Episódios de As coisas que eu só digo aqui0:00 / 47:19
E14 - Esperança como verbo de ação e o que as relações fazem à nossa saúde com Helena Marujo
09 de julho de 202647min
Esperança não é esperar, é agir, é pôr os pés ao caminho mesmo quando não há garantias de que as coisas vão correr bem.
Neste episódio do podcast As Coisas Que Eu Só Digo Aqui, Fabíola Gomes caminha com Helena Marujo, professora associada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, doutorada em Psicologia e uma das pioneiras da Psicologia Positiva em Portugal. Uma conversa sobre o que nos mantém de pé quando a vida aperta, o papel das relações humanas no bem-estar e o que a ciência diz sobre a felicidade.
Helena partilha como chegou à Psicologia Positiva por insatisfação com modelos que só olhavam para o que está errado nas pessoas, o que o humor terapêutico tem de poder real, e o que faz quando sente que está a perder a esperança: cria projetos, age, põe-se em movimento. Fala também da morte do marido, de como a gratidão de uma amiga que envia corações pelo Messenger todos os dias sem precisar de palavras é um ato de esperança, e do que as pessoas no fim de vida mais se arrependem de não ter feito.
Aquilo a que damos atenção cresce. A questão é escolher bem o que cultivamos.
Neste episódio do podcast As Coisas Que Eu Só Digo Aqui, Fabíola Gomes caminha com Helena Marujo, professora associada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, doutorada em Psicologia e uma das pioneiras da Psicologia Positiva em Portugal. Uma conversa sobre o que nos mantém de pé quando a vida aperta, o papel das relações humanas no bem-estar e o que a ciência diz sobre a felicidade.
Helena partilha como chegou à Psicologia Positiva por insatisfação com modelos que só olhavam para o que está errado nas pessoas, o que o humor terapêutico tem de poder real, e o que faz quando sente que está a perder a esperança: cria projetos, age, põe-se em movimento. Fala também da morte do marido, de como a gratidão de uma amiga que envia corações pelo Messenger todos os dias sem precisar de palavras é um ato de esperança, e do que as pessoas no fim de vida mais se arrependem de não ter feito.
Aquilo a que damos atenção cresce. A questão é escolher bem o que cultivamos.