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DRAMA #30 - Cadê o meu príncipe encantado?

06 de maio de 202639min
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Três cancerianos sentam numa sala pra falar de fofoca, cultura pop e chorar as pitangas.

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Apresentado por:

Felipe Dantas: https://www.instagram.com/apenasdantas/

Silvano Vieira: https://www.instagram.com/xsilvano/

Allan Lebre: https://www.instagram.com/lzbre/

Participantes neste episódio2
F

Felipe Dantas

Host
S

Silvano Vieira

Co-host
Assuntos6
  • Relacionamentos modernos e aplicativosDificuldade em se relacionar · Uso de aplicativos de namoro (Tinder, Grindr) · Idealização de parceiros · Conexões através do Instagram · Viagens sozinho · Red flags e deal breakers · Monogamia vs. relacionamentos abertos
  • Show da Shakira em CopacabanaReação do público · Miley Cyrus em Copacabana · Tate McRae
  • O drama do príncipe encantadoAutossuficiência e autoconhecimento · Expectativas vs. realidade nos relacionamentos · A busca por um parceiro ideal
  • Relacionamentos e NamoroIntensidade e rapidez nos primeiros encontros · Duração dos relacionamentos · Mudança e autoconhecimento contínuo
  • Eleições Rio de JaneiroFesta da Shakira em Copacabana · Mirante do Pedrão · Posto 9
  • Aniversário do podcast É Nóia MinhaFesta de aniversário em São Paulo · Ingressos à venda
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Bem vindos ao drama E aí, todo mundo no Rio ou algumas pessoas no Rio?

Esse assunto é polêmico. Mas foi algumas, né? Algumas, mas bastante. Algumas, muitas. Bastante pessoa no Rio. Bastante ou bastantes? Bastantes. Bastante. Ah, gente, depois de uma temporadinha no Rio, eu e o Silvano, pra mostrar que a gente se entende, na verdade, a gente até pegou uma praia juntos. Pegamos a praia, fomos no... Sabe onde não tinha algumas pessoas? Muitas? No Posto 9. No Mirante do Pedrão.

Ai, que rolê horroroso, gente. Não, para, não critica. Foi tudo. Nossa, gente. Lógico. É que o Dantas, ele chegou, subiu o molho e foi embora. Que mentira, fiquei duas horas lá. Não, ficou ruim, te encontrei. Porque você não fez questão de me ver, que você tava no front.

Porque eu estava curtindo. Você que não fez questão de me ver. Não tinha como chegar no front, caralho. Claro que tinha. Gente, a fila pra pegar bebida. Tava descendo o morro. Então, pegar bebida tava difícil, mas curtir a música tava fácil. É, porque tava tocando em qualquer lugar, né? Ah, Felipe. Sabe por quê? Sabe por que você tem um i80 e vai no rolê?

Eu tô... Mas eu me diverti, gente. Conheci muita gente. Bebi até cair, literalmente. E foi tudo, Rio. Nossa, foi tudo. Foi um fervo, né? Foi. Festa da Shakira. Festa. É tudo de verdade. Festa da Shakira.

O baile da Chac O baile da Chac O baile da Loba, tá? Da Loba Cara, eu senti falta disso Eu trabalhei muito também, viu? Verdade Eu senti falta dela E vivi dramas Conta Não Eu senti falta dela levar o Sione Vocês não acham que ia ser demais ela levar o Sione? Iria ser muito bom Iria ser muito bom Iria ser muito bom Você me vira a cabeça Ah

Seria chiquérrimo. As duas. Nossa, ia ser tudo. Ia ser mais desencontrado do que foi com a Maria Bethânia. É, e ano que vem, ano que vem vai ser o quê? Billy Cabana. Billy Cabana. Billy Eilish. Billy Eilish. Vocês vão ver? Será? Eu acho.

Não é? Seria legal, tá? Ontem eu fui na pré-estreia do filme dela que tá saindo. Gente, tá saindo um filme que é o show dessa turnê nova, essa última turnê, dirigido pelo James Cameron. Eu fiquei choque. Eu assisti ontem, eu fiquei choque. Eu tive que gravar um vídeo com as pessoas que foram pra lá. E aí, eu não tava rendendo as minhas perguntas. Eu fiquei assim, o que eu posso fazer aqui? Aí, olha, quer saber? Eu vou perguntar como seria um Billy Cabana.

E aí, ouvindo as respostas, eu comecei a gostar da ideia de um Billy Cabana, gente. E ela tem o show mais assistido do Lollapalooza até hoje. Ai, mas... Juro? Batou a Miley Cyrus. Não, tá verdade, pode crer. Miley Cyrus em Copacabana. Miley Cyrus em Copacabana. Meu filho. Pior que eu comentei, eu falei, os 20 anos de Hannah Montana tinha que ter sido no Todo Mundo Rio. Nossa, sim. A Miley tem muito potencial pra virar Copacabana.

Tem muito, eu acho. Eu acho. Nossa, ia ser incrível. Porque, tipo, Wrecking Ball, lembra? Tinha paródias. Tinha, tipo assim, essa música hitou muito, assim. Não, ela realmente conectou gerações. É, sim. E, tipo, acho que talvez as pessoas não saibam. Tipo, a Shakira é muito conhecida pelas tias e tal. Inclusive, gente, na fila da revista tinha um monte de senhorinha do meu lado. É? Aham, todas 60 a mais. As lobas.

animadíssimas pro show da Shakira. Eu falei assim, tá vendo? É por isso que no Twitter achavam que ia flopar. Porque as gays do Twitter nem todas estavam lá, mas as senhorinhas estavam no peso. Mas as mães, as tias, elas voltavam a tudo. Aliás, nesse podcast a gente premeditou que seria a Shakira, né? Ah, é verdade. A gente já sabia. Foi no começo do ano? No começo do ano. Não, foi no passado. Foi no passado. Foi no passado. Foi o programa da...

Não, não, não. Como é que era? Rivalidade Divas, eu acho. É, Rivalidade Divas, é. Terceiro episódio, assim.

Foi no passado, a gente já sabia Mas é isso, eu acho que Billy Ou Miley Cyrus ou Tate McRae Tate McRae A Tate McRae Vai tá fazendo a revista Pra todo mundo entrar na praia A gata não é chamada nem pro Ziggy Festival Mas é chamada pra Copacabana Imagina Beat Up Chanel em Copacabana

Uau. Com os fogos. Com os fogos. Com os fogos. Com os drones. Uau, aqueles drones estavam difíceis de engolir, viu? Você não gostou? Você achou paulinho? Eu achei bem bafo uma hora que era tipo os olhos dela. Ai, é. Os olhos dela, eu achei isso. E a loba em 3D que girava assim, assim. Você achou que a fona? Eu acho que era de show de K-pop. Parecia o show do Alok. Ela era a louca. A louca? Ai, gente, não vou conseguir. Vai, qual que é o drama de eu?

A gente recebeu um e-mail, uma cartinha da Xuxa. Lembra quando a Xuxa recebia cartinha? Era meu sonho. Sonho em ir à Disneylandia. E quem não quer? E quem não quer? E quem não quer, amor? É louco. Eu já escrevi... Ah, não. Eu escrevia bastante pra revista. Escrevia bastante pra recreio. Ah, isso era muito culto, né? Culto e patricinha. Porque revista, recreio... Não era, cara, naquela época. Era assim. Era assim. Você não era nem nascido, meu filho.

Ah, me respeita. Não era também não. Vem, vem.

Custava 5 reais. Amor, 1 milhão de reais há 10 anos. É verdade. Nossa, eu lembro que eu parei quando foi 10,90. Porque eu pensei, não. Não, na verdade foi meu pai que pensou, né? Não, aí já tá demais. Pois é, 10,90. O salário mínimo era bem menos naquela época. Era caríssimo a revista. Eu me lembro de um dia que meu pai comprou e ele falou assim, parcelei a revista em duas vezes. Ele falou, foi rir sorrindo. Mas é verdade? Aham. Parcelava?

Ah, é fiado, é comprado fiado, né? É. Não, ele comprou na Saraiva, né? Comprar viado? Comprar viado. A Saraiva tinha uma banquinha, não tinha? Sabe o que tinha na Saraiva? Você podia ouvir o álbum assim. Eu, as pessoas esqueceram. Eu tava conversando sobre isso com a minha irmã esses dias. Esqueceram dessa coisa icônica que era pra levaria pra ouvir disco.

Lógico, porque você não precisava comprar Você comprava disso e não sabia se ia gostar das músicas Aí você ia lá, bipava o código de bar E você podia ouvir acho que um minuto de cada faixa Ou 30 segundos, assim E você passava faixa por faixa Eu adorava, porque eu ia com as minhas amigas pro shopping A gente pegava tipo um milkshake E a gente ia pra Sarava só pra ficar assim Ouvindo uma música que eu digo Ai gente

Era literalmente isso que a gente ficava fazendo. E a ódio que eu tinha quando você chegava e não tinha um disponível. Sim, porque já tinha uma gente fazendo isso. É, tinha uns três disponíveis assim. E aí, às vezes, lotava. E se era um álbum muito longo, a pessoa ficava um tempão lá ouvindo. Ou, às vezes, a pessoa levava três CDzinhos já. E ela ficava alugando. É, e ficava um por um assim. Eu odiava quando o meu CD tava no lugar que a pessoa tava alugando.

Aí eu ficava assim. Ai, quero escutar também. Mas quando eu era criança, eu já baixava música. Então, por que eu fazia isso?

Ah, é porque era legal fazer isso também. É, né? Mas é porque você baixava música também. Não era assim que você baixava o álbum inteiro. Hoje é assim, zipado. Tá, mas você baixava o álbum inteiro mesmo? Ah, eu baixava. Ah, não, eu baixava hit por hit. Imagina. Uma por uma. Criava a minha playlist no meu MP3 só pra dar pra escola. Aí eu mudava uma vez por semana, assim, pra sempre ficar atualizando ele. Porque não cabia tudo, né?

É, não. Cabiam umas 20 músicas. É, então. Aí não dava. Aí eu tinha que escolher a dedo quais 20 músicas eu ia querer ouvir. É.

Ai, bons tempos, né? Adorava. Uma capa que me marca muito, inclusive até hoje, que eu ia nessa live, nas lojas americanas, e eu achava assim, a capa mais cante de todas, inclusive, é aquela... Eu esqueci o nome do álbum, mas aquele que a Shakira tá com a maçã na mão.

É Oral Fixation? Acho que é. Nossa, acho belíssima essa capa. Essa capelinha? Eu ia olhar e falava assim, nossa, é música de adulto. Ah, eu lembro quando eu comprei o Disney Megamix, que era tipo uma coletânea de músicas que fizeram sucesso em filmes da Disney.

E aí tinha tanta coisa. Tinha... É... That Girl da Lindsay Lohan do Confessos of Adorama Queen. Nossa! Tinha a Reinalda, a Hiller Duff. Tinha uma da Mansão Mal Assombrada. Tinha um monte de coisa. Aí era tudo. Aí tinha também, tipo, sei lá. Zack Code canta uma música da Pequena Sereia. Ah, só um exemplo. Só um exemplo, assim. Que fofos.

Era tudo. Ashley Tisdale cantando Kiss the Girl. A melhor versão do mundo é essa, gente. Não tem como. Por que não te fazem ela pela Copacabana? No clube Vitar.

Vamos lá, gente. Vamos lá. Oiê, meninos. Tudo bem? Sou o Vini. Tenho 27 anos. Faço 28 dia 1º de maio. Quase me humilhando por um feliz aniversário. Dia 1º? Já foi. Já foi. Coitado. Foi feriado antes do show da Shakshak. Não foi meu. Happy birthday. A gente tava ocupado com a Shakira, Vini. Mas agora a gente manda um grande beijo. Uau. Um beijo. Como é que a Xuxa fala? Um beijo. Um beijo muito, muito especial. Bem na sua Xuxa. Na sua bochecha.

Isso é de verdade? É. Na sua show. Gente, que safada. Tadinha. Então, Vini, um grande beijo. Muito especial. Parabéns, Vini. Que seu aniversário tenha sido incrível. 28 anos. 28. Minha idade agora, por enquanto.

E o Alan vai fazer 30, né? É, mas eu vou fazer 29. Por que a gente tá jogando a minha idade assim aos lentos? Me mandem presentes. 30. Nossa aniversário também tá chegando, amigo. É isso. Mas é em junho só. A gente vai fazer um drama ao vivo. Até parece. Nossa. A gente vai ficar assim.

Adoro vocês. Amo ouvir o podcast durante o expediente. Trabalho como analista na área de contabilidade barra fiscal. Então, às vezes, a rotina fica meio monótona e vocês ajudam a deixar o dia mais leve. Ah, fofinho.

Amo. É que o Felipe dá uma pesada um pouco no clima, mas a gente tem que... Ué, tá me chamando de gorda? Você acha que eu sou complexado? Inclusive, me emocionei com o último episódio sobre como lidar com perdas. Confesso que não esperava. Nem a gente. Nem a gente, né? Faço acompanhamento psicológico há um bom tempo também e sei como pode ser difícil recomeçar com outro profissional. Então, fiquei bem sensibilizado com o relato do Silvano. Tamo junto, amigo. É babado mesmo.

Queria até compartilhar um mini drama, meu. Sinto que está cada vez mais difícil se relacionar hoje em dia. Conhecer alguém de verdade, sabe? Tenho a impressão de que com o tempo a gente vai ficando mais criterioso e também mais fechado. Autocrítica. Parece que tudo se resume a aplicativos tipo Tinder ou Instagram. A gente sabe qual você queria escrever aqui, né?

E às vezes fico pensando se não estou romantizando demais essa ideia de encontrar alguém. Enfim, quase uma sessão de terapia aqui. Qual a opinião de vocês a respeito? Ah, e vou fazer minha primeira viagem sozinho esse ano. Se tiverem dicas, beijo. Pra onde, meu filho? Pra onde você vai? A dica é pra onde? Eu acho que é Bertioga. Barraca da C.

Não, acho que é dicas em geral pra viajar sozinho, né? Ah, eu não tenho nem dicas. Só se joga. Eu amo viajar sozinho, gente. É? Você já viajou muito sozinho? Eu só viajei sozinho. Que nem isso. Pra fora do país, pelo menos. Tudo. Ah, mas é sempre trabalho, assim. Você vai ter pessoas ao seu redor, né? Ah, sim. Mas o trabalho é sempre, tipo, um dia. Tá, mas você vai ter um amparo, se precisar. Vai ter pessoal da equipe e tudo mais, mas eu não saio com eles.

Mas se você passar mal, eles podem te auxiliar. Ah, mas aí qualquer um que saiba me auxiliar, vai me auxiliar. O pessoal do hotel vai auxiliar.

Fato. Não tem... Fale de dia. Ai, que saco. Não, é muito legal você poder acordar e pensar. Ai, deixa eu planejar meu dia do jeito que... exatamente do jeito que eu quero. Ou então, às vezes... Não, não faz. Já teve duas viagens que eu fiz que eu fiquei enrolando tanto no hotel.

Você ficava sozinho no hotel, você ficava do lado assim? Sim. Não, o tempo é dinheiro, gato. Ou então eu ia, sei lá, no shopping que tinha do lado, sabe? Eu não tive... Não, nada a ver. Acho que eu fiquei um pouco com medo de explorar e me perder, sabe? Mas, gente, o que a minha mão não se perde mais. Pois é. Sai batendo perna, amigo. Chega e arruma internet, calou.

Não tenha vergonha de fazer as coisas que você quer fazer. Tipo, o ruim é conhecer gente nova, né? Mas não precisa conhecer. Ou você pode usar os aplicativos, tanto que você tanto fala. Eu sou o Vano ali fazendo isso. Várias amizades dele. Não, calma lá.

Mas tipo assim, ah, vai chugar... Vai o quê? Se for bonito? Se for bonito, se for só legal, é rolê. Não, se for feio e legal, é rolê. Se for legal e bonito, aí é foda. Namoro. E se for só bonito, é só foda? É só foda. Mas, isso é uma coisa, uma boa dica também, assim, tipo assim, nós que somos gays, o Grindr é... não é dito, é um app de... como é que fala? Relacionamento. É, mas de todo tipo de relacionamento, tipo assim, é pra você se conectar com a sua...

Mas é verdade, é pra você se conectar com a sua comunidade Então tipo assim, a melhor coisa que você pode fazer Não quero não

Ah, vai se fuder. A melhor coisa que você pode fazer é baixar o Grindr. E aí sair mandando para as pessoas, tipo assim. Ah, e aí? Tipo assim, pega as pessoas que são seu tipo, assim, também, né? Tipo assim, tipo. Ah, essa pessoa tá na minha faixa de idade. Essa pessoa parece ser uma pessoa que curte as coisas que eu curto. De, sei lá, humor, cultura pop, drag, sei lá. Que parece que a pessoa ali tá na sua vibe. E aí pergunta assim. Ah, o que você vai fazer hoje? Onde que é hoje? Qual rolê hoje? E aí...

Mas assim, não pergunta só pra uma. Pergunta pra umas quatro, cinco, pra você fazer a pesquisa da datafolha ali. Meu, faz uma pesquisa no TikTok. Tem o TikTok também. Mas o TikTok tem muita coisa pra pega turista. Então, quando você faz no Grindr, você tem as coisas dos locais. Então, eles vão falar, tipo assim... E é pega turista também. Não, eles vão falar, tipo assim, hoje eu vou na festa tal. Aí, hoje o point é a festa tal.

Hoje tá rolando tal coisa, hoje tá rolando tal coisa. E aí, você vai saber o que tá rolando na cidade. E aí, você vai nos rolê certos.

Você não vai tentar adivinhar O que está acontecendo na cidade Isso é uma ótima dica Tanto você sozinho quanto você junto com a galera E sabe o que é mais curioso? O Silvana acabou de falar isso, o que é ótimo E você está aí reclamando Sobre se conectar com pessoas através de aplicativos Afinal, qual vai ser o drama do episódio? Ah, já sabe, né? Já está fora do ritmo Já está na thumb, né? Como você mesmo disse Não, mas eu quero falar Pergunta que eu vou falar E aí

Se você não perguntar, eu vou falar a mesma assim. Qual que é o drama de hoje, seu mano? Qual que é o drama de hoje, meus caros amigos? Cadê meu príncipe encantado? Ó. Namastê. O seu príncipe, você é o seu próprio príncipe.

Não. Não? Ah, eu não. Se você já é um príncipe, você precisa do quê? De outro príncipe, né? Vermelho, azul... De um sapo. De um sapo? É, pra beijar e virar príncipe. O que você acha que é mais fácil? Porque um sapo... Será que um sapo não é tipo você escolher um príncipe na planta, assim?

Será que eu quero na planta? Será que dá certo? Já não posso pegar o que já tá feito? Tem o perigo de você pegar o sapo na planta, beijar o sapo e virar príncipe e encontrar a sua princesa. Fica esperto. Isso é um fato. Ah não, eu quero uma pessoa já pronta. Não sou pai de ninguém. Pronta do jeito que você imagina que ela seja. Não, pronta do jeito que Deus proveu pra mim.

Deus proverá. Deus proverá. O meu varão. Cadê o meu varão? Eu acho que o episódio deveria se chamar Cadê o meu varão? Ah, eu vou mudar então. O tema de hoje é. Eu acho estranho quando a pessoa fica, ainda mais por ele ser novo, né? Que ele vai fazer 28 anos. Ele não conheceu direito o que que... Como é que você se relaciona sem os aplicativos? Eu acho. Não?

Mas eu acho que ele não... Ele citou essa coisa do aplicativo, mas eu... Não sei se a gente tem que se... Você acha que existe uma coisa mais por trás? É, eu acho que a gente não tem que se atender tanto nessa questão do que ele falou do aplicativo. Porque ele fala assim... Relações superficiais. Não, ele falou que tá... Não, ele acha só que tá difícil de começar a se relacionar com mais alguém. E eu acho que eu tô meio nesse... Assim, né?

Eu não sou muito parâmetro. O Alan vai falar bastante nesse episódio, né? Vocês que falam que o Alan fica quieto. Hoje ele tem mais lugar de fala. Que ele... Vou dar um... Vou dar um... Vou humilhar o Alan, né? Que ele é o que tá solteiro há mais tempo. É? É, porque você namora. Eu terminei recentemente. Ele tá solteiro há mais tempo. Ah, é verdade. Meu, eu acho. Que... Habla, mami.

Difícil eu acho que, de fato, tá. E eu acho que sempre teve, pra ser bem sincero. Eu acho que... Eu acho que lidar com outras pessoas não é fácil. E principalmente falando amorosamente ainda mais esse mundo que a gente vive. Que, ai, nossa, quero viver o amor logo no século da putaria.

Tem todo esse rolê, mas eu acho que não é impossível. Eu acho que se o aplicativo talvez seja uma coisa que você acha que talvez facilita ou dificulta, sai dele primeiro. É? Ah, é total, né? Sai dele um pouquinho. Eu acho que aí você falou, tipo assim, tenta se relacionar sem ele primeiro um pouquinho. Ah, não sai de casa. Não, aí sai de casa também, né? É verdade. Não, e você? Você usa o aplicativo? Não. E você não sabe o rolê nenhum? Como é que você faz?

É, gato, tá reclamando de boca cheia. De boca vazia, no caso. De boca vazia, na verdade. Mas é porque o Alan é igual a mim. O negócio é no Instagram.

É, as minhas conexões, elas estão ali acontecendo. Eu não preciso de estar num aplicativo. Exato. O Instagram é uma boa. Sim, exato. Também é um aplicativo. E o Alan tem o mais 18. Tô brincando em ver. Tem o mais 18. Vou deixar o link aqui embaixo. Mas, gente, o Instagram, sinceramente, pode funcionar mais do que o Tinder. Muito melhor. Muito melhor. Eu acho que é muito mais fácil. Stories, você acompanha o que a pessoa tá fazendo. Às vezes, quando a pessoa abre a boca, aí você muda de ideia, né?

Mas é bom também, porque aí você vê a pessoa abrindo a boca, aí você muda de ideia. Exato. Entendeu? O Instagram é bom por isso. Porque às vezes uma pessoa que você ficava meio assim, ela abre a boca e você fala... É. E aí, em vez de desbloquear o álbum, manda nude. É. Mas se você tá achando que você tá super afim da pessoa e você só viu as fotos dela no Instagram e conversou com ela pelo chat, mandou foguinho e tal, segura a onda.

Porque tem muita gente que no Instagram é uma coisa na vida real. É outra. Mas vai com o Date, B. No Tinder.

Também, mas é porque no Instagram, é porque no Grindr, eu acho que você tem muito... Na cabeça faz muito sentido que aquilo é um recorte da pessoa. E no Instagram, a gente tende a achar que aquilo é a pessoa por inteiro. Jamais. É um recorte mesmo, não mostra nem a cabeça, né? Exato. Quem olhar o meu Instagram acha que aquilo é aquilo? Eu menti. Aqui, ó. Eu tava... Quando eu tava no primeiro ano da faculdade, eu li um livro chamado Cultura da Convergência.

que eu acho que hoje em dia deve estar bem datado, mas ele falava sobre como as comunidades e as redes sociais estavam fazendo com que o mundo se tornasse uma coisa só.

É antigo, né? Esse livro, gente. Faz mais de 10 anos que ele foi lançado. E aí... Eles estavam falando sobre como os fóruns estavam conectando fãs de tipo Star Wars, Star Trek. As pessoas estavam se conhecendo nesses fóruns e casando. Apesar das coisas serem digital...

Você conversa com alguém online com sentimentos reais. Tipo, você se apaixona pela pessoa, você cria laços, você começa a ficar preocupada com ela. Às vezes, sei lá, uma mensagem de texto ou coisa do tom.

O jeito que a pessoa fala, você percebe que tipo, ah, eu acho que ela tá mais triste e não sei o que. Então eu acho que, obviamente, hoje em dia fica muito claro que existem sentimentos reais em você se conectar por alguém que não seja tipo, ah, estou numa festa e decidi conversar com um estranho.

E tipo, conforme você vai desenvolvendo mais essa forma de se relacionar, as outras vão se atrofiando, né? Tipo, hoje em dia a pessoa fala assim, ah, resolvi ir para uma festa sozinho sem conhecer ninguém.

Muita gente fala que é um desafio. Porque normalmente você chega com pessoas que você já conhece. Então, eu tô me prendendo de novo no negócio dos aplicativos, né? Mas tudo bem, eu... Mas aí, tipo... Eu acho que como a gente tá... Você mesmo falou que você trabalha num lugar que pode ficar muito entediante e que provavelmente você vai passar o dia inteiro encarando uma tela. Então, por que não aproveitar e, tipo...

Conversar com as pessoas não é. Aqueles, né? Eu acho que também, eu sei que é meio o ó, às vezes, ser a pessoa que tem que fazer isso, mas tipo assim, chama alguém pra sair, pra conversar de fato, sai um pouco da internet, tipo...

Porque às vezes tá meio que todo mundo nesse lugar de... De tá se retraindo por medos de se demonstrar um pouco a mais. Porque ninguém sabe como a outra pessoa vai reagir se você demonstrar um mínimo de sentimento. De só tá curtindo aquele momento. De que às vezes não significa nada mais do que aquilo.

As pessoas têm medo. Então, às vezes, você precisa ser a pessoa que vai chamar alguém pra sair, pra poder, tipo, conviver aquele momento ali, pra você conhecê-la pessoalmente e ela se soltar também. Ela se sentir confortável também. Tipo assim, eu sei que é igual você ser a pessoa que tem que fazer, mas às vezes é desse jeito que uma relação se cria. Sabe? Tipo, você sendo a primeira pessoa.

É, porque se a gente vai ficar esperando, vai que a outra pessoa também tá esperando. A gente vai tomar atitude, não precisa ter vergonha. Tipo assim, é óbvio que às vezes é legal se uma pessoa tomasse a atitude e te chamasse pra sair e falasse, meu, vamos no bar, etc. Mas às vezes tem que ser você. É. Mas sabe uma coisa que eu tô pensando aqui? Tem a ver bastante com o que o Felipe tava falando, que é... Fê. Que é...

Dantas. Que é... Quando eu me perdi, eu fui fazer piada.

Que essa coisa do, por exemplo, será que essas relações que a gente tem hoje em dia, que começam através do virtual e a gente acaba tendo sentimentos reais por isso, será que a gente não favorece elas, talvez de uma certa forma, porque elas trazem com mais facilidade essa ideia do ideal, da gente idealizar uma coisa, né? Porque eu acho que o...

Talvez essa grande dificuldade de achar meu príncipe encantado. Ou a pessoa fala assim, não consigo me conectar com ninguém. Porque provavelmente você não quer se conectar com ninguém. Você quer se conectar com aquela pessoa que você sonhou e idealiza.

Eu acho que isso, independente do virtual ou do real, quando a gente apaixão trata muito disso, né? Eu acho que quando você tá conhecendo alguém, você se apaixona pela ideia do que você acha que aquela pessoa é. Porque você ainda não conhece aquela pessoa a fundo. Você sabe...

Uma parte, você sabe um recorte, né? Você sabe o recorte do Grindr, né? Não, brincadeira, mas você sabe, tipo, fragmentos que aquela pessoa tá te entregando ali. E aí, que pode ser muito facilmente manipulados. Na vida real, pode ser facilmente manipulado, né? A pessoa vai te amociar a um lado. E é normal, gente. Você não vai sair no primeiro encontro e você vai conhecer a pessoa exatamente como ela é. Você vai ter um fragmento do que ela é.

E a partir desse fragmento, você vai falar, no primeiro encontro, fiquei muito apaixonado. Você ficou apaixonado pelo que você idealizou que aquela pessoa seja. Porque em um encontro de uma hora, sei lá, que dure 24 horas, não tem como você conhecer a pessoa a fundo. Você vai conhecer uma parte dela. E essa sensação de paixão vem dessa ideia que você tem da pessoa. Como você imagina que ela seja. Essa coisa do ideal, né?

Do platônico, talvez até. E aí... E no Instagram, nas redes sociais, no Grindr... Esse relacionamento virtual... É muito mais fácil disso acontecer. Porque você tem um fragmento menor ainda da pessoa. Então é muito mais fácil você idealizar que ela era o jeito que você sempre sonhou, entendeu? Porque você só vai ver uma foto. Você só vai ver o jeito que ela fala com você naquela situação específica. É muito fácil você idealizar que aquela pessoa é o seu príncipe encantado.

Então é mais fácil, talvez, de se relacionar assim dessa forma. E eu acho que a grande questão e a grande dificuldade que faz a gente não querer se relacionar com ninguém é a gente entender que, tipo, ninguém é como a gente imagina que a pessoa seja.

A pessoa é uma pessoa para além do que você idealiza. A pessoa é uma pessoa de verdade, com vontades próprias, com red flags próprias, com coisas interessantes próprias que talvez você também não tenha realizado. E o lance de você querer conhecer a pessoa tem que estar aí.

Nesse entendimento de que a pessoa não é o que você quer que ela seja. A pessoa é o que ela é. Isso pode ser muito mais interessante do que você acha, entendeu? Porque se você ficar querendo fazer matches e se relacionar com alguém que seja exatamente do jeito que você imaginou, você vai passar uma vida frustrada e infeliz e achando que no Brasil não tem homem pra mim.

Só que, na real, você tem que, tipo, conhecer a pessoa e, sei lá, tenta ser generoso e, claro...

Saiba seus limites, do que é aceitável, do que não é também. Não vai conhecer um boy lixo e começar a falar assim, ai não, mas acho que... Ai, é o jeitinho dele. É o jeitinho dele, eu quero conhecer essa pessoa tão real. Calma, também não é assim. Mas é, talvez você entender que é um pouco mágico você entender que a pessoa não é o que você quer que ela seja, ela é o que ela é. E talvez isso pode ser muito interessante.

Mas tem que estar disposto pra se envolver. E disposto mesmo, assim. Não só disposto... Disponível. Por exemplo, eu agora... Pareço estar disponível, pois não estou em nenhum relacionamento. Estou bem disponível.

Então, eu pareço também disponível, gato. Eu acho que você tá. Você acha que eu tô? Eu acho que eu só finge que eu tô disponível. Você não faz nada aqui o dia inteiro. Ficou vendo ali da janela. Nossa, o que eu fico vendo? Meu Deus. Eu não sei nem o que é que você acha. Ela tá vendo, combinou. Nossa, tá batendo uma ali, gente. Nossa, aliás, hoje...

Voltei virado da Shakira. E trabalhei o dia inteiro. Você voltou virado? No ônibus, né? Mas eu acho que esse negócio de conhecer alguém... Inclusive, eu tava pensando. Eu ia perguntar pro Alu.

O que que normalmente tem travado? O que que é um deal breaker pra você? De quando você tá conhecendo uma pessoa e alguma coisa acontece que você fica Ai não, sabe? Uma red flag talvez? É. Eu não... Pior que agora tem falo nesse... Ser swifter.

Também. Porque quando a gente conhece direito a pessoa, que a gente decide que não seria uma boa ideia também. É, eu acho que tem coisas muito superficiais. E o restante, eu acho que eu vou acabar entendendo e conhecendo, tipo, se eu sair de fato com a pessoa. E aí eu vou entender na hora. Mas não sei dizer, assim... Foram casos e casas. Foram casos e casos. Você acha que você é exigente?

Não mais. Eu acho que eu já fui muito. Muito exigente. Muito, muito mesmo. Mas hoje em dia não, mas eu acho que eu sou bem tranquilo. Bem mais boa. Tanto que eu acho que eu tenho perfeito pra você. Não existe, né? Vamos nessa. Não existe. Ai, Alô, quero saber. Qual o seu ideal? Você gosta de uma pessoa que, tipo... Esse programa virou desencadendo Alô. Você gosta de uma pessoa que tem um mistério ou uma pessoa que é bagaceira?

Eu acho que uma pessoa que pode ter os dois. O famoso eclético. Não, tem que ter os dois. Tem que ter os dois. Porque é isso. Ah, eu não tenho nenhum mistério. Tipo, eu não quero uma pessoa que seja, tipo, só uma coisa. E não tem porque ela ser só uma coisa. Eu não sou só uma coisa. Eu sou chata pra cacete às vezes, mas eu sou muito legal às vezes também. São muitas. São muitas, entendeu? São tantas leves. É, é. É pro que é igual. É muito demais.

Mas eu perguntei mais por isso, porque eu acho que é uma dificuldade que eu tenho percebido. É que as pessoas realmente estão zero paciência de realmente conhecer alguém de verdade. E pensar e, tipo, lidar, por exemplo, com um problema. Sei lá, já teve casos que...

A pessoa quis terminar um namoro por causa de uma coisa. Eu fico assim, gente, mas calma. Vocês não podem conversar, chegar no consenso. Tipo, toda hora você vai interromper a história por causa desse problema que te barra. Mas aí, porque são pessoas... Você gosta tanto de se relacionar... São pessoas. Olha o Rafael e Mendes.

Mas aí pra mim entra muito no lugar de que é uma pessoa que ela sequer deveria estar num relacionamento. Porque ela não tá sabendo lidar com ela mesma. Exato. Exato. Que é o que eu tô dizendo. Às vezes a pessoa parece estar disponível, mas ela não está. Exato. Tipo assim, se você não sabe lidar contigo mesmo, minha filha, nem se atrever a entrar num relacionamento. Isso é verdade. E às vezes não é nem que você não sabe lidar. Às vezes você está lidando com uma coisa. Não é sobre ter autoconhecimento, não.

É, mas às vezes você está lidando com uma coisa que você... Por exemplo, eu realmente achei pra mim mesmo que eu já estaria talvez disponível. E aí percebi, chegou... Ah, gato. Ainda não. Às vezes você também não se ouve. Aí você entra num relacionamento e durante o relacionamento você percebe... Ah, acho que eu não estava disponível. E aí você fica numa...

Aí você fechou com a cabeça de uma pessoa no meio desse processo. E com a sua também, não se culpa, tá? A pessoa que fez isso, pioramente, não fez por querer. Mas, enfim. Mas ela também não agiu da melhor forma. Não, gente, não existe um manual, tá? A gente não tá... É, não. Ah, e se você não sabe como encarar as coisas da sua cabeça, desconta o outro mesmo. Pode a vida de outra pessoa.

Pelo amor de Deus, não é isso? Fode uma outra pessoa, mas não a vida dela. É, fode gostoso. O rolê da exigência, gente, é que eu acho que tudo bem você ser exigente, talvez, por exemplo, assim, tem, às vezes, vamos lá. Exigências do tipo assim, eu sou monogâmico, é um exemplo. Tá.

Eu sou monogâmico. E pra mim, eu tenho que ter um relacionamento monogâmico. Então, tipo assim, a minha exigência... Uma das minhas exigências é essa. Tipo, eu não me vejo num relacionamento aberto. Então, eu sou monogâmico. Essa é uma das minhas exigências. Acabou. Isso é ser exigente. Agora, você não pode ser exigente do tipo assim... De você querer achar...

idealizar que você vai encontrar um namorado, uma namorada, um namoradê, que vai te completar em todas as áreas, porque isso não existe na função de uma pessoa. Tem amigos. Tem amigos, exatamente. Tem coisa que você vai querer fazer com a sua mãe, tem coisa que você vai querer fazer. Por exemplo, sei lá, eu amo muito ir ao cinema.

E eu conheci um cara que parece ser perfeito. Nossa, esse é parâmetro. Só que ele odeia ir ao cinema. Pra algumas pessoas, sim, tá? Só que ele odeia ir ao cinema. E como que eu vou fazer? Se cinema faz... Ir ao cinema é parte da minha vida. Com seus amigos. Exato. Vai com a sua mãe no cinema. Vai sozinha, B. Vai sozinho. Vai sozinho. Vai sozinho. Que isso. Ou, por exemplo, as viagens. Tipo assim, sei lá. Conheci alguém que não gosta de viajar. Ou talvez não tenha condição de viajar nesse momento da vida.

Mas fora isso, é perfeito. Vai viajar sozinha, vai viajar com seus amigos. Entendeu? Você não precisa ser uma pessoa que você vai fazer tudo na sua vida com essa pessoa, gente. Não tem que ser assim, é até saudável que você tenha seu momento com outras pessoas, com outros amigos. Eu fui muito essa pessoa que por muito tempo, quando tava no namoro... Acho meio que de canceriana, talvez, mas vocês me digam.

Quando entra num namoro, meio que começa a abrir mão de algumas coisas, de algumas amizades, assim. Lógico, não chutar o balde da amizade, mas, tipo, acaba ficando meio off e ausente em alguns momentos. Porque fica demais vidriado naquela coisa do relacionamento. E isso não é saudável nem pra você, nem pros seus amigos, nem pro seu namorado.

Ah, inclusive isso mata qualquer relacionamento, gente. Porque chega uma hora que os dois ficam ali se retroalimentando, já não sai mais nada de novo. Pois é. E nem de bom. Só tranqueira. Mas eu acho que assim, não tenha medo de se jogar, mas também fica de olho no processo. Porque na tentativa e erro.

É, eu acho que assim, se você sente que você quer encontrar alguém, tipo, quer encontrar um namoradinho, também tem isso, não fica com essa de que você quer encontrar alguém e já vai namorar no dia seguinte, no mês seguinte, no mesmo ano. Às vezes, você conhece uma pessoa, é um processo lento, assim. Não seja emocionadão, seja um pouco, mas não tanto. Tipo, não sai com a pessoa já pensando que você tá procurando um namorado, entendeu? Mas sai pensando que você quer conhecer. Viva o momento, né? Vamos nessa. É.

E é isso, é difícil mesmo conhecer gente nova. Eu concordo com você. Se você sente que é isso, que você tá buscando conhecer pessoas e tá com essa certa preguiça ou essa dificuldade de conhecer, talvez o caminho seja um pouco esse. Ai, mas eu sou bem emocionado, não consigo. Eu sou super emocionado, gente. E o Silvão também, ele falou isso assim. Eu sou super emocionado. Não, eu sou super emocionado, mas eu... No meu namoro, eu comecei a namorar depois de três dias, sabia?

Que eu tive o primeiro date. No jogo. E foram três dias seguidos, assim. De date. Meu Deus. Terça, sei lá, quarta, quinta, sexta e sábado a gente tava no amor. Mas vocês viraram de namoro assim mesmo? Aham. Meu Deus. Ele morava perto do... Ele morava perto do... Imagina se estivesse em Las Vegas. No domingo tinha casado. E no domingo tinha casado. É que ele morava perto do meu trabalho. Aí, ai, gente.

Foi muito engraçado isso. É, mas depois do meu segundo namoro foi depois de um mês. O meu terceiro namoro foi depois de duas semanas. E esse de agora... Uma menina pesada. Ah, o Vitor, por exemplo, eu conheci no Halloween, no primeiro Halloween. Ó, demorou um tempão. E é o que mais durou, não é? Não, não. Teve mais longo já. Esse mês vai ser o que mais dura. Batei a meta. Yes. É.

Mas você acha que é isso? Você acha que o mais longo é o que mais importa, talvez? Esse meu relacionamento anterior que eu pedi namoro depois de duas semanas, durou quatro anos também. E também, tipo, aí tem aquele negócio que, ah, mas você não conheceu direito a pessoa, se aplica quando a pessoa se mostra uma louca, né? Tóxica depois que vocês começam a namorar. Não, é sempre bom ter cautela. É só questão de falar.

Mas eu gosto de conhecer uma pessoa namorando já, porque é tipo intensivão. É gente, mas o namoro, qualquer lançamento é um eterno conhecimento, gente. Acho que até quem é casado 40 anos ainda vai... Vai descobrir um segredo chocante. Mas é porque também, gente, as coisas não são lineares. A gente vai mudando o tempo inteiro. Então você vai estar sempre conhecendo o outro de uma nova forma. Talvez de uma forma surpreendente positiva, talvez de uma forma surpreendente inovativa.

E vamos encerrar aqui que eu tô no verde. Que eu tô... Tá falando muito baixo, ó. Ai, desculpa, galera! Pra você que tava dormindo... Acordou agora. É pra dar um susto no coração, pra ver se ele se apaixona. Ai, gente, eu vou começar a ler... Amanhã, talvez, se eu tiver afim. Nem faz tempo pra ler o livro. Mas eu comprei um livro muito legal, chamado Rejeição. Até o fim dessa semana, com certeza.

Tá ficando com certeza. Que eu vou indicar aqui pra vocês. No Drama 100. Especial Drama 100. Um livro chamado Rejeição. Esse é o trigésimo episódio. É. Ah, especial, né? Não. É um número bonito. 30? É. A Cláudia Raia, quando fez 30 anos de carreira, ela fez um musical chamado Raia 30.

Meu Deus. Vou ter que fazer um musical quando eu trentar. O Lab 30 vem esse ano. Vai ser tudo. Gente, se preparem que a gente vai estar produzindo uma super festa de aniversário. Número só de League of Legends. Vai ter um número...

Vai ser um evento especial de aniversário do nosso. Vamos ver que é um lege se percorrendo a vida. Dia 8 de julho, véspera de feriado em São Paulo. Você que mora em São Paulo é nosso ouvinte, tá mais que convidado pro nosso evento de aniversário. Nossa, não. Não vai ser assim, tá? A mais que não filhada vai ficar em casa. Ingressos da venda do Shotgun. Aí, beijo, vai.

Beijo. Mande seu drama para com redes sociais. Arroba apenas Dantas. Arroba drama nas redes. Drama nas redes. Arroba xilvano. Arroba Lizibri. Tô brincando. LZ é Brê. Não, Brê. LZ Brê. Ai, que bagunça.

Hoje a gente tá assim bagunçadinha, gente. A nossa cabecinha. É a Shakira. Eu tô louca, né? Ela tá louca. Choca, choca. Choca, choca. Boca com boca. Seu pequenininha, mas posso te dar uma volta. Chaca, choca, louca. Isso aí tem história, viu? É, gata. Beijo. Trama.