Episódios de Conhecimento de si mesmo e despertar da consciência

Prática de Meditação Reflexiva | Conferência 2-B - Conhecimento de si mesmo

03 de maio de 202634min
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🧘🏻‍♀️🧘🏻‍♂️ Faremos uma meditação reflexiva onde aprenderemos como nos aprofundar em nossa psicologia para observar, compreender e eliminar defeitos psicológicos que nos afetam em nosso dia a dia e dificultam o progresso em nosso trabalho interior.

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Conferência 2-B

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Assuntos4
  • Meditação em caixõesObjetivo da meditação reflexiva · Aprofundamento na psicologia · Eliminação de defeitos psicológicos · Prática passo a passo
  • Meditacao e Bem-EstarMeditação como meio para sabedoria · Diferença entre meditações pseudo-esotéricas e transcendentais · Meditação con cons · Meditação reflexiva
  • Relação com pensamentos própriosCapacidade de auto-observação · Identificação de defeitos psicológicos · Transformação interior profunda
  • Trabalho com Defeitos de LuxúriaImportância de trabalhar a luxúria · Identificação de manifestações na mente, emoções e corpo · Eliminação de desperdício de energia sexual
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Olá a todos! Sejam muito bem-vindos às conferências do curso de autoconhecimento. Hoje abordaremos o segundo tema da fase B.

Nesta conferência, vamos realizar uma prática guiada de meditação reflexiva, com o objetivo de revisar cada etapa do processo, passo a passo, e também esclarecer possíveis dúvidas que possam surgir em relação a essa prática. A intenção desta atividade é que possamos vivenciar a meditação reflexiva na prática, e, caso ainda não a pratiquemos, que possamos nos sentir motivados a dedicar um tempo diário a esse exercício, aprofundando cada vez mais a compreensão da nossa própria psicologia.

Antes de iniciarmos a prática, vamos conversar um pouco sobre o que é a meditação, quais são os seus diferentes tipos e para que serve cada um deles.

A meditação é um meio para alcançar a sabedoria. Costuma-se dizer que a meditação é o pão dos sábios, porque, assim como nosso corpo físico precisa ser nutrido todos os dias, também precisamos alimentar diariamente a nossa alma com as compreensões que recebemos dos nossos centros superiores. Quando entramos em estado meditativo e os colocamos em atividade.

É em nossos centros superiores, o emocional e o intelectual, localizados nas glândulas pituitária e pineal, que encontramos a capacidade de auto-observação psicológica. Essa capacidade nos permite descobrir, dentro de nós mesmos, a manifestação dos nossos defeitos psicológicos. Da mesma forma, é ali que desenvolvemos a capacidade de nos julgar e de compreender cada um dos nossos modos negativos de ser, com o objetivo de eliminá-los.

Quando iniciamos esse maravilhoso caminho do autoconhecimento e começamos a praticar a auto-observação, ficamos realmente surpresos ao perceber quantas formas negativas de comportamento existem dentro de nós. Esses modos negativos de ser, ou defeitos psicológicos, nos levam constantemente a cometer erros, a cair em estados psicológicos equivocados e a passar o dia inteiro em uma tagarelice interior incessante, que impede a livre expressão da nossa consciência.

Ao nos observarmos com seriedade, percebemos que, se realmente queremos avançar em direção ao despertar e ao desenvolvimento da consciência, é necessário realizar uma transformação interior profunda. E, nesse processo, a meditação torna-se fundamental. No entanto, é importante compreender que existem diferentes tipos de meditação.

Devemos ter isso bem claro, pois nem todos conduzem a mudanças reais e permanentes em nosso interior. Existem, por exemplo, meditações pseudo-esotéricas, que são as mais comuns e amplamente difundidas. Esse tipo de meditação nos conduz a um estado de relaxamento, promovendo certa harmonia por um tempo, ou até mesmo permitindo acesso a outros planos, mas apenas de forma contemplativa.

Embora essas práticas possam nos proporcionar momentos de paz e equilíbrio, elas não produzem transformações profundas. Assim, quando nos deparamos novamente com situações em que nossos defeitos psicológicos tendem a se manifestar, como discussões, acidentes, cenas de ciúme, perdas, ofensas ou situações relacionadas à luxúria, voltamos a experimentar as mesmas emoções, os mesmos pensamentos e acabamos reagindo sempre da mesma maneira.

Por isso, é essencial compreender a necessidade de nos tornarmos mais conscientes e disciplinados, praticando um tipo de meditação que realmente nos conduz a mudanças transcendentais. Entre as meditações de caráter transcendental, encontramos a meditação con cons, que estudamos na Conferência 36 da Fase A. Essa prática nos permite acessar dimensões mais elevadas e alcançar o samadhi ou o vazio iluminador.

Temos também a meditação reflexiva, que é a prática que realizaremos hoje. A meditação reflexiva nos ajuda a estudar a nós mesmos e, assim, a desenvolver o autoconhecimento e a autotransformação. Através da meditação reflexiva, podemos trabalhar e resolver diferentes tipos de traumas, situações recorrentes, ressentimentos e vícios.

Da mesma forma, por meio dessa prática, podemos nos aprofundar na compreensão e na eliminação de qualquer defeito psicológico ou modo equivocado de ser. A matéria-prima da meditação reflexiva são as situações que vivenciamos ao longo da nossa vida. Cada experiência, por mais difícil ou traumática que tenha sido, traz consigo uma lição valiosa e contém uma sabedoria importante, que permanece aprisionada nos defeitos psicológicos que se manifestaram em nós naquele momento.

Somente quando entramos em meditação sobre essa cena, observando com clareza todos os modos negativos que atuaram em nós e conseguimos compreendê-los e eliminá-los, é que resgatamos a sabedoria ali contida. Essa compreensão nos permite libertar-nos e evitar que voltemos a cometer o mesmo erro. Dessa forma, realizamos mudanças reais dentro de nós mesmos.

E é justamente por isso que essa prática é tão importante, porque a cada meditação reflexiva que realizamos, saímos transformados, como pessoas melhores. A meditação reflexiva consiste, portanto, em levar para a prática meditativa uma situação da nossa vida na qual se manifestou o defeito psicológico que desejamos trabalhar.

Pode ser um defeito que já reconhecemos como recorrente, que nos leva a cometer erros, a perder energia, a prejudicar os outros e a nós mesmos, ou até mesmo um defeito que o nosso ser interior nos revelou no mundo astral, seja por meio de um sonho, de um desdobramento consciente, ou ao observarmos outra pessoa cometendo esse erro nesse plano. Devemos lembrar que tudo o que vemos no plano astral faz parte do nosso próprio mundo psicológico.

Portanto, trata-se sempre de aspectos que precisamos trabalhar em nós mesmos. Assim, vamos reconstruir, em meditação, a cena em que o defeito psicológico se manifestou, seja ela uma situação agradável ou desagradável. Ao reconstruir essa cena, seja de raiva, violência, medo, luxúria, preguiça, ciúme, infidelidade ou qualquer outra em que tenhamos reagido com orgulho ou causado dano a alguém, vamos trazer à consciência aquele momento específico.

Da mesma forma, se quisermos trabalhar um vício ou um mau hábito, devemos recordar a situação em que esse defeito se expressou com mais força em nossa vida. Em seguida, passaremos a observar, com atenção, cada reação que tivemos naquela cena, analisando os detalhes do defeito que se manifestou em nossas emoções, em nossos pensamentos, em nossas ações e também nas palavras que pronunciamos.

Suponhamos, por exemplo, que escolhemos trabalhar uma situação em que a raiva se manifestou intensamente, como uma discussão com alguém. Vamos então revisar essa cena por meio da imaginação consciente e observar, com profundidade, o que aconteceu em nosso mundo emocional.

podemos perceber, por exemplo, que havia tensão emocional, medo, irritação, sentimentos de desagrado e até mesmo ódio. E, para cada detalhe que identificarmos em nossas emoções, devemos pedir, com sinceridade, a nossa Divina Mãe que elimine esse aspecto. Também vamos observar como a raiva influenciou nossa mente naquele momento, talvez nos levando a imaginar, recordar ou até planejar uma vingança.

Ou ainda podemos perceber como nos justificávamos mentalmente, culpando a outra pessoa, entre outros mecanismos. Devemos analisar tudo com o máximo de detalhes possível, sempre com uma intenção sincera de autodescobrimento. Além disso, é importante observar o que desejamos, o que fizemos e o que dissemos naquela situação. E, para cada detalhe identificado, devemos pedir a eliminação.

Se, em algum momento, percebermos que não conseguimos aprofundar mais a observação, existe uma ferramenta muito útil, questionar-nos com sinceridade. Perguntar, por quê? Por que eu estava sentindo isso? Por que pensei dessa forma? Por que agi ou falei assim? Ao fazer essas perguntas, buscamos descobrir quais são os defeitos psicológicos que estão por trás daquela reação.

Ao praticarmos essa meditação, é importante levar em consideração alguns pontos fundamentais. Quando reconstruirmos a cena, não devemos nos identificar com ela. Precisamos estabelecer uma clara divisão entre o observador, que é a nossa consciência, e o observado, que são os defeitos psicológicos que atuaram em nós naquela situação que estamos analisando.

Devemos enxergar essa cena como se fosse um filme, mas sem entrar nele. Isso é essencial para evitar que nos deixemos envolver novamente pelas mesmas reações. Por exemplo, se estivermos trabalhando uma situação de raiva, não devemos voltar a sentir raiva ou alimentar desejos de vingança. Por isso, mantemos essa separação, observando os defeitos com clareza, para então eliminá-los.

Em nenhum momento devemos aceitar as justificativas que os defeitos tentam nos apresentar. Não devemos nos desculpar nem suavizar o erro. Ao contrário, precisamos julgar com firmeza os nossos próprios defeitos, pois são eles a causa das nossas reações. Nunca devemos julgar os outros.

Quando nos justificamos, ou quando começamos a culpar ou julgar outras pessoas pelo que aconteceu, nossa capacidade de transformação, que depende do julgamento crítico, adormece imediatamente. Diante de um erro que acreditamos ver nos outros, o mais correto é nos colocarmos no lugar deles e refletirmos sobre quando nós mesmos agimos da mesma forma.

Devemos compreender que o defeito que criticamos nos outros também existe dentro de nós. E, ao compreendê-lo e eliminá-lo, naturalmente passamos a compreender e perdoar os demais. Também é importante repetir essa prática sempre que possível. Em muitos casos, será necessário realizar várias sessões de meditação reflexiva sobre um mesmo defeito psicológico.

Isso acontece porque, muitas vezes, esses defeitos são antigos, alimentados por muito tempo com a nossa própria energia, e são compostos por diversos detalhes que precisam ser observados, compreendidos e eliminados com atenção.

Agora, sem mais delongas, vamos nos preparar para a prática. A primeira coisa é encontrar uma posição confortável, de preferência em um lugar tranquilo, onde não sejamos interrompidos durante o tempo que vamos dedicar a esse exercício. Se quisermos, também podemos ter por perto papel e caneta para fazer anotações, pois pode ser útil registrar detalhes importantes que surgirem durante a meditação para aprofundá-los posteriormente.

Por exemplo, ao analisar uma situação de raiva, você pode perceber que o gatilho da sua reação foi orgulho ao sentir que ele foi ferido. Ao compreender isso, você pode notar que esse mesmo padrão se repete em outras situações. Nesse caso, é importante anotar esse detalhe para trabalhá-lo com mais profundidade depois.

Lembre-se de que cada detalhe do ego que conseguimos compreender e eliminar representa uma parte da nossa consciência que está sendo liberada. É também a sabedoria e a força que resgatamos, que antes estavam aprisionadas nesse defeito. Ao serem liberadas, passam a integrar a nossa consciência, ampliando o nível de consciência que possuímos. Por isso, é fundamental termos claro qual é o defeito psicológico que desejamos trabalhar na meditação de hoje.

Se você já está confortável, vamos iniciar realizando as conjurações de proteção, com o objetivo de harmonizar e fechar o ambiente onde estamos, limpando de energias negativas. Também faremos um breve pedido de assistência ao nosso ser interior. Se você ainda não conhece as conjurações de proteção, pode lê-las ou simplesmente acompanhar comigo.

Vamos começar entoando Belilin, um canto mágico que purifica o ambiente em que nos encontramos, afastando energias e entidades negativas. Belilin, Belilin, Belilin, Ânfora de salvação, Quisera estar junto a ti, O materialismo não tem forças junto a mim.

Belilim, Belilim, Belilim, Belilim, Belilim, Belilim, Ânfora de salvação, quiser estar junto a ti, o materialismo não tem força junto a mim.

Belilim, Belilim, Belilim, Belilim, Belilim, Belilim, Ânfora de salvação, quiser estar junto a ti, o materialismo não tem forças junto a mim.

Beninim, Beninim, Beninim. Agora vamos realizar o círculo mágico de proteção. Feche os olhos e leve sua atenção ao coração. E, com humildade, faça o seguinte pedido ao seu pai interior. Meu pai, senhor meu, meu Deus.

Rogo-te, se for da tua vontade, que ordenes ao meu Intercessor Elemental sair do meu corpo e traçar um círculo mágico de proteção ao redor deste lugar, tornando-o livre das forças do mal. Intercessor Elemental, Intercessor Elemental, Intercessor Elemental. Trabalhe em nome do Cristo, pelo poder do Cristo, pela majestade do Cristo.

Agora imagine um intercessor elemental traçando um círculo de fogo verde ao redor do local onde você se encontra, no sentido horário, enquanto entoa mentalmente o mantra S três vezes.

Agora vamos pedir ajuda ao nosso Pai interior, que representa a sabedoria da nossa consciência, e a nossa Mãe Divina, que é a força do amor em nós, para que nos auxiliem nesta prática. Você pode fazer esse pedido com suas próprias palavras. Ou, se preferir, pode dizer assim. Meu Pai, meu Senhor, meu Deus, Mãe Divina.

Peço humildemente que me ajudem nesta prática de meditação reflexiva para que eu possa observar, compreender e eliminar esta forma negativa de ser. Agora vamos iniciar um breve processo de relaxamento. Primeiro, vamos relaxar a nossa área emocional, respirando profundamente, de forma lenta, por três vezes. Vamos começar. Inspire lenta e profundamente.

Segure o ar. Expire. Ao expirar, imagine que toda a pressão emocional se dissolve e se liberta. Sinta sua emoção se acalmando. Mais uma vez. Inspire. Segure. Expire.

E mais uma vez. Inspire. Segure. Expire. Agora vamos acalmar a mente, para que ela fique silenciosa e receptiva à meditação. Com os olhos fechados, ouça todos os sons ao seu redor durante um minuto, sem se identificar com nenhum deles.

Apenas ouça e deixe que os sons passem. Permita-se perceber sons cada vez mais distantes. Vamos começar agora.

Agora volte a atenção ao seu coração. E vamos fazer um relaxamento rápido do corpo físico. Sinta cada parte do seu corpo e imagine uma luz suave e brilhante penetrando e relaxando cada região. Comece pelo pé direito. Sinta, relaxe e siga para a panturrilha. O joelho. A coxa.

Toda a perna direita está agora relaxada, preenchida por essa luz quente e calmante. Agora faça o mesmo com a perna esquerda. Sinta essa luz entrando pelo dedão do pé, preenchendo todo o pé e relaxando completamente. Agora a panturrilha. O joelho.

A coxa. Toda a perna esquerda está agora profundamente relaxada. Agora leve a atenção ao braço direito. Sinta sua mão e imagine essa luz relaxando-a, subindo lentamente por todo o braço até o ombro.

Agora faça o mesmo com o braço esquerdo. Leve atenção à parte inferior das costas e às nádegas. Sinta a região genital e os quadris. Imagine essa luz relaxando profundamente toda essa área.

Agora o estômago. O peito, preenchido por essa luz. Sinta essa luz percorrendo todas as suas costas, relaxando completamente.

Se perceber algum ponto de tensão, solte, relaxe. Relaxe os ombros. O pescoço. E agora imagine essa luz preenchendo toda a sua cabeça, trazendo um relaxamento profundo.

Agora diga, mentalmente, três vezes. Corpo físico, relaxe, descontraia e se acalme. Corpo físico, relaxe, descontraia e se acalme. Corpo físico, relaxe, descontraia e se acalme. Agora que você se encontra nesse estado de relaxamento e harmonia, vamos iniciar a meditação reflexiva.

Traga a sua memória, com a ajuda da imaginação consciente, uma cena em que se manifestou o defeito psicológico que você escolheu trabalhar. Observe com atenção cada pensamento, cada emoção, cada desejo, cada palavra e cada ação. Identifique, em todos esses elementos, os detalhes do ego em manifestação. E, a cada detalhe que você perceber, peça à sua Divina Mãe que o elimine.

Agora, vamos dedicar cerca de 10 minutos para revisar essa cena. Se você conseguir percorrer toda a cena antes do tempo terminar, retorne ao início e revise novamente, buscando aprofundar cada vez mais, percebendo novos detalhes. Se desejar, você pode anotar os pontos que observar e as compreensões que surgirem. E, se durante a prática surgir ansiedade ou qualquer sensação desconfortável, observe também essa emoção.

Peça à sua mãe divina que a elimine. Relaxe a região onde a sente. E então retorne à cena que está trabalhando. Então, vamos começar a partir de agora.

Muito bem, os 10 minutos de meditação chegaram ao fim. Espero que você tenha conseguido observar, descobrir e eliminar diversos detalhes do defeito psicológico que escolheu trabalhar. Esta foi uma prática guiada breve, com o objetivo de apresentar o passo a passo da meditação reflexiva. No entanto, o ideal é que possamos dedicar, diariamente, um tempo a essa prática, trabalhando de forma contínua a nossa psicologia.

É de grande importância estabelecer um cronograma diário de meditação, especialmente voltado para os defeitos relacionados à luxúria, que nos impedem de alcançar a castidade e de utilizar de forma consciente a nossa energia sexual. Devemos levar essas cenas de luxúria para a meditação, a fim de observar, compreender e eliminar cada detalhe desses defeitos.

É necessário perceber como eles se manifestam na mente, nas emoções, na parte sexual e em todo o corpo, por meio de tensões e sensações de natureza sexual. Assim, vamos identificando e eliminando tudo aquilo que nos conduz, repetidamente, ao erro de desperdiçar a energia sexual por meio do orgasmo e da ejaculação.

Agora, cada um de nós pode, com suas próprias palavras, expressar gratidão ao nosso Pai interior e à nossa Mãe Divina pela orientação e pela ajuda recebida durante esta prática.

E assim concluímos a prática de hoje. Espero que ela tenha sido útil para você. Lembre-se de que você pode deixar suas dúvidas ou comentários e teremos o prazer de respondê-los. Convido você a participar do próximo tema deste ciclo, no qual realizaremos uma nova prática guiada, desta vez voltada ao desdobramento astral. Por hoje é isso. Espero que você se sinta motivado a continuar praticando a meditação reflexiva.

Muito obrigado a todos vocês!

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