Episódios de Fala a Fonte

TRETA ENTRE NEYMAR X ROBINHO JR., LESÃO DE LUCAS E RAFAELA PIMENTA, EMPRESÁRIA DO HAALAND AO VIVO

04 de maio de 20261h33min
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O Fala a Fonte chega quente nesta segunda-feira (04), com muita informação, atualiazações sobre o seu time e bastidores da rodada. A convidada especial do dia é Rafael Pimenta, empresária do Haaland. Temos novidades sobre a lesão de Lucas Moura e claro, astidores da treta entre Neymar x Robinho Jr., o craque perdeu a cabeça? Tem papo sobre o Flamengo e Pedro na seleção e muito mais. Vem com a gente!

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Assuntos11
  • Rafaela Pimenta, empresária de HaalandPerfil e atuação como agente de futebol · Relação com Haaland e visão sobre jogadores brasileiros · Mercado europeu e o futuro do futebol brasileiro · Trabalho com treinadores e clubes europeus
  • Treta Neymar x Robinho Jr.Versões sobre o incidente no treino · Repercussão na Europa e seleção brasileira · Possibilidade de rescisão de contrato
  • Lesão de Lucas MouraCirurgia de correção de ruptura total do tendão de Aquiles · Tempo de recuperação e contrato com o São Paulo · Repercussão e apoio da família e torcida
  • Situação de Arboleda no São PauloPossibilidades de rescisão e reintegração · Repercussão negativa com a torcida
  • Copa do MundoExpectativa de Pedro na lista final · Situação de Neymar e outros jogadores
  • Análise São Paulo x BahiaEmpate na Libertadores e atuação contra o Santos · Críticas ao técnico Abel Ferreira e pressão do torcedor
  • Futuro de Felipe LuizPossibilidade de atuar como treinador na Inglaterra · Interesse do Fenerbahçe e mercado turco
  • Situação de Estevão e Matheus CunhaRecuperação de Estevão e cronograma de tratamento · Matheus Cunha poupado para a Copa do Mundo
  • Concessão de EstádiosVotação para o novo nome do estádio do Palmeiras
  • Retorno Paulinho ao PalmeirasAvaliação positiva do retorno de Paulinho · Análise do desempenho do Palmeiras em jogos recentes
  • Mercado de Transferências do FluminenseVisão
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Bom dia, então, pra todo mundo, hein? Fala, fonters, fala, fanáticos, fala, fontistas, fala, fontenses. Olha como a redação já tá mais viva esse horário, hein, Hernan? É, quase o horário do almoço. A coisa, tá tudo acontecendo nesse momento, hein? Já dá pra botar a marmita pra esquentar enquanto vê o Fala Fonte. É, teve alguém que mandou... Ah, foi o Fratola que falou. Aí, ó. Falou aqui, ó, esse horário eu já tô com fome. Então, vamos que vamos.

Vamos que vamos. Ou dá aquele belisco, toma aquele último cafezinho, se você estiver trabalhando. Se você estiver saindo de casa, se você estiver saindo da escola,

Vem com a gente, porque tem muita notícia hoje, hein? Tem notícia demais hoje. Tem bastidores da história do Robinho e do Omar.

Tem bastidores da cirurgia do Lucas Moura, que começou por volta de 9h30 da manhã e a gente vai trazer o pós. O que pode acontecer com o Lucas Moura, já que é o último ano de contrato e ele não deve mais jogar nessa temporada. Bastidores de Pedro e Ancelotti. Opa, isso é bom, hein? Bruno Andrade vai trazer pra gente. Muita coisa. O nosso cardápio tá recheado e ainda temos uma convidada muito especial. Trazida pelo Bruno Andrade.

Pelo Tintin. É isso aí. E pro Tintin é quase boa noite já, hein? É café da tarde lá. Lá é café da tarde. Como é que fala café da tarde aí, Bruno? Café da tarde. Café da tarde, já.

Café da tarde. Café da tarde. O café da manhã, que é o pequeno almoço. Aí tem o pequeno almoço, o café da tarde, o almoço, o jantar. O resto é tudo muito similar, para não dizer igual. Mas é isso, a nossa convidada hoje especial, a Rafaela Pimenta, brasileira. Para quem não conhece, diria tranquilamente que está ali no top 5 dos principais agentes de mercado de futebol.

está ali com o Jorge Mendes, Juliano Bertolucci, Pini Zahravi, Kia Jarabixian, e ela apenas é a empresária de Erling, Alland e companhia. Então tem muita história boa com a Rafaela Pimenta. Temos aí também um pouco do futuro do Thiago Silva, campeão português com o Porto no último sábado. O futuro do Felipe Luiz sendo discutido fora do Brasil, enfim, entre outras situações. Pacote cheio, você que está com o novo horário, se ambientando ao novo horário.

Por favor, se ambiente, porque o horário é bom para você e para a gente, porque um pouco mais tarde é mais apuração, é mais notícia e mais conhecimento. É isso aí, tem mais notícia, então mais coisas chegando. O programa continua, a nossa live continua sempre uma live informativa com tudo que rola no bastidor do futebol.

Não só com o Bruno Andrade, com o André Hernandes, mas com toda a nossa equipe da ESPN, com os nossos repórteres que estão nos clubes, com o pessoal também do ESPN.com.br. E a gente vai atualizando tudo o que acontece. Se você tem alguma dúvida ou quer saber de qualquer coisa, qualquer coisa, manda aqui no chat, tá? Quem está chegando agora já deixa o like, como a gente conversava e fazia no horário mais cedo. Mas já pode chegar, então perguntar e deixar o like também para esse nosso...

conteúdo ser compartilhado. O Marcos Barreto falando assim, Deus abençoe quem escolheu esse novo horário que é muito bom, muito melhor pra mim. Aí, ó. Teve essa mudança, isso aí. O Fratola também tá com a gente, ó. O Fratola não vai. A galera que é fiel tá com a gente. Não só fiel, né? Que é fiel ao programa. Não é? Não, mas fiel tem um monte de... De fidelidade ao programa. Fidelidade. É que nem o cartão fidelidade. É isso aí. É isso aí. Você tem um?

Não, acho que não. Não tem? Eu sou totalmente fiel a este programa. É tudo no Pix. Comigo é tudo no Pix, viu, Bruno Andrade? Não tem crédito. Avisa a Rafaela Pimenta que quando quiser contratar alguém... Aqui chama-se... Aqui é MBUA. Aí no Brasil é Pix, aqui chama-se MBUA. Mais difícil. MBUA? Faz um MDUA assim? B.

MB, tipo, Matias Bruno Wey. MB Wey. Tipo, quando um time passa na Copa de Portugal, faz um MB Wey. Na taça. Copa de Portugal. Taça de Portugal. Vamos começar com a história do Neymar, né? Só que euro é mais caro, né?

Vamos. Quem quer saber do Neymar aí no chat? Levanta a mão. Deixa eu ver quem quer. Vila Resenha tá aqui, mandou bom dia. Esse horário é muito bom, mandou o Ítalo Ferreira. Obrigado, Ítalo. Continue com a gente. Quinta-feira tem o Tricolor. Daqui a pouco eu vou passar a programação toda da ESPN também, tá? Tem jogo pra caramba essa semana. Hoje à tarde já tem o City, tá? O City vai jogar contra o Everton às quatro da tarde. A gente pode até perguntar pra Rafaela Pimenta disso. Boa. O Haaland vai estar em campo.

E é o seguinte, essa semana tem muita Libertadores and Copa Sul-Americana aqui. Vamos mostrar o cardápio. Sim. E o São Paulo vai jogar contra o Higgins lá, mas pensando no clássico de Itaquera.

a situação de São Paulo e Corinthians nas competições internacionais Libertadores no Corinthians e Sula São Paulo são confortáveis mas ambos os times não querem perder, óbvio, ninguém quer perder ainda mais que vieram de resultados ruins no fim de semana, a gente vai falar de bastidores desses jogos também mas os dois times pensam muito no clássico de domingo nessa coisa da rivalidade porque quem vencer é

meio que encaminha a parada da Copa do Mundo com uma tranquilidade. Vou explicar esse bastidor todo aí, envolvendo esse Corinthians e São Paulo. Tá, então a gente já fala sobre isso também. Bom, e o Neymar, né? Qual que é o bastidor, hein? Teve essa confusão ali no treino? Vamos lá. O que você conseguiu apurar?

Eu conversei com muita gente hoje de manhã e assim, o que acontece, e aí eu vou trazer um pouco da minha experiência de apurações de certos tipos de assuntos. Esse é um assunto que aconteceu num treino fechado, sem a presença de câmera, não tem vídeo.

não tem imagem interna, obviamente o Santos não divulgaria essas imagens, e tem muitas versões dentro do próprio clube. Então, por exemplo, eu conversei com gente que me colocou a seguinte situação, olha, falei com três fontes diferentes, uma delas me disse, olha, o Neymar exagerou, mas ele depois se desculpou e está tudo certo. É.

Uma outra fonte me disse, André, você está há muito tempo no futebol, você conhece muita gente, você sabe que o bicho pega, você sabe que existem discussões, você sabe que a galera briga, briga de verdade, e depois quando acaba o treino, os caras estão tomando Gatorade, estão tomando água de coco, ali está tudo certo. Mas briga, rispe, dá, acontece.

Se essa confusão tivesse sido gravada, filmada, transmitida ao vivo, talvez seria uma coisa assim que corresse o mundo. Mas é coisa de treino, é coisa de futebol. Você já viu muita treta de futebol e sabe como é que acontece.

E assim, não querendo entregar fonte nenhuma, mas essa fonte me disse o seguinte, a própria comissão técnica do Cuca já passou por diversas situações, o próprio Cuca teve um desentendimento com o Rafael Marques, isso está relatado no livro do Fernando Pras, aquela treta que o Cuca demorou para dar a coletiva e tal, aconteceu uma treta feia dentro do vestiário.

Aliás, dois personagens que estiveram nessa treta aí hoje estão no Santos, que é o Cuca, é a comissão técnica dele, e o Alexandre Matos, que era o diretor executivo. Verdade. Então, assim, me falaram... Puxaram esse exemplo. Sim. Cara, coisa que acontece no futebol. Beleza, então temos aqui alguém dizendo que o Neymar exagerou.

E alguém dizendo que isso é coisa do futebol e faz parte. Isso aí tá tudo certo, ele já se desculpou e tudo bem. Já se entenderam ali. A terceira via, e aí eu vou um pouco muito nessa pessoa, porque essa pessoa, de fato, ela tá dentro do clube, ela tem poder dentro do clube. E essa fonte me diz o seguinte, o Neymar é muito próximo da família do Robinho.

é muito próximo do pai, tem o pai como ídolo, ele gosta muito, e de fato o Neymar exagerou, exagerou. O Robinho não gostou, acabou o treino, o Neymar foi repreendido, tipo assim, falaram, pô Neymar, que isso, não precisa disso. Exagerou, moleque. Exagerou e tal, não sei o que.

Neymar se desculpou, bola para frente. Então, assim, nós temos três... Assim, da minha apuração, da apuração fala-fonte, nós temos três temperaturas dentro do mesmo clube. Alguém dizendo, pô, o Neymar exagerou. Uma segunda dizendo, putz, isso é coisa de futebol. Tem vários exemplos aí. E a terceira dizendo, cara, ele gosta muito, ele tem como um filho, ele tem o moleque debaixo da asa dele. Ele pode ter exagerado, foi repreendido, pediu desculpas, bola para frente.

pano quente na parada e bola pra frente. Então, assim, é muito... Eu estou falando de três vias distintas e de três vias de diversos departamentos. Então, assim, qual que é a conclusão? Enquanto ninguém se pronunciar sobre o assunto, o Neymar, o Robinho, a diretoria do Santos, um comunicado oficial, fica muito naquela coisa.

Eu vi isso e eu te digo isso. É, cada um acaba tendo uma interpretação, né? Uma interpretação. Então, assim, é o tipo de apuração que é muito difícil de você chegar e falar, cara, é isso, é isso, é isso. Porque cada um tem uma interpretação da coisa. E, assim, não conversei com o Robinho, não conversei com o Neymar.

Então, assim, o que eu tô trazendo de apuração é do entorno e de gente que tava lá no horário do treinamento. Foi um treinamento mais pegado, é campo reduzido e tal, e a coisa fica mais fervendo ali do nível de competitividade. Eu vi o Lucas Muzetti falando sobre isso, né? Que era uma atividade do campo reduzido, com os jogadores que não participaram da partida contra o Santos. Então tava todo mundo com gás. Todo mundo querendo.

E aí, acho que o Cuca até promoveu ali um duelo, um contra um, e numa dessas, de um passar pelo outro, o Robinho passou pelo Neymar, só que o pessoal já fica meio que de olho assim, ó, moleque, baixa a bola, e nisso daí o Neymar teria exagerado. Mas o Muzete falou algo nesse sentido também. Alguns acharam que foi exagero, outros acharam que era coisa do treino normal.

E assim, muita gente vai falar assim, ah, vocês estão aí passando pano, vocês estão aí jogando pano quente na parada e tal. Bom, eu tenho os meus princípios de apuração, cara. Eu não vou chegar e aumentar alguma coisa que, de fato, eu não ouvi. Então, se alguém chega, eu pergunto, ou alguém entra em contato e fala, André, então, foi isso, isso, isso? E é uma fonte de confiança? Obviamente que eu vou dar a notícia no tom que a fonte passa, né? Mas assim, eu estou te falando, Três... Três...

frentes diferentes, de diferentes departamentos, deram três versões diferentes. Uma falando que o cara exagerou, a outra falando que é coisa do futebol, isso aí não tem nada, e a outra dizendo que, de fato, teve algo, mas que foi superado. É, assim, o fato é o seguinte, que aconteceu, aconteceu. Só que aí cada um está interpretando, não é isso, Bruno, de um jeito. Alguns entendendo que é do jogo, que foi só um presta atenção.

Outros entendendo que o Neymar exagerou e acho que a partir do momento em que o Neymar pede desculpas é porque ele também entende que tem um exagero, que ele passa do ponto. E assim, uma dessas fontes me disse exatamente isso, olha, ele já foi repreendido. Sei. Então assim...

provavelmente teve a reação do Robinho, de não ter gostado, a reação de alguém que estava lá superior e que também não gostou e falou, e gente, quando a gente fala, o cara foi repreendido, não é chegar e dar um puxão de orelha no Neymar, meter o dedo na cara.

Outro exemplo que me deram dessa história toda, de que, assim, cara, tretas e exageros acontecem. A diferença é que esse não foi filmado. Sim. Porque não tinha ninguém. Era o CT, representação, não tem imprensa, não tem nada. E aí citaram a história do Lodi com o Lianco.

Tipo assim... Porque ali foi no jogo, né? Ali foi no jogo. A cobrança do Lodge foi pela expulsão do Lianco. E ele, pô, eu te avisei. Mas eu nem peguei no cara. E aí começa a troca. Você tá louco? Você tá louco? Não sei o quê. E aí vem alguém e separa, se não me engano, é o Julian Aronso. Então assim, exagero que foi transmitido pra todo o Brasil ali naquele momento. E depois no vestiário, beleza, tudo certo.

Ou não, né? Porque às vezes também as coisas não ficam bem, mas todo mundo fala, não, beleza, vamos para frente, é o grupo aqui, o time ganhou um clássico, não é isso que tem que mudar a imagem de uma vitória gigante como foi a do Atlético Mineiro. Então assim, muitas vezes a gente...

confia na fonte, mas muitas vezes a fonte tem o quê? O olhar que é só dela. Sim, claro. Da interpretação dela. Como é interpretou. Por isso que a gente busca três, às vezes, nesses assuntos mais delicados, três, quatro fontes diferentes pra você não ficar... pra gente informar melhor, né?

Bruno, eu queria saber como é que repercutiu aí na Europa e se é que repercutiu. O Gerson mandou o seguinte, eu vou ler algumas mensagens que estão aqui no chat, tá? E pessoal, vai deixando o like aí também pra gente, tá? Vamos bater mil, daqui a pouco tem a entrevistada especial e quando bater mil, o Hernan vai falar da questão do Lucas, tá? Como tá? E como Corinthians e São Paulo se preparam pro Clássico de Domingo. Corinthians ontem conheceu a sua primeira derrota depois da saída do Diniz. Aqui, ó, papo de rescisão de contrato, mandou o Gerson Sabino.

Então, aí como é que você rescinde com um cara desse tamanho? Como é que você rescinde o contrato do Neymar? Primeiro, o Santos deve. Do contrato. Segundo, o Neymar...

O pai do Neymar, e aí vamos lá, vamos colocar uma coisa à parte aqui. O Neymar e o pai, junto com o Santos, Marcelo Teixeira, melhoraram a estrutura do Santos. Não estou falando que tem que ser refém, o cara tem que fazer tudo que ele quiser lá dentro, porque está ajudando o clube de alguma maneira. Não, não estou falando isso. Mas estou falando que para chegar e rescindir o contrato...

É uma coisa assim, que tem que ser... Não precisa ser grave. Tem que ser muito grave. Não é descendir, né? Tem que ser muito grave. É. Digamos, o cara chegou, deu um murro no moleque, agrediu o moleque, quebrou os dentes, rasgou, sangrou. Isso é uma agressão que precisa ir na delegacia. Ali você faz BO e tal. E aí é um caso de polícia.

Mas não foi isso pelos relatos que a gente tem. E aí, para a rescisão de contrato, é uma análise muito mais delicada e criteriosa que tem que se fazer no caso do clube, onde tem um cara que é gigantesco dentro do clube. O Gustavo Teixeira mandou isso é normal, tem até no Interclasses. Aí, em Portugal, repercutiu de alguma maneira, Bruno?

repercutiu, mas eu vou além. Repercutiu muito mais na Espanha, repercutiu muito mais na França, enfim, dois países que conhecem muito bem o Neymar, enfim, jogou durante muito tempo campeão no Barcelona, jogou durante muito tempo campeão no PSG. O fato de envolver a figura Santos...

catapulta ainda mais essa notícia negativa e, não menos importante, o Robinho Júnior ser filho do Robinho, outra figura que passou pelo futebol espanhol. Então, começo por dizer sim em Portugal, Jornal à Bola, Jornal Record, que são os dois principais, repercutiram negativamente, mas olhe muito mais aqui para o país vizinho.

E tanto na Cataluña como em Madrid, a repercussão foi muito ruim. Primeiro que no As e no Marca, chamaram até ou disseram que o Neymar perdeu a cabeça. Como disse o Hernan, são algumas versões do que aconteceu, mas algo aconteceu. E o As compra a versão de que o Neymar perdeu a cabeça. Quando você olha para a França, onde o Neymar esteve pela última vez no futebol francês, não só o Le Equipe, que é o principal jornal esportivo do país, mas também o Le Parisien.

que é um jornal mais generalista, enfim, cobre tudo, sociedade, política, cultura e futebol, a manchete pela manhã no site e não na edição impressa era essa situação envolvendo o Neymar e o Robinhood Jr. Inclusive, e aí para fechar, na Itália, não sei se por questões de envolver Carlo Ancelotti ou não,

Na Itália, não só repercutiu a briga, o desentendimento, como já começaram, pelo menos ali alguns jornais, a colocarem como ponto decisivo, ou mais um ponto decisivo, para o Ancelotti não levar o Neymar para a Copa do Mundo. É mais um ponto negativo nesse pacote Neymar hoje, que não entrega dentro de campo, fora de campo, fisicamente ou não, mas essa situação não ajuda em nada a imagem do Neymar.

arranha também um pouco, querendo ou não, a imagem do Santos, porque o Santos há muito tempo que não é manchete aqui fora. O poderoso Santos, de Pelé, de Robinho, de Neymar, campeão do mundo, campeão da Libertadores, a última vez, pelo menos da minha experiência aqui, a gente escuta falar muito de Flamengo, de Palmeiras, enfim, os campeões do Brasil, os campeões da América do Sul. O Santos, apesar de gigante, de uma história gigante, é muito pouco repercutido na Europa atualmente, pelo menos nos últimos 10, 15, 20 anos.

Agora, quando volta a ser notícia, é notícia negativa por conta, então, desse desentendimento. Mas para fechar, sem querer monopolizar o tema, caiu muito, muito mal essa situação em vários países. Não foi somente aqui em Portugal. E eu estava conversando aqui agora com o Pedro e o Ivo Almeida sobre como isso caiu na seleção. E o Pedro mandou a mensagem que assim...

Não é isso, é um dos pontos, como o Bruno Andrade está falando, tá? Porque não é isso que vai fazer o Neymar entrar na lista ou sair da lista, porque a comissão técnica já tem uma visão de tudo que envolve o Neymar, da condição, da importância dele para o grupo. Então não é isso que vai definir, ó, Neymar está dentro ou Neymar está fora. E também não é esse caso, como o Hernando estava falando. Nesse momento existem muitas versões.

E ninguém sabe exatamente de fato o que aconteceu, porque não tem as imagens e tem versões e interpretações diferentes de quem acompanhou. E não é algo que vai fazer alguém da seleção ligar para o Santos também para querer saber o que aconteceu. E parece que eles já têm ali uma decisão e um pensamento muito claro sobre a presença ou não do Neymar, tá? Ali na lista que sai no dia 18, viu, Hernan? Sim, também nem poderia ser algo determinante, né? Não é?

Ah, teve o caso, por exemplo, você lembra? E aí foi um caso que teve a imagem, né? Em 2002, o caso do Djalminha, você lembra? Então, aí é televisionado. Televisionado e uma... Não, e ali uma agressão no treinador. Sim. A questão não é nem se é televisionado ou não, mas o nível da agressão. Sim, a quebra de hierarquia. Exatamente, e a agressão em si, né? Se é um chegar pra lá num treino ou se é de fato uma agressão, né?

É, eu me arrisco a dizer que acho que a CBF nem iria perguntar o que aconteceu. Isso, é isso aí. É o que o Pedro está falando. Acho que já está muito bem definido na cabeça da comissão técnica a questão do Neymar. Bom, então a gente vai seguir acompanhando essa história. O chat está de acordo com qual...

história. Neymar está certo, mandou aqui... Não, como está certo? Você nem sabe o que aconteceu, Tchê? Cadê o Tchê? Neymar está certo, ele nem sabe. E aí, o que vocês acharam, hein? O Santos rescinde porque está refém de um jogador e que deve mais, mandou o Pedro. Eu sou torcedor do Arsenal. Bruno, sabe sobre essa treta do Mbappé e o elenco não gostar dele no real? Não sei se tem isso, tem? Não estou sabendo disso, não. Ah, o chat está dividido. Aquele papinho especulação de sempre, né? É.

Coco Like, hein? É, vamos lá, vai, pessoal. Daqui a pouco tem a Rafaela Pimenta aqui com a gente. Mas o Neymar tá relacionado pro jogo. O jogo é amanhã, né? Amanhã é a nossa transmissão? Deixa eu ver aqui. O jogo, acho que não é amanhã, não. É amanhã. É amanhã, amanhã. Antes do Recoleta, é amanhã.

Deixa eu ver aqui o que a gente vai transmitir amanhã. Sim, a gente vai transmitir esse jogo, tá? Amanhã às nove e meia da noite, Recoleta e Santos. Às dezenove e antes tem o Galo, hein? Galo e Juventude, então amanhã tem rodada dupla de Sula aqui. Juventude que não é o Juventude de Caxias. Não, não, do Uruguai. Juventude do Uruguai. Juventude. Juventude. Aí na quarta tem o Rivadavia e Flu.

Jogo chatinho, hein? Precisa vencer de todo jeito. E ontem perdeu pro Colorado. Golaço do Bernabéi. Foi. E o Alejandro, hein? Tá fazendo gol, hein? Também. E o Alejandro voltou a marcar também. O Borreta no banco, hein? E na quarta tem o Cruzeiro também, contra a Universidade Católica. Lá no Chile. No Chile. E sabe que tem também na quinta? E é exclusivo o Flamengo, né? Independente de Medellín e Flamengo. Nossa, vai estourar, hein?

Na quinta tem São Paulo e o Higgins também. Um, dois, três, quatro, cinco. Tem três jogos, então, de Libertadores e quatro de Sul essa semana aqui. Boa. E sabe que vai ter domingo a decisão do Espanhol? Barça e Real. Vai ser quente, né? Pô, no Camp Nou. Você vai lá? Não?

Dá tempo ainda de mandar a equipe do Fala Fonte, não dá? Fala Fonte, habla Fonte. Dá tempo ainda. Por falar nisso em espanhol, Bruno Andradinho e Felipe Luiz, como é que tá, hein? Vai pegar uma vaga lá na Espanha ou não? Porque ele tava no Master de Madrid, não sei se vocês viram. Vive, vive. Tá sem som, viu, Bruno?

Estava mutado. Mas o Felipe Luiz estava acompanhando lá o... Estava mutado, perdão. O título do Ciner ontem contra o Sverev. Atropelou. Ciner fez cinco Masters mil seguidos, hein, Bruno Andrade?

Mas a grande questão aqui, primeiro que o Jorge Mendes, o representante português do Felipe Luiz, continua com a prioridade de colocá-lo no futebol inglês. E aqui é uma informação extra que eu, por acaso, nem partilhei no grupo, mas agora que comecei a falar do Felipe Luiz eu lembrei.

O staff, e aí não só o Jorge Mendes, as pessoas que trabalham com o Jorge Mendes, têm buscado formas de conseguir incluir o Felipe Luiz, ou seja, abrir uma exceção para o Felipe Luiz no futebol inglês, para que ele assine como treinador principal. Lembrando, ele até pode ser contratado por um clube inglês, mas não assina a súmula. E não assinando a súmula...

e ele participando como treinador efetivamente no gramado, ali na beira do campo, é multa atrás de multa. Em Portugal acontecia frequentemente, por exemplo, quando o Rubem Amorim, que depois foi para o United, estava em Portugal, ele não tinha a licença UEFA Pro, enfim, aquela que é a última para ser treinador na Europa, só que ainda assim ele assinava como auxiliar, ia para campo, gesticulava, falava, orientava e jogo após jogo ele era multado.

Só que as multas em Portugal, baixíssimas. As multas na Premier League, no Championship, são altíssimas. Então o staff do Felipe Luiz tem buscado formas, até formas legais, jurídicas, entrando em contato, inclusive, com a CBF, para ter a noção exata do tempo de trabalho que ele teve.

Quem sabe até tentar incluir o antes do Flamengo, que seja o sub-20, que seja dos treinos, para ter o número mais próximo possível dos três anos, que são os obrigatórios, uma grande liga, para ele ter a licença UEFA Pro, enfim, o ponto máximo para dirigir na Europa, especialmente no futebol inglês.

São duas frentes. Enquanto o Jorge Mendes tenta essa abertura, o Fenerbahce da Turquia, que já procurou o Felipe Luiz lá atrás, quando ele era ainda treinador do Flamengo, ele recusou a oferta. O Fenerbahce tem interesse na contratação do Felipe Luiz novamente, mas nada será feito. O que me explicaram da Turquia. Frequentemente eu converso com um empresário turco, que tem muito trânsito aberto, não só no Fenerbahce, mas nos três grandes do futebol da Turquia. Falam português fluentemente, inclusive.

Ele me explicou que agora em junho, começo de junho, primeira semana de junho, há uma eleição presidencial no Fenerbahce. O atual treinador não fica, é quase que um tampão. Então, o que ele me explicou e eu achei curioso foi, independentemente do vencedor da eleição, todos eles avaliam positivamente o Felipe Luiz. Então, assim que é determinado o novo presidente do Fenerbahce, Felipe Luiz seguramente será procurado. Agora é ver se vai ter tempo de sobra.

por Fenerbahçe fazer a proposta. Se por acaso o staff do Jorge Mendes não conseguir, ele é uma abertura de colocar o Felipe Luiz no futebol inglês. Mas certo é, futebol europeu, futebol do estrangeiro, o Felipe Luiz continua super decidido, não só ele, mas como seus representantes, que o Brasil, um novo trabalho no Brasil, é num futuro muito longínquo.

Então vamos ver se de repente ali na Turquia ele vira também, como o Bruno Andrade está trazendo para a gente, de novo essa procura. E na Turquia é mais fácil, tá? Na Turquia é mais fácil, não é necessária 100% a licença UEFA Pro, entendeu? Ele pode tranquilamente, até assinar mesmo como treinador, não tendo todas as licenças. O futebol turco é um pouco mais maleável, é mais receptível a esse tipo de situação.

Boa. O pessoal está perguntando aqui, o Hernan... Hermes? Hermes? Isso, Hermes. Notícias do Palmeiras e o... Tem um novo nome do estádio já, hein? Então, eu ia abrir aqui no ispn.com.br. Deixa eu abrir aqui, ó. Já tem um novo nome, hein? Está aqui, ó. Notícias está no ispn.com.br. No Bank Park ganha votação e é... Não, isso aqui não, peraí.

E é o novo nome da casa ao viver. 47%, Hernan. 47%. 47%, olha lá. A votação. Já está lá, né? Está lá, no ispn.com.br. Então, o anúncio foi feito hoje, tá? A votação foi até o último dia 30. Aqui, ó. 47% dos votos no Banque Arena e no Banque Parque eram os outros nomes. Foram 10 dias de votação. Só queria pegar aqui quantos...

Quantos votos tiveram? Votos totais? Votos totais. Eu vi aqui em algum lugar. Deixa eu ver. Deixa eu ver se eu acho aqui. Olha lá. Não sei se eu... Isso. Nubank Park. É sonoro, né? É sonoro, não é? Nubank Park. 500 mil votos. É, meio milhão de votos. Não, meio milhão de votos só de... Só de... Só pro Nubank Park. Nossa, bastante, hein? É. Só de Nubank, quase 45. Você gostou do nome?

Como é que fica agora? Estamos no Nubank Park? Eu preferia Park Nubank. Eu preferia.

Parque Nubank. Mas o Nubank Park é legal também. É a continuação, né? Eu acho que manter o parque era... Eu acho que manter o parque era legal. Porque se trata ali do Parque Antártica, que é um... Quase que um berço do esporte paulista, né? E nacional até, porque você tem vários eventos importantes do esporte brasileiro que, antes de Palmeiras e Palmeiras, que eram realizados ali no Parque Antártica. Sim. Então, acho que era legal manter o parque, assim, pela tradição.

E foi o que escolheram. No Bank Park. Eu ia falar o seguinte, o Nino jogou ontem. E o golaço do Luiz Henrique? Então, foi 3x1 contra o CSKA. 3x1 contra o CSKA. Mas o Zenit ainda está atrás do Krasnodar. Do Krasnodar? Krasnodar, no Russão.

É, e precisa haver essa questão do Barbosa agora também, né, Hernan? Quando é que chega? Então, a questão do Barbosa, eu mantenho aqui a informação que ele não está sendo relacionado, tá? Isso é importante a gente falar, o Botafogo não está relacionando o Barbosa.

O último jogo, alegaram que era pelo número de estrangeiros, né? Sim. E aí o Barbosa acabou ficando fora, mas obviamente essa negociação influencia muito porque ele está próximo de completar os 12 jogos. Então, é óbvio que há um interesse, há um acerto, como a gente vem falando, entre os dois clubes. A questão é ainda ajustes no contrato do jogador com o Palmeiras. Pelo que me dizem...

na academia de futebol, não são ajustes que possam fazer com que a história dê para trás, porque o próprio Botafogo, o próprio Textor, entende que tem que vender o jogador. É um fim de contrato, ele já poderia assinar um pré-contrato e o Botafogo está ganhando 20 milhões nessa parada. Então é uma situação que é um ajuste ainda, isso...

leva dias, não tem jeito. Muita gente, inclusive, cobrando por que não assinou ainda, por que não apresentou, por que não foi anunciado. É uma...

É uma situação burocrática que muitas vezes ela acaba se estendendo alguns dias. Vamos ver, essa semana vai ser uma semana que pode definir. Mas eu continuo assim, pode ser que amanhã tudo muda, uma negociação tudo muda. Enquanto não está assinado, tudo pode mudar. Mas há uma confiança muito grande dentro do Palmeiras de que, cara, está tudo certo. O acerto entre os clubes é total. Faltam duas rodadas para a final lá do Russo.

Sim, é. O Crasnodar tá um ponto lá frente do Zenit. É esse fim de semana de 9 e 10. E depois? E depois a fim de semana seguinte, que se eu não me engano é... 17. 17. É aí que acaba, vamos ver. É. Vamos ver. Duas rodadas, viu, Bruno? E enquanto isso, Bruno, o Estevam tá aqui no Brasil, né?

Todo o processo de recuperação, enfim, nós falamos várias vezes, foram colocados vários cenários em cima da mesa para ele. Ele tinha preferência por um, a CBF tinha preferência por outro, mas quem determinou, enfim, quem resolveu tudo com consentimento depois do próprio Estevam foi o Chelsea. O Chelsea foi muito rigoroso na forma de tratamento. Por exemplo, falamos na semana passada pela CBF.

Mesmo perdendo de vez o Estevam para a Copa do Mundo, a CBF, um pouco mais conservadora, tinha como noção a cirurgia. Faz logo a cirurgia, resolve isso, você fica fora da Copa do Mundo, mas você é jovem e na próxima você está dentro, se recupera, volta a jogar na Inglaterra e tudo mais. Só que não só o Estevam, mas também o Chelsea não queriam a cirurgia e ela não foi feita e ela não será feita. Então coube esse acerto entre clubes, Chelsea e Palmeiras com consentimento do Estevam.

Pouco tempo atrás foi o Gabriel Jesus que esteve no Brasil treinando, tratando, enfim. Esses jogadores são abraçados ali dentro e eu sei que vocês, o Hernan, tem conhecimento claro daquilo que é a relação de jogadores formados na academia de futebol, a relação que eles mantêm com o Palmeiras, com os funcionários, departamento médico, departamento de futebol.

Mas ainda assim é muito difícil, viu? Por mais que esteja agora com o Palmeiras ajudando, com um funcionário, no caso uma funcionária específica da Inglaterra, do Chelsea participando, enfim, outros fisioterapeutas particulares, profissionais particulares do Estevam participando desse tratamento, dessa corrida contra o tempo.

não fazendo um trabalho menos convencional, se for só no tratamento conservador, a minha informação continua sendo. É praticamente impossível o Estevam convocado, pelo menos entre os 26, né? Ele até pode surgir na lista de 50, só que na semana seguinte, dia 18, o antelote acaba por cortá-lo. É a minha visão em cima das visões, interpretações de quem está compreendo dia a dia esse caso, infelizmente, envolvendo a lesão do Estevam. É, essa corrida aí contra o tempo. É, quem desenhou...

Importante a gente falar que quem desenhou toda essa recuperação do Estevam foi o Chelsea, mesmo ela sendo feita aqui no Brasil. O que o Palmeiras faz? O Palmeiras coloca um profissional para acompanhar a recuperação do Estevam e coloca à disposição todo o aparelho, todo o núcleo de saúde e performance para o Estevam conseguir fazer, cumprir esse cronograma que foi desenhado pelo Chelsea. É herme, é herme, é herme, é herme, é herme, é herme, é herme, é herme, é herme, herme, herme, herme, herme, É herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, É herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme, herme,

Como o Bruno disse, existe uma pessoa, um profissional do Chelsea que está acompanhando tudo, está aqui no Brasil com ele, acompanhando já todos esses passos. E essa recuperação toda do Estevão até a lista final da Copa do Mundo, não vai ser na academia de futebol. A academia de futebol vai ser uma parte.

É importante dizer também que o Estevam depois vai cumprir uma outra etapa da recuperação num outro lugar. Seja esse processo mais avançado, que o Bruno trouxe a informação lá no Catar, ou se for esse conservador, já em outro lugar também, mas aí a Copa do Mundo já vai ser...

uma outra história, né? Porque o processo conservador, ele praticamente tira o Estevão da Copa. Mas nesse processo, o Palmeiras aceitou o desenho que foi feito pelo Chelsea, colocou à disposição pela história que ele tem com o Chelsea. Aliás, já desde o começo dessa história, dessa lesão, sem antes saber qual seria a estratégia da recuperação do Estevão, o Palmeiras já tinha colocado a presente Leila.

já tinha colocado o Palmeiras e a estrutura toda do Palmeiras à disposição do Estevão. Os empresários do Estevão, o próprio André Cury e os outros que trabalham, a família do Estevão, todos eles foram contactados e falaram, olha, o Palmeiras está de portas abertas para o Estevão aqui com toda a estrutura que tem. Beleza? Aí o Chelsea desenhou, mandou uma pessoa aqui, o Estevão está lá, está feliz de estar aqui de volta, de rever os companheiros. Acho que tem também uma questão muito importante.

que é a questão anímica, que é aquela coisa do cara voltar para um lugar onde ele sempre foi muito querido. Ah, como foi o Gabriel Jesus, né? É, isso faz total diferença. Estar perto da família, recentemente o Estevam teve uma perda importante na família, que foi a avó. Então, estar perto da família, estar perto de um ambiente onde ele tem amigos e tal, é muito importante. E outra, é o clima também, né? Aquela coisa do clima do Brasil, da comida brasileira. E tudo isso traz...

conforto para o jogador num momento difícil de recuperação. Mas é uma parte da recuperação que vai ser cumprida no núcleo de saúde e performance da Academia do Palmeiras. Ernesto, aí teve a volta do Paulinho também, né? Chegou alguns minutos, então o processo concluído com bastante calma, mas acho que foi positivo o retorno dele também.

A avaliação do Palmeiras foi super positiva da volta do Paulinho. O Paulinho quase fez um gol, né? Aliás, um golaço que ele ia fazer, chicotada que ele dá na bola. Foram poucos minutos e acho que faz parte do processo de evolução.

Então o Palmeiras entendeu que segurá-lo desde o jogo da Copa do Brasil foi importante, tirá-lo do jogo da Libertadores, segurá-lo naquela carga que ele estava tendo para poder jogar o Clássico. O Clássico estava pegado, o Palmeiras estava precisando fazer o resultado, então foi tudo meio que calculado ali para se ter uma primeira resposta. E essa primeira resposta foi positiva.

não só os médicos, fisioterapeutas preparação física a comissão técnica gostou do resultado do Paulinho e a tendência é que ele seja relacionado pro jogo da Libertadores no meio da semana é, já é amanhã, né? Amanhã à noite é amanhã, terça-feira? É amanhã amanhã à noite e aí é partida importante porque é um confronto direto direto pra liderança do grupo porque o Sporting Cristal hoje tá na liderança

É o esporte em cristal na liderança. Esporte em cristal, é. Então o Palmeiras precisa agora vencer lá. Quer dizer, precisa vencer nessa disputa pela liderança. Claro, é confronto direto. É o que acontece com o Cruzeiro. Vencer em casa é a lição de casa, vamos dizer assim.

quando você joga no teu país. Não tem jeito. Você quer classificar na Libertadores, você tem que ganhar em casa. E o Cruzeiro dançou contra o Chile, o time do Chile, a Universidade de Chile. Universidade Católica, perdão. Então o Palmeiras entende que não é o fim do mundo, tá? Para a comissão técnica. E aí eu falo muito do que acontece da porta da academia para fora.

que é aquela histeria, que é o torcedor maluco, que é a rede social, que é o pessoal que grita e tal. O empate na Libertadores fora de casa, no campo difícil contra o Serro, foi visto como um resultado que, obviamente, deixou todo mundo sinal alerta, porque o Palmeiras em outras ocasiões foi lá e venceu. Mas, dadas as circunstâncias do jogo...

Foi um resultado que o Palmeiras buscou muito mais a vitória do que se segurou no empate. Principalmente no primeiro tempo. No final do jogo, o goleiro fez umas defesas milagrosas lá e tal. E contra o Santos, mexeu na equipe e aí o desempenho não foi bom no primeiro tempo, principalmente. O primeiro tempo foi abaixo. Foi bem abaixo. A análise interna também é que poderia ter sido muito melhor. As mudanças não deram certo, porque não deram, né?

As mudanças, o que foi imaginado para o jogo, não surtiu efeito. E aí o que colaborou com essa...

tranquilidade que se deu ao Palmeiras no Brasileiro, foi o Vasco ter empatado com o Flamengo e aí ficou a mesma diferença. Eu acho que duas coisas diminuíram, não sei se pressão, mas pelo menos as críticas. Duas coisas diminuíram as críticas, isso é fato.

Primeiro, teve o gol anulado no finalzinho do jogo. Então, para quem estava no estádio, foi aquela frustração, sabe? Mais de, pô, foi um problema da arbitragem. E tinha que ser anulado mesmo. Então, acho que isso tirou um pouco o peso do, olha, o time tentou, tal, apesar da atuação ruim, quase virou o jogo, não virou por um detalhe ali, e um gol que foi bem anulado. Então, acho que isso tirou um pouco o peso da crítica. E claro que depois, quando o Vasco empata o jogo também, aí diminuiu o peso.

É, porque você fica com aquela diferença de cinco, né? Não, e acho que o torcedor percebe que tá difícil pra todo mundo. Ó, o Corinthians, que tá todo mundo falando, ah, sensação, é o Corinthians e tal, não sei o quê, pá, pá, pá, pá, sete jogos, não tomou gol, primeira derrota do Diniz, pau.

Perdeu. São Paulo contra o Bahia no último minuto, lá toma um gol de empate. Isso. Então, assim, não é... O Fluminense. O Fluminense, muita gente ficou falando. O Fluminense joga o melhor futebol do país.

A gente falou. A gente, eu digo... Sim, sim, sim. A mídia jogou pra... Não, em determinado momento, tava jogando bem mesmo. Jogando bem. Mereceu esse elogio. Mereceu. Isso. Lógico que mereceu. Zubildia faz um bom trabalho. Tava fazendo um bom trabalho ou vinha fazendo um bom trabalho.

A questão toda é que, assim, tudo muda muito rápido de uma semana pra outra. Muda. Se o Flamengo tivesse goleado o Vasco, com o Ancelotti vendo lá o Pedro e tal, e tivesse diminuído a tabela aí que a gente tá vendo agora, hoje a gente já tá vendo muita crítica, entendeu? Sim. Muita crítica do torcedor do Palmeiras. Porque aí, eu tava até conversando com os Zupakis ontem, viu, Bruno?

Hoje, por conta até do pessoal que faz bons trabalhos também, às vezes na mídia segmentada, às vezes o torcedor só consome o conteúdo do time dele. Então ele acha que é só o técnico do time dele que está, por exemplo, reclamando do calendário, ou ele acha que é só o time dele que sofre com contusões. E ele muitas vezes, não quem está aqui na ESPN com a gente, no Fala Fonte e nos outros programas, porque aí assiste e consegue consumir o conteúdo de todos os clubes.

Mas às vezes o torcedor fica preso só no seu e ele acha que é só o seu time que está com problema de cansaço, ou que é desculpa do treinador, ou que é só o seu time que tem problemas com contusões, e de fato é puxado e é pesado para todo mundo. E todos os times estão sofrendo com isso. Bruno, você quer um exemplo? Eu fui lá no jogo, Hernan, no clássico, profissionalmente.

E aí eu saí e encontrei um amigo meu. Sim. E o meu amigo estava bravo. Tem nome esse amigo? Tem, mas eu não sei se eu posso revelar. Tá bom. Mas ele estava bravo e querendo a cabeça do Abel. Já? Já. Não, e mais, ele queria que fosse mandado embora depois do Campeonato Brasileiro de 23. Eu fiquei imaginando, imagina o Palmeiras virar de um 0-3 para 4-3 e alguém mandar embora o Abel.

Mas esse seu amigo é aquele que queria o Rogério Senna no lugar dele? Não, não. Não? Não. Mas aí eu quero chegar no seguinte ponto. Aí o cara falou assim pra mim, o meu amigo falou assim. Pô, e o pior é que perdeu o Arthur Jorge pro Cruzeiro, que é um excelente treinador. Não perdeu. Não, então, que é um excelente treinador. Aí eu pensei assim, será que esse meu amigo sabe que o Arthur Jorge foi goleado pelo São Paulo, perdeu uma partida em casa na Libertadores pra Universidade Católica?

Ganhou na bacia das almas contra o Boca. E horas depois, levou uma baita de uma trombada do Atlético. Que estava despedaçando. Então eu estou falando isso. Não que ele seja um treinador. Não é que ele é um treinador excelente, mas é difícil para todo mundo. Sim.

Imagina se essa sequência de resultados acontecesse, por exemplo, com o Abel, o que esse meu amigo vai estar falando? Nossa, fim do mundo. Não que o time não precise evoluir, essa é outra história que a análise precisa ser feita. Mas assim, qual é o time no mundo que ganha todas? Você entra em campo e fala assim, esses caras jogam bem, se matam, ganham todos os campeonatos. O Bayern e olhe lá. Nem o Bayern, né? O Bayern pode ficar fora essa semana. Pode ficar fora, então.

Como o Real Madrid não vai ganhar nada esse ano e não ganhou nada no passado. O Real Madrid não ganhou nada no passado e não vai ganhar nada esse ano. Quanto tempo o City ficou sem ganhar nada aí? Seguraram o Guardiola, mexeram no elenco. É verdade.

E o Liverpool? Quanto tempo faz que o Liverpool não ganha nada? O Arsenal, coitado. Ah, então. O Arsenal mais ainda. Aliás, por falar em Liverpool, eu falei mais cedo na abertura da live que a nossa convidada, Rafaela Pimenta, é empresária do Alland, ela também é empresária do Arn Slott, técnico do Liverpool. Ou seja...

Temos aí grandes curiosidades para logo mais. Não é agora, é mais para frente, mas enfim, temos muitos temas pela frente. A gente já entra nesse assunto aí também, tá? A gente vai falar do Lucas agora?

Lucas Moura? É. Ô, Bruno. Ô, Bruno. Antes de Lucas, posso só dar uma passadinha aqui em outros dois jogadores de seleção? Falamos do Estevão, né? Lesionado, praticamente fora da Copa. Enfim. Então, peraí, Bruno. Na sexta-feira trouxemos duas informações. Bruno. Claro. Força, força, força. Só pedir pro pessoal deixar o like. Tá muito fraco esse like aí, galera. Porra. Pra gente chegar no meio e falar do Lucas, então.

Tá, vamos lá, vai. Deixa o like aí quem tá chegando agora. E o pessoal pedindo pra gente falar do Corinthians, podemos falar também, tá? Ó, o Diniz foi denunciado pelo STJ. Deixa eu ver o que tá na súmula, né? Precisa ver o que tá na súmula. Então, ele chamou o cara de cabeção, mascarado. Eu vi. O Candan San, né? Mas foi pra súmula? Pega a súmula aí, Fabrício.

Porque precisa ver o que está na súmula, o que está no documento ali. Senão vira aquela loucura que é o que a gente está falando. Vira da dublagem lá. Dublagem como aconteceu com o Abel. Mas o Abel estava na súmula. O Abel estava na súmula... Do Daronco. Daronco Palmeiras-São Paulo. Sim. Não foi? Sim. Saber o que está na súmula. Vamos lá, Bruno.

Não, só para reforçar e complementar, não só reforçar o que a gente trouxe na sexta-feira em relação a outros dois jogadores de ataque que voltam de lesão ou voltaram de lesão e cumpriram exatamente o cronograma que a gente deu em primeira mão no Fala Fonte.

O Matheus Cunha, que ainda está ali com um probleminha nos adutores, ele voltou contra o Liverpool, aliás, marcou, fez o primeiro gol da vitória do United 3x2 contra o Liverpool. Essa vitória garantiu novamente o United numa edição de Liga dos Campeões e por conta desse objetivo garantido.

E até por uma questão de gestão, com total consentimento e conhecimento e também análise feita em conjunto com a CBF, o Matheus Cunha fica fora dos próximos jogos oficiais do United no resto da temporada. Ainda restam três jornadas, três rodadas da Premier League. O Matheus Cunha, até para poupá-lo pensando já em Copa do Mundo, ele segue esse cronograma. Será poupado nos três últimos jogos. Voltou contra o Liverpool, para agora novamente, mas só por precaução.

só para garantir que ele estará 100% na Copa do Mundo. E o Rafinha, conforme falamos também, foi para o banco contra o Osasunha, fim de semana, o Barça venceu 2x1, não jogou, a expectativa era só jogar se fosse necessário, não foi necessário, porque ele volta, aí sim, contra o Real Madrid, e olha só quem diria, o destino, se o Barça vence no Camp Nou, o Real Madrid com o Rafinha em campo, o Barça é campeão espanhol.

Vai ser campeão espanhol, independentemente do resultado. Só uma hecatombe, como diz André Hernan, para tirar o título do Barça. Mas é isso, o Rafinha também cumpriu esse cronograma. Ficou na reserva, vai ser titular e também será um dos 26 convocados pelo Antelote. E o Matheus Cunha fez gol ontem também, no jogo contra o Liverpool. O Cunha, né? Logo no comecinho do jogo. O Hernan, vamos falar do Lucas? Tem novidade? Vamos. Acabou agora a cirurgia. Opa! Tempo real.

Vou até ler aqui a mensagem que a fonte me mandou, que está lá com ele. Vamos lá, vou pegar aqui. Acabou, ela tinha começado às 9h30 da manhã. Aí acabou, foi tudo bem. Agora é descansar e recuperar. Então, foi a cirurgia para a correção da lesão, porque ele teve uma ruptura total do tendão de Aquiles.

da perna direita. E essa é uma das piores lesões que um atleta pode ter. Não é uma lesão que necessariamente é por causa de trauma ou pancada. No caso do Lucas, foi um arranque. Quando ele dá o arranque, ele é um jogador de velocidade, ele é um jogador de explosão e tal. Quando ele dá o arranque, ele tenta cruzar a bola e aí tem o contato ali com...

com a grama ali, com o solo, né? E aí ele acaba sentindo essa dor. Então é uma dor muito profunda, ele tira a chuteira na hora. Tanto que até o Léo, goleiro da Chape, vai lá tentar acudir ele. E ele sai ajudado pelo Matheus Doria, que estava no banco, e pelo filoterapeuta, que acho que é o Igor, que está ali junto com ele.

vem da calça chuteiro lá a calça chuteiro volta, mas aí a dor é insuportável a dor é insuportável tipo assim, era algo que ele pisa e fala, não dá mais, acabou, acabou não dá, tem que sair e aí o desespero do Lucas maior foi quando ele não consegue sair do campo sair do campo andando

porque ele está ali na beira do campo e a torcida está ali muito próxima. Quem é aquele? O Ferreirinha, né? Chega o Ferreirinha, já chama a maca ali. Acho que é uma situação que até os outros companheiros vão lá dar um apoio ao Lucas, moral, porque ali ele já começa a chorar. E quando ele vai para o vestiário, o fato dele não conseguir caminhar, foi uma tristeza muito grande para quem estava no vestiário depois e viu o Lucas lá.

O fato de ele não conseguir sair caminhando até o vestiário foi assim, para ele é algo assim, tipo, sentir já que era grave, mas o negócio é muito grave.

Então, o vestiário pós-jogo foi muito pesado, o clima era muito pesado. Essa é a imagem que eu estou falando para vocês. Ali é o Dória que vai ajudar e aí é o Igor, o fisioterapeuta do São Paulo, que tenta... Ali, eles estão caminhando normal, só que aí ele começa a sentir uma dor insuportável. Aí o Dória e o Igor tem que carregar ele até o vestiário. Essa cena para o Lucas, saindo do estádio, a torcida mesmo aplaudindo ele, foi uma cena que ele falou, cara, o que aconteceu comigo?

Então assim, ele se sentiu muito mal, muito mal. E aí a família vê essas imagens, aí o cara pega o celular já no vestiário, já tem um monte de mensagem de irmão, de esposa, da Larissa, amigos próximos, todos muito preocupados.

Então, assim, foi algo que é muito difícil e aí direto ele foi para o Einstein, fez os exames, os exames só comprovaram que já era suspeito, que já era quase certo pela dor que ele estava sentindo, a ruptura total do tendão. Fez a cirurgia, foi tudo bem, agora é recuperar e essa temporada dificilmente a gente vai ver o Lucas com a camisa de São Paulo.

É, porque no ano passado ele sofreu aquela contusão na semifinal do Campeonato Paulista e aquela lesão afastou quase que durante toda a temporada. Do vai e volta, na cápsula do joelho. De ele ter batido ali no momento em que caiu no chão. Depois ele sofreu recentemente aquela na costela. A fratura nas duas costelas. Isso. Quando ele volta. E estava voltando agora, né?

Ih, estava voltando agora. Ele estava tendo boas atuações, aí ele tem uma outra lesão no Paulista, né? Desse ano, não lembro. Ele teve uma sequência no Paulista, ele para...

É uma sequência que até a gente fazer uma linha do tempo, você vê que faz quase um ano e meio que ele está parado. É muito tempo. É muito tempo. A gente está no mês 5. A gente entrou no mês 5. Essa cirurgia, o tempo de recuperação, tem muita gente que fala que é um ano. Mas vamos colocar aí nove meses.

Então, assim, ele tem mais seis, sete meses de contrato, teoricamente, com o São Paulo. Até o final desse ano? Até o final desse ano. Então, é uma situação que, obviamente, ninguém no São Paulo está pensando nisso agora. Ninguém no São Paulo está pensando em rescisão, porque ele é um dos maiores salários. O São Paulo está apenas preocupado com o lado humano do jogador, a recuperação e, principalmente, o bem-estar do atleta. Como aconteceu inicialmente com a questão do Oscar?

como aconteceu com a questão do Oscar. Então, assim, ninguém vai falar agora, nesse momento, em rescisão ou não pagar salário. Assim, fica uma histeria na rede social e até fiquei ontem incomodado com muito comentário do tipo.

tem que aposentar. Já deu pro Lucas. Pô, esse cara aí, ele tá só ganhando dinheiro do São Paulo e vive machucado. Então, assim, ninguém escolhe estar machucado. Até porque, desculpa interromper, o seguro cobre também. Eu não sei como é no Brasil, mas na Europa, lesões graves, o seguro cobre. Então, não tem essa de não cogitar, né? O torcedor tem que entender muitas vezes...

Lesão grave assim, não é o São Paulo que vai tirar do gol. Jogador grande, profissional de altura, alto nível. Tem seguro por trás, quem vai cobrir o salário do Lucas é o seguro.

Claro, e outra coisa, né? Ninguém, eu entendo quando o torcedor escreve, como o pessoal escreve aqui no chat, mas, gente, ninguém tem o direito de definir se alguém, se algum profissional de qualquer área deve ou não se aposentar. É uma decisão particular ali do jogador. E outra, tem contrato, o contrato está assinado, o contrato tem que ser cumprido. E outra coisa, né, ainda mais do Lucas, que é um cara extremamente profissional.

O contrato do Lucas não é um contrato de produtividade, que ele tem que entregar dentro de campo para poder receber ou para poder ter validade.

O contrato do Lucas é válido até o fim de 2026. Então, assim, tem um contrato a ser cumprido e o São Paulo vai arcar com esse contrato, independentemente do cara estar machucado. Ninguém, aí eu deixar bem claro para a galera da internet...

que é do clube do ódio, da raivinha, ninguém escolhe estar machucado. Claro. Ninguém pede para se lesionar. Você acha que o Lucas vai querer ficar machucado e ir recebendo o salário que ele recebe? Não, mas... E ir para ficar de boa? Então, mas além disso... Você acha que a família, os filhos e tal? Às vezes tem atleta que às vezes negligencia algumas coisas. Não é o caso do Lucas. Muito pelo contrário. É extremamente profissional e dedicado, não é isso?

É, assim, o Lucas é o tipo do cara que, por exemplo, nessa fratura, ele não deixou nenhum dia na...

no treino, na fisioterapia. Não, e eu não tô falando que, ah, deixou dia ou porque ele não queria ir ou porque podia faltar. Não tem, não, não é isso. Tem os dias também que o cara faz algum trabalho em casa e ganha uma falta. Não, ele foi todo dia. Todo dia tratar. Recuperar o mais rápido possível. Pra estar bem fisicamente. Ah, e outra. Lesão, pô, aconteceu ontem à tarde. À noite, vem pra São Paulo. Faz os exames. Hoje de manhã, a partir das nove e meia da manhã, já nem entra na sala de cirurgia. Quer dizer, tem até um pré-operatório.

Você acha que o cara pensou se vai continuar jogando ou não? O Lucas, ele... Dá nem tempo disso. Ele foi... Ele saiu de Bragança, teve o trânsito da volta do feriado. Tem isso ainda, é verdade. Aí ele foi pro hospital, saiu do hospital uma e meia da manhã, foi dormir às três e já tava no centro cirúrgico às sete e meia. Porque tem toda uma preparação pra você operar. Então assim, o cara praticamente não dormiu.

pra fazer a cirurgia e começar logo essa recuperação. Exatamente. E também outra coisa que me incomoda é assim, tipo, ah, vocês estão falando de um cara que ganha milhões e tal, é milionário e tal. Teve até um comentário de um cara que eu rebati na página do São Paulo mesmo, falou assim, ah, é ruim é o cara que pega ônibus três da manhã e ganha o salário mínimo.

A gente não está comparando isso. A gente não está aqui falando. Primeiro que a gente está trazendo informação. É o bastidor, é como se a gente estivesse lá dentro, participando de tudo que a gente está com as fontes que a gente tem. Mas segundo é que, cara, pega muito na família. Quem conhece o Lucas sabe o envolvimento da família em relação ao São Paulo, em relação à carreira do Lucas.

Os vídeos que a esposa grava, os vídeos que ele mesmo grava. Então, assim, é uma dor que para a família é muito grande. E, obviamente, para o Lucas, que é um cara que é São Paulino. Além de tudo, ele é um São Paulino desde criança. Imagina, vamos colocar aqui, chega a ser um acordo no final do ano e ele não fica. É o último jogo dele, é a última aparição dele com a camisa do São Paulo.

Então assim, não é uma coisa simples, não é uma, ai, mais uma lesãozinha. Outra coisa clubista que acontece na rede social, que eu vi um monte de gente colocando lá no Twitter, ai, o sintético, nossa, esse sintético, não é, não tem nada a ver com sintético, a opinião dele, com sintético não tem nada a ver com ele ter...

se quebrado e tendo que ficar um ano fora. As pessoas precisam parar de ser maldosas. Uma coisa é, ainda mais o Lucas, que é um cara que ele, e aí a opinião dele, ser contrário ao sintético, mas nos jogos importantes do sintético ele foi jogar. É, foi. Ele não deixou de jogar.

Não deixou de jogar. Isso aí é mais uma... Até o jogo do Galo, lá onde ele quebra a costela, era um jogo que, teoricamente, onde... E assim, eu trouxe a informação aqui, mas eu ouvi da boca do Lucas. Ah, vai ter jogo e jogo. Vamos ver.

E era um jogo que ele não poderia... Que ele não... De repente, nem era necessidade. Não era um jogo decisivo. Não era. Como foi a semifinal do Paulista que ele jogou, né? Jogou. A semifinal do Paulista em Barueri. Jogou quase que todo. Exato, então. Então, é isso. Ele tem a opinião dele, mas ele sempre teve ali a disposição também pra jogar. E o São Paulo oficializa. Aqui a gente já trouxe a informação, mas o São Paulo agora oficializa a cirurgia dele. Enfim, que foi tudo bem e tal.

ele vai fazer 34 anos agora em agosto, né? Deixa eu confirmar se é isso, é 34 ou isso? E aí na metade do ano que vem ele faria 35, é em agosto. Então agora nesse período de recuperação ele bate 34, o contrato dele com o São Paulo vai até o final do ano, então vamos ver aí qual vai ser depois que ele tiver recuperado. Mas assim, é fato que esse ano ele não volta, né, Hernan?

Isso já é fato, né? É difícil imaginar. É. Muito difícil imaginar. É o fato que esse... Ah, olha lá. Então a gente já informou aqui no Fala Fonte. Agora o São Paulo confirma então. A Almeida passou por cirurgia.

da manhã desta segunda-feira, para a correção da ruptura completa no tendão calcânio da perna direita. O procedimento foi conduzido pela equipe do Moisés Coen, doutor Moisés Coen. É, que já cuidou da cápsula do joelho dele naquela situação toda de cirurgia e tratamento do ano passado, quando ele quase não jogou.

Vai ter alta então amanhã e permanecer em repouso domiciliar nos primeiros dias de reabilitação antes de iniciar a fisioterapia lá no clube. Ainda chama Refis ou, Hernan? É o Refis Plus. Refis Plus.

Lá no Super CT, então, aqui na Barra Funda, tá? Lucas, não tem culpa alguma da lesão. Sabemos que é um grande profissional. Mas eu tenho certeza que se fosse o Memphis, não teria essa defesa assim, chamariam de prejuízo, mandou. Por quê? Acho que, cara, quando um jogador assim se contunde, a gente lamenta de qualquer maneira, né? Claro. Como aconteceu o caso na semana passada do Arrascaeta, e todo mundo lamentou.

A maneira como o jogador ainda, no caso do Arrascaeta, que compromete, pode comprometer a participação dele na Copa, como foi o caso do Estevam que a gente está falando aqui, né? Eu acho que nunca é legal a gente noticiar esse tipo de coisa, né? Josiele Freitas está aqui com a gente também, tá? Já temos a nossa convidada?

Estou vendo no Disney Plus, mandou o Gabriel Colombo, e vim aqui no YouTube só para deixar o like. Obrigado, viu, Gabriel? Então, quem está chegando agora, deixa o like aí também, porque temos o Bruno Andrade, a nossa convidada. O Bruno Andrade acionou os contatos dele, trouxe para a gente uma das pessoas mais... Opa, estou saindo, estou voltando, estou voltando. Hein, Bruno? É, sem dúvida, uma das pessoas mais influentes no mercado do futebol mundial, hein, Bruno?

Sem dúvida alguma. Então, desde já, boa tarde, Rafaela. Obrigado pela presença no nosso Fala Fonte. Logo hoje, com um novo horário, nova dinâmica, obrigado pela participação. E, aliás, a sua participação vai muito ao encontro de uma pergunta que eu sempre tive vontade de fazer para você, que é a seguinte, juntando você com outros grandes nomes do mercado de transferências no futebol mundial.

Por exemplo, você, Jorge Mendes, Piniz Arravi, Kiyo Jorabishian, Juliano Bertolucci, enfim. Por que o agente de futebol, especialmente os mais influentes, aparecem muito pouco, falam muito pouco, muitas vezes nem sequer tem rede social ou rede social fechada, inclusive você...

Nos últimos anos teve uma mudança, né? Há pouco tempo você era mais escondida, agora você aparece mais. Queria que você explicasse esse misto aí de mudança de perfil em relação à publicidade, enfim, imagem. Tudo bom, gente? Obrigada pelas palavras, viu? Super gentis. Eu acho o seguinte, o nosso papel é fazer um backstage. A gente não é o centro das atenções, não temos que ser. A gente tem que trabalhar por trás, quem tem que brilhar o jogador, quem tem que aparecer ele, então a gente não tem nada que ficar falando muito, não.

Bruno, entre os clientes ou a cartela da Rafaela, são grandes estrelas do futebol mundial, hein, Bruno?

É isso, já passou muita gente grande, continua com gente grande, os dois nomes mais pesados, evidentemente, o Haaland e o Aron Slott. E até em relação ao Haaland, o Rafaela, evidentemente que eu sempre também quis tentar entender um pouco mais o perfil Haaland rapidamente numa visão Rafaela Pimenta. Muitas vezes quando a gente entrevista jogadores de futebol, a gente pergunta o que esse jogador bebeu.

de outros jogadores ou de outros treinadores. E a minha pergunta vai diretamente para você. O que a Rafaela Pimenta incutiu no Haaland em relação não só a futebol, mas personalidade? O que o Haaland tem de brasileiro ou especialmente o que o Haaland tem de Rafaela Pimenta?

Eu acho que de brasileiro ele tem muito, mas ele teria de qualquer modo, é o jeito dele, ele é muito parecido conosco, na minha opinião, no jeito de ser, muito informal, muito à vontade, muito tranquilo, muito low profile, não gosta de aparecer, não gosta de bobagem, gosta de brincar aí das coisas que importam, o futebol, o futebol para ele é a brincadeira mais séria que pode ter.

A gente se dá muito bem, a gente curte os momentos juntos, eu acho que nós temos muita coisa em comum, temos alguns hábitos divertidos, às vezes para quebrar um pouco o peso do que é esse trabalho, que eu acho que muitas vezes o pessoal tem uma impressão que o trabalho do jogador de futebol é mais fácil do que ele é. Eu costumo dizer que jogador de futebol de alta performance, ele tem que ser muito inteligente, então tem que subestimar a inteligência de quem está no topo da pirâmide.

ele tem que ser muito dedicado, ele tem que ser muito consistente e ele tem que pensar nisso 24 por 24. E eu acho que às vezes a gente não enxerga, a gente enxerga o dia do jogo, a gente esquece toda a batalha que tem por trás, aquele jogar com dor, aquele se recuperar o quanto antes de uma lesão, que deveria tomar mais tempo, mas que a gente tem o tempo x, porque a gente tem que jogar a Copa do Mundo, aquele desafio do próximo jogo, porque o jogo que passou já não significa mais nada, isso tudo é muito sério, isso tudo é muito pesado.

Então, eu acho que também o nosso papel é trazer um pouco da brincadeira e de vez em quando, quando a coisa está muito pesada, a gente brincar de concorrer num leilão de bolsa e ver quem vai comprar a bolsa primeiro. E às vezes essa brincadeirinha, essa quebradinha do ritmo, faz uma leveza para o dia que o dia não tinha. Agora, acima de tudo, o que a gente tenta fazer, que a gente vem tentando fazer há alguns anos, é fazer o jogador entender.

que ele representa alguma coisa. Ele representa não só a camisa que ele veste, mas ele é um exemplo, ele é uma plataforma. Hoje o jogador fala com um público muito grande, um público muito jovem, no mundo que está precisando de exemplo. E se o jogador dá o exemplo certo e faz as coisas certas, apesar de ter sucesso, apesar de ter dinheiro, apesar de ter poder, ainda escolhe ser um cara honesto, ser um cara sério, ser um cara de valor.

eu acho que isso pode ser importante para as gerações que estão vindo. E se eu puder deixar algum recado para algum jogador que trabalha conosco, acima de tudo é isso, use sua plataforma, faz com que valha a pena, também para os outros aquilo que foi dado a você, que eu acho que é o maior presente que você pode dar para essa galera.

Eu ia até, tinha essa curiosidade, Rafaela, qual é assim, o quão frequente é o seu contato com esses grandes jogadores, né? Com os jogadores que você agencia e qual é o trabalho? Porque assim, para o torcedor, muitas vezes ele acha que o empresário, ele só está envolvido na negociação.

Ah, então quando estiver acabando um contrato, ou esse empresário vai negociar o contrato ou encontrar um outro clube. Esse contato, além dessa parte da negociação, então com o que mais você trabalha e com qual frequência você mantém o diálogo com eles?

Olha, quando eu comecei esse trabalho, a gente brincava que o período de transferência, ele tem dois meses, a gente trabalhava aqueles dois meses, o futebol não se antecipava, então ninguém falava de uma transferência seis meses antes, e quando acabava a janela de transferência, opa, estou de férias. A gente ia de férias e o nosso contato com o jogador era viver um jogo, de vez em quando bater um papo, jantar.

Eu acho que muito, não só porque hoje o jogador tem atividade em campo, mas também a fora campo, atividade fora campo também precisa de uma administração, também precisa de pensamento para ela funcionar e para ela valer a pena, para ela não se tornar, na verdade, um mal na carreira do jogador. Então, a gente tem atividades que são 360 e para...

participar dessas atividades, para a gente poder estar orientando, aconselhando, sugerindo, que palavra você quiser usar junto aos nossos clientes, o contato é todo dia, a gente se fala toda hora, a gente às vezes se fala o dia inteiro, às vezes a gente se vê uma vez por semana, às vezes a gente passa dois dias sem se falar, mas o que eu acho é que...

É muito difícil você realmente poder representar alguém, entender o que essa pessoa pode fazer e aonde você pode ser um valor agregado se você não estiver frequentemente com essa pessoa. Então, o nosso contato, ele é direto. Eu acho que ele é muito interessante por isso. Ela se torna uma relação que vai além.

daquilo que são as pessoas, para uma relação que vai contar a sua família, o que está acontecendo na sua vida, o que você tem comido, o que você tem visto interessante. Mas, além de tudo, eu acredito que o nosso trabalho é um trabalho que tem uma limitação na quantidade de clientes.

Eu vejo hoje grandes plataformas e empresas com muitos jogadores, eu imagino que nessas empresas de muitos jogadores, existam muitos procuradores deles. Quero que seja assim, porque cada um tem que trabalhar um grupo de jogadores, um grupo de jogadores que vai ter um grupo de esposas, um grupo de mães, um grupo de pais, um grupo de cachorros, um grupo de papagaios, e a gente tem que estar envolvido com tudo isso. Eu, pessoalmente, tenho por teoria que a gente consegue realmente ter uma relação pessoal com 30 clientes.

Você tem 40 clientes, não dá para ter mais. E nessas duas pontas tem os que estão acabando e os que estão muito novos. Então a gente conta como mini clientes ou clientes sêniores, mas que não é aquela administração do dia a dia. Mas é impossível, na minha opinião, ter mais do que isso. Não dá nem para assistir o jogo do cara, se você tiver 800 clientes. Nem está acontecendo. É o famoso menos é mais, né? E nesse caso é importante.

Rafaela, prazer aqui, André Hernan falando. Evidentemente, você trabalha com grandes figuras, aí você citou o Haaland, mas eu queria trazer um pouco para o mercado brasileiro, que eu entendo que vocês observam muito bem. Qual que é o top 3 para vocês, dos jogadores mais valiosos aqui do Brasil, que vocês observam e que vocês têm olhado? Olha, eu sou uma...

Fã confessa do Neymar, então acho que é um pouco uma obviedade, não é que a gente observa, não é que a gente está olhando o Neymar por causa de nenhuma transferência, nada disso, pelo amor de Deus, mas a gente observa aquilo que é legal, então eu sou uma grande fã do Neymar, sou uma grande fã do Vinícius Júnior e estou sempre acompanhando, porque eu acho que os nossos jogadores são grandes guerreiros, ninguém é perfeito, como todos os jogadores de qualquer país, toda hora tem uma fofoca, tem alguma coisa acontecendo, alguma coisa que chama a atenção para a gente falar.

para a gente ter algum assunto além do que foi a partida, mas eu acho que o nosso futebol é muito interessante, é muito interessante porque os nossos meninos, que se tornam grandes jogadores, o que me apaixona demais é que de um certo modo eles se mantêm os meninos, eles mantêm o pé aí no Brasil, eles continuam gostando do carnaval, do churrasco, do Guaraná.

E isso é impagável, porque eles não mudam quem eles são. Então, eles chegam aqui e eles continuam fazendo a festa, eles continuam ouvindo a música. E na boa medida, é fundamental, porque o futebol é uma das únicas coisas que estão sobrando, os únicos âmbitos da nossa existência que...

pelo menos por enquanto, não pode ser substituído pela inteligência artificial, pelo algoritmo, por aquilo que é humano. Então, esse fato dos nossos queridos jogadores, que eu gosto de chamar nossos garotos de uma forma carinhosa, manterem essa essência, eu acho incrível, eu acho muito bacana.

E nesse sentido, Rafaela, como o mercado europeu enxerga hoje o mercado brasileiro? Porque existem jogadores importantes até da Europa atuando aqui, outras estrelas do futebol mundial que passaram recentemente também em grandes times do Brasil. Hoje, e na Europa, como vocês enxergam?

Eu acho que a gente já esteve melhor, na bem da verdade, mas a gente já esteve melhor porque os outros países não trabalhavam o futebol de base. Quando eu comecei essa atividade, não existiam em muitos países futebol de base, se existia, ele era pouco observado, pouco respeitado, pouco organizado. Isso também porque o futebol europeu era mais rico. Quando ele era mais rico, ele...

não tinha essa necessidade de desenvolver os próprios talentos, eles iam comprar, e eles iam comprar da gente. Eu sou daquele tempo onde a copinha, que a gente chamava de Taça São Paulo ainda, trazia aquele monte de olheiros, via aquele milhares de olheiros para ver, para levar os talentos o quanto antes, daí eles iam jogar o torneio de Amsterdã, e não sei o que lá, e o Terborg, enfim.

Nós éramos um dos únicos fazendo isso. Então, a gente acabava também se tornando, por exclusão dos outros, muito mais importante. À medida que outros países emergentes, entre aspas, do futebol, e emergentes, eu digo, no âmbito de categoria de base, então, a Dinamarca, a própria Noruega e afins, começam a seguir um modelo de desenvolver a categoria de base, porque, afinal, eles perceberam que eles não tinham como ser competitivos no futebol mundial se eles não tivessem o próprio talento crescido em casa,

eles começam a produzir mais talentos. Então, à medida que esses países, especialmente escandinavos e o modelo de Portugal, começam a copiar até o modelo do futebol holandês, que é o desenvolvimento da base...

Você pega aí um curso de 10, 15 anos, aonde começam a aparecer jogadores jovens, também de outras nacionalidades, o que faz com que os nossos jogadores tenham que entrar num mundo mais competitivo. Se antes tinha o brasileiro, eventualmente o argentino-uruguaio, hoje tem o mexicano, tem o americano, tem o norueguês, tem o sueco.

quer uma raridade. Então, os óleos continuam para os brasileiros? Continuam, é claro que sim, mas é muito mais competitivo e o que eu acho também é que muitas vezes eu estou falando...

como quem está vendo do lado de cá, o que os clubes europeus pensam. O jogador brasileiro jovem ficou muito caro. Ele ficou muito caro e ele tem o elemento de risco, que é o elemento de mistério, que é a adaptação. O jogador europeu já está adaptado à Europa. Ele já sabe o que é o frio, ele já sabe o que é a comida, ele já sabe um pouco o que é o idioma. O jogador brasileiro vai ter tantas variantes, que às vezes, se eu sou clube europeu, eu falo, peraí, mas sempre vai custar a mesma coisa.

talentos parecidos, e é um onde eu eliminei o risco, porque ele já está aqui, ambientado, e o outro tem uma série de riscos, eu vou para o jogador europeu. Então, eu acho que a gente não pode perder a consciência disso na autocrítica, porque se a gente faz essa autocrítica, a gente continua na frente. Eu acho que a gente fazer a autocrítica sempre vai nos empurrar para frente, não é uma âncora. Não falo isso para ser negativo, eu falo isso para a gente refletir e para a gente se lembrar sempre que a nossa concorrência hoje é mundial.

Daqui a gente ia pensar que um dos grandes talentos do Tottenham, em um determinado momento, ia ser coreano. Que o jogador japonês ia ter o mesmo nível de jogador brasileiro. Então, isso tudo faz com que a gente tenha que ter sempre um pé na realidade. Somos bons, sabemos o que fazemos, temos talento para ir vender. Mas a gente tem que ficar esperto. Bruno, não é por acaso ela já foi eleita e é considerada, no mercado europeu, a mais influente do mundo. Não é isso, Bruno?

Sim, tem know-how para isso, o Rafaela durante muitos anos trabalhou com o Mino Raiola, o falecido Mino Raiola italiano, enfim, bebeu ali de muito conhecimento e já há muito tempo caminhando, eu não diria sozinha, né, porque deve ter tranquilamente uma equipe forte e graúda por trás. Ô Rafaela, até pegando no embalo do que o Bruno te perguntou, o Bruno quando te pergunta sobre o olhar europeu,

Você, na minha perspectiva, responde na globalidade como dirigente, ou como clube, ou como torcedor. Ou seja, a sua resposta no âmbito global também é a sua resposta como empresária? Eu te pergunto isso no sentido de, quando a gente fala de Rafael Lapimenta, quase sempre o seu nome é associado a nomes europeus, nomes não brasileiros, jogadores ou treinadores.

Por que a Rafaela Pimenta trabalha muito pouco com jogadores brasileiros? É por conta disso? Eu sei que você tem cada vez mais investido na base do Brasil, por exemplo. São duas perguntas em uma, né? Por que a Rafaela Pimenta mexe pouco com jogadores brasileiros? Se um dos motivos foi esse que você explicou para a gente. E o que você pode falar, por exemplo, do Johnny Góes, que é um jogador seu, do Flamengo, sub-20, agora profissional, se para você é o jogador a ser lapidado brasileiro da sua carteira?

Você tem razão, a gente tem uma grande equipe trabalhando conosco. É uma grande pequena equipe, porque são poucas pessoas e, na minha opinião, de muito peso. Pessoas que eu respeito demais e que estão comigo há muitos anos. Um deles é brasileiro, é o Maxwell, que talvez vocês se lembrem, foi o lateral, jogou no PSG, no Barcelona e afins.

e Maxwell faz questão absoluta de trabalhar com os jogadores do Brasil. A Rafaela tem uma teoria que Brasil é casa, então a gente também tem que ter um pouquinho de tranquilidade quando vai para casa e ter a possibilidade de quando está em casa ficar com a família e passar alguns momentos que não sejam de futebol. Mas de qualquer modo, veja bem, no nosso universo de 30 a 40 jogadores,

A gente ter três jogadores brasileiros já é 10% da carteira. A gente ter mais do que isso, a gente estaria, na verdade, se focando em uma nacionalidade só. Então, a gente tenta manter a carteira bastante diversificada de clientes, com uma variedade de nacionalidades, porque eu acho que é o que faz com que nós sejamos internacionais. E a gente, obviamente, pauta por aquilo que a gente acredita, que seja talento em campo e seriedade e compromisso fora de campo.

E, por exemplo, para falar do Johnny, é uma família que eu gosto muito. Eu acho que ele não só tem bastante talento, como tem que ser lapidado. É uma grande família. E a grande família faz com que o jogador esteja realmente cercado daquilo que precisa. Porque, como a gente tem aquela expressão, ninguém se torna jogador sozinho. A gente se torna jogador...

Se a família está junto, se a família caminha no mesmo lado, se as suas escolhas de namorado, de amigos, vão junto naquele sentido. Eu acho que o Johnny é um deles. Então, a gente tem também uma outra, na minha opinião, uma pepita na base do Flamengo. Ele tem três anos de idade. Tem três anos de idade e eu acho ele incrível. E acho incrível o relacionamento com ele, mas é um relacionamento que a gente tem.

Com a família, porque ali tem uma criança. E onde eu faço questão é quando a gente fala de crianças e menores de idade, como foi o caso do Johnny até ele ter 18 anos, o meu contato é exclusivamente com a família. Eu não quero ter contato com o jogador, se a família me convidar...

procurador, para falar alguma coisa para eles, maior prazer, mas é muito fácil para a gente como procurador manipular a criança, porque a criança vai se impressionar, eu vou botar um jogador na tela, eu vou levar uma camisa, eu vou levar uma bola, sei lá o que seja, a criança vai se impressionar. Então, acho que para a gente fazer um trabalho sério, com o menor de idade, a gente tem que fazer um trabalho com a família, tem que estar ali alinhado com eles, e a família do Johnny é uma família, por exemplo, que está ali alinhada com a maneira que a gente vê o futebol. Trabalho.

paciência, é tudo muito longe ainda no que vai dar. Bruno, você tem mais alguma pergunta pra Rafaela?

Para fechar uma perspectiva, uma projeção da Rafaela em relação ao ano de Copa do Mundo, o mercado de transferências mexe mais, e até pela experiência dela, se ela pudesse traçar aqui qual clube na cabeça dela vai se mexer mais no futebol europeu, a perspectiva dela, e se ela arrisca um palpite de qual será o grande nome para movimentar o mercado de transferências, claro, um jogador ou treinador agora no mercado de verão europeu. Olha, é...

É difícil para mim falar isso sem causar fofoca, eu estou falando da minha cabeça, sem ter nenhum tipo de informação, é o que eu acho, sem nenhum tipo de informação. Eu acho que o Liverpool vai se mexer bastante. O Ajax a gente já sabe que está mexendo bastante, porque declaradamente, isso todo mundo sabe, está se mexendo bastante. É um clube importante, apesar de ser um clube, certamente, de grandeza de Real Madrid e Barcelona, para o Brasil o Ajax é um clube muito importante, porque é um clube comprador.

Então, nós somos um país exportador, tem muita relevância. Eu acho, espero e acredito que um nome que vai fazer muito movimento nessa Copa do Mundo é o Gilberto Moura, do México, porque já está fazendo muito movimento. Provavelmente, Gilberto vai ser quase com certeza o jogador mais jovem a ter jogado uma Copa do Mundo na história das Copas do Mundo, obviamente.

não time principal como titular. Enfim, estamos aqui na torcida, para que também os nossos brasileiros se destaquem. Rafaela, qual é o clube mais difícil de negociar? Manchester City. Por quê?

É difícil, porque é difícil, eu sou muito sério, sou muito organizado, sou muito grande, sabem o que estão fazendo, têm muita experiência, não precisam de nada, na verdade, têm tudo. Então, a gente não tem leva de nenhum, é um clube muito difícil de negociar. Imagina essa negociação, a Rafaela de um lado da mesa, o pessoal do City do outro, Hernan. Aí é só gente grande discutindo. Aí é...

É coisa enorme, né? De fato, o City é muito organizado. A gente, acompanhando aqui o Bahia, que tem a gestão do City, a gente sabe que é uma coisa muito organizada. Agora, se me deu uma dúvida, me pintou uma dúvida, Rafaela, que fala sobre globalizar os jogadores, treinadores e tudo mais. Por que os treinadores brasileiros não conseguem ser figuras no mercado internacional?

Tem algo que você detecta? Eu me pergunto isso também. Eu também me pergunto, e na verdade me pergunto mais. Eu falo que toda hora é treinador italiano, treinador português, em todos os cantos. Com grande apreço a eles, eu me pergunto como brasileira. E eu venho de tempos também, de Filippo Scolari, de Wanderlei Luxemburgo e tudo mais.

o Deleu, botou o pé aqui, também não durou tanto no Real Madrid. E eu acho que é um pouco essa visão europeia, da competição europeia para os times europeus, eu acho que é muito importante. Eu acho que essa experiência, aí você fala que vem primeiro o ovo ou a galinha, porque alguém tem que vir para a Europa para ter experiência europeia. Só que o cara que já cresceu na Europa treinando futebol europeu...

Eu tenho a impressão que ele está muito mais perto do que os clubes precisam e acaba tendo preferência. E no fim, eu acho que pegou um pouco moda, do jeito que a gente parte do princípio que o queijo suíço é bom e que o relógio suíço é bom, se parte do princípio que o treinador italiano é bom, por exemplo, e ele é.

Então ele mantém essa imagem e daí já vem o próximo, mas realmente é uma pergunta que eu faço para mim mesma também, espero que venha mudar, né? Rafaela, já vou agradecer a sua participação, acho que tem uma última do Bruno então para a gente fechar, Bruno.

É isso, também agradecendo a Rafaela, obrigado Rafaela por tirar esse tempinho para falar com a gente. Você falou que não gosta de fofoca, mas eu preciso terminar a entrevista do meu lado tentando tirar uma fofoca do seu lado. Conta para a gente, se possível, com ou sem nomes, de uma negociação frustrada.

que não é de conhecimento público. Todo mundo sabe as negociações grandes que você fez, nomes que você fez, mas conta uma pra gente, você pode falar, evidentemente, de um grande negócio mundial que não aconteceu. E por que é isso possível? Com nome, com nome, vai, do jogador e do futebol. Com nomes, com nomes, com nomes é melhor, claro, com nomes é melhor. Uma negociação que não aconteceu? Sem nomes, eu posso dizer que... Uh-uh.

Eu acho que, olha, até hoje eu dei sorte, porque tudo que eu entrei saiu. Competência. Mas coisas que ele podia ter dado errado, não deu, que quase deu errado, também não deu. Pior do que a gente queria, bateu na trave, mas não, não, acho que não teve... Então fala mais satisfatória, então, para dizer a mais satisfatória, a mais impactante. Olha, eu acho que a mais satisfatória para mim foi a...

treinador do Liverpool. Para mim foi realmente muito impactante, foi muito incrível, foi uma coisa muito objetiva e até muito inesperada. Imagina, eu cresci no Brasil, venho do Liverpool de longe, aquela época de nossa, olha o Liverpool e de repente você está lá fazendo a negociação, o contrato do treinador. Eu acho que foi uma das coisas mais impactantes da minha carreira.

Rafaela, obrigado, viu? Parabéns, então, pela carreira, pelo respeito que você tem de todos aí do futebol mundial e é um prazer ter você aqui com a gente na ESPN, aqui no Fala Fonte. Um abração. Obrigada, gente. Tchau, tchau. Valeu. Você vê que nunca teve um negócio que ela não conseguiu fechar. Mas existe uma diferença bastante grande, porque é...

entra muito na questão cultural. Sim, sim. Aqui no Brasil, ainda existem muitas negociações que são a moda antiga. Sabe aquela coisa do fio do bigode? Não tem um documento, não tem nada, não tem nem aquele documento que se assina eletronicamente, os caras vão no gogó. E aí, de repente, alguém levanta a mão no dia seguinte e fala assim, ah, não quero mais.

Então, assim, hoje está muito diferente, é bem verdade e tal, mas, assim, muitas vezes você vê que até essa coisa da Europa, que a gente fala e tal, não é falando, ah, tudo que tem lá é melhor, mas tudo que tem lá é mais organizado do que aqui. É profissional.

É extremamente profissional. Exato. E isso vai desde uma negociação, como a Rafaela falou, desde o gramado, desde a competição, do calendário e propriamente dos jogadores. Até o jogador com arbitragem. Também. Aqui é o bolinho, aqui é não sei o quê. Aqui é o cabeção, não sei o quê, não, Diniz. E lá você vê que os caras respeitam. E o próprio jogador brasileiro, quando vai lá, fica constrangido. Se adapta. Se adapta.

Então acho que é a diferença cultural e uma diferença de organização que acabam fazendo a diferença. Bruno, pra gente também já chegar aqui à parte final do programa, ontem o Pedro fez mais um golaço e sofreu pênalti também. E, bom, convocação chegando, né? A gente tava falando tanto da questão ali do... De quem que a gente tava falando? De convocação agora há pouco?

De convocar o Estevão. Ah, não, e da questão do Neymar também, claro. Mateus Cunha, Rafinha. Estou simplesmente esquecendo o Neymar. Rei Neymar. E o Pedro se coloca também mais uma vez nessa... Se candidata mais uma vez depois do jogo de ontem, Bruno. Reforça a sua candidatura, né? Totalmente.

A gente tem falado frequentemente que o Pedro ainda acredita e já não é de hoje. O jogo de ontem só aumenta a expectativa dele. Mas o que é curioso, conversando com uma pessoa que trabalha com o Pedro pela manhã, as pessoas que trabalham com o Pedro, e aqui eu incluo também o Flamengo, pessoas do Flamengo e o staff do Pedro são mais eufóricos, são mais animados, criam mais expectativa do que o próprio Pedro. A informação pela manhã é a seguinte, que o Pedro saiu satisfeito, que o Pedro tem confiança, o Pedro tem expectativa.

mas é ele a colocar panos quentes na situação. Claro que existe um oba-oba entre pessoas do entorno do Pedro, mas é o Pedro que, confiante, apesar de confiante, freia as expectativas, sabe que é difícil, tem gente à frente dele, ele não conseguiu ter ali uma oportunidade com o Antelote para poder mostrar trabalho, ora porque machucou, ora porque tinha alguém um pouco mais bem posicionado do que ele. No fundo é isso, ele continua confiando, continua com a expectativa...

Eu não diria alta, mas com expectativa alta, como eu disse, a expectativa de quem trabalha com ele. Mas eu já começo ali, eu começo, né? Aí que não é informação, tá? Novo formato com novo horário. É a primeira carta Bruno Andrade que eu vou lançar. Começo a ter, assim, aquele feeling, a pulga atrás da orelha, que o Pedro vai ser a grande surpresa na lista dos 26. Entre os 50 do dia 11, não tem a menor dúvida. Não tem a menor dúvida. Para os 26, dia 18 de maio...

No próximo dia 18, se o Pedro continuar esse alto nível dele no Flamengo, continuar no alto nível individual, eu ouso dizer que o Pedro é a grande surpresa na Copa do Mundo do Brasil. Que Pedro, o Hendrik voando, mandou aqui a Margarete. Mas é pelo lado, né? O Hendrik deve ocupar a posição pelo lado, principalmente agora com a saída também do Estevão. Certo? Vambora, Hernan? Mas já? Tem mais algo aí pra gente também atualizar?

Arboleda? Oi? E o Arboleda? E o Arboleda? E o Arboleda? Cadê o Arboleda? Um era de 30, comprou a passagem e não veio. O que aconteceu? Onde ele tá? Existia a possibilidade do Arboleda chegar num voo hoje cedo. Hoje cedo? É, mas não chegou.

Existia a possibilidade. Porque existe a possibilidade de ser antes do feriado. Também não rolou. É, não rolou. Fontes muito boas dizem que ele vai chegar entre hoje e amanhã.

Mas aí eu vou dar uma carta a Silvio Santos, eu só acredito vendo. Nossa, é melhor. Carta a Silvio Santos. É melhor, é melhor. O que deve acontecer? Vamos lá, panorama do que pode acontecer com o Arboleda. Óbvio que o São Paulo está muito incomodado com toda essa situação.

A história de rescisão por justa causa, ela é uma possibilidade que o São Paulo... O Departamento Jurídico de São Paulo tem três possibilidades na mesa. A primeira, rescisão por justa causa, está todo desenhado o processo, se precisar. É, rescisão amigável.

E aí você aperta a mão e fala, valeu, cada um para um lado. E aí o São Paulo deixa de pagar os salários e tal, e faz aquela, entre aspas, bem entre aspas, economia de 20 milhões, que é até o fim do contrato dele, ou reintegrar, multar, esperar a janela e negociar. Porque também, nos bastidores do São Paulo, existe uma situação que é importante a gente citar. É um ativo do clube.

E assim, você não pode simplesmente detonar um ativo. Senão é bom para a boleda. Sim, sim. É bom para a boleda. Sai, sai e está tudo certo. Ele merece toda a crítica interna, principalmente da torcida, que já não tem mais ele com aquele jogador que...

Aquele ídolo. Brilhou, brilhou e tal. Muita gente nem considera ídolo. Já não considerava ídolo. Considerava um jogador importante, mas ele conseguiu se queimar com a torcida inteira do São Paulo. Não tem um São Paulino que eu conheça que fale que o Arboleda está certo. Ou que aceitaria o Arboleda de volta. Já tem quase um mês dessa situação toda.

E assim, existem essas três possibilidades. Qual é a mais provável de acontecer? Vai depender da conversa que vai ter com o empresário e com o Arboleda quando eles sentarem aqui para resolver. Não vai me surpreender se o Arboleda treinar em horários alternativos, esperar a janela e aí o São Paulo faz alguma coisa. Ele voltar a treinar no São Paulo? Não, não é voltar a treinar com os jogadores e ficar à disposição. É uma espécie de reintegração.

Tem contrato. Sim, mas aí... Tem várias coisas jurídicas que envolvem. Não, mas ele ficar treinando no CT. Não, ficar treinando no CT em horário alternativo. Em horário que ninguém estiver lá. Por exemplo, agora o time está viajando, ele está lá treinando. Vai lá treinar. Se apresenta lá. Você tem contrato. Sei. Pode acontecer isso? Pode.

repito, vai depender da reunião de quando ele... Posso só depois? Claro, vai depender dessa reunião que vai acontecer quando ele estiver aqui. Não, perdão, perdão. É, para não configurar que ele abandonou o emprego, apesar de ter abandonado, né? Mas também do São Paulo, parece ser que o São Paulo está impedindo ele de trabalhar. Está conivente, é. É, o São Paulo impedi-lo de trabalhar, né?

Está conivente. O São Paulo, essa situação toda, o São Paulo já está sendo conivente com o Arboleda há muito tempo. Não é de agora. Então não é agora que vai mudar alguma coisa.

Mas a questão de justa causa, ela implica em várias situações. A lei trabalhista no Brasil, ela tem várias brechas ali que o cara pode entrar com uma... Como é que fala? Me falhou aqui a... Em que sentido? Pode entrar com recurso. Sim, sim, sim. Pode entrar com recurso e pedir a reintegração. Então, assim, aí vira uma batalha jurídica, aí é pior. Então, assim, São Paulo vai sentar, vai conversar.

E vai tentar resolver da melhor maneira possível. Fala, Bruno. Desculpa, me alonguei.

Não, não, é só para reforçar. Claro que o Arboleda já deu motivos de sobra ali para o São Paulo se incomodar, entrar na justiça, etc, etc. Mas não custa alertar também, mas quem sou eu para alertar? Nem advogado, jurista, então um pouco do lado do esportivo eu sou. Mas essas questões de treinar em horário separado, estar sempre distante do grupo, muitas vezes, né? Dependendo do período que isso é feito, o jogador, no caso os advogados, o jogador usam isso porque a FIFA determina um período X e esse é esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse esse

para que isso depois não se configure e afastamento do trabalho. Ou seja, a situação pode virar contra, o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Estou aqui só alertando e trazendo para quem está acompanhando que muitas vezes existe a possibilidade de o treinarem separado um mês, dois meses, três meses, o jogador depois entra na justiça e fala que foi abandonado, que ele não está sendo respeitado. E vez ou outra o jogador ganha. Então é todo aquele cuidado jurídico.

É isso, é isso. É um embrólio, cara. Não é uma situação simples de resolver. E muitas vezes, assim, se acontecer do São Paulo ter que reintegrar o cara, botar para treinar em horários alternativos e resolver na janela...

vai parecer para o torcedor que o cara está sendo conivente, que estão passando a mão na cabeça do jogador. Nossa, ele fugiu 30 dias, abandonou e estão reintegrando. Mas tudo é estratégia jurídica. O jurídico do São Paulo já desenhou três finais dessa história. É a rescisão, por justa causa, é a rescisão amigável, mas aí o empresário do Arboleda quer receber grana.

Entendi. Não vai ser uma negociação fácil. Ou então reintegrar e falar assim, beleza, na janela a gente resolve. Vamos ver. Vamos ver. Capítulos da novela Arboleda, aqui no Fala Fonte. Tá pra aparecer, tá pra pintar aqui. A novela Arboleda, você só vê aqui no Fala Fonte.

Vamos embora, então. Amanhã a gente volta às 11h30 da manhã, tá, pessoal? E se você que estranhou aí, você falou, poxa vida, não vi vocês às 9h da manhã, saibam vocês que a gente está às 11h30 da manhã. Das 11h30 da manhã até 1h da tarde. Até 1h da tarde todos os dias aqui no YouTube da ESPN. Tchau, Bruno. Até mais, tá? Valeu, Tchim Tchim.

Até amanhã. E pra gente que mora na Europa, não custa reforçar. Começa às três e meia e termina às cinco. Isso em Portugal. Se você estiver na Espanha, na França, muda de acordo com o fuso horário. Mas continuem com a gente. De manhã à tarde, horário do almoço, continue que o horário é bom. Todo mundo ganha com isso. É nóis. Até amanhã. Valeu. Tchau, pessoal. Até amanhã, então. Vou comer um feijão agora. Bora.