Que Fruto Voce tem Produzido? (Mateus 13:1-8)
Tem hora que parece que o mundo grita: “para de pregar, para de falar, para de confrontar”. A gente sente isso na rua, nas redes e até dentro da igreja, quando a fé vira um acordo silencioso para não mexer nas prioridades de ninguém. Só que o evangelho não funciona assim: quando a Palavra de Deus é anunciada, ela ilumina, incomoda e expõe o que a gente tenta esconder, porque Jesus não entra na nossa vida para caber em qualquer agenda.
A conversa caminha de Atos 20, com a resistência que Paulo enfrenta, para Mateus 13 e a parábola do semeador, observando o contexto em que até a família tenta interromper Jesus. A partir daí, a gente destrincha os quatro tipos de solo e o que eles revelam sobre o coração: a mentira que rouba a semente, a empolgação sem raiz, os espinhos dos cuidados do mundo e o solo bom que frutifica. A ideia central é simples e profunda: a semente é a Palavra, nós somos o solo, e o que muda tudo é como recebemos e deixamos essa verdade criar raízes.
E quando o assunto vira fruto, a gente ajusta a lente: não é um prêmio para consumo próprio, nem uma fé de troca, nem um evangelho “sem custo”. Discipulado cristão tem preço, e esse preço se chama renúncia. Fruto aparece como vida entregue, generosidade que vai além de dinheiro, tempo doado, serviço, socorro e prioridades com Jesus no centro, porque fonte não existe para acumular, existe para transbordar. Ouça, compartilhe com alguém que precisa reencontrar raízes e deixe uma avaliação do podcast: qual “espinho” você precisa arrancar hoje para dar mais fruto?
Franco
- Significado de dar frutos· ReligiaoA semente é a palavra de Deus, nós somos o solo·O resultado do solo é o fruto·O preço do discipulado é renúncia·Prioridade de Jesus sobre família e bens·Mentalidade de fonte, não de cisterna·Generosidade, tempo e serviço como fruto
- Os quatro tipos de soloSolo beira do caminho (aves roubam a semente)·Solo pedregoso (brota, mas morre sem raiz)·Solo com espinhos (sufocado pelos cuidados do mundo)·Solo bom (dá boa colheita)
- A Parábola do Semeador· ReligiaoJesus ensinando por parábolas·O semeador e a semente·Os quatro tipos de solo
- A era do 'apipocar' e a perda da verdadeO evangelho é caro pelo sacrifício de Jesus·O discipulado exige renúncia pessoal·Obediência e Desobediência
- Desafios da vida cristã· ReligiaoJesus como prioridade máxima·Família, casamento e finanças são importantes, mas secundários·Compromisso com Deus como base para os outros compromissos
- Conflito entre verdade e conveniência· SociedadeConfronto de valores cristãos com o mundo·Intolerância em nome da diversidade·Fechamento do cerco contra o cristianismo
Então, de novo, eu tenho, Deus tem me incomodado, a gente tem feito a nossa série de estudos de mensagens no livro de Atos e a gente já está em Atos capítulo 20. Porém, eu tenho procurado mesclar com alguns textos que eu acho que são importantes para nós. Então, há 2 domingos nós falamos, na verdade eu ia falar, na verdade no domingo passado nós falamos no texto de Atos sobre a decisão que o apóstolo Paulo tomou e de ver o mundo da perspectiva de Deus, e como isso teve uma influência na cultura da cidade de Éfeso, onde houve, e depois na região da Macedônia, da Acaia.
Por onde ele passava, ele encontrava resistência porque a pregação dele que é a pregação da Bíblia e da verdade, da palavra de Deus, ela contrasta com os valores, visão de mundo e prática de mundo. Não é que a gente prega contra idolatria, mas quando nós pregamos que só existe um caminho e que Jesus é esse caminho, isso, esse, essa exclusividade que foi escolhida por Deus, né, do caminho para ele, ela confronta as pessoas que não acreditam nisso.
E a gente vive numa época em que a gente tem dois problemas, né? O primeiro problema dentro da igreja é que a igreja, muitas, que que é a igreja, irmãos? Igreja somos nós, os membros da igreja, os crentes. Isso é igreja, não é o prédio, são as pessoas. Elas, elas se deixam iludir por uma mentira de que é compatível com a vida cristã a manutenção dos valores que nós encontramos e trazemos do mundo. Essa é uma primeira, é um primeiro problema que a pregação da palavra vai confrontar.
O segundo problema é que quando nós entendemos isso e pregamos e vivemos, ensinamos a palavra, o mundo não nos aceita. Nós vivemos num tempo de muita intolerância em que nós somos ensinados a não— é interessante, né? Em nome da diversidade, nós não aceitamos a diferença de opiniões. Interessante isso. Então assim, você tem todo o direito de ser diferente, contanto que você pense como eu. Se você não pensar como eu, você não tem o direito de ser diferente.
Isso a gente vê agora no debate sobre esportes, né, sobre a questão dos transgêneros, mulheres em esportes masculinos e homens em esportes femininos, né, que eles dizem assim, o homem trans, a mulher trans. E vocês já repararam que interessante é como você não vê mulher nascida mulher no boxe masculino, nem no vôlei masculino, nem na natação masculina, mas você vê homens nascidos homens nos querendo participar dos esportes femininos.
E ai de você de expressar sua opinião contrária, você não tem esse direito. Então a gente tá caminhando Eu sempre, eu sempre brinquei, né, falei de forma jocosa, como o pessoal pentecostal fala, né, aquele jargão pentecostal: Jesus está voltando. Mas acho que cabe aqui: Jesus está voltando. Porque eu, eu creio que o cerco contra o cristianismo, contra a fé cristã genuína, está se fechando. Então não é contra a igreja prédio, porque se você for uma igreja prédio uma comunidade de pessoas, talvez até, que se conforme com o mundo, não tem problema.
Desde que você pense como todo mundo pensa, isso não é um problema. E aí, de onde é que vem a tal da polarização, né, que a gente vê na política? Mas não é só na política. A polarização, o que que ela mostra? Ela mostra, na verdade, é uma grande intolerância que traz consigo uma incapacidade de dialogar. Você não consegue dialogar com o outro porque você não aceita que o outro possa pensar diferente de você. E expor as suas ideias.
E qual é a repercussão disso na igreja? A gente não sabe lidar com isso, a gente não sabe no que crer, não sabe como se posicionar, não sabe como pregar, não sabe como anunciar. A gente fica numa situação difícil. Eu acho que é papel nosso como igreja trazer isso à luz, trazer essa discussão e nos encorajar a buscarmos a verdade, que é Jesus, a palavra de Deus, vivermos essa verdade e comunicarmos essa verdade em amor. E aí tem a ver com o que isso tem, o texto de hoje, que é o texto de Mateus capítulo 13, que é um texto muito lido, muito falado, mas eu não posso dizer que é muito conhecido, porque conhecer significa um pouco mais do que somente ter ouvido falar.
Então, naquele mesmo dia, aí a gente para aqui. Quando a gente lê a Bíblia, a gente tem que não pode desprezar as palavras. E as palavras são muito mais importantes do que os números dos capítulos e versículos, muito mais importantes. Naquele mesmo dia foi o dia em que a família de Jesus tentou impedir que Jesus continuasse pregando a palavra. Nesse dia, naquele mesmo dia, é o dia em que a mãe dele, Maria, e os irmãos dele, filhos de Maria, depois dele Foram até ele para dizer assim: para com essa maluquice.
Os familiares dele, inclusive depois chamados apóstolos, quando você vai ler a carta de Tiago, aquele Tiago lá, irmão do Senhor, não é o Tiago filho do trovão, porque esse tinha sido decapitado, não é um dos 12. Aquele Tiago que escreveu a carta de Tiago é esse cara que tava aqui naquele mesmo dia tentando impedir o irmão de pregar a palavra. Você vê que Deus pode usar qualquer pessoa. Deus pode usar Tiago, Deus pode usar Paulo, que consentiu com a morte, o apedrejamento de Estevão.
Deus pode usar a mim, a você. Então Tiago foi lá, impediu, tentar impedir o irmão mais velho dele, Jesus, de pregar a palavra. Tem um outro autor da Bíblia chamado Judas, irmão de Jesus, irmão de Tiago, era o outro, né? Lá em casa é Franco, Arthur e Juliana. Então era Jesus, Tiago Não que eu seja Jesus, tô só querendo reconstruir a família, a lógica seria: Arthur é o segundo e Judas veio depois, é o outro irmão. No meu caso é a Juliana, ou Giovana, Júlia e Gabriela.
Judas tava ali também, então tava ali Maria, Tiago, Judas dizendo assim: para, para, para, para de pregar. E quantas vezes a gente ouve essa mesma mensagem: para de pregar, para de falar a palavra, para de confrontar. Foi o que Paulo lá em Atos 20: para de ensinar essas coisas aqui porque você tá destruindo o nosso comércio de imagens. Para de pregar. É esse, esse é o diabo, irmãos. Ele, uma das estratégias dele é calar a verdade.
Por quê? Porque se você não tem acesso à verdade, é muito mais fácil você acreditar na mentira. Então, nesse dia em que Jesus estava aonde, irmãos? Em Cafarnaum. Era a casa dele, era onde ele tinha crescido com os irmãos. Todo mundo ali naquela cidade conhecia ele, tinha visto ele crescer. Naquele mesmo dia, ele se sentou à beira, beira lago, né, beira-mar ali, o Mar da Galileia, o Tiberíades, ou seja, ali na na linha do Jordão, né?
Então ele sentou ali e tinha uma multidão tão grande que ele entrou no barco e se assentou. Por quê? Para ele poder falar para multidão toda e aproveitar. É Jesus, né? Então o vento sempre vai soprar em favor dele, ele não precisa se preocupar com isso. O vento ajudava a espalhar a palavra. E Jesus ensinou por muitas parábolas. O que que é uma parábola? Parábola é uma história fictícia de um, mas que tem que ligar com a nossa vida cotidiana, realidade, para simplificar o ensino.
Mas se você não tiver coração para entender, você não entende a parábola. Esse aqui é interessante, ela é para simplificar, mas ao mesmo tempo ela é, ela tem um significado que só pode ser entendido com ajuda do Espírito Santo. Então eles assim, o semeador saiu a semear. E aí eles sabiam, conheciam exatamente o que que é isso. Sabe por quê? Porque tem plantações que você tem que plantar todo ano. Todo ano, quando você planta o trigo, você tem que ir lá arar a terra, arrancar as ervas daninhas, adubar.
O objetivo de arar é arejar. Depois você joga as sementes e depois você deixa Deus fazer o trabalho dele, que é mandar a chuva e mandar o sol. Então eles entendiam exatamente o que que significava semear. E ele vai dizer assim: enquanto ele lançava a semente— isso também acontece hoje, acontece quando você na sua casa, quem tem gramado, vai semear grama todo ano. Aqui na Nova Inglaterra a gente precisa semear grama em cima da grama velha porque a erva daninha vem, a grama velha nem toda nasce.
Então, no começo da estação, depois do inverno, assim que a neve baixou, você precisa jogar semente. Só que quando você usa aquele aparelhinho para jogar semente, ele espalha a semente, a semente cai algumas no gramado, outras não. E é isso que ele tá falando: nem toda semente, quando você sai semeando assim, ela vai cair no lugar que você gostaria. Só que aí, o que que ele vai dizer assim? Então, parte daquelas sementes— isso acontece até hoje quando você semeia— as aves vêm e comem porque é alimento de passarinho, né?
No Brasil é muito comum, aliás, era muito comum você ter passarinho na gaiola. Você dava o quê para ele? É muitos deles, né? Você dava alpiste. Alpiste é o quê, gente? É semente. Então passarinho come muita semente. Outros caíram em terreno pedregoso, que onde, ou seja, tinha aquela terrinha, mas era só aquela superfície de terra, pouca terra, não tinha muita terra. Então ela brotava porque não era profunda. Então o primeiro tipo de semente o passarinho come.
O segundo tipo de semente brota, mas ela não tem para onde crescer e o sol queima e ela morre. O terceiro tipo de semente— perdão, esse segundo tipo de semente, ele fala assim, ó: o sol queima quando sai porque ela tá no raso, né? E as plantas queimam e secam porque não tinham raiz. A gente sabe disso aqui, né, Marta? A gente tem algumas plantas, porque o meu terreno, ele— a maior parte do meu terreno fica pro norte, tem muita sombra, a gente não consegue plantar.
Então a gente planta nos baldezinhos na frente, que fica virado para o sul, para pegar sol e crescer e ganhar força. Mas ali tem pouca raiz, tem pouca água, então você tem que tomar muito cuidado, porque se você não regar com mais frequência e não adubar e não cuidar, ela também morre. Interessante. Depois que ela tá grande, aí você joga lá atrás, que ela consegue pegar sol debaixo das outras copas. Então o que ele tá dizendo é isso aqui.
E no inverno, a mesma coisa. Se ela tiver no balde, você tem que botar o balde para dentro de casa, porque senão ela vai morrer congelada. Não é? A planta que tá na terra não, ela tá segura porque ela tem raiz mais profunda. Então, mas uma outra caiu no meio do espinho, da erva daninha. E quando tem erva daninha, cresce, sufoca a planta. Lá em casa, quando a gente chegou, o mato tava tomando conta. Aí a irmã Marta, que é melhor nessa parte do que eu, é mais disciplinada e persistente, todo ano arranca aquelas ervas daninhas.
O que que aconteceu? Cada ano os lírios da frente da casa crescem maiores, em maior quantidade, dão mais folhas. Por quê? Porque não tem mais erva daninha para comer aquela, aquele adubo, aquele alimento que serve para planta boa. Mas fala de uma outra semente que cai numa terra boa, e essa terra boa ela dá uma boa colheita, a 100, a 60 e a 30 por 1. Vamos parar por aqui, depois a gente vai continuar. Então, irmãos, presta atenção na parábola do semeador.
Jesus está dizendo basicamente que o semeador é Deus, o semeador é Jesus, e a semente é a palavra de Deus. Nós não somos a semente, a palavra de Deus é a semente. Presta atenção, isso é muito importante. Nós somos o solo. Nós somos quem recebe a semente. Interessante na parábola do semeador que Jesus vai dizer que todos recebem a semente. Eu não sei como, mas é interessante que fala de todos os solos e todos recebem a semente.
Então eu acho que isso quer dizer que, bem ou mal, ao longo da vida, todo mundo de uma forma ou de outra vai ter acesso à semente, a palavra de Deus. Como eu não sei, não me pergunta, não sei explicar. Mas o que importa não é a semente nem o semeador, são sempre os mesmos. O que importa, o que faz diferença, é o tipo de solo, é a terra. E como você sabe qual é o solo? Pelo resultado do solo. Quando você olha para o solo, você pode não ver se o solo é bom ou não, mas quando você olha para árvore que saiu daquele solo, você pode dizer da qualidade do solo.
É olhando para o fruto da árvore que você sabe a qualidade do solo em que ela foi plantada. Então, irmãos, Basicamente, nós temos aqui 4 tipos de pessoas, que são 4 tipos de solos a quem Jesus compara. O primeiro tipo de solo é o solo daquele cara que é completamente incrédulo. Por que que ele é completamente incrédulo? Porque depois Jesus vai explicar na parábola que os passarinhos são como Satanás. Eles roubam a semente. Então é aquela pessoa que a gente compartilha a palavra, e aquela pessoa com quem a gente compartilhou a palavra simplesmente não creu na palavra.
É quem é, para quem você diz assim: Jesus é Deus Filho, Jesus é Deus que escolheu se fazer homem, Jesus morreu pelo meu e pelo seu pecado, pelo qual nós éramos destinados à morte eterna, Mas na sua morte o nosso castigo recaiu sobre ele, nos trouxe paz com Deus. E por isso— mas isso não foi suficiente— ele ressuscitou. E ressuscitando, ele destruiu o poder da morte, do pecado, e nos deu agora com ele a ressurreição e a vida eterna.
E essa pessoa simplesmente ri de você. Essa pessoa não crê em nada disso. Essa pessoa rejeita essa palavra. Ela prefere acreditar nas mentiras de Satanás, que são diversas. Eu não fiz uma listinha aqui, mas enfim: Jesus não é Deus, Jesus não ressuscitou, que história é essa de pecado, inferno não existe, eu não preciso me arrepender. Tem tantas, tantas aí, tantas, tantas. Eu sou bom, né? Eu sou uma pessoa muito legal, para que Jesus?
As mentiras são várias, a estratégia é uma só, é a mentira. A mentira é a estratégia de Satanás para desviar você da verdade. Então é isso que a palavra tá dizendo, que a semente, que a palavra de Deus é a verdade, mas o diabo usando a mentira, ele tira a semente desse tipo de solo. São pessoas que nunca creram, nunca crerão. Não estou preocupado com elas. Por quê? Porque a Bíblia diz que existem essas pessoas que nunca crerão.
A gente lamenta por elas, a gente se entristece, mas não tem nada que nós possamos fazer. Nós anunciamos, Satanás rouba a semente, não há nada que nós possamos fazer. Infelizmente é assim. Eu não queria fazer caminhar por essa reflexão, mas por que isso? Eu acho que tem a ver com a questão de lá, João 3, de quando Jesus diz para Nicodemos que tem pessoas que amam mais as trevas do que a luz. É a única explicação que eu encontro na palavra.
Deus deu autonomia para o ser humano fazer uma escolha, e a escolha entre trevas e luz, tem pessoas que escolhem até as trevas e ponto. E Deus respeita isso, respeita autonomia do indivíduo. A segunda semente, essa é bem interessante. A segunda semente é aquela pessoa que você vê na igreja, ela chega na igreja, ela ouve a palavra de Deus. Quando eu quero dizer chega na igreja, não é necessariamente aqui no culto do domingo, Mas de repente ela ouviu a palavra no churrasco na sua casa, de repente ela ouviu a palavra num programa de televisão, de repente ela ouviu a palavra lendo um folheto evangelístico.
De alguma maneira ela tomou conhecimento da palavra, mas a Bíblia diz que ela se alegra com a palavra, mas isso passa rápido, não cria raiz. É aquela pessoa que ouve o evangelho, se interessa, mas depois se afasta. E nunca chegou a fazer parte de uma igreja, não é salva. Infelizmente não há nada. E eu quero trazer também isso para igreja como uma, para que a gente tenha paz com isso. Não tem nada que nós possamos fazer. Essa pessoa, ela recebeu com alegria, mas ela não criou raiz.
É interessante, eu não sei se você se lembra da sua história de conversão, mas eu me converti velho E eu me lembro, e eu me lembro como quando eu fui salvo de verdade, como eu tenho ainda, ok? Mas naquela época era algo completamente novo para mim. E como eu tinha tanta fome e sede, eu nunca tinha lido a Bíblia. Eu li a Bíblia toda em um ano e eu fiz o curso de comunhão da minha igreja, fui batizado, aí fiz o curso de discipulado da minha igreja, depois eu fiz o curso de serviço, e aí não fiz de evangelismo porque cancelaram.
Mas eu continuei sendo aluno da escola bíblica. E aí eu fui servir, e aí eu fiz conhecendo Deus, discipulado e apaixonado por Jesus. E Deus falou, me chamou para o ministério e cheguei até aqui pela graça e pela misericórdia de Deus. Eu posso dizer que eu sou quem sou. A pessoa que ouve a palavra e abandona a palavra, ela, ela não criou raízes, ela não se arraigou na palavra. Irmãos, se arraigar na palavra é difícil, porque nós, ou deixar que a palavra crie raízes em nós, é difícil porque nós somos como um terreno baldio que precisa ser limpo primeiro.
Tem muita coisa que a palavra precisa tirar de nós para que ela possa dar fruto. Então esse processo de nós sermos edificados pela palavra é doloroso. É doloroso e a gente precisa pagar um preço. Existe uma mentira muito comum hoje de um evangelho que não tem preço. O evangelho é a mensagem mais cara do mundo. Ela é cara primeiro porque existia um preço que foi pago e que ninguém poderia ter pago, que é o sangue de Jesus. Então não existe nada mais caro do que o evangelho, nada.
Nem a fortuna do Elon Musk de 1 trilhão de dólares é tão cara quanto o evangelho. Porque 1 trilhão de dólares do Elon Musk não tem o poder de comprar o poder do pecado sobre nós. Só o sangue de Jesus. Não existe nada mais caro do que o evangelho. Mas não é só isso. O evangelho é caro porque ele também é custoso para nós. Ele custa para nós porque nós precisamos renunciar a tudo aquilo que não vem de Deus nas nossas vidas. Então existe uma mentira muito grande que se espalha nas igrejas de que a gente não tem custo tem custo.
Existe um custo para ser discípulo de Jesus, e o nome desse custo é renúncia. Exemplo: Abraão. Que que Deus pediu de Abraão? Pediu tudo. Começa em Gênesis 12: Abraão, deixa tudo que você tem. E Abraão não obedeceu. Cá entre nós, larga suas riquezas, larga sua família, leva tudo, deixa tudo para trás e vai para terra que eu vou te mostrar. Que que a Bíblia diz? Que Abraão pegou os bois, os camelos, os jumentos, os servos, até o sobrinho ele levou.
E não foi isso que Deus mandou ele fazer. Mas no final Abraão aprendeu obediência, porque no final Deus pegou, chegou para a mão e falou assim: pega o teu único filho, único, o teu filho da promessa, e sacrifica. Esse é o preço do discipulado. O preço do discipulado é colocar tudo no altar de sacrifício do Senhor. E a gente então ouve uma mentira em muitas igrejas que se dizem igrejas, de que a graça, graça pela graça. A graça significa que o alto preço foi pago por Cristo, um preço que nós não poderíamos pagar.
Mas a graça não significa que para nós não tenha um preço chamado renúncia. A gente precisa aprender isso como igreja, e a gente vai entender isso No terceiro, no terceiro solo. O terceiro solo, ele diz o quê? Que os cuidados do mundo, os espinhos, sufocam a semente. É quando a gente cai naquela besteira de dizer assim, ó, a família é prioridade. Irmãos, perdão, não é prioridade. Jesus é a prioridade. Quando Jesus é a prioridade, a minha— quer ver uma coisa?
O apóstolo Paulo Eu, pessoal tem comentado, né, eu emagreci 25 kg, tô cuidando da saúde porque eu acredito que é o tempo do Espírito e é necessário o ministério. Agora, o apóstolo Paulo diz o quê para Timóteo? Exercita-te na piedade. Que piedade? Na semelhança de Cristo, no discipulado, porque o exercício físico tem pouco proveito. Então exercício físico é importante, mas não é prioridade. O casamento é importante, mas ele não é prioridade.
Os filhos são importantes, mas eles não são prioridade. A prioridade é Jesus, é Deus e a palavra de Deus nas nossas vidas. E aí Jesus vai dizer isso de uma forma muito clara: aquele que não odiar o seu pai, a sua mãe, o seu filho, o seu irmão, a sua irmã, o seu cunhado, quem for, por causa de mim, do evangelho, não é digno de mim. Jesus deixa claro, porque se você tem Jesus como prioridade na sua vida, tudo que vem com tudo na sua vida será decorrente disso.
Então você não tem um compromisso com a sua esposa ou com seu marido porque você tem um compromisso, porque ninguém tem. Você tem um compromisso com a sua esposa, com seu marido, com seu filho, com quem quer que seja, porque em primeiro lugar você tem um compromisso com Jesus, porque foi diante de Deus que você fez os seus votos. Por isso que quando Davi cometeu adultério Ele não falou assim, vai lá ler o Salmo 51: não, eu pequei contra Bate-Seba.
Não, eu pequei contra o Urias. Não, eu pequei contra o pai da Bate-Seba, que eu esqueci o nome dele agora, ficou com raiva, traiu ele depois, é, entregou ele na mão do Absalão, queria ver ele morto. Não, eu pequei contra Joabe. Não, Joabe foi quem, quem foi o assassino dele, né, o primo dele. Escreveu a carta e deu para o primo: ó, leva lá e Entrega para o primo, para o mensageiro. Não, não. Ele diz assim: somente contra ti pequei, porque eu fiz o que tu detestas, sabe?
Então, quando a gente decide não cometer adultério, não é porque a gente tem um compromisso com a nossa esposa, com o nosso marido, não. Isso é secundário. O primário é: eu tenho um compromisso com Deus. Eu tenho compromisso com Deus, e por causa do meu compromisso com Deus eu vou cumprir a minha palavra com a minha esposa que eu dei diante de Deus, ou com meu filho, com meu, enfim. Então, irmãos, a gente, problema que se a gente inverter as prioridades, a nossa vida fica toda bagunçada e errada.
Então Jesus, a terceira semente é a semente que tem outras prioridades que não a Deus. E aí pode estar sentado aqui no banco da igreja, pode estar online, pode estar ouvindo a mensagem depois, vai tomar decisões erradas e vai se afastar de Deus porque os cuidados do mundo sufocaram a semente. É a mesma coisa em relação à vida financeira. Vida financeira, se não estiver no altar, se Deus não for a prioridade do seu, do seu orçamento, A sua vida financeira não vai para frente.
E aí, quando eu falo de orçamento, eu gosto de falar não só de dinheiro, mas do seu tempo. Se Deus não tiver a prioridade do seu tempo, a sua vida não vai andar para frente. Se numa segunda-feira Deus não for a prioridade do meu tempo, na terça-feira, na quarta-feira, na quinta-feira, na sexta-feira, no sábado— eu ontem ouvi uma coisa que eu fiquei chocado. Quer dizer, chocado não, que eu já sabia mais ou menos. A gente foi fazer um treinamento, curso de um curso sobre evangelismo chamado Alfa, e o sujeito lá na frente assim: olha, segundo o grupo Barna, as pesquisas dizem que a frequência média do crente nos Estados Unidos— não me lembro se é nos Estados Unidos ou na Nova Inglaterra— é de uma vez e meia ao mês.
Jesus quer que você frequente a presença dele 24 horas por dia, 7 dias por semana. Jesus quer que você encontre com ele. Jesus quer que você ore sem cessar. Jesus quer que você passe o seu dia em oração. Jesus quer que você passe o dia cheio da presença dele. Se você não tiver Jesus como prioridade, a sua vida vai continuar bagunçada e você vai continuar vivendo como um pagão. Eu quero— eu tinha dúvida, hoje eu não tenho mais.
O terceiro solo é gente que recebeu a palavra, mas não é salva. E não importa se é diácono, se é pastor, se é presbítero, se é bispo, se é membro de igreja, se não é, não entendeu o evangelho. Evangelho não é religião, evangelho é vida com Deus e é um estilo de vida que reflete a sua vida com Deus. Exercita-te na piedade, ande com Deus. Essa é uma das orações. Eu sempre falo, pessoal, tem uma oração? Não, não quero ter. Eu tenho muitas orações, mas as minhas orações, elas nascem na Bíblia.
Eu sou um cara invejoso, eu sou um cara invejoso. Eu leio que Enoque andava com Deus. Senhor, eu quero andar com o Senhor, eu quero ser como Enoque, eu quero andar com o Senhor, eu quero que isso seja o meu dia a dia, eu quero que isso seja o meu respirar, eu quero andar com o Senhor. Eu vejo Davi e, enfim, grande pecador Davi, não é? Mas a Bíblia diz o quê? Um homem segundo o coração de Deus. Eu quero ser esse homem segundo o coração de Deus.
Eu vejo Abraão e também um monte de pecado que ele cometeu, não importa, mas eu queria que Deus dissesse assim: Franco, meu amigo, Meu amigo, eu não quero me contentar, irmãos, em ser um frequentador de culto dominical, porque não se trata disso, não se trata disso. Agora eu quero falar para vocês da minha alegria. Eu fui criado em apartamento, mas eu passava as férias na casa da minha avó, que tinha um jardinzão na frente. Aí ela comprou dois terrenos lá de trás que ela fez um pomar e uma horta.
E eu passava o verão na casa da minha avó e eu amava. A minha avó amava catar folha de amendoeira. Quem já catou folha de amendoeira sabe que é uma forma de você torturar a pessoa, porque quando a amendoeira tá muito cheia e você tem umas 2 ou 3 e venta, enquanto você terminou de puxar de um lado, do outro já tá cheio de novo. E você fica o dia inteiro naquela tortura, puxa para um lado, puxa para o outro, e as folhas parece que não acabam.
Aí eu pegava aquela folha, eu botava no monte de folhas. Aquele monte ela molhava e revirava de vez em quando e ia fazendo o adubo vegetal. Aí passava carroça com esterco, ela comprava, botava no outro canto e fazia o adubo animal. E na última parte do processo era pegar o vegetal e o animal, misturar e jogar na horta dela e no pomar. Depois a gente arava, plantava, colhia, vinha cada chumação de couve enorme. Uma coisa que eu ficava chateado com a couve é que você pegava isso aqui de couve e depois na panela ficava só isso aqui, né?
Que você, depois de cortar o talo, né, limpar a folha, picar a folha, um montão de couve desse fica um negocinho desse tamanho assim. Aquilo me aborrecia. Couve, espinafre, pior ainda, fica mais murcho do que a couve. Mas eu amava aquilo lá. E aí a minha avó tinha laranjeira, tinha limoeiro, tudo lá. Eu amava. Eu acho que a minha memória afetiva que eu tenho disso reavivou agora com força, porque agora eu tenho uma casa e eu quero ver fruta, eu quero ver.
Eu tenho que estar lá na minha casa, tem morango na minha casa, tem uva que eu nem plantei, foi Deus que mandou. E aí tem um pessegueiro, e aí plantei o pessegueiro, primeiro ano deu 3 pêssegos pequenos. É, gente, me enganaram, eu achei que Que para mim o pêssego era aquele que vem no mercado, né? Não, pêssego é desse tamanho. Aí no segundo ano vieram 6 pêssegos, e só que eles vieram já grandes. Só que aí os bichos lá, né, os esquilos, os passarinhos comeram.
Dos 6 pêssegos ou 7, eu comi 3 ano passado, comi 3. Já foi melhor do que nada, mas eu fiquei chateado de novo. Gente, esse ano eu tinha que ter trazido uma foto. Deve ter uns 60 pêssegos lá, tá lotado de pêssego, tá lotado. É isso que Jesus quer ver na nossa vida, é isso que Jesus quer ver na nossa vida. Ele quer ver você uma árvore cheia de fruto, uma árvore que alegra o coração de Deus. É aí, presta atenção que eu tenho crise com isso.
E irmãos, eu entendo, é Cada um é de um jeito, mas a minha crise eu vou dizer para vocês qual é. É que a gente vê nas igrejas muitas pregações que são ou legalistas, que é muito assim: faça isso, faça aquilo, não faça isso, não faça aquilo. É bem farisaico mesmo, no sentido de são as regras que eu preciso cumprir, não é um relacionamento com Deus, são regras. Religião tem muito disso. E tem uma outra coisa que tem muito também, que é a pregação do receber, que tem muitas coisas nisso que eu tô colocando como receber.
É você ficar rico, é você restaurar o seu casamento, a sua família, é você ser bem-sucedido nos negócios. E eu não tenho problema nenhum com bênção e com Deus abençoando pessoas. Não me entenda mal, mas a pregação não pode ser somente sobre aquilo que Deus pode dar e quer dar para você. A pregação tem que ser sobre nós devolvermos parte daquilo que Deus nos deu. Presta atenção na parábola do semeador. Jesus não está falando que você deu fruto para você, porque ninguém dá fruto para si mesmo.
Jesus está falando que o bom solo, ele dá uma colheita. Sabe o que que o solo fica com a colheita? Ele não fica com nada. E a gente tá contaminado por uma ideologia, por um hiperindividualismo em que sou primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, quarto eu. E a Marcelene que tá aqui, que é terapeuta, que esse hiperindividualismo ele reflete também As pessoas pensam, infantilizam as pessoas que vão reclamar o tempo todo porque não tem aquilo que elas acham que merecem ter.
E de novo, a gente vê isso na igreja. O povo: não, mas por que que a minha vida não anda para frente? Por que que eu não consegui isso, aquilo? Por que que eu tô com 40, 50, 60, 30, não importa, e parece que a minha vida não andou. Sabe por que que parece que a sua vida não andou? Primeiro, porque a sua perspectiva tá errada. A sua perspectiva está no receber. Você tem mentalidade de cisterna. Que que é a mentalidade da cisterna?
A água entra, fica lá e apodrece. O crente precisa ter mentalidade da fonte, que é o que Jesus prometeu para mulher no Poço de Sicar. Ele disse assim: aquele que crer em mim receberá uma água e essa água jorrará de dentro de si como rios de água viva. Nós crentes, nós não somos poço. Nós crentes, nós não somos cisterna. Os salvos, eles são fonte que jorram para a vida eterna. Nós precisamos entender que o chamado de Deus para nós é dar fruto.
E aí, deixa eu fazer uma correção aqui. Tem muita gente que liga isso aqui com Gálatas capítulo 5, com fruto do Espírito. Não tem nada a ver, não tem nada a ver. O que o apóstolo Paulo, a imagem que ele está usando, é o fruto que o Espírito Santo dá através de nós. O que ele está falando aqui, Jesus, é do que nós entregamos. O fruto do Espírito que Paulo fala diz respeito à construção do caráter de Cristo em nós como obra do Espírito Santo.
O fruto do Espírito de Gálatas é o nosso caráter, na medida em que ele vai espelhando o caráter de Cristo. Esse fruto, irmãos, é outra coisa. Esse fruto aqui, a gente sabe o que que a gente vai ver? A gente vai ver na nossa generosidade. E quando eu falo de generosidade, eu não tô falando de dinheiro só não. É a nossa generosidade da gente Sabe aquela que Jesus falou? Você tem duas capas da uma. É isso também. Mas não é só isso, é o nosso tempo.
É quando o irmão tá precisando de mudança e a gente para o que a gente tá fazendo e vai lá ajudar ele. Isso é esse fruto aqui, é a gente abrir mão daquilo que é mais caro para nós. Eu tenho dificuldade com isso, irmãos. E sabe qual é a minha dificuldade? Eu gosto de sair daqui, por exemplo, hoje e ir para casa e sentar e não fazer nada e ficar olhando, vendo uma série na TV e descansando. Mas aí você chega em casa e recebe a seguinte notícia: volta que o irmão teve o carro rebocado.
Eu não tô dizendo que eu sou generoso, não. Tô dizendo que a minha dificuldade é, eu fico assim, pelo amor de Deus, eu não mereço, eu tenho que ir lá agora, eu queria ficar aqui. Por que que a gente levanta? Não é porque a gente é bom, é porque a gente tem que entender que a gente tem um preço para pagar, que é o preço da renúncia. Eu vou não porque me dá prazer, não é isso, porque se a gente fosse fazer só o que dá prazer não ia dar boa.
Eu vou porque é o que Jesus faria no meu lugar, e aí eu preciso renunciar, eu preciso, porque eu não sou Jesus. Se eu não renunciar, eu não vou fazer como Jesus. Se eu não renunciar, se eu não pagar o preço do discipulado, eu não vou dar fruto. E que a gente queira dar fruto, que a nossa vida mostre fruto, que a gente possa ser usado pelo Senhor da maneira que ele quiser, para compartilhar a palavra, para ser generoso nos dízimos e nas ofertas.
Para ser generoso no nosso tempo, no tempo que a gente dedica às pessoas. Eu fico, eu ouço umas coisas assim, eu já falei isso aqui, mas eu quero falar mais uma vez: ter filhos, se você não quer renunciar e dar fruto, dedicar sua vida aos teus filhos, não os tenha. Não os tenha. Se você prefere não se aborrecer, não os tenha. A Gabriela me perturbou, fez uma campanha lá em casa, ela, a mãe, cooptou a mãe e arrumou, arrumaram um pinga-fogo, um gatinho de, vai fazer 3 meses ainda, 2 em agosto.
É assim, se tem horas que você acha, você vê que não é, mas parece que ele tá endemoniado. Porque ele corre para um lado, ele corre para o outro, ele não para, ele corre. Aí ele vai derrapando no chão. E aí tem a minha gatinha lá, tadinha, que tá gordinha e velhinha, e ele parte para cima dela, que ele igual um louco. Aí ela espanta ela, irmão. Vocês terem uma ideia, ele tá com, vai fazer 1 quilo, ela tem 12 quilos, ela foge dele.
Não é porque ela tem medo, que ela não quer perturbação. E ele é tão perturbado, tão endemoniado, que ela foge dele, ele vai atrás, ele fica. Se abrir a porta, ela tá se escondendo no quarto da Júlia, mas se a gente der mole, ele corre lá para dentro que ele quer bater de frente com ela. Não é que ele quer brigar com ela, ele quer brincar com ela, entendeu? Mas ele não entende que ela não quer, que ela não tá na vibe. Então, Gabi, é, se não tiver disposta a renunciar para cuidar do bichinho, não vale a pena ter.
Ou seja, ensinar o bichinho onde usar a caixinha, Quando ele fizer fora, limpar, fazer o leitinho dele todo dia, leitinho morninho. Eu expliquei, falei, a gatinha mãe, ela é quente, o leite tem que estar quentinho, morninho, senão o gato não— é isso aí. Ração um pouquinho mais fresquinha lá no tempo dele. E criança pequena então? Se você for pensar bem, gato dá até pouco trabalho, que criança pequena tu tem que trocar a fralda, Tem que botar para rotar, tem que ninar, tem que amar de madrugada.
E quando a criança tem— eu tinha uma que eu não vou citar o nome aqui porque ela vai brigar comigo, mas não é a Gabriela— que, gente, ela tinha uma, uma crupi viral, mas não era, ela não teve uma não, ela era 2, 3 por ano, que parecia que ela ia morrer. E aí você vai de madrugada correndo para o hospital. Quantas vezes, quantas vezes? Esse é o preço que a gente precisa pagar para gerar discípulos, para ser discípulo e gerar discípulo.
Preço da renúncia, preço do incômodo. Eu espero que essa mensagem tenha incomodado a gente. Incomodado de que sentido? Essa é minha oração. Se você não é salvo, você não tá dando fruto, que você possa pedir ao Senhor: Senhor, me ajuda a dar fruto. Eu quero dar fruto. Mas se você tem dado fruto, que você não fique contente com o fruto que você tem dado. Ah, pastor, eu tenho dado 10, a minha colheita é 10. Então olha a Deus, fala assim: Senhor, eu quero que minha colheita seja 30.
Ah, eu tenho dado 30, pastor. Então, Senhor, eu quero que a minha colheita seja 60. Ah, eu, pastor, tenho dado 60, eu quero que minha colheita seja 100. Aliás, não é para mim não, é para o Senhor. Senhor, eu quero que minha colheita seja 100. E se a sua colheita for 100, não fica feliz não, porque Jesus diz que quando a gente tiver feito tudo que ele tiver mandado, a gente tem que ficar triste porque a gente é um servo inútil, porque só fez o que fez comandado.
Então, Senhor, se eu tô dando 100, me dá, eu quero dar 200. Se eu tô dando 200, eu quero dar 500. Se eu tô dando 500, eu quero dar 1000. Não se contente com fruto na sua vida. Não se contente. Que você possa pedir do Senhor que cada dia você possa dar mais fruto para a glória do nome dele. Amém. Vamos orar. Pai, obrigado, Senhor, por essa parábola, por esse ensino que é tão encorajador para nós. Senhor, nós queremos agora declarar o nosso arrependimento, Senhor, porque provavelmente, Senhor, nós não temos dado o fruto que poderíamos estar dando, Senhor.
E o que nós queremos te pedir essa noite, esse dia, é que o Senhor nos ajude a sermos cada vez mais férteis, para que a tua palavra gere em nós mais fruto a cada dia. Se são 30, Senhor, que gere 60. Se são 60, que gere 100. Se são 100, que gere mais ainda, Senhor. Que possamos ser solos férteis que gerem, Senhor, árvores frutíferas para glória do teu nome. Pai, é o que te pedimos, Senhor, em nome de Jesus. Amém.