Conferência Imersão 2026 - Pr. Marco Pizzollo
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Marco Pizzollo
- Relação com o PaiNíveis de profundidade de relacionamento com Deus · Revelação de Cristo que mostra o Pai · Identidade como filho de Deus · Alegria completa no Pai
- Revelação e Salvação em Jesus CristoO que vimos com os nossos olhos · O que contemplamos · O que as mãos apalparam · Multiplicação de peixes · Tomé e a dúvida da ressurreição
- Exegese Evangelho JoaoO que era desde o princípio · O que ouvimos, vimos e apalpamos · A vida se manifestou · Comunhão com o Pai e Jesus Cristo
- Conhecer Jesus vs. Saber sobre JesusDiferença entre saber e conhecer · Ouvir Jesus vs. Ouvir a religião · Visões sociais sobre Deus · Estátua do Cristo Redentor em cidade violenta
- Segredo de DeusInformação não dá acesso a Deus · Fariseus e mestres da lei · Oração e fé · Motor girando sem vida
- Filhos de Eli e SamuelÍmpiedade dos filhos de Eli · Professar religião sem conhecer a Deus · Samuel ouvindo a voz de Deus · Deus busca pessoas que ouvem Sua voz
- Nascer de NovoNecessidade de nascer de novo · Jesus conversando com Nicodemos · Profundidade da vida devocional · Religião vs. Verdade intrínseca
- O Jovem Rico e a Preciosidade de JesusO jovem rico e a vida eterna · Incapacidade de discernir o valor de Jesus · Preciosidade do nome de Jesus · Pessoas cruas e apaixonadas por Jesus
Quantos querem ouvir a palavra do Senhor? Obrigado time, obrigado cambucada. Obrigado gente. Queria convidar os irmãos a abrir a Bíblia, o texto sagrado, no livro de 1 João, no capítulo 1. Quem achou aí desimersão? Ó, tem gente que é rápida de Bíblia, tá? Ou mentira, depois vão ter que se confessar, tá gente?
Quem achou aí pode ir dizendo uns amém assim, eu quero pipoca, sabe? Amém, amém. 1 João, capítulo 1, verso 1, diz assim. O que era desde o princípio?
O que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos. O que contemplamos com as nossas mãos.
E as nossas mãos apalparam. Isto proclamamos a respeito da palavra da vida. A vida se manifestou a nós. Nós a vimos. E dela testemunhamos. E proclamamos a vocês a vida eterna. Que estava com o Pai. E nos foi manifestada. Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos. Para que vocês também tenham comunhão conosco.
A nossa comunhão é com o Pai e com o Seu Filho, Jesus Cristo. Escrevemos essas coisas para que a nossa alegria seja completa. Até aqui. Feche seus olhos, curva sua cabeça. Jesus, obrigado pela Tua presença nesse lugar. O seu medo, Senhor, é a Ti. Eu oro para que essa noite, Senhor, seja uma noite de conversão, Senhor.
Uma noite de conversão de corações que já conhecem o teu nome. Mas não sabem a valiosidade, a preciosidade que tem a tua presença, Senhor. Eu oro para que nessa noite haja, Senhor, libertação, Senhor. Eu oro para que nessa noite haja cura. Eu oro para que nessa noite o teu Espírito venha e fale aos nossos corações. De uma maneira diferente.
Que a gente sinta um toque que a gente nunca sentiu. Que a gente ouça uma direção que a gente precisa. Que os nossos olhos sejam abertos para quem Tu és. Em nome de Jesus. Amém? Amém? Tem uma temática que o Senhor vem falando comigo. E eu não sei você, mas...
De vez em quando, de vez em quase sempre, Deus tem umas temporadas com a gente. Que de repente Ele está falando, parece soprando simplesmente a mesma coisa. Você abre um texto bíblico e Deus está falando algo ali. E daí você sai na rua e olha uma placa. Deus está falando aquilo ali comigo na Bíblia também.
E você começa a ver e parece que tudo que você olha, Deus está falando sobre o mesmo assunto. E eu queria trazer esse assunto e compartilhar isso com vocês. Posso, gente? O assunto que eu queria falar hoje é sobre um evangelho real. Um evangelho verdadeiro. Um cristão não de aparência. Mas um cristão de verdade. Um cristão que conhece a Jesus.
O texto que nós lemos, o apóstolo João diz, o que era desde o princípio, o que ouvimos...
O que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e com as nossas mãos apalpamos. Isto proclamamos a respeito da palavra da vida. Ele estava falando o que nós ouvimos, o que nós vimos e o que nós apalpamos. É isso que nós estamos trazendo para vocês. Eu queria botar um pano de fundo agora aqui antes que a gente entre nesse texto. Antes que a gente comece a falar das verdades desse texto. E a verdade é que João escreveu esse texto. João já estava velhinho, gente.
Já faziam décadas que o Evangelho já estava sendo proclamado. E ele escreve essa carta para a região de Éfeso. Para a região ali da Ásia Menor. E aquelas pessoas, elas conheciam o Evangelho. Elas conheciam Jesus. Elas já ouviam, já tinham ouvido falar sobre a mensagem do Evangelho. Mas aquelas pessoas, elas estavam tendo... mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul mul
A mensagem no coração delas, balançada. Pelas filosofias e pelas visões daquele século. E nisso, com aquela igreja que estava tendo o seu chão balançado. As suas estruturas balançadas. O apóstolo João então, ele escreve algo que aqui eu queria que você repetisse assim comigo. Puro suco. Esse aqui é o puro suco do evangelho. Então a gente vai falar sobre esse puro suco do evangelho. Que o apóstolo João está compartilhando com a gente.
Amém? Estamos juntos até aqui? Ele fala o que era desde o princípio. Aqui ele começa falando do evangelho. E é interessante porque ele traz a terminologia. O que era desde o princípio. Para quem já leu o evangelho de João. Você vai lembrar ele falando assim. No início era o verbo. E o verbo era Deus. E o verbo estava com Deus. Então ele estava falando de uma pessoa aqui. De quem ele estava falando?
de Jesus, o que eu entendo aqui primeira coisa não existe evangelho se Jesus não é o centro não existe evangelho nos nossos cultos, não existe uma mensagem real se Jesus não é o centro dos nossos cultos, então ele começa e a primeira coisa que ele fala aquele que era desde o princípio aquele que existe antes da criação da terra, aquele que era
interessante que depois ele começa, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que apalpamos, o que nós contemplamos, e é interessante porque, João ele está falando assim, eu estou trazendo um evangelho para vocês, eu vou falar para vocês o que é o evangelho, e deixa eu falar o que ele é.
E ele fala não através de algo que ele escutou de longe. Não através de uma experiência que ele teve. Ou que ele ouviu de alguém que é terceiro, que é quarto. Que ele sabe de longe que alguém teve uma experiência com Deus. Não. Ele está falando que ele ouviu Jesus. Ele está falando assim, eu estou trazendo para vocês aquele a quem eu ouvi. Quantos aqui querem ouvir Jesus nessa noite?
Eu quero ouvir Jesus. Eu acho muito interessante porque existe uma diferença. Entre saber sobre Jesus. E conhecê-lo. Entre ouvir Jesus e ouvir a religião. Eu posso viver minha vida inteira indo nos cultos. Deixa eu perguntar aí. Quem é filho de crente? Levanta a mão aí. Dá um glória a Deus. Não, isso aí é um glória a Deus do quê?
Só tem presbiteriano aqui quase, porque quase não teve glória a Deus. Posso ouvir um glória a Deus? Os filhos de crente, geralmente a gente tem uns traumas, né? Porque a gente conhece Jesus assim desde a infância. A gente foi criado ouvindo Ana Paula falar assim, ó. Quem pecar vai pagar, quem pecar vai morrer. Não, tá louco? A gente sofria terrorismo. Terrorismo infantil.
Não, a nossa geração foi a melhor. Aquela da Aline Barros aqui, aquele CDzinho aqui. A dança do pinguim. Não, a gente conhece Deus, cara. A gente sabe quem Deus é. Mas existe uma diferença entre ouvir a Deus. E ouvir a religião. Ouvir a Deus. E ouvir o que as pessoas estão falando sobre Jesus. Quer ver uma coisa? Sabia que nas músicas de funk, os funkeiros cantam sobre Deus às vezes?
É verdade? Eles têm um conceito sobre Deus. E eles falam de Deus a partir deles mesmos. Mas nem o Deus que eles pregam e nem a vida que eles professam está falando do nosso Deus. Então às vezes existe um... Todos os grupos da sociedade eles vão ter uma visão sobre Deus. Eles vão ter algo para falar sobre Jesus. Mas não quer dizer que aquele é Jesus. Quantos estão entendendo?
É interessante porque o Brasil sabe quem Jesus é. As pessoas sabem quem Jesus é. Mas as pessoas não conhecem a Deus. Quem aqui está entendendo isso? É interessante porque numa das cidades mais violentas do nosso país, e eu não estou fazendo crítica a essa cidade. Existe uma estátua do Cristo Redentor. De braços abertos.
Então o traficante que ele está lá traficando droga, ele passa por aquela estátua, ele olha aquela estátua, ele sabe quem Jesus é. A prostituta que está indo lá na esquina fazer um programa, ela sabe quem Jesus é. Aquele que está indo lá, um assassino de aluguel matar, ele sabe quem Jesus é. Aquele que está mandando o golpe do WhatsApp, quem aí já teve seu número clonado? Pelo amor de Deus, né? Deus nos livre disso, amém irmão? Deus nos livre do golpe do número clonado.
Mas essas pessoas, elas sabem quem Jesus é. Mas elas não conhecem a Deus. Eu queria trazer a história. Se você pode, abra comigo no livro de 1 Samuel, no capítulo 2. 1 Samuel. Capítulo 2.
Olha que interessante. Verso 12. A Bíblia vai nos contar assim. Os filhos de Eli eram ímpios. Eles não se importavam com o Senhor. E nem cumpriam com os deveres de sacerdotes para com o povo. Sempre que alguém oferecia um sacrifício. O auxiliar do sacerdote. Vinha com um garfo de três dentes. E enquanto a carne estava cozinhando. Ele enfiava o garfo na panela. Ou travessa. Ou cadeirão. Ou caçarola. Ou pelo amor de Deus. Acaba.
E o sacerdote pegava para si tudo o que vinha no garfo. Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec Dec
A Bíblia conta a história dos filhos de Eli. Os filhos de Eli, eles sabiam tudo da religião. Eles sabiam tudo da religião. Eles eram como se fosse o top do top da religião. Eles eram responsáveis por tudo aquilo que acontecia no templo. Eles tinham todo o ensino. Eles tinham toda a responsabilidade. Mas eles não conheciam a Deus.
Eles sabiam quem Deus era. Repete comigo assim. Sabiam quem Deus era. Mas eles não conheciam a Deus. Esses homens eles professavam uma religião. Mas eles não conheciam a Deus. Mas eu acho interessante. Que para toda geração que tem pessoas. Que professam uma religião mas não conhecem a Deus. Deus levanta pessoas. Como Samuel.
Samuel não conhecia tudo da Torá, ele não tinha todo aquele conhecimento, ele ainda estava aprendendo. Samuel não tinha um pedigree tão grande, ele não sabia tudo que os filhos de Eli sabiam, ele não realizava tudo que eles realizavam. Mas Samuel tinha um diferencial, Samuel ouvia a Deus. Samuel, quem é que está me chamando?
Você me chamou? Não Samuel, não te chamei, vai dormir. Samuel? Mestre, tu está me chamando? Não Samuel, vai dormir. Samuel? Você me chamou? Se ele chamar mais uma vez. Fale assim, Senhor, eis-me aqui. O teu servo ouve. Para toda geração que tem pessoas que querem...
Simplesmente uma religião de aparência. Deus busca pessoas que estão buscando ouvir a voz dele. Deus busca pessoas como Samuel. A gente tem algum Samuel aqui nessa noite. Tem pessoas que querem ser Samuel. Diante de Deus eu quero ser um Samuel. Pode voltar lá para o texto que a gente estava lendo.
O que vimos, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos. E o que contemplamos e as nossas mãos apalparam. Isto proclamamos a respeito da palavra da vida. É interessante porque quando eu sei quem Deus é. Saber quem Deus é não me dá acesso a nada, só me dá acesso a informação. Mas conhecer a Deus me dá acesso a essas coisas. Olha que interessante. Alguém que...
Tu pega um historiador, o historiador ele sabe toda a Bíblia. E ele sabe todo o Antigo Testamento, todo o Novo. Ele sabe discorrer toda a Bíblia. E você pega uma velhinha de oração, aquela de Assembleia, mulher do Coque. Quem que já recebeu uma oração de uma mulher do Coque? Fala um terra já. Terra! Teve uma glória aqui, só um terra. Não, pelo amor de Deus, terra! Glória a Deus. Essas mulheres são mulheres de Deus, são uma benção. Mas vamos voltando aqui.
O teólogo, o historiador, talvez ele saiba de tudo. Mas ele talvez não conheça a Deus. Essa mulher que talvez é eletrada, que não consegue nem ler sozinha. Ela pode não saber de tudo. Mas ela conhece a Deus. Ela tem acesso às coisas. Quando nós vivemos uma religião, mas nós não ouvimos a Deus, a gente é como um motor.
A gente até mantém uma máquina girando. A gente até frequenta um grupo de jovens. A gente até frequenta uma comunidade de fé. Mas não tem vida. Ele gira, mas não tem vida. Mas o Senhor não está procurando pessoas que sejam como motores. Ele está procurando pessoas que por mais que estejam mal. Por mais que esteja quebrada. Ele está procurando um coração verdadeiro. Algo que tenha vida. O Senhor quer vida. Será que eu posso ouvir um amém aqui nessa noite? O Senhor busca nos dar vida.
O que vimos, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam. É interessante porque ele fala assim, o que vimos com os nossos olhos. Os fariseus e os mestres da lei antigamente, eles gastavam todos os dias da vida deles, se dedicando a uma coisa. A quem?
A Deus. Eles se dedicavam e eles buscavam agradar a Deus. Os fariseus, os mestres da lei. Eles queriam saber de tudo o que estava escrito na Bíblia. Eles queriam dominar aquilo tudo. E eles sabiam de tudo. Mas chegou um momento em que aqueles que eles realmente esperavam. Aqueles que eles ouviram falar. Aquele veio. Jesus veio.
Eu vim para os meus, mas os meus não me reconheceram. É interessante porque a informação, ela não nos dá acesso a Deus. Quantos estão entendendo isso? Pelo amor de Deus, eu preciso alguém vivo aqui. A informação, ela não nos dá acesso a Deus. É interessante porque esses fariseus, eles viram Jesus, mas eles não o reconheceram. Eles não o reconheceram.
Existe uma geração que ela vai passar, uma geração que ela não viu Jesus, ela viu a religião, ela viu as formalidades, ela viu essas coisas, mas ela não viu Jesus. E do que adianta eu ter acesso a essa formalidade se eu chego em casa e eu ainda sou depressivo?
Do que adianta eu ter acesso a uma formalidade de um culto? Eu ter acesso a uma liturgia? Se eu chego em casa e eu ainda não me sinto vivo dentro de mim? E a mensagem que um dia queimou já não queima mais. Do que adianta? Será que alguém pode falar o que adianta? Não adianta de nada. E é interessante porque...
Aquele, quando nós falamos sobre o jovem rico. O jovem rico, ele tinha de tudo. E ele pergunta assim, bom mestre. Ele chega para Jesus, bom mestre. O que eu preciso fazer para herdar a vida eterna? Sigo os mandamentos? Ah, mas esses eu já sigo Jesus. O que mais eu preciso fazer? Sabe o que você precisa fazer? Pega tudo. Vende tudo e dá para os pobres. Daí você vai ter um lugar em mim.
Aquele homem. Sendo que ele dedicava a sua vida inteira para aquilo. Ele cumpria todos os mandamentos. Ele vivia a mensagem. Mas quando ele viu Jesus. Ele não teve a capacidade de discernir.
O valor que existe em Jesus. Os olhos dele não conseguiram enxergar a preciosidade de quem estava na frente dele. E posso ser sincero. Às vezes a gente que é criado em igreja. A gente que cresceu em um ambiente evangélico. A gente não tem noção da preciosidade que tem no nome de Jesus.
Do nada alguém se converte. E daí os crentes que estão há 20 anos na igreja. Olham para aquele cara convertido. E aquele cara chorando, quebrantado. Entendendo o valor de Jesus. Derramado. E aquele cara. Mas o que é isso? Mas sabe o que eu gosto? Eu gosto desse pessoal que às vezes é cru. Que não sabe de nada. Mas que é apaixonado por Jesus, cara. Que é apaixonado por Jesus. Uma galera que não sabe de nada. Mas que ama a Deus.
Deus não fica contente com a gente somente sentado numa cadeira de uma igreja. Deus quer que a gente ame a Ele, que a gente veja a preciosidade nele. Por isso que a gente pode pregar um ano inteiro sobre intimidade com Deus. Mas se a gente não amar a Deus, do que adianta? A gente não vai sair daqui e ir para o quarto e buscar a Deus. A gente vai viver na razualidade. Quantos estão entendendo? Eu sei que está mais denso, gente, mas...
Deus está falando com vocês? Existe uma profundidade e uma preciosidade que nós vemos em Jesus. Que para a gente conseguir enxergar. Somente se a gente nascer de novo. Somente se a gente nascer de novo. Então o processo de eu vir na igreja não vai me fazer enxergar a preciosidade em Jesus. É somente quando eu nasço de novo. Então você vai ver Jesus conversando com Nicodemus.
E Nicodemos chega para Jesus, bom mestre. Eu vejo que você vem de Deus porque você realiza milagres e maravilhas. E alguém que faz tudo isso que você faz só pode ter vindo de Deus. E Jesus muda de assunto. Nicodemos, cara. Se você quer ver o reino de Deus, você vai precisar nascer de novo.
Você vai precisar nascer de novo. Eu entendo que existe um lugar na presença de Deus. Existe uma profundidade nas escrituras. Uma profundidade da nossa vida devocional com Deus. Que ela vai além da letra. Ela vai além da página. Ela vai além de umas reuniões que nós fazemos. Mas ela está intrínseca no nosso ser. Intrínseca no nosso coração. Mas para eu acessar elas. Eu preciso nascer de novo. Eu preciso nascer de novo.
Os fariseus e mestres da lei. A religião não consegue enxergar Jesus como malé. Somente quem nasceu de novo. E eu fico imaginando. João aqui escrevendo isso. O que vimos com os nossos olhos. Eu fico imaginando ele. Ele vendo aqueles aglomeiros de pessoas. Para buscar Jesus. Eu fico imaginando ele vendo. Sabe.
A multidão ali vendo a multiplicação de peixes. A multidão sedenta e clamando. A multidão que esperava um Salvador. O que vimos com os nossos olhos. E contemplamos. E as nossas mãos apalparam. Olha que interessante isso.
É muito interessante porque quando ele fala que as nossas mãos apalparam. Eu não sei se você percebeu, mas percebe comigo. Leia ali o texto, verso 1. O que era desde o princípio. Ele está falando de algo que aconteceu no passado. O que ouvimos. Ele está falando de algo que pode estar a certa distância. O que nós vimos está mais perto.
O que nós vimos com os nossos olhos, mais perto ainda. O que contemplamos e com as nossas mãos apalparam. Então João está falando de uma revelação de Jesus progressiva. Uma revelação que ele foi tendo, uma revelação que existiu nas Escrituras e que ele presenciou. E ele traz aqui, o que nós apalpamos com as nossas mãos. É interessante porque...
Existe um lugar em Deus. Onde eu consigo tocar Jesus, cara.
Existe um lugar na presença de Deus. Onde a religião não é simplesmente palavras vazias ao vento. Ela não é simplesmente uma liturgia. Mas onde eu consigo tocar Jesus. Onde eu consigo tocar nas vestes deles e ser curado. Onde eu vejo Ele passando e começo a gritar mestre, mestre. Onde Jesus não é uma história da avó. Onde Jesus é real. O que vimos, o que ouvimos, o que apalpamos. É interessante porque...
Entre os discípulos, tinha um discípulo chamado Tomé. Repete assim comigo, Tomé. E certa vez, Jesus, depois da sua morte, da sua ressurreição. Jesus aparece para os discípulos.
E ele começa a revelar sobre o Espírito Santo. E conversar sobre as coisas que iriam acontecer com os discípulos. E os discípulos veem Jesus. Eles veem Jesus ressurreto. Eles veem Jesus vivo. E eles tocam nas marcas de Jesus. Eles tocam na costela de Jesus. E eles veem que Jesus é real. Então primeiro deixa eu te falar uma coisa cara. Jesus ele é real. Mais real do que você imagina.
Mas talvez você está aqui e você está falando, cara, eu estou passando por uma temporada onde tu falar que tocar em Jesus, eu não acredito, porque eu não estou nem acreditando que Deus é real. A gente tem que ser sincero, às vezes a gente passa por uns dias, umas semanas, que a presença de Deus parece que a gente não consegue mais sentir, e a gente começa a perguntar, será que Deus é real? Sou só eu ou mais alguém passa por isso? Será que Deus é real?
E a verdade é que Tomé, ele foi o único que não estava naquela reunião dos discípulos. E os discípulos, quando Tomé chega, eles falam assim, ó cara, Jesus esteve aqui. Tem até aquele meme lá, quando eu falto à escola, meu, teve três sopão de coisa, três sopão de... Três colheres, três conchão de... Três conchada de galinhada. Quando tu falta à escola, o Neymar vai.
Então, Tomé chega e de repente, eles começam a falar, Jesus esteve no nosso meio. E Tomé fala assim ó, eu não acredito. Eu não acredito. As vezes a gente tem dificuldade de admitir, que a gente não acredita em algumas coisas de Jesus.
A gente fala sobre o Espírito Santo. O Espírito Santo vai falar contigo. Amém? Daí todo mundo vai. Amém? Daí tu só te levanta. Amém? É o crente que vai com os outros. Amém? Mas ele não acredita. Mas o interessante é que Tomé. Repete comigo Tomé de novo. Tomé. Tomé. Quando ele admite. Eu não acredito. De repente.
Outro momento. Jesus aparece novamente para os discípulos. Sabe o que ele faz? Ele chega para quem? Para quem que ele chega? Ele chega para Tomé e fala assim. Tomé, toca nas minhas mãos. Tomé, toca aqui onde eu fui machucado. Tomé, vê que isso é real.
E agora para Tomé, já não era algo que ele tinha ouvido, algo que ele tinha visto. Mas algo que ele não conseguia alcançar. Agora aquilo para Tomé, era a maior verdade da vida dele. E agora essa mensagem valia a vida dele. Porque era a verdade mais profunda que existiu para ele. Ele viu um morto ressuscitar. Às vezes a gente acha que Jesus espera a perfeição da gente.
Mas Jesus não espera a perfeição. Jesus não espera a performance. Jesus não quer que você simplesmente chegue na igreja. E bote uma cara de estou bem. Não. Jesus prefere a verdade. Até mesmo quando a gente fala assim. Deus, eu não acredito. Eu não acredito. Deus prefere um pecador que fala assim. Deus, tem misericórdia de mim. Tem misericórdia de mim Senhor. Porque.
Que eu sou todo errado, eu preciso da tua misericórdia. Eu estou andando no pecado, eu preciso de ti. Ele prefere um desse do que um fariseu que anda por aí com uma capa de espiritualidade. Com uma capa de... Está tudo bem, eu sou crente. Mas por dentro é um hipócrita. Quantos estão entendendo?
Então existe uma progressão aqui de revelação de Jesus. Então o que existia antes mesmo da gente nascer, antes mesmo do mundo ser criado, o que era desde o princípio. O que nós ouvimos, o que os profetas falaram. O que foi pré-anunciado, o que nós vimos com os nossos olhos, o que nós contemplamos.
É interessante essa palavra contemplar, porque contemplar não é somente ver. Mas é quando tu permite que aquilo que tu está vendo, aquilo entre dentro de ti e cause uma mudança. Então, João aqui, ele estava falando. Eu vi, mas eu contemplei. Eu vi, mas eu contemplei. Eu vi, mas eu contemplei Jesus. Eu contemplei, eu deixei ele mudar dentro de mim.
Eu deixei Ele entrar na minha vida e tirar algumas coisas. Eu deixei Ele entrar na minha rotina e tirar alguns pecados que eu tinha escondido. Eu deixei, eu contemplei. E as minhas mãos o tocaram. Acompanha comigo ali a partir do verso 2. A gente já está se encaminhando para o fim daqui a pouco. E olha que interessante. A vida se manifestou, nós a vimos. E dela testemunhamos e proclamamos a vocês.
A vida eterna que estava com o Pai. E nos foi manifestada. Nós lhes proclamamos o que vimos e o que ouvimos. Para que vocês também tenham comunhão conosco. A nossa comunhão é com o Pai. E com o Seu Filho, Jesus Cristo. Até aqui. Eu acho interessante porque...
Os níveis de profundidade de relacionamento com Deus que João estava apresentando. Os níveis de profundidade de revelação de Jesus. Que ele estava falando que existia esse evangelho. Termina num lugar. E não é em mim ouvindo a Deus. E não é em mim tocando a Deus. E não é em eu simplesmente conseguir apalpar Ele. Ou sentir Ele no ambiente.
Mas o maior nível de revelação de Cristo que nós podemos ter, é quando a revelação de Cristo me mostra o Pai. É quando a revelação de Cristo é tão profunda, que ela passa de uma religião, e eu entendo que eu não estou aqui por causa de uma religião. E eu entendo que eu não oro porque é uma rotina. E eu entendo que eu não canto louvor porque a letrinha está passando no telão. Eu entendo que eu faço tudo isso para o meu Pai.
Eu entendo que tem um pai que realmente se importa comigo. Eu entendo que não foi nem por vontade da carne, nem por vontade de sangue que eu nasci. Mas por vontade do coração de Deus. E se eu sou nascido de novo, essas coisas elas habitam dentro de mim. E elas vêm para fora como vida. E quando eu falo, não são palavras ao vento, mas elas são vida. E eu vou ajudar alguém que está quebrantado, alguém que perdeu alguém. E eu não jogo informação nessa pessoa. Eu tenho vida para ela.
E eu vou aconselhar um amigo que perdeu um membro familiar. Eu vou aconselhar um amigo que está preso nas drogas. E eu não falo para ele simplesmente vir para a igreja. Eu apresento Jesus. Eu apresento um pai. Eu apresento a verdade do Evangelho. Algo que é mais profundo. Algo muito além do que telão de LED. Muito além do que reuniãozinha com palavra de persuasão. Mais vida. Uma vida que ela vai para o cotidiano.
Quantos estão entendendo? Escrevemos essas coisas, verso 4. Para que a nossa alegria seja completa. Às vezes a gente tenta buscar a nossa alegria em tantos lugares. A gente busca satisfazer a nossa alegria em rodas de amizade. A gente tenta ser aceito pelo mundo. A gente tenta se encaixar em algum grupo. Mas a verdade.
É que a nossa alegria só pode ser completa de uma maneira. Só existe uma maneira da nossa alegria ser completa. Quando nós conhecemos ao Pai. Quando nós conhecemos ao Pai. Queria te convidar a ficar de pé.
Quando eu conheço o Pai, quando eu nasci de novo, o verso 12 é verdadeiro. Filhinhos, eu lhes escrevo. Porque os seus pecados foram perdoados. Graças ao nome de Jesus.
Quando eu sou nascido de novo, eu entendo. Jovens, eu lhes escrevo porque vocês venceram o maligno. Só existe uma maneira da gente vencer o maligno. E não é tentando gerar a santidade de nós mesmos. É nós entendermos que o nosso pai é santo. E nós nascemos de novo. E nós recebemos essa nova filiação, essa nova identidade. E agora a minha identidade não é o meu CPF, não é o meu RG. A minha identidade é filho de Deus. E eu venci o mundo.
Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai. Pais, eu lhes escrevi porque vocês conhecem aqueles que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevi. Porque vocês são fortes. E em vocês, a palavra de Deus permanece. E vocês venceram o maligno. Nessa noite eu acredito que existe um...
Um convite a uma revelação do Evangelho que vai além da religião. Que vai além de ouvir uma palavra, que vai além de cantar um louvor. Mas um Evangelho que apresenta Cristo no centro. Um Evangelho que apresenta Jesus como a solução dos nossos problemas. Um Evangelho que apresenta o Pai como a nossa identidade.