Episódios de De Quinta, com Thiago Romariz e Guilherme Jacobs

Mortal Kombat 2: Galhofa da boa, filme do bom? + Trailer de A Odisseia

06 de maio de 202655min
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Finish him! O De Quinta retorna com um novo programa focado em Mortal Kombat 2, a nova adaptação dos icônicos games de luta da NetherRealm para os cinemas. Guilherme Jacobs e Thiago Romariz falam sobre suas histórias com Mortal Kombat, comparam o novo filme com os longas dos anos 1990 e mais. Antes disso, os dois abordam os trailers da semana, incluindo A Odisseia.

Sobre o podcast De Quinta:

Guilherme Jacobs e Thiago Romariz trabalham juntos com cultura pop há 10 anos, e finalmente decidiram colocar todas as suas conversas num local: sejam bem-vindos ao podcast De Quinta, que celebra a chegada de novos filmes toda quinta-feira falando do melhor do cinema e streaming.

Redes do Jacobs

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Participantes neste episódio2
G

Guilherme Jacobs

HostJornalista
T

Thiago Romariz

HostJornalista
Assuntos6
  • Mortal Kombat 2 (filme)Histórico com a franquia · Comparação com filmes anteriores · Adaptação de jogos para cinema · Galhofa e gore em Mortal Kombat · Personagens icônicos (Johnny Cage, Liu Kang, Scorpion, Sub-Zero, Kitana, Raiden)
  • Odisseia (Filme de Christopher Nolan)Estilo Nolan de adaptação · Mitologia grega e elementos sobrenaturais · Comparação com 'Troia' e 'Fúria de Titãs' · Interpretação de personagens (Cíclope, Aquiles) · Sotaques em produções internacionais
  • Trailers da SemanaA Morte do Demônio em Chamas · Evil Dead Wrath · Tony (Anthony Bourdain) · Odisseia
  • Recomendações de conteúdo streamingA Roda do Destino (Ryusuke Hamaguchi) · Willow Bay (Apple TV+)
  • Festival de Cannes 2026Filmes aguardados (All of Us Sunder, Paper Tiger, Fjord, Hope) · Cobertura do podcast De Quinta · Cannes como início da temporada de Oscar
  • Matthew Lillard Man of TomorrowPapéis anteriores de Matthew Lillard · Possível papel como Lex Luthor
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Hoje é quinta-feira e está na hora do podcast mais querido do Brasil. Tiago Romariz, eu por mim, a gente já agora adotou isso para sempre, viu? Eu não quero saber do povo que discorda, do recapitulando nossos amigos aí. Esse é o podcast mais querido do Brasil.

Eu trabalho com verdades, essa é a maior verdade que temos, afinal, recapitulando acabou, né? Você viu o recapitulando acontecendo aí? BBB acabou, tipo, não teve nada, então... Eu ouvi falar que eles querem fazer Copa do Mundo agora, que é isso? Agora pode tudo, então. Vale tudo. Vale qualquer coisa. Olha, você falou que a gente só trabalha com verdades?

Mas eu queria explicá-la, porque alguns ouvintes, pelo visto, acharam que era brincadeira, ou que era verdade. Gente, Tiago Romariz não é CEO do Omelete. Ele trabalha aqui com a gente, com conteúdo, direção de conteúdo, um monte de coisa boa. Ele não é o CEO do Omelete. Então, por favor, não entre em contato com ele para pedir coisa para CCXP ou não sei o quê. Ele não está nesse caso ainda, quem sabe um dia. Exato, não é. Pelo amor de Deus.

Essas inverdades ditas aí. Ai, ai, ai. Bom, enfim. Cara, a gente vai falar hoje de Mortal Kombat 2. É o grande lançamento nos cinemas no mundo todo. Mas eu queria, cara, antes da gente falar do Mortal Kombat, fazer uma rodadazinha aqui de trailer. A gente tipicamente comenta aqui de alguns trailers. E tivemos alguns que eu acho que são bem importantes para mencionar.

Como um bom podcaster, eu vou deixar o mais importante que eu vou te sair por último. Eu vou começar por um que você já tinha assistido na CinemaCon e que agora saiu pro público. Já tinha saído um teaserzinho, que era uma cena da menina na sala lá, correndo, e agora saiu um trailer mais completo do A Morte do Demônio em Chamas, o novo Evil Dead. Evil Dead Burn. Essa eu acho que é uma franquia que nós dois temos bastante carinho pelo mix de terror e comédia que eles fazem, dos filmes do Sam Raimi.

Gostei também bastante do Evil Dead Rise Do Lee Cronin E agora o Evil Dead Burning, que é outro diretor Já saiu esse ano e teve o primeiro Trailer aí, como você já teve Até mais tempo com o trailer, eu queria ouvir de você Quais são as suas expectativas Para esse filme, e o que você acha Que está acontecendo com essa franquia Evil Dead Porque ano que vem já tem outro filme Que vai ser o Evil Dead Wrath A ira da morte do mundo, sei lá

Cara, a Warner que lança nos Estados Unidos, a Sony que vai lançar aqui, né? Eles têm um acordo de distribuição por conta dos direitos da franquia. Produção aí da New Line, né? Que é um estúdio já muito antigo da Warner também. Sim. Você acha que a ideia aqui talvez é ter um novo Invocação do Mal também? Elevar isso pra esse ponto de franquia? Mais barato até, né? Mais barato até, com pessoas menos conhecidas. Você imaginar que o elenco é bem menos conhecido. Tem ninguém grande.

no elenco do Rise e do Burn agora também, e acredito que do Wrath também não tenha ninguém muito conhecido, é meio o que o James Wan fez ali com a Blumhouse nos spin-offs de Invocação do Mal, do Invocaverso, né? Tipo, com a noiva, não, com o...

A Freira, os outros filmes. A Freira, Annabelle, Chorona, que vai ter outro filme da Chorona agora também. Vai ter outro filme também. Então, assim, cara, o terror é um gênero que é barato de fazer, entrou num gosto popular, onde agora você consegue levar não só os fãs do gênero, mas também a galera mais nostálgica em relação a certas franquias. E o Evil Dead, ele trabalha, eu acho que, muito no o que antes era só a galhofa e o que antes era só.

e beirando ao Thresh, né, do que o Sun Raimi fez ali, agora ele vai mais pro lado do gore, vai pra uma mitologia um pouquinho mais profunda, que já era profunda também, pô, teve série e tudo e tal, mas assim, que inclusive é bem legal a série. É, eu acho que ele pega o lance do gore como o principal, assim, porque ele é mais violento...

do que ele é mais do que galhofa como é o maravilhoso arraste-me para o inferno lá por exemplo então

Eu acho que foi mais por esse lado, assim, por isso que pega muito o público, eu acho. É, eu acho que tem aquele humorzinho no sentido de, tipo, no Evil Dead Rise, que tem aquela cena do ralador de queijo, sabe? Mano, o cara que faz aquilo ali, ele tá rindo, né? No fundo, aquela risadinha perturbada. Ela comendo a taça de vinho. Exato, exatamente. Bem, não é o terror...

gore pelo terror, gore de um Terrifier no novo, pelo visto uma das cenas já que tá sendo bastante vendida é o Deadite lá bebendo uma, daquelas velas aromáticas, né, bebendo a cera derretida ela já é nessa vibe também, bom

Outro trailer que saiu essa semana, eu vou dizer, esse é um filme que eu particularmente estou bastante interessado, se você está interessado, comenta aí embaixo para a gente saber também. É um filme que infelizmente não tem data para o Brasil ainda, o Evil Dead tem, ele sai aí nos próximos meses.

Mas é o Tony, que é um filme da 24, que eu diria que talvez seja uma espéciezinha de aposta deles pro Oscar, apesar de que a data de agosto achei curiosa, achei que esse filme ia sair depois, mais pro final do ano mesmo. É o Tony, o filme que é a cinebiografia do Anthony Bourdain. O Anthony Bourdain, pra quem não conhece, ele foi o principal, ou pelo menos um dos principais responsáveis...

por apresentar para o mundo do jeito que a gente conhece hoje essa cultura dos restaurantes, a cultura de bastidores especialmente de restaurante e de como que a gente pensa hoje sobre restaurante eu gosto de dizer que o urso a série, The Bear, não existiria se o Anthony Bourdain não estivesse existido, ele é um cara que ele estava tentando ser escritor, se frustrou e é exatamente isso que o trailer vai mostrar que é o começo da carreira dele E aí

Depois de uma frustração no mundo da escrita, ele entra numa cozinha e descobre uma paixão muito grande pela culinária. Ele foi chefe e eventualmente ele voltou a escrever. E ele escreveu um livro chamado Cozinha Confidencial, Kitchen Confidential, que virou esse livro que mostrou para o mundo como é o mundo dos restaurantes. É um livro muito influente. Foi adaptado para uma série chamada Kitchen Confidential com Bradley Cooper. Durou uma temporada só.

mas acho que o verdadeiro legado disso em televisão seria o The Bear mesmo. Depois ele apresentou muito programa de viagem, ele gostava de dizer que ele não era um turista, ele era um viajante, eu acho que os programas realmente não tinham um cunho turístico, tinham um cunho de apresentar a cultura mesmo, era o Sem Reservas e tinha um outro que eu não estou lembrado agora o nome, e eu conheci muito ele mais pelos programas, eu nunca li o livro, até eu gostaria de ler antes do filme, mas...

Eu estou muito curioso para esse trailer e para esse filme por duas razões.

Primeiro, porque o Anthony Bourdain, eu acho que dá pra você fazer uma cinebiografia que foge um pouco da coisa de vamos só endeusar esse cara. Ele nunca se endeusou, ele sempre falava de como ele foi otário com as pessoas, de como ele teve problema com substância. Ele também falou muito sobre a luta dele com depressão. Então eu acho que não é uma cinebiografia que precisa ser limpa. E o Trella já sugere isso. Eu gosto da ideia de a gente poder falar sobre uma pessoa como um todo, de um jeito que nem quando é uma celebridade maior talvez não dê.

E segundo, tem umas pessoas boas envolvidas. Eu gosto muito do Matt Johnson. Eu sei que você não foi o maior fã, mas... Eu... Pra mim, um dos melhores filmes de 2026 até agora é o Nirvana The Band The Show The Movie. Que ele fez, que eu acho sensacional. Não conhecia nada do Nirvana The Band The Show, mas eu adorei, filho. Ele fez o Blackberry há uns anos também, o Matt Johnson. E agora tá com esse. E eu diria que eu tenho... E o...

Uma pequena parcela das ações da carreira do Dominic Cessa, que a gente viu em Os Rejeitados e agora está nesse filme interpretando o Bourdain. Ele fez também um coadjuvante agora no truque de mestre e ato final. Eu acho esse moleque bom, acho um bom ator, acho que vai longe aí. Então estou um pouco interessado. Pelo Matt Johnson ser de Toronto, eu achei que esse filme ia passar no Festival de Toronto para justamente fazer um boom ali para a Oscar, porque eu acho que ele era bem capaz de ganhar um People's Choice Awards lá, mas a A24 vai lançar em agosto, não em setembro, então o Tiff só ia lá para...

Cara, eu vi o trailer, só por comentar desse trailer rapidamente, eu acho que ele tem um...

Tem muito cara de Oscar esse filme. É cara de festival. Não necessariamente vai acabar emplacando o Oscar e tal. Acho o Oscar já outros 500 pra ele. Vai depender muito do que a 24 vai querer bancar ou não de campanha. Mas eu acho muito legal ter uma cinebiografia de um cara nessa época de cinebiografias musicais onde você possa falar de um cara literalmente sem reservas do que ele... O Borden nunca...

nunca deixaria fazer um filme dele chapográfico. Jamais. Eu acho que isso vai ser interessante de acompanhar. É um... O Dominic, que é o protagonista,

Eu adoro o... Como é que é o nome do filme em português? O Rejetados? O Holdovers? É, os Holdovers. Acho incrível. Adoro esse filme. Adoro esse filme. E ele é muito bom no filme. E ele é muito bom também. E é um cara mais low profile. E ele tá à lata do Antônio Bourdain mais novo também.

Então, eu tenho uma... Eu tenho um apreço, assim, por esse filme. Eu acho que ele pode realmente ser uma das surpresas legais, assim, desse filme. Tô esperançoso. O trailer, ele tem um pouquinho de uma cara de cinebiografia mesmo. O trailer faz bem a jornadinha, assim, mas eu acho que isso é parte do jogo mesmo.

vender assim também, né? E no elenco a gente tem também o Antônio Bandeiras e a Emilia Jones ali, estão no filme junto. E o Leo Godol, que vai ser o nosso... Aliás, não, ele não é o Aragorn, não. É o parceiro do Aragorn.

Ele era o robô do Aragorn, mas o Aragorn vai ser o rapaz do 50 anos de cinema lá. Jamie Dorner. Jamie Dorner, perfeito, muito bem. Esse anúncio, Tiago, inclusive, veio, o do Jamie Dorner, né? Veio na CinemaCon, que você estava lá. E no mesmo evento você viu um trailer de Odisseia. E eu entendo que o trailer de Odisseia que saiu agora foi o mesmo que você viu, né? Não. Não? É outro trailer esse novo? Esse novo, por exemplo, as cenas dos gigantes lá...

aquele bicho pegando as pessoas no barco aquele ali não tem não acho que ali é o Sila, que é o Kraken são dois bichos é o Sila e o outro eu não estou lembrado é um nome bem bizarro, eu não li o poema ainda então eu tenho que ler o poema de novo eu tenho que revisitar isso

Pra entender. Mas assim, é uma criatura marítima. É tipo um Kraken mesmo. É uma hidra do mar. Scylla e Caribis são Caribdis, na verdade. O Caribdis, se eu não me engano, é tipo uma boca gigante embaixo do mar. E o Scylla é uma hidra com várias cabeças. Ah, é verdade. E o... Cara, o trailer que eu vi na Cinemacon Não.

Era um corte de, sei lá, sete minutos do filme. Por quê? Que era a invasão. Perfeito, de Troia. Mas ele misturava a invasão com um mega trailer no final. Então tinha cenas novas. Tinha muita cena que tem nesse trailer aí de Ítaca. Que é onde a Penelope, que é a Anne Hathaway, tá lá. O Telemaco tá lá. Esperando a chegada do...

A chegada do Odisseu. Mas não tinha essa parte mais mitológica que pra mim ficou evidente, né? Ele vai fazer um filme de fantasia. Inclusive, o trailer saiu num programa do Stephen Colbert, que aliás eu não sabia, mas é o único late show que o Nolan fez na vida.

Cara, eu fiquei me perguntando isso, sabia? Ele fala na entrevista que o Colbert é o único que ele fez. Ele fez uma vez já o Colbert e essa segunda vez, mas é o único programa que ele foi. Imagino que ele gosta do Colbert de alguma maneira ali. E ele fala, o Colbert insiste muito, porque ele é muito... Ele está escrevendo o Senhor dos Anéis agora também, né? O Colbert lá junto com o Peter Jackson e tal. E ele pergunta muito para o Nolan sobre os deuses.

E o Nolan insiste naquilo que a gente já ouviu ele falar de os deuses e os elementos subnaturais, as pessoas viam os deuses em tudo. As pessoas viam os deuses na maré vindo, num trovão, etc.

Eu não acho que isso significa, Tiago, que a gente não vai ver os deuses e os bichos sobrenaturais. O que eu acho é que o Nolan não vai fazer os deuses, tipo assim, tá aqui o Olimpo abrindo, tá ligado? Tá aqui fulano com uma aura ao redor dele, entendeu? Eu acho que ele quer fazer isso de um jeito mais realista, mas eu não acho que esse filme vai ser um negócio feito Troia.

Feito Troia? É, porque Troia não tem nada. Troia é completamente sem nada sobre a Troia. Não, não, não. Eu acho que... Cara, é um... Assim, a Charlize Theron, ela é uma deusa ali.

o Elliot Page que aparece ali como deve ser o Aquiles, o pessoal está teorizando que é o Aquiles surgindo no Hades ali pra falar do além com o Odisseu isso ele vai fazer um filme de fantasia de uma forma, no estilo Nolan cara, do tipo de como ele conseguiu fazer e assim, eu acho isso já uma baita de uma evolução, porque eu esperaria que ele fizesse um filme igual o Troia

e ignorasse completamente o imaginário das pessoas e falasse, não, foi assim foda-se que foi assim eu quero saber do que está no imaginário das pessoas, entendeu? Então, por isso que eu gostei do trailer me pareceu um filme de aventura na estética do Nolan como ele falou até no Colbert falando assim, cara, eu vi os filmes

antigamente e tal, do que eu queria ver, aqueles épicos, e que nunca fizeram isso com o Odisseia. E agora o próprio Fúria de Titãs. Não, ele tá certíssimo. Teve uma penca de adaptações de Odisseia, mas a gente nunca teve uma versão atual com os orçamentos que se conseguem hoje em dia, com as câmeras de hoje em dia.

se você pesquisar, você vai ficar surpreso com quão poucas adaptações de Odisseia de 1970 tem pra cá sabe, tem uma ou outra que faz uma versão um pouco encurtada da história tem algumas que foram pra TV, tem uma minissérie muito famosa que eu assisti, de Odisseia também já, mas é impressionante que não teve assim, o Blockbuster estilo tipo, você imaginaria que depois de um gladiador da vida fazendo tanto sucesso nos anos 2000, que alguém ia tentar, e a gente teve o Troia, mas eu acho que é bem diferente né não, não, não, não

Pra mim, um exemplo do que a gente pode esperar Da estética aqui desse filme, em termos sobrenatural Tá justamente no Ciclope Porque a gente tem o melhor vislumbre Do Ciclope até agora nesse trailer A gente vê de perto Mais de uma vez Exatamente, a gente vê que ele realmente é gigante Que ele pega um soldado na mão Mas se você olha pra ele Ele tem um rosto meio de humano mesmo E o olho dele, claramente É um olho de humano que nasceu assim E aí

Que ficou girado. E os dois... Os dois lugares onde devia estar o olho, eles existem, né? Eles estão assim e o olho está aqui em cima. Então eu acho que isso talvez seja um exemplo do que a gente pode ver em termos do que esperar. Mas achei tudo muito bom. A cena daqueles caras com armadura gigante aparecendo e descendo a linha na galera...

São gigantes canivais que aí o Nolan transformou nesses bichos de armadura. Entendeu? É, bom...

É o jeito dele, mano. Eu acho que tem que... Se o filme for bom, meu amigo, você faça o que você quiser. Eu tenho a mesma opinião. Inclusive sobre a questão do sotaque, que o pessoal... Eles estão falando com sotaque americano. O Tom Holland fala a palavra dead. Você queria que ele fizesse o quê? Sotaque britânico pra soar mais europeu? Pelo amor de Deus. Ou um sotaque grego que ia parecer paródia. Veja, ao longo da história...

Vários países já fizeram suas adaptações de Odisseia e de outros contos no seu próprio idioma, com seu próprio sotaque. Não tem o menor problema fazer isso. Na verdade, eu diria o seguinte, se o ator fazer sotaque vai piorar a situação, deixa ele não fazer mesmo. Vide o Chernobyl lá da HBO, que todo mundo fala no seu próprio sotaque, e a série é excelente, então... Pois é, eu acho que é aquela coisa, do tipo, a fidelidade histórica, nossa, acabaram de anunciar o Matthew Lillard no Man of Tomorrow.

Como assim? Notícia que na hora pra você pra você escutar. Ele deve ser algum maluco aí do Lex Luthor. Sei lá, enfim. No meio do podcast é notícia. Matthew Lillard, pra quem não sabe, é o cara que faz Five Nights at Freddy's pros mais novos.

E que também fez o Stu no Pânico. E você esqueceu do maior papel dele, como salsicha nos filmes de Scooby-Doo, produzidos pelo James Gunn. Muito bom. Eu acho que, assim, cara, primeiro, as pessoas estão chatas para um cacete com qualquer coisa. Como sempre, mas está piorando, porque quanto mais a internet dá voz a esse tipo de coisa, dependendo do seu feed, mais coisa entra na sua cabeça.

E eu fico feliz que o Nolan, que é um cara que eu acho que sempre trabalhou muito numa caixinha durante muito tempo, desse aspecto muito metódico, super limpo de tudo que ele faz, ele tem trabalhado mais com coisas que dão mais espaço pra interpretação, sabe? Então, ele pegar essa história e ele entender. Eu amei, não só por ser Marvete, mas eu amei ele assumir.

Foi muito bom mesmo a frase. O Mero era Marvel da época. É, que esses são os heróis originais. Isso, isso, isso. E algo que ele nunca deixou a porra do Batman dele ser, entendeu? É verdade. O Batman dele era o policial do Al Patino contra o De Niro no Fogo Contra Fogo. Não era o Batman...

mitológico, assim. Não era uma figura, um Deus, não, era o cara renegado, que ninguém queria olhar, e, tipo, ele precisa... Então, eu vejo esse amadurecimento num cara que representa muito a nossa geração de cinema, sabe? E ele, naturalmente, estar mudando, eu acho muito interessante isso, cara, eu acho muito legal. Ele fala, cara...

Os nossos heróis, os quadrinhos, eles são basicamente inspirados por esses épicos, por essas pessoas. E é 100% verdade. Não, super. E eu acho muito legal. Eu gostei bastante da... Não é só pela questão dele falar o Homero é a Marvel ou o George Lucas, é ele entender que a fantasia e o imaginário da gente é a base para as histórias que a gente vive hoje. Sabe? Então eu acho isso muito legal. E espero que ele meta lá um monte de monstro mesmo nessa porra desse filme, que vai ser muito massa de ver.

Olha, eu vou dizer o seguinte então, se os ouvintes do De Quinta colaborarem, mandando esse programa para todo mundo, para assistir e tudo mais, e a gente chegar em número um dos podcasts de TV e cinema no Spotify...

A gente vai bancar uma viagem, Tiago, pra gente ir pra Nova York e assistir esse filme IMAX 70mm, não é não? Se chegar em número 1... Vai passar aqui. Então você me leva pra ir, eu ainda nem falo com hospedagem. Eu vou, eu banco um ingresso pra eu assistir. Não tem problema não. Você banca com você, pra mim. Aí é outra história, vamos ver se eu cheguei primeiro. Banca pra eu ir pra ir. Eu não vou gastar com hospedagem, eu durmo aí na cama de visitante que vocês têm aí, pronto. Tá bom, tá bom. Pode estar combinado. Fechado.

Tá bom. Bom, cara, seguinte, vamos então entrar agora no nosso principal assunto aqui da...

Semana, né? Que eu acho que realmente é o o nosso Mortal Kombat 2. Mortal Kombat! E eu acho que os dois, os todos é sacanagem, né? Os três. O 2021. De 2021 e os dos anos 90 lá do nosso... Quem que dirigiu? É o Paul W. Sanderson? Não, né? É, e ainda era esse mesmo.

Na época era só Paul Anderson, é verdade. Eu fui, mano, eu fui dar play no... Eu lembro que você comentou comigo há pouco tempo que você assistiu o Enigma do Horizonte e, de fato, quando começa o filme é só dirigido pro Paul Anderson. Não tem OWS ainda. Pronto, eu vou te falar. Eu só fui ver os filmes de Mortal Kombat dele, que eu acho que são muito hoje apreciados. Ah, ok. Eu só fui ver esses filmes muito depois. Eu não assisti na época que eles saíram. Era muito novo e coisa do tipo.

Quer uma curiosidade? Quero. Meu primeiro filme legendado eu assisti no cinema. Foi mesmo? Foi, Mortal Kombat 1. Engraçado que é um filme que quando eu penso nele, eu penso em muito dublado mesmo. Eu ia assistir dublado. Entendi. Eu não lembrava como era a dublagem. Mas deu pra pegar, né? Deu, deu, deu. Ele é de 95, é o ano que eu nasci, então não fui ver na época. Aí eu não tenho tanta essa nostalgia por eles que eu sei que muitos brasileiros têm.

O de 2021 eu achei muito ruim. Mas eu gosto muito dos jogos de Mortal Kombat. Inclusive, assistir ao filme me fez baixar o Mortal Kombat 1, que é o mais recente, pra matar uma saudadezinha ali de jogar.

Particularmente Mortal Kombat 9, eu sei que tem gente que gosta dos mais antigos, o Ultimate Mortal Kombat 3 e tal, o 9 é o meu favorito, que ele só chama Mortal Kombat, ele foi um ponto de entrada para novos fãs também ali, eu achei muito, muito bom. Foi um dos poucos jogos que eu comprei duas vezes na vida, para ter em casa e para ter em um videogame portátil.

Eu gosto muito da franquia Mortal Kombat. Eu acho o primeiro filme muito, no caso de 2021, cara, muito fraco. Mas eu entrei para esse novo aqui um pouco mais...

disposto a gostar. É o mesmo diretor que é o Simon McCoy, mas tem agora um novo protagonista. O filme parecia estar se vendendo mais abraçando a galhófa do que é Mortal Kombat. E aí a gente tem agora o filme. Antes de você falar do filme em si, eu queria saber de você.

Qual é o seu histórico com Mortal Kombat e como você estava em relação a esse filme quando você sentou no cinema para assistir? Cara, em relação à franquia Mortal Kombat, eu acho que a minha relação com o jogo é de casual mesmo e profissional.

Joguei muito, quando moleque, muito em... Nas famigeradas lan house, que nem era lan house, era as lojinhas de videogame, onde você pagava um real pra jogar uma hora, jogava Playstation lá, sabe?

ou jogava qualquer outro tipo de console que tivesse pra gente jogar. E sempre gostei bastante de jogar e tal, mas nunca foi, nossa, eu sou especialista no lore disso e tal, não, não é. Aí sobre os filmes, eu acho que o primeiro filme de Mortal Kombat...

Eu acho ele super interessante, o de 95, né? Eu acho ele bem interessante, cara. E reassistindo, eu acho que é um filme que é muito do... O que eu acho que evoluiu depois pro Resident Evil do Paul W.C. Anderson, esse filme é a base daquilo. Tipo, uma história ridiculamente simples, onde ele preza muito pelos set pieces do filme, né? Do tipo...

Exatamente, essas lutas, esses personagens, o modelo caricato do que ele quer fazer. E curiosamente, um design de produção muito bom nesse primeiro filme. E que foi tudo completamente destruído no segundo. Mudou elenco, mudou diretor. Que é a Aniquilação, né? É a Aniquilação, que é...

tenebroso. Este filme é uma parada inexplicável de ruim. É muito ruim. Eu assisti até o final, tá? E assim, você vê até que o uso de efeitos visuais do primeiro filme, que obviamente é datado, né, gente? Tem 30 anos aí.

ele ainda se sustenta melhor. Tipo, o Reptile, que é o... Pra quem não sabe, é o, sei lá, o Scorpion, o Reptile, é o verde, que a gente vê lá. Ele é um bicho mesmo, ele é um Reptile, no filme, e ele se camufla e tal. É horrível o efeito. Já era ruim na época. Eu lembro disso, não era muito bom na época. Mas o Goro...

que é um... Tem quatro braços, né? É uma marionete. Mentira, não é uma marionete. É um... Como é que chama? É...

é um prop mesmo, é um cara ali dentro se mexendo, é uma máquina, entendeu? É do caralho! É muito bom até hoje, sabe, de ver. É bem feito mesmo. Então, o primeiro Mortal Kombat eu acho super legal, eu acho que ele tem uma história muito simples e que funciona bem.

O segundo é um lixo, é muito ruim mesmo, infelizmente. Aí você vê que é o clássico onde os caras tinham os direitos ainda, mas ninguém concordava em fazer o filme. E aí fizeram, expandiram a parada, colocaram um monte de história. E isso tem muito a ver com Mortal Kombat 2, que eu vou falar agora também. E o de 2021, eu acho que ele tem boas intenções, o filme.

O problema é que ele errou pra mim no cerne do básico da narrativa, que é o protagonista. Mano, que decisão trágica colocar. Cole Young. Cole Young ali. É muito ruim, sendo que você tem a história do Scorpion, que é o background da parada.

Que eles fizeram bem. As cenas do Scorpion são boas. As cenas do Sub-Zero, que é o Bi-Han, são boas também. E o Scorpion é interpretado pelo Hiroyuki Sanada, né? Nossa, sim. Ele faz todas as cenas de ação. E o Sub-Zero, que é bem também famoso de filme de ação na Ásia, é o Joe Taslin também, que é outro cara... Cara, essa é muito boa. Esse é craque de marcas marciais. Não, as cenas são muito legais. E é simples, parece fan-filme, mas um fan-filme bem feito.

sabe? É legal e tal. E aí, cara, como é que eu fui pro cinema pra assistir esse 2? O Johnny Cage é a piada, ele é... Eu vejo que esse filme se inspira real. Esse Mortal Kombat 2, ele é a mistura do Mortal Kombat original com o Aniquilação.

ele é exatamente isso sabe, por quê? Porque ele pega o Johnny Cage cara, tem cenas que são iguais ao de 95 o jeito que o Johnny Cage lida com as coisas e tal e aí ele pega a parte do grupo humano, né, dos campeões humanos e mistura com a parte da fantasia que tem muito no Aniquilação que o 2, o Aniquilação ele é sobre o Shao Kahn e aí

tentando dominar o reino da Terra. É isso. É exatamente essa história. E é basicamente o que acontece aqui no 2, no Mortal Kombat 2. Inclusive, eu diria, o segundo erro que eu adicionaria muito grave do Mortal Kombat 2021, é que além de ter o Liu Stan lá como Koyang, como protagonista super genérico, que no final das contas até, tipo, a armadura dele, o poder dele é tudo muito qualquer coisa.

Não tem o Mortal Kombat, não tem o Torneio, não tem luta, tem as lutas, mas não tem Literalmente o Mortal Kombat É tipo o pré-torneio Tá ligado? Eu ouvi alguém falar que nem a música tema tinha Você viu há pouco tempo, então talvez você lembre Mas eu não lembro mesmo de ter a música tema Tem Lembranças da música e não se nota

Mas nesse caso do 2, eu fui pra ele falando, cara, eu acho que a galera vai fazer um filme aqui que vai agradar o fã, fazendo lutas legais, melhorar a história do primeiro, que vai deixar o Koyang de lado, e foi de fato o que eles fizeram, coloca o Johnny Cage como protagonista, e vão fazer um filme mais redondo, mas que não vai deixar de ser galhofa, porque o filme é pra ser uma aventura.

do tipo... Só que aí, diferente do Mortal Kombat de 95, que eu não lembrava, mas ele mal tem sangue, o filme, ele não tem sangue. Já o 2 tem mais. Eles aqui deixam o gore mesmo, tem fatality, tem sangue pra cacete, rodando e tudo mais. Então, eu fui numa expectativa de ser uma adaptação que entregasse o fanservice

de uma forma mais contemporânea. E eu acho que, de fato, é isso que acontece no 2, tá? Tem lutas realmente muito legais nesse segundo filme. Eu acho a luta do Kong Lao e do Liu Kang muito massa. Acho que ela entrega bem. A luta do... No Inferno lá, no Netherrealm, né?

que é do Scorpion com o Noob Saibot, né? É, do Scorpion contra o Noob Saibot, né? Que é o Scorpion, o Sub-Zero revivido ali. Eu gosto dessa luta, acho que ela não é bem dirigida, mas eu acho a ideia, a concepção da cena é legal.

E eu gosto de como eles usam os poderes de todos os heróis. Acho legal. Acho que isso foi bem usado. O problema é que o filme, diferente do primeiro, que eu acho que preza pela simplicidade e erra no realismo, esse aqui... Caraca, mano, mistureba. Me lembrou... Real. Me lembrou um roteiro de jogo.

de game mesmo, sabe? De Lord Games, que você vai jogando uma porrada de referência ali no meio, porque tem um monte de coisa acontecendo, e não deixa de ser fiel ao que é game, mas assim, no final das contas chega do Spider-Man. É, eu tenho uma opinião muito parecida.

Porque eu acho que assim, ninguém, nem eu nem você, vamos chegar aqui achando que a história desse filme tinha que ser um negócio mega complexo, detalhado, sério, nada do tipo. Só que eu acho que esse filme, ele é meio... é uma palavra forte e vai parecer que eu desgostei mais do filme do que eu desgostei, mas ele é meio incompetente. No sentido de, tipo assim...

Eu acho que eles não conseguem bolar o mínimo de um roteiro com arco. Eu diria que ele não consegue, às vezes, decidir nem o protagonista. Porque a gente tem ali a ideia de você colocar o Johnny Cage de um lado e a Kitana do outro. E meio que fazer a jornada dos dois em paralelo. Tem até umas cenas mais dramáticas no fim, onde eles fazem literalmente o mesmo movimento, pra você entender que eles estão na mesma jornada e tal.

Só que eu acho que o que acontece é que nenhum dos dois personagens é muito bem trabalhado. Não que precisasse aprofundar a psique do Johnny Cage, mas acaba ficando tão picotado que eu sinto que o morro de Johnny Cage tá lá, depois ele é jogado pra fora, depois ele volta e não sei o que. Mas fica uma coisa meio...

O envolvimento dele, por exemplo, acho que não é entrando em spoilers, spoileristas no começo, ele entra e tem uma luta no começo e depois ele já meio que vai pro banco de reservas muito rápido, sabe? E eu achei que o jeito que isso foi feito acaba tendo, tipo, ok, ele não tá mais em risco se ele já fez uma luta, ele não tá mais no Mortal Kombat em si, então eu perco um pouco da tensão inicial que era, esse cara que não tem poderes vai ter que lutar nesse torneio.

eles apresentam uma série de coisas na história que eu acho que até fica meio atrapalhando tipo uma hora, fulano aqui tá sendo revivido aliás, esse filme adora reviver personagem é uma coisa que, pelo que eu entendi, o terceiro filme também vai ter bastante dessa ideia, né? de reviver o personagem é direto isso nesse filme isso faz parte da história faz parte da mitologia, eu sei é só que é meio

Tem umas horas que eu não tô nem aí sobre o fato desse personagem aqui tá sendo revivido. Eu preferia até que ele permanecesse morto, sabe? Dessas coisas assim. Então eu acabo achando que o filme corta as próprias pernas, porque se você fizesse um negócio mais simples mesmo, mais direto ao ponto, A, B, C, D e pronto, e só tivesse as lutas, pô, tava show. Eu concordo que a do Liu Kang e do Kung Lao é muito boa.

Que é o, cara, o 95, o original, se você for reassistir, você vai ver. Um filme ultra simples, onde você tem... O filme começa com o Liu Kang tendo o irmão dele sendo assassinado pelo Shang Tsung.

E tem ali a Sônia, tem ali o Johnny Cage e tal, mas o protagonista pra história chegar no final é o Liu Kang. Entendeu? E você citou aí o Johnny Cage e a Kitana, que são de fato os protagonistas, e eu acho que a Kitana é mais do que ele, porque tudo se passa no reino lá e tal, Edenia e tal. Mas tem o Liu Kang, mano, que aliás tem uma cena bizarra no final. Eu não entendo... Mano...

não vou dar spoiler, você sabe do que eu tô falando mas ele diz assim agora eu entendi e ele vai embora que porra, mano que isso que aconteceu, alguém me explica e tipo as cenas do Johnny Cage, quando ele perde uma luta e tal, não sei o que muda do nada inclusive o torneio em si tem uma hora que não sei o que não não sei o que não sei o que não sei o que não sei o que não sei o que não sei o que não sei o que

Eu entendi que o torneio tinha acabado. E aí depois o torneio não tinha acabado. Eles inventam uma prorrogação pro torneio, que é bizarro. Só que não tava empatado o torneio. Tinha uma galera na frente. Imagina que tá 3x2 no jogo de futebol, porque tava literalmente 3x2, e aí acaba e vai pra prorrogação. Mas não sei porquê. Eu achei essa conexão de história, mano. Aí tem subplots ali no filme, da Kitana com a Jade.

O Raiden. Mano. Tudo envolvendo o Raiden nesse filme é complicado demais. Complicado demais. Demais, demais. É ridículo. E assim, tem uma parada ridícula que o ridículo pode funcionar, que é o Christopher Lambert como Raiden.

ele tem o quê de a presença e tal, mas ele faz várias piadinhas no filme, sabe? Eu tô fazendo esse callback porque eu acho que o filme, o callback de 95, porque eu acho que o filme tenta fazer muitas coisas que o de 95 fez.

Só que pra mim, este é um filme que entrega o fanservice estético e momentâneo, porque o visual é legal, as lutas são legais, tipo, tem muito, pô, eles colocam várias vezes a luta como se fosse em 2D. Exato. Tem alguns fatalities muito bacanas. O último fatality do filme, que eu não vou dizer nem de quem é, o último fatality desse filme é um prazer de assistir. É muito legal. Então, essa parte eu acho que foi muito interessante. Só que, tipo assim...

Não tem um... Por isso que eu falo, se um jogo de luta fosse adaptado como um jogo de luta, talvez fosse isso, entendeu? Porque, assim, não tem nenhuma conexão com nada. E, historicamente falando, o modo história dos jogos de luta realmente, às vezes, é uma coisa mais complicada, porque você tem que dar uma desculpa pra você sair de um personagem pro outro, pro jogador. Foi um crédito muito grande dado ao Mortal Kombat 9, esse reboot da franquia.

ele é muito bom de história. Eu não sei como é que foi o Mortal Kombat o 10 e o 11 que vieram depois, que eu não joguei, eu voltei agora pro 1 que já é outro reboot, até pelo nome, Mortal Kombat 1, literalmente o numeral. Mas o 9 eu dou muito crédito por ter feito a história bem. Agora, o filme aqui, cara,

É como se ele trabalhasse contra ele, porque ele tem muita coisa a pôr. Ele tem umas coisas ali que se se apoiasse naquilo, dava mais certo. Por exemplo, o Raiden, o ator que faz ele é o Tadanou Bossano, que a gente viu recentemente em Shogun.

Grande ator, muito bom. Ele é ótimo em Shogun. Eu acho que ele é uma boa ideia pro Raiden, mas a caracterização do Raiden nesse filme é muito bizarra. Porque ele não é palhaço, ele é sério, mas o filme parece que todo mundo tá querendo rir dele o tempo todo, sabe? Meio... Ninguém leva ele a sério. Então tem umas coisas muito estranhas que eles fazem. Quando o filme entra em ação, por exemplo, eu gostei muito de...

tudo envolvendo o Baraka. Achei tudo que foi ali naquele mundo dele muito divertido, muito bem. O tom tá certinho, a simplicidade tá certinha, as lutas são legais. O resultado da luta é muito criativo. Ali eu acho que, quando vira, é muito mais uma coisa de aventura mesmo. Os caras tão invadindo esse lugar aqui. Esse lugar desconhecido, cheio de ameaças, os caras tão chegando lá. Aí eu acho bacana que eles vão pra lá. Agora sim, um colega meu comentou uma coisa que eu acho que a gente precisa falar também desse filme.

Rapaz, eles gostaram muito do set daquele becozinho ali da cidade de Eden, que eles fizeram, Eden no nome, né? Aqui, mano, tem umas 40 cenas de luta naquele beco. Que só jogam lá, é tudo na praça. Maluco, todas as cenas são na praça, mano. E assim, a primeira que é, a primeira do torneio...

É muito fraca que a Kitana e o Johnny Cage É muito fraca a luta Porque o filme não pode fazer uma luta absurda ainda Pelo Johnny Cage A história não deixaria Mas aí a luta é meio sem noção Aí depois, mano, tem umas três ali naquela praça Vai fulano, depois vai fulano Pelo amor de Deus, não tem outro cenário, não Inclusive quando eles vão Pra outro cenário, fica legal

uma coisa que eu acho, cara, é que assim, eu não sei se isso foi adicionado depois, tá? Porque esse filme foi adiado um bom tempo, assim. Ele era pra outubro do ano passado, saiu agora em maio de 2026. Ou seja, seis meses aí de adiamento. Sete meses, é. Sete meses. Então, assim...

Pode ser que eles tenham engordado esse filme, não em refilmagens, mas do tipo assim, cara, a gente gravou muita coisa, vamos colocar outras coisas aqui dentro e tal, porque podia ser um filme muito mais sobre o Johnny Cage, ou muito mais sobre a Ficca. O filme tem 1h50, mas dá pra imaginar uma versão dele de 90 minutos, viu?

Fácil! E eu acho que seria melhor do tipo assim de, putz, vamos falar do Johnny Cage e fazer a porra do torneio e no terceiro filme você faz a história da Kitana junto com outra coisa, mas eles misturam, pra mim tem dois filmes aqui dentro, sabe? Do tipo, tem esse dos humanos ali, aí a Kitana tá ajudando o Raiden e tem essa história dela já.

Mas, mano, o... Como é que é o nome do feiticeiro que revive as pessoas? Ah, peraí. Ele, eu realmente não lembro, peraí.

O rosto dele tá bem na minha frente, mas você vai falar e a gente vai lembrar o nome dele na hora. Exatamente. Mas ele aparece lá e ele aparece mó sério. De repente o bicho vira um palhaço. Conchi. Ele vira um palhaço no final. E a única pessoa que é um palhaço do início ao fim que eu ri algumas vezes... E o Keino?

Ah, o Kane não é. É tipo, e mano, eles só fazem piada com o personagem da Warner. É tipo, é muito engraçado. É verdade. Harry Potter e DC. Harry Potter e DC. É bem lembrado. Tem o Senhor dos Anéis também. Tem um... É, o Senhor dos Anéis. Então assim, se mantivesse esse tom com o Johnny Cage sendo o pilar da parada, beleza. Só que quando entra...

a Kitana, a Jade, o Quan Chi e tal, eu acho que o visual tá foda, tipo, muito legal aquilo ali mesmo. Sim, as caracterizações no geral são muito perfeitas. Muito boas. Só que o filme vira outra parada. E eu fiquei meio assim, tipo, eu não entendi isso. Parece um filme indeciso, né? De um lado, os heróis é uma coisa mais aventura galhofa, do lado dos vilões tem algumas coisas um pouco mais levadas à série.

O meu pai, não sei o que, e o, sabe, o laço. Não, o laço é um negócio assim. Ah, pelo amor de Deus. Isso, brother. Mas beleza, não é como se eu não tivesse gostado das cenas, eu acho que as cenas são legais. É um filme. Quando eu saí do filme, um assessor me perguntou o que eu tinha achado, eu falei, olha, eu não posso dizer pra você, em nenhum momento aqui, que é um bom filme. Tendo dito isso...

Dá pra galera vir se divertir e ver, sem dúvida alguma, sabe? O filme tem ótimo. E eu vi muita gente na sessão que eu tava se divertindo. É, eu acho que dá pra se divertir. Eu acho que tem cenas legais. O Carl Urban aparece menos no filme do que eu achei que ele fosse pra ver. Nossa, eu achei que ia ser só Carl Urban, mano. Como eu falei, ele vai pro banco de reserva, assim, no filme.

É, não é. O filme usa bastante dos outros personagens, das outras lutas. Nossa, o Cole Young está de volta, inclusive. Nossa, é patética a apresentação do dois tanques. Não, e claramente o filme sabe que os fãs não gostaram dele, né? Caralho, mano. É bizarro. Tem algumas coisas que acontecem com ele nesse filme que é muito cara de resposta dos fãs. Muito mesmo. Não, e cara, vou te falar uma parada, mano. O Jax é, assim, tem diálogos aqui não, não, não.

E, gente, tem que ser tosco, beleza. Só que eu acho que até o tosco tem um quê de trabalho ali. Entendeu? A quantidade de vezes que Jackson e Sonia Blade trocam algum diálogo, que é mais ou menos nessas linhas, você é o meu parceiro, a gente encarou a guerra junto. E é isso aí. Parabéns, parceiro. Tamo junto. É literalmente isso, só esses personagens. E muitas vezes esses diálogos e essas falas são colocadas no tal ADR, que é o áudio colocado por trás, assim, que você não vê eles falando. Então, assim...

bicho. E outra, alguns momentos eu vi na hora que eles estão no treinamento lá, que é o momento que o Johnny Cage... Treinamento, não. O momento que o Johnny Cage vai pro templo lá onde tá o Raiden. Maluco, o recorte do... da tela verde, eu vi em IMAX, né?

claramente dava pra você ver. Claramente dava pra você ver. Então, assim, é um filme mais barato, é um filme que gastou horrores em marketing. Tipo, muito. Acho que a maior parte desse budget desse filme deve ter sido em marketing. Lembrando, inclusive, que o Mortal Kombat 2021 lançou naquele ano que foi do Projeto Pipoca, onde os filmes saiam no HBO Max junto com os cinemas. E é um ano que a gente teve o Snyder Cut, teve o Godzilla vs Kong, Matrix Resurrections, King Richard.

Cry Macho Teve mais algum grande que eu esqueci agora Mulher Maravilha 84 Sei lá qual era Que aí foi em 2020, mas também saiu no mesmo esquema E o filme do Mortal Kombat Foi o mais visto do HBO Max naquele ano Esquadrão Suicida do James Gunn Todos esses filmes saíram no Projeto Pipoca Cinema e HBO Max Duna, inclusive, parte 2 O primeiro, na verdade, o primeiro Mas o Mortal Kombat foi o mais visto no HBO Max Então «Com «

Eu acho que eles entenderam, vamos fazer barato de novo. E se a gente botar esse filme na frente de muita gente, a gente consegue uma boa bilheteria. Porque muita gente assistiu no streaming e agora a gente acha que muita gente vai ver no cinema. E, cara, é uma prova da força da marca, né? Tipo, e aqui, o símbolo de Mortal Kombat, cara, é...

É Sub-Zero e Scorpion. Exatamente. Esse é o símbolo, pra uma geração, pra um público mais amplo. 100%. O Liu Kang, a Sony e tal, mas assim, por exemplo... Scorpion e Sub-Zero, pra mim, quando eu penso em Mortal Kombat, são as duas primeiras coisas que vem na cabeça. Exato, eu acho que pra todo mundo. Inclusive o cartaz do primeiro filme é maravilhoso, do rosto deles dois e tal.

esse aqui já é a galhofona e tal, mas eu acho que não é que sim, não me entendam errado, eu não acho que o filme se leva a sério, em nenhum momento esse filme se leva a sério mas eu acho que ele tenta dar uma certa profundidade à mitologia e ele erra na medida que coloca

Eu nem diria mitologia, eu diria alguns personagens que não precisam. É, o drama da Kitana, por exemplo. Acho que aí ele erra. Mitologia em si, ok. Porque, por exemplo, de novo, se vocês reassistirem, se você reassistir, Jacobs, o de 95 e o Aniquilação, você vai entender a proximidade com as duas coisas. Por quê? Inclusive a mãe da Kitana, a Sindel, que vira, né? Tipo o zumbi lá, que vira, é igual no Aniquilação, mano.

É a mesma coisa. É igual. O tom do primeiro pro segundo filme, onde você pega, ah, o primeiro filme foi simples, agora o segundo, eu vou ter o Shao Kahn e mais os campeões do Shao Kahn. É a mesma coisa. A Jade. É tudo igual.

Entendeu? No Aniquilação, ao invés de você ter o Noob Saibot ou qualquer outra coisa assim, você tem o Smoke. É Smoke, né? Tem o Smoke também, sim. É outro personagem. Tem o Amarelo também, que eu esqueci o nome e tal.

Mas esses caras colocam, eles misturam uma porrada de coisa ali no meio. Entendeu? E que fica uma bosta. Não é que esse filme é muito melhor, gente, do que o Aniquilação. Mas a... Eu acho que a proposta de mistura do 1 e do 2 é muito parecida. É um resultado... Obrigado.

Esse filme é um resultado dessa mistura, sabe? E eu acho que ele vai divertir uma galera que é fã, vá pro filme esperando pelos momentos das lutas, que eu acho que elas entregam, são legais. Exato. Mas eu acho que é um filme, cara, qualquer nota, assim, sabe? Tipo, eu espero que o Street Fighter, por exemplo, que vai vir no final do ano...

Tô com mais esperança. Eu espero que ele seja mais equilibrado em relação a isso. Não quero nenhuma profundidade de porra nenhuma, entendeu? Não me dá drama de trauma e de perda de pai, né? Exato. Não precisa disso. Eu queria uma história simples que acompanhasse, com começo, meio e fim. Eu não consigo nem te dizer direito como que são a narrativa das paradas aqui. Falaram, ah, o Johnny Cage vai, ele meio que morre, não vai, não morre, pronto, entendeu?

Exatamente, muito bem. Então é isso, Mortal Kombat 2 não é um grande filme, mas se você é fã da franquia, acho que dá pra dizer que a gente recomenda de assistir, mas não vai esperando muitas coisas. Tiago, vamos encerrar fazendo nossa dica de streaming da semana. Eu tenho aqui um filme pra recomendar, num streaming bem inusitado, acho que nunca falamos desse streaming aqui, mas...

Eu fui olhar aqui o que eu assisti essa semana e é de longe a melhor coisa que eu assisti, então vai ser a recomendação. Minha recomendação é um filme do Ryusuke Hamaguchi, que você vai lembrar desse nome porque ele dirigiu o Drive My Car e dirigiu Mal Não Existe. A gente colocou o novo filme dele, Wall of a Sudden, na nossa lista de 26 filmes imperdíveis de 2026, quando fizemos a lista. Aliás, o próximo episódio do De Quinta, quem sabe a gente já vai falar dele, porque o próximo episódio do De Quinta vai ser direto de Cannes, onde eu estarei para o Festival de Cannes.

pra assistir inclusive o All of Us Sunder, um filme novo dele, mas eu fui ver um filme que ele fez antes do Drive My Car, que é o A Roda do Destino, é um filme que ele é meio filme, meio antologia tem três episódios sobre amores no Japão

Pode ser amor romântico, pode ser um amor platônico, pode ser um amor um pouco mais complexo do que isso. Mas são três histórias curtas de amor. O filme está no Belas Artes à la carte, é o stream. É um stream muito barato e que se você é cinéfilo, vale a pena assinar. Eu acho que se você é mais casual, não diria que é muito a cara, mas para cinéfilo, especialmente quem gostaria de ver filme que não tem nos outros catálogos, filme mais antigo, assim, dos anos 80 para trás.

É uma boa pedida e ele é barato, acho que é tipo R$9,90, R$12,90 por mês. E aí esse filme tá lá. Esse filme é, cara, um prazer. São três histórias tão divertidas. Não é nada muito pesado a história, mas tem um bom drama envolvendo todas elas. Tem momentos muito engraçados. E acima de tudo são histórias de romances que conquistam. Que você fica... «Los bobirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbirbir

Não vou dizer na torcida pra dudar tudo certo, mas sem dúvida preso pra ver como que vai terminar o que tá acontecendo. Então, e como pra mim é o grande tema da carreira dele, é sobre, pra mim, a carreira desse cara é sobre comunicação. Drive My Car é muito sobre isso. O Mal Não Existe é muito sobre a falta, inclusive, de comunicação. Esse filme é muito sobre, tipo, as histórias que você conta pra outra pessoa sobre você

talvez não sejam 100% verdade. E quando você interpreta um personagem para as outras pessoas. Muito bacana o filme, muito legal, muito bom para quem curte romance, bom para quem curte também cinema japonês. Então fica a minha recomendação. Sei que é uma recomendação um pouco mais nichada, mas eu não assisti muita coisa essa semana. Eu olhei aqui o que eu vi de longe. Esse foi o melhor exemplo. Então fica a minha dica, a roda do destino do Hiosuke Hamaguchi. E a sua, Tiago.

Cara, eu vou dar uma dica que normalmente eu não dou num serviço aqui de streaming, que é o Apple TV. O antigo Apple TV Plus, né? Ele deixou de ser Apple TV Plus. Deixou de ser Apple Plus. É só pra confundir mais a gente, porque agora eles têm três produtos chamados Apple TV. A caixa, a Apple TV.

o app Apple TV e dentro do app o serviço de streaming Apple TV também e engraçado, nenhum dos três é uma televisão os três tinham Apple TV exatamente você vai recomendar o Willow Bay? eu vou recomendar o Willow Bay boa, tô assistindo também, é legal

Que eu não assisti toda ainda. Também não. Mas eu acho, assim, séries que conseguem... O que é o Windows B? É basicamente a história de um cara que é prefeito de uma cidade que é uma ilha. Que é uma ilha, né? Exatamente, a cidade é uma ilha.

na costa ali leste dos Estados Unidos. Isso, e ali existe um folclore de como essa ilha é amaldiçoada ou tem alguma coisa ali em volta e ele não acredita nisso, ele acha que isso afasta as pessoas da cidade, mas ele decide em determinado momento e fala, cara, vou usar isso aqui para marketing e chama um cara de um jornal lá para ir em um determinado momento, só que algumas coisas estranhas começam a acontecer.

Eu vou falar só isso, tipo, pra você assistir. Só que é uma série que mistura coisas de terror mesmo, fantasia, terror, vamos dizer assim, suspense, com uma comédia ácida maravilhosa e que esse...

É uma comédia muito constrangedora também. Constrangedora é a palavra. Com vários personagens muito pitorescos. E que são, cara, eu achei a série uma delícia de assistir. Estou assistindo aos poucos, não estou maratonando tudo. A gente tem acesso a alguns screeners, mas eu estou vendo só o que está saindo na Apple TV mesmo. Toda semana eu vou lá e assisto um.

É muito legal de assistir. E é com o Matthew Rhys, que é o cara que fez The Americans. Um dos atores mais... Um grande nome de TV hoje em dia, né? Ele fez o ano passado Monstro em Mim, que a gente falou aqui também. Ele fez a, infelizmente, cancelada Perry Mason, da HBO Max também.

Então, enfim Boa dica, cara Inclusive eu vi que Eu acho que isso foi alguma coisa que algum site Botou uma IA pra fazer Eu posto tipo, ah, Willows Bay é a nova grande adaptação Do Stephen King, porque não é do Stephen King Mas tem muito Se você ama Stephen King, você vai gostar É muito inspirado em coisas de Stephen King A vibe é

e alguns conceitos ali. Muito legal, muito legal. Mais uma dica, muito bem. Fazendo coisas muito boas e que pouquíssimas pessoas vão ver. Exato, exatamente. Por favor, Apple TV me ajude. Bom, tá aí a dica então do Thiago e como eu mencionei, semana que vem o De Quinta Volta com o nosso primeiro episódio da Europa. Já tivemos episódio dos Estados Unidos, do México, mas agora é direto da Europa. Então, vamos estar falando um pouquinho do Festival de Cannes.

que acontece entre os dias 12 e 23 de maio, que tem filmes lá pra passar, eu já falei do All of Us Other, tem o Paper Tiger, que eu sei que você também está animado pra ver, quando puder, que é do James Gray, com o nosso Adam Driver, Scott Johansson e Miles Teller, tem o Fjord, que é um filme muito cotado lá, com o Sebastian Stan e a Renate Hinesby.

que Nossa Saudade Invernal é a Renate do Valor Sentimental e o que você também mencionou já semana retrasada no episódio da CinemaCon, que é o Hope do Nahon Jin, um filme coreano de ação com Michael Fassbender, Alicia Vikander e alguns atores coreanos também, esse também tá muito prometido, filme de ação, filme que eu acho que tá entre os três mais aguardados pra mim de lá, então

A gente vai estar... O próximo episódio é... Literalmente a gente vai fazer meio que logo depois da abertura. Então não vamos entrar ainda em todos os filmes. Mas ao longo das próximas semanas a gente vai fazer alguns check-ins do que está acontecendo. E eu convido desde já quem está nos escutando e nos assistindo. Se você está assistindo aqui no Homem-Elete TV, no canal 2291 do Samsung TV+, onde o nosso programa vai toda quinta-feira, uma da tarde, e reprisa toda quinta-noite.

logo antes do nosso programa tem o Hiperdrive que é o nosso programa ao vivo aqui no MyLiteTV de notícias da cultura pop e entre os dias 12 e 23 todo dia de semana a gente vai ter um bloco direto do Festival de Cane ao vivo no Hiperdrive, então se você quiser acompanhar o que está acontecendo quais filmes vão ganhar, quem vai para o próximo Oscar

Afinal de contas, Cannes se posicionou de vez agora como esse festival que dá início ao Oscar. E lembrando que agora o vencedor da Palma de Ouro pode concorrer a melhor filme internacional independente do país ter nominado ou não. Então não vai acontecer mais do que aconteceu com Anatomia de uma Queda e alguns outros filmes.

Então, Kanye é o primeiro passo para o próximo Oscar. E, obviamente, o de Quinta cobrir o Oscar 26 estará cobrindo o Oscar 27. E eu diria que a gente já começa a cobertura do Oscar 27 agora em maio. Então, assina, manda para os seus colegas. O de Quinta está disponível no Spotify, no YouTube, em todos os outros apps de programas e podcasts. E já falei, vai também para Samsung TV Plus no Omelete TV, canal 2291. Semana que vem tem mais. Valeu, Thiago. Valeu você por nos assistir e nos escutar. Até a próxima.