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E17 - A comunicação que representa, não convence com Júnior Miranda
26 de agosto de 202639min
Quantas vezes tentaste convencer alguém e sentiste que estavas a remar contra a maré? Se calhar o problema não é o teu argumento. É estares a tentar convencer, quando devias estar a mostrar aquilo que realmente representas.
Neste episódio do podwalk As Coisas Que Eu Só Digo Aqui, Fabíola Gomes caminha pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, com o professor Júnior Miranda. A conversa passa pela identidade de marcas e de pessoas, pela comunicação política, pela diferença entre ser autêntico e apenas parecer autêntico nas redes sociais, e por uma ideia que atravessa tudo o resto: aquilo que fazemos é sempre a materialização de algo em que acreditamos, não o contrário.
Júnior Miranda é consultor de comunicação, professor e estratega de desenvolvimento humano, com formação em ciências das emoções e em psicologia positiva aplicada. É brasileiro, natural de Minas Gerais, e vive em Portugal desde 2018, onde divide o trabalho entre a docência, a consultoria de liderança e o coaching de executivos.
Talvez a máscara mais difícil de tirar não seja a que mostramos aos outros. Seja aquela que já nem conseguimos distinguir de nós próprios.
Neste episódio do podwalk As Coisas Que Eu Só Digo Aqui, Fabíola Gomes caminha pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, com o professor Júnior Miranda. A conversa passa pela identidade de marcas e de pessoas, pela comunicação política, pela diferença entre ser autêntico e apenas parecer autêntico nas redes sociais, e por uma ideia que atravessa tudo o resto: aquilo que fazemos é sempre a materialização de algo em que acreditamos, não o contrário.
Júnior Miranda é consultor de comunicação, professor e estratega de desenvolvimento humano, com formação em ciências das emoções e em psicologia positiva aplicada. É brasileiro, natural de Minas Gerais, e vive em Portugal desde 2018, onde divide o trabalho entre a docência, a consultoria de liderança e o coaching de executivos.
Talvez a máscara mais difícil de tirar não seja a que mostramos aos outros. Seja aquela que já nem conseguimos distinguir de nós próprios.