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Will Clodsmidt (Gorillas Group): O Papel do Sportsbook Manager - BBS Podcast #052

08 de maio de 20261h42min
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No episódio #052 do BBS Podcast, Batata e Bonfá recebem Will Clodsmidt, Sportsbook Manager da Gorillas Group. Mergulhamos nos bastidores das casas de apostas, discutindo a gestão de risco, a operação de um sportsbook de alto nível e as tendências do mercado de iGaming no Brasil. Se você quer entender como funciona o "motor" por trás das bets, este episódio é indispensável.
Assuntos5
  • Trajetória de Will ClodsmidtCarreira como policial penal · Estudo de engenharia civil · Início nas apostas esportivas · Estudo de estatística para apostas · Desenvolvimento de modelos matemáticos · Experiência com bônus hunter · Trabalho como analista de desempenho · Experiência como vigia · Estudo de ciência de dados · Trabalho em empresa social · Experiência com bots de apostas · Experiência com fundos de investimento em apostas
  • Mercado de Apostas Esportivas no BrasilHistórico do mercado pré-regulação · Diferenças entre apostas no Brasil e exterior · Regulamentação e legalização · Operação de Sportsbook Manager · Gestão de risco e cotações · Tendências do mercado de iGaming · Bloqueios e banimentos de contas · Diferenças entre apostas antigas e atuais · O papel dos provedores de odds · EV positivo e modelagem matemática
  • Modelagem Matemática e Estatística em ApostasUso de raciocínio lógico e matemático · Criação de modelos matemáticos · Estudo de estatística e probabilidade · Coleta e análise de dados históricos · Ferramentas estatísticas (Poisson, Monte Carlo) · Importância da gestão de capital · Diferença entre feeling e base sólida · Modelagem de times e ligas exóticas · Análise de odds e EV positivo
  • Futebol e Apostas EsportivasAcompanhamento de ligas e times exóticos · Análise de desempenho de times · Previsão de resultados e gols · Apostas em jogos ao vivo · O imprevisível no futebol brasileiro · Apostas em times de coração vs. análise · O caso do 7x1 na Copa do Mundo · Apostas em ligas menores (Finlândia, Estônia, Chipre) · O time Bodø/Glimt e suas zebras
  • Gestão de Sono e PerformanceA importância do sono para a performance · Técnicas de sono polifásico (Napoleônico) · Controle do sono e sonhos lúcidos · Higiene do sono e rotina · Impacto do trabalho noturno e viradas de noite · Dormir em locais inusitados (banheiro, avião)
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E aí, calma aí. E aí, como é que tá? Tudo bom? Belezinha? Beleza, e você? Boa noite. Boa noite, Bonfá. Pensei que você ia me atropelar aqui, cara. Você achou? Não, eu calculei bem, eu calculei. Eu achei que você não ia parar. Você achou que eu ia até dar aquela colisão? É, meio os três patetas, assim. Meio baliza, assim, meio gordo magro. Várias duplas aí da história. Eu tô com uma música na cabeça, Bonfá. Deu. Vamos.

I'm happy, I'm feeling down like a sunshine, when I'm down like a youth, I'll let you know the future. E você já sabe de onde que eu quero fazer esse link, né? Porque hoje nós vamos conversar aí com a pessoa que faz parte da indústria, que está envolvida com algo que tem a ver com o que eu falei. Tem ou não tem?

Tem. O nome. Certo? E se você pegou isso, comenta aí qual é o seu gorila preferido da história. Eu não sei o nome deles, não. Você sabe? Dos gorilas? Ah. Da banda, cara, pior que eu não sei. Então por que você está falando deles? Não, mas eu quero falar de outros gorilas preferidos. Desde o King Kong, Donkey Kong, Poderoso Joe.

Quechac, pai do Tarzan. Qual que é o seu gorila preferido? O meu é o Donkey Kong. O seu é o Donkey Kong? O meu é o King Kong. O King Kong. O King Kong. O de massinha, dos anos 30. E você de casa? Qual que é o seu preferido? Comenta aí, rapaz. Comenta, curte, compartilha. Entra pro nosso grupão aqui, ó.

A família BBS E mande lá as fotos dos seus gorilas preferidos Certo? Não só gorilas Diversos tipos de símios poderão ser mandados ali também Não é mesmo? Vai acontecer no grupo Do nada quem não está assistindo Vai chegar um monte de foto de gorila Pô, é legal, façam isso Deixa o like, comenta aqui

interage no chat e manda lá no nosso grupão o seu gorila favorito. Já falamos o nosso, vamos descobrir daqui a pouco do convidado e falar muito mais, evidentemente, sobre a carreira dele, sobre os membros da indústria e tudo mais. Recebam agora com muitas palmas, senhoras e senhores, o Will Clodesmith da Gorilas Match!

Oh yeah, man! Bem-vindo, meu amigo. Como é que você está? Tudo certo? Por favor, fica à vontade aqui. Olha que cadeira boa. Essa cadeira está pegando umas pés. Toma cuidado, hein? Está tudo bem por enquanto. Mas qualquer coisa está tudo bem. Olha, tem um cardápio aqui para você. Então você pode pedir um drink, pode pedir o que você quiser, porque aqui o negócio é...

Já sentou? Já sentei, rapaz. Minha cor de open foi mais contida. Mas dançou ou não? Não, né? O quê? Dançou? Dancei mais sutil. Mais contida. Com medo do tamanho do áudio. Não, nem por isso. Naquele outro programa eu já consegui fazer um over actor. A gente teve outras gravações. Eu já tive um over actor mais expansivo. Dessa vez eu decidi dar uma reduzida. Mas pode ser que no final aqui isso exploda de novo. Tudo vai depender.

Obrigado pela coragem de estar aqui Obrigado mesmo pela coragem E antes da gente fazer aquela clássica pergunta que a gente sempre faz no começo Que é, pra você se apresentar pro nosso público E falar um pouquinho da sua trajetória Responda essa pergunta Qual que é o seu gorila preferido do entretenimento? Rapaz, vocês estavam falando ali Eu fiquei pensando pra achar um gorila favorito aqui Mas vou falar um que vocês não falaram

O Maguilo Gorila, aquele da motinha. Ah, esse daí era mesmo. E eu pensei em um também que a gente não falou, que é um... Virou um amigo, que é o MC Gorila. MC Gorila. MC Gorila. Virou um amigo, veio aqui na BBS já, a gente fez o acústico MC Gorila. Pô, esse é um gênio da música. Esse é um gênio da música definitiva. Esse é mesmo. Esse é maravilhoso. Não, mas o Maguilo é sensacional. Eu amava esse desenho. Tu lembra desse desenho? Lembro. Cara, eu assistia...

Eu passava a noite inteira vendo filme com meu pai, né? Daí passava, era intercine, sessão de gala, corujão. E aí depois vinham tecendo o saber. E aí começavam esses desenhos. Era Faísca e Fumaça, Maguilo Gorila. Era um gorila que ele ficava num pet shop, ele queria ser adotado, só que ele era meio vagabundo. E aí, ô, senhor Peebles, me tire daqui, senhor Peebles. Maguilo Gorila!

rapaz tem um gorila no pet shop também é a história né eu lembrei dele por causa da motinha né tinha uma cena dele andando na motinha e eu tinha uma moto pequenininha assim aí quando um trabalho que eu tive o pessoal fala pô você tá igual aquele gorila Magui em cima da motinha a motinha pequenininha é que você é o cara que você não é muito pequeno né a cabeça

Aceitas um drink? Ah, vou querer. Já vi aqui. Então, tal de Crystal Flush aqui. Esse aí é o top seller aqui da BBS. É o que eu estou mandando aqui já o meu... Toda hora o Crystal Flush. A gente sempre fala para o pessoal de casa a importância de tomar um Crystal Flush. Todo dia dizem que pelo menos 2 litros de Crystal Flush por dia, certo? Ou 3. Ou 4. Eu tomo muito Crystal Flush. Eu tomo muito também. Eu tenho do lado da minha cama uma garrafa que assim, no meio da noite tem que levantar e tomar. E é porque eu gosto. Também. Eu gosto de tomar. Geladinho, uns 3 litros vai.

Então, como é que pode? Tem gente que não gosta, né? Meu avô, cara. Meu avô odiava. Eu não sei como você aguenta tomar isso aí. Eu não gosto de água, não. Ele bebeu o quê? Pinga? Não, pior que ele não. Que véio pra mim. Engraçado. O que ele tomava, cara? Acho que refrigerante. O véio mandava refrigerante. Ele comia... Cara, ele comia uns negócios muito cabulosos. Ele comia, tipo...

Ele misturava, sabe, a gordurinha da carne com farinha e mandava para dentro. Aí eu fui tentar fazer isso. Aí eu tive 100 anos. E estava com 100 anos. Você vê que não é uma coisa... Está vivo, meu pô. Tem quatro safenas, mas... Pior que tem mesmo. Mas é curioso isso, né? Algumas pessoas que têm esses ditos maus hábitos, vamos dizer assim, acabam tendo uma longevidade. Você viu o Tony Tornado, né? Está com 90 e poucos anos. Ele fala, toda sexta-feira uma feijoada, um torresminho, mas tudo com equilíbrio.

Mas eu acho que é porque a gente, cara, na nossa desevolução com o mundo, né? Antigamente o pessoal era mais ativo, né? Ele ia ter que levantar, ia ter que trabalhar, andar. Se quisesse fazer alguma coisa, ele ia sair. Era mais ativo por natureza.

A gente é muito vagabundo, cara. A gente levanta, senta, trabalha, fica lá no computador, depois volta, senta, vê a novela, depois deita, dorme. E comendo tranqueira ainda, como é que vai dar certo esse negócio? Ou será que eu tô louco também? Não sei. Não, é isso mesmo. A indústria que mudou a gente, né? Alimentação, sono, tudo foi mudado pela indústria, né? O pessoal antigo tinha uma rotina diferente, por isso que eles tinham longevidade.

É verdade. Ou seja, não é o alimento que era o vilão, né? É os hábitos, né? É os hábitos. É os hábitos, né? Porque quanto mais você... É isso aí, quanto mais você anda, quanto mais você faz as coisas, você mantém o seu corpo, você meio que pode ter uma licença poética para comer certas coisas, né? Como você vê, toda vez é isso. A senhora tem 110 anos. O que você faz? É como bastante torresmo. Mas sempre esses papos. Nunca ela fala, é chalada, tofu. O que aconteceu? O que é isso, Tony?

Tá sabotando o nosso programa. Olha só. Mas eu imagino que quando tocou esse tilintar dos anjos, é como se fosse uma voz em cima falando Batata, Bonfá, voltem para os trilhos do programa. Continuem apresentando o convidado. Vamos ouvir essa voz?

Eu achei que ia cair o negócio do teto. Imagina, tomar um piano, né? Trombeta. Então, ouvindo aí a voz dos anjos, antes da gente voltar para a nossa boa e velha resenha aí, se apresente para o nosso público e diga o que você faz.

Então, meu nome é Will Claude Smith, eu trabalho hoje como Sportbook Manager no Grupo Gorilas. A gente é uma holding lá, que o nome da holding é Gold Jungle, que agrega várias empresas lá dentro, entre elas as Betts, que é a Bet Falcons e a Bet Gorilas, que hoje são nossos carros de frente lá, e é onde eu atuo especificamente.

Como é que é? Esporte? Esporte Book Manager, que seria o gerente de Esporte Book. É porque a tradução no português fica sem sentido, porque vira gerente, mas o Esporte Book mantém. Aí seria gerente do livro de apostas. Aí ninguém vai entender direito, não faz sentido a tradução, entendeu? Aí a gente traduz uma parte e outra não, assim, fica ficando confuso. É, por isso que fica Esporte Book Manager. Ele é o cara das olhos.

É o cara das ódios, das probabilidades. Isso, e traduzir assim, o que você faz, aí é diferente. O que eu sou é isso, o que eu faço é, a gente cuida do mercado em si. Então é assim, a gente cuida como o mercado está, como as cotações estão, se os mercados estão todos alinhados, se a casa está com um ambiente saudável, o ecossistema está fluindo, a margem está boa, o GGR está ok. Então a gente fica equilibrando ali a densidade da casa dentro dos mercados dos esportes, dentro da caja aposta.

E como é que foi a tua trajetória para chegar nisso? No que você faz hoje, assim? Porque geralmente as pessoas aqui, elas começam em outra área, em outra coisa, e aí a gente vê todos os caminhos que trouxeram para cá. Então, a minha trajetória, assim, é gigantesca. Eu já fui de tudo, cara. A gente pode apostar aqui, como eu sou das apostas, a gente pode apostar aqui o dinheiro que for. Eu falo uma profissão que eu fui algumas aqui, que vocês não acertam nunca. Avon, vendeu Avon. Vem pior. Já vai de aumentar a coisa.

Locutor de porta de loja. Mas vamos cortar um pouco dessa trajetória para falar onde realmente apareceu as apostas na minha vida. Para você ter uma ideia, quando eu conheci as apostas na vida, a primeira vez que eu vi alguém falando assim, apostei no time tal, eu estava trabalhando, concursado no estado de Minas Gerais, de polícia penal. Era policial penal nessa época. Você era polícia?

Rapaz, faz sentido. Então eu trabalhava nessa época, nesse setor, que era o setor que até então, desde novo, eu falava, pô, eu quero ser isso, quero ser policial. Era o setor que eu queria trabalhar, desde novinho. E eu estava nesse setor, só que ao mesmo tempo, academicamente, eu sempre gostei da área de exatas. Então eu fiz em área civil, estava terminando a faculdade quando eu entrei no mercado, no serviço. Eu estava na faculdade, passei no concurso.

Aí fui trabalhar de policial penal e continuei terminando a faculdade. Engenharia civil, que eu gostava de exatas e tal. Quando eu conheci isso, um amigo meu veio e falou assim, porra, ontem eu ganhei 100 reais no Flamengo. Eu falei assim, como assim? Ele falou, não, jogou Flamengo e Cruzeiro, e eu apostei 100 reais e ganhei 100.

No Flamengo. Aí, na mesma hora, como assim, eu tinha um raciocínio lógico, né, de matemática, eu falei assim, mas você apostou baseado em quê? Não, eu achei que ia ganhar e apostei. Aí já me dói da minha cabeça. Achei? Eu falei assim, mas você não olhou nada, você não viu nenhum dado? Não.

Eu falei, ah, não faz sentido. Aí eu fui, peguei esse jogo, fui estudar os dados, fui ver o retrospecto, falei, não, era tipo assim, era desfavorável o Flamengo naquela época contra o Cruzeiro naquele jogo. E ele apostou mesmo assim. Aí isso me deu um tino assim, falei, pô, se estudar isso direitinho, dá pra ir bem nisso aqui, né? Eu falei assim, vou olhar direitinho isso. Aí eu comecei a ver. Entrei na casa que ele me falou na época, que existe até hoje a casa.

Só que ela era de outro jeito, né? Tem o pré-regulação, o pós-regulação e tem o pré-existência de casas no Brasil. Que era outro limbo, assim, fora do comum, que nem dá pra imaginar quem não viveu. E eu conheci a casa assim. Como é que faz o cadastro? Ele mandou, era em dólar, não tinha casa em real no Brasil.

Tive que converter lá. Para converter era outro rolê. Você tinha que entrar em uma empresa para converter seu real. Netelha, Escrio, Astropey. Netelha, Escrio, Astropey. Payone. Tinha que entrar lá, converter e julgar para dentro da casa. Aí eu fui e fiz. E comecei a dividir o capital lá certinho. Eu fui fazendo um estudo mesmo, não uma aleatoriedade. Vou julgar aqui porque eu acho que vai ganhar. Então eu comecei. Fiz lá.

coletei uns dados, acertei alguns, falei, não, tem que melhorar. Aí comecei de novo. E ele fez uma aposta aleatória e nada mais. Eu não, já virou um negócio de interesse para mim, um cenário de interesse. E eu comecei a estudar, estudar isso, estudar, e eu virei e falei assim. Aí eu tinha acabado a faculdade lá, falei assim.

Pô, está faltando alguma coisa. Eu não estou conseguindo chegar no que eu quero dos dados para me dar um resultado. Porque eu já sabia, assim, na minha cabeça eu tinha que a matemática ia resolver a aposta. Se você fosse matematicamente coerente, você ia chegar no resultado positivo.

Só que assim, isso faz sentido, mas eu fui descobrir isso bem depois, como que esse sentido era realmente. Porque não é simples assim, tipo assim, se você calcular direitinho, você vai acertar? Não, não é que você vai acertar. Tem mais chance. Mas é, melhora com o tempo. Então o que aconteceu? Eu fui melhorando, melhorando. Eu falei assim, não, eu vou ter que melhorar o meu plantel de ferramentas para poder chegar no que eu quero. Aí eu fiz vestibular de novo, voltei para a faculdade para fazer estatística.

Eu fui fazer estatística só para mexer com dados e para apostar. Aí eu voltei para a Federal de novo, fui fazer estatística. Aí comecei, nos primeiros dias de aula eu já fui no professor. Olha, eu quero criar um modelo aqui para jogo de apostas. O cara é doido. O que é isso? Não, apostas. Porque você falava isso, era igual um criminoso. Era igual você vendendo droga. Larga isso, irmão. Parecia que você estava vendendo droga. Chega e fala, não, quero ver apostas. Cara, isso. Sai dessa vida, irmão. Sai dessa vida. Cara, é criminoso.

Aí eu falei, pô, né? Aí eu comecei, eu sozinho fui montando meus modelos, aí eu fui aprendendo modelos matemáticos, fui criando os modelos, e comecei a ter uma frequência de acerto. Falei, pô, agora tá ficando legal. Agora eu vou equilibrar o que eu aposto e o que eu jogo. E continuei.

Fazendo ali a faculdade de estatística, melhorando meus modelos e fazendo umas apostas ali. Mas sim, não gerava renda. Gerava ganhos esporádicos, ganho para sair um final de semana, com a namorada na época. Deva para fazer isso. Aí eu virei e falei assim, não, espera aí. Isso tem que dar alguma coisa, né? E continuei batendo na teca. Por um acaso do destino, aconteceu um revés lá no meu serviço. E eu saí. Fui exonerado, porque eu era concursado público, fui exonerado.

Aí eu falei assim, pô, e agora? Aí na minha cabeça eu falei assim, agora eu tenho que dar um outro jeito de fazer outra coisa. O que eu queria fazer, que era o meu sonho de infância.

Não dá mais. E eu já estava mais velho um pouco. Falei assim, não, vou fazer outra coisa. Aí eu falei assim, por que não ir nessas apostas? Aí eu dediquei mesmo. Aí eu foquei nisso, acordava de manhã cedinho, 7 horas da manhã. Ficava ali até 11 horas da noite. 7 horas da manhã, 11 horas da noite. Caramba. Direto. Um hiperfoco mesmo assim no negócio. Aí eu consegui criar uns modelos e comecei a ter renda.

Então, assim, eu consegui igualar o salário que eu ganhava lá uns quatro meses depois que eu saí desse risco. Quatro, seis meses. Eu consegui gerar uma renda de salário, que é o que eu queria, como se eu ainda estivesse trabalhando. Então, ou seja, eu substituí o trabalho por trabalhar em casa. Sim. Falei, opa, agora estou fazendo, ganhando o mesmo salário trabalhando em casa. Uhum.

Mudou já. Estou sentado de pijama. Você fazendo o seu horário. Meu horário. Era uma carga muito densa, muito alta. Porque eu estava ainda criando os modelos. Mas com o tempo você vai vendo que assim, cada vez que eu criava o modelo e ele se automatizava um pouco, menos eu tinha que ficar preso nele. Então assim, eu fui diminuindo a carga. Fui diminuindo a carga horária. Quanto tempo mais ou menos assim?

Porque, cara, pelo que eu percebi, foi um processo muito intenso e, em particular, seu. Foi um negócio empírico, né? Seu, assim, você viu essa brecha, juntou com uma coisa que você já gostava, que é essa parte cartesiana das exatas e tudo mais. Aí você ficou focadão, focadão, focadão. Em quanto tempo, mais ou menos, você conseguiu diminuir essa carga e já ficar mais tranquilo, assim?

Então, assim, só voltando um pouquinho, para não falar que eu não dei crédito, eu não fiz tudo sozinho. Como eu queria conteúdo sobre isso, eu fui procurar na internet, que até é uma história parecida que o Bonfáguer me contou. E eu não achava, não tinha aqui no Brasil, eu não achava nada sobre isso. Então eu encontrei dois portugueses.

que falava sobre isso, falava em português de Portugal lá. E eu comecei a seguir eles, pegar ali as dicas e tal. E um era bem técnico e o outro era meio marqueteiro. Aí eu falei assim, porra, aí eu já comecei a ficar encocado de novo. Quando foge do padrão, ele fala, ah, esse cara tá mais marketing que técnica. E eu queria técnica, eu quero aprender.

Aí eu procurei um cara, aí tinha um cara no Brasil que foi um dos primeiros que pegou isso e apareceu na mídia. Ou seja, ele tinha marketing. Porque tinha outros, depois que eu descobri, que não tinha mídia, que também fazia a mesma coisa. Mas era o Juliano Fontes.

Até hoje ele está no mercado, mas hoje ele é totalmente low profile, quase não aparece. Fez o que ele tinha que fazer de renda, muito curso, quer vender, muita coisa. Porque ele tinha um curso ensinando. Eu falei, ah, vou comprar para aprender ali. Aí com esse curso ele ensinava uma técnicazinha.

de fazer bônus, que hoje é os abomináveis bônus Hunter da casa, que eu caço, inclusive, se eu achar lá, eu tiro da casa. Na época, assim, as casas estavam nem aí pra isso, porque a casa era outra coisa. Então, assim, como não tinha regulação, não tinha imposto de nada,

A casa não ligava pro bônus hunter, então eu dava bônus adoidado, bônus de depósito. E ele conjugava as casas assim, você pegava bônus de uma, jogava na outra, você ia multiplicando isso. Então ele ensinava a se fazer um capital inicial. Então eu fiz isso, eu fiz esse bônus, fiz esse capital pra começar a alavancar meu caso sucesso. Foi onde eu comecei a ter a renda, voltando ali só pra dar um crédito. Aí quando eu fiz isso e tinha já essa técnica e esse capital, eu diminui tipo assim, essas...

10 horas que eu ficava ou mais por dia, eu diminuí para 4. Ótimo. 4. 4 horinhas ali no dia. E aí o que eu fiz? Eu comecei a ver que eu podia ficar menos ainda. Desde que eu preparasse os jogos ali, as análises.

num determinado momento, mais calmo, e eu gostava de preparar isso de madrugada. Gostava de preparar assim, uma hora da manhã, dois horas da manhã, eu sentava lá, coletava os dados, fazia as análises, preparava. No outro dia, eu só marcava os horários do jogo e ia lá fazendo. Então, assim, juntando tudo, eu gastava umas quatro horas do dia. Então, com quatro horas, em casa, eu estava fazendo o mesmo salário que eu trabalhava lá no sistema penal. Então, assim, foi um avanço muito grande, foi uma satisfação.

Aí eu falei assim, pô, tô bem, tô bem. Só que aí é o seguinte, aposta não é renda fixa. Exato. É variável. Dá umas zebras também. Então, por mais que você module, por mais que você ache ali a matemática, o Palmeiras e o Mirassol, né? É, eu ia citar isso.

Tem variado. Tem um amigo meu aí que tava no jogo do Palmeiras e Mirassol. Aí esse meu amigo ouviu o conselho de um torcedor falando, não, Palmeirinha tá bom. Palmeirinha tá arrebentando. É o Mirassol. O Mirassol nunca vai arregaçar o Palmeiras. E aí, de fato, Palmeiras foi arregaçado. Eu apostei no Palmeiras, né, Tony?

acontece, acontece. Porque tem o que você falou, não é exato, né? Você aumenta as probabilidades, mas sempre tem as variáveis ali. Você consegue cercar, por isso você tem que ter uma gestão, não é só a matemática da aposta em si, a matemática da gestão também. Você tem que ter uma gestão do seu capital para cair nisso saudavelmente, entendeu? Você vai cair nessa zebra, ok, não tem problema. Era previsto acontecer isso uma hora.

E as outras vão pagar essa, então sim, tá ok. Tem que ser saudável, equilibrado.

Aí, o que aconteceu? Eu entrei num grupo. Um amigo meu, que é amigo meu até hoje, desde aquela época, ele fez um grupo e me chamou a atenção que era sempre propaganda. Grupo de análise de sinais de aposta esportiva Vitalício, 20 reais. Vitalício. Eu falei assim, pô, mesmo se for ruim, é 20 reais. Eu vou arriscar. Quem não arriscaria, né? Vitalício, 20 reais.

E era assim, você comprava, ia na caixa econômica, depositava no envelopinho, pegava o comprovante, tirava uma fotinha e mandava para o cara. Era a comprovação, era assim. E o cara te colocava num grupo de zap, que só cabia 100 pessoas na época. O pessoal novo nem sabe aí, o zap só cabia 100 pessoas no início. Aí a gente pegou, entrei lá, falei, vou ver qual é desse grupo. Aí ele começou lá, mandou um sinal assim, o primeiro sinal dele.

Ó, vocês estão com uma banca aí, começa com uma banca mais ou menos de 100, só pra começar, e a gente vai fazendo alavancada. Ok. Aí pegou um jogo da... Da Finlândia? Finlândia. Pegou um jogo da Finlândia, pegou dois times lá, e falou assim, tá vendo esse jogo aí? Vocês vão fazer o seguinte, põe aí que vai sair um gol, e dá a win.

Aí já fiquei assim, All In. Aí eu comecei a pegar aquele jogo, comecei a pesquisar o do jogo pra ver se valia o All In. Falei, meu Deus, e rápido, porque ele tava assim, não, vai sair o gol, hein, vai sair o gol. Eu entrei e pesquisei, mas o All In foi, pô, tem chance, mas não tá, ah, vou, pá. Aí saiu, pum.

Aí estava pagando, tipo assim, a gente pôs 100, ganhou 110. Ganhou 10. Ficamos com 110. Nossa. 10%. Um pouquinho. Aí 10% num tiro só. Falei, porra, é bom, mas não é sustentável. É. Mas a galera vibrou, porque, igual eu te falei, quem é leigo e entra, vibra com isso. Vibra muito. Lógico. Vibra muito. Imagina você vender assim, vou te fazer um negócio aqui, 10% ao dia. Porra.

O cara brilhou, olha ali, 10% ao dia, em 10 dias eu dobro o capital. Só que tá, e se der? Não, e dá, né? Aí tá, fez. Aí ele fez isso, só que no outro dia já mudou. Ele já foi mais comedido. E aí foi. Ele foi indo bem, assim, ele errava, acertava, errava, acertava, mas tava equilibrado positivamente. O cara sabe o que tá fazendo. E ele era muito bom de ao vivo, ver o jogo ao vivo.

e percebi o insight do jogo na hora. Que depois eu fui aprender isso, como que era isso verdadeiramente com números, né? Porque ali eu achava que tinha um pouco de feeling também, de leitura de jogo, mas no feeling. Falei assim, eu tô vendo que tá atacando muito, tem gente que eu vou, entendeu?

E assim, eu não conseguia trabalhar assim. Eu não consigo trabalhar no... Ah, eu acho que vai. Com mais conhecimento que você tem. O conhecimento pode ser empírico, mas ele tem que estar apoiado numa base sólida ali para você falar assim, de onde você está tirando isso, né? Ele não precisa ser explícito, mas ele tem que estar apoiado numa base sólida, né?

Então ele foi indo assim, aí eu comecei a fazer umas análises e mandar no grupo. Falei, pô, pode mandar lá no grupo? Perguntei se eles podiam, né? Aí pode. Aí eu mandava, e eu mandava uns jogos assim também, uns campeonatos finlandês, islandês, Chipre. Aí o pessoal, pô, ninguém conhece esses times. Falei, então, depois eu vou explicar por que eu escolho esses times.

Aí eu mandava e acertava, mandava e acertava. E o meu era diferente do dele, porque eu fazia antes. Lembra que eu te falei que de madrugada eu colhi os dados? Porque o meu era apoiado embaixo de dados. Eu fazia uma metrificação no modelo matemático e falava assim, vai acontecer, tem chance de acontecer. 80% está favorável a mim? Vale a pena. Eu trabalhava assim. Sempre que a probabilidade era favorável a mim, valia a pena, porque a longo prazo eu ia ganhar.

Então eu fazia baseado nisso. Então o meu não precisava do jogo acontecer. Ele estava apoiado na base de dados. Então eu mandava. Aí ele foi e ficou enculcado. Mas como é que você faz antes? Aí eu expliquei a ele. Eu falei, eu faço isso e tal. Mas você tira os dados de onde? Eu falei, então.

Naquela época, isso eu estou falando, a gente nem falou, né? Isso eu estou falando de 2001. Ó, 2001. 2011. Ah, bom, pô, 2001. O que é? Eu não tinha nem nascido. Eu era criança. Aí é preço. Então, 2010, 2011, aqui no Brasil, não falava de caja aposta.

estava engatinhando muito. Então, assim, era uma ou outra tudo fora. Então, assim, isso é muito antigo. Então, não tinha, por exemplo, essas bases de dados, esses sites todos, não tinha nada disso. Então, o que eu fiz? Eu criei um banco de dados manual no Excel, peguei todas as ligas do mundo e metrifiquei cinco anos de campeonato de todas as ligas do mundo. Caramba, cara.

manualmente. Então eu sabia, tipo assim, a média de gols, quanto que o time fazia gol, quando que ele fazia gol, qual era o melhor time de cada país, por isso que eu lembro dos países lá dentro. Então, toda vez que eu lembro de você, eu penso assim, caraca, porque o Will Batata, ele é tipo assim, pensa que você é o Reginaldo Rossi, e toda hora vem alguém e fala assim, canta garçom!

ele é um cara que assim toda vez que alguém chega perto dele e vai apresentar ele esse cara é do esporte aqui fala um time aí da Sérvia o melhor time aí é isso, deve ser um inferno sempre chegava assim e o Pedro ficou doido com isso, toda vez que ele apresenta ele pergunta isso

fez isso quando me apresentou. Ah, você sabe de times de todo lugar do globo. Todo país que tem liga significativa, por exemplo, porque, igual eu falo, todos os países do mundo, não. Não, o Vaticano não tem. Então, não tem liga. Se você falasse Laos, não tem liga. Agora, se você falasse um lugar doido, Romênia...

Sérvia, eu sei. República Tcheca, Chipre, eu sei. Você sabe, num nível de saber qual é o Corinthians desses lugares, esse é o time top do... Geralmente eu falo o top do lugar, porque como eu metrifiquei, eu sabia os top do lugar. Eu repassei essa tradição. A gente fez um networking aqui, aí eu apresentei ele. Nova Zelândia? É.

Nova Zelândia... Robert United. Oi? Robert United. Não. Nova Zelândia, não. Nova Zelândia, não. Não? Nunca posso ter Nova Zelândia. Não tinha ela na metade dela. Então não tem um time maneiro lá, provavelmente. Nova Zelândia não tem nenhum time maneiro. É, não tem liga boa. Só tem Senhor dos Anéis. Só Senhor dos Anéis. A Japão, todo mundo sabe. Todo mundo sabe não. Eu não sei nem você, eu acho. Japão! Eu?

O Japão é o Cachimantles. Cachimantles. China? Cachimantles. Cachimantles também tá na China? Não, Cachimantles do Japão. Cachimantles. Antles. Olha aí. Guiné é a francesa? Não, aí não tem. Ah, é. Então não tem, não tem. Tem lugar que não tem time de futebol. Não, mas isso realmente é uma habilidade, cara. Seria mais louco ainda se você soubesse o hino dos lugares. Aí não. Imagina? Quem sabe isso aí é aquele cara lá da Globo lá que canta o hino da Bósnia, né? Qual? Ah, o Adnet. O Adnet. Falando nisso, Bósnia.

Da Bosnia é o... Ai, eu vi esse time hoje, inclusive. Tempo. Tempo. Não, não vou lembrar. Mas eu sabia da Bosnia. Mas isso é um negócio impressionante, mas assim, é mais impressionante ainda se for no caso, você sempre foi fã de futebol, sempre acompanhou o futebol, ou você pegou isso apenas pelo conhecimento matemático, pelo trampo mesmo?

Peguei pelo trompo. Isso é mais impressionante ainda. Porque é mais fácil, entre aspas, é mais fácil ser um cara que desde criança aquela coisa, eu vou no estádio com meu avô. Você é tipo um cara, tipo nós, que não liga para futebol. Isso. Mas que isso. Cara, isso é uma coisa que eu sempre fiquei pensando, porque assim, cara, eu sou apostador, eu gosto de apostar, só que eu faço o que eu jogo slot.

Aí, assim, eu vivo me dando mal, né? Também me dou bem, mas assim, você apertou o botão ali, tudo pode acontecer. Exato. E eu sempre pensei, uma pessoa que manja muito de esporte, de olhar as estatísticas, ver essas coisas e tal,

Assim, não dá pra se garantir, mas dá pra brincar mais legal do que eu brinco. Com certeza. Deve ser mais divertido. Cara, mas eu fiz o teste, sabia? Eu já fiz esse teste. Eu chamei já pessoas pra fazer uns paralelos ali, uns projetinhos. Pessoas que adoravam futebol, assistiam tudo, liam tudo, pra ver se ela tinha esse tato pra aposta.

Ele vai pro coração. É coração, né, cara? Vai, é. Aquilo lá que você falou lá de... Ele vai pro subjetivo. Não, o negócio assim, como é que eu entreiço, vou apostar contra o meu próprio time? Aquela frase que você... É, mas aí rola essas brincadeiras também, assim, pra quem quer tá ali pela diversão no churrasco, né? Cara, quem me deu a melhor dica pra apostar no próprio time foi meu cunhado. Porque ele torce pra um time que... É um time que perde, geralmente. Tá magrinho.

Ele torce pro Vasco da gama. O Vasco perde muito. Nossa senhora. Aí o que ele fez? O Vasco tava numa vibe de 20 anos perdendo, né? Caramba! Então não ganha campeonato. E ele começou a apostar e ele ficava assim, porra. Aí ele ficava sofrendo. O que ele fez? Ele falou, não, toda vez que o Vasco jogar, eu vou apostar no outro.

Se o Vasco perder, eu ganho dinheiro. Se o Vasco ganhar, eu fico feliz. Pô, boa ideia. É uma boa jogada. E tem o apostar, sei lá, em cartão, né? Não, é uma boa jogada. Ele sempre fez isso. Toda vez que o Vasco quer jogar, ele apostar no time. Aí falou, se perder, eu ganho dinheiro. Se ganhar, eu fico feliz. Ele tá ganhando dinheiro há um bom tempo já, então. Pelo jeito. Pela quantidade de derrotas do Vasco. Ganhou um bocado de dinheiro.

Foi pra Portugal. Pô, é sério. É 20 anos mesmo que o Vasco... Eu não manjo nada. 20 anos que o Vasco tá zoado. Título significativo, é.

Que isso, cara. E até hoje você não é apaixonado por futebol, você é um cara mais da matemática. Não, não, aí eu fui criando uma paixão. Qual o seu time? Flamengo. Mengão? É, time de coração, raça, amor e paixão, meu Mengão? Então você tá feliz esse ano que, pelo que eu vi lá, eu não conheço, mas os caras do Air Missão, e eu vejo lá eles comentando as paradas e tal, então o Flamengo tá indo bem, né? Pelo que eu vi. Tem muitos anos que tá indo bem.

Não, mas esse ano específico não foi um ano bom pra cacete pro Flamengo, pelo que eu vi? Passado foi. Ah, passado. É o Brasil brasileiro. Esse ano começou agora. Você tá flamenguista de osmose pelo Hermes e Renato. É, eu pouco isso. É, total. É que o Batata, ele trabalha com o Hermes e Renato. Eu sou roteirista do Hermes e Renato e atuo com eles também. E os caras são flamenguistas, especialmente o Filipinho, assim. Doente na parada e tal.

Então eu acabo pegando pro osmose essas informações, assim. Mas eu não... Eu era meio palmeirense pro osmose por causa do meu amigo Ricardo também, que ele tentou me converter a palmeirense.

você tem que entender, o Ademir Dagui é o melhor cara do mundo o Palmeiras é um time bom, ele ficava nessa ele fala desse jeito, ele ficava nessa tentando, mas nunca conseguiu mas você por osmose então virou é um flamenguista não, por osmose não, a família, minha família toda é então a gente foi, já tinha da família eu sempre torcia, mas por exemplo eu não era ligado nessa vibe de futebol mundial, que a aposta me levou então, por exemplo, eu tenho camisa de vários times do mundo

E eu comecei com isso mais velho já, porque aí eu gostava, ia comprando dos países, queria umas até que eu não achava. Tem países que eu tenho uns times que eu apostei muito, ganhei dinheiro com o time e não consigo comprar a camisa aqui. Porque é time muito exótico. Que era o time que eu achava, ele tinha uma métrica boa de ganhar dinheiro e ninguém apostava, por isso que ele pagava bem. Por exemplo, eu falei até no dia que a gente veio aqui, eu tentei comprar a camisa do Flora Tallin, que é o melhor time da Estônia.

Você não consegue comprar dinheiro nenhum, só lá, na Estônia. Tem que ir pra lá. Ou pedir alguém pra trazer. Não importa? Oi? Não importa? Não importa? É difícil, não tem lugar só de ir lá mesmo. Não tem loja em outro país que vende, não é muito... Ninguém foca, né? A Estônia é um futebol pequeno, né? Então, assim, o pessoal não foca. E é um timaço.

É o Corinthians da Estônia. Não, é o Real Madrid. Não que o Corinthians seja, mas de popularidade. É o Real Madrid. É de ganho, é um time de ganho, não é de popularidade. Esse time que eu pego é o time de performance. O que faz gol, que ganha muito, ganha título, entendeu? Do mundo é o Real Madrid, que é o time mais... É, é.

Eu ia falar um palavrão, é top. É o time mais top do... Por favor. É, eu ia falar que é o time mais pica, mas eu não vou falar. Imagina, Tony. É o Real Madrid. Só que aí, isso que eu explicava pro pessoal. Por exemplo, tem o Real Madrid e o Barcelona, na Espanha? Ok, que paga bem.

time bom que você sabe vai ganhar, a maioria dos jogos não tem. Só que é o seguinte, tem um time que é a mesma coisa do Real Madrid, as métricas dele são as mesmas do Real Madrid, só que ele está, por exemplo, no Chipre. Aí se o Real Madrid paga 1,30, que seria 30% de retorno, esse time paga 1,60.

Então por que você vai no 1,30 Se tem um que paga 1,60 É igual, a métrica é igual Ele ganha igual, se você apostar 10 vezes Pô, o Real Madrid vai ganhar 8, esse time também ganha 8 Qual o nome desse time? O Real Madrid do chip Qual é o nome? Do chip é o Apoel Era o Apoel Hoje é o Pafos, porque recebeu muito investimento Aí o Pafos hoje está liderando Mas o Pafos e o Apoel é os top Tu tem camisa do Pafos? Ou do Apoel? Não, mas eu queria uma do Pafos, a do Pafos estou caçando Que é maneiro Você tem camisa do Pafos?

Eu não tenho uma camisa do Papo. Você falou que tinha uma camisa do Papo. Mas está chegando a Sigma e está vindo o pessoal do Líder. O Papo está bom de conseguir. E outra, o Davi Luiz está jogando lá. Então me manda depois o nome porque eu vou esquecer. Porque vai vir a Sigma e tem uma galera que está vindo de lá e talvez eu consiga para você. Caraca, que ponte.

O Pafos é top. E o brasão é bonito, a camisa é bonita mesmo. É bonita, a camisa é mais exótica, né? É fora dos padrões que a gente tá acostumado, entendeu? Então, assim, a paixão pelo futebol veio depois. Até jogar. Tipo assim, eu, menino, não jogava bola. Muito pouco. Eu, mais velho, virei viciado. Eu jogava... Eu jogo no gol.

Ano 2024, lá em Minas, eu ainda estava em Minas, né? Eu fui o melhor goleiro de Minas do aplicativo Goleiro de Aluguel. Olha, cara. Goleiro de Aluguel. Goleiro de Aluguel. Eu nem sabia que existia isso, cara. Nunca vi esse aplicativo. Diferenciado, né? Você sabia? Não. No futebol, geralmente, nas peladas de campo e tudo, de society, salão, ninguém quer ir no gol. Aí o que acontece? Algum cara visionário cria um aplicativo que é o seguinte, ele cadastra os goleiros e quem quiser goleiro na pelada, paga.

um cachê para os goleiros e aluga os dois goleiros para pegar a papelada deles. Que maneiro. Genial. Que boa ideia. Aí o que o cara fez? Você tem dois cadastros, o de goleiro e o de quem quer contratar o goleiro. O cara pôs tudo no app, aí o goleiro põe assim, eu moro em tal lugar e eu quero atuar num raio de X quilômetro.

até 10 quilômetros. Toda pelada que estiver ali, o cara manda pelada, aparece pros goleiros tudo da região. Aí quem aceitar, vai. Caraca. Food goleiro. É. Basicamente. E o Uber também. E era antigo esse aplicativo. Então assim, aí eu comecei a julgar, minha esposa ficava doida, porque tinha vez que eu julgava tipo 4, 5 peladas na semana.

Mas é atividade física, é bom, não é? Sim, sim. Mas assim... Atividade física... E eu gostava, mas assim, eu comecei isso, velho, já, novo, não tinha esse negócio, mas o futebol foi me pegando em todas as áreas, entendeu? E eu querer jogar, eu querer acompanhar, eu querer saber dados, eu querer apostar. Então foi tudo levando pra essa vibe aí. E Copa do Mundo, pega no coração também? Pega, não, pega. Mas sempre pegou? Sempre pegou, não. Sempre pegou.

Eu lembro direitinho, a mais marcante, assim, que eu tenho uma lembrança, assim, interessante, foi aquela Copa de 2002, que era de madrugada. A minha também, poxa. Não, que era de madrugada. Você acordava cedo, minha mãe fazia bolo de cenoura. Todo mundo acordava cedo, cinco horas da manhã, duas horas da manhã pra ver jogo. Faltava na escola, no meu caso, né? Na época eu tava na escola ainda, eu faltava na escola pra ver os jogos, comia bolo de cenoura.

E o Brasil ganhava tudo ali, foi bonito demais. E eu tenho duas seleções de paixão, né? Brasil, óbvio, e a Holanda.

A Holanda, eu tenho muita camisa da Holanda. A Holanda, eu me conheço se eu estiver errado, mas a Holanda foi a que jambrolhou o Brasil em algum momento aí ou não? Jambrolhou, jambrolhou não, mas... Quem jambrolhou foi a Alemanha. Foi a Alemanha. Não é daquele uniforme laranjinha? Laranja. Mas deu uma jambrolhada no Brasil, não deu em algum momento aí? Não, assim não. Oi, jambrolhou? Jambrolhou. Jambrolhou?

É que Jean Broliat é forte. Já pensei no 7x1. Isso aí é uma das... Isso é Jean Broliat. Isso é Jean Broliat. Isso é Jean Broliat. Aí já tem pessoas. É, nossa. Isso foi inacreditável pra todo mundo, né? Não foi? Ah, eu nunca tive nem aí. Não, eu também nunca tive nem aí, mas eu tava lá com a família, minha família gostava de ver, eu falei, ah, tô aqui com eles, vou ver. Eu fui fazer uma pipoca, eu sempre conto isso, mano, três gols no tempo de uma pipoca. Eu fui fazer uma pipoca... Mas foi assim mesmo.

Eu falei, eu não acredito nisso. Eu não acredito nisso. Cara, nessa época eu tava num momento revoltado da minha vida e eu fiquei até feliz, mas hoje eu entendo que é uma coisa que o mundo inteiro ali celebrando um evento. Eu entrei meio que em choque porque a gente tava num churrasco, família toda assim, aí foi sair no golfe e o pessoal ficou olhando assim, tipo, descrente. Não é mentira, tá acontecendo isso não. Cara, mas eu lembro que foi bizarro mesmo, cara. Nunca vi nada parecido. Nunca vi sim várzea.

Meus amigos jogavam em Várzea. Eu nunca vi essa... Em Várzea, mano. As poucas vezes que eu vi ver meus amigos jogavam, eu nunca vi. Eu nunca vi isso nem no Superstar Soccer. É, não tem, mano. No Supercampeões, que seja, não tem. Em Copa nunca teve. Desse jeito, numa seleção grande, nunca teve. É, no país dos caras. Foi sinistro. E assim, é o tipo de coisa que eu imagino, que eu não sei se eu vou fazer um paralelo aqui que funciona, mas é uma variável que não tem muito...

Como prever com estatística isso? Não, não tinha. Um 7x1? Não tinha. Você podia ver que pode ser que perca, pode ser que não sei o que. Nessa época, se alguém apostou que ia ser 7x1 para a Alemanha, devia estar uma odd de um milhão. Mas sabia que apostou? Saiu na mídia na época que um cara apostou nisso. E a odd de uma cara engraçada. Eu fui buscar, porque eu falei, impossível ele apostar nisso.

Ele apostou em outra coisa, ele apostou nos gols. Só que ele fez uma escadinha até oito gols, que era o máximo na época, oito e meio. Olha esse cara. O cara viajou, mas ele fez uma escadinha e ganhou muito dinheiro. Mas assim, é um cara doido, porque não sai oito gols em Copa, não sai. Não sai nem em jogo normal. Ainda mais em jogo duro, assim, de seleção grande. Não existe bola de botão. Não existe. Mas o cara cercou e ganhou uns milhões lá.

Só na mídia na época. Só doidinho, né? Esse aí com certeza não fez o estudo, não fez o Excel. Você tem uma ideia? Não, foi no feeling. Foi totalmente no feeling. Eu acho que vai tomar os leis. Não, isso não tem estudo para isso, entendeu? Não tem, né? Não, você não acha. Tava no churrasco lá com você. Já tinha tomado o... Não, essa parte das apostas é interessante, por exemplo. Porque você perguntou, devia estar uma ódio. Só para você ter uma ideia, o mercado hoje, nessa época, 2010, 2011...

Se um time estivesse ganhando do outro de 3 a 0, a odd ia a mil pro time virar. No mercado simples, a odd ia a mil. Ou seja, se apostar naquele time e virasse, você ganhava mil vezes o que você apostou. O que se fosse um real era mil reais. Hoje pode estar 8 a 0, a odd é 300, 200 e pouco. Aí você pensa, por quê? Por que mudou? 8 a 0 não vai virar. Podia pôr 10 mil que não vai virar.

Porque o que acontece? Com o advento das apostas, os mecanismos, o pessoal com o robô da atuação, de tudo. O que acontece? O cara pega variações. Então, se o cara pega ali um mil e o time faz dois gols, ele pega uma variação sinistra ali e ele consegue tirar um dinheiro grande ali nessa variação.

Como na época era tudo manual, era manual mesmo, você tinha que entrar e tirar manualmente, tinha que apertar o dedo lá. E essa Zod 1000, era engraçada que ela acontecia muito aleatoriamente. Você não achava assim, isso aqui nunca vai virar não. Aparecia em mercados que você previa, você fala, não, isso aqui...

Está fora do mercado. E quem tinha esse feeling na época, feeling apoiado em base, conseguia fazer dinheiro. Eu já peguei duas odd mil no mercado simples, que é o mercado unitário, que você faz uma aposta só sem ser múltiplo. Eu peguei duas e uma eu fechei e eu ia ganhar. Mas eu fechei porque eu fiquei com medo.

Eu já sei que uma de 500 uma vez na cagada. Você vê, a conta era... Mas você fez múltiplo, né? Múltiplo. Então, eu peguei mil num jogo. Eu não esqueço esse jogo. Estava sentado na minha sala, com o notebook assim, TV ligada. Estava vendo um jogo da CONCACAF. Era um time da MLS, New York Red Bulls, contra um time da Jamaica, o Tivoli Gardens.

O time da MLS vai ganhar do time da Jamaica, óbvio. Beleza. Aí o time da MLS amassando ele, gol da Jamaica. Aí o time da MLS, gol da Jamaica. Três gols no primeiro tempo. A odd do New York Red Bull foi para mil. Aí eu olhei e falei assim, não, não é possível. O time não estava com expressão para fazer três gols. Não tinha transmissão. Você não conseguia achar transmissão de jeito nenhum para ver esse jogo.

Eu falei assim, tem alguma coisa errada nesse jogo. Ou foi gol de contra-ataque besta, ou alguém falhou. Alguma coisa aconteceu pra sair esses gols, porque pelos gráficos de desempenho, pelo mercado, o outro time tava amassando. Não tinha como sair aqueles três gols. Aí eu falei, vou apostar na virada. Aí, era em dólar a conta, né? Eu pus 100 dólares. Pra ganhar 100 mil dólares. Aí eu falei assim... E eu pensei assim, eu falei, não vou esperar virar.

Na hora que sai um, dois gols, tiro. Aí eu deixei e fiquei. Aí começou o segundo tempo de novo. New York Red Bull amassando, amassando. Aí deu 50 minutos, 60 minutos, nada. Aí deu... E a odd não virava mais, porque ela já estava em mil. Na hora que deu 64 minutos, pum, gol do New York Red Bull. Aí a odd baixou. Aí deu ali um dinheiro. Deu ali uns 700 dólares. Falei, vou fechar. Falei, não, vou esperar mais um pouco.

Aí passou mais um pouquinho, nada, nada, nada. Quando foi 75 minutos, 2. Aí deu tipo 2 mil e pouco. Aí eu falei, vou fechar. Fechei, pum. Falei, tá bom. Fui 100, aí 2 mil e pô, o dólar na época. O dólar era 3 para 1 na época.

Aí fechei. Quando foi 88, empatou e 91 virou. Puts. Olha, rapaz. Que dor no coração. Mas aí você fala. É, não tinha que fazer muito, né, cara? Não, assim, você fez o que certo. Exato, você fez o que colocou um barulho. Prudência, prudência. Mas é aquelas coisas que a gente, ah, se eu soubesse... É.

Se eu tivesse rodas, né? Mas como eu metrifiquei? Eu metrifiquei assim, se sai gol rápido, eu sabia que tinha tempo para virar, porque pelo gráfico, pelo desempenho... Só que como demorou sair, essa estatística foi ficando contra mim. Cada hora ficava mais difícil para mim. E o cashout ia começar também a descer, né?

Quando chegou num ponto ali, tipo assim, aquele ponto que eu tirei era o meu ponto de equilíbrio. Dali pra frente eu ia ter que deixar atorar até o fim, entendeu? Aí eu virei e falei assim, e aí? Aí eu falei, não, tá bom, fiz uma gestão e tirei. Fiquei puto, fiquei. Mas no fim das coisas você fez a coisa certa. Você parava pra pensar, né, friamente. Não, não é nem friamente. É isso, pô. É isso, porque... A outra foi o time do Paraguai.

Rosário Central, que era o melhor time na época. Tava tomando... Tava tomando...

3x0 com cartão vermelho ainda. E virou, sabia? Virou também. Esse eu peguei... Esse eu peguei na hora que deu um gol rápido no primeiro tempo, deu mais um, eu já tirei. Porque eu falei, tá com cartão vermelho, ainda virou, com um a menos. Virou para 4x3.

É as duas odd mil que eu peguei na vida, assim, mercado único, né? Porque hoje em dia você não acha, nunca mais vai achar. Você acha em múltipla. E ainda tem umas múltiplas hoje que você faz e depois o sistema não deixa.

Não, hoje o sistema é amassado. Eu estava conversando, a gente já conversou sobre isso. As apostas daquela época para as apostas de hoje mudou muito. Mudou muito. Antigamente, não tinha um cartel. Não vou falar o cartel, mas não é um cartel. A palavra é ruim, mas não tinha esses conglomerados de empresas fornecedoras que fornecem odds para, tipo assim, 10, 20, 30 caras de apostas. Cada uma tinha um sistema ali de fazer suas odds.

E era muito diferente. Era próprio, né? Hoje a gente tem empresas que fornecem o Sportbooking como um provedor. Era muito fácil você achar uma odd desregulada numa casa aqui, numa casa aqui, muito fácil. Porque uma fazia de um jeito, uma fazia do outro. E qual que era o segredo no mercado? Você fazia a sua. Porque você fala o seguinte, tá, como que o cara descobriu que hoje o Brasil e França, a odd do Brasil tinha que estar 3,30? E a da França, 2,20?

Como que ele descobriu isso? Ele usou algumas métricas de desempenho, força de time, força em amistosos, elenco, etc. Usou várias métricas. Tá, quais são? Você não sabe. Mas se você criar o seu modelo com as suas métricas, você faz, calcula e vê quanto que está dando. Isso é a modelagem, né? O que você faz? É o que eu fiz, a modelagem e todo mundo na época que era trader de esporte fazia. Você modela e fala assim, tá, meu modelo é esse.

Vamos ver como comporta o meu modelo. Aí você pega um de uns jogos, modela, joga no seu modelo e compara com os da casa. Aí qual que está dando mais certo? O seu ou o dela? Aí você vai comparando. Até o seu ficar afinado. Quando o seu estiver, tipo assim, dando igual ou melhor, você fala, agora o meu está bom. Agora eu vou saber como eu entro no mercado na hora certa. Toda vez que o meu modelo estiver batendo e o da casa estiver abaixo, eu sei que o meu está melhor. Eu entro.

que é o famoso EV positivo que eles falam, né? Porque o lucro está para você. Porque quando está EV positivo, aí sim, é aquela parte que a gente falou no início, aí é a matemática. Se eu pego um mercado, pode ser qualquer for, ou ver um e-mail, vai sair um gol e meio no jogo. Se eu pego esse mercado, metrifico, com métricas robustas, faço uma modelagem matemática com muitos dados e acho ali um EV positivo...

É certo. Se você pegar sempre que o seu tiver melhor que o da casa, pode fazer que ao longo prazo você vai ganhar. Porque é matemática. Você vai perder e ganhar. No final você vai ganhar. Ao longo prazo você vai ganhar. Porque você metrificou melhor.

Cara, o que eu acho impressionante é você ter feito isso em 2011 com os recursos de pesquisa da época. Porque se você parar para pensar agora, se alguém fosse tentar fazer isso, já tem milhares, além de ter todo esse banco de dados disponível aí, você tem IA, você tem, sabe, N... Eu acho impressionante você não ter enlouquecido até hoje. É, tem um pouco isso. Porque, cara, que processinho meu Russell Crowe das ideias. É muita coisa, aquele da Matrix, né?

É, cara. Mas é engraçado que hoje todas as ferramentas, IA, tudo que você usa hoje para fazer isso, se você for fazer, ela vai usar as mesmas ferramentas estatísticas que eu tive quando eu ia entrar na faculdade para aprender, que é o Poison, Fibonacci, Monte Carlo. Essas ferramentas, essas técnicas estatísticas que elas usam. A diferença é o quê? A velocidade e a facilidade de computar um volume grande de dados.

a Big Data, é isso, isso é a diferença era tudo no Excel, né cara era tudo no Excel e a pesquisa era tipo 2011 já tinha o Google, então era Google para o Dedéu e... mas ainda assim não era tão fácil assim Google veio junto com a internet praticamente, né

É que era o KD, Alta Vista e o Gogli. É, porque eu lembro que... É, lá atrás era o KD e o Alta Vista primeiro, se não me engano. KD tinha que pensar que o Google não já era antes. Não, eu acho que não. Não, cara. O Google depois. É KD. Teve, se não me engano, é o Yahoo, KD, Alta Vista, que depois comprou. E aí o nosso amigo Google.

Foi, veio depois e tomou o mercado, mas era outro. O Google engoliu, né? O Google engoliu a parada. E aí em 2011, por mais que você tivesse ele, ainda não era assim tão fácil de você achar o time do Chipre. Não, era difícil. Não, mas então, aí você achava na casa. Por exemplo, o que eu fazia? Eu achava na casa, eu olhava um time...

Olhava aquela liga. Quando eu via, aí eu ia pesquisar. Ah, que time é esse? Deixa eu ver essa liga. Aí eu ia pesquisar a liga. Aí tinha que montar tudo. E é difícil, tá? Por exemplo. Hoje não. Mas naquela época, você pegar dados da Moldávia, por exemplo, era muito difícil achar os dados do campeonato da Moldávia. Moldávia. É a primeira vez que eu escuto esse nome na vida.

Moldávia. Eu também, eu tava com vergonha de falar, mas agora que você falou, eu vou falar também. Eu sou o nome do povo. Moldávia, é o país. E o melhor time de lá é o Mil Sani. Você que tá em casa também. Não sabia. Vai falar que você sabia o que é a Moldávia. Você sabia, Tony? Não sabia não, nunca ouvi falar também. Fica onde a Moldávia vem? É, você quer perguntar agora, onde que é a Moldávia? O Neste Europeu.

É no leste europeu. Leste europeu, caramba, cara. É que ele tem muito país piquitico, né? Sim, sim. Montenegro. Os piquiticos, eles têm os campeonatos de expressão? Coisa. Na Europa se gosta muito do... Montenegro tem. Melhor time de lá. Ah, não. Melhor da Macedônia, que é o Rudaskop. Eu ia falar aqui. Montenegro tem uma liga... Rudaskop. Rudaskop. Porque é muito pequenininho o Montenegro, né?

Sim, mas tem. Tem uma liga porque, inclusive, Montenegro cresceu. A seleção de Montenegro começou a crescer, a aparecer. E sempre quando uma seleção começa a ter uma expressão em classificatórios, etc., a liga local cresce. Foi o caso da Macedônia do Norte. A Macedônia do Norte cresceu no dia que ela bateu na Itália.

Ela foi bem contra a Itália, cresceu pra caramba nas qualificatórias da Copa e o campeonato da Macedônia do Norte começou a crescer. Aí o time começou a aparecer. Aí times que nunca figuraram na Champions League, por exemplo, naquelas pré-Champions, hoje chamava pré-Champions, era um campeonato que adorava atuar a pré-Champions. Porque aparecia time ali que ninguém nunca viu. Fala, mas time, né? E o time era bom.

O time era bom. Eu lembro, até hoje, um daquele grupinho lá, um dos primeiros sinais que eu mandei lá. Estava julgando o HJK Helsinki, da Finlândia. Ele estava julgando contra um time que era melhor o time. O time que era, não lembro, mas era um time melhor. E ele era assim, o desconhecido. O mercado estava pagando seis para ele. Eu falei assim, galera, seis no primeiro tempo. Eu falei, galera, mandei no grupo. Esse time é um dos times que mais fagou no primeiro tempo do mundo.

Eu sei os três que mais falaram o primeiro tempo no mundo. Esse é um dos três. Pode pôr que ele vai marcar primeiro. Ele pode até perder o jogo, mas ele vai marcar primeiro.

Estava jogando contra um time de Portugal. Não um grande de Portugal, mas estava jogando com Gil Vicente. Mas se você pensar, de Portugal, Gil Vicente. O time chama Gil Vicente? É o escritório? É, chama Gil Vicente. Aí eu virei e falei assim, ele pode perder, porque a Liga de Portugal é muito melhor que a Liga da Finlândia. Mas esse time específico é o melhor da Finlândia. Então, para marcar no primeiro tempo, a chance dele é muito maior. Pagando seis, olha de seis, seis vezes.

Aí os caras ficam descrentes, mas apostaram. Aí o time, pum, fez o gol. Aí os caras doidou. Não, como é que você sabe o impossível? Aí os caras falaram, você tá chutando, ninguém conhece esse time. Bom, já tinha mapeado ele. Já tinha mapeado. Eu sabia que ele fazia gol, entendeu?

Era ele, o Celtic, na época, o Celtic da Escócia. Celtic é famoso. Era os que mais faziam gol no primeiro tempo também. Então, assim, são times que eu sabia que ele fazia gol no primeiro tempo, então ele ia fazer. Ele podia perder, e ele perdeu depois, mas ele fez. Mas fez o gol. Então, assim, a métrica dele era o quê? Fazer gol no primeiro tempo. Então, o objetivo dele ali, metrificado como positivo, que era mais chance de acontecer, era isso. Então, essa que era a jogada, e depois aí...

Deixa pra lá. E se você perder, tira, né? Eu tô embasbacado, bicho. Eu também. Na moral, assim. É, coisa veio de... Mas é, assim, duas coisas que ajudou. Eu tenho uma memória boa, assim, então eu guardava muito as coisas. É, matemática, pô. Porque eu não... Por exemplo, eu não operava com...

A tabela do lado, olhando o time, não. Esses times eu meio que tinha de cabeça já que fazia essas coisas, entendeu? Eu sabia que eu tinha que fazer mais gol no finalzinho do campeonato, no jogo. Eu tinha que fazer no primeiro tempo. Eu sabia que eu tinha que fazer muito gol, liga que tinha muito gol. Tudo meio de cabeça, por quê? Como eu tinha anotado anos ali do campeonato, eu falei, pô, anotei tudo na mão, né? Você digitando, você vai gravando, né?

Então eu tinha essas métricas de cabeça. Então eu falava com o pessoal, eu ficava doido. Eu falava, não, mentira. Do Brasil, a título de curiosidade, você sabe dizer qual que é o time do Brasil que mais marca gol no primeiro tempo?

Agora virou, virou aquilo que você falou. Virou. Cara, inevitavelmente vai pra isso, né? O Batata tá... Inevitavelmente vira isso. Inevitada. Ele entrou na vibe de desafio agora. É engraçado, o Brasil, a Liga Brasileira...

O pessoal fala na televisão, mas é verdade aquilo. É uma das ligas mais complicadas que tem, sabia? Porque aqui não tem aquela divisão igual tem nos europeus. Os top, um grupinho pequeno de top. Dois, três ali. E os ruinsão. Aqui não. Os que têm chance de ganhar tem oito times, geralmente, que estão concorrendo. Sim.

No meio ali, 10. No final, sobram os 4, que geralmente é os que sobem da Série B. Isso quando não sobe bem e disputa. Então é uma liga complicadíssima. Misturadíssima. É, não tem... Por exemplo, você fala assim, qual que é o melhor time do Brasil? Aí você tem que pegar um recorte, tá? Em qual momento? Agora. Agora. Aí é esse.

em tal ano, é esse. Agora não, nesses lugares não, você fala qual que é o melhor time, é esse. E todos os anos, pode pegar qualquer ano. Acabou-se, né? Não, se você pegar desse país que eu te falei, se você falar o time de lá, é ele sempre. Pode voltar lá que é ele, todo ano. Não muda, porque aí você vai ver quantos campeonatos nacional o time tem. Vamos pegar o Brasil. Quem tem mais hoje, depois do...

do rebuliço da CBF. Quem tem mais, eu acho que é o Palmeiras, 12, né? Não faço a menor ideia. É porque teve um... A CBF deu uns títulos aí para uns times. O Palmeiras não tinha mundial, não é isso? Continua sem.

Eu chatei a bola. E foi meio sem querer, não fui na maldade. Porque tem tese, tem. Porque o meu amigo não mudou. Meu amigo Ricardo falou, tem sim, porque... Ele falava algum título que tinha lá. Mas o brasileiro, ele tipo assim, ele ganhou uns ali que não era considerado, passou a ser considerado. Então hoje ele tem 12, é o que tem mais. Palmeiras? É. Aí, por exemplo, nesses lugares, o time tem 40, 50. É uma hegemonia então, né? É, não. Os caras estão lá e acabou. Eles não perdem nunca, pô.

Não perde nunca. Eu não sei, para quem acompanha futebol, isso não é talvez menos emocionante em algum aspecto? Eu não sei dizer. Porque parece que essa maluquice do Brasil deve tornar as coisas muito mais... Ah, eu não sei. Não sei se para os caras é legal. Aqui, assim, aqui torna o campeonato imprevisível. É, então. A imprevisibilidade, ela dá mais emoção. É maneiro, né? Imagina, para quem acompanha. Sim, não tem, assim... Você não entra sabendo que vai perder, sabendo que vai ganhar.

É tipo assistir o Chaves, assim. Eles sabem qual vai ser a piada, eles dão risada aí. É aquele conforto de rever um filme. Não, claro, é.

Quer ver um campeonato interessante que a gente falou da Estônia? Na Estônia eu tinha acompanhado na época, nem sei se agora eu não acompanho mais assim, igual eu acompanhava os campeonatos, para preencher as tabelas. Eu tinha acompanhado lá, era engraçado, lá não tinha igual aqui, por exemplo, aqui tem série A, B, C, D e depois vira Amador. Lá era A, B e Amador. Aí beleza, o Amador, para ele subir para B, não bastava ele ganhar aqui em primeiro.

Eles pegavam os quatro primeiros aqui, faziam quadrangular, não com os caras da B, com o cara da A. Aí, sabe o que acontecia? 35x0, 42x2. Meu Deus, cara. Tinha placares elásticos assim, num nível. Que loucura. Mas por que isso? Pra não deixar mesmo?

Parecia, porque ele só conseguia subir se ele ganhasse. Não subia nunca. Dark Souls, né, agora? Não, mas você vê que tinha uma discrepância tão grande de um time para o outro, que era assim, placares assim. 42. De vinte e tanta. Cacilda, cara. Pra você ter uma ideia, uma vez eu peguei um... A gente pegou um jogo desse, estava o... Os nomes são esquisitos, chama Pai de Lima Nesconde, que era o time da Estônia, contra um time amador da Estônia que estava subindo.

Aí esse Paide nem é bom na Liga da Stone. Ele é tipo assim, o quarto, o quinto. E ele foi jogar com esse time, madou. Aí por um acaso eu abri o gráficozinho lá. Aí tava lá, 9x0. Tinha 12 minutos de jogo. Caralho, 9x0, um gol por minuto. Aí eu falei com os caras, ó. Tá rolando um jogo aqui, tá 9x0, 12 minutos.

Aí os caras, pô, mas o que a gente vai fazer agora? Falei, então, só tem um mercado provável aqui. Você põe que o time vai continuar marcando. O próximo gol vai ser dele, vai ser dele, vai ser dele, vai ser dele. Quanto que estava pagando? 1.4. Ou seja, 4%. Aí os caras, mas vai entrar com quanto? Falei, eu vou pegar um valor e vou dar o win. Até...

Aí os caras estão lá. Aí eu, pum, all in, 4%. Aí 10%. All in, 4%. 10%. All in, 4%. Eu peguei do nono gol ao vigésimo sétimo.

Meu Deus, cara. Aí quando deu 27º, eu parei e falei, não, galera, agora tá arriscado. E tava com 67 minutos. Aí eu quis pesquisar, eu falei, não, esse jogo tá... Agora tá arriscado 27 gols. Não, aí eu falei, esse jogo tá normal, tem alguma coisa que aconteceu. Vamos ver o que aconteceu. Eu fui pesquisar e o negócio falou, como é que você acha dados disso na internet naquela época?

Com muito custo. Mas nem nessa época aqui. É, agora tá meio chato. Agora é mais fácil. Outro dia eu achei um da Turquia, que tava assim, no mercado, tava uma mata dessa. Eu achei aí o motivo. O lance é o motivo. Eu achei o motivo. Aí esse da Estônia, o que tinha acontecido? Esse time amador, ele foi pro jogo com 12 jogadores. Não tinha reserva e não tinha goleiro. O goleiro era um cara de linha.

Aí os caras fizeram falta, foi expulso, ficou com 11. O cara machucou, saiu, ficou com 10 e sem goleiro. Aí os caras tomando baraiada de gol lá e o juiz deixando. Sem goleiro e sem goleiro? Saiu o goleiro e ficava vazio o negócio ali? Não, sem goleiro profissional. Era um cara de linha.

Ah, saquei. Sim, entendi. Esse cara da linha se manteve ali fracassando miseramente. Esse jogo ficou, acho que 37 a 0. Eu peguei até o 27 e parei. Mas pra torcida adversária deve ser um saco isso. Ou nem tem, né? Às vezes assim, deve ser tipo uma hegemonia da galera. É tipo um campo de vaza. É, não. É tipo um campo de vaza. Quer ver um campo de vaza que fez sucesso agora? Que foi um ponto falado com o Budoglint, da Noruega. Budoglint. Não ouviram falar desse, não?

A gente não. É que a gente não é muito forte. Ele foi o sucesso da Champions agora. Bodoglint é um dos top, se não for o top da Noruega. Ele foi para a pré-Champions. Só que agora não tem pré-Champions. A Champions virou uma liga grandona. Todos os times jogam com todo mundo e classifica para a próxima fase.

Aí foi o jogo. Bodoglint versus Master City. Pô, todo mundo. Master City vai detonar o Bodoglint, né? Só que na casa do Bodoglint. É um campo num pasto. Tudo congelado. Nossa. Bodoglint 3x0. Que maneiro. Master City. Quem previa isso?

as condições do campo talvez as variáveis fossem isso e o time também, o time tava muito encaixado e com jogadores bons que agora vão ser vendidos obviamente aí como é que o mercado age o mercado tava pagando muito pro Bodoglint só que ninguém acreditava, o Bodoglint bateu no City todo mundo ficou abismado

Aí teve Bodoglint e Inter de Milão. Já na outra fase. Aí o pessoal falou assim, ah, Bodoglint, odd 10, Bodoglint. Falei, vai ganhar. Ganhou do City, pô. Vai ganhar do Inter. Ganhou do Inter. Mas foi em casa também? Em casa. Só que aí tinha um jogo de volta, na Itália. Aí lascou. Bodoglint de novo ganhou. Bodoglint ganhou na casa dos caras. Então o Bodoglint tava muito bem. Odd 17. Meu Deus, cara. Então o Bodoglint tava sensacional. O mercado não conseguiu ajustar ele. Por quê? Ele continuava zebra.

Então, o que ele fez? Olha só. O mercado foi burro? Não. Como é tudo automatizado hoje, o algoritmo pegou e falou que o algoritmo precisa de um tempo para pegar os pontos... Se o cara põe também a odd dele baixo, se inverte o papel, a casa vai perder até a credibilidade, porque o cara... Eu que não entendo de futebol...

Consigo enxergar isso. Um time grande contra um time da Vars. Davi Golias quase. É isso aí. Não, aí teria que ser uma estratégia pontual do Sportbook em Menas. Se ele percebe isso e altera manualmente a odd, por exemplo, pega a odd do Inter e põe o Inter de zebra.

Caso ia rachar de ganhar dinheiro. Porque a galera ia entrar pesado no Inter, porque ia estar pagando muito e ia perder todo mundo. Caceta. E aí você pegou toda essa experiência, dessa coisa toda... Dessa época. E foi parar no Sportbook Manager. Sim. E eu fui... Quando eu fui contratado, foi mais ou menos assim. Como a gente comentou até o dia da outra entrevista que teve aqui, não tinha mercado. Quando começou a surgir a indústria do mercado legalizado...

Não tinha regulamentado, não tinha profissionais da área, porque ninguém nunca tinha trabalhado teoricamente com isso.

E como eu fui apostador, eu era apostador. A alcunha nossa era essa. Você é o quê? Você é o apostador. Vivia de aposta. E eu fiquei anos assim, anos assim, até chegar nesse grupo do meu amigo lá, que a gente mudou ação para falar dos times, mas assim, nesse grupo, que era um grupo de 100, que eu estava lá participando, ele me chamou no privado e falou assim, pô, você faz umas análises, vamos fazer uma parceria? Falei, vamos. Ele, eu vou fazer um 2.0, vou lançar um outro grupo,

E vai ser o seguinte, você faz análise pré-live e eu em live. Ou seja, eu faço antes do jogo e ele durante o jogo. Pra mim, ótimo, é o que eu faço. Ele fechou então, vamos fazer a parceria. A gente lançou, lançou em dois dias, vendeu tudo. A gente tinha 700 pessoas, 7 grupos de zap, que só tinha 100 pessoas, então tinha 7 grupos de zap. Contratamos dois amigos lá pra ser administrador dos grupos.

E a gente mandava as entradas no Zap assim, ó. Tinha que mandar em um e replicar para o seis. Tinha que mandar em um e replicar para o seis. Tudo manualmente. Tudo na mão. Tudo manualmente. Aí, tudo planeia de Excel para fazer os controles de pagamento. Tudo arcaico.

Sete grupos de zap. Pra você ter uma ideia, tinha vez que a gente mandava um lance que ia acontecer, quando chegava no sétimo, acontecia, porque não dava tempo de mandar tudo. E aí perdia uns. E aí foi assim, tudo arcaico. A gente foi o primeiro grupo de zap do Brasil desse tipo, que hoje tem milhões de grupos. A gente foi o primeiro desse tipo, de vender sinais, mandar coisa de aposta. Aí eu virei pra ele e falei assim, pô, a gente tá crescendo pra caramba. Vamos virar uma empresa.

Porque como é que a gente vai administrar? Se a gente abrir mais vaga e tiver 30 grupos de zap, como é que a gente vai mandar? Não dá nem para mandar. Não tem como. Aí, ah, tá, vamos, vamos. Aí a gente foi e comprou uma sala de sinais. Não tinha Telegram, ativo igual era, não tinha jeito de mandar, não tinha essas plataformas igual tem hoje. Então era uma sala de sinais que era assim, tipo um, como é que eu falo? Tipo um Zoom.

quando se apresenta a tela ali no meio e a galera fica vendo ali junto, tipo um zoom a plataforma que ele arrumou porque até isso era difícil, ele teve que pesquisar na gringa, pegar uma plataforma dessa e aí a gente põe a planilha do jogo no meio, o linkzinho pra ver o jogo quando tinha embaixo e mandava ali as entradas na hora, eu criei uma planilhinha onde eu dava as entradas, o que ia acontecer, explicava porque que eu tava escolhendo aquilo e a probabilidade daquilo acontecer e explicava pros caras, ó isso é um estudo

A probabilidade está aí. Então, assim, tem mercado que está aí que a probabilidade é 65%. É arriscada. Mas você sabe o quanto é. Se você quiser estar dentro da sua gestão, pode ir. Eu recomendo ir nas que estão mais altas, acima de 75% e ir pagando ali 3 para 1, que aí você sempre vai recuperar. Aí os caras, tá, beleza. Aí a gente mandava lá e foi. E foi assim um tempo. Quando a gente foi virar empresa, na época ele era novo, muito novo.

Eu era novo, ele era muito mais novo. Eu tinha na época uns... 26, não, menos, 25. Ele tinha 18. Então, assim, o que aconteceu? A gente pegou e falou, pô... Ele foi, ah, não, ele ficou meio assim, falou assim, não, vamos separar. Por que que não? Não, a ideia do grupo era dele.

E eu entrei de tipo de sócio ali, mas ele achou que já vão separar tal. E ele tinha o marketing, ele que sabia vender ou não. Tanto que a gente separou, dividiu os grupos.

os grupos dele foram bombando e os meus foram caindo. Eu não sabia fazer marketing. Eu só punho ali e falo, é isso. Eu só sei fazer isso. Eu tomo aí análise. Era mais frio. Sabe aquela matemática fria? Era isso. Eu só mandava o que aconteceu. O cara entusiasmava a galera. O cara falava, é galera, tinha aquela coisa do marketing. Ele sabia levar, sabia vender. Ele tinha manha. E ele é um cara sensacional. Meu amigo até hoje.

Mas separamos nessa época e tal. E assim, aí nessa época, quando a gente separou, a gente estava lá fazendo isso. Um outro amigo de dentro do grupo me chamou. Falei, pô, estou querendo abrir uma empresa. Você não vem para trabalhar comigo, não? Falei, mas fazer o que ele? A mesma coisa que está fazendo. Só fazer análise. Falei, quero.

Esse cara já tinha uma estrutura, ele já tinha um pensamento mais de empresa. E ele começou a alavancar, alavancar, alavancar. E eu fui com ele. Foi onde eu cresci muito assim. E como eu apostava nas casas, eu comecei a ser bloqueado. Antigamente, o cara te bloqueava e ficava com o seu saldo. Sim, era assim mesmo. Acabava com a sua conta e dava tchau e pronto. Ainda é você que gosta de brincar no black market. É, no black market. No offshore, o mercado que não é regulado.

Ainda faz isso. Porque na licença deles lá de Curaçal, essas coisas... É. Malta, Curaçal... Pode. Eles estão respaldados pela lei de lá. Chipre, é. E você vai se lascar, que eu já me lasquei também. E é basicamente isso. Eles respondiam assim. Ó, é isso e pronto. Se você quiser recorrer, é problema seu. E te bania do site, você não conseguia falar mais nada. Eu não tenho recorrer. E ficava com seu saldo. Sim.

Aí o que acontece? Na época, todo mundo fazia isso, né? Você usa a conta do pai, da mãe, do irmão, de todo mundo. Era bônus da Billser, né? Eu usava a conta de todo mundo, porque eu não tinha conta mais, eles não deixavam eu julgar. E eu fui bloqueando, bloqueando, bloqueando. Aí o que eu fiz? Parei. Vou largar isso pra lá. Vou largar isso pra lá, porque já tá enchendo o saco, já tava ficando desgastante fazer essas apostas, viver disso.

Aí eu comecei a fazer umas consultorias, ensinar o pessoal a mexer, fazer com automação, comecei a mexer com bot. Quando começou a era dos bot, eu comecei a programar bot. Também um dos caras mais top do Brasil de bot. Aqui é o número um de bot do Brasil, o primeiro que trouxe para o Brasil, o Cid Marcos.

ele até me conhece, um abraço aí pro Cid aí, a gente troca ideia e tal, eu comecei com o bot dele e fui aprendendo e programando dentro e aprendendo os bots, falei, pô, isso é legal. Aí comecei também, aí os bots eram a mesma coisa, você fazia um bot, se você jogasse dentro da casa o bot, e a casa pegasse e achasse ruim, ela ia lá e cortava e pronto.

Porque é a mesma coisa, não era regulado, então eles não estavam nem aí. Então isso foi ficando desgastante, entendeu? Mas sim, foi uma época muito boa, ganhei muito dinheiro, arrumei casa, carro, tudo nessa época. Mobiliando, tudo. Aí eu peguei e fiquei fora do mercado. E eu fiquei fora do mercado e falei assim, agora que é um plot twist. Saí do mercado e falei assim, pô, eu sei analisar jogo, sei analisar dados. Entendo de futebol.

Tentendo tudo de campo assim, porque eu estudei isso. Vou trabalhar no futebol de verdade. Vou ser analista de desempenho. Que é aquele cara que fica lá no time, lá em cima, filmando e anotando e passando para o treinador. Eu falei, como que vira análise de desempenho? Escrevi lá, como vira análise de desempenho? Ah, você tem que fazer um curso de formação de análise de desempenho. Vou fazer. Fiz, virei análise de desempenho.

Trabalhei nos times lá da região de Minas, toda lá onde eu morava, profissionalmente, como analista de desemprego. E fazia esse trabalho, analisava o jogo, mandava pro treinador, ó, ali tá errado, ali tem que melhorar, jogador tal tá assim. E eu gostei, foi um negócio interessante. Só que é o seguinte, eu não trabalhei nos times grandes de Minas, cruzeiro, atlético, não. Eu trabalhei nos times menores de Minas, principalmente da minha cidade, da região da zona da mata ali.

Então, assim, eles não têm calendário. Então, o campeonato que eles jogam ali seis meses, você trabalha seis meses, acabou, tchau. Eles não mantêm a equipe o resto do ano. Então, era seis meses de trabalho, seis meses sem. Aí, com mulher, filho, o que você faz? Aí eu virei minha mãe e falei, ó, é lá.

Esse negócio aí não é melhor arrumar um emprego, não. Falei, ó, você quer que eu arrume um emprego normal? De carteira assinar normal? Se eu fizer isso, eu não consigo fazer isso.

Isso aqui que é uma hora que vai dar o dinheiro. Isso aqui que é o que dá dinheiro. Se eu for trabalhar para alguém normal, cartesinado, eu vou só trabalhar. É, vai ficar mantendo a roda de ano, mas é isso. Mas eu não vou conseguir alavancar para nada. Você quer isso mesmo? Ah, eu estou inseguro, eu quero. Então tá bom. Por mim, tranquilo. Eu sou muito tranquilo com isso. Falei assim, então tá bom, vou fazer. Aí eu mandei para os amigos meus, falei, me arruma aí.

trabalhar aí aonde isso aqui me arruma de vigia já foi policial fácil de arrumar que jornalismo fui olha o cara não e era o filme tá ligado que era muito engraçado fazer um livro não era engraçado no prédio assim lá de vigia

Que surreal. Aí passava um cara assim, tava conversando, aí entrava num assunto assim de matemática, física quântica, conversando, cara, o cara ficava aí com o cara, pô, a porra é do vigia. É, o vigia é gênio. Falando que tem a vez, não faz sentido nenhum. Aí os caras, por que você é vigia? Eu falei, então, aí eu tinha que contar a história, eu tinha que contar, ó, aconteceu isso, isso e isso, agora eu tô aqui. Mas aí, por que você não arrumava?

Eu falei, não, vai fim, na hora certa, eu sou tranquilo, eu não sou um cara desesperado.

E foi assim que aconteceu. Fui trabalhando em outras áreas, nada a ver. Mas assim, mantendo conhecimento, sempre estudando na área. Depois, por exemplo, fui fazer ciência de dados, para fazer formação de ciência de dados também, ciência de dados, para trabalhar com dados, tudo voltado para essa área. A sua cabeça deve ser um tornado, bicho. Não, toda a minha formação era para isso. As minhas formações eram todas na área de exato.

Mas isso paralela ao trampo de vigia, você estava estudando ciência de dados? Sim, sim. Que maneira. Eu fiz uma faculdade de trabalho de vigia.

Estudava lá. Pegava o computador e estudava lá de madrugada. Estudava de madrugada, chegava. Ainda tinha um projeto social que ajudava dando aula para a criança de manhã. Então, trabalhar de madrugada, estudava de madrugada, de manhã dava aula para a criança de futebol. E fui fazendo isso. Aí, de repente, eu comecei a aparecer no mercado de novo, mandar uns negocinhos, entendeu? Aí me chamaram. Um amigo da empresa grande lá me chamou. Pô, tem uma vaga aqui, uma operação São Paulo. Você não quer conhecer, não?

Tipo assim, Sportbook Manager? Falei, tá, deixa eu ver o que é. Fiz igual vocês. Falei, ah, eu sei o que é. Tipo assim, ah, tá. Eu conheço disso, né? Então, vem pra conhecer. Aí, eu vim, tô aí. Tipo assim, isso, mas foi um repulhíssimo. Assim, várias, assim. Não, mas assim, né? Não, trabalhando em tudo. E assim, pra mim era tranquilo. Tipo assim.

Eu ficava lá normal, como se eu estivesse trabalhando. Nesse meio também eu trabalhei na empresa da minha esposa. A empresa da minha esposa. E eu sou muito focado em performance. Quando eu fui trabalhar na empresa que minha esposa trabalhava, lá da nossa cidade também, é uma empresa que presta serviço para a prefeitura. A MAC. É uma empresa voltada para a área social e tudo. Aí eu entrei e falei assim, tá.

Como é que eu vou trabalhar aqui? Não entendo nada disso. Social, minha área é tudo de exato. Como é que eu vou saber de social? Vou estudar isso. Aí comecei a estudar, fiz pós-graduação nessa área. Falei, vou fazer umas pós aqui na área para entender como é que funciona essa área de serviço social, de ESUAS, SUS, auxílio.

aprendi isso pra ficar bem no serviço. Por quê? Eu gosto de performar. Não, quero performar nessa área. Aí, meu currículo tem uns negócios assim, nada a ver. Fora dos contextos, mas por causa disso. Aonde eu ia, eu queria performar. Caraca, eu queria ver o seu currículo. Você é uma bíblia. Pode passar depois. Analisa, vigia, não sei o quê. Eu tenho um pouco disso também, assim, não igual você. Mas eu tenho muito disso também, de não ficar sossegado. Se eu parar, falar, não, agora eu vou sossegar.

Por exemplo, eu saio de férias, dá cinco dias, eu já estou ficando louco, cara. Eu já estou a ponto de borbulhar, assim. A paz não te diz assim. É, querendo ficar arrumando sarna para se coçar, cara. Não, eu nunca parei. Eu viajava, eu levava notebook, sisteminha de internet, tudo para funcionar. Onde eu estivesse, eu tinha que estar online. Porque eu sempre estava fazendo, sempre estava enviando. Nesse meio tempo dos mercados de aposta.

Eu não só postava, eu vendia análise, então eu vendia análise para o exterior, eu tinha vários lugares que comprava análise estatística de time, de jogos, eu ficava mandando, principalmente desses times lá dos exteriores que ninguém conhecia, eu comprava muito desse time, porque ninguém tinha, aí eu mandava. Então, uma vez que fizeram comprar meu banco de dados, eu falei, pô, eu quero comprar seu banco de dados, aí não. Aí é complicado, né? Eu demorei muito para fazer isso. O passe é muito alto, não tem como.

Mas assim, eu falei assim, mas se você quiser a gente faz uma parceria. O que você precisa, meu irmão, ajudar? Posso te fornecer. E assim foi, sempre assim, fazer network. Aí vira e mexe, alguém me chamava, como eu te falei. Aparecia um negócio assim, muito esporádico. Uma vez uma empresa, um cara da Espanha e um cara dos Estados Unidos, fizeram uma sede em BH. Eles me conheciam já, de uma empresa que eu trabalhei, e falaram assim, cara, a gente está precisando montar um sistema de automação. Você sabe fazer robô?

De apóstolo? Sei. Mas o que você quer específico? Não, vem pra cá. A gente tem um escritório gigantesco aqui em Bergan. Vou te pôr no hotel aqui, você conhece a equipe, eu tá. Ela faz como é, ó, tem uma empreitada pra ir. Aí ia, e era muito assim, cara. Ela sofreu essa parte, porque era muita viagem, era muita... Muita aventura, muita aventura. E era assim, é tiro no escuro, porque você ia... Mas eu falava com ela, ó, é a hora, tipo assim, uma hora vai ser um tiro certíssimo, entendeu?

E eu ia, tá, e sempre era, bati muito na trave, assim, de estourar mesmo a boa. E eu chegava lá e o cara, não, você vai fazer a operação, tá. Ele, não, só que a gente quer fazer o seguinte, a gente quer pôr o sinal aqui no robô e replicar para várias contas.

Eu falei, então, esse é o robô, eu não tenho. Ele, mas você entende o que é isso? Eu falei, não, isso eu entendo. Ele, se eu te der os melhores programadores, você consegue fazer isso? Eu falei, sim. Aí ele abriu uma salinha assim, então, aqui, ó, tá os caras aqui, é de Harvard, não sei o quê, tal, tal, tal. O que você pedir, eles vão fazer.

Aí eu falei, pô, aí já melhorou. Eu falei para os caras, ó, então você vai fazer o seguinte, eu preciso que pegue aqui, faz aqui. Eu sempre manjei do algoritmo. E eu não programo. Eu não sei programar em, por exemplo, Python, SQL, não. Eu entendo. Eu entendo o código. Você fala assim, como é que funciona isso? Eu escrevo o código para você em uma outra linguagem. Se você souber traduzir para o Python, vira programa.

E eu passava o cara assim, então é isso, vai ter que fazer isso. Aí o cara fizeram o programa. Aí eles fizeram uma empresa que era assim. Era tipo um fundo de investimento. Olha que interessante. Você põe o dinheiro na sua conta. E eu fazia aqui a operação no meu robô. O seu, sua conta pegava o sinal da minha conta, replicava na sua.

O sistema lia quanto você pôs e quanto você ganhou de lucro. No final do mês, recalculava quanto você ganhou e tirava 20% para a gente. E fora a assinatura. E era tudo em euro. Aí foi com a minha mulher, porra, o negócio é bom. Aí começou a pingar euro lá, tudo, tudo. Falei, ixi, agora vai. O negócio é bom. Quando a gente estava cheio de conta, cheio de troço, tinha, na minha conta, para você entender, tinha mais de 500 mil euros.

a casa de aposta, que eu não vou falar quem, tum, e pegou o dinheiro. Que merda, hein, mano? Tesourou o dinheiro de todo mundo, de todas as contas. Mas isso do programa de afiliados ou da sua conta de jogador? De todas as contas. Todo mundo que tinha a conta. Vamos supor, você tinha a sua conta na sua casa. Como ela tava ligada à minha, bloqueou a minha e a sua. Foi pra todos. Bloqueou todos os dinheiros. O merderê foi coletivo. Você não sacava não? Você tava deixando?

Não, ele tinha que ficar porque ele fazia tipo um percentual, entendeu? E os caras que deixavam a conta eram minhas, mas assim, os caras falaram, deixa aí porque vai fazendo balanço para as outras contas. E ia recebendo das contas, né? E foi um dia que foi assim, foi um mês que eles fizeram isso antes de tirar, entendeu? Na hora que estava cheio, eles... E ficou com tudo.

E aí vai brigar onde? Ah, lá em Malta. Gibraltar. Você vai lá brigar como? Você vai lá e eles vão falar assim aqui pra você. Não, porque você tá errado. Entende? Esse é o problema. Tipo assim, não é que você tá errado, mas na hora que você bater lá, você tá múltiplas contas, você tá bônus abuser, você vai tá tudo. E dentro do compliance deles do que a licença lá de Curaçao, Gibraltar, qualquer licença ofereça.

Ele vai conseguir provar que na cabeça dele está errada. Não, mas eles tinham um advogado muito bom, esses dois, porque os caras tinham muito dinheiro. E eles falaram que isso não estava específico lá, de replicar sinal. Porque era como se o cara estivesse fazendo a aposta. Vamos pô, eu fiz uma aposta aqui no jogo da Finlândia over o e-mail. Você não ia fazer isso na sua casa, mas como estava ligando a minha, aparece na sua conta também, como se eu tivesse feito para você.

Sim, sim. É uma aposta normal. Ela só foi replicada para várias contas. Eu tenho certeza que não foi essa a acusação. Foi de múltiplas contas. Porque era exatamente a mesma aposta em várias contas. Isso, era a mesma aposta. Entendeu? Para mim, pela experiência que eu tenho todos esses anos.

Essa área jurídica, na época, e eu também não tinha esse conhecimento na época, eu não ligava. Para mim, meu foco era fazer o negócio. Então, assim, tem alguém para cuidar disso? Tem. Então, deixa esse cuidado. Eu não quero mais uma área de conhecimento, então vou ter que estudar isso. Essa porcaria eu estudei muito, cara.

Então, senão eu ia ter que estudar outra coisa. Eu não gostava de ficar sabendo. Não tem coisa que eu não fico sabendo, porque senão eu vou ter que estudar outro negócio. Eu fui lá ter um manager de quatro operadores lá da Europa e tal. Então essa porra... Eu tenho até pesadelo com isso. E são, assim, clichês, cara. Mas é, ó.

Não, hoje eu pego. Hoje lá dentro da nossa mesmo, quando eu vejo assim, começa a aparecer um monte, eu criei um painel, um sistema para detectar isso. Porque a gente detectava manualmente. Você sonha com essa porra, cara? Às vezes. Eu sonho, às vezes, com os lotezinhos girando. Não, às vezes eu sonho. Às vezes eu estou lá e fico assim, passando. Hoje não mais. Hoje não mais. Porque assim, eu também...

Eu estudei muito a área de cuidado pessoal, assim, de cuidado do sono. Eu tenho muito controle, assim, do físico, entendeu? No físico, assim, do mental. Então, eu durmo tranquilo. Você faz alguma arte marcial? Geralmente, quem tem esse controle... Já fiz. Já fiz.

Você tem um soninho regulado então? Tem, tem. E assim, eu brigava muito com sono, porque eu tive vários anos da minha vida que eu dormia três horas por noite. É, tá ligado. E eu achava tranquilo, eu achava assim, porra. Na minha cabeça eu falava assim, matemática. Você tá sendo produtivo, né? Eu dormia pouco.

Eu produzia muito e eu estava gastando minha vida. Porque se eu dormisse 8 horas, eu perdi um terço da vida dormindo. Ponto. Era simples assim. Só que assim, e eu achava ok. Com o tempo, eu fiz a conta e falei assim, não, está ruim. Tem que aumentar para 5. 5 está bom. Se eu dormir 5 horas, eu acordo bem. Interesso, né? E assim, foi treino mesmo. Eu brinco com a minha esposa. Eu preciso dormir só isso. Por quê? Eu durmo de verdade.

A gente usa aqueles reloginhos, todo mundo usa aqueles reloginhos de marcar, né? Não sei.

O meu sono é o sono REM. É o profundão, né? Eu durmo profundo. Quando a média da galera é 20%, 30%, o meu é 50%, 60%. Quando eu deito, eu apago. Eu sonho em 5 minutos, pô. Caraca, meu filho. Eu deito, eu tô sonhando. Isso é uma inveja que eu tenho das pessoas. Eu também. Minha esposa, ela tá... Mas é treino, pô. Eu também. Cara, vou dizer não é possível isso. Não precisa treino não, também. Sim. Minha esposa, ela vira pra mim e diz assim, ah, eu vou dormir, tá? Aí ela dorme.

E aí a gente fica ali na mercê dos nossos pensamentos e na vida. Então, essa é a grande coisa, cara. Eu desenvolvi a minha técnica. É o seguinte, eu vou lá no YouTube e digo, resumo Game of Thrones. Aí vem um vídeo de três horas contando lá, eu boto no ouvido. Ai, a milhão, não sei quantos anos atrás. Hipnotiza, né? Aí pronto, já aproveita até sonho junto, entendeu? Mas dá uma demoradinha, né? Não é instantânea. Minha mãe é instantânea, minha esposa é instantânea.

Cara, ultimamente eu tenho botado e aí eu não tenho passado muito do tipo assim, há muitas eras atrás, aí eu já dormi.

Ah, então tá sendo rápido, pô. Tá sendo rápido. Tá sendo rápido. Ah, então é treino mesmo. Dependendo de quanta pilha eu tô na cabeça, né? Igual nos últimos, eu tô umas quatro, cinco noites sem dormir já. Mas depende da pilha, né? Esses dias eu tô assim. Mas quando minha vida normalizar um pouquinho, aí dorme de boa. É, o difícil deve ser manter esse treino durante a pilha, né? Tá ligado? Mas você consegue, porque aí o que que acontece? Eu fiz uma técnica mesmo, eu queria estudar assim, eu quero dormir.

Exato. Aí, já ouviu falar do sono napoleônico? Já viu? Não. Nem do sono, mais ou menos. O sono napoleônico, ele falava o seguinte, eles falavam que Napoleão, ele deitava e falava assim, vou dormir uma hora e trinta. Sem relógio, você ainda não acordava em uma hora e trinta.

Aí eu li isso, eu quero ter esse controle. Aí como é que era esse controle? Ele ensina o seguinte, você fica 40 minutos acordado, dorme 20. Faz um dia inteiro isso. Deu 40 minutos, você deita e dorme 20. 40 minutos, deita e dorme 20. Então você dorme um terço da hora a cada hora. Mas como é que você controla isso? Você está acordado 40 minutos... Você para em qualquer lugar e deita. E dorme.

Mas aí você dorme realmente? Como é que você dorme? Dorme. Porque eu acho que se a gente deitar aos 20, a gente não vai dormir. Mas aí você vai, não, você vai esforçando, você consegue. Aí você vai treinando, você consegue. Quando eu consegui fazer isso... Mas você ficou quanto tempo treinando pra conseguir isso? Foi rápido, foi rápido. Ah, mas você devia ter um sono bom. Tipo assim, porque, por exemplo, eu tenho insônia desde criança, assim.

Não, eu tava nessa fase dos três horas de sono. Aí eu virei e falei assim, não, vou controlar.

Mas você se forçava pra ficar acordado ou era natural? Porque no meu caso, assim, eu ia dormir às quatro da manhã e acordava às seis e eu não tinha... Eu tenho sonho até hoje, assim, às vezes. O meu desenvolvimento foi esse lance das historinhas aí. Só que o problema é que agora tá impactando, que aí eu boto um filme pra assistir e aí eu... Ah, vem junto, né? Puta, tô velho, cara. Aí, ó, modulou na vibe do filme. Eu tinha sensônia também e uma coisa que eu lembro, uma época que detonou bastante era quando eu fazia stand-up.

Porque stand-up é sempre à noite, assim, e tal. E quando você termina o show, cara... Primeiro mês do stand-up. Não, não, você fica pilhada... É, quem dera, não. Você fica pilhadaço, assim. Você chega, porque acaba o negócio, tem aquela energia das pessoas, aí você vai tirar foto, colocar, não sei o quê. Você chega em casa, tipo, ainda naquela energia do... Pode te soltar. É, lá em cima e tal. Então, pra você baixar isso, era muito difícil, assim.

Demora. E os shows também, às vezes, eu fazia show meia-noite, saca, show da manhã. É, era assim, deu uma destruída no sono um pouquinho. Agora começou a regular... Não, na época que eu fui policial penal...

Eu trabalhava no noturno. Então eu trabalhava a madrugada toda. Então eu acostumei a ficar a madrugada acordado. E eu depois, igual eu falei, em casa também, eu achava bom estudar e trabalhar de madrugada. Por quê? As crianças estavam dormindo, estava o silêncio a hora que eu estava mais tranquilo. Então eu gostava de trabalhar de madrugada. Então eu peguei esse ritmo. Então isso pra mim funciona também. Porque hoje em dia, por exemplo, eu chego aqui na BBS...

umas 10 horas da manhã. Aí tá todo mundo trabalhando aqui. É editor, é arquiteto, é produção, é assim, um monte de gente trabalhando. Aqui, streamer. E aí vai, tá, tá, tá, tá. Dá umas 7 da noite, todo mundo já foi. E aí eu aproveito mais e vou até mais além, porque daí eu tô sozinho. Aí é onde eu consigo escrever. Ninguém vai vir e me para... Oi, preciso falar com você isso aqui. Ou ficar me ligando, né? Ou ter reuniões, então...

Eu também tenho esse período, pra mim é ótimo trabalhar de noite e de madrugada, porque aí minha cabeça fica muito mais tranquila. E como eu tenho que escrever toda hora, estou escrevendo um documento, um contrato, alguma coisa. Como é que faz pra pôr na conta mais uma Crystal Flush? Olha aí, rapaz. Uma Crystal Flushzinha aqui pro nosso convidado. Uma Crystal Flush.

Na verdade, você quer gelada ou você quer... Gelada. Ah, gelada, então não dá. Então, essa daí eu acho que não tá mais gelada. Eu já levantei pra servir. Porque eu falo aí seca, falo muito. Não, rapaz, pra que é oratório tem que molhar a palavra mesmo. Tem que pedir mesmo, rapaz. Mas, é... Então, assim, eu tive que dar uma regulada nisso. Eu sou no Apolhólico, tô impressionado.

Eu treinei e eu consegui, por incrível farem, se eu conseguir fazer o negócio dele, dormir assim, 25 minutos. Falei, vou dormir 25 minutos. Deitei, dormi, sonhei e acordei com 25 minutos. Você fala assim, eu quero fazer isso em casa. Vamos fazer, Bonfá. Não vou, só de pensar nisso eu estou enlouquecendo. A gente chega, aí fica 40 minutos acordado. Estou acordado 40 minutos. Aí eu falo, agora eu vou dormir 20 minutos.

Aí você fecha o olho assim e você fica com controle. Você tem noção de como é o dia? É que durante o dia tem ali, cinco estúdios de live. Estou lá, vou deitar para dormir. É como é... Uma gritaria do caramba. Vou dormir 20 minutos. É. Mas aí você fica com tanto controle que hoje em dia eu faço isso. Por exemplo, se a gente estiver aqui, rolando alguma coisa aqui, eu tiver que dormir, minha tiver. Se eu encostar no sofá assim, eu durmo assim. Que isso. E sonho.

É meio surreal, é surreal. Porque não é só a cochilada, né? A cochilada com o sono. É um sono profundo. É um documentário, pô. Isso daí. Oi? Um documentário, né? Com o Will. É, ensinando a galera. 24 horas com o Will dormindo de 40 em 40 minutos. Não, hoje... Tentando, né? A gente vai tentando fazer. Hoje, ó, eu tenho dormido que hora? Meia-noite, mais ou menos. Meia-noite, pouco. Meia-noite, uma hora.

E acordo seis da manhã, cinco e quarenta. Já acordo, já vou pra academia correr. De manhã, cedo, pra já acordar. Mas aí quando eu vou dormir, se eu deitar sem sono, deitei assim, meio acordado ainda. Eu pego o celular, igual você falou, eu vejo cinco minutos de vídeo, eu vejo assim, ó. E assim, ó. Pisquei, eu falei, opa, deu. Isso aí me lasca. O TikTok, cara.

Não, mas qualquer coisa que eu ver, qualquer vídeo. Outro dia, era 4 horas da manhã, eu tava vendo um maluco, uma live do maluco, pegando concha no mar, uma live assim, aí o cara pegava um pepino do mar, daí ele pegava um peixe assim, colocava numa pinça assim.

Daí ele colocava, daí ficava meio que fazendo disca, daí vinha um peixe que era tipo uma cobra, daí ele tentava catar. E o camarão também, camarão é rápido, né, Cajá? Camarão você não pega não, bicho. E aí fiquei... Rapaz, o meu é assim, ó. O único que põe é 5 da manhã. Eu dou uma piscada, agora que eu dou uma piscada, eu falei, deu a hora. Levanto e outra, eu ponho o celular lá. Que aí se ele despertar lá, eu levanto pra desligar.

Ah, isso é uma boa estratégia. Aí eu já, ó, ponho lá, ligo o carregador, volto, deito assim, ó, já era.

Se passar três minutos, eu falo sonhei já. Eu já falo sonho. Ultimamente, eu tenho até... O que eu tenho feito, assim, eu deito, eu baixo no YouTube Premium lá, né? O videozinho que eu quero ouvir e já boto no modo avião. Porque se der uma vibrada, cara... É, já lascou, não tem como. Já era. E de manhã, assim, não posso pegar... Nem para olhar a hora. Se eu pegar o celular assim... Porque se eu pegar cinco horas da manhã para ver a hora...

Vai ter um bilhão de mensagens. Porque quando está acabando o meu dia aqui, está começando lá na Ucrânia, na Rússia, não sei aonde. E os caras abrem o olho e eles devem até sonhar com ele, porque é todo dia, cara. Abre o olho e pum, opa, e aí? Mas é assim mesmo. Já tem um bilhão de bilhão. A higiene do sono, uma parte essencial é isso. Você pegar o celular e colocar no agavetinho. Eu te falei, eu controlei. Hoje eu controlei bem, assim.

O outro negócio que eu acho inacreditável, que eu já tentei, já ouvi várias pessoas fazendo, é o negócio de controlar o sonho. Eu vi o Pyong Lee ensinando. Controlar o sonho. Controlar o sonho. Eles falam que é uma parada egípcia. Uma amiga minha fala assim, que é uma técnica egípcia, que o pessoal fazia há séculos e que é só você ter disciplina que você consegue. Acho que você escolheu o que você faz.

Chama... É, é o sonho vívido. É, então, isso aí parece a coisa mais legal do mundo, cara. Teve uma época que, assim, mas não sei se eu controlava, né? Mas eu vibrava muito pelo sonho que eu queria ter. Eu sempre gostei de sonhar com zumbi, com essas coisas, tá ligado? Eu acho uma da hora, aventura, assim, sabe? Sim, sim. E aí teve uma época que eu sonhava bastante, assim, com essas coisas, acordava felizão. E aí teve uma época também que eu acordava de um sonho, assim, que...

Aí eu, não, não, não, não preciso voltar a dormir pra... E aí voltar pro sonho de volta.

E voltava? Já voltei algumas vezes. Eu voltei uma vez só também. Agora eu já não sonho mais nada. Eu já voltei também. Não, eu volto sempre.

Se eu acordar no meio, é difícil acordar, mas se eu acordar no meio e falar assim, pô, esse sonho tá bom, eu volto nele na hora. Dá pra ler num filme assim. É que eu durmo muito rápido. Igual eu falei, se eu quiser voltar, é muito rápido, eu deixo a volta. Você tá matando a gente e a nossa audiência de inveja com isso aí, né, rapaz? Hoje em dia eu sonho com meus colaboradores deixando saco. Isso salva até vida. Isso salva até vida quanto a um caso de salva-vida. Uma vez eu estava dirigindo da minha cidade de fora pro Rio.

E eu tava dirigindo, tava meu irmão e um colega nosso atrás. Aí eu tava dirigindo assim, de repente eu falei assim, meu irmão chama Yuri, eu falei, Yuri, vou parar ali, a gente troca, que eu tô com som, vou dormir, velho. E eu dirigi normal, sem piscar, eu tava normal até então. Aí ele tá, aí eu parei e ele entrou. Aí ele trocou, eu sentei do lado. Na hora que eu sentei do lado, não, eu sentei do lado não. O meu colega passou pra frente, eu deitei no banco de estrada.

Na hora que eu deitei assim, na hora que arrancou o carro, já tava dormindo. Em cinco minutos eu tava sonhando já.

Dentro do carro, deitar no banco de trás. Não precisa do conforto. E eu não pisquei no volante. É um controle que você não perde para o sono. Você sabe a hora que ele vai e fala, agora vai, vamos lá. É porque você não deixa chegar na estáfa. Você não deixa chegar naquele ponto. Você fica panguando. E se precisar prolongar...

Ok também. Então é uma formatura, tem que virar a noite. Tranquilo. Porque quando você tem que mandar, você fala, tô tranquilo, eu vou. Isso aí é um bagulho, se você desce um curso disso, a galera comprava. Tô nem zoando. Comprava, comprava. Eu só treino. Sono Napoleônico. Eu já compro até na pré-venda. Sete passos, para dormir. Eu só treino. Vou dormir uma hora e meia. E vai, imagina, cara. Nossa. Como eu queria. Eu ia em qualquer lugar, cara.

Engraçado. Nessa minha jornada astronômica aí, eu tava... Quando eu tava estagiando.

Estava estagiando na prefeitura, estava fazendo faculdade e estava trabalhando à noite, lá na minha cidade. Aí eu saía, às vezes, direto do serviço, ia para a faculdade e ia para o estágio. Ou seja, não dormia.

Virado. Tinha dia que virava. Como de noite era 12 para 36. Então um dia você trabalhava à noite e no outro dia não. Então no dia que eu trabalhava assim, eu virava o dia inteiro. 24 horas sem dormir. Teve um dia que eu estava muito cansado. A noite foi tensa, a faculdade foi pesada. Aí eu cheguei no estágio e falei assim, nossa, estou morto de cansaço. Foi preciso dormir.

Aí eu fui, onde eu vou dormir? Eu pensei, eu só preciso ir num lugar pra me sentar. Aí eu fui, não achava lugar nenhum. Fui no banheiro, aí eu olhei assim, sentei no vaso, fechei a porta, peguei o papel de gerenciar, pus o travesseiro, pus o pé lá no trinco, cruzei assim, ó, dormi. 20 minutos, acordei bem e voltei. Renovado. Levantou renovado. Dormi 20 minutos e voltei. Agora meus meninos estão ouvindo isso.

Meus meninos, você, você. Dica boa, rapaz. Dica boa não é boa não. Não é não. Vê se dá um... Pior que eu tenho uma dica boa, de verdade. Essa de dormir. De dormir? Que eu aprendi, cara. Quando eu trabalhava lá na faculdade de Belas Artes, né?

É... Fingir que tá arrumando o computador, tá ligado? Você dá aquela deitada embaixo da mesa. Ah, não. Isso daí mesmo existe. Não é possível essa porra. Também 15 minutinhos ali, velho. Fingir que tá arrumando o computador. Deita de batalhão. Dorme.

avião pessoal gosta de dormir avião né eu pra mim a melhor coisa se puder dormir avião é incrível avião é melhor coisa de dormir cara não é que fez assim não é que ficou reto eu já dormi é que assim eu durmo eu consigo dormir mas eu chego aqui cara destruído não a dor corporal você vai ter muscular porque a posição tá ruim não tem como é pela posição essa última aí que eu fui pra Barcelona 12 horinha né

12. Eu fiz ainda escala, demorei uma... Nossa senhora, cara. Parou em Lisboa, e aí de Lisboa mais duas horinhas tava lá, mas eu demorei umas 15 horas, assim. Aí é pesado. No total, né? É foda.

Então, muita história na KeyBanking. Então, pra ir, eu não conseguia dormir, foi uma turbulência do cacete, bicho. O avião fazia até abrir os negócios lá em cima. E aí eu fui assistir aquele bailarino lá do John Wick, assisti um monte de bagulho lá. Na volta, cara, do jeito que eu entrei no avião... Desmaiou. Cara, assim, eu entrei, eu abri o olho e eu tava em Lisboa. Igual Napoleão.

Igual Napoleão. Entrou. Aí fui, fiquei lá esperando e tal. Entrei no avião, pum, pisquei também. Acordei algumas vezes assim, na turbulência, às vezes, dependendo. Vai voltar lá rápido. Isso é melhor esquema. Aí acordei aqui já em São Paulo, todo cagado.

Porém, tinha piscou a gordura e estava bem melhor. Mas cheguei bem. Mas eu cheguei aqui assim, cara. Parecia que eu tinha ido para uma... Não, fisicamente. Porque a posição é ruim, né? Fica ali encolhido, o corpo apertado. É muito ruim. Dói as costas. A única forma confortável deve ser aquele do comercial da Penélope Cruz. Já viu? Que ela vai deitada.

que é o voo do rei, do não sei o que esse deve ser não, mas tem o executivo que é uma caminha pelo menos esse daí falam que é bom, mas eu não sei da Penélope Cruz é uma cama cama eu já tive uma experiência dessa assim na sorte, e num voo bobo de na caminha? daqui pra Recife 3 horas mas é o que acontece, o voo era nosso daqui pra Recife aí eu cheguei lá tava com a passagem tudo certinho E aí E aí

Aí eu tava aí um colega meu, a gente ia lá fazer trabalhar, a trabalho. Aí na hora que eu cheguei lá, a mulher falou assim, não, seu lugar tá ocupado. Eu falei assim, me dá o outro então, fazer o quê? Só me dando lugar, ela falou, não, mas não tem lugar. Eu falei, não, aí não, aí você me quebra. E esse voo era o internacional, porque lá em Recife sai, né, internacional. Ah, sim, ia fazer escala.

Aí o que acontece? Ela falou assim, não, pode ficar tranquilo que você não vai ter prejuízo. Falei, tá. Aí meu colega me diz, oi, vai ficar, não sei o que. Porra, fiquei, já fiquei puto. Falei assim, pô, não é possível, velho, que eles vão adiar pro outro voo, vou ficar puto. Porque tava tudo certo, comprei, parado. Aí a mulher falou assim, não, vai dar prejuízo não. Aí foi lá, conversou lá. Aí na hora que a gente entrou assim, aí ele foi pra cá, a mulher, não, você vem pra cá.

Aí cheguei lá, era assim, ó, uma caminha. Opa. Aí você senta, se pô, o negócio pô, cara. Você senta, enfia o pé assim, ó. Coisa boa. Aí o negócio infla, assim, pra massagear. E deita 180 graus. Valeu, na penada do curso. Até a TV, cara. É uma TV maior. 24 polegadas desse tamanho, assim. É, touch.

Aí chega um champanhezinho e eu falei, ó. Eu sei, porque na hora que eu desci lá em Lisboa, eu olhei assim, eu fiquei um monte de inveja. Tu viu a vida boa. E sabe quem eu vi saindo de lá? O que? O Caio Giovanni, da SBC. Daí eu falei, ah, seu vagabundo. Você é desses, então. Aí eu fui na sorte. Eu ganhei esse, né? Porque a mulher adeve ter falado assim, ó.

Tem lugar aí, né? Tem. Então põe um cara aí, já que tá sem lugar, né? Eu fui tranquilo. O famoso cai pra cima, né? Eu falei, tinha que ser uma viagem de 10 horas, né? Porque eu fiquei só 3 horas. Nossa, eu ainda vou um dia, só que é muito caro. O último rombel ainda ofereceu eu trocar meus pontos que eu tinha lá de milhas pra pegar a caminha, né?

Mas aí era só de Barcelona até Lisboa. Daí eu falei, ah, uma hora e meia. Nem aproveita a caminha, né? Você é bom o ano inteiro, né? É lógico. Se fosse de Lisboa pra cá, dava os pontos tranquilos. E pra você aproveitar, você pode dormir a viagem toda, né? Porque vem os negócios, pô. Tem o rango, né? Tem, o rango top. Rango bom, rango de chefe, né? Não, quando eu cheguei, não, fica uns negocinhos aqui pra você comer. A mulher trouxe uma castanha e champanhe, eu falei, porra. Aí eu sou aí meu colega já, eu falei, ah, se foda-se.

Estava me zoando, agora eu estou aqui dormindo aqui na caminha. Que coisa boa. Ô, Bofar, eu acho... Agora você está enrolado. Eu acho que chegou aquele momento. O momento que você vai mostrar a sua alma para o nosso público. Porque aqui nesse programa, no BBS Podcast, tem o questionário Colbert, com perguntas capciosas para a gente conseguir descobrir quem é você de verdade. Você está disposto para mostrar para o mundo todo? Bora. Quem é? Você? Então, o Will, agora...

aqui no questionário Colbert. Que virá aqui no meu celularzinho. E o suspense vai, as pessoas vão se consumindo. Estão se consumindo com o suspense ali. Estou vendo. Meu Deus, o que ele vai perguntar? O que vai vir aqui? Agora você vai conhecer. Agora vai ser. Esse é o momento que vai, então, agora, questionário Colbert aqui. Com o Will, da Gorilas Med. Will, qual o melhor sanduíche?

Qualquer sanduíche? O melhor sanduíche. Aquele podrão do trailer. Podrão do trailer. Com tudo, milho, catupiry. Três bifes. Três bifes, salsicha. Queijo. Queijo, o que for. E qual foi o primeiro show que você foi na sua vida? Rapaz, show.

Criança ou... Primeiro. Primeiro. Primeiro show que eu lembro, que eu lembro, que se eu fui algum criança assim, foi despercebido, não foi marcante. Primeiro que eu lembro, assim, eu era moleque, foi Rapa e Tijuana. Lá na minha cidade. Começou bem, pô. Boas bandas. E é uma brigada danada, foi um show meio traumático. Acho que foi isso que lembro. Qual o animal mais assustador? Assustador? É. Scary animal. Caravela náutilos.

Da Austrália, que mata só no toque. Nossa. Foi a melhor resposta até hoje, eu acho, porque foi específica, né? É. Caraca. Mata num toque, veneno? Na Austrália tem praia que tem posto na areia, porque em cinco minutos se não tomar o negócio morre. O antigo. Que que é isso, rapaz? Como é que eu nome dei de novo? Caravela Nautilus. Caravela Nautilus. Maçãs ou laranjas? Laranja. Cães ou gatos? Gato.

O que você acha que acontece quando a gente morre? O que acontece quando a gente morre? A gente fica num limbo espiritual e depois volta para pagar os pecados. Qual o seu filme de ação preferido? Ação tem muito, hein? Pode ser... Pelo Morros, Mercenários. Divertidíssimos. Spendables. Aí sim. Janela ou Corredor? Corredor.

Qual o seu cheiro preferido? Cheiro? É. Da esposa. Que lindo. E o cheiro que você menos gosta? De homem.

Qual que é a sua memória mais antiga? Rapaz, eu tenho uma memória boa, te falei, né? Ela é engavetada e eu lembro. Essa memória é muito antiga e eu fiquei na dúvida se era uma memória mesmo. Mas eu perguntei meus pais e eles confirmaram. Eu tinha um ano e oito meses. Eles foram para a praia em Guarapari, Espírito Santo.

Me levaram, eu era criança, e teve que sair todo mundo da casa porque tinha um enxame de abelha na casa. Teve chamar bombeiro, deu um rebuliço danado, tirar todo mundo da casa, deu um enxame de abelha. E aquilo é marcante, eu lembro, a memória mais antiga eu lembro de idade, né? Se você pudesse escutar apenas uma música pelo resto da sua vida, não quer dizer que ela vai ficar tocando em loop na sua cabeça não, mas toda vez que você for tocar uma música, entrar num lugar que tiver música, vai ser essa música que vai tocar. Qual seria?

Total Eclipse of the Heart da Bonitália. Uma excelente música, Tcherno. É, excelente música. Quando você começou a falar, eu já falei, putz, batata já vai levantar aqui. Já vai fazer um escarcel. Agora não, agora não. E para terminar, descreva o resto da sua vida em cinco palavras. O resto da minha vida em cinco palavras? Sucesso, performance.

descanso, saúde e família. Que coisa mais linda. Esse foi o Will Cláudio Smith no questionário Comet Bonfai. Quando a gente faz isso, é porque foi mais um excelente programa. Absolutamente impressionante. Uma das trajetórias mais peculiares que a gente já viu aqui. Cabeça desse cara, dessa doideira. Não sei nem como é que consegue dormir.

E consegue ainda, na hora que decide. Igual Napoleão. Vou dormir agora. Próximo programa que você vier, vamos te desafiar a dormir aqui ao vivo. É, ao vivo assim, tá ligado? Por que a gente não fez isso, cara? Eu pensei, mas falei, vou colocar o cara numa situação. Vou dormir e vou sonhar e contar o sonho. No próximo programa que você vier, nós vamos testar isso também. E a gente pode marcar as ondas rei ainda. Olha aí. Esse vai ser o experimento.

Mais uma vez, muito obrigado pela tua presença. Eu que agradeço. Prazerzão. E deixa um recado aí, final, pra audiência do BBS Podcast.

Pessoal, foco na trajetória, adquira um conhecimento que sempre vai chegar onde você planeja. Você só tem que saber onde vai chegar. Se você não souber, qualquer lugar serve.

Boa. Sensacional. E é isso, pessoal. Semana que vem estaremos de volta às 19 horas, toda quinta-feira BBS Podcast pra vocês. Não se esqueçam de se inscrever, deixar o like, curtir, compartilhar, entrar no nosso grupo. Aqui, ó. E mandar as fotos dos gorilas. Minde as fotos do gorila, porque aqui, ó, é Donkey Kong, King Kong, Maguilo Gorila e outros gorilas. A gente quer fazer depois o ranking dos melhores gorilas. Vamos fazer isso.

No próximo programa, quando ele vier, a gente vai desafiar o a dormir aqui ao vivo. Vamos falar. Ele vai fazer o som do Napoleão, vai lá pra cima e vai falar, dormindo.

E a gente vai ranquear os gorilas. Um top 10 gorilas. Esse vai ser o programa. É, enquanto ele dorme. Ele vai acordar, vai chegar no King Kong, provavelmente vai ganhar. E é isso, muito obrigado. Ficamos por aqui, Bonfá. Turn around, bright eyes. Everybody's dancing on the floor. And I need you more than I. And I need you more forever. Tchau, pessoal. Ele entrou na minha, Bonfá.

Que demais! Foi o primeiro convidado. Primeiro convidado da história que entrou na minha.

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