se lembra do Hatred? Eu lembro do Hatred. Muitas pessoas pediam mods em um cenário de escola. Os jogos, como elemento de catarse, são realidade. Mas será que eles poderiam ser instrumentos de estímulo e incentivo? Em outras palavras, existem limites para que os jogos nos permitem na interação?
opinião. Eu tenho uma opinião até então bem formada de que não, tá? Não produzem esse efeito. Eu sou da equipe que vale tudo. Mas eu gostaria de saber de vocês. Temas polêmicos em jogos fazem vocês droparem uma jogatina? Beijos e sem restrição. Rápido!
Paz, esse é um e-mail bafônico, como diria o meu amigo, querido Prince Rodo. Beijão pra ele. Cara, putz. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Eu sou muito a favor de liberdade de expressão, tá? Eu sou muito a favor de liberdade de expressão. Sempre você.
Você tem que entender que determinadas obras são obras e a obra não representa necessariamente uma realidade. Por exemplo, se você ler um livro onde um personagem mata o outro, o autor não está excitando a morte. Ele está representando a morte, certo? Só que quando a gente entra no mundo dos videogames, por exemplo, a gente sai de um âmbito somente imaginário e começa a entrar num âmbito onde existe uma realidade gráfica onde eu posso comparar, Rodrigo. Não sei se tu entende o que eu quero dizer com isso.
Existe uma realidade gráfica onde eu consigo... A comparação é mais próxima. Não sei se você entende isso. É porque no livro está só dentro da tua cabeça. É porque no livro tem... Isso. Exato. Exato. Exato. Eu não estou dizendo que é a realidade. Vejam bem. Não é isso que eu disse agora. Não é a realidade. Mas a comparação com a realidade torna-se algo muito entrelaçado. Não é inevitável, tá? Mas a psique humana, ela trabalha de maneiras diferentes.
Tem pessoas que vão ver a violência e vão reagir à violência de maneira a impedi-la.
Tem pessoas que vão ver a violência e vão ver de maneira a observá-la sem causar nenhum tipo de impacto. E tem pessoas que vão ver a violência e vão fazer parte dela. Concordo, plenamente. Devido a esse tipo de friso, tá?
Eu acho que existe sim que ter feito um crivo pra essas coisas. E é pra isso que restrições de idade servem. Ela filtra tudo? Não, não vamos ser hipócritas. Eu não vou falar isso. Isso não existe, tá? Ela não filtra tudo.
Mas ela tem, sim, um certo poder de deter determinados conteúdos para que eles cheguem somente a públicos que têm, como é que eu posso dizer, maturidade para lidar com aquele tema e entender aquele tema de maneira diferente. Um nível de discernimento um pouco maior, né?
Sim, exatamente. Eu jogo jogos assim? Não. Eu não jogo jogos que envolvam violência ou agressão sexual. Eu não acho legal, não acho bacana, não curto. Violência extrema. Eu lembro do Hatred. Eu não encarei o Hatred propriamente como uma... como um jogo de vingança maluca, demoníaca nem nada que o pessoal clama pra ele.
Vi ele como um cara tendo um dia péssimo, vamos dizer assim. E tava lá, ele sai atirando das pessoas. Só que isso, Rodrigo, não difere, por exemplo, de GTA. É isso que eu ia chegar nesse ponto daqui a pouco. Não difere de GTA. Então por que o Hatred não pode e o GTA pode? Ah, mas porque o GTA colocou personagens que fazem parte de comunidades. E daí?
Continua podendo matar, continua podendo fazer todas as coisas. Não muda nada. É o mesmo ato. E em algumas vezes eu acho até o GTA mais violento do que o Hater. Esse Hater eu não conheço. Por exemplo, no GTA você pode fazer... Você pode ter acompanhante, você pode fazer exploração sexual. No Hater não.
E aí? Olha aí, já tem uma coisa Cara, eu concordo com o que você falou Você já ouviu falar desse jogo do Hatred? Não, não conheço Não estou dizendo que é pra jogar Hatred Nem que ele é um bom jogo, estou fazendo a comparação pra
poder entender o âmbito do que o Mr. Dova tá trazendo pra gente. É, tipo, é igual quando, por exemplo, aquelas notícias que saíram, né, de chacinas, que não sei o que, principalmente na escola. E aí os caras vão pegar e vão falar que, ah, mas é porque ele jogava jogo X, jogo Lisson. Incisivo, incisivo. Vou te dizer, quantas vezes, ó, repare que a pergunta que eu vou fazer pra você tem dois estágios, tá? Dois estágios, dois estágios.
Quantas vezes você jogando Mortal Kombat, Street Fighter, Tekken, seja lá qual foi o jogo de luta, que é um jogo que existe agressividade, perceba o tom que eu quero usar. Agressividade. Quantas vezes você ficou com vontade de meter o supapo e arrebentar a cabeça do Gabriel? Só assim porque ele fez uma coisa pra ti e disse, poxa, a tua agressividade veio na hora, você lembrou do King, enchendo a pessoa de soco no chão e tu pensou, cara, eu quero fazer igualzinho o King fez. Só que você...
não fez isso. Você não desenvolveu esse, digamos assim, esse sentimento que você teve, ele não se concretizou realmente nessa ação. Você entendeu o que eu tô te perguntando? Quantas vezes você sentiu vontade e quantas vezes você fez o que sentiu vontade? Socar o Gabriel, a vontade é constante, é diária. Mas não tem a ver com o jogo. Exato. Mas tu tá entendendo muito o que eu tô te falando. O jogo não causa essa reação.
Exato, cara. Não é o jogo. Pessoas são violentas. Você tem que ensinar pessoas a não serem violentas. Assim como você tem que ensinar essa maturidade. Eu só acho que esses jogos deveriam ter um controle melhor pra sair. Entendeu? Ter um controle melhor. Não é, como eu posso dizer, não é censura.
Cara, eu posso levar um pouco o nível da polêmica? Pode, claro. É tipo assim, é a mesma coisa de eu ver um casal de mulheres ou de homens beijando na televisão, numa novela qualquer, e eu vou ficar com vontade de beijar um outro homem ou outra mulher. Alguma coisa nesse sentido. Não vai não. Pra mim é o mesmo nível. Cai na mesma coisa. Cai na mesma coisa. Eu penso exatamente como você. Não vai fazer diferença nenhuma, cara. Entendeu?
Não vai fazer diferença nenhuma. E outra, se você não gosta do programa, Rodrigo, o que você faz? Troca.
Tão fácil, entendeu? E tipo, eu acho muito louco esse rolê. Ah, beleza, eu concordo contigo que o... Realmente a faixa etária ali na hora de definir, né? Se o jogo é livre pra todas as idades, para tipo, ajuda, mas a gente sabe que não é 100% eficaz, né? Não, não. Eu mesmo falei isso também. Eu concordo, eu tô concordando contigo nesse ponto.
Mas eu acho que é extremismo demais você querer associar um comportamento humano a uma obra sendo absorvida. Entendeu? Porque, ó, vamos lá. Vamos pegar, por exemplo, Hitler. Certo? Vou elevando um pouco aqui. Quem concorda com ele é porque já tinha aquilo enviesado dentro dele ou foi coagido a chegar naquele ponto?
Eu acho que o ato de você ser coagido a chegar naquela mesma linha de raciocínio, ela é infinitamente menor do que você só aflorar aquilo que você já pensava. Com certeza. Entendeu? E tal, tipo, isso em todo... E tem uma outra coisa, né? Quando você fala de coação, olha que legal. Quando você fala de coação, Rodrigo, você tá falando de uma violência psicológica imposta por uma outra parte. O videogame não impõe nada.
Não, é porque você pode falar, tipo, ah, eu... Sei lá, igual essa missão que o Dovo comentou, o jogo te obrigou a ir numa... O que foi? Aeroporto que ele falou, né? Num aeroporto e causar uma chacina dentro do aeroporto.
O jogo tinha... É opcional. É opcional, ele falou. Não, não, ele se tornou. Ele falou que ele se tornou. Então, era... É, mas antes era parte do jogo pra passar. Entendeu? Então, tipo assim, o jogo está me coagindo a me direcionar pra um determinado local e matar todo mundo que tá ali. Certo? Tipo, se eu quiser continuar com a história, eu sou obrigado a fazer isso. Antes, não agora.
Entendeu? Então, isso, entre aspas, também eu vejo como sendo uma forma ali de coerção. Certo? Cara, eu não tenho certeza se eu consigo concordar 100% com isso por uma questão simples de que eu acho que dentro de um jogo, quando você coloca um personagem, você age como um personagem por padrão de que o jogo, ele é um ambiente que conta, geralmente, uma história de maneira linear. Então, tipo, por exemplo, Rodrigo, você vai ter que ser esse... ...
Quer ver um exemplo muito legal? Muito, muito legal, que fala muito sobre como a gente entende as coisas? Olha só, Nuka Toca. Se você está aí, não ouviu Nuka Toca ainda, pretende, fuja dessa... Pule para frente pra você não tomar spoiler. Pule para. Mas Rodrigo foi obrigado pelo mestre Henrique, que estava lá na hora.
a matar os companheiros dele. Através da justificativa de que, cor do personagem dele, o R66Y, a vontade do personagem foi modificada. A partir daquele momento, o R66Y não era mais o R66Y que o Rodrigo conhecia. Ele era um novo R66Y, um R66Y que era dominado pela mente de uma outra criatura que se chamava Mestre.
que é uma criatura presente dentro do universo de Fallout, e é uma criatura que, vamos dizer assim, é um personagem, né? Que tem muitos tons, sabe? Tem pessoas que veem a história dele e concordam com o que ele tá fazendo, tem gente que acha que é abominável o que ele tá fazendo. Assim como a realidade, tem pessoas que optam por um lado ou por outro. Normal. Beleza?
Rodrigo foi dominado e ele matou grande parte dos amigos dele dessa forma. Isso não faz do Rodrigo mal. Isso não faz do Rodrigo uma pessoa que vai apunhalar seus amigos num almoço de família.
E justamente isso Rodrigo, você apenas fez um personagem Mas você não foi coagido a fazer Fazer parte da nossa brincadeira Assim como no jogo faz parte da brincadeira Se você está entendendo Dessa forma como coação Desligue o jogo
Entendeu? Sim, sim. O que eu quis dizer é o seguinte. Por isso que eu tô trazendo essa parte. É que eu quis dizer no âmbito de que, tipo assim, se você quer continuar, você tem que fazer isso. Entendeu? É nesse âmbito que eu quis dizer. Se você quer chegar no final do jogo zerar, platinar, fazer qualquer outra coisa, você vai ter que fazer isso. Você não... Hoje, no que eu tava falando, não era. Hoje se tornou opcional. Antes não era. Isso.
Então, se você quer chegar no final, você vai ter que fazer isso. Se você não fizer, você não chega no final. Mas você entende que isso, basicamente, foi bem cultural dos Estados Unidos? Sim. Porque era um ataque a um aeroporto. Isso foi cultural, foi pontual. Eu sei. Ah, está ferindo o orgulho. Se fosse qualquer outro lugar que tivesse sofrido um atentado terrorista, cara, eles estavam cagando. Total. Ah, mano, é o jogo, entendeu? Uhum.
Ah, é tipo... Ah, sei lá, cara, eu nunca fiquei com vontade de pular em cima de uma carcaruga.
mentiroso, você já ficou com vontade de comer cogumelo e falar italiano mentiroso, não, eu falei que eu não fiquei com vontade de pular numa tartaruga é porque você não achou uma tartaruga certa ainda, Rodrigo eu tenho certeza eu nunca fiquei com vontade de pegar um pêssego e colocar numa bazuca e atirar no jogo você vai falar que você nunca ficou com vontade de pilotar uma R-Wing agora, vai meter esse caô pra mim
Ah, mas isso aqui que a gente tá fazendo é uma brincadeira legal. A gente tá discutindo uma parada por zoeira. O que a gente quer discutir aqui são estímulos que o Rodrigo, com a capacidade que ele tem de discernimento porque ele é um adulto, sabe que é errado. É claro que ele ia achar muito divertido pegar um canhão de frutas que ele sabe que não vai me machucar e atirar uma manga em mim.
Agora, se fosse pra atinar uma bola de canhão com espinhos, ele não iria fazer isso, porque ele tem noção de que ele vai causar um dano muito grande, vai infringir dano, vai infringir dor e sofrimento em mim. Por que ele faria isso sem motivo nenhum? Cara, eu acho, assim, na... Rodrigo, eu acho... É você mesmo, Rodrigo? Eu acho...
Eu acho que, pera, deixa eu pensar bem isso aqui dessa tua proposta, calma. Não, mas é que você concorda comigo que no final das contas, como em qualquer outro tipo de discussão, a gente sempre volta pra base?
Tudo vai depender da base que você teve. Exato, cara, porque as coisas dependem de como você foi criado, cara. Essa é a realidade. Esse é que é o... Tudo vem da tua educação, cara. Lembrando que educação não é colégio, não é escola que dá. Educação vem de casa, cara. É como você foi educado. Até de escola também, cara. Eu colocaria nisso aí.
Entendeu? Às vezes o papel de um professor ali na... Vamos colocar, por exemplo, sei lá, uma criança que vive numa sociedade ali, envolta em violência. Certo? Sei lá, vamos pegar o que é mais comum a todos pra conseguir visualizar. Você tem uma favela, certo? Aí, dentro da favela, você tem todos aqueles pontos de conflito.
A chance de você crescendo nesse ambiente ser direcionado pra esse tipo de vida no futuro é muito grande. É alta. Olha só, agora eu vou fazer uma pausa na tua linha de raciocínio, Rodrigo. Tá perfeita, tá? Eu concordo, inclusive, com ela. Só que pro pessoal que falou do Resident Evil 5, você tá sendo racista pra caralho.
Olha que merda, Rodrigo Porque os caras escolheram a África e retrataram a África Como um lugar pobre, onde as pessoas estavam passando Por necessidades E se voluntariavam a receber As cobaias Do Ouroboros, né E muitas vezes eram coagidos Por exércitos, milícias Que tinham lá, que é a história do Resident Evil 5 E por causa disso as pessoas disseram Que era um racismo do caralho Então eles diriam a mesma coisa de você agora Tudo bem
que você tá sendo racista, mas você tá entendendo como não tem lógica a afirmação? Sim, eu concordo plenamente. Por quê? Não tem lógica nenhuma. Você não é racista, você tá fazendo... A gente tá só fazendo uma análise da sociedade que a gente vive. Porque as pessoas da favela são violentas, você não falou isso? Eu não falei todas.
você fala isso. E eu não falei, tipo, a gente sabe. Eu não vi. A gente sabe que existem esses problemas. E como eu disse, apenas para você conseguir visualizar um exemplo que a gente tem no nosso dia a dia e acontece. Exato. Exato. Não, cara, tá perfeito.
Eu só quis fazer isso porque como tá no e-mail do Mr. Dover, e foi uma parada, eu queria falar sobre isso também, eu achei legal que você trouxe esse ponto pra gente comparar e mostrar como não tem nada a ver. Você não tá sendo racista, não viaja. Assim como os caras do Resident Evil 5, quando fizeram, a galera da Capcom, não tava sendo racista. Porra, nem um pouco.
E aí você pega e... Só pra poder fechar. Então você tem uma criança vivendo nesse ambiente. Em que... Vamos colocar assim. Os pais já se perderam nesse mundo. Estão lá. E aí você tem o papel do professor dentro da escola. Que vai conseguir mostrar pra essa criança um outro caminho. Por isso que eu... É literalmente tanto uma base de casa. Concordo contigo. 100%. Sim, sim.
mas também uma base social aonde a gente tem ali o ambiente escolar que deveria ajudar a construir essa base para um futuro melhor. Eu acho que constrói, tá, Rodrigo? Eu acho que os professores eles tentam, a grande maioria deles tenta, assim, ativamente fazer com que as crianças tenham realmente um futuro melhor. Eu não digo isso pra puxar saco de professor nem nada, porque eu sei que tem professores que são terríveis. Eu já tive professores que só esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
Assim como qualquer profissional da área tem personagens que são bons e personagens que são ruins. Mas assim, eu acho que o que você está tentando explicar para o pessoal dessa questão é que a escola tem sim uma responsabilidade social na formação do indivíduo. E eu concordo 100% com você quando você diz isso. Eu já dei aula.
em escola carente aqui de Poços, sabe? Não era, tipo, era literalmente uma escola pequena de bairro. O Gustavo, que era meu sócio, também. Ele deu aula numa outra escola que era barra pesada. Tipo, de ter batida de polícia até com uma certa constância. Estágio da Fran, Rodrigo, ela fazia, estagiava à noite, tá ligado? Ela estagiava numa escola municipal daqui, onde os alunos iam armado pra dentro da sala.
Eu já contei, lembra? Eu ia buscar ela na porta da sala. Eu ia buscar ela na porta da sala. Eu deixava o carro, trancava o carro duas ruas depois da escola. Olha a loucura. Porque não dava pra deixar na rua da escola. Se liga.
Eu não tô falando de favela, galera. Eu tô falando de Santa Catarina e Joinville. Tá ligado? Olha como essa parada de racismo da favela é... Ah, porque é perigoso. Perigoso, caralho. Perigoso é qualquer lugar, beleza? Se você não tá prestando atenção, qualquer lugar é perigoso. Possa de caudas pode ser um lugar perigoso pra caralho. Se você não prestar atenção. Só é difamação, isso não é verdade. Eu já contei aqui em outros episódios. É, pois é. Do moleque da minha sala que levou uma arma pra ter na escola.
Então, porra, então, é a mesma coisa, cara. Eu chegava lá e os bichos vinham e falavam, e aí, cara, tu é o marido da professora? Olhava pros caras e falava, sou. Ah, beleza, firmeza, então. E saía, tá claro? E eu ficava lá esperando a Fran. A Fran saía e eu pegava a Fran e falava, ah, hoje teve aula, não sei o que, isso aqui. Rápido, aperta o passo, aperta o passo, rápido. Eu quero um popo aqui contigo no carro, tu me conta o que aconteceu na tua vida. Aham.
Por quê? Porque não dá pra dar bobeira, irmão. Não dá pra dar bobeira. E assim, é foda porque não é culpa exatamente deles. Não é só culpa deles. Claro que é culpa deles também, óbvio. Ninguém... Eu não posso inocentar quem faz coisas porque a sociedade me corrompeu. Não, não vem com essa história desse mundo.
Eu entendo que parte sim tem, mas você tem o poder e o livre-arbítrio de fazer aquilo que acha melhor pra você. Se você escolhe caminhos ruins, não é culpa da sociedade, é sua culpa, tá? Você escolhe caminhos ruins. Assim como o moleque da tua aula escolheu levar arma. Sim, sim.
É um pouco delicado esse ponto, né? Porque é o que eu tava falando. A chance de você cair nesse mundo, você... Porque tem muita gente que simplesmente não consegue ver uma outra opção. Aquilo tá tão entranhado.
no ser, no DNA da pessoa. Você convive com isso quase que 24 horas por dia. Cara, eu entendo muito bem, velho, porque, tipo assim, eu tenho amigos que hoje os caras estão bem, tem a empresinha deles, estão fazendo as coisinhas, esposa, marido, tem menina também, tem esposa, marido, criança, blá blá, tem tudo, tá ligado? Ele tá vivendo bem. E, cara, na época andava com gente que era...
pessoas de comportamentos e índoles bem questionáveis, entendeu? Bem complexos, assim. E hoje em dia, porra, nossa. Conseguiu escapar, né? Isso nunca mudou. Exato. Isso nunca mudou quem você era, né, cara? Porque caráter, mano, eu acho que é uma coisa que se constrói, sabe?
Não somente os pais. Os pais também têm, na minha opinião pelo menos, tá? Essa é a minha opinião. Não sou educador, não sou nada. Sou só uma pessoa com um podcast dando uma opinião aqui. Que é a seguinte. Eu acho que o caráter se constrói através dos pais e da própria pessoa. A própria pessoa é responsável, sim, pelo caráter dela. Não, concordo plenamente. Porque você pode ter pessoas que foram criadas por pais extremamente amorosos e a pessoa se tornou um...
que sim, tá ligado? É verdade. Um monstro, um monstro, que puto, que pariu. Exato, exato, exato. E tem gente que foi criada, tipo, o pai é horrível, bebia, batia na mãe, a mãe era terrível, fazia, sei lá, é... Gente. Limpava a privada com a língua, coisa desse gênero, maluca, tá? Já ouvi histórias assim. E a pessoa cresceu, nossa, é um anjo cânido. E se tornou um amor, né? Um pai excelente, um marido excelente. Nossa, nossa.
É aquele negócio, quebrar o ciclo, né? Exato. Mas assim, é muito complicado. Lembrando pro Mr. Dova, de toda essa nossa conversa, cara, eu sou bem próximo e bem perto do que você pensa. Eu acho apenas que precisaria, sim, ter um controle um pouco melhor. Só isso, na minha opinião. E você, Rodrigo?
Cara, eu, assim, eu acho que o problema nunca vai ser do jogo, sabe? Isso. Não, isso aí eu, você e ele já concordamos. O problema não é exatamente o jogo, né? Talvez só... Eu acho que você tá certo, cara. Eu acho que esse esquema de colocar na faixa etária correta, talvez de uma forma melhor... Já funciona. Já ajuda. Já funciona.
Porque, cara, a gente já viu trocentas mil vezes, né? A galera que disfarça jogo na Steam, por exemplo. Que foi o exemplo que o Dova deu, né? Você pode disfarçar. Você coloca qualquer coisa ali na descrição, coloca uma imagem bonitinha e quando você vai ver, é sei lá. Vamos pegar o mais básico dos básicos. É um jogo pornográfico. É uma coisa assim. Sim, sim, sim.
É, o que acontece aqui é assim, ó. Eu acho, dentro de novo desse esquema, o controle, ele é interessante porque o controle, ele vai medir determinadas coisas, tá? Por exemplo, pedofilia não pode ser retratada de maneira nenhuma. Sabia disso, Rodrigo? Nenhuma. De maneira nenhuma. Então, dentro de um jogo não pode ter pedofilia. Cria a mesma coisa pra crime de estupro. Não pode ter. Mano, ah, é de estupro? Não, desculpa, não vai dar. Teu jogo não pode ter, desculpa. Inventa outro tema pro teu jogo.
Pedofilia, ah, eu queria pedofilia no meu jogo Não dá, mano Felizmente não dá, tenta outro tema pro teu jogo É Eu entendo, mas ao mesmo tempo Porque daí tem o controle Eu sei que é ruim, cara, eu sei que é ruim Mas assim, é que tem coisas Não, é que eu
Tipo assim, nessa linha de raciocínio tu, sabe? O que eu fico pensando é até que ponto a gente tem que não falar nada sobre isso onde falar. Entende o que eu quero dizer? Sim, sim, entendi. É porque eu não posso simplesmente... Vamos pegar esses dois temas que você colocou, né? Estupro e pedofilia. Ok, a gente sabe que são assuntos extremamente horrorosos. Terríveis.
E são assuntos que têm que ser discutidos para que seja barrado, para que não exista mais. Isso. Isso.
Eu não sei, tá ligado? Tipo... Se eu pegasse, por exemplo, um jogo... Rodrigo, eu tenho que te dizer que é difícil e é foda e o Mr. Donovan sabe isso, porque ele é um safado. Ele faz em propósito essas coisas. Mas é ótimo, porque é uma discussão legal e é válida. E tem a ver com o que o Toca do Dragão traz, porque a gente fala sobre game dev aqui. Sim, sim.
A gente quer saber, na realidade, também a opinião de vocês. Pra vocês mandarem mais e-mail pra gente. Vamos passar pra galera essa resposta. Tipo, você já entendeu a nossa gente? Você já teve, mais ou menos aqui, a nossa opinião. A minha do Rodrigo. Mais ou menos o que a gente pensa sobre o assunto. Como a gente pensa a lógica da coisa. Sobre a arte. Sobre o que é desenvolver um jogo. Sobre como o público recebe o jogo. Sobre que não se trata do jogo em si.
Eu concordo 100%. O Rodrigo falou, não é o jogo que tá errado. Eu também acho que não é o jogo que tá errado.
Mas assim, vamos entender, né? Vamos criar essa questão, né? Até que ponto, como o Rodrigo falou, limite se torna censura? É, porque vamos colocar assim... Porque limite não é exatamente censura. Não, concordo plenamente. É porque assim, eu acho que assim, restringir conteúdos de determinadas mídias, eu não sei se isso ajudaria ou eu deixaria pior.
É porque o povo poderia procurar Outras Outras gamas Outras mídias Então tipo assim Da forma como você colocou Não pode de forma nenhum Ter assunto X em jogos É que sabe cara Esse negócio da psique humana Quanto a questão da sexualidade Ela é muito louca Por exemplo, esses tempos Um amigo nosso num grupo Mandou pra gente Antes
Um livro do grupo do Comerins, foi, inclusive. Um abraço aí pra galera do Comerins. Ele mandou pra gente um livro onde o cara era sequestrado e engravidado por um dragão.
Ou seja, você que é ouvinte do Tóquio, isso pode acontecer. Próximo e-mail! É assim, Rodrigo, que se torna engraçado um assunto terrível. Vamos pro próximo. Só o Rick e o Bardo tem esse poder. Vamos pro próximo. Agora eu tenho medo desses e-mails do Mr. Dovo. Próximo e-mail é dele também. Mr. Dovo. Vamos lá. Mr. Dovo vai dominar hoje.
Olha o medo que eu tenho desse e-mail, Rodrigo. Olha o título desse e-mail. Toca de Família. Vamos lá, vamos lá. Mr. Nova, me ajuda. Olá, talkers. Com muito X, ele coloca aqui. 3X. Fodeu. Lavei por ti, aria, Rodrigo. Ele tá inventando alguma coisa. Cheira de problema. Vamos lá. Vivemos uma fase criativa de releituras e ressignificações de reboots, remakes, Resident Evil aí, esses tempos.
E remasters, diversos títulos oferecem uma visita no multiverso alheio e torna tudo muito mais interessante. Então é a vez de vocês, escolham personagens de títulos diferentes e criem uma fofoca em cima deles. Ó, muito melhor.
usem um lore dos jogos de referência pra tornar tudo ainda mais criativo e embasado. Após isso, seguimos com o texto. Muito bem. Primeiro, você precisa fazer uma fofoca sobre o personagem. Rodrigo, qual personagem você vai fazer fofoca e qual vai ser a fofoca que você vai fazer? Caramba. Cara, minha fofoca vai ser sobre o Crash.
Gente. Crash. Esse eu tenho domínio. Ele falou pra escolher um ali. Tá certo, tá certo. O que você tem falado Crash pra gente? Cara, estão dizendo aí na Medina. Lembra do... Dizem as más línguas. Dizem as más línguas que, na verdade, tudo aconteceu. Tudo que aconteceu foi um ataque de ciúmes do córtex em cima do Crash. Nós vamos ter que criar agora...
Eu tenho que criar agora, Rodrigo, um quadro aqui pro Toca do Dragão que vai chamar... Jiggle Gloss! Onde você vai fazer fofoca... Ah, você é da manhã! Sobre o personagem, Rodrigo. Ah, eu vou anotar isso. Eu faria esse quadro.
E você, Yuri, que te faria esse acordo? Eu faria esse acordo. É, eu não ocupo. É um acordo muito bom. Muito bem, continue a sua fofaca, Rodrigo, por favor. O que aconteceu? Não, é porque, tipo assim, depois de tudo que aconteceu até o momento, né? Teve toda aquela luta que a gente teve, tudo falando, ai, tem que recuperar os cristais, que não sei o quê. Mas, dizem aí pela medinha, né? As fofocas indicam que tudo foi um ataque de ciúme do Cortex em cima do Crash.
Que o Cortex se apaixonou pelo Crash. Ele é tão mágico. E acabou ali tomando um saia pra lá. Então foi tudo. Não foi um plano para dominar o mundo. Foi um plano de vingança. Por um amor. Recalque, Rodrigo. Foi um amor não correspondido. Um plano de recalque, Rodrigo. Minha moça. Exatamente, cara.
tudo. E tudo isso foi articulado, né? Pelo menos é o que estão se especulando. Que foi um plano ali da Coco. Que a Coco... Olha isso, cara. Que a Coco que tá agindo. Ela não é ali aquela parceira que segue ao lado do Crash sempre, sabe? Não, não, não. Entendeu? E todas aquelas... Na verdade, a Coco ela queria os cristais pra ela, porque ela é uma amante de joias. Então, não. Eu já fiz muito joias. Foi tudo, foi tudo.
Ela é uma ladra, Rodrigo. Ela é uma ladra. Não, ela não é uma ladra. Ela é uma apreciadora de coisas que não lhe pertencem. Exatamente. Entendeu? É um novo termo aí pra gente usar. É porque é fofoca, fofoca. A gente não pode falar. A pessoa é. Em breve vai aparecer. Entendeu?
Rodrigo, o termo em breve vai aparecer nos direitos humanos. Apreciador de coisas alheias. Ele não era um ladrão. A senhora está errada, ele não entrou na sua casa pra roubar. Ele é apenas um apreciador de coisas alheias. Exatamente, porque não é uma certeza, é apenas uma fofoca que tá correndo por aí. Na hora que você tiver certeza, ela se torna uma ladra, mas por enquanto ela é apenas...
Uma apreciadora de coisas alinhadas. E o C, o que que tá chegando aí pra você? O que você ouviu? O que eu tenho pra te dizer, Rodrigo, abalou corações por aí. Abalou corações e encanamentos por aí, Rodrigo.
Você não sabe da maior, Rodrigo. Descobriram que Mario e Luigi, na verdade, não são irmãos. Muito pior, Rodrigo. Descobriram que Luigi e Peach têm um caso entre si. É o caramba, olha. Exatamente. A princesa do reino cogumelo está metendo os chifres no nosso querido bigodudo, cara.
Com o irmão que não é irmão dele, cara. Olha casos de família, cara. Meu Deus, virou uma novela mexicana. Exatamente. E muito pior disso, caveirinhas... Ai, eu dei todo mundo. É um chacoalho. E muito pior do que isso, cara. Descobrimos também que, na verdade, o Mário gosta é do Yoshi. Meu Deus. Mamma mia. Quando ele tá sentado, Rodrigo, no Yoshi, não é aquilo que você pensa. Cuidado, gente. Cuidado.
Não é o que você pensa, Rodrigo. A musiquinha muda, Rodrigo, por outro motivo, Rodrigo. É, exatamente, exatamente. E tem mais, Rodrigo, tem mais a te dizer. As palavras sobre o baile do Yoshi. Eu gosto mesmo é do ovo e da língua comprida. Que isso, cara?
O Richard estragando a infância de todo mundo. De nada, pessoal. Para de defender incoerências. Para de defender incoerências. O Rodrigo estragou a infância das crianças que jogaram Crash. E eu estou estragando a infância das crianças que jogaram Super Nintendo. Eu tenho opção. Eu não morri. Ai, meu Deus. Eu estou chorando. Ai, meu Deus. Meu Deus. Pelo amor de Deus, para por aqui e continua com a partida do novo.
Essa é a mentira, vamos lá, quer dizer, a fofoca, vamos lá. Eu participei da Game Jam Plus. Vamos lá, esse é ele, tá? E lá, muitas coisas, inclusive fazer um pitch. Eu tinha que defender a importância daquele projeto e eu pesquisei sobre nostalgia e jogos digitais. Uma pesquisa chinesa falava sobre como pessoas adultas imersas em situações de estresse...
viviam em games retrô e, seu remédio, a nostalgia como cura da modernidade. Logo, eu justifiquei o estilo RPG top-down pixelado, que é o estilo que a gente gosta, RPG Maker, como um produto com fins lúdicos e terapêuticos, concordo. O que passou, mas eu não quis terminar e foquei em Terra Meio. É um jogo dele que é maravilhoso, que eu joguei e adoro.
A leitura é muito interessante e me fez entender porque vivemos uma era de intensos remakes e remasters. É quase como cuidar de baby boomers gamificados. Ah, verdade. O que vocês acham disso? Preguiça ou estratégia das produtoras? Beijos em quadradinhos. Cara, outro e-mail foda. Outra discussão grande.
Mr. Nova. Assim, resumindo, fazendo um apanhado geral, Rodrigo, eu não tenho nada, nada, contra remakes e reboots em si, tá? O meu fato de ser contra, vamos dizer assim, tá muito mais ligado à questão dos preços abusivos implementados pelas empresas pra vender jogos que são, digamos assim, temáticas antigas.
Claro, são antigas pra mim, pro Rodrigo, mas não são antigas pra pessoas mais novas que vão jogar pela primeira vez o conteúdo. Certo? Esse conteúdo é novíssimo pra eles. Sim, concordo. Inclusive, vem muito mais coisas. E é muito legal pra nós vermos coisas que evoluem. Por exemplo, jogar um Resident Evil 2, o remake, meu Deus do céu, cara, que maravilha. O Resident Evil 4 remake, muito massa.
Nossa, deixa eu ver outros remakes que tiveram aí no meio do caminho que a gente gostou de jogar, cara. Final Fantasy? O Final Fantasy remake do Final Fantasy VII. Minha nossa senhora, cara. Que jogo lindo. Meu Deus do céu, cara. Sabe, tu vê um Codstriper lá, daquele jeito assim, com gráficos, que não é aquele monte de gominho poligonal, não criticando a versão original, né? Era muito legal e me divertia muito.
Mas é muito legal ver elas repaginadas. O próprio Crash? Nossa, cara. O Crash, nosso Crash novo, cara. Muito legal. Vontade de bater nos Game Devs que transformaram em Rage Critic? Com certeza. O Crash, o Spyro. O Spyro. No Spyro, os caras acertaram. No Spyro, eles acertaram. Mas ficou difícil. Ainda assim. Ele ficou mais difícil, eu concordo. Mas não insanamente difícil que nem o Crash. O Crash ficou insanamente difícil. Nossa, cara.
As faixas de voo ficaram chatinhas, eu tenho que te dizer. Mas eu dei conta, eu dei conta, eu dei conta. Mas o que rola é que, assim, o que eu vejo, tá ligado? Eu não vejo nada contra fazer o remake. Eu acho que muitos títulos deveriam realmente receber um remake ou um reboot.
são importantes que eles continuem vivos. Até, inclusive, nós falamos sobre isso na nossa avaliação, que recebeu muitos elogios, muito obrigado a todos vocês que estão ouvindo Toca do Dragão, no nosso review de Super Mario Galaxy, que eu fiquei muito feliz porque está tirando resultados muito bons, Rodrigo. Eu achei que o pessoal não ia ouvir, porque geralmente a nossa review, já falei até com o Rodrigo sobre isso, a nossa review de cinema, o pessoal prefere escutar, sei lá, outras pessoas falando, não vem muito ver a gente falar. O que eu acho que é um erro.
muito grande das pessoas, porque nós temos opiniões que divergem muitas vezes das pessoas que eles estão acostumados a ouvir. Então, eu acho sempre que tem espaço pra todo mundo. Ouça a gente, ouça as outras pessoas. Mas, resumindo, né, de maneira bem resumida esse assunto...
Eu acho que o problema tá nos valores. Pra mim, o problema sempre vai ser os valores que estão absurdos, tá ligado? Jogo no Brasil tá maluco o valor. Completamente doido. Ah, mas sempre foi, né, Rick? Sempre foi.
Nunca foi barato, eu vou ser sincero. Não vamos começar de hipocrisia nesse momento, nessa altura do programa, né? Por exemplo, o Super Nintendo, minha mãe pagou caríssimo quando ela me deu de presente. Era caríssimo, caríssimo. As fitas custavam e custam uma fortuna. Sim, tipo assim, ah, mas era 400 reais o Super Nintendo. Sim, na época em que o salário era 400 reais. Né?
Você vai pagar as contas do mês, comprar comida, tudo, ou comprar um videogame pro seu filho? É, é mais ou menos isso. E na verdade... Tô nem brincando. E na verdade, o videogame era R$400 e o salário era R$100. É isso, era quatro salários o videogame. É, entendeu?
Então, passamos quatro meses sem comer e o Rodrigo pode brincar de Super Mario? Ou, tá ligado? É mais ou menos isso. Sabe, eu acho injusto, mas assim, o que eu quero dizer é que baseado agora, onde a gente tem muito mais ferramentas que podem ter uma localização, o que é a localização? Que a galera, às vezes, mete o pau na Steam injustamente. A Steam, ela se esforça pra fazer uma localização do preço, tá ligado? Pra não ficar um bagulho muito...
proporcional, né? Só que o poder da Steam, olha o que eu vou falar agora, talvez vai ter gente aí que vai ficar no demônio comigo, mas foda-se. O poder da Steam, ela se se arrasta, Rodrigo, ela se expande até os indie. É, quando chega nas Big Boss, ela não tem poder porra nenhuma. O meu jogo é 500 conto e pau no seu cu. Ai, adoro. Concordo, concordo. Você quer que eu veja no meu jogo na sua plataforma? É 500 conto, nega.
Não quer? Pau no seu cu. Rapaz. Vou botar em outra plataforma. Eu boto em outra plataforma, cara. Não vai ser a Steam que vai me fazer diferença. Pra mim, Steam dá migalhas. Sem falar que tem aquela tal de Steam verde que vocês não fazem nada pra resolver. É assim que a Big Boss pensa. Concordo, concordo. Desculpa, é isso aí. Então, pra mim, não é exatamente o problema fazer um remake.
Não tem problema nenhum. Tem muitos jogos que eu gostaria que tivesse um remake bem feito, tá ligado? Por exemplo, o Castlevania Symphony of the Night. Eu adoraria o Castlevania Symphony of the Night 2.5D, que nem é o Mirrors of Fate, que um dia eu vou trazer pro canal. Um dia vai. Mas assim, delicioso. Adoraria. Nossa, pé de moleque. Quero mais. Mas se for pra sair 400 reais, infelizmente... Melhor não, né? Não tem como.
É melhor não? Exato, Rodrigo. Você tá entendendo? Aí é complicado. E você, Rodrigo, sua opinião? Cara, eu acho que eu concordo contigo com relação aos preços, mas aí a conversa iria bem mais longe, que aí envolve não é só questão das lojas em si, né? Envolve questão política, envolve um monte de coisa que não é o que a gente vai... Mas uma coisa assim, só pra gente eliminar preguiça...
Não é, né? Não, não é. Porque assim, cara, se a gente for pegar pra ver todo o conteúdo ao longo... Cara, um sim pra um aqui agora, hein, pra gente. A Múmia, certo? O filme. A Múmia.
A gente já teve o quê? Tá vindo aí agora, eu acho que a quinta versão, quinta ou sexta versão no cinema. Reboot é a segunda, não, terceiro. Reboot é o terceiro, se eu não me engano. Então, além do original. Porque o que acontece? Eu vejo muita gente falando que a gente tá numa era em... Não se cria coisas novas, né?
Cara, quem fala desse jeito me passa a impressão que criar algo novo do zero é a coisa mais fácil do mundo. Sendo que a gente já falou várias vezes, né? Rodrigo, vamos fazer um pequeno ponto aqui pra eles, Rodrigo. Pra eles voltarem nesse exato momento. Se você está escutando o Rodrigo falar sobre isso aqui, você volta no nosso episódio para esse aqui, pra ouvir e depois volta, não tem problema.
Que é o 254, ctrl-c, ctrl-v, jogos que são cópias de outros jogos. Aham! Ouça que nós estamos discutindo isso aqui com veemência, eu diria. Lá tá bem mais forte. Mas o que eu quero dizer é, tipo... Cara, você sempre vai ter pessoas novas na cena a cada minuto.
E pra essa pessoa daqui, tipo uma pessoa que nasceu hoje, daqui a 20 anos, um jogo novo de Crash pra ela vai ser uma novidade. Um jogo Crash 2 que pro Rodrigo é antigo, é novidade. É novidade, entendeu? Por isso que eu não concordo com a galera que fala assim...
Ah, mas o filme é de 1962. Então eu posso dar spoiler. Cara, mas e a pessoa que ainda não teve a oportunidade de ver? Não porque ela não quis, mas simplesmente porque agora que ela chegou na idade pra ver esse tipo de conteúdo. Se você não assistiu, tudo é spoiler. Se você não teve experiência em contato com aquela obra, é spoiler sim. Cara, é de jeito ainda. Sei lá.
Vamos lá, acabou de sair o Final Fantasy 7, e aí você pega... Ah, não, eu joguei lá atrás, ali na frente vai acontecer tal coisa, tal personagem vai morrer. Ô, maldito, eu tô jogando agora, não me fala isso, desgraça. Na batalha do chefão, faz assim que você ganha fácil.
Entendeu? Pra que tu falou isso? Rapaz. Cara, isso me incomoda, sabe? Então, eu acho que... Mano, quanto mais você conseguir trazer de conteúdo sempre novo, sempre atualizado, eu gosto. Eu particularmente, vamos colocar assim, tem muitos jogos antigos que o estilo do pixel art aplicado nele, a forma como foi aplicado, me afasta do jogo.
E aí você traz para uma versão mais atualizada, pode ser o pixel art mesmo, só que mais bonito, com uma lapidação melhor em cima da arte. Eu vou querer jogar. Com certeza. Entendeu? Mas, ah, é porque é ruim? Não. Simplesmente esse tipo de visual não me atrai. Não te apetece isso? Quer ver um exemplo muito claro? Eu não vou lembrar o nome agora do jogo que você jogou no teu canal, que ele é todo pixel art preto e branco.
Ah, sim. Putz, cara, muito bom. É o... One Bit Explorer. One Bit Explorer. Isso aí. Eu vendo você jogar, eu gostei pra caramba da história, mas é o estilo de jogo que eu não me atrai para eu jogar. Graficamente, tu não acha atrativo? Graficamente, pra mim, eu não gosto. Certo? Sim, sim. Aí, beleza. Aí você pega um outro jogo que também é pixel art, só que ele é um pouco mais acabadinho.
Igual, por exemplo, aquele que a gente jogou lá do... Ai, como é que chama? Fate... Que é como se fosse um Demon's Souls da vida lá, que a gente tava jogando a demo. Lembra? Como é que chama aquele jogo, meu Deus do céu? Demon's Souls? É, não é? Tipo, eu falo de dificuldade, que você tem que ficar decorando o padrão dos boss pra poder jogar, tudo.
Ah, sim, a gente jogou aquele jogo junto, aquele jogo que a gente jogou junto. Isso, entendeu? Aquilo lá já me atrai mais. Mas isso quer dizer que um é melhor que o outro? Nem, não, perto. Não. Ambos são muito bons, ambos têm suas peculiaridades, vamos colocar assim. Qualidades, falhas, normal. E é da mesma forma que, tipo, ah...
Eu gosto de filme, sei lá, de aventuras, né? No estilo Hollywood, essas coisas. Já o estilo de filme francês eu não curto muito. Quer dizer que o bagulho é ruim? Exatamente. Não é. Não. E também tem essas outras coisas, né? São coisas, são preferências, por exemplo. E tem coisas também que eu acho, Rodrigo, que é proposta de experiência. Por exemplo, eu adoro horror. Adoro horror, terror. Adoro, adoro.
Você não gosta tanto. Mas tem coisas de terror e horror que você gosta. É verdade. Por exemplo, Alien. Gosta. Alien você gosta. Entendeu? Você assiste. Então a gente consegue conversar e interagir sobre isso. Eu não sou tão chegado em fantasia medieval, mas pergunto se eu gosto do Senhor dos Anéis.
Entendeu? Sim. Tem coisa, então tem convergências, tem experiências, tem coisa. Quer dizer assim, não vai ser todo filme de fantasia que eu vou gostar. Porque eu não gosto muito do gênero fantasia. Então não é todo filme de fantasia que me apetece. O Rodrigo não é todo filme de horror que ele vai gostar. Porque ele não gosta do estilo do horror. Então não é todo filme de horror que ele vai gostar. Mas podem ter filmes de horror que ele vai gostar. Exato. Assim como podem ter filmes de fantasia que eu vou gostar. Óbvio. Exato.
Tipo, por exemplo, terror psicológico não é um negócio que eu gosto muito, mas terror de monstro eu gosto. Sim, sim, sim. E pode ter algum terror psicológico que o Rodrigo vai gostar? Sim, dependendo como foi a história, eu vou gostar. Concordo. Porque, você entende o que eu quero dizer, né, cara? Concordo. Não tem a ver com só, é que julgar por um único fator específico, julgar, né, eu não tô dizendo escolher. Olha.
Escolher e jogar são coisas diferentes. O Rodrigo escolhe não jogar o Ambient Explorer, porque pra ele, graficamente, não é tão interessante. E ele escolhe jogar o The Last Fate. Esse é o nome do jogo. Isso. The Last Fate. Ele escolhe jogar o The Last Fate. Ele escolhe, tá? Ele não está julgando. Ele não está dizendo que o Ambient Explorer é ruim e o The Last Fate é bom. Não.
E sem contar, cara, que a gente tem a sorte de viver numa época que tem muito conteúdo. Quando a gente era moleque... Nossa, a gente fica até perdido, né? Não sabe nem o que fazer. Quando a gente era moleque, a gente tinha acesso a o quê? Umas três, quatro fitas? Cinco? É. Se a gente tivesse muita sorte, cinco fitas ali pra gente poder jogar. É.
Eu costumo dizer que nessa época eu era, sim, uma criança privilegiada. Porque o meu padrasto ia pro Paraguai e ele trazia uma quantidade absurda, alucinante de fitas pra mim. Tanto de Super Nintendo, quanto de Nintendo 64. E eu tinha muitas fitas e convidava meus amigos pra jogar comigo. Então, meus amigos que escutam o podcast, que é uma grande minoria, que me deixa muito, muito chateado.
Que inclusive eu mando pra eles, peço pra ouvir e a maioria não ouve, Rodrigo. Olha como é engraçado. Eu acho de cara, tá ligado? Pessoas tipo assim, por exemplo, o Leomar. O Leomar gosta tanto da gente, ele nem me conhece, cara. Agora tem, tem, tem... Eu vou usar o termo, o termo que eu uso aqui. Tem nego que eu, Rodrigo, tirei do meio da merda que ia se foder que a mãe se descobrisse o que fez e ia matar.
E ele não é capaz de ouvir o meu podcast. É isso aí. É, funciona mais ou menos. Tirando do meu coração esse pequeno problema... Esse ponto pra fora. É normal. É normal, tá ligado? Você, tipo assim, a gente tá nessa época, como o Rodrigo falou, com tantas coisas, então a gente fica meio perdido do que jogar. É normal, sabe? Mas é realmente isso que o Rodrigo falou. Tem tanta coisa que a gente tem esse privilégio de poder escolher várias coisas. A gente pode escolher o que jogar.
Assim como o Rodrigo falou, você pode escolher, não gosta de ver romance com duas mulheres, dois homens? Sim. Não assista, você pode escolher, não estou te julgando, não estou aqui para fazer isso. Você não gosta? Beleza, não estou te julgando.
Só que você pode escolher não fazer. Outra coisa que você pode escolher também é não falar merda. Olha só que engraçado. Você sabia que você pode escolher e ficar quieto? Olha que mal nível. Olha que coisa legal, né? Isso até casa com o que a gente acabou de falar, né? O ambiente nos moldou. Então, você cresceu tendo acesso a bastante conteúdo, então você gosta de um monte de coisa diferente. O meu conteúdo era mais nichado. Mais restrito.
isso. Gosto de coisas mais restritas. Isso me limita a não conhecer coisas novas? Não. Não, não. Na verdade eu acho isso até muito legal. Tem um quadro no meu canal que é literalmente conhecendo jogos novos. É. Cara, o mais legal pra mim, a coisa mais absurda na minha mente, foi o dia que eu recebi o e-mail do Rodrigo falando, Rick, eu vou jogar Castlevania porque eu adorei o seu episódio de Castlevania.
Isso pra mim foi absurdo, assim, tipo, eu consegui fazer uma pessoa gostar do jogo. A Andrea falando pra gente no nosso episódio, eu vou assistir Super Mario por causa de vocês dois. É bem isso aí, meu. Isso é muito legal, tá ligado? É porque, como eu falei no episódio anterior, e volto a falar nesse, né, o ser humano, a humanidade, ela vive de tradição, né? Traditio é passar adiante.
A gente vive de passar adiante a coisa que a gente conhece, a coisa que a gente gosta. Então, a gente vive de dividir experiências, tá ligado? Eu sempre falo isso, o Rodrigo é prova de que eu falo isso direto aqui. O ser humano, ele é essencialmente um ser
Social. A gente vive em sociedade, precisa da sociedade, precisa interagir. Em algum nível, tá? Tipo, seja amigos, família, você precisa interagir. Viver sozinho em isolamento vai te deixar completamente maluco, tá? Completamente maluco. Viver sozinho em isolamento deixa você maluco. Exatamente. E não sou nem eu que tô dizendo isso, tá?
Tem diversos estudos psicológicos De gente que tem muito mais estudo E entendimento do que eu pra falar O que eu tô falando aqui Não gostou, vai lá brigar com os psicólogos Deixa nós em paz aqui Aqui eu tô sendo só papagaio, mano Quer discutir, vai lá discutir com o Schopenhauer, tá? É bem isso aí, velho Não, briga com nós
É, não, quer discutir, vai discutir com os outros lá. Então, valeu? Fechou, valeu, fechou. Achou que a minha ideia de moral é ruim, vai discutir com o Kant. Né? Então, vamos lá. E aí, o cara vai deixar aqui embaixo o que eles acham, né? Coloca aqui nos comentários o que vocês acharam. Cara, é obrigação de vocês responder pra gente o nosso e-mail. Galera, respondam que daí gera mais e-mail. E é mais legal porque vai ter mais programa desse.
Vocês gostam desse programa? Eu adoro, o Rodrigo adora. Né? Se vocês gostam, mandem mais e-mails. É bom que precisa de um roteiro, mas só sai falando.
Não, a gente só sai falando. Se a pergunta for grande, que nem o Mr. Doha falou, a gente senta ali, aperta o pé na tábua e não tem história, né, Rodrigo? É isso aí. Bora lá, então, saída. Vamos, vamos. Não, vamos. Essa daqui, acho que vamos ver. Dependendo do tamanho dos e-mails da nossa resposta, talvez sejam as duas últimas. Vamos lá. E-mail dela. A primeira dama do Toca, Francine Verdard. Olha que maravilha. Tava sumidinha, tava sumidinha, hein? É, eu preciso... Wreck.
Meu Deus do céu. O que? Rec. Rec. Ah, rec e uma velhinha perseguidora. Tá. Vamos lá. Tô curioso. Ela começa com buu, tocudo. Se assustaram? Não. E você? Não.
pelo título, sei lá, me veio aquele filme de... Rodrigo, o pessoal vai achar que a gente fez de propósito, mas eu não tinha como prever a linha da nossa conversa, não era possível pra mim. E eu não escolhi esse e-mail de maneira pontual. Ele foi escolhido aleatoriamente aqui como todos os e-mails do Toca do Dragão Lido. Olha o que ela fala.
Tem uma coisa que eu odeio escrito com vermelho em letras garrafais e em bold, é filme de terror. Não pode ser sério. Simplesmente eu não gosto, eu tenho medo, eu sofro por dias, eu não durmo, eu tenho pesadelos. E no início do nosso casamento, o bardo, agora de novo com letras garrafais vermelhas e bold.
Me obrigava. Me obrigava. Eu sei como obriga o Rodrigo, amor. É normal isso aí. Me obrigaram. Faz parte da minha pessoa. Me obrigava a assistir até o fatídico dia. É verdade isso aí. Até o fatídico dia do filme Rec. Caralho, bicho. Eu nunca vou me esquecer disso. Onde eu tive diversos pesadelos com a porra da velhinha que ficava correndo no corredor.
O Bardo sofreu junto, pois eu não deixei ele dormir. Depois disso, ele nunca mais me pediu pra assistir filme de terror com ele. Rapaz, é verdade. Pro meu bem. É verdade. E paro dele. Mano. Justo? Ela assistiu e ela ficava... Ela tá ali, amor. Eu tô ouvindo ela. Vai dormir, foi assim.
Não tem nada ali pra você, nem vai dormir Eu tô vendo ela, ela vai me pegar Ela se batia, se chitava na cama, ela vai me pegar É a velha do rec, ela vai me pegar E começava, se vocês não sabem O que a gente tá falando, tem uma personagem específica Do filme rec, né, sem dar spoiler Aqui pra vocês, que ela persegue A atriz principal, vamos lá E pra quem não conhece essa porra Essa franquia, seguem o resuminho Abaixo
A franquia HEC é uma série de filmes espanhóis de terror suspense que começou em 2007. Aqui está um resumo dos principais filmes. Vamos lá. O primeiro filme acompanha a jornalista Angela Vidal, porque ela é espanhol, e seu cinegrafista Pablo, que estão fazendo uma reportagem sobre a rotina dos bombeiros de Barcelona.
Durante uma chamada de emergência em um prédio residencial, eles ficam presos dentro do tal edifício, onde uma misteriosa infecção transforma os moradores em criaturas violentas. Excelente! Nossa, cara! Aí começou a deguingolar o bagulho. Ah, eu queria pegar o...
2009. A sequência continua imediatamente após os eventos do primeiro filme. Um grupo de policiais especialistas entra no prédio, é tipo a galera do Raccoon City lá, sabe? A galera dos Black Ops que vai pra Raccoon City pra eliminar os zumbis. É mais ou menos isso.
Entra no prédio pra investigar a origem da tal infecção Descobrindo que há uma ligação com forças sobrenaturais Aí começou a ficar mais ou menos Mas ainda passa, tá? O filme 2 ele é ok O filme 1 é muito bom O filme 2 ele é ok Não é nem pela ameaça sobrenatural É pela forma como foi tratado
No REC 3, esse é horrível. É desesperador, cara. Diferente dos dois primeiros, esse filme se passa em um casamento, onde a infecção se espalha rapidamente entre os convidados. Ele tem um tom mais voltado para a ação e menos para o estilo de filmagem em contrato. Eis o porquê ele é horrível. Ele mudou o estilo do que a gente estava sendo apresentado, tá ligado? O que está acontecendo, velho? Com a mudança muito brusca. REC 4, Apocalipse. Lixo no lixo para mim.
O último filme da franquia segue Angela Vidal, que é levada para um navio em quarentena após eventos anteriores. Lá a infecção ressurge, colocando todos em perigo, beleza? A franquia Rec é conhecida por seu estilo de filmagem em primeira pessoa e em uma atmosfera intensa e calçofóbica. É o filme do estilo found footage.
Se você não sabe o que é isso, são filmes que fizeram muito sucesso na década de 2000 ali, principalmente começando com um surto, vamos dizer, desse tipo de filme, em 1999, com o lançamento de um filme chamado A Bruxa de Blair. Você precisa assistir, porque ele é excelente, tá bom pra caralho.
Se vocês, ouvintes, qual foi... Agora ela tá perguntando pra vocês, galera. Qual foi o filme de terror da sua vida? Ou melhor, qual te deu mais medo? Mandem um e-mail. Cara, agora a Galega foi pontual. Foi ninja nessa. Ela não quer saber se é eu ou você. O que eu concordo com ela, ela quer saber de vocês. Vocês, mandem e-mail pra gente qual é o filme de terror da vida de vocês que causou aquele remelexo na sua espinha, rapaz.
Um abraço dessa medrosa que adora esse podcast. Clínico, cirúrgico. Adorei, Galega. Esse é algo assim. Mande mais de Deus. Vamos lá. Agora ela mandou. Tô com medo de ler esse... Vou deixar esse e-mail pra próxima, Rodrigo. Vou deixar esse e-mail pra próxima porque ela fala aqui sobre solo leveling e eu sei que esse é um assunto que nós vamos cair num buraco contigo e já tá com uma hora e cinquenta de episódio.
Eu quero me abster desse problema de edição. Deixa eu ver se tem... Eu vou guardar esse e-mail aqui bonitinho. Eu vou guardar esse e-mail. Eu vou guardar esse e-mail aqui bonitinho. Quem que mandou o e-mail? A Galega. A Galega tá falando de solo level?
Tô te dizendo, mano. A gente tá falando aqui... O nome do e-mail é Novidade sobre o Mundo Geek. Não deve mais ser tão novidade assim. Ah, meu Deus do céu. Mas tudo bem. Você vai deixar o povo curioso e eu também. Vou deixar todo mundo curioso. E agora nós vamos falar sobre o assunto sério pra encerrar aqui, tá bom? Vamos lá.
O e-mail dele, El Pandita. Sim, é claro que ele iria aparecer porque ele merece. Então vai. El Pandita, com o e-mail dele, Sr. João Pedro Moura, conhecido aqui popularmente como El Pandita, manda uma coisa que deixou o pessoal extremamente aí de cabelo em pé, Rodrigo. O título do e-mail dele é Violência contra Capivárias. Ele começa o e-mail dele dizendo, rapaz. Rapaz.
Eu adoro quando o pessoal começa a usar os memes do Toca nos e-mails deles, tá ligado? Eu acho isso muito bom. Eu escutei o Toca do Dragão número 201, Toca Uma Pra Elas, que é excelente. Cara, eu espero muito, eu não sei se nessa data aqui que ele ouviu ainda tava, tá ligado? Eu acho que o Spotify já tirou, tá ligado? Mas olha, saudade do Toca Uma Pra Mim. Nossa, Toca Uma Pra Mim era boa, né?
Bom dia, boa noite, boa tarde, boa madrugada a todos em qualquer lugar que seja sua localização geográfica. Rapaz, oi. Isso nem tinha a introdução, vai. Seja muito bem-vindo.
bar do rapaz eu fiquei com uma pena do Rodrigo, coitado já não basta a situação os três chutando a capivara no chão, rapaz amassa, me pega me amassa, me joga do lado do outro duas paçocas com as vozes da minha cabeça e perdi apostei em ti, Rodrigo a puta merda
Isso aí é a primeira regra, não dá pra apostar no Rodrigo, galera. Como assim? Vamos lá, qualquer coisa que envolva música, se eu estiver competindo, corram, não vão pro meu lado. Bom, o bom é que de qualquer jeito eu mesmo comi as paçocas. Muito bom, isso aí é importante. É muito bom ganhar de você mesmo. Rodrigo, não desista, você consegue, vai lá, tenta de novo. Só que dessa vez, eu acho que eu vou apostar no bardo.
querido, muito obrigado eu acho que isso foi um erro desculpa, isso não foi culpa do Rodrigo isso foi um erro seu, Pana você tem uma pessoa que é capivara, o assunto é música, música você tem uma pessoa que é capivara e a outra que é bardo
Se o negócio fosse rios e nadar no rio e comer capim, capivari e bardo, quem você vai apostar? Você errou na premissa. Mas era música. Mas sabe o que é o rolê, o Rick? É que ele foi naquela premissa do azarão vai ganhar. Sim, sim, sim. Que a gente apostou no Japão, que o Japão detonou. Então, tipo assim, eu acho que essa foi a minha... Marrocos, Marrocos jogando pra caralho. Isso. Faz todo sentido você apostar no azarão.
que o Azarão tem uma chance muito grande de ganhar. Uma em um milhão, provavelmente. Isso, inclusive lembro da galera postando no JC e você dando uma surra no JC. Inclusive, tô com vontade de fazer mais um joguinho de brincadeira aqui, que a galera gosta bastante. Nossos game show. A gente tem que continuar, tem que... Tem alguns embates aí pra acontecer.
Rodrigo, nós temos Disney, nós temos Marvel, nós temos Harry Potter, nós temos música, nós temos série, nós temos filme. É uma penca, uma infinidade de assuntos sem tamanho, sem fim pra gente fazer aqui. E eu tenho aqui o meu quadradinho, onde eu marco quem ganhou, o que ganhou e quando ganhou, né? Todas as tabelas. E se eu não estou enganado, Rodrigo, nós vamos realizar um sonho de um dos nossos Rangers.
Sabe que Ranger é esse? Um certo cuidador de farol. Um certo cuidador de farol. Muito bem. Dito isso, eu acho que a gente pode ficar por aqui. Foi muito divertido. Lemos alguns e-mails de vocês. Todos os e-mails foram lidos para que vocês se divertissem. Foi muito legal. Ficou alguns e-mails aí para ler para as próximas, porque eu acho que vai dar um molho legal. Então...
mês que vem tem de novo, essa é uma promessa, vai ter sempre um episódiozinho dedicado pra isso aqui, eu e o Rodrigo queremos fazer pra vocês terem, primeiro, pra gente não ficar com esse gap tão grande de um ano pra ler os e-mails de vocês, e segundo, pra realmente gerar esse papo sempre em dia com vocês sobre o que a gente tá falando e o que vocês estão ouvindo, e vice-versa, e manda e-mail pra gente aí que vai ser legal, beleza?
Isso. É isso, Rodrigo, despeça-se da galera e deixa aquele recadinho final. É, não, e um adendo muito...
importante aí pra galera é que isso só é possível porque vocês mandam bastante e-mail. Se a gente chegar num ponto em que a gente vê, cara, não tem e-mail suficiente pra dar um episódio, nós não vamos gravar. E aí vocês vão ficar sem conteúdo. Então, deem um jeito de continuar mandando sempre mais e-mails aí pra toca do dragão podcast arroba gmail.com
E como vocês viram, pode mandar assunto sério, pode mandar assunto de galhofa, pode falar sobre comida, pode falar sobre seu dia, sobre fofoca, sobre tudo. Se divirtam, mandem o que vocês quiserem. Se quiser, pode mandar até um desafio aí, igual o Mr. Dolphus fez, para a gente poder inventar alguma coisa aqui na hora.
E basicamente eu acho que é isso. Eu vou ficando por aqui em mais um episódio delicioso. Hoje acabou tendo uns assuntos bem sérios aqui, né? Uns assuntos gostosos de ser discutidos. Discutido. E não se esqueçam, olha, a gente tem várias coisas aí pra você estar comentando aqui com a gente no Spotify. Deixem sua.
Suas opiniões, o que vocês acham, né? Concorda ou discorda? E lembrando sempre, né? Naquele tom amistoso. Pra gente ter um debate e não ser um apedrejamento. Porque se a pedra vem, a pedra volta. Funciona mais ou menos assim. É verdade. Não, não, não, Rodrigo. Se a pedra vem, a montanha volta. Aqui, quando... A minha mãe me criou assim. Meu filho, nunca, jamais comece uma briga. Agora, se te bater, hein? É.
Então, vamos lá. Vocês entenderam o recado, né? Aí, e a gente se vê na próxima, né? Que é logo ali. É só passar pro próximo episódio e ir na sequência. Ah, mas não tem na sequência porque eu tô ouvindo no dia que saiu. Tem um monte aí pra trás, cara. Escolhe um aí. Oxi, cara.
São mais de 400 episódios pra você se deleitar aí. Inclusive, Len Omar e Álvaro, que é um outro ouvinte nosso. Tô esperando o Álvaro virar Ranger, hein? Álvaro, já tá na hora, já passou do momento. Está ouvindo a gente em Odisseia, sabe? Vou chamar de Toca-Céia, Rodrigo. Toca-Céia. Toca-Céia, o ato de ouvir o toca do começo até o fim. É uma toqueia. Toqueia.
Muito bem. Não, mas tem interesse. Muito bem, então, vá lá, ouça o Toca do Dragão. Mais uma vez, eu gostaria de agradecer ao Rodrigo Silva por abrilhantar o nosso episódio de hoje e a você, amigo, amiga ouvinte, por ouvir o Toca do Dragão. Muito obrigado pela sua paciência. Muito obrigado pela sua audiência. Muito obrigado pela sua audição. Muito obrigado por ouvir o Toca do Dragão. A gente vai ficando por aqui e é mais um selo na bundinha do JC, Rodrigo. Que isso, que isso. Fui.
Que delicia! O meu gato velho Léo.