#22 - Evoluir exige deixar de caber
Você evoluiu… mas o seu posicionamento acompanhou essa evolução?
Ao longo da vida, aprendemos a nos adaptar para pertencer — na família, nos relacionamentos e no mercado. O problema é que, muitas vezes, continuamos sustentando versões antigas que já não representam quem nos tornamos.
Neste episódio do Talk Points Podcast, Deisi Grunitzky traz uma reflexão sobre identidade, padrões e comportamento, mostrando como as “caixas” que criamos para socializar podem se tornar limites invisíveis no nosso crescimento pessoal e profissional.
Você vai entender:
• como a necessidade de pertencimento impacta sua identidade
• por que evoluir exige deixar versões antigas para trás
• como padrões e crenças influenciam seu posicionamento no mercado
• e o que pode estar impedindo você de ser percebida com mais autoridade e valor
Se você sente que já evoluiu, mas ainda não é vista no nível que poderia ser, esse episódio é um convite para alinhar sua identidade ao seu posicionamento — e acessar um novo nível de reconhecimento.
Ouça agora e me conta:
onde você ainda está tentando caber… quando deveria estar expandindo?
AGENDE SEU DIAGNÓSTICO DE POSICIONAMENTO: https://wa.link/2u23nb
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- Versões antigas e crescimentoDeixar versões antigas para trás · Limites invisíveis no crescimento
- Segmentação de MercadoComunicação de valor · Identidade e posicionamento
- Identidade e RepresentatividadeImpacto da necessidade de pertencimento · Evolução pessoal e profissional
Quantas caixinhas você alimenta todos os dias? Quantas abas estão abertas na sua mente agora? Dá uma pensada por aí, que eu já te conto sobre as minhas e a gente reflete isso juntas. Então seja muito bem-vinda a mais um episódio do Talk Points. Eu sou Deise Grunitzky, mentora de mulheres intencionais e bem pagas, e esse é o podcast onde a gente conversa sobre o que realmente sustenta um posicionamento autêntico com valor percebido no mercado.
Aqui a gente fala sobre mentalidade, negócios e posicionamento intencional sob uma ótica muito prática e vivencial, pensando no cotidiano da mulher que está construindo algo relevante. Você aí do outro lado. Contar para vocês, ontem de manhã, meditando ou pelo menos tentando, eu não conseguia me concentrar, porque na prática minha mente estava bem produtiva naquele momento.
Eu respirei fundo umas três vezes, mas estava com a caixinha da dona de casa aberta. Lembrando que hoje o mercado ia estar fechado por ser feriado. E isso conectou com a caixa da empreendedora, lembrando que tinha demandas a cumprir e que deveria ser no horário útil antes do feriado.
Então eu lembrei do episódio de hoje e das ideias que eu tinha notado nos últimos dias. E tudo se encaixou. Nada é por acaso. Eu falo e às vezes eu mesma fico incrédula. E isso me fez pensar. Quantas dessas caixinhas a gente abre todos os dias sem nem perceber? Porque no fundo, essas caixinhas não são aleatórias. Elas existem por um motivo muito humano.
pertencer. A gente aprende ao longo da vida que para ser aceita a gente precisa se adaptar. E aí começam as caixinhas, a profissional, a boa filha, a boa mãe, a mulher equilibrada, a que dá conta de tudo e de preferência tudo isso funcionando ao mesmo tempo.
Esses dias, eu tive uma conversa no direct que ficou muito comigo. O assunto veio por eu ter saído de casa muito cedo e as coisas que a gente tem que abdicar para crescer, para se tornar adultas. Sobre como a vida é, na prática, uma eterna despedida de versões nossas.
E isso me lembrou muito daquela campanha recente do Boticário de Dia das Mães, porque ela toca exatamente nesse ponto. A gente vai deixando versões nossas para trás o tempo inteiro.
E, ironicamente ou sincronicamente, hoje é dia do trabalhador. O dia de quem faz, executa, movimenta, faz a engrenagem do mercado girar. Mas eu fiquei pensando, no fim daquela meditação, quais versões suas ainda estão trabalhando, mesmo já não fazendo mais sentido.
Me conta aqui embaixo, que eu quero saber se essa conversa está fazendo sentido com o teu momento. Se você também se pega pensando nisso a cada nova fase.
E aproveita para avaliar o podcast, porque isso ajuda demais para que o Spotify entregue os episódios para mais empreendedoras. É bem fácil, só ir na guia sobre aqui do podcast, clicar nos três pontinhos e avaliar com cinco pontos. E pronto, você já me ajudou a alcançar quem precisa ouvir isso aqui. Então, continuando por aqui...
Eu vivo em um estado muito consciente de aprendizado, sempre me perguntando o que eu posso aprender aqui. Em cada nova situação que surge e a cada nova camada que eu acesso, eu percebo que algumas coisas simplesmente não cabem mais.
Na última semana, lendo o livro Aprendizados, da Gisele Bündchen, eu me vi em várias fases dela. Não porque eu também já fui modelo há 15 anos atrás, mas por conta dos desafios de se ver sozinha diante de situações novas. Situações que ninguém da minha ambiência tinha vivido. Momentos em que eu tive que ser o meu próprio exemplo. Porque ninguém antes tinha chegado naquela fase, sabe?
E isso me fez revisitar a minha própria história. E hoje eu olho para aquela Daisy de anos atrás com gratidão, mas eu não me reconheço mais nela. Às vezes eu olho até para a Daisy de um ano atrás e eu penso quem era aquela mulher. Porque evoluir também é isso. Permitir que partes suas deixem de existir para que outras possam nascer.
E sem querer parecer dramática, mas sim, uma parte sua precisa morrer para outra ter espaço para existir. E talvez o que eu vou falar seja um pouco desconfortável de ouvir.
Mas se você permanece exatamente a mesma depois de 30 dias, tem algo que merece sua atenção. Tem alguma coisa que não está certa no seu processo. Porque a gente não está aqui para estagnar. A gente está aqui para evoluir, se relacionar, servir. E no mercado isso fica ainda mais evidente. Quem não evolui com o tempo acaba ficando para trás.
Inclusive, isso me lembra que nessa semana também tem o lançamento do filme do Diabo Veste Prada 2. E mesmo depois de 20 anos, ele ainda arrasta multidões e movimenta muito além do filme. E se a gente observar com mais atenção, tem dois pontos ali que explicam isso. E que a gente pode trazer para a nossa vida e para o nosso negócio. Um deles é o pertencimento.
Porque o filme não vende só uma história, ele conecta com identidade. E o outro ponto é a evolução. Todo mundo quer ver a Andy depois que ela assumiu o próprio lugar, não é? E no fundo, isso é o que o mercado espera de você também. Porque talvez, hoje, o seu problema não seja a falta de estratégia.
Talvez o problema seja que você ainda está tentando caber em uma versão que já não te representa mais. E isso reflete diretamente no seu posicionamento. Porque não tem como comunicar valor sustentando uma identidade que já ficou lá atrás. Então, eu quero te deixar uma pergunta para refletir nas próximas horas.
onde você ainda está tentando se encaixar, quando, na verdade, o que te levaria para o próximo nível seria romper essa caixa na qual você se colocou ao longo do tempo.
E agora me conta se fez sentido para você esse episódio, que eu quero ler você nos comentários. E se esse episódio fez sentido para você, talvez você esteja exatamente nesse momento da jornada, onde já evoluiu, mas ainda não traduziu essa evolução no seu posicionamento. E é justamente para isso que existe o diagnóstico de posicionamento. Ele é uma análise estratégica baseada no método intention, onde a gente olha...
para sua identidade, a sua comunicação, seu posicionamento atual, para identificar onde você deveria ajustar a rota e o que você precisa ajustar para ser percebida no nível que você já está. O link para agendar e saber mais está aqui embaixo na descrição.
E esse foi o Talk Points de hoje. Se esse episódio trouxe novas percepções para você, já sabe, percepção muda posicionamento. E posicionamento muda os seus resultados. Se quiser continuar essa conversa, o link do meu Instagram está aqui na descrição também. E me marca por lá, que eu amo compartilhar os stories de vocês aplicando o que eu trago aqui. Grande beijo e até o próximo episódio.