A EVOLUÇÃO do JORNALISMO com Humberto Filho do CIDADE CONECTA | Matterializando EP 16
Você já se perguntou como uma empresa familiar sobrevive a três gerações de crises e ainda lidera a inovação digital? Neste episódio do podcast Matterializando, Roque Almeida, CEO do grupo Matter&Co, recebe Humberto Filho para revelar como a gestão estratégica de negócios e uma governança corporativa sólida permitiram ao Cidade Conecta migrar do modelo tradicional do jornalismo para o digital.
Eles discutem o impacto da inteligência artificial nas redações, a importância da gestão profissional em empresas familiares e como o modelo híbrido de trabalho pode aumentar a eficiência e reduzir custos operacionais na comunicação moderna. Humberto Filho também compartilha suas "jogadas invisíveis" e como o foco mental da corrida de rua auxilia na tomada de decisões complexas no ambiente corporativo, provando que a saúde física é um pilar do sucesso empresarial.
E você, o que pensa sobre o futuro do jornalismo digital e o uso de IA para negócios? Comente abaixo qual dessas estratégias de gestão você aplicaria hoje e inscreva-se no canal para mais insights de gestão estratégica de negócios
🎧 O Matterializando, podcast do Grupo Matter&co, é o espaço para quem busca ir além na gestão estratégica de negócios. Quinzenalmente, especialistas e líderes compartilham insights que preparam você para liderar mudanças na sua empresa, da governança corporativa a automação de processos, da produtividade operacional a estruturação de franquias, e muito mais! Mergulhe nos insights necessários para materializar as soluções que os seus projetos precisam.
Roque Almeida
Humberto Filho
- Crise do Jornalismo e MídiaTransformação digital na mídia · Inteligência Artificial nas redações · Modelo híbrido de trabalho · Gestão profissional em empresas familiares
- Otimismo na ComunicaçãoNotícias positivas · Movimento Lado Bom
- Futuro do Cidade ConectaInvestimento em plataformas digitais · Estratégia de comunicação
Bom dia, boa tarde, boa noite para quando você for assistir esse podcast. Aqui é Roque Almeida, eu sou o CEO do Grupo Mater e estou começando mais um episódio do Materializando, o podcast do Grupo Mater que tem o objetivo de materializar histórias de empreendedores que fizeram sonhos, projetos e empresas que se tornaram realidade.
E hoje eu estou recebendo aqui um amigo, mais um. Eu estou sempre recebendo amigos aqui. A gente tem trazido gente de fora do ecossistema, mas também pessoas do nosso ecossistema. E aqui temos uma aliança estratégica importante, um cliente, uma pessoa muito querida.
Estou recebendo aqui o diretor executivo e CEO do Cidade Conecta, Humberto Filho, ou para os mais íntimos, Humbertinho. Humbertinho, melhor assim. Prazer te receber aqui, irmão. O Roque é um prazer, é tudo meu. Uma alegria estar aqui, uma honra. E acho que nós vamos contar boas histórias aqui, né? Tem certeza. Você para contar histórias é...
Mídia, né? Mídia, exatamente. Então, quem está ensinado aqui, é você que me ensina. Meu irmão, a gente gosta aqui de sempre lembrar que... Como é que começa? A chance das pessoas te conhecerem, você é uma pessoa muito conhecida na cidade de Belo Horizonte, cidade conecta e até a sua origem profissional, acho que você vai poder contar para a gente.
conhecido muito em Minas Gerais, tem um grupo de mídia importante aqui. Eu queria que você começasse contando a sua história do jeito que você quiser, mas a partir... Conta pra gente quem que é esse... Por que Humbertinho? Deve ter um Humbertão. Por causa do Humbertão. Por causa do Humbertão. Conecta pra gente, faz essa conexão aí com o seu negócio pra gente. Não, obrigado.
A minha história é uma história ligada com a comunicação. Eu já nasci dentro de redação de jornal. Eu lembro que a gente está ficando mais velho, mais experiente. Eu fiz curso de datilografia, para você ter uma ideia de máquina de escrever. Também. Eu ia, meu avô me convidava para ir ao jornal. O jornal era na Rua Carijós.
E a gente ia para lá e fazia curso de datografia. E acompanhei muito a história da comunicação de Belo Horizonte, de Minas Gerais. Então, a gente tem muita história para contar e muita experiência. Isso é uma coisa importante.
E de onde veio essa história? Você falou que nasceu em redação e aí, de repente, em algum momento você fez uma migração nesse movimento que se tornou Cidade Conecta. Me conta como é que tem sido... A gente está falando de uma mídia, jornal, redação de jornal.
E como é que tem sido essa transformação dessa indústria? A questão da digitalização? É impressionante a mudança. Hoje a gente vê no filme, a gente vive na história, a gente não percebe a mudança, mas quando a gente vê o filme é impressionante.
Para você ter uma ideia, o jornal era um jornal que a gente tinha a estrutura para fazer o jornal, não era uma estrutura arcaica, era uma estrutura de manufatura, você tinha que fazer as letras, você tinha que ter as letras para ir em um papel de chumbo, as pessoas usavam um protetor para não se intoxicar. Eu peguei um pouco disso, já o final disso.
O Jornal da Cidade, que o meu avô fundou, foi fundado em 59. Então nós pegamos o governo militar. Eu não peguei, mas eu tenho histórias dentro de casa. Meu pai contava que o jipe do exército foi lá na casa do meu avô para saber se ele tinha o livro vermelho, o livro comunista. Então tem muitas coisas. Pessoas ficaram na casa do meu avô fantasiadas de padre para poder depois fugir por causa da Revolução.
Então, o jornal era máquina de escrever, as fotos a gente tinha que imprimir, levar para a gráfica, se caísse uma cola, você tinha que voltar e fazer tudo de novo. E hoje o jornal é uma mídia extremamente digital, hoje a tecnologia é na veia. E isso é muito bom, as coisas elas evoluem, a gente às vezes sente as dores do parto, mas a evolução é positiva, a comunicação está muito mais ágil.
E a gente tem que estar aprendendo a mudar. Eu vi uma frase de um empresário americano, não vou me lembrar, que a certeza é que os profissionais do futuro têm que estar certos que eles vão mudar. Eles têm que ser nômades ou camaleões. Mudar sempre. E essa é a estratégia nossa. A gente está sempre atento às novas tecnologias.
Inovar é um processo que a gente consegue perceber, Humberto, na sua trajetória. Primeiro, um negócio que tem três gerações num país como o Brasil, já pode contar bastante história, porque essa resiliência num país onde...
A gente fala que o passado é incerto, imagina o futuro. Imagina você sobreviver a tantos anos, tantas décadas, como um protagonista. Então isso para mim já é uma coisa difícil de... Eu acho que essa frase é do Milor Fernandes. Se eu estiver errado, me perdoe. Mas aqui no Brasil até o passado é incerto. A nossa história é uma história de muito trabalho. Nós sempre trabalhamos muito.
A gente é um pouco low profile em algumas situações, mas o jornal já quase quebrou umas 20 vezes. Já passamos por planos econômicos, conflito da poupança, ditadura militar, governos competentes e incompetentes. Então, a gente já viveu de tudo. Já vivemos épocas muito prósperas também. Então, isso dá para a gente uma noção de humildade.
Eu não me empolgo na bonança, mas também não me deprimo na recessão. A gente sabe que, e aí é uma frase que eu gosto muito do meu ídolo Chico Xavier, que ele tem uma frase que ele fala, isso também passa. Então a gente vai trabalhando, a gente sabe que tem um dia após o outro, que o momento bom vai passar, mas também que o momento ruim vai passar, e a gente vai seguindo essa toada.
Meu irmão, como é que você está vendo como empresário mineiro, brasileiro, essa questão da inteligência artificial? Esse é um tema que eu tenho colocado muito nesses debates, porque nós, como ecossistema de inteligências, a gente se posicionou como inteligência de negócio, que sempre foi o nosso DNA, inteligência coletiva na construção de um ecossistema, inteligência artificial.
Como é que você tem visto essa discussão? Acabei de voltar do SGSW e lá a gente estava falando sobre essa questão do desafio, porque por um lado ela aumenta a eficiência e aí se é nítido, negar isso é uma loucura, mas por outro lado a gente vê uma diminuição da expertise.
numa redação ou num processo de funcionamento da comunicação, como é que tem sido isso para vocês lá no jornal, na redação? Eu vejo a IA como uma ferramenta, uma ferramenta extremamente poderosa.
e benéfica para a humanidade. Hoje ela chegou para a gente e a gente assusta. Eu lembro que meu pai, quando a internet chegou, na época da WWW, o pessoal chamava de Wide World Web, meu pai falava assim, nossa, isso vai tirar vários empregos, aquela questão de caos. E a gente tem uma tendência a colocar um caos nas coisas.
a humanidade não dá saltos. Isso vai entrar no dia a dia da humanidade, vai gerar milhões de empregos novos, milhões de empregos vão ser encerrados, mas o importante é o seguinte, vamos colocar daqui a 10, 15 anos, a IA vai fazer parte da nossa vida de uma forma extremamente natural.
e benéfica. Quem estiver preparado vai surfar a sauna de uma maneira muito boa, vai tirar aquele trabalho mais maçante. Eu acho que ela pode nos oferecer uma qualidade de vida muito boa para a gente investir no tempo de qualidade nosso. Então serviços que demoravam uma, duas, três horas vão demorar dez minutos.
A gente vai ter que aprender a lidar com isso e investir na capacitação, investir na melhoria contínua e vai sobrar tempo para a gente poder ter lazer. Eu tenho certeza que isso vai ser, na hora que decantar a AIA nos processos todos.
vai melhorar a eficiência e vai sobrar um pouco mais de tempo para a gente. Meu irmão, eu que te conheço há um tempo, eu não tenho como não fazer esse paralelo. Você traz uma visão positivista, uma posição animada. Eu sou muito otimista. E esse otimismo, ele toca uma coisa importante, que é o seguinte.
O Cidade Conecta é uma mídia otimista. Otimista. Ela não traz notícias ruins. Não. Eu queria que você contasse, porque isso é uma característica pessoal sua que transforma, inclusive, na forma, na linha editorial da própria construção. Isso é uma missão nossa. No jornal, você não vai ver, ou no jornal impresso, ou no site, ou nas redes sociais, você jamais verá uma tragédia, uma fofoca, uma corrupção.
uma maledicência, ou falar da derrota de alguém. Lá você vai ver que a empresa conquistou um selo, ou que ela fez 40 anos, que a cidade BH, ou o governo, inaugurou uma nova obra, que o profissional A, B ou C foi reconhecido de alguma maneira. Notícia ruim, tem outros veículos, deixa eles. No nosso jornal, é o que eu penso e é o que eu vivo.
A gente só fala a boa notícia. E é o que o mundo está precisando. É aquela bobagem do copo bem cheio e bem vazio. A gente só vê o copo bem cheio. Apesar de estar sendo um pouquinho difícil nos momentos atuais, mas a gente esforça e a gente acha. Só para te dar um exemplo. No meio desse caos todo que nós estamos em 2026, nós já tivemos uma brasileira que descobriu estar fazendo o paraplégico, o tetraplégico andar.
Na Espanha, um cientista descobriu a cura do câncer de pâncreas em camundongo. Então, basta você pensar. Você vai achar notícias muito boas em vários aspectos. Só que a gente tem uma mania de focar no negativo. Mas aqui não. Aqui é só notícia positiva. E quando você começa a ter esse visão, você fica mais feliz.
É impressionante. Eu tenho um grande amigo meu e o pai dele, desde pequeno, de adolescente, eu perguntava assim, você está bem? Ele falava assim, eu não estou bom, eu estou ótimo.
Eu não estou bom, eu estou ótimo. E aquilo me marcava. A energia que ele falava, eu não estou bom, não estou ótimo, me cativou e me conquistou. Então, o jornal... E eu convido as pessoas, vão ser mais otimistas, vão olhar as coisas boas, porque isso na psicosfera da sua família, do seu bairro, do seu condomínio, isso vai gerar uma coisa positiva.
Caramba, eu quando ouvi você comentando sobre a, e você traz a, o otimista não tive como não me lembrar disso, e dizer quanto eu te admiro nesse lugar, porque é isso, é fácil dizer que tem guerra, é fácil dizer, todo dia a gente tem uma, é fácil dizer que nós temos corrupção no Brasil, porque todo dia tem um escândalo, em qualquer esfera que a gente for querer dizer olhar.
Mas é difícil achar alguém com vontade de não só vender o jornal pelo vender o jornal, e sim de pensar aquelas coisas boas. Porque nós não estamos falando aqui, gente, de alguém que pega uma coisa ruim e dá um viés positivo, porque é o interesse. Não tenha dúvida de que nós estamos falando da nossa pesquisadora, que muda a vida das pessoas.
precisa dessa notícia, que é quase subnoticiada. A gente não pode contar mentira, aí não tem jeito, mas a gente pode pensar e fazer a notícia boa. E eu sou muito cobrado por isso, porque hoje, as empresas, os anunciantes, os governos, eles querem medir o seu número. Eles querem medir o seu número. Só que eu falo, olha, se você quiser meu número de um milhão, dois milhões, três milhões de views, esquece.
Porque aí é muito fácil fazer um número desse. Eu faço semana que vem. E tem muitos jornais, inclusive, que estão fazendo, usando a IA e fazendo notícias para ter caça-clique. Eu vi recentemente uma notícia de um jornal, o Brasil está fora da Copa.
Só que na hora que você vai ler a notícia, não tem nada daquilo. Aquele título é só para caçar clique. Você fala da Copa do Mundo de ping-pong. Não, é exatamente. Pode ser, eu não vi a notícia. Eu nem quis ver. Não, nós temos um campeão mundial. Nós temos um campeão. Tem um campeão, é. Mas aí é muito fácil isso. Agora comigo...
Eu tenho certeza que as empresas hoje já entenderam há muito tempo, que eu tenho parceiros muito sólidos, já entenderam que estar do meu lado traz a boa vibração para aquela empresa. Porque imagina você, um construtor, uma concessionária, um hospital, fazer um anúncio e em cima está lá uma notícia de um...
Um homicídio, um latrocínio, uma corrupção. Isso é horrível para a empresa. Então, estar do nosso lado é estar do lado bom. Inclusive, pegando um gancho, a gente criou agora um mote, que depois nós vamos desenvolver melhor, que chama o movimento Lato Bom. A gente quer convidar as empresas, convidar inclusive outros meios de comunicação a entrar com a gente dentro desse movimento, porque esse movimento não vai ser meu, ele vai ser super partidário.
A gente quer criar esse movimento lado bom. Então, todo dia, toda semana, todo mês, nós vamos ter o lado bom da semana, o lado bom do dia, porque a gente vai contar alguma história boa que aconteceu naquele dia.
Legal, você me fez lembrar de um projeto aí para te apresentar e depois te conectar com a Patrícia Tavares, uma querida amiga, que ela responde pelo Verbo Gentileza, que é um evento, é um movimento que ela começou há muitos anos atrás, numa ideia como essa sua, de buscar as coisas boas. Ela estava falando de gentileza e a gente precisa disso, a gente precisa de coisas boas, a gente precisa de gentileza, o mundo está muito duro.
E ter você perto, é isso mesmo. A gente sente isso no cumprimento, no chegar, aí você está sempre vendo as coisas boas. Isso é muito legal. Obrigado. Meu irmão, eu queria te convidar a falar um pouquinho sobre... E falando do seu negócio, o que você imagina que seja a transformação do que você vai fazer daqui para frente? Plano, futuro? Para onde vai o Cidade Conecta nesses próximos... Para onde está o seu plano estratégico?
Cada vez mais digital. O mundo digital não tem volta e a comunicação digital é muito ágil, ela é muito fácil, ela é muito rápida e ela é muito eficiente. Então, o pessoal me pergunta até quando vai a edição impressa do jornal? Eu respondo claramente até quando o mercado quiser. Eu não vou chegar agora e acabar com a minha versão impressa.
porque ela é muito reconhecida, ela é muito demandada e ela é muito esperada. Várias pessoas me mandam foto, me... Estou lendo o jornal. O jornal é muito gostoso de se ler, porque ele é um formato tabloide americano e ele tem uma impressão impecável. É verdade.
Então é gostoso, você toma café da manhã no sábado com a família, vendo o jornal, as pessoas gostam disso. Agora, o jornal vai ser cada vez mais digital. O investimento que a gente faz nas redes sociais, nas outras redes sociais, como o LinkedIn, que também é uma plataforma muito eficiente de soltar notícias. O WhatsApp, que é uma ferramenta poderosíssima que eu tenho.
Quase 5 mil números nas listas, diversas listas que eu tenho, que eu fui construindo ao longo dos anos, que eu mando as notícias ali. O meu analista vai lá em cima quando eu mando. Fica lá uma, duas horas lá em cima. E aí depois eu mando outra notícia. E agora, antes eu mandava notícias picadas.
Mas agora eu estou mandando um pacote de notícias no final do dia, que eu acho mais confortável, e vira um cardápio. Porque eu mando lá 4, 5, 6 notícias, a pessoa clica naquela, quiser clicar em todas, e eu não fico demandando a pessoa todo dia com várias notícias. Eu mando uma vez só.
um pacote de notícias para ela ler. Então, o meu jornal, o futuro, é investir no WhatsApp, investir mais no Instagram. O nosso Instagram está crescendo muito. Nós fizemos agora uma brincadeira de uma IA que a gente está criando. Sonhar não custa nada.
É um watch, isso não custa nada. Então a gente acabou de convidar os leitores do Instagram para eles sugerirem melhorias utópicas que eles queriam para Belo Horizonte, Nova Lima, região metropolitana. Então só um exemplo, nós fizemos duas. Nós brincamos em levar o metrô do centro até Confins. Já deu mais de 200 mil visualizações.
E é uma brincadeira, é uma provocação. Mas com a IA trabalhando aí e mostrando cenas reais. Semana passada a gente pegou a linha do trem da divisa de Nova Lima com Belo Horizonte e aquilo ali é um pleito nosso de virar uma avenida. O Parque Avenida já tem um projeto e aquilo vai resolver definitivamente o problema de trânsito da região.
A gente humanizou aquilo ali e colocamos uma imagem. Agora a gente vai ver o que o público quer para a gente colocar uma próxima sugestão de sonhar não custa nada. Que legal. Então essa questão das plataformas digitais, as que vierem, nós vamos estar dentro.
E não tem volta. Eu te falo o seguinte, hoje a gente está bem em todas as plataformas. Se vier uma próxima, nós vamos entrar nela também e vamos ficar bem. Porque a gente vai investir muito ali. E esse nosso DNA de qualidade, de uma notícia bem feita e uma notícia positiva, cativa todo mundo.
Legal saber esse seu viés. E do ponto de vista do... Como é que você fez essa transição? Uma coisa que é legal de falar, numa empresa de três gerações, processo de sucessão, como é que você está organizado hoje nessa história? O Humberto Neto é que vai assumir. Como é que você vai fazer com o negócio? Para onde vai nesse aspecto governança, gestão?
Como é que você enxerga isso no seu momento? Antigamente, todos os jornais eram muito amadores e muito boêmios. A boemia era o sinônimo do jornalismo. Estou falando disso de 30, 40, 50 anos atrás. Os jornais fechavam meia-noite, os jornalistas iam para o boteco e ficavam lá no boteco e o jornal só abria meio-dia, uma hora da tarde.
Eu peguei, tanto que eu não sou formado em jornalismo, eu sou formado em administração pela UNA e tenho pós no IBME, que é em gestão de negócios. O meu viés é muito empresarial. É claro que eu tenho um DNAzinho de jornalismo, de comunicador, mas a minha vertente mais forte é na estratégia, na administração.
eu não sei se meu filho vai tocar o jornal, ele tem 12 anos e um outro de 7, eu brinco com ele, porque eu falo que ele quer que ele seja alguém na vida, falo, você vai ser médico, você vai ser advogado, vai ser engenheiro, mas é uma brincadeira, óbvio, a comunicação é fascinante, é um mundo fascinante, é uma indústria muito poderosa, a indústria da comunicação, ela gera...
dezenas, centenas de bilhões de dólares por ano. Isso não é uma coisa que está na minha cabeça, vamos deixar dar tempo ao tempo. Agora, a minha vertente no jornal, e eu quero colocar o jornal como uma empresa extremamente bem gerida, extremamente saudável e com uma gestão muito profissional. Nós estamos caminhando muito bem para isso, mas falta ainda apertar alguns parafusos.
pra gente chegar lá. Muito com a ajuda da Mater também, né? Esse é o objetivo. Tamo junto. Exatamente. Cara, tem um quadro aqui no nosso podcast, que a gente chama de... São dois quadros, e a gente usa eles como um balizador de pensamento pra causar essas reflexões de quem quer conhecer um pouco mais você e deixar um pouco da sua visão.
o primeiro que a gente gosta de usar é o que a gente chama de jogada invisível, que é aquilo que você silenciosamente, não deu, para quem está na mídia, é sempre muita notícia, mas aquilo que você fez, que não contou para ninguém, mas que fez muita diferença na sua vida. Pode ser do ponto de vista pessoal, do ponto de vista profissional, no início da sua jornada, mais agora. Onde está a sua jogada invisível, Humberto?
Existem várias, né? Eu posso citar uma aqui muito claramente, que é o universo da corrida. Eu sempre tive um sonho de correr, nunca consegui. Eu via as pessoas correndo as esteiras no Belvedere e aquilo me dava uma inveja. Eu almejava aquilo, mas eu não conseguia. E recentemente eu contratei um personal. Tudo na vida tem técnica.
A gente chegar e subinistir aquele corrido vai dar errado. Mas eu contratei um personal de corrida e me encantei por esse universo. Porque na corrida você não compete com ninguém. Você compete com você mesmo. E todas as pessoas torcem por você. De novo o universo positivo. De novo o universo positivo. O cara que faz triatlon, o cara que faz maratona...
Ele torce por você. Então, e é um universo muito bom para o meio, para o ambiente empresarial. Porque na hora que você está correndo, se você vai correr 1, 2, 3, 5, 10, 15, 20, 42 quilômetros, sua mente fica extremamente focada. É um ambiente onde as ideias vêm e te dão um poder mental de foco, como poucos exercícios, não só exercícios físicos, mas como mentorias, workshops.
Esse é um movimento silencioso que eu fiz, que me ajudou muito. Como é que está o seu projeto? Você está correndo quanto já?
Eu estou nos dezinho ainda e sofrido, mas estou chegando lá. Legal. Mas tem projeto de maratona? Maratona é pesada? Não, não, não. Eu acho que a maratona não é saudável para o corpo. Ela não é saudável. Ela estressa demais o coração, as articulações. Talvez se um dia conseguir fazer uma só para pôr um checkzinho lá, tudo bem. Mas eu acho que, pelo que eu já conversei com pessoas do meio,
o ponto ótimo é o 10km. Eu estou me preparando para tentar fazer a pampulha no final do ano que está 18km. Para mim já seria uma grande conquista. Mas o tal de correr 10km é ótimo porque é saudável para o corpo, coração, para a mente. E esse é o meu objetivo. Então é só uma jogada invisível que eu fiz. Que foi eu comigo mesmo, não contei para praticamente ninguém.
Fui trabalhando. Primeiro, um quilômetro de dor de lado. Daqui a pouco era dois quilômetros. Daqui a pouco fiz o cinco. E agora já fiz duas provas de dez. E para mim já é como se eu tivesse chegado no topo do Everest. Cara, isso é muito legal. Parabéns. Parabéns. Exatamente o objetivo desse quadro.
Exatamente, Roberto. Dá essa visão. Às vezes aparecem notícias aqui tão diferentes. A gente falando de questões mais filosóficas, questões mais práticas, mas sempre casando diferença. Porque, como você disse, você está descobrindo. Um atleta é isso. Olhava com admiração, não sabia que era possível, foi lá e fez. Às vezes é a pampulha. Para quem mora em Belo Horizonte, a pampulha é sempre um desafio. Sempre um desafio. E aí, daqui a pouco, é a meia, porque já está mais perto. E aí, quem sabe...
Até um bom estímulo para mim, eu parei de correr há muito tempo, e muitos amigos, muita gente próxima falando disso, e realmente você tem toda a razão. Correr é muito legal. Não dá para você pegar, subir no esteiro e começar a correr. Você vai cansar rápido, vai machucar o joelho, se frustrar.
O que eu percebi é que tudo na vida tem técnica e tem processo. Você tem que contratar uma pessoa profissional, porque quando se assustar, você já está dando seus trotezinhos sem sofrimento. Legal demais. Essa reflexão de tudo na vida tem técnica é uma...
É uma boa provocação num mundo onde todo mundo agora é especialista de tudo. Então esse é o grande desafio que nos coloca. Meu irmão, falando de um outro quadro que a gente tem aqui, a gente chama de cicatrizes da vida, do jogo.
melhor dizendo, que é aquilo que de alguma maneira foi uma ferida, alguma coisa que te marcou, mas ficou um aprendizado, uma coisa que você sempre olha, lembra e fala, poxa, isso aqui foi um erro que eu cometi, isso aqui foi um aprendizado que ficou. O que você traz pra gente, Humberto? De cicatrizes?
Tem várias, né? Tem várias de momentos ruins da vida empresarial, de decisões às vezes erradas, às vezes você acha que o Brasil vai dar certo, você investe num processo. Vou te dar um exemplo, claro. Eu estava num escritório e eu mudei para o escritório o dobro de tamanho.
Eu tinha um jornal com quase 20 pessoas na redação, não só na redação, mas na estrutura física, com jornalistas. Eu pagava uma fortuna em vale-refeição, em estacionamento. Então, essa foi uma mexida. E num momento onde já estava dando sinais de que a coisa iria digitalizar, que a coisa iria ficar mais moderna.
E aí veio o home office, veio a pandemia, veio o home office, e aí eu fiz um movimento totalmente contrário, de um modelo híbrido, onde quarta-feira a gente encontra reunião de pauta, e muito mais leve, muito mais eficiente. Na comunicação...
O teletrabalho funciona. Eu não acho que ele pode ser 100%. Eu acho que tem que ter um dia de você encontrar, de ter olho no olho, de todo mundo bater papo, de almoçar junto e conversar e traçar ali as estratégias. Mas ele te permite isso. Em outros casos, o home office acabou.
E foi provado que é ineficiente, que as pessoas não produzem como produzem num ambiente corporativo. Mas na comunicação, para mim ficou provado que esse modelo híbrido é um modelo muito bom e ele está certo. E a gente reduz custo, porque hoje eu posso estar no escritório 10 vezes menor, eu estou com um grupo de WhatsApp da minha comunicação inteira, a gente conversando praticamente 24 horas por dia e de uma forma muito ágil.
Legal, cara. Então, esse é um momento, uma decisão que eu tomei errado, mas pelo menos eu consertei de uma maneira ágil também. A pandemia, cara, a pandemia foi um grande... Há quem diga que tinha gente que previa, mas assim, pegou.
o mundo inteiro, fecharam o mundo daquela maneira, acho que ninguém estava esperando aí, e sem dúvida deixou sequelas aí, né? Cara, eu queria te dizer o seguinte, depois de todo esse movimento que você fez de caminho, você falou aí para mim a questão da...
da digitalização e quais outros negócios? Você é uma pessoa, um grande captador de oportunidades. Porque eu imagino que nesse lugar que você está, além do bom relacionamento que você consegue construir, que você seja um grande catalisador de oportunidades. O que você imagina dessa construção de novos negócios dentro do seu grupo, do seu ecossistema? Isso já acontece. Informalmente já acontece.
Em rodas de amigos, em conversas, em bate-papos, aparecem oportunidades para mim de intermediação de negócios mil. Um amigo está querendo comprar um terreno, eu conheço alguém que quer vender, ou vice-versa, o cara quer comprar um apartamento, e eu faço isso com muito prazer. E isso é uma coisa que está no meu radar.
obviamente que a gente conhece muita gente, a gente tem acesso a muitas pessoas. Eu falo que o jornal Cidade Conecta, ele é um jornal muito engraçado, porque eu tenho amigos que se tornam clientes e eu tenho clientes que viram amigos. No final das contas, a gente fica amigo de todo mundo. E se você pegar o jornal de cinco anos atrás de hoje...
Vai estar praticamente os mesmos anunciantes, só vieram novos. Raramente a pessoa cancela um contrato comigo, porque eu tenho uma missão de encantar o meu cliente. Eu não vendo anúncio, eu vendo envolvimento. Então, Roque, essa intermediação de negócios...
No Brasil é uma palavra feia, mas nos Estados Unidos o lobby é muito admirado e é uma profissão muito respeitada. Mas ligar as pontas para mim é muito fácil e muito natural. E no campo de eventos? Imagino eu que, falando para além de intermediação, mas eventos... Eu sei que você tem algumas ideias e tal. Para onde você enxerga nesse mundo tão...
remoto, onde o trabalho, unir essas pessoas todas, a gente tem visto que esse lugar dos eventos do Brasil tem crescido muito, especialmente pós pandemia que você citou, as pessoas tem mais necessidade também de encontrar, como é que você enxerga isso como possibilidade de negócio? Esse é um defeito que eu tenho.
Eu não tenho ainda um selo de eventos consagrado e isso vai ser construído esse ano. Mas eu não quero fazer um evento porque em BH, mais especificamente, existem muitos veículos de comunicação que eles fazem eventos apenas para caça-níquel. Para fazer. Para fazer e na maneira vulgária para tomar dinheiro dos outros. Isso eu não faço.
É óbvio que o evento tem que se pagar, o evento tem que dar lucro, mas eu quero fazer um evento que as pessoas tenham prazer de ir e não vão fazer nada mais do mesmo.
Eu gosto muito de ligar a nossa imagem a eventos esportivos. Eu já fiz um torneio de tênis, inclusive 2014, 2015, nós fizemos dois torneios de tênis em Boca Raton, nos Estados Unidos. O Cidade Conecta, o Mercado Verde Mar e a Band Minas, nós nos unimos e fizemos dois, nós levamos mais de 150 pessoas.
para a Boca Raton. E foi um sucesso. E eu tinha também os torneios de tênis do jornal Cidade Conecta. E é uma ideia minha voltar com esse torneio. Que legal. Pelo menos um evento bem feito, agradável, onde a gente possa as pessoas encontrarem, confraternizarem e promover saúde. Isso é um objetivo meu de curto prazo. Agora... Corrida talvez?
Pode ser, pode ser. É uma ideia, é uma ideia. Eu tenho vontade de fazer pequenos encontros empresariais, almoço, café da manhã. À noite eu acho mais complicado, porque à noite todo mundo já está com as suas demandas de família e todo mundo cansado. Hoje o dia é tão complicado que à noite, final da tarde, o trânsito está complicado. Então eu gosto muito do modelo de café da manhã e do almoço, porque...
O empresário tem que almoçar e nada melhor do que almoçar ouvindo um bate-papo de qualidade. Também nada mais do que meia hora, porque ninguém aguenta mais ficar ouvindo palestra de uma, duas horas num ambiente gostoso, onde você encontra com pessoas que te...
acrescentem algo. Legal, cara. Cara, o negócio de encontrar com um amigo é danado que o tempo vai passando rápido. Exatamente. Cara, queria que você me desse aí uma... vindo de um otimista.
enraizado, uma mensagem em pleno março de 2026. Hoje é dia 25 de março. Aniversário do nosso glorioso Clube Atlético Mineiro. Não posso deixar de lembrar.
que hoje é aniversário do glorioso Clube Atlético Mineiro, da qual somos grandes torcedores. E eu tenho uma honra maior ainda que eu sou conselheiro. Benemêrito do Galo. Que coisa boa. Então temos, no aniversário do Clube Atlético Mineiro, o Galo Forte Vingador.
eu queria que você desse uma visão, uma imagem positiva que é o seu mote, que é o seu hashtag, o otimismo, para quem está nos assistindo, quem está nos ouvindo, tanto na...
nas nossas redes sociais, tanto nos canais de distribuição. O que você conta para a gente? O Roque, teve um jornalista que passou pela redação do antigo Jornal da Cidade, ele chamava Luiz Otávio Madureira Horta, o Tata. Ele escreveu uma vez um artigo que foi, eu não vou lembrar direito, mas eu vou lembrar o final, que ele fala a seguinte frase. Se o apocalipse de fato vier...
O apocalipse vulgar, né? Ele vier, o Cidade Conecta vai divulgar ele no dia seguinte, assim, ah, o apocalipse não foi lá a grandes coisas, né? É, a gente tem que entender...
que 2026 vai passar, vai ter coisas boas, coisas ruins. Nós vamos sobreviver a 2026, vamos sobreviver a 2027. O que eu acho que o Brasil precisa e que a gente tem que fazer uma força muito grande é que o Brasil precisa melhorar a sua estrutura de instituições.
elas estão um pouco carcomidas, não sei, não vou falar porquê, o que eu penso, o que eu acho, mas elas estão carcomidas e a gente precisa que as instituições brasileiras funcionem de uma maneira mais impessoal.
não pode depender de um fulano, um ciclano, não vai ter um salvador da pátria. Nós precisamos de uma... Agora, não havia as eleições para presidente, governador, senador, as pessoas têm que votar com mais inteligência e entender que o Brasil... O Kennedy falou, o que você pode fazer pelo seu país? Não é o que o seu país vai fazer por você.
Então, nós temos que trabalhar para que o Brasil fique uma grande nação. Não vai vir de Brasília a grande nação. Não vai vir São Paulo. Vai vir a gente fazendo um trabalho legal, conscientizando as pessoas que estão ao nosso redor, sendo bom cidadão.
fazendo coisas básicas do dia a dia, respeitando. Por que quando a gente vai para os Estados Unidos ou para a Europa, a gente anda na velocidade correta, a gente não estaciona em local proibido, e aqui as pessoas fazem? Nós temos que trabalhar aqui. Tem o livro da teoria do vidro quebrado? Você já viu esse? Então o ambiente faz as pessoas. Então nós temos que transformar.
a nossa cidade, a nosso estado, o nosso país, num ambiente onde o errado não tenha muita chance. Não tenha chance de prosperar. Porque as pessoas trabalhando de maneira correta e agindo de maneira correta, o Brasil vai ser uma grande nação. E pode ter certeza, ele vai ser. Ele está destinado a isso.
Tem um livro espírita, eu gosto muito, chamado Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. Aquele livro, se alguém tiver curiosidade, não pela parte espiritual ou religiosa, mas pela parte prática, o Brasil é uma nação que está consagrada à vitória. Então nós vamos vencer. Pode demorar um pouquinho mais, um pouquinho menos, mas o Brasil vai ser um grande país. Pode ter certeza disso.
Amém, Humberto. Mensagens otimistas. Eu sou um otimista, mas perto de você ninguém é otimista. Obrigado. E com essa inspiração eu agradeço, irmão. Agradeço mesmo a sua presença, o seu papo fluido, a sua presença no ecossistema. A gente tem muito orgulho.
dessa aliança que temos com vocês e de como a gente, vendo inclusive essas evoluções da sua gestão, do seu planejamento, de como você tem evoluído e crescido, levar esse otimismo para mais lugares, para mais pessoas.
E que Deus abençoe sua jornada, sua trajetória. Roque, obrigado. Eu lembro que... Eu não lembro que ano, mas eu te conheci na Cris Biagoni. É verdade. Na Cris Biagoni, você trabalhava, fazia o seu trabalho de consultoria lá. E a Cris é uma amiga querida e ela sempre fala muito bem de você.
E eu também acompanhei a sua evolução. Hoje o seu grupo empresarial é muito grande, muito respeitado. Eu não sei se você é muita areia para o meu caminhãozinho, mas a Mata vai estar lá me dando uma consultoria e me puxando a orelha, porque a gente que é empresário, a gente fica muito solitário.
Isso é um problema de você ser um empresário pequeno, né? Médio ou pequeno, porque a tomada de decisão é muito solitária. Você não tem um conselho de administração, você não tem ali executivos de diversas áreas, você tocar uma ideia de uma decisão. Então, para mim, é muito bom ter você do meu lado para me xingar, para me tomar conta, para o Humbertinho estar errando aqui, porque senão a gente fica muito solto e isso é perigoso.
Então, assim, eu te dou os parabéns também. Você é um cara muito bacana, um amigo que eu tenho, né? E um entusiasta do Cidade Conecta. Eu não sei se eu mereço tantos elogios. Mas o importante é isso, cara. A gente tem que... Pessoas boas fazerem negócio com pessoas boas. Outra fase que eu adoro é... Não existe negócio bom com gente ruim. Não adianta.
Se você é um cara ruim, a gente pode ter a melhor das ideias, mas vai dar errado. Então, eu te agradeço pelo convite. É uma honra estar aqui. E espero que a gente esteja junto durante muito tempo. Quero ir com você para a China. Vamos lá para... Austin, no Texas, ano que vem. Isso é uma coisa que é um objetivo que eu tenho também, de me oxigenar. Quando você viaja ou para esses lugares, sua cabeça volta outra. É impressionante como é que...
que a gente volta com os horizontes muito ampliados. E estamos juntos. Daqui a pouco nós vamos ter outro podcast dele contando mais novidades. É isso aí, gente. Então, com esse belo encontro, eu termino mais um materializando. Siga a gente nas redes sociais, Instagram, YouTube, Spotify. A gente está...
todos os outros episódios lá também. Tamo junto. E eu vou dar minha palhinha também. Cidadeconecta.com e nas redes sociais Cidade Conecta. Exatamente. Siga a Cidade Conecta em todas as suas redes sociais. Tamo junto e até lá. Maravilha. Valeu. Tchau, tchau.