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DRA. ANDRÉIA STANKIEWICZ - ODONTOPEDIATRA - #065

02 de maio de 20261h6min
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Você sabia que o correto da língua e a respiração nasal moldam o crescimento facial saudável de bebês e crianças, prevenindo problemas que podem repercutir até na postura corporal e no sono ao longo de toda a vida? Pois a Dra. Andréia Stankiewicz vai explicar tudo isso e muito mais! 🦷E ela já adianta que a saúde bucal infantil começa muito antes do primeiro dente: o pré-natal odontológico e a amamentação são fundamentais - e pensando nisso, a própria Andréia desenvolveu um protótipo inovador de copinho para auxiliar no aleitamento seguro. Bora conferir! 💬------------🎙️ Hosts: Guilherme Laluce e Hélio Frazzatti Neto. 📷 Siga nosso Instagram: @vocacaopodcast#vocacaopodcast #aracatuba #dentista #odontopediatra #sono

Assuntos3
  • Desenvolvimento orofacial e respiraçãoPosição da língua · Crescimento da maxila e mandíbula · Respiração bucal · Freio lingual (língua presa) · Anquiloglossia
  • Sono do bebê e da mãeRitmo circadiano · Melatonina · Ciclos de sono do bebê · Treinamento de sono · Desamparo aprendido
  • Paternidade e MaternidadeImportância do leite materno · Desmame precoce · Leite artificial vs. mater
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Olá, pessoal, graças e paz. Obrigado a você que mais uma vez está com a gente aqui no Vocação Podcast, acompanhando o nosso trabalho aí, nós que já estamos aí com quase um ano e meio de trabalho já aqui no Vocação Podcast. 60 episódios gravados, hein? Caramba, que privilégio. Eu vou pedir vínculo empregatício aqui, depois eu vou trazer exigências. Você vai ter que assinar um termo, então, no final desse programa, tá?

Mas a gente quer agradecer muito a você que está aí acompanhando a gente, que está sendo o nosso fiel escudeiro aí, seguindo nossas redes sociais, acompanhando o nosso material, curtindo tudo que a gente produz. Isso para nós é muito importante, tá? E a gente fica muito feliz de saber que isso aqui também está podendo entrar na tua casa e abençoar a sua vida assim como nos abençoa. É muito prazeroso fazer esse trabalho, né, Elio?

Quanto que a gente aprende aqui conversando com pessoas, né? Especialmente com a interação do público também, que completa todo um sistema aí bem legal.

Tudo isso deixa a gente muito feliz e você que está conhecendo o Vocação Podcast agora, a gente pede para você se inscreva no nosso canal, tá? Se você estiver no YouTube e se inscrever, lembre-se de ativar o sininho, porque por padrão ele vem com esse sininho desativado. O que é esse sininho? Sempre que nós postarmos um conteúdo novo, você vai receber ele com exclusividade se o sininho estiver acionado, tá?

Então quando você se inscrever, vai lá, ativa o sininho para todas as notificações. Nós estamos produzindo material todos os dias, tá? Então todos os sábados, às 3 horas da tarde, um conteúdo novo, tá? Exclusivo para você. E aí durante a semana alguns cortes, todo o material que nós fazemos a partir desse vídeo principal. Então eu acho que você consegue aí ter uma dinâmica bem interessante aí, e aprendeu tanto quanto a gente está aprendendo aqui.

Então a gente sempre pede pra você, tá? Nós estamos em Facebook, YouTube, Instagram, Kawaii, TikTok, nos dispositivos de áudio, pra você que gosta aí de ouvir enquanto você tá trabalhando, enquanto você tá dirigindo. Nós estamos no Spotify, no Deezer, no Amazon Music, no Apple for Podcasts, enfim, várias redes sociais. E nós temos também o nosso WhatsApp, tá?

Nosso WhatsApp é o DDD18997379063. Repetindo, DDD18997379063. É o nosso número de WhatsApp, é também a nossa chave Pix, para você que puder fazer uma doação para nós de qualquer valor, já nos ajuda a cobrir os custos desse episódio.

E também, se você é empresário e está assistindo a gente e quiser explorar comercialmente o espaço do Vocação Podcast, entre em contato conosco, nós temos aí excelentes planos que eu tenho certeza que vai te atender, tá bom? Bom, hoje nós estamos aqui com uma entrevistada muito interessante a conversa que nós vamos ter hoje, eu tenho certeza, viu? Que é a Andrea Stankiewicz. Andrea, obrigado por ter aceitado, prontamente aceitado bater esse papo com a gente. É uma honra poder receber você aqui no nosso podcast, tá?

A honra é minha, foi um convite incrível, muito obrigada. Obrigado. Andréia, você hoje é odontopediatra, desde quando já? Eu formei em 2002, faz 24 anos. 24 anos.

E já está trabalhando na área já, então, durante todos esses 24 anos. Isso, durante todo esse período, né? Terminei a faculdade, já emendei uma especialização para trabalhar com crianças. Então, quando você estava fazendo a faculdade ou até antes, você já sabia que você queria o público infantil?

Na verdade, eu entrei na faculdade já sabendo que atender criança era o meu sonho. Mas na primeira clínica, a dificuldade ali foi tão grande, né? Acho que foram quatro horas para fazer uma restauração. E eu saí pensando assim, nossa, acho que eu nunca vou conseguir atender uma criança. Imagina ela esperando. Todo profissional no início, né, Andréia?

E quando eu entrei na clínica de odontopediatria, foi maravilhoso. Então, acho que o caminho já estava preparado ali para isso.

E assim, deve ser muito difícil atuar com criança, porque você trabalha com toda a faixa etária, desde o bebê recém-nascido até quantos anos? Até 12, geralmente do zero aos 12. Mas, na verdade, ainda antes de nascer, muitas vezes a gente também atende a gestante com o pré-natal odontológico e a gente consegue fazer esse acompanhamento bem completo.

Eu vou até os 12, porque depois eu trabalho em parceria com o meu marido, que atende adolescentes e adultos. Então, ele acaba dando o segmento dos atendimentos. Ou seja, a pessoa começa com você e depois migra para o teu marido. Exato. Mas você falou que atende a gestante, mas tem alguma relação com a odontologia já na gestante?

Então, o pré-natal odontológico, ele ainda é pouco divulgado, pouco conhecido, mas ele é muito importante até para o desfecho da gestação, do parto, porque contaminações na nossa boca, doença periodontal, por exemplo, elas podem percorrer a nossa circulação, atingir a...

o feto e provocar parto prematuro, restrição de crescimento intrauterino, nascimento de bebê de baixo peso. O problema às vezes está na boca da mãe, então. Exatamente. Essa questão da saúde bucal está totalmente interligada com as questões sistêmicas. Aumento de pressão arterial. Então, hoje também na área do sono, a gente sabe que o sono da gestante tem também essa influência forte.

sobre os desfechos da gestação, do parto, do nascimento do bebê. E também já está moldando o sono do bebê, que é uma grande preocupação dos pais nesse iniciozinho também, principalmente.

Tem como melhorar o sono do bebê, então? Claro, cuidando primeiro da mãe, inclusive. Vamos conversar sobre isso. Mas cuidar da saúde da mãe também é importante nesse processo. Exatamente. O ritmo circadiano, que é o nosso reloginho biológico de 24 horas, ele começa a se desenvolver no ventre. Então, se o reloginho da mãe estiver desregulado, o do bebê também vai chegar já mais bagunçado.

Inclusive, ele recebe a melatonina, por exemplo, ele não produz de forma autônoma no início da vida e ele recebe a partir do leite materno e isso vai ajudando ele a desenvolver o seu próprio ritmo, o seu próprio ciclo. O que é a melatonina? É o hormônio do sono, né? A melatonina é o hormônio do sono, o indutor de sono que ajuda a regular o nosso ritmo, esse relógio biológico das 24 horas, para a gente saber.

Quando é dia, quando é noite, o nosso corpo vai modificando essa produção de hormônios, né? E a gente vai entrando naquele período onde a gente tem mais atividade, mais descanso, relaxamento. E o período do sono que também vai reparar, vai solidificar memórias, aprendizado e promover desenvolvimento. Na criança, dormir é essencial para que ela tenha um bom crescimento.

Então aquele bebê que vai dormir muito tarde, desperta no meio da noite, pode ser um ciclo cicardiano desregulado desde ali do ventre? Pode. A gente tem questões que são comportamentais, né? Do ambiente, da rotina. E a gente tem questões fisiológicas, que aí depende um pouquinho da regulação metabólica, né? E ali no início da vida...

Dos dois, da mãe e do bebê. Então, esse cuidado integrado é importante para que a gente consiga promover esse sono de qualidade. E a gente sabe que o bebê é diferente, não é igual ao do adulto. Então, ele tem uma previsão de acordar mais vezes durante a noite. Não é um sono contínuo como o nosso. Isso tem, inclusive, benefícios biológicos. Ele é para proteção.

tanto de nutrição para que o bebê receba todos os nutrientes que ele precisa, buscando ali o aleitamento, e isso promover o seu crescimento, o seu desenvolvimento, e também como um mecanismo de proteção contra a morte súbita, porque um bebê que aprofunda muito no sono e dorme...

muito pesado, não consegue fazer esses ciclos ao longo da noite, ele tem um risco maior. Por isso que ele desperta, por isso que a maior parte do sono do bebê é em estágios mais superficiais, ele desperta várias vezes entre os ciclos, só que diferente da gente que faz esses micro despertares e logo emenda um outro ciclo, o bebê não, ele vai precisar de ajuda. E essa ajuda é através do peito, do colo.

E aí ele volta a regular e adormecer. Ou seja, também tem uma questão biológica aí que nós temos que respeitar. A criança vai ter o sono mais leve, ela vai acordar mais vezes e está dentro do combinado, né? Exato, isso é normal, é esperado, é biológico, né?

Ele depende do amadurecimento do nosso cérebro. E o bebê não nasce com o cérebro desenvolvido. Ele vai desenvolvendo ao longo da primeira infância. E no primeiro ano tem muitas modificações, muitas aquisições, muitas transformações. Então ele atinge o pico dos 0 aos 6 anos.

Por isso que a nossa expectativa que o bebê vai dormir logo nos primeiros meses, uma noite inteira, muitas vezes não é compatível com esse desenvolvimento do cérebro que está totalmente relacionado com o sono. E que interessante, até uma questão de segurança da própria criança, então, um sistema de proteção.

Um sistema de proteção por conta da respiração, dessa oxigenação. Então, é importante que ele não aprofunde tanto para que ele consiga manter essa oxigenação sempre ativa e presente.

Porque a gente tem visto muita coisa na internet. Eu, principalmente, porque agora nós estamos de bebê novo, né? E agora tudo no Instagram entrega pra nós coisa de bebê, né? O algoritmo já entende isso. Aí o pai e a mãe começam a ficar doidão. Não, e aí a gente começa a ver coisas, tipo assim, consultorias de sono, que a criança... Ah, você compra o meu curso, a criança vai dormir a noite inteira. Não é bem assim, então, a conversa, né?

Não, isso inclusive é muito perigoso, né? Porque assim, um treinamento de sono precoce, ele vai afetar o desenvolvimento desse cérebro de alguma forma. O que acontece com o bebê que passa por um treinamento? Ele precisa desse acolhimento para ele voltar a regular e dormir. Isso é biológico, né? Os mamíferos todos dormem próximos, dormem juntos e na fase de filhote eles têm esse contato com a mãe.

E nós, né, acabamos às vezes racionalizando e prejudicando de alguma forma, né, quando a gente impõe um ritmo que não é compatível com o natural. Então, se o bebê chora muito e ele não tem uma atenção rápida ou ativa, né, porque como que ele entende que a gente ama, né, o bebê entende que a mãe e o pai amam ele? Não é a gente falando no ouvidinho dele, eu te amo, é no contato.

É no colo, é no balanço. Então, quando ele chora sozinho e não tem essa resposta, ele vai entrando num estado de estresse tão alto, e isso gera uma descarga de cortisol, que é o hormônio do estresse na corrente sanguínea.

que quando atinge um nível crítico, ele é prejudicial para o desenvolvimento do nosso cérebro. Isso tem um nome na psicologia, ele chama desamparo aprendido. Então, o bebê aprende que ele chama e que ele não vai ter a resposta, e ele entra num estado de latência, como uma proteção para esse cérebro não entrar numa depressão profunda ou num risco maior.

e ele para de chamar, mas não necessariamente ele para de acordar ou ele para de ter a necessidade.

Ele pode passar a noite ali acordado. Exato. Eu tenho um relato muito interessante. Uma família que, até sob orientação médica, fez um treinamento com o bebê em torno de seis meses, mais ou menos. E foram três noites de choro intenso. E na quarta noite, ou quinta, se não me engano, o bebê parou de chorar. Não chamava mais.

E aí, aparentemente, o problema resolveu, né? Para a família, pareceu que estava tudo bem. Mas a mãe conta que um tempo depois, eles viajaram, e aí, na viagem, toda a família ficou junta no quarto do hotel, e ela percebeu que o bebê acordava, e ele ficava virando de um lado para o outro, sentava.

Mas ele não chorava, não chamava. E dali a pouco ele voltava e dormia. Então eles continuam tendo necessidade, mas eles acabam tendo que desenvolver uma independência que não é compatível com a idade, com a necessidade biológica daquela fase da vida. E isso a longo prazo traz repercussões para o cérebro, sim. Pode gerar ali até os transtornos de desenvolvimento, ansiedade, depressão. Hoje são males tão comuns, infelizmente.

Vamos fazer uma observação aqui. Óbvio que existem os casos específicos, mas na maioria das vezes, a mãe e o pai já têm os recursos naturais de lidar com o sono do bebê. E o bebê de externalizar as suas necessidades. Não necessariamente precisa ser de um treinamento na maioria das vezes. Porque como o Guilherme falou, aparece muito nas redes sociais. E a partir daí, você começa a enxergar problema em todo lugar.

Mas não é bem assim que funciona. Exato. E atinge o ponto vulnerável da família, porque o sono, a exaustão, o cansaço, são questões importantes. Mas onde que a gente tem que atuar? Na adequação do ambiente, no estabelecimento de um bom ritmo.

Nas questões biológicas, que eu entro um pouquinho aqui na minha área, na boca, na respiração, onde a gente vai promover também uma qualidade metabólica de respiração desse bebê, observar se ele está conseguindo mamar bem, se ele está desenvolvendo bem, porque isso vai influenciar totalmente na qualidade do sono dele também.

Então, você quer me dizer que pode ser que essa criança está passando a noite acordando muitas vezes por um problema bucal? Sim, com certeza. E um dos sinais que a gente pode observar desde o bebê é se a boquinha fica muito aberta, se a linguinha fica mais baixa na cavidade oral. É um bebê que está fazendo, às vezes, barulhinho na respiração, é porque ele já tem algum grau de obstrução ali.

Então, isso são sinais de que não vai ter treinamento que resolva. É uma intervenção médica, cirúrgica, odontológica. Exato, porque senão serão promessas irreais, né? E aí a família vai tentar, tentar, tentar, e aí vai acabar realmente mais prejudicando do que ajudando aquele bebê. Então, é muito importante a gente observar todos esses sinais.

E a forma de respirar ali do bebê, ele influencia, por exemplo, o desenvolvimento dos ossos da face, da musculatura da face, que vai gerar uma diferenciação até estética no bebê? Sim, a nossa, inclusive, a gente tem uma atriz principal que é a língua. Pode, levanta um pouquinho, vou mostrar para cá. Vou colocar para cá.

É uma boca qualquer, né? Um bocão. Um bocão aqui, né? Então, a nossa língua, naturalmente, ela tem que repousar no céu da boca, que a gente chama de pálato, né? O pálato, ele faz parte de um osso maior que a maxila. A maxila, ela faz todo o nosso terço médio da face.

E tanto esse terço médio como o terço inferior, que é formado pela mandíbula, que é o nosso único osso móvel, eles dependem dos estímulos que eles recebem nesse início da vida para crescer e se desenvolver. Então, a língua é o nosso expansor natural e a respiração nasal é o nosso primeiro recurso para fazer o crescimento acontecer de forma equilibrada.

Por isso que na amamentação o bebê vai trabalhar toda essa musculatura, musculatura matigatória, orofacial e a língua de uma forma completa, fazendo um exercício intenso e aí estimulando o crescimento desses ossos. Então o céu da boca vai crescer para fora, com uma boa largura.

sem ficar muito estreito, muito profundo. O queixinho vai se posicionando para frente, porque o bebê nasce com o queixinho um pouquinho para trás. Isso é esperado na natureza para permitir a passagem dele pelo canal do parto. Então, quando ele nasce, ele vai mamando e esse movimento vai trazendo o queixinho para emparelhar.

com os outros ossos da face, com a maxila. E à medida que a língua repousa e faz os movimentos da sucção corretos que a natureza previu através da amamentação, é onde a gente tem o nosso primeiro start do crescimento e desenvolvimento.

E isso influencia não só nas funções, mas também na estética. Então, hoje em dia, a gente tem a harmonização orofacial, ela está muito em alta, mas muitas vezes o que faltou foram esses estímulos de crescimento. Por isso que a gente fica com mais linhas de expressão, com os ossos alterados e a musculatura ali também vai responder.

alterada, né? Precisando dar esses retoques, digamos. É nessa fase aí que aparece o prognatismo que fala? Quando o recupera, a pessoa prognata, né? Que é o termo? Isso, prognata é quando o queixo fica pra frente, assim, né? É aquele cruz. Aí é retrognata, é o queixinho vai pra trás.

Entendi. E de onde surge esse desalinhamento? Ele vem ali do ventre ou é alguma coisa que vai sendo adquirida na amamentação? Nós temos uma predisposição genética que vem da nossa tendência de crescimento dos nossos genes, do pai, da mãe.

E os estímulos epigenéticos, que são esses estímulos ambientais, como que respira, como que suga. As funções da nossa boca no início da vida são cinco. Respiração, sucção, deglutição e depois ele vai desenvolver a mastigação e a fala.

Então, essas funções dependem totalmente desses movimentos da língua. Então, quando nós temos alterações, por exemplo, uma disfunção motora, essa língua não tem força e se posiciona no lugar errado, ou ela tem um freio, um...

uma estrutura que deixa o movimento dela mais restrito e ela vai se posicionar mais baixo. E isso vai alterar toda essa dinâmica de crescimento. Outro fator que altera é a introdução de bicos artificiais. Então, tanto a chupeta, a mamadeira, aquele intermediário que muitas mães usam de silicone quando dói e colocam...

uma borrachinha ali para aliviar na amamentação, todos eles também alteram essa força, essa postura da língua e também podem promover esse tipo de alteração. Então, normalmente, são alterações ali que vão levar a uma respiração bucal.

E isso vai alterar, então, toda essa rota de crescimento e desenvolvimento, não só da nossa face, porque o nosso crescimento tem um sentido, ele é céfalo caudal, ou seja, ele vai da cabeça para o pé. Então, se eu altero qualquer coisa aqui na minha boca, eu vou alterar o corpo inteiro, gerando até escoliose, lordoses, alterações até lá no pé.

Muitos problemas que talvez a gente está vivendo hoje nasceram lá na amamentação, às vezes. Exatamente. Eu queria fazer algumas perguntas para você, Andréa, mas basicamente como é que está aquela questão da mãe que precisa voltar a trabalhar?

e que não conseguiu regular o sono da criança, tem alguma fórmula mágica, ou qual que é o caminho para começar a trilhar, entendeu? Ou aquela família, né? Que às vezes não está conseguindo fazer essa criança dormir à noite. Não estou legislando em causa própria não, tá? Imagina! Não, a Hebeca até que está dormindo bem. Aproveitando a consultoria. A Hebeca está dormindo bem, mas o que fazer nesse tipo de caso? Isso!

é não essa é a questão né por isso que uma consultoria sempre a gente tem que olhar com essa reserva porque não existe uma fórmula mágica vai existir né a o contexto de cada um e as necessidades como você falou tem mãe que volta a trabalhar já cedo tem mãe que tem uns meses a mais

Tem mãe que decide parar e ficar com a criança. Então, cada contexto precisa ser avaliado individualmente. Mas o que a gente tem na literatura é que o sono, o nosso sono natural, ele seria próximo dos nossos cuidadores.

E hoje até a academia americana, que é uma das mais conservadoras e mais tradicionais, ela coloca essa recomendação, que o bebê ele durma no primeiro ano próximo dos pais, principalmente da mãe, porque é com quem ele já vem desde a barriga, regulando o seu ritmo, sintonizando os hormônios, os ciclos.

frequência cardíaca, frequência respiratória, secreções hormonais, ritmo circadiano. Então, o bebê dormindo próximo da mãe, ele vai ter um sono melhor. E o maior pesquisador de sono materno-infantil do mundo, ele chama...

é o Dr. McKenna, e ele demonstrou, ele tem um laboratório comportamental de sono materno infantil em Pittsburgh, onde ele demonstrou que o sono natural do bebê humano é ali no contato muito próximo da mãe, então ficaria...

Numa mesma superfície. O bebê, a mãe, é interessante que um vai se voltando para o outro, a mãe protege o bebê com os joelhos, e quando ele dá um mínimo sinal de despertar, ela já desperta, amamenta, e os dois voltam a adormecer muito mais rapidamente. Então, existem as polêmicas da cama compartilhada, que chama.

mas cientificamente ela foi comprovada como um melhor resultado de aleitamento materno, então mais sucesso na amamentação, nas mães que dormem próximos dos bebês, melhor qualidade de sono.

tanto da mãe como do bebê e menos tempo de choro, porque aí o bebê mama e os dois voltam a dormir. Ele, inclusive, criou um termo que chama breast sleeping, porque nesse iniciozinho da vida, o bebê mama e dorme, dorme e mama, e as duas coisas se confundem, elas estão interligadas.

Então, é uma das formas, mesmo para a mãe que às vezes vai trabalhar fora, ela às vezes vai passar por um processo que a gente chama de amamentação em ciclo reverso. Ou seja, o bebê vai pedir para mamar um pouco mais no período que ele estiver com ela, mas isso vai compensar as mamadas que ele não fez durante o dia.

E à noite ele mama e dorme, ele não vai ficar precisando ser muito embalado, atendido, né? Até voltar a adormecer e depois a mãe voltar a adormecer também. Então é um dos caminhos, não é o único. E também não fala assim que ele vai ser o melhor para todos, porque...

Cada caso é um caso. Tem famílias que dormem muito bem e que o bebê dorme muito bem no quartinho dele ou na caminha dele e está tudo certo. A gente não precisa pôr uma lei engessada para todo mundo. Cada um tem que testar e sentir qual vai ser o melhor.

E aí a gente chega naquela máxima, né, que por mais clichê que pareça, mas ser mãe é um processo que acho que nós nunca vamos entender, né? É uma transcendência a um nível de que ela vai viver aqueles momentos ali exclusivamente para o filho, né?

E como é saudável isso para a família como um todo, para a mulher, para a criança nesse processo. E eu queria já ligar na segunda pergunta, que tipo de sinal, de alerta que a mãe tem que ficar atenta para procurar um profissional? Porque a gente pensa, o donto pediatra...

Ah, eu vou levar quando ele começar a ter dente, né? Começar a cair os primeiros dentes de leite. E não, começa muito antes, né? Quais são os sinais de alerta ali que a família tem que ficar atenta?

Isso. Hoje, assim, é muito fácil da gente perceber os sinaizinhos de alteração nos bebês. Mas eles foram ficando tão normalizados que muitas vezes passa batido, né? Por exemplo, quando a gente vai numa loja de brinquedos, você vai lá na sessão das bonecas.

Você vê que as bonecas geralmente vêm com a chupeta e a mamadeira. Elas já têm todas as características do respirador bucal, que é a boquinha aberta para o encaixe da chupeta, bochechinha caída. Hoje, quando a gente vai ver os bebês reborn, eles... Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand Brand

mostram já na face ali esses sinaizinhos de alerta. Então, o olhinho fica mais caído, o narizinho mais disfuncional, às vezes aparecendo mais as narinas, os buraquinhos do nariz, aquele queixinho mais para trás, mais marcado, ou o labiozinho às vezes até...

com a curva para baixo, o bebê fecha a boquinha, mas ele tem que fazer um esforço. Então, ele sobe a parte central do lábio e a lateral cai. Ali já mostra que ele está fazendo um esforço para conseguir manter esse vedamento. Então, esses são alguns sinais que a gente encontra no rosto, no rostinho do bebê.

Outros sinais que a gente pode e deve ficar atento é um bebê que já desenvolve uma infecção respiratória, uma questão de via aérea já maior ou faz um barulhinho na respiração.

um cansaço para mamar, né? E aí a gente já vai entrando nos sinais da amamentação propriamente dita. Então, quando a amamentação está gerando dor, desconforto, é um bebê, às vezes, que não consegue extrair o leite de forma eficiente da mama.

Aí ele vai pedir para mamar muitas vezes, vai fazer mamadas longas, nunca fica saciado, cansa no peito, acaba dormindo. Então, são todos sinais de alerta para que a gente procure. E hoje a gente já entende que muitas vezes isso está relacionado com questões do corpinho também, porque o bebê fica lá na barriga todo encolhidinho. E para passar pelo canal de parto ou mesmo na cesárea, ele passa por um...

trauma físico ali, né? Ele vai passar por todo um massageamento. Ou seja, ele pode ter um problema muscular, um problema esquelético. Exatamente. Principalmente, primeiramente muscular, porque o osso vai responder ao músculo. Então, quando o músculo está alterado e às vezes ele tem um torcicolo, por exemplo, hoje é muito comum a gente ouvir falar do torcicolo congênito.

Então, ele tem um encurtamento, um nó do logo, um lado que movimenta melhor que o outro, e isso influencia também no padrão do movimento da boquinha e da língua, e também na função, na sucção, na respiração. Então, são todos sinais de alerta.

E nós recebemos aqui, há um tempo atrás, a consultora de amamentação, a Ana, ela deu uma conversa aqui muito interessante com a gente, e ela falou que inclusive a amamentação, ela desenvolve alguns músculos, ou alguns padrões na criança, que a mamadeira não entrega. É verdade isso, então.

Isso, é isso mesmo. O que acontece? Na mamadeira, o bico vai fazer aquela posteriorização da língua. Então, o bico entra, a língua vai para trás. O dorso sobe, a ponta baixa. No peito, esse movimento é o contrário, a língua vai para frente.

ela faz uma concha, um canolamento, onde ela vai, por pressão, puxar o mamilo da mãe. O mamilo da mãe cresce duas a três vezes dentro da boquinha do bebê e ele chega aqui atrás, entre o limite do ossinho duro, que é o nosso pálato, e o início do pálato duro e o início do pálato mole.

Ali a gente tem um ponto neural que chama ponto de sucção. Então o mamilo se posiciona aqui e a língua fica fazendo pressão, ela fica segurando esse mamilo nessa posição. Isso vai fazendo com que o leite automaticamente venha, né? Venha sendo puxado por vácuo mesmo. E depois com movimentos complexos da mandíbula, da língua, é que o bebê faz a extração do leite.

E isso, então, gera os estímulos de crescimento dessa estrutura. A mamadeira, ela não gera isso. Ela vai fazer com que o bebê abra e feche a boquinha, fazendo uma sucção com a bochecha, que a gente chama de bucinador. Então, que nem se a gente estivesse tomando no canudinho, né? A bochechinha afunda e ele vai puxando o leite dessa forma.

Mas quanto mais ele for exposto a esse bico, mais ele vai trabalhar músculos errados e a linguinha vai perdendo a força. E qual que é o final disso? Qual que é o problema que essa pessoa vai ter? O queixinho não cresce, o nariz fica mais estreito, a passagem do ar fica mais apertada. E aí é o início da respiração bucal. Desmame precoce. O desmame precoce, temos um amigo pediatra que sempre fala nas palestras dele.

que mata mais do que guerras, né? Porque é a nossa condição inicial, a nossa proteção inicial para começar a vida. Que interessante. E quando falha... Que forte essa frase, né? É forte. Mas quando ele falha, o bebê tem um risco...

muito aumentado para problemas respiratórios, para problemas gastrointestinais, diarreia e outros, né? E um risco muito maior ali de saúde e de vida, né? Isso é um conjunto, tanto do processo de amamentar, né? De sucção, quanto também o leite materno, que deve ser tão bom quanto nesse processo todo.

Exato, porque na mamadeira a gente ainda normalmente introduz um leite artificial, uma fórmula, né? E essa fórmula, ela é um leite de vaca, um leite de vaca modificado, então uma proteína de menor tamanho ali para que não dê tanta reação no bebê. Mas ainda assim ela é mais alergênica, ela ainda vai ter mais componentes.

Essa semana eu vi um post interessante na rede social que o médico mostrava alguns tipos de óleo, né? Óleo de canola, óleo de girassol, etc. E ele perguntava assim, você daria isso para o seu bebê? Porque é isso que tem dentro da fórmula. Caramba!

É um composto com esses óleos, com uma autodextrina, que é um tipo de açúcar, e com alguns suplementos que vão manter. Então, nos casos de necessidade que a gente precisa usar, ele é um recurso.

Quer dizer... Mas não uma primeira opção. É, exato. Tem situações que ele será fundamental para a família. E sem ele não vai ter o desenvolvimento da criança. Mas sempre priorizar a amamentação através da mamada efetiva mesmo.

O leite materno tem tantas substâncias que nem os pesquisadores ainda não identificaram todas. Então ele vai ser importante para a formação da nossa microbiota. Hoje cada vez mais a gente fala da importância desses micro-organismos que colonizam.

Mais de 3 milhões, trilhões de micro-organismos dentro e fora do nosso corpo que fazem com que tudo aconteça. E à medida que a gente tem esses bichinhos protetores, digamos assim, é onde a gente tem mais saúde, um sistema imunológico mais forte, esse eixo intestino-cérebro que determina o nosso comportamental também, melhor regulado e mais qualidade de vida.

Então, isso gera longevidade, gera proteção contra uma série de doenças. Por isso que a gente fala que ele é a primeira vacina do bebê, né? O leite materno. Ele se transforma. Então, um bebezinho que nasceu prematuro, que está precisando ganhar peso, precisando de gordura. O leite dessa mãe, ele é, nossa, bombado, né? Ele é perfeito para que esse bebê tenha todas essas necessidades supridas. À medida que ele cresce, esse leite vai se modificando.

No dia, o leite da manhã não é igual ao leite da noite, porque a gente estava falando do sono, né? O leite da manhã tem muito mais componentes de atividade e o leite da noite vai ter mais indutores de sono. Que coisa fantástica! É incrível! Se o bebê está doente, até a cor do leite da mãe muda, né? Então, ela já vai criando anticorpos ali, é uma farmacinha natural. É incrível, né? Não tem, Deus é perfeito!

E é interessante porque teve um... Eu acho que nós estamos, enquanto sociedade, retomando a importância da amamentação. Porque teve um momento ali que muitas mães, até por falta de informação mesmo, não é um julgamento, né? Mas por falta de informação, muitas mães acabaram desmamando precocemente os filhos. Acho que a nossa geração, uma geração que mamou menos. E eu acho que a gente está retomando a importância desse processo, né?

Com certeza. Na verdade, foi uma campanha muito bem feita pela indústria desde a década de 70, principalmente ali 50, 60 e em diante, mas com mais intensidade ali na década de 70. Então, a mãe é a última na fila da culpa e a gente tem realmente um sistema que está voltado para fazer com que a gente acredite que o leite da lata...

é mais forte, é melhor, faz o bebê dormir. E pelo contrário, o nosso leite é muito mais poderoso, mas a gente foi perdendo essa confiança porque a propaganda foi muito boa. Inclusive, na década de 70, é interessante que saiu um movimento internacional chamado The Baby Killer, que foi um manifesto mostrando que nos países subdesenvolvidos onde a fórmula entrava,

Porque eles tinham uma estratégia, as mães saíam da maternidade com as amostras grátis do leite. Isso já logo levava ao desmame e a mãe acabava tendo que ficar com a fórmula.

E aí, com isso, os bebês nesses países começaram a morrer de diarreia, desidratação, pneumonia, problemas respiratórios. E aí, essa denúncia foi um manifesto, um movimento internacional de vários setores.

que trouxe uma legislação de proteção ao aleitamento materno. Então, o Código Internacional de Aleitamento hoje restringe um pouco esse tipo de marketing, não tem mais amostra grátis, por exemplo, não pode ter propaganda na TV, tem que ter aquela...

tarjinha do Ministério da Saúde, adverte, o melhor alimento é o leite materno, esse produto só deve ser utilizado sob recomendação médica ou nutricional. Então tem toda uma legislação hoje de proteção. No Brasil nós temos...

Isso, nós temos a NBK, que é essa norma brasileira de comercialização de alimentos para lactentes e chupetas e mamadeiras que regula tudo isso. Mas a indústria hoje vem usando muito as redes sociais, e ali ainda é uma terra meio sem lei, então questão dos influenciadores, a gente ainda tem um percurso grande para trabalhar nesse sentido.

É uma questão cultural, né? Porque além dessa questão da indústria, também esses produtos vieram numa época de que a mulher estava entrando no mercado de trabalho. Sim. Então o tempo mais escasso, mais distante dos filhos, né? Acho que também com uma chupeta, uma madeira, acho que são recursos que na nossa época, na nossa geração, nos 90, 80...

Acho que era um recurso que hoje, com o passar do tempo, a gente... Eu compartilhei... Eu compartilhei na conversa com a Ana aqui. Inclusive, quem está nos assistindo aí depois, recomendamos a conversa com a Ana, consultora de amamentação aqui no Vocação Podcast. Só procurar lá nos vídeos já gravados. Mas eu até compartilhei com ela. Eu falei assim, eu não imaginava que uma criança não usaria chupeta.

Porque talvez na nossa sociedade, na nossa época, no nosso círculo, era tão comum a chupeta que assim, como que uma criança vai viver sem chupeta? Qual é o nosso inconsciente cultural, né? Qual que é a primeira coisa que a gente pensa quando precisa acalmar um bebê? Chupeta. Chupeta. E por que? A gente cresceu vendo, brincando de boneca, dando chupeta, dando mamadeira, vendo as crianças de chupeta e mamadeira. Isso pra gente ficou muito natural.

A gente não vê, até quando saiu uma boneca que amamentava, foi um auê. Então, se inverteram alguns valores e isso perpetuou também esse tipo de noção. Mas tem muitos jeitos de a gente acalmar um bebê sem a chupeta. Eu aprendi muito na prática também. É, na sua experiência.

Exato Vamos falar um pouquinho disso, mas a gente quer agradecer a você Olha que privilégio que nós temos aqui no Vocação Podcast Uma hora a gente está conversando com um neurocirurgião Falando de aneurisma cerebral E no outro com o Gui

Puxa, abençoado. Você teve toda a minha vontade de fazer a continuação agora dessa fala. Começa de novo, velho. Vamos lá. Mas a gente, apesar do Hélio aqui me atrapalhar, mas a gente quer agradecer a você que está com a gente aí, acompanhando esse material nosso. Porque, assim, a gente tem tentado diversificar e trazer informações relevantes para o nosso público, né?

Então, é isso aí. A gente vai estar trazendo assuntos diversos, assuntos importantes. Esse é o nosso principal objetivo. Então, a gente sempre pede para você que está acompanhando a gente, nos siga nas redes sociais, tá? É importante você seguir, porque para o nosso número, para o nosso resultado, isso é bom, né, Elio? Sim. A gente acaba recebendo aí mais pessoas para...

para acompanhar esse material, a gente acaba divulgando isso para outras pessoas. Então segue a gente, se inscreva no nosso canal, ativa o sininho, deixa o sininho para todas as notificações aqui no YouTube. E nós estamos no Facebook, no Instagram, no Kawaii, no TikTok, no Deezer, no Spotify, no Amazon Music, no Apple for Podcasts, várias redes sociais, você pode acompanhar a gente, tá bom?

Andréia, e você estava falando para nós aí das suas experiências, acho que os seus filhos foram os seus maiores professores. Você é mestre em amamentação, qual é a sua formação?

Isso, eu sou doutor pediatra originalmente, digamos. Depois eu fiz uma especialização numa área um pouquinho diferente, também chama ortopedia funcional dos maxilares, que é onde eu aprendi como o nosso sistema estomatognático que envolve a nossa boca.

e todas essas estruturas anexas, como que ele se desenvolve. Dali eu tive os meus dois filhos, a Luísa e o Pedro, hoje já são dois adolescentes, e realmente eles foram meus maiores mestres.

É, porque foi ali que eu aprendi de fato sobre a amamentação, sobre o sono, a respiração. O seu mestrado você fez depois deles? Depois, já com eles, já maiorzinhos, né? Qual que foi a tua área do mestrado? É, eu fiz o mestrado em saúde materno infantil. Já tinha feito a primeira especialização em aleitamento materno do Brasil.

Foi a primeira turma de especialistas em aleitamento materno, aconteceu lá em Londrina, no Paraná, uma época também muito boa, quando eles ainda eram pequenininhos e ainda mamavam. Então serviu até para você aprender também no processo. Exato. E depois esse mestrado ali no período da pandemia, aproveitei a pandemia para estudar um pouquinho mais também.

E eu queria que você falasse um pouquinho pra nós aí como acalmar, né? Porque acho que você é dois, acho que você teve muita experiência, né?

Então, na verdade, a primeira experiência de amamentação foi bem desafiadora, principalmente no iniciozinho ali. Acho que todo mundo, de alguma forma, nesse momento passa ali por algum... Raramente é aquela história, aquele relato de que não teve nenhum problema, nenhuma dificuldade. Pode acontecer, mas é raro.

E quando a minha primeira filha nasceu, eu não me preparei tanto, né? Eu sabia já bastante sobre a amamentação, queria amamentar, achava que era colocar no peito e sair mamando. E ela não pegou, ela não mamava, né? Bem, ela passou, assim, uns dois dias, né? A gente teve alta do hospital, chegou em casa, não mamava direito.

E aí a família já veio com a lata de leite. Então o único apoio que eu tinha ali contra era do meu marido, que também é um grande incentivador, apoiador do aleitamento materno.

Mas a minha percepção com um bebezinho que parecia que estava perdendo peso, que eu não estava conseguindo e que estava ali precisando, porque acho que o maior medo das mães é que o bebê passe fome, né? Aquilo me pegou e aí foi onde eu realmente...

Vivi todas essas emoções que muitas mulheres passam, de frustração, de tristeza por você não conseguir dar o peito, que seria uma coisa tão natural e tão simples. E foi um processo ali, precisei de apoio, precisei de tempo também, porque no puerpério a gente também fica mais vulnerável, mais sensível.

Então, ali foi um período que, para mim, foi muito importante ter vivido para poder também ajudar outras mulheres a superarem essa etapa. Eu não tinha outra opção. Teve um dia que eu...

Tirei a roupinha da minha bebê para amamentar e eu conversei com ela. Olha, não sei como nós vamos ter que fazer isso aqui dar certo, porque é isso. E aos pouquinhos, depois, com ajuda, tive ajuda de uma familiar, que é enfermeira também, amamentou gêmeos, né?

E do meu marido, da família ali, do apoio todo, a gente conseguiu. E aí depois que conseguiu, fomos longe. Então a primeira coisa pra acalmar o bebê é a amamentação, né? Porque a sucção é muito relaxante, ela é muito calmante pro bebê.

o contato, né? A gente sabe que a nossa pele tem a mesma origem embrionária do nosso cérebro. Então, à medida que eu faço carinho, que eu aproximo o bebê da minha pele, o calor, o afago, é onde eu estou estimulando e promovendo esse desenvolvimento cerebral também no meu bebê.

Então, isso regula e é um calmante poderoso. O colo, por isso que o colo, todo mundo fala bastante, que pode dar sem restrições, porque vai realmente fazer, é muito importante para o bebê humano, vai fazer muito bem.

E aí, tudo que reproduz as sensações que o bebê tinha dentro da barriga serão muito calmantes, porque já é o que ele conhece, já é o que regula, regulava ele desde o ventre. Então, o balanço, o movimento, né? Quando o bebezinho tá na barriga, a mãe levanta, deita, vira pra um lado, vira pro outro, faz exercício e ele tá ali balançando.

esse movimento do embalo ou às vezes, né, eu gosto muito da bola de pilates para esse chacoalhar, digamos, né? Que é muito próximo ao que ela vivia. Que é muito parecido com o que o bebê sentia lá dentro da barriga, então...

Também é um estímulo calmante e poderoso. Os slings, né? Os slings, acho que todas as culturas têm alguma ferramenta, algum mecanismo de carregar o bebê próximo do colo. O sling é aquele tecido que prende a criança no colo da mãe.

Isso, aquele que vai amarradinho e que o bebê fica ali no casulinho, que é como se ele estivesse lá dentro da barriga. Tem uma psicóloga que chama a doutora Darcia Narvaez, que ela fala que ele é o ventre fora do ventre, porque ele mantém o contorno, o contato, o calor, o movimento, e isso dá a condição perfeita para o desenvolvimento desse cérebrozinho e desse ser.

Então, essa é uma ferramenta também, assim, que permite que a mãe tenha um pouco mais de liberdade, de autonomia para fazer outras coisas, né, ao longo do dia, enquanto o bebê está ali no contato. Às vezes, ele está até dormindo, mas é onde ele também está se movimentando, ele também está gastando energia para a noite ele dormir melhor.

E assim nós temos um arsenalzinho aí para ajudar a acalmar o bebê. O ofurô, não sei se vocês já ouviram falar de dar banho no bebê no balde. Então tem os baldinhos que simulam também aquele ambiente líquido, quentinho, onde o bebê fica ali um pouco mais apertadinho, como ele estava lá na barriga, e onde ele vai relaxando e ele vai acalmando também. Muitos dormem no balde, é muito gostoso.

O banho de chuveiro com o pai, né? Às vezes também é uma forma, né? De estreitar ali o vínculo com o bebê. Porque esse primeiro período é quase tudo a mãe, né? Mas também é uma forma, às vezes, que ajuda a acalmar, ajuda a regular. Então, tem muito jeito aí que não precisa da chupeta. E que a gente sempre fala, né? Uma outra pergunta pra gente amarrar essa conversa. Tem mãe que não vai conseguir amamentar o filho?

Pode, sim. Tem esses casos. Pode acontecer. Graças a Deus é a minoria, não é a maioria. A maioria teria condições totais. Algumas condições raras, tem algumas doenças, até condições genéticas. Eu vi que a própria Ana Paula comentou da galactosemia.

Sai lá no teste do pezinho quando o bebê tem essa alteração na digestão. Então, são condições muito raras. Ou quando a mãe, às vezes, tem alguma alteração, uma cirurgia mamária que tenha cortado muitos ductos e não tenha o fluxo do leite ali para o bebê.

Mas isso são casos pequenos, né? Pontuais, pequenos. E é o que a gente sempre fala aqui, poxa, vá atrás de ajuda profissional. Isso. Né? E aí a gente sempre usa o exemplo do dente, nós somos uma dentista aqui, mas assim, se o dente tá doendo, vai no dentista.

Não adianta, ah, depois passa Ah, vai passar, vai passar Não, procura ajuda profissional Porque é um processo importante E é saúde, é um investimento na saúde E quanto antes procurar ajuda Especialmente no caso do bebê Melhor, evita muito problema André Quais são os maiores problemas Que você tem atendido O que é mais comum Hoje que você está atendendo

Olha, eu comecei há um tempo atrás, né? Como pra mim foi muito importante ter um acompanhamento da doula no parto. E aqui em Arasatuba não tinha ainda esse movimento da humanização, né? Eu senti um chamado de trazer...

essa oportunidade para outras famílias e me colocar à disposição dessas mães para fazer o acompanhamento desde a gestação, do nascimento. Isso me ensinou muito nesse período de...

de aprendizado, digamos assim, né, prático desde o iniciozinho da vida. Então, com isso, eu pude vivenciar todo esse processo perinatal, né, desde o bebê ali, antes, desde a gestação até a amamentação.

Hoje, como o movimento aumentou, a gente já tem mais profissionais aqui em Aracetuba, e eu me preparei a vida inteira na área da odontopediatria. Para mim, essa parte funcional é o que determina a nossa saúde, a nossa vida. A respiração, respirar é viver. Se a gente respira mal, a gente vive mal.

Então, para mim, isso tudo se tornou um meio para chegar nesse desenvolvimento pleno, que para mim é felicidade. Então, hoje eu entendo que a gente, tendo esses conhecimentos, cuidando desde o início da vida, vivendo esse processo do parto com consciência, esse processo da amamentação com apoio, a gente consegue dar esse start de uma forma melhor.

Mas tem ali alguns problemas fisiológicos, né? Que às vezes precisam, a mãe precisa procurar o profissional, né? Exato. E aí hoje eu brinco que eu tô no fim da fila. Então, porque antes eu atendia os casos mais fáceis de amamentação, que era mais posicionamento, pega. Agora eu tô lá no fim da fila. Quando ninguém resolveu, aí chega lá.

E aí é onde a gente vai realmente encontrar os problemas mais complexos. Então, por exemplo, a linguinha presa, né? É um diagnóstico que aumentou, porque também o nosso conhecimento, o nosso olhar hoje aumentou em relação a isso.

tem muito mais estudos, tem muito mais preparo para diagnosticar esse tipo de alteração. E muita gente, eu faço um teste rápido nos pais, a gente encontra muita língua presa que passou sem diagnóstico.

e aí com várias questões ali relacionadas que a pessoa nem sabe que tem a ver com a língua. Dor de... a gente estava conversando, dor de articulação, articular, bruxismo, dor postural de coluna, de cabeça, alterações de refluxo, ronco, apneia.

Então, que depois, né, acho que vocês vão ainda conversar também com meu marido sobre as questões de sono, ele vai comentar com vocês. Então, são muitos os impactos na nossa saúde e na nossa qualidade de vida por conta disso. E hoje, acho que esse atendimento ali, né, desde o iniciozinho da vida...

faz essa diferença. Acho que é o mais complexo, porque pode ser simples, pode ser uma liberação simples da linguinha, mas é no nosso maior tesouro. É um período muito delicado e eu encaro isso com muito respeito, com muito compromisso.

Você disse de casos de pais que lá atrás teve uma situação de língua presa. A língua presa, ela pode se soltar com o tempo ou a pessoa se adapta e acaba passando...

Isso, ela se adapta, as pessoas compensam. Então, a língua presa não mata, mas a compensação existe. É como se a gente tivesse que fazer mais esforço para fazer o motor ali funcionar. Então, é como se a gente colocasse uma luva apertada que não deixasse o dedo movimentar.

E à medida que eu libero, eu consigo fazer um movimento sem fazer tanta força. A linguinha é a mesma coisa. Então, aqui a gente tem um tecidinho que conecta a língua ao assoalho da boca. E quando ela está restrita, quando ela está curta, ela impede com que a língua se movimente adequadamente.

Com a língua presa, geralmente é nessa altura aí, o máximo que a criança chega. Isso. Então, a mãe pode perceber isso no próprio bebê. Olhando mesmo para o bebê, ela consegue ela mesma diagnosticar. Às vezes, sim, mas é um diagnóstico complexo. E, às vezes, esse diagnóstico precisa até de mais de um olhar profissional, né?

Precisa de uma fono, precisa do odonto-pediatra, de uma físio também, porque ele puxa aqui um ossinho, que a gente chama de óide, está aqui na nossa garganta, e isso faz com que altere toda a postura também do nosso ombro, da escápula. Isso. Então, esse diagnóstico, ele é, às vezes, um pouquinho mais difícil. Quando é um freio mais visível, mais aparente, é fácil. E, normalmente, o bebê vai ficar com a boquinha aberta e com a linguinha abaixo.

e a língua, o correto da língua humana é descansar no céu da boca. Isso, e ela não solta sozinha, né, que foi a pergunta de vocês, porque isso já foi estudado e já se identificou que se a gente tem a língua presa com um mês, um dia ou um mês...

A gente vai ter com um ano, com dez anos, com cem anos. Então, a única forma da gente tratar realmente a anquiloglossia, que é a língua presa, é através da liberação cirúrgica. Então, e aí no caso a pessoa já adulta, há necessidade de fazer intervenção cirúrgica? É possível mudar? Tem um tempo, tem um prazo?

Isso. Se houver a língua presa no adulto, vale a pena sim, vale a pena liberar. Tem relatos de pessoas que fizeram na idade adulta que sentem o alívio da tensão, que conseguem melhorar a qualidade dos movimentos, por exemplo, não levanta totalmente a cabeça, depois que solta consegue terminar o movimento.

diminui dores, mas aí é uma reabilitação também um pouco mais complexa, porque as adaptações musculares já aconteceram, isso já trouxe deformidades ósseas, às vezes o queixinho mais para trás, mais para frente, mais estreito, e aí algumas outras alterações que vão também ter esse caráter multidisciplinar.

No meu caso, eu tive que fazer fono por conta da posição da língua onde descansa. A fala, né? Quando eu era pequeno, eu guardava ela meio que empurrando a língua. Aí depois de um tempo, comecei a guardar ela no... Tocando, a ponta toca no céu da boca, né?

Isso, na papila incisiva que fica atrás dos dentes da frente, né? Mas não só a pontinha, a gente tem que, na verdade, acoplar o dorso também. Então, é isso que faz a pressão e a força do crescimento e desenvolvimento na criança, né? E no adulto que regula, regula os nossos estados emocionais.

Deixa a gente mais calmo, mais tranquilo, dorme melhor, respira melhor. A gente tem um nervo que chama vago, que ele percorre toda essa região do pescoço e ele vai comunicar com o nosso pulmão, com o nosso intestino e vai regular todos os nossos sistemas, né? Coração, pulmão. Que interessante, né? É incrível, eu adoro. É, como nós somos um ser assim, multi...

interligado, né? Tudo está interligado, então às vezes a língua lá vai trazer um problema numa outra área, que interessante isso, né? André, a gente quer agradecer demais esse bate-papo contigo, acho que foi muito elucidativa a nossa conversa aqui, foi bastante prazerosa. Nós vamos trazer no segundo episódio agora a conversa com o Dr. Fagnani, você que está assistindo a gente aí, semana que vem vai ter a conversa com o Dr. Fagnani, falando a respeito de odontologia e sono.

que é um assunto também bem interessante. Então, segue a gente aí nas redes sociais. Mas eu estou vendo que tem um copinho ali, não queria encerrar sem falar do copinho. Isso é um protótipo seu. Isso, no mestrado, a gente... Levanta ele um pouquinho aí. A gente teve que desenvolver um produto, além do artigo científico. E nós fizemos, então, um modelo, porque eu assisti na entrevista com a Ana, que ela comentou, né?

O método de eleição em relação à mamadeira, por exemplo, é a nossa última escolha para suplementar um bebê. A primeira escolha é um copinho recomendado pela Organização Mundial de Saúde e por todas as entidades de saúde infantil. Pode levantar ele na altura do microfone, ficar na frente do microfone. Tá, ok. E aí, assistindo, a gente consegue ver.

Porém, o copinho que normalmente a gente usa é o que tem no supermercado, aqueles copinhos de shot, né? De pequenos, com o bordo mais arredondado, tudo. Mas a gente não tem nenhum modelo de vidro, pelo menos, específico para bebê. A gente tem alguns de plástico.

Mas hoje a gente sabe que o plástico não é o melhor material, até porque às vezes a gente coloca o leite, aquece, isso vai fazer com que tenha os microplásticos, a ingestão desses microplásticos, isso pode ser um problema, né? Isso. Seria mais nobre.

Pode ser um problema para o bebê. Então, nós desenvolvemos um copinho com um desenho especial, porque a maior queixa das famílias é o derrame, né? A mãe, às vezes, se esforça para tirar um pouquinho do leite, e quando vai oferecendo o copinho, o bebê desperdiça muito. Isso faz com que o método não tenha grande adesão, né? Pela dificuldade.

e pela falta do manejo. Então, nós desenhamos todo um bordo diferente que encaixa na boquinha do bebê, permite que ele venha com a linguinha buscando o leite de uma forma mais favorável e que diminui esse desperdício, esse derrame.

E aí, para torná-lo também multifuncional, como às vezes a gente precisa estimular a produção do leite da mãe, a gente usa muito a sondinha para isso, né? Nós bolamos uma tampinha onde a sonda encaixa e ela consegue, às vezes, apoiar e fazer a suplementação através dessa sondinha também. Então, com a tampa e com esse circuito, ele serve para armazenamento.

para aleitamento e como o recurso da sonda ali embutido. Então, ele ainda está na fase de protótipo, né? É um design que já está registrado. Em breve, todas as farmácias do Brasil você encontra. Exatamente, se vocês quiserem contribuir aí para a gente poder lançar. Por falar isso, deixa seus contatos aí, sua rede social, como o pessoal te procura.

Isso, no Instagram vocês podem me achar lá como andrea.odontopediatra ou pelo Viva Vita, Viva Vita Instituto de Saúde. E pelos nossos canais que estão lá, né?

É, nós vamos deixar aí no card e nas redes sociais o contato também da doutora André. Então você pode seguir ela aí, entrar em contato. Você pode entrar em contato também com a gente aqui no Vocação Podcast. A gente faz essa ponte aí com o Instituto Viva Vita também. E eu acho que o importante é tudo isso que nós falamos aqui. Você que é mãe, que está nesse processo de amamentação, se você puder, não desista da amamentação.

Não desista, procure ajuda, porque é uma fase boa para a criança, boa não, fundamental para a criança, e existem muitos recursos, existem muitos profissionais, eu acho que vale a pena investir nesse momento da vida, porque isso aí acaba sendo para a vida toda.

É um presente para toda a vida, literalmente. André, a gente sempre encerra aqui o Vocação Podcast com uma provocação do que nos trouxe a essa mesa aqui. O porquê que a gente começou a fazer essas conversas, né? E que para nós faz muito sentido. Que foi uma conversa de Martinho Lutero e o Sapateiro. Martinho Lutero era uma referência teológica nos anos ali de 1500, né? Inclusive...

um dos precursores da reforma protestante, mas que ele estava, conta-se essa história de que ele estava na rua e certa feita um sapateiro parou ele e falou assim, Lutero, como é que eu posso servir melhor a Deus? E são N possibilidades de respostas, mas aquela pessoa olhando para uma reverência teológica recebe a seguinte resposta de Lutero, fala assim, olha, faça um bom sapato e venda um preço justo.

Isso nos faz entender que a nossa profissão, tudo que nós fazemos, nós estamos fazendo para Deus. Quando a gente atende bem um paciente, quando a gente conduz bem essa conversa aqui com honestidade, nós estamos fazendo esse trabalho para Deus. E eu quero fazer essa pergunta para você, como que uma odonto-pediatra pode servir melhor a Deus?

É isso, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Então, a gente fazer com amor, fazer aquilo que a gente gosta, a gente vai estar doando o nosso melhor e vai estar, assim, servindo a vida e servindo a Deus da melhor forma. Eu acredito muito nisso.

obrigado pelo excelente bate-papo que nós tivemos aqui, foi um prazer te receber e que Deus possa continuar abençoando o teu trabalho e que você continue impactando muitas vidas nessa causa tão nobre que é esses primeiros momentos de vida ali do bebê e esse processo de amamentação tão importante que o teu trabalho é fundamental e que você continue desenvolvendo ele com primazia como você tem feito e foi um privilégio te receber aqui André

Obrigado. Igualmente, muito obrigada. Obrigado a você também que acompanhou a gente até agora. Lembrando, semana que vem, Dr. Fagnani aqui, nós vamos falar sobre odontologia e sono, tá? Então você, ah, tô com um problema no sono, não tô dormindo direito, assista semana que vem aqui, segue a gente nas redes sociais, você vai receber aí esse presente do Vocação Podcast, que é uma oportunidade de você aprender um pouquinho mais sobre assuntos diversos, tá?

Nós vamos ter o Dr. Fagnano, mas nós vamos ter muitos outros profissionais que nós vamos entrevistar aqui. Então é importante que você siga a gente, se inscreva nas nossas redes sociais. É uma maneira da gente poder entregar melhor esse conteúdo para outras pessoas. Quanto mais pessoas se inscrevem, mais esse conteúdo chega longe, tá? Então você que está assistindo a gente aí, se inscreve nas nossas redes sociais. Interaja com o nosso material, compartilhando, curtindo, tá?

Isso é muito importante. E dizer também de todas as redes que nós estamos. Facebook, YouTube, Instagram, TikTok, Kawaii, Spotify, Deezer, Amazon Music, Apple for Podcasts, várias redes sociais, inclusive no WhatsApp. O nosso telefone é o DDD 18997379063. Pode entrar em contato conosco. Nós sempre vamos ter uma equipe aí para a gente responder. É também a nossa chave Pix.

Se você quiser e puder fazer uma doação para nós, qualquer valor já ajuda a gente a cobrir os custos aqui. Mas o importante é você interagir, deixar o seu comentário, porque aí é uma forma que a gente vai melhorando cada dia mais esse trabalho nosso aqui, tá bom? Pessoal, Deus abençoe. Até semana que vem mais um episódio. E muito obrigado pela presença de todos aí.

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Andréia Stankiewicz

protótipo inovador de copinho para auxiliar no aleitamento seguro
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DRA. ANDRÉIA STANKIEWICZ - ODONTOPEDIATRA - #065 | Castnews Index — Castnews Index