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Verdades e curiosidades sobre o mercado de restaurantes. Com Ordomar Furtado - Ordones | AÍ SIM #121

08 de maio de 20261h5min
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15 e 16 de maio em Fortaleza, Arena das Vendas!Inscreva-se agora: https://arenadasvendas.lovable.app/Para você, Gestor Comercial sair do improviso e passar a bater meta de forma consistente com MÉTODO E PROCESSO.______________________________

Cliente tem sempre razão? No mercado de restaurantes, essa resposta não é tão simples quanto parece.

Neste episódio do Aí Sim Podcast, Lucas Vieira recebe Ordomar, dono do Carneiro do Ordones, para uma conversa leve, verdadeira e cheia de bastidores sobre o universo da gastronomia, gestão de restaurantes e relacionamento com clientes.

Por trás de um prato bem servido existe muito mais do que comida: existe liderança, equipe, atendimento, padrão, pressão, curiosidades e decisões difíceis todos os dias.

Neste episódio, conversamos sobre:

✅ Os bastidores da gestão de um restaurante
✅ Como lidar com clientes difíceis
✅ A importância do atendimento na experiência do cliente
✅ Gestão de pessoas no segmento gastronômico
✅ Curiosidades do mercado de restaurantes
✅ Os desafios de manter padrão, qualidade e equipe alinhada
✅ O que o empreendedorismo gastronômico ensina sobre liderança

Uma conversa para quem empreende, lidera equipe, trabalha com atendimento ou simplesmente gosta de entender o que acontece por trás de grandes negócios.

Porque no fim das contas, restaurante não é só comida. É experiência, gestão e gente.

📌 Assista até o final e aproveite para se inscrever no canal. Toda terça-feira, às 20h, tem episódio novo do Aí Sim Podcast no YouTube e Spotify.

Aí Sim Podcast. Histórias reais. Negócios de verdade.

#aisimpodcast #empreendedorismo #gestãoderestaurantes #restaurantes #gastronomia #atendimentoaocliente #experiênciadocliente #gestãodepessoas #liderança #negócios

Participantes neste episódio2
L

Lucas Vieira

HostEmpreendedor
O

Ordomar Furtado

ConvidadoEmpreendedor gastronômico
Assuntos7
  • Sucesso do clienteAtendimento ao cliente · Lidar com clientes difíceis · Psicologia no atendimento · Humildade e escuta ativa
  • Restaurante MocotóControle de estoque e custos · Ficha técnica · Precificação · Margem de lucro · Posicionamento de marca
  • Mutabilidade das pessoasEscassez de mão de obra · Motivação de equipe · Desenvolvimento de talentos · Sonho e propósito
  • Inovações na gastronomiaHistória do Carneiro do Ordones · Expansão de negócios · Hamburguerias · Gestão familiar
  • Filosofia de VidaEstoicismo · Foco e controle · Humildade · Estudo e dedicação
  • Gastronomia e FutebolImpacto no público · Consumo de bebidas · Estratégia de negócio
  • Recomendações para EmpreendedoresEmpresas Feitas para Vencer · Pense em Riqueza
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Aí Sim Podcast! Fala aí, galera! Tudo bem com vocês? Está no ar mais um episódio do Aí Sim Podcast, o seu podcast de negócios, podcast que leva até você todo aquele conhecimento que eu e você gostaríamos de ter tido acesso antes para não cometer aquelas falhas que atrasam o nosso crescimento e a gente aprender com os acertos de quem está nesse jogo há muito mais tempo do que a gente.

E hoje a gente vai conhecer uma jornada empreendedora, mas não só isso, vamos aprender com os acertos de quem conduz negócios gastronômicos, restaurantes, como ninguém. Então se você que está aí do outro lado tem um negócio gastronômico, mas não só isso, quer aprender como é que você lidera uma equipe de mais de 200 pessoas.

Mas esse episódio aqui é para você não sair daí, que tem muito insight, muita lição para você aprender com quem vive esse jogo no dia a dia, na prática. Tá joia? Antes de apresentar o nosso convidado, eu quero dizer para você que esse episódio não estaria no ar sem a 2P Treinamentos, que é a nossa empresa de treinamentos corporativos e desenvolvimento comercial.

E se você quer desenvolver a sua gestão comercial, guarda essa data aí, dias 15 e 16 de maio, no auditório da Controller. Vem aí o primeiro Arena das Vendas. Eu, juntamente com mais cinco palestrantes de gente que está na arena, está na guerra.

todos os dias para vender mais e conduz isso com a metodologia prática, onde a gente vai falar de mentalidade, comportamento, técnica, processo, tecnologia. Mais de 20 horas de conteúdo para vocês. A gente espera vocês na Arena das Vendas. Está na descrição desse episódio o link para você garantir a sua vaga. Está jóia?

E a gente também tem a Dogville Jeans, você que está me assistindo no YouTube ou que está assistindo com vídeo no Spotify, está vendo aí que eu estou com uma camisa bacana, tech dual da Dogville, uma tecnologia onde a gente não tem costura, tudo cortado a laser, alta tecnologia e uma qualidade não só no tecido, mas promovendo muito conforto para vocês. Dogville Jeans.

Então você acessa dogvelydeans.com.br ou, se você é de Fortaleza, vai lá na flagship deles, na Senador Vigílio Tavra, número 360. Sem mais delongas, vamos apresentar o nosso convidado de hoje. Ele...

que é empreendedor do segmento gastronômico e chefe de cozinha, especializado na criação de pratos e no desenvolvimento de experiências que conectam sabor, técnica e identidade, com a atuação direta na elaboração das receitas e construção de conceitos gastronômicos. Ele transforma ideias em operações consistentes, onde cada detalhe do prato ao atendimento é pensado para gerar valor e fidelização. A sua visão integra cozinha-gestão... A sua visão integra cozinha-gestão...

Cozinha e gestão elevando a gastronomia a um nível estratégico onde padrão e experiência são os pilares fundamentais do negócio. Se você é de Fortaleza, você com certeza já esteve em um dos empreendimentos dele. Galera, eu estou aqui com ninguém menos do que Ordomar Furtado, proprietário do Carneiro do Ordones e de tantos estabelecimentos. Ordomar, seja muito bem-vindo ao Aicin. Muito obrigado. É um prazer grande estar aqui com vocês.

E poder dar uma ajuda aí a esse pessoal que está assistindo, né? Levar um pouco do nosso cotidiano nesses 30 anos de batalha, de suor, né? De acertos, de erros, né? Vai ser um prazer estar aqui.

Vamos embora então, vamos lá. Você que está aí do outro lado, já prepara teu bloco de notas, já prepara aquele grupo que você tem com você mesmo no WhatsApp e vamos para o nosso episódio. Ordomar, tem uma pergunta que dá nome a esse podcast, que é o momento aí sim. Então, nessa carreira aí, vitoriosa, vencedora de mais de 30 anos, qual foi o grande momento aí sim do Ordomar?

Está praticamente sendo agora, depois da pandemia, que eu comecei, a gente inicia com um sonho, né? Eu sempre digo, eu tenho um sonho. E eu sonhei e estou correndo atrás desse sonho. Depois da pandemia, eu resolvi abrir algumas lojas, fazer a gestão solo, que o restaurante é restaurante de família, né? Mãe, meu pai, e eu resolvi abrir minhas próprias unidades.

E ter minha gestão e o crescimento. Graças a Deus, abriu uma hamburgueria também. A hamburgueria também está dando super certo. E estou crescendo, estou expandindo. E esse está sendo o momento. Esses dois anos para cá, está sendo o momento do aí sim.

Esse momento agora está sendo o momento de vocês de maior crescimento, de maior expansão. Exatamente. Para o pessoal que não conhece, que não sabe um pouco dos bastidores dos negócios, fala para a galera qual é o tamanho dos empreendimentos do grupo e quais são desses empreendimentos, o que é projeto do Ordomar.

É o seguinte, o Carneiro do Ordone Jovita, hoje ele é o menor restaurante que a gente tem, deve ser uns 500 metros quadrados. Tem o Ordons, que dá uns 200 metros quadrados, que é a hamburgueria. E tem o Carneiro do Ordone Vajota, que eu sou sócio com o pai. E tem o Carneiro do Ordone Joque, que o Vajota dá mil metros quadrados.

hoje comporta 700 pessoas, 740 pessoas. E o Jockey, que hoje comporta mil pessoas sentadas. Muito bom. Então, a gente tem Vajota, Jockey, Jovita e o Ordos. Agora, eu estou abrindo Messejana, tanto na hamburgueria, como também no restaurante. O lado é mil metros quadrados e a hamburgueria eu vou abrir pequenininha, 100 metros quadrados.

Então, vem mais duas lojas aí para compor o grupo. E aí você estava me falando nos bastidores, mas falo para o pessoal, hoje, quantas famílias dependem, vocês mantêm quantas famílias empregadas dentro das operações de vocês?

Agora, quando a gente inaugurar essa última loja, vai dar uns 350, perto de 400. Quase 400 colaboradores vocês têm. Então, é muita gente aí. Isso só eu. Aí tem o pai, que tem mais uma parte também, só ele. E a mãe também, tem dois restaurantes. Só a minha parte, que dá mais ou menos isso. Mas se juntar tudo dá...

Mais uns 300, vai dar uns 700 famílias. Vai dar para mais de 600 a 700 famílias. Muito bom. E vamos pensar, são 31 anos que você estava me falando que está dentro dessa empreitada, começou desde os 17 anos. Fala um pouco sobre esse movimento e nesses 17 anos.

você passou por todos os setores do restaurante ou não? Foi assim, não, é filho do dono, já vamos começar logo aqui. Como é que foi isso daí? A minha educação foi sempre ali na... Que, inclusive, eu passo para os meus filhos também, que hoje eles fizeram a mesma trajetória. Eu iniciei como garçom no restaurante.

atendendo as mesas, com aquela fardinha na Ipioca, com a bolsinha aqui. Naquela época era aquela mesinha de ferro. Papai na churrasqueira, mamãe na cozinha. A mamãe ia para o caixa, a minha irmã também ajudava. A gente disse assim, de família, com uma arinha de fusquinha. Então foi todo aquele movimento familiar. E eu sempre tive a vontade de crescer. Aí foi na época que eu casei.

logo 17 para 18. 18 anos, casei. Aí foi aí que minha primeira escola. Quando eu casei, a minha mãe disse, não, vamos abrir um negócio para você e você vai ter sua vida. Aí eu peguei, realmente a gente colocou uma fábrica de linguiça, mexer com carne. E fui para essa empresa sem conhecimento de nenhum, sem conhecimento de mercado, sem saber o...

sem saber de nada, de saber que era no André, não sabia que era nada, fui no escuro, só sabia que ia para lá para vender.

E passei ainda mais ou menos dois anos. Com esses dois anos, a empresa não foi para frente e eu quebrei. Aquilo ali, para mim, foi a maior escola. Dali eu vi...

que eu tinha que pegar e olhar os meus erros. Claro que quando a pessoa fecha, quebra, a gente vai ruim. E aí eu parei, assim, isso aí é só um momento. Um momento na vida, ali a gente cai.

ver tudo que aconteceu, faz o estudo aprofundado, como é que eu caí, reorganiza e vai-se embora de novo. Foi isso que eu fiz. Aí a mamãe e o pai me chamaram e me colocaram de novo num restaurante. Abriram, compraram uma casa na frente e abriram um restaurante pequeno lá.

Aí só tá aí, vai te vir aí. Tinha só o primeiro carneiro do Ordônes. Aí eu peguei, eu disse, ó, meu Deus do céu, o que eu vou fazer aqui? Aí sentei, aí saí andando, procurando o que eu ia fazer, vim aqui pra Beira Mar. Aí eu olhei, sabe, vou fazer só camarão. Aí sentei, fiz 64 pratos de camarão. Escrevi a receita todinha, fiz tudo. E aí coloquei lá, aí ficou...

na primeira semana não tinha ninguém, não aparecia ninguém. Esse rapaz não tem ninguém, não apareceu. Na segunda semana apareceu um. Aí essa pessoa comeu, aí na terceira apareceu dois, três. Aí com dois meses fazia fila na porta.

Aí era tanta gente, tanta gente, tanta gente. Foi você que desenvolveu os pratos? Foi. Hoje é o Carneiro do Ordone, Carnes e Frutos do Mar. Eu fiz o cardápio de camarão, de peixe e de carne. Aí coloquei, formei a equipe. Isso tem quanto tempo?

Tem 20 anos. Eu ficava na frente da loja, minha esposa no caixa, e aí ficava nós dois administrando. Era pequeno, mas o movimento foi tão grande, tão violento, tão grande, que a gente teve que pegar o cardápio de lá e colocar no antigo, que hoje é o pioneiro, para poder diluir a quantidade de clientes, porque era muito grande. Aí o pai viu que tinha uma casa na frente, que hoje é o terceiro restaurante, que...

dava para comportar, porque era muita gente indo embora, aí eles compraram o maior, fez o restaurante, lá tem uns 1.200 metros quadrados, e aí foi transferido o restaurante de Ordonis, Carnes e Frutas do Mar para lá. Sim. Aí, quando ficou lá, fila de novo. Aí ficou aquele primeiro ponto vazio.

Agora eu vou fazer uma pergunta que tem folclore sobre essa história, tem meio mundo de conversa. Para você que não é de Fortaleza, que o Ordo Mar está contando aqui, imagina um cruzamento, um cruzamento tem quatro esquinas.

Dessas quatro esquinas lá onde ele está contando essa história, três são ocupadas pelos restaurantes da família. E tem uma que não é. Que é uma casa que está lá localizada, mas desde sempre essa casa está lá. E eu já ouvi meio mundo de história, que já tentaram comprar, que o homem disse que não vende nem a pau.

E aí a pergunta que não quer calar é existe a intenção projeto de expansão para aquela outra esquina? Não existe. Já tentaram, não tentaram e vai dominar aquelas quatro esquinas? Como é que é essa situação ali na Jovita?

Quando fechou as três esquinas, ficou lá e eles são amigos da gente. Na época que a gente conheceu eles, a gente tinha um mercadinho, um mercadinho estrela. E a dona Estela e o marido dela saía e ia comprar lá. A gente fez amizade. Temos filhos deles, eu adoro eles.

E teve esse contato e ela tem mais de 100 anos hoje. E ela foi para lá, acho que é, da novela, ele falava que via uma onça bebendo água no curral lá embaixo, disse que era só sítio. Então, uma pessoa que praticamente nasceu ali e hoje tem 100 anos, uma pessoa não tem como sair dali. Claro.

O projeto da quarta, só se o pai e a mãe tiver. Eu, particularmente, não tenho. Meu projeto agora é expansão para outros bairros, outras cidades. Eu ainda estou vendo, estou fazendo estudo. Para lá, não. Já tem três.

já deve dar mais ou menos mais de 4 mil metros quadrados de restaurante. Então, só se eles quiserem, eu não. Entendi. Então, a expansão são outros projetos. Então, você, enveredor para esse movimento, caminhou para essa linha, inclusive, de abrir os seus próprios restaurantes, você estava contando um pouco desse movimento inicial, principalmente de vocês.

E aí, qual foi, dentro dessa caminhada, e aí hoje você já tem os seus próprios restaurantes, já está há muito tempo dentro desse segmento, qual é o grande erro que o dono de restaurante comete, que você se viu cometendo lá atrás, e que hoje, quando você conversa às vezes com outro dono de restaurante, você diz, está fazendo a mesma coisa que eu fiz um tempo atrás.

O maior erro é não controlar o estoque. Eu fico impaciente. Exatamente não ter o custo, não saber o valor de venda, não ter a ficha técnica. Esse é o ponto que eu tenho mais medo. Que é exatamente o reflexo daquela primeira empresa que eu tinha. Eu não tinha um controle dela.

Eu sabia, assim, eu comprei, vamos dizer, por R$10. Aí, então, assim, vou botar aqui R$2, eu tenho aqui 20% de lucro, tá bom. E aí eu botava, eu fazia só isso. E, na realidade, quando a gente ia puxar todos os custos, fixos, variados, via tudo... Era para ter vendido pelo menos por R$25, né?

Foi aí que eu errei. Então isso aí me trouxe um trauma e um cuidado maior. Então quando a gente chega, quando eu vou fazer um prato, tenho um maior cuidado para ver o custo, para saber quanto realmente, a ficha tech, quanto realmente aquele prato vale para me precificar ele de acordo com o que eu acho que é o valor. Isso corre.

Para a gente dar uma noção geral, hoje você já domina essa precificação com mais habilidade. Uma vez estabelecido o custo daquele prato, e você estabelecendo ali uma margem entre o custo do prato e o preço final, isso dá uma variação de mais ou menos quantos por cento hoje, Jordan?

Para o dono de restaurante, para o cara que, por exemplo, rapaz, eu nunca parei. Só para ele ter uma noção, eu queria que o cara que está do outro lado, que hoje não faz esse estudo, ele tenha uma noção do quanto ele está fazendo de errado o trabalho dele lá. Quanto é que varia isso daí?

Assim, dentro do ramo gastronômico, a gente, eu, por exemplo, a nossa essência é trabalhar com giro. Então, a gente tenta diminuir o máximo o nosso lucro na margem de segurança que a gente acha. E, para, tanto a casa da gente é muito lotada.

E ganhar com outras coisas também Ganhar com bebida Exatamente, mas bebida Aí que está, a cerveja Praticamente a gente empata Porque eu chamo Boi de piranha É isso que a gente faz, a gente bota o boi de piranha

E a comida a gente ganha um pouco, mas tem vários pratos, os que vendem mais que a gente praticamente 100%, mais ou menos, no máximo, no máximo, no máximo. De 60% a 100%. Esses são os pratos de promoções que a gente trabalha.

Que o correto é que muita gente bota três vezes. Alguns restaurantes colocam três vezes. Mas a nossa essência é vender barato. Então, mais para baixo, eu coloco a minha margem de louco. Porque você vai ter muitas variáveis, que é a capacidade do restaurante, quantas mesas você consegue atender por noite. Você vai ter muita coisa para poder construir estratégicamente. Quanto tempo o cliente é para ficar em uma mesa.

A gente faz todo esse cálculo. Mas a nossa essência é vender, é bom e barato. A gente tenta vender o mais barato possível. É tanto que o pessoal às vezes fica assustado no preço da maminha, no preço da carne do sol, de uma cerveja, porque a gente realmente trabalha com a margem bem curtinha, no giro.

E isso tem muito a ver com o posicionamento que você quer dar para o seu restaurante. Se você é um restaurante premium, você não vai precificar dessa forma. Vocês têm um posicionamento, como você mesmo falou. Essa é a nossa essência. Vender barato e para uma grande quantidade de gente. É tanto que eu tenho um gerente que falou assim, rapaz, eu trabalhei num La Mole. Ele tinha 60% do teu movimento precisa ver isso. Obrigado.

E eu, às vezes, eu pude olhar os faturamentos dele, era maior do que o seu. Aí vamos tentar aumentar um pouquinho. Eu disse, não, se eu fizer isso, eu saio da essência do Ordunes. A essência do Ordunes é bom e barato. A gente tem que vender barato e continuar com essa multidão. Num dia que eu...

Tentar ser parecido com outros restaurantes, que tem um preço mais elevado, eu perco a essência e eu quebro. Então, eu tenho que se manter até o final. Esse é o estilo Ordones. Eu posso abrir outra marca, e aí sim, eu posso fazer outro posicionamento. Mas nosso posicionamento é esse. Bom e barato. Sempre que a gente puder vender o máximo mais barato possível, a gente está se posicionando. Perfeito.

É engraçado você falar isso, porque desde que a 2P Treinamentos nasceu, a empresa de treinamento cooperativa, a gente teve muito esse olhar do posicionamento. Por exemplo, a gente tem alguns outros concorrentes nossos que entregam uma solução mais massificada. Um monte de gente do mesmo jeito ali, e diz que aquele negócio ali funciona para todo tipo de negócio.

A gente não acredita nessa linha. O nosso modelo de trabalho é uma proposta mais de boutique. Como assim de boutique? Eu vou lá no teu negócio, eu entendo o teu jeito de operar, o teu posicionamento, a tua estrutura. Se eu vou construir uma forma de você vender para o seu negócio, eu vou te entregar um movimento personalizado, um playbook específico, uma argumentação dentro da tua estratégia, dentro do tipo de cliente que você atende.

é diferente de eu chegar e dizer, o método é esse daqui, adapta aí para o teu negócio. Então, ter essa clareza de... E é muito bacana quando você diz assim, rapaz, eu tenho claro qual é o nosso posicionamento, é o bom e barato. Se eu for mudar isso daqui, eu vou criar uma outra marca para fazer outra coisa, porque eu não perco a ciência. Porque senão você confunde a cabeça do cliente do outro lado.

Se esse bicho era barato, aí você não sabe por que o teu cliente te abandona, ou então que ele começa a falar mal de ti nas redes sociais. Já prestou, aqui já foi. Agora é caro, ninguém consegue mais consumir. Então o restaurante...

pega o público que tem o poder aquisitivo menor e o mais alto. Eu tenho o meu cardápio tanto hoje, inclusive alguns gastroncritiquem, que o meu cardápio é bastante espesso, um cardápio grande. Mas esse cardápio grande, o propósito é esse. Eu atendo o pessoal que não tem o poder aquisitivo.

Eu tenho o produto mais popular ali, mais... E o popular e o mais sofisticado. E quem quiser, realmente eu vou chegar, quero gastar mil reais, você vai gastar mil reais. Eu quero chegar, quero gastar cem reais, cinquenta reais, eu tenho o prato para você. Entendeu? Então, eu atendo todo mundo. Mas o nosso essência é o bom e barato. Sempre, se o que eu puder puxar do meu preço...

O que eu puder diminuir minha margem de lucro, eu faço, claro, com a nossa segurança. A gente tem que pagar nossos custos, tudo. A gente faz todo o acompanhamento, todo mês faz o fechamento da empresa, fica acompanhando, se tem algum erro, vamos tentar corrigir. Tem toda essa parte por trás da parte de gestão.

Perfeito. Dentro do... Se a gente for pensar, hamburgueria, vocês abriram agora um outro par, uma outra frente, agora não, já tem um tempo. Tem uns oito anos. A hamburgueria mudou de nome agora recentemente, e aí a gente tem diversas possibilidades dentro desse universo gastronômico.

Inclusive teve uma alta de hamburguerias aqui em Fortaleza que poucas sobreviveram. Em Fortaleza, eu costumo dizer que na área gastronômica é cheia de modinha. E das modinhas tem o pessoal que embarca ali, os aventureiros, e muita gente fica pelo caminho.

No meio de um mar de hamburguerias, por que uma hamburgueria? Por que vocês enveredaram para essa opção e não para outros tipos de prato, como você já tinha a experiência dentro dos pratos de frutos do mar, por exemplo? Como foi que foi tomada essa decisão por esse caminho?

Na verdade, antes de eu ir para os restaurantes, de eu começar a abrir restaurantes, eu pensei assim, não, eu quero empreender, eu estou aqui, eu estou, eu estou conseguindo juntar um capitalzinho, então eu quero empreender. Aí eu passei na época dos Uber, eu comecei a comprar Uber, comecei a comprar Uber, Uber, Uber.

Aí, quando eu vi que era muito prejuízo, eu vendi os carros tudinhos. Não, agora vamos montar a hamburgueria. Aí, vamos fazer o quê? Aí, comecei e vi uma hamburgueria. E aí, eu montei a hamburgueria. Quando montei essa hamburgueria, deu super legal, um movimento muito bom. A primeira foi aquela da Jovita? Da Jovita.

Eu moro no bairro de Fátima, frequentei muito a da Jovita Feitosa. É a que a gente normalmente mais vai. Pronto, aí a gente abriu a Jovita, aí abriu lá da Bajota. Aí era eu e minha irmã. Aí eu vou querer começar a andar só.

vou abrir minhas casas só, quero abrir minhas casas só, aí ela ficou lá com a bajota, e eu fiquei com a Jovita. Aí coloquei o nome Ordons, tirei o nome do nome Ordones, Sanduí Shopping, aí coloquei Ordons, que é Ordomar,

e cria uma marca para mim, que eu penso futuramente, vou dar uma estudada, vou ver como é que vai ficar, e futuramente expansão, que a hamburgueria é mais fácil abrir, o capital é menor, o movimento é mais rápido, vou deixar aqui, vou me organizar, saber se realmente...

Vai dar legal e se dando legal, aí eu começo a expandir. Depois que eu abri a hamburgueria, aí abri o restaurante vizinho. Aí fez uma junção muito bacana, que é a hamburgueria e o restaurante vizinho, um vizinho outro. Que eu consigo atender. Quem está sentado na hamburgueria, eu quero comer comida do restaurante. Quem quer o lanche, tem o lanche. Aí o garçom hoje atende com dois cardápios. Ele atende com o cardápio do restaurante e o cardápio da hamburgueria, mas separado. Aí na hora de pedir a conta...

Vai duas contas. Como se fosse uma praça de alimentação de um shopping. Aí você está ali, não, eu quero comer nesse restaurante. Aí o cara vai atrás, ele quer comer nesse outro aqui. Não tem problema. Não tem problema. Fiz isso, deu super certo. Foi bacana. É tanto que eu estou...

A proposta que vai para o Gigamol é essa. É essa também. Eu vi que o movimento bacana, o pessoal senta às vezes no restaurante, não, o cara começou a hambúrguer. Aí o garçom vai, pega lá na hamburgueria e serve.

E isso, na realidade, traz uma visão muito importante sobre a questão de perceber o comportamento do cliente e entender e pensar com a cabeça do cara que está lá do outro lado. Nem todo dia você quer, por exemplo, sentar para jantar uma comida de panela, nem todo dia você quer comer lanche. E muitas vezes você está com seus filhos...

Você quer comer uma coisa e os seus filhos querem comer outra, né? E você consegue diversificar e ter todas as opções que muitas vezes... Às vezes fica uma mesa dos pais no restaurante e uma mesa dos filhos na hamburgueria. Fica duas mesas. Porque não, os filhos, não, eu quero ficar aqui, que aí tem um negócio diferente para bater no Instagram, aí eles vão lá para a hamburgueria. Aí faz o aniversário dele lá e o pai fica no restaurante.

Ficou como se fosse dois ambientes totalmente separados, cardápio diferente, tudo diferente, mas ficou uma pegada que eu gostei e estou replicando. Já traz um insight para você aí. Será que você está percebendo o comportamento do seu cliente, pensando com a cabeça do pai, dos filhos, de atender essas gerações? Esse trocadilho do entender e atender é uma das coisas que a gente leva muito, inclusive, para os nossos clientes, que para eu atender bem, eu preciso entender.

de gente e preciso entender das pessoas, perceber esse pessoal. Por isso que eu achei, assim, um detalhe muito inteligente do meu pai, que ele não abre mão de estar no meio do salão. Se tu fosse chegar, papai vai estar lá no pião dele, lá primeiro, estar no meio do salão. E conversando com os clientes, escutando os clientes. Esse movimento que ele faz é um movimento tão inteligente.

tem muita gente, muitas teorias, quando eu vou ler alguns livros, e fala que a empresa tem que funcionar realmente sem o dono estar dentro. Não precisa você estar socado lá dentro, não. Mas esse movimento que o papai faz, que também eu faço, dentro do salão, conversando com o cliente, conversando com o outro, ali você sente o termômetro do restaurante, lá você vai achar.

todos os seus defeitos, você vai sentir o gosto do cliente, você vai saber, vai ter toda aquela movimentação, aquela pegada que ele fez, que eu faço também. Você vai para o joque, eu estou lá no joque, andando no salão, conversando com um cliente, conversando com outro, isso ali é um termômetro e um jeito de corrigir nossos erros, é o que eu falo para o meu gerente.

ame crítica de cliente. Quando o cliente lhe criticar, você criticar o restaurante de algum erro, ame. Baixa as orelhas e escute tudo o que ele tem para lhe dizer. Na hora que o cliente lhe chamar e elogiar, aí você fica por longe, porque ali só serve para aumentar seu ego.

O que vai fazer você crescer é as críticas. Fique lá dentro escutando, deixe ele brigar. Você vai olhar todos os pontos e vamos tentar corrigir aqueles nossos erros. Então, esse movimento de dentro do restaurante, mandando e escutando clientes, para mim é muito importante. Eu sempre falo para o gerente, para ele estar fazendo o mesmo movimento. Eu faço o mesmo movimento. A minha esposa, que ela fica na Jovita, faz o mesmo movimento. A gente está lá vendo o que está acontecendo.

Se você queria o segredo do porquê que dá certo, está aqui, está vendo? Humildade. Você ter a humildade de escutar o teu cliente, reconhecer os teus erros e não querer estar certo. Eu vejo, às vezes você vai em restaurante, você faz uma crítica, uma reclamação, o cara quer brigar com você, quer ter a razão. Ele briga para ter a razão.

Em cima da argumentação do cliente. Então você aprender com os erros e muitas vezes com a sugestão, uma crítica do que esse cara está trazendo para você, às vezes você faz uma adaptação de cardápio, uma adaptação de horário, de atendimento, o que quer que seja, que você consegue ajustar e dar um retorno positivo para aquele cara. E esse movimento é tão importante, como a gente está todo dia no restaurante...

Você vai passar por uma parede riscada e você não vai conseguir enxergar. Por quê? Porque você está todo dia naquele mesmo movimento, passando e você não consegue ver. O cliente, como vem a primeira vez, ele senta, olha, vou te fazer um exemplo de uma parede riscada. Aí você passa todo dia e você não vai conseguir enxergar, porque você está todo dia naquele movimento. Um cliente que vem de fora, sentou, olhou a parede, olha, a parede está riscada. Ele vai conseguir enxergar o que você não consegue.

O senhor já normalizou aquilo dali. Pois é, porque você já está acostumado. Então, as críticas dos meus clientes, para mim, é tudo. Esse é o segredo da gente estar sempre corrigindo. É o que ele vai falando, a gente vai corrigindo, vai cocheando os parafusos, vai cocheando, vai cocheando, e a gente vai conseguindo ter um crescimento e corrigindo nossos erros. Sensacional.

Se você chegou aqui agora e você não assistiu tudo que a gente conversou até aqui, volta e assiste. Eu garanto a você que você não vai se arrepender dos insights que o Aldo Amar trouxe. E se você está com a gente desde o início e esse episódio está fazendo sentido...

Já curte esse episódio aqui e compartilha com outros empreendedores e empresários que você acredita que precisam desse conteúdo. Você vai estar nos ajudando a entregar um conteúdo de qualidade para ainda mais pessoas. Se você não está inscrito no canal, já se inscreve, fica com a gente aí, que ainda tem muito conteúdo bacana.

E, Ordo Mar, você trouxe aí um exemplo de uma situação, de uma observação que você faz aí de uma prática do seu pai. Se a gente for pegar aí, são 31 anos e muitas lições, mas qual foi a lição mais importante que você aprendeu com seu pai?

Então você fala de questão de gestão ou questão de... Não, aí fica à vontade. Qual é a lição mais importante que o seu Ordones deixou para o Ordoman? Ele... Mas fica à vontade. Se quiser trazer do pessoal, do profissional, aí está contigo. Não, eu vou falar assim, não do pessoal e do profissional.

Eu gosto muito de filosofia. Eu sou muito adepto do estoicismo. E uma das coisas que o papai me ensina é isso. Se você não consegue mudar uma situação, então você fique tranquilo e continue a sua vida. Deixa ele lá no cantinho dele. Continue, vá rezando e vá embora.

Agora, tem muita gente que, se você está ali e não consegue modificar e fica com aquela preocupação, sofre, se maltrata, não dorme direito. Então, é esse pensamento que ele me ensinou, que eu também peguei no Story Seas e que eu trago para a minha vida.

só vou me preocupar com o que eu consigo modificar. O que eu não conseguir, eu vou embora, eu vou deixar ali. Tem muito a ver com onde você coloca seu foco, né? Exatamente. Onde você vai colocar o seu foco ali, as coisas vão funcionar. Se tu só coloca teu foco em preocupação, pode ficar tranquilo, né? A preocupação ali vai ganhar espaço cada vez maior ali na sua vida.

Quando a gente pensa em gente, o Ordo Amar, você falou aí de um volume, trazer de volta uma pauta que a gente conversou lá no início, que é a questão do volume de pessoas. E quando você traz para dentro de um restaurante, a gente tem um universo de profissões bem vastas. Tem o gerente, o garçom, o comim, o pessoal de cozinha e tudo mais.

Como é que está dentro do setor de vocês hoje essa questão de mão de obra, de gente para trabalhar nos restaurantes? Vocês estão conseguindo isso? Tem dificuldade? Não tem? Como é que vocês hoje estão olhando esse movimento que alguns setores estão reclamando dessa escassez de mão de obra? Como é que está isso hoje lá dentro dos restaurantes de vocês? Não, escassez demais. A gente tem um problema muito grande de mão de obra. Eu fiz um...

um projeto dentro da loja é o seguinte, de premiar quem não falte. Vou premiar para você fazer o seu trabalho. Eles ganham os salários dele. Quem tem zero falta. Zero falta. Fez o trabalho que a gente tem, a nutricionista, tem o meu chefe executivo. Então, eles fazem uma planilha do que tem que ser feito.

E aí eles vão ticando e, sem faltar, aí eles ganham uma premiaçãozinha semanal. Aí eu dou uma premiação em dinheiro para eles poderem fazer o trabalho deles. Está sendo assim. Para poder realmente conseguir, com os que estão lá, continuar permanecendo e sem faltar.

Eu fico triste. Na minha época, eu, por exemplo, estava lá dentro trabalhando, não tinha hora para entrar, não tinha hora para sair com vontade. É porque o que eu vejo? Eu tinha um sonho. Tanto que eu falo assim, eu tenho um sonho. E esse sonho eu vou correr atrás. Então, quando eu tenho um sonho, eu tenho um canto para ir, eu vou correr atrás até o final.

E eu juntei uma vez vários meninos, aí comecei a perguntar, você tem um sonho? Só uns dois ou três tinham sonho, um monte de gente. Eu disse, rapaz, meu Deus do céu, que diabo que vocês não tem um sonho?

Qual o propósito da vida de vocês? Vocês estão fazendo o quê? E muitos deles dizem assim, ah, a gente está vivendo hoje, está aqui, a gente está ganhando dinheiro. Muitos deles têm um pensamento desse tipo. Então isso me deixa muito triste, porque eles estão vendo hoje.

Estão sempre vendo hoje. Eu não consigo viver hoje. Meu pensamento é daqui a dois, três anos. Eu estou vivendo lá na frente. Nunca olho para o passado só para corrigir meus erros. Quando eu corrigir o erro, vou embora. Não olho para o passado, só olho para a frente. E eles não conseguem.

ter esse pensamento, muitos deles. Então, eu acho assim, com falta de sonho, com falta de ter vontade de crescer, faz com que esse pessoal...

acho que não vai buscar emprego, não vai buscar um sonho, não vai buscar um crescimento. O Andas... A gente vai ter a nossa imersão dias 15 e 16 de maio. E lá, o que a gente vai entregar, vai apresentar, é a metodologia que a gente acredita de formação de vendedores e de gestores comerciais. Dentro dessa metodologia, a gente tem cinco pilares. Ordomar.

É mentalidade, comportamento, técnica, processo e tecnologia. Então, vamos entender. A primeira coisa é a mentalidade. E a mentalidade é o que nos dá direção, que é isso que você está falando. Se eu não construo, e aí é uma das coisas que a gente vê muito, onde é que está o pecado de muitos gestores?

isso daí que você está falando é uma das coisas que a gente observa na imensa maioria das empresas e muito desses jovens por conta dessa questão rede social, imediatismo muito forte então isso daí está claro e o que é papel nosso? é papel nosso enquanto gestor e o próprio gestor precisa ter isso muito claro ele precisa construir essa mentalidade de visão de longo prazo e às vezes é perguntar para esse cara como você mesmo fez

e se não tem ajudar a desenvolver qual é o sonho, é construir esse sonho na hora que eu construo esse sonho e que esse sonho ele precisa ter um olhar de longo, médio e curto prazo quando eu construo isso, por exemplo, imagina que tu tem lá um garçom

E esse garçom ganha lá as gorjetas dele, ele ganha tudo aquilo em todo o movimento que ele tem lá de trabalho. E eu pergunto, cara, se tu não faltar e tu ganhar x gorjetas e tantas, se tu trabalhar mais, se tu atender mais mesas, se tu aumentar o ticket das mesas e as contas forem maiores, tu vai ganhar uma gorjeta mais gorda. Beleza? Beleza.

Se em vez de você atender tantas mesas, você atender mais 10 e você ganhar nas contas, em vez de conta de 400, você ter conta de 600 e 700, quanto é que vai aumentar? Vai aumentar tanto. Ok.

Multiplica isso vezes 30 dias e multiplica isso vezes seis meses ou vezes um ano. Isso vai dar quanto de faturamento? Talvez ele nunca tenha parado para fazer essa conta. E quando ele olha essa conta e joga para um ano, ele talvez nunca tenha enxergado isso. Vamos imaginar que tenha dado 10 mil reais. Se hoje você ganhasse 10 mil reais a mais, o que você faria com esse dinheiro daqui a um ano?

que experiência, o que você poderia comprar, o que você poderia oferecer para a sua família, o que você poderia fazer de diferente. Só que esse cara nunca fez isso. Quando você constrói isso, dá uma visão de longo prazo, constrói com ele esse sonho, aí atender melhor a mesa para de ser uma obrigação e passa a ser uma construção do seu resultado pessoal, do sonho que você disse para mim que tinha.

Então, quando eu vou entregar uma metodologia, a primeira coisa que eu faço é construir esse sonho. Porque na hora que eu construo isso, esse cara vai vincular o resultado da empresa a um sonho pessoal dele. Então, é isso que a gente faz. É mentalidade. Tem isso? Tem. Qual é o próximo passo? Comportamento.

O que eu preciso fazer de forma consistente todos os dias para alcançar aquilo dali? E aí a gente vai trazer a disciplina, a constância e a gente fazer o que é necessário. Só que não adianta eu fazer isso sem fazer as coisas do jeito certo. Para tudo na vida tem uma técnica, não tem?

Tem. Para atender bem no restaurante, tem uma técnica, com toda certeza. Tem um movimento para a gente fazer a hora certa de você oferecer. Você não vai chegar no cara e oferecer um sorvete para ele no começo do atendimento. Mas, no final, eu não posso chegar com a conta para esse cara sem ter oferecido para ele um cafezinho, uma água ou uma sobremesa. Então, existe uma técnica, existe um passo a passo, que é a coisa do processo. Tudo tem a sua hora certa para acontecer.

Se você pegar, tudo tem um caminho certo. Só que eu não posso te apresentar a técnica sem construir a mentalidade, sem construir o comportamento. É por isso que lá nos dois dias da nossa imersão a gente vai passar pelos cinco pilares e são 20 horas para a gente fazer esse trabalho. E nas nossas entregas para os clientes, dá da mesma forma. Você que está aí do outro lado, você enfrenta às vezes um desafio com a tua equipe porque você não está adotando esse movimento.

Desenvolver a mentalidade do teu time, desenvolver a técnica, desenvolver os comportamentos e ter um processo claro. Como você falou, um restaurante tem uma ficha técnica, tem todo um movimento. Para elaborar um prato, tem todo um passo a passo que a cozinha precisa seguir, não é verdade? Então, esse movimento precisa acontecer. E esse desafio que você está falando de gente, ele não é exclusividade sua, não. Eu estava conversando com o Wilson.

da PwR Gestão, e ele fala exatamente sobre isso. Ele está tendo mais de 240 empresas e ele diz, Lucas, é nacional. A gente vê isso, mas os caras não querem investir, construir cultura, fazer esse desenvolvimento de pessoas.

É exatamente isso que você falou. Hoje eu já consegui mapear isso aí. E aí eu já estou... Eu gosto muito de investir em pessoas. Hoje tem um gerente na Vajota, tem um gerente na Jovita. Vou dar um exemplo do gerente na Jovita. Na Jovita começou faxineiro. Lavando prata, depois foi varrer o chão, depois foi para churrasqueira, depois foi para... Bravo!

para o setor financeiro, o RH. Quer dizer, que ele trilhou isso aí todinho e hoje se tornou gerente. Ele sonhou, ele fez tudo que você falou, né? Teve um propósito. Então, pensando nisso aí, eu vi assim, rapaz, eu gosto muito de investir em pessoas, gosto muito de dar oportunidade e de mudar a vida da pessoa.

Eu disse, olha, eu estou crescendo, a empresa está crescendo, então pegue na minha mão que nós vamos juntos. Mas o gerente lá, ele chegou, ele está como gerente hoje, mas aí eu podia muito bem pegar uma pessoa de fora, já formada, vamos dizer que vem de um restaurante grande, aí eu vou botar lá dentro.

Já vem de fora, não, mas eu prefiro trazer esse de baixo. Aí ele chegou agora como gerente. Aí eu vou, agora, chegou a hora de eu entrar com o treinamento, dele começar a ter outra visão de gestão. Aí é isso que eu estou fazendo. Hoje a gente está, a gente contratou uma psicóloga, já está com um gestor para mapear todas as falhas, que eu falo assim, falhas, os que precisam realmente ser corrigidas, para a gente começar...

a injetar neles e eles começam a abrir o horizonte e eles veem como é que tem que se fazer uma gestão. Perfeito, perfeito. Domano, você já teve operação de prejuízo com casa cheia? Rapaz, não.

Porque no começo, foi na outra empresa que você teve o problema de... Estou falando de restaurante. É, restaurante. Não, restaurante não. Foi na indústria de linguiça. Foi na indústria de linguiça, porque realmente eu não sabia calcular o meu preço, não sabia de nada. Quando eu fui, já era tarde demais.

Muito bom. Hoje, dos bairros que vocês atendem lá nos restaurantes, tem bairro de cliente melhor e pior? Não tem? Ou tem cliente mais exigente, mais difícil? Como é que vocês veem isso dentro dos restaurantes de vocês?

Não, para mim não tem cliente difícil, não. Eu vejo todo cliente, quando ele entra dentro do meu restaurante, eu vejo como se fosse um convidado. Então, para mim, todos os clientes, para mim, são como se fosse o único. Então, não tem um cliente melhor, um cliente maior, não tem. Para mim, não tem um...

Na Vajota tem uns clientes especiais. Todo restaurante na Vajota tem, no Joc tem, na Jovita tem. Então, tem cliente especial em todo canto. E hoje vocês têm aqueles clientes de cadeira cativa, que frequenta? Tem a mesa reservada? A gente precisa tratar cliente especial de forma especial mesmo? Qual é a opinião do Ordo Amar sobre isso?

Não, eu falo assim, clientes especiais, que são clientes que estão indo sempre no restaurante, a gente já sabe qual é o prato que ele gosta, a bebida que ele gosta, o jeito que ele gosta que se sirva, o copo que ele gosta de receber a bebida dele. Então, eu falo que aquele cliente especial é um cliente que já se tornou da casa e a gente já sabe, ele só vai sentar, o garçom já sabe tudo que ele vai pedir, não precisa abrir mais nem a boca, já vai botando tudo lá.

Ele já sabe o ponto da carne dele, já sabe tudo. Então, esses clientes especialistas são os clientes que estão indo mais vezes. E a gente já conhece pelo nome, ele já conhece os garçons pelo nome. Então, virou ali como se fosse a extensão realmente da casa dele. Ele está chegando, você está no sofá, aí a menina que trabalha para ele já sabe tudo. É uma extensão.

qual foi a história mais curiosa que já aconteceu mais curiosa, mais engraçada dá pra formar um livro mais grosso que a bíblia dá pra formar um bocadinho tem muita coisa teve uma que tinha um senhor ele era

Acho que ele tinha uns 100 anos, bem velhinho mesmo. Aí estava com uma menina bem novinha. A menina botava a comida na boca dele e caiu o arroz pelo canto aqui da boca, que ele não tinha dente direito. E essa menina beijando, era a namorada dele, bem novinha. Aí ele terminou de jantar e saiu. Aí duas horas depois chega o senhor de novo, só que vinha com a velhinha dele e a velhinha dele vinha segurando na orelha dele.

Puxando pra dentro do restaurante, entrou dentro do restaurante. Quem foi que atendeu esse caba safado aqui? E arrastando ele pela orelha. Isso, um rastro lotado. Aí ele, né? Aí eu venho, foi aquele ali. Aí o garçom, não fui eu. Ele tava com alguma mulher, tava. Esse caba safado chegou lá, tava com alguma mulher. Aí o garçom com medo, já viu o que...

Aí ele disse, não, não tá lá não, senhor. Ele sentou sozinho. Ele disse, não, não, não, não, não. Ele disse. Aí a senhora olhou para ele. Ele disse, você tá mentindo? Aí, tá, mão na cara do coitado do velho. E saiu levando ele. Foi-se embora. Isso aí foi uma das coisas que eu nunca esqueci. Faz tempo, acho que isso aí tem... E a pergunta que não quer calar, voltou no restaurante, ele? Eu nunca mais vi, não. Acho que foi a vergonha. Depois de um tapa daquele lá, cara. Acho que tem uns 20 anos. Faz muito tempo.

nunca mais vi mas tem muitas coisas tem muita coisa que a gente só acredita mesmo porque o restaurante é o seguinte você quebrou, vai pra onde? desopilar você ganhou na lota, vai pra onde? vamos comer agora no restaurante

que faz parte da sua vida e você vai para um restaurante, fina num restaurante, comemorar, ou decepção, ou tirar magleron, chifre, tudo, aí para dentro do restaurante. Então você pega gente de todo jeito. É isso que eu falo para os meus meninos. Eu falo para os meus meninos que são os meus funcionários. Nós estamos aqui para servir, mas quem sabe o que aconteceu na vida daquela pessoa. Às vezes chega com clientes difíceis.

A gente bota a picâmica, a melhor picâmica que tem, ele olha pra picâmica e diz, não gostei, pode mandar voltar. Aí eu falo, volte, vamos mandar. Se eu quero que faça outra, a gente faz outra, leva. Uma, duas, três vezes, mas a gente começa a entender que tem que existir um pouco de psicologia também, que a gente começa a entender que o problema não está sendo a casa, o problema está sendo a pessoa. Então, tudo que ele está vendo, está botando dificuldade. Então, tem um casal brigando com...

estão brigando. Aí, tudo que se bota na mesa, ele acha ruim ou ela acha ruim, porque já está num atrito grande. Então, tem que existir todo o contexto para você conseguir agradar aquele cliente. Então, geralmente, quando o garçom não consegue, ele já chama um metro e por um metro... O time hoje é preparado para essas situações? Sim. Ou situações de...

de crise, crítica, de reclamação, para lidar com esses conflitos. Sim, quando ele está tendo esses conflitos, já chama o método para o método tentar também ajudar, que o método já é mais bem preparado, o método vai tentando contornar, ajeitar, troca uma coisa, faz outra. Aí, se o método não consegue, já tem um gerente que está mais preparado ainda, ele chega junto também e fica tentando servir o...

servir a pessoa do mais melhor possível para tentar acalmar a pessoa. Eu vivo falando, a gente não combate fogo com fogo. Você tem que ter fogo com água. Se ele está lá reclamando, brigando com a mão, você chega bem calminha, vai totalmente ao contrário, até a pessoa ir baixando, baixando, baixando. Aí quando a pessoa acalma, você consegue fazer o serviço.

Gerenciar a emoção nesse momento aí é o principal. Quando geralmente vem alguns mais agressivos, quando realmente alguns clientes são agressivos, aí o garçom não aguenta, o garçom sai, sai de posição, não aguenta atender ele. Aí já entra o método e o método já puxa o outro garçom para tentar fazer toda essa articulação para não deixar perder o controle. Porque às vezes, como eu falei, tem gente que está com a cabeça muito cheia, teve algum problema muito pesado.

e está lá dentro e às vezes solta em cima, às vezes até sem sentir, solta em cima do garçom. Às vezes afeta até o garçom, na mesma hora a gente tira o garçom, já coloca outro, já vem um método, já para tentar contornar, para acalmar aquilo ali, e nem também afetar o meu colaborador, porque eu considero todos os meus colaboradores como se fossem meu filho. Você quer ver...

Eu prefiro que você chegue lá, me dê um murro na cara, que dê um murro na cara de um colaborador. É mesmo que você está me maltratando, é mesmo que você está batendo num filho meu. Todos eles eu vejo como isso. Eu chego lá, eu tenho um carinho danado por eles. Então, eu prefiro 10 mil vezes. Cheguei lá, taca a mão na minha cara, mas não taca, quando eu não taca, já fica pesado para mim. Então, a gente tem todo o trabalho para contornar e não acontecer nenhum tipo dessas coisas.

Perfeito. Muito bom. Muito bom. Aí a gente entende por que cresce. Quem cuida de gente, o nome da empresa é 2P Treinamento de Pessoas Primeiro. A gente acredita que primeiro a gente desenvolve as pessoas, que as pessoas é que desenvolvem os negócios. Então, quando você traz esse tipo de raciocínio, a gente entende por que a empresa cresce, porque cuida de gente.

Ordemar, me fala uma coisa, vocês são conhecidos durante muito tempo pelas transmissões de jogos, muitos jogos foram transmitidos durante muito tempo lá, não sei como é que está hoje lá, se ainda transmite, se parou de transmitir, mas futebol em restaurante, é lucro ou prejuízo?

O pai é complicado. O pai é apaixonado por futebol. Eu não sei se é porque... Praticamente, minha casa é dentro do restaurante. E na hora que faz o gol, que os clientes levantam, batem na mesa, eu fico perturbado. Vai dar uma briga, vai dar uma confusão. Eu acabei criando um trauma de futebol. Não consigo. É meio expor. Tem algum time que está...

Não fala em time não, pelo amor de Deus, que eu não aguento mais. É mesmo. Cria um trauma de futebol. Mas assim, é um medo na hora de um jogo, o pessoal fica muito eufórico, gritando, batendo em mesa, aquele negócio todo. Aí eu praticamente não gosto muito. E quando realmente o jogo depende do ponto. Prejuízo se você colocar, por exemplo,

Na loja da Vajota, a gente tem um fluxo de clientes muito grande na hora do almoço, vamos dizer um exemplo. Aí o jogo é na hora do almoço. Aí você vai pegar o quê? Um público de jogo. Aí aqueles clientes que vêm almoçar, chegam lá e estão com aquela bagunça, estão gritando, aquele pessoal vai embora. Aí fica só o jogo. Então você muda aquele público. Agora você tem um jogo, num horário mais calmo, vazio, aí sim, aí complementa o dia.

Um jogo quatro horas da tarde, cinco horas. Quando você pega um jogo nove horas que é no meio do movimento, que o movimento de jantar já está bom, aí você coloca um jogo, aí você já pega um público de jogo, que o público de jogo consome, mas não consome que uma pessoa vai para sentar, jantar, é diferente, é mais petisco, e a gente anda para a televisão e vai bebendo.

É um público mais de bebida. E como a tua precificação na bebida já não é um lucro, né? Já não ganho, aí é aquele negócio. Como eu falei para você, ele é um complemento. Então você tem que saber botar...

jogar para dar certo. O pai gosta muito, ele bota muito. Eu já fico ali no jockey quando tinha um cliente, eu queria assistir esse jogo, aí eu coloco. Às vezes a casa está mais calma, já está rodando, no meio do movimento ele pede, eu pude, não, pai, bote, eu jogou. Então, quando eu vejo que... Assim...

É um ou dois, aí a gente coloca. Quando vem aquela multidão, a gente já tenta dar uma olhada se vai valer a pena, se é aquele movimento. Eu faço todo aquele movimento para saber se dá certo. Ou então, por exemplo... O conselho para o cara que está abrindo um restaurante. Bota jogo ou não bota jogo?

Bota, pode botar. Pode botar. Puxa o movimentozinho. Mas como eu te falei, tem que saber movimentar, né? Claro. Fazer o jogo da peçazinha pra ganhar dinheiro. Muito bom.

Odomar, a gente está caminhando para a reta final do nosso episódio. Sempre na reta final a gente faz umas rapidinhas, que é o pai bola. Carneiro do Ordóndez é conhecido por carneiro. E o Ordomar, prefere carneiro ou carne de gado? Rapaz, por mim, eu comia todo dia carneiro. Eu sou apaixonado por carneiro. Meu hobby é cozinhar. Mas sempre cozinho carneiro.

toda semana, dois ou três vezes eu estou comendo carneiro. Muito bom. E hoje, crescimento. Ceará para fora do Ceará. Rapaz, como eu falei, eu tenho um sonho. Para fora do Ceará, agora. Muito, muito bem. E uma pessoa que você admira e que te inspira todos os dias.

Uma pessoa que me admira e me inspira todos os dias. Rapaz, acho que eu vou botar minha esposa. Muito bom. Ela lhe inspira como?

Aproveita aí para mandar um recado para a mulher. Para eu chegar em casa, ela está mansa. Não, é porque assim, ela é minha coluna dorsal. Como é o nome da sua esposa? Iana. Ela vem falando assim, você já sonha pela família toda. E eu sempre tenho esse sonho, mas na hora que ela vê que está demais, ela vai cortando.

Ela vai cortando, ela vai sempre me ajudando. É a minha parceira de 30 anos, né? E a gente... Eu admiro porque está esse tempo todo me aguentando também e me corrigindo e fazendo com que eu cada vez mais cresça, né? Assim, mulheres, para duas coisas, ou bota o homem lá em cima.

ou derrubou o cabo, porque o cabo nunca mais tem nada na vida, se acaba, se acabar. Então, graças a Deus, eu tive sorte, essa é sempre me levantando, inclusive, nesse momento difícil, quando eu fechei a loja lá, ela foi o Ian que falou assim, papai, levanta e vamos lá, vamos botar para frente, vamos para cima, vamos continuar. Foi uma das vezes que eu tenho sempre, diz, né, sempre atrás de um grande homem tem sempre uma grande mulher, né, eu acredito que é isso.

sucesso no restaurante vem através de dedicação dedicação e muito trabalho o que é mais importante para um restaurante ter sucesso cardápio ou atendimento

Atendimento. Você dá um atendimento, o cardápio é importante. Mas você vê, existe restaurantes com comida deliciosa e não tem ninguém. E existe um que tem uma comida mediana e está lotado. Então, é um conjunto, né? Mas o que eu vejo é fazer com que o cliente... Como é que se diz?

Não é o cliente vir e ser bem atendido. Você vai realizar, fazer com que aquilo seja uma experiência única para ele. Com aquilo ali, o cliente vai ser a sua maior propaganda.

Vai ser um defensor ali. Um defensor para você. É isso que eu, inclusive, falo para os meninos. O que o cliente pedir, faça. Vamos fazer com que aquele atendimento seja o melhor atendimento do mundo para ele. Que ele saia dali totalmente realizado. O cliente que é bem atendido volta. O cliente que você realiza os sonhos dele dentro do restaurante, ele traz mais 10. Então é melhor ele trazer mais 10 do que ele voltar.

Qual foi o melhor restaurante que o Ordon Mais já foi na vida dele? Melhor restaurante? Eita. Rapaz. Foi um... Eu gosto muito de... Foi um lá no... Era pequenininho. Foi lá no Uruguai.

Eu não sei nem o nome daquele restaurante. Era um restaurante bem pequenininho, porque eu gosto assim. Eu pego o carro e saio andando pelos interiores. Eu entrei na Argentina, rodei 2 mil quilômetros dentro da Argentina de carro, voltei pelo Uruguai e parei em um restaurante bem pequenininho, que era só um churrasqueiro, três mesinhas.

Aí eu gosto de sentir a cultura. Aí esse eu parei, a gente estava falando, vamos parar aqui. Eu parei aí, fiquei pra gente, né, são carassana, carne. E o cara colocou, aí eu disse, rapaz, você tá bacana o seu estilo aqui. Aí disse, não, aqui é a melhor carne do mundo. Aí eu disse, rapaz, que melhor carne do mundo é essa? Pode aí pra mim. Aí ele botou realmente muito saborosa, carne que eu voltaria lá.

É numa cidade chamada Tacarambó, acho. É Tacarambó, uma cidadezinha. O homem dá um restaurante longe, escondido, num canto que é para tu dizer assim, rapaz, é melhor ir no Ordóndez mesmo. Não vai para lá, não. Não vai para lá, não. Pode vir, fica aqui no Ordóndez mesmo, que está mais perto. E, Ordómar, se você pudesse encontrar com o Ordómar de 30 anos atrás...

e dar um conselho para ele, sabendo de tudo que você está sabendo hoje, que você já viu, que você já caminhou, qual conselho você daria para ele? Eita! Eu sempre falo isso para o meu filho, se eu tivesse a tua idade com a minha cabeça, hoje eu já estaria aposentado. De 30 anos atrás... É...

Sonhar, estudar, focar. Então, esses três que também eu segui.

Só consegui depois de dar a pancada, de levar a pancada. Se eu tivesse feito antes, eu já estaria bem mais na frente. Excelente. Tem algum livro que hoje foi muito importante na sua vida empresarial, que você recomenda e você diz assim, rapaz, isso aqui todo empresário deveria ler. Qual seria esse livro? Empresas Feitas para Vencer, de Jim Colley. Tem de Napoleão Hills, acho que é...

Pensa em riqueza, se eu não me engano. Excelente. Para mim, esses dois são a minha base. Sensacional. São as minhas maiores referências. Um de gestão, gosto dos quatro livros do Jim Collins. É, dos quatro. E o Napoleon Hill da mesma forma. Se você pegar desenvolvimento pessoal e desenvolvimento de gestão, são os dois principais nomes. São esses aí. O Napoleon Hill, acho que eu já...

Já li bem umas três vezes. Quando eu não leio, eu vou escutar. Vou fazer a caminhada. De escutar, acho que foi bem rápido. Foi umas quatro vezes. E para a gente finalizar o nosso episódio, se você pudesse dar um recado de um minuto para os demais empresários, os demais gestores que nos acompanham aqui. Que recado você gostaria de deixar para eles aqui olhando para essa câmera?

O recado é o seguinte, nunca deixe de estudar, sempre estude, sonhe, estude e dedique sua vida no seu sonho. Nesse mundo não existe ninguém que vai conseguir lhe derrubar, só você mesmo. Então construa, sonhe, pense que ninguém vai lhe derrubar. Tenha fé.

Aí sim, hein? Senhoras e senhores, Ordomar Furtado aqui, entregando toda a sua experiência, seu conhecimento de mais de 30 anos à frente de um dos restaurantes mais famosos aqui de Fortaleza. E, Ordomar, ninguém sai de mãos abandonando aqui do Aí Sim Podcast. Essa aqui é a nossa...

Caneca personalizada. Essa caneca não é vendida, só quem tem essa caneca é quem sentou nessa cadeira, tá certo? É uma alegria muito grande, uma honra lhe receber aqui no E-SIM, tá bom? E o presente do nosso patrocinador Dogville. Vi que você gosta de uma camisa preta, básica. Então, camisa tech dual.

um composto deles de poliamida, que é o mesmo utilizado pelas principais marcas do mundo hoje, a Allo, a Lululemon, entre outras marcas aí, que você pode pegar, não amassa, é sensacional aí, alta qualidade. Gostei muito, muito obrigado.

Show de bola. E aí, depois, dá um feedback pros meninos aí pra dizer se o negócio é bacana mesmo. Só em pegar aqui nesse pano aqui, eu tava vendo que o negócio é bacana demais, tá doido? Muito bom. Ó, Doma, o pessoal quiser conhecer um pouco mais do seu trabalho e seguir nas redes sociais, como é que o pessoal faz pra te encontrar? É, ordomar... Ordomar...

que você acha no Instagram. Lá eu sempre coloco receitas e algum toque de gestão. Eu viajo para Guaramiranga, aí quando é minha folga, eu vou fazer o que eu mais amo, é cozinhar. Aí eu faço as receitas e já dou um toque pessoal, mostro direitinho a minha receita e alguns toques também de gestão, não só de restaurante, mas uma gestão geral.

Pai, eu vou dizer para você, se você acompanhar o Instagram dele, não assista com fome, não. Viu que você vai ficar com água na boca lá, tá certo? Show de bola. Gente, aí sim, podcast com Ordo Mar, muito bom, uma aula aqui para a gente de condução, de gestão de pessoas.

Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilha com outras pessoas, que você vai ajudar a fazer esse conhecimento se pulverizar com muita gente que quer crescer também. Então curte esse episódio, compartilha. Se você não está inscrito ainda no Aí Sim Podcast, se inscreve no nosso canal. Eu sou Lucas Vieira, você me encontra no arroba lucasvieira2p. No Instagram a gente também tem o nosso canal de cortes, aí sim, underline podcast.

toda terça-feira, a partir das 8 da noite, um episódio novo para você. Fica com a gente, vamos crescer juntos. Vamos para cima. Aí sim, podcast.

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