Vereadores cobram explicações e levantam denúncias durante sessão na Câmara de Bandeirantes
A sessão da Câmara Municipal de Bandeirantes, realizada na noite da última segunda-feira, dia 04, foi destaque na 2ª edição do Jornal Operação Cidade desta terça-feira, dia 05.
Durante o programa, foram entrevistados os vereadores Vinícius Palugan, Marquinhos do CAPS, Tiago Pobreza e Sônia Zambone, que comentaram os principais assuntos discutidos em plenário.
O maior destaque foi para denúncias relacionadas à área da saúde, com questionamentos sobre o pagamento de horas extras a servidores públicos e possíveis irregularidades na organização das filas para exames e consultas médicas, feitas aos vereadores Vinícius Palugan e Tiago Pobreza.
Os vereadores reforçaram a importância da função fiscalizadora do Legislativo e afirmaram que os casos serão apurados com responsabilidade, por meio de requerimentos e pedidos de informação ao Executivo.
Outro ponto levantado foi a cobrança do veredaor Marquinhos na área da educação, especialmente em relação à distribuição de materiais escolares e uniformes. Segundo o parlamentar, o ano letivo já está em andamento e, até o momento, não houve a entrega dos uniformes.
A vereadora Sônia Zamboni também demonstrou insatisfação com a falta de reconhecimento pela conquista de uma van adaptada para o Centro de Fisioterapia. Ela destacou que a viabilização do veículo contou com sua atuação junto ao deputado estadual Luiz Claudio Romanelli.
- Falta de reconhecimento pela conquista de van adaptadaConquista de van adaptada para fisioterapia · Atuação de vereadora junto a deputado estadual · Demanda por transporte para fisioterapia
- Horas extras e exploração laboralAgentes de endemias recebendo horas extras · Irregularidades em filas de exames e consultas · Pagamento de horas extras a servidores públicos
- Deficiências do sistema de saúdeInterferência em filas de espera para exames e consultas · Exercício de cargo comissionado e horas extras · Falta de controle de jornada para funções gratificadas
- Resposta do PlanaltoRequerimentos de vereadores sem resposta · Cobrança por esclarecimentos do Executivo
- Cobrança sobre distribuição de materiais escolares e uniformesAtraso na entrega de uniformes escolares · Atraso na entrega de material escolar
- Emendas parlamentares e alocação de recursosRevitalização da praça · Recursos destinados para PAI e projeto Cauem · Recursos destinados para o lar das crianças
- Novo centro de fisioterapiaLuta pela construção do novo centro · Investimento em novo centro de fisioterapia · Licitação para construção do centro
Muito boa tarde aos ouvintes do Jornal da Operação Cidade. Aconteceu na tarde e noite da última segunda-feira os trabalhos relativos à 12ª sessão ordinária na Câmara Municipal de Bandeirantes. Todos os requerimentos que foram e projetos de leis que foram discutidos foram votados e aprovados. O que chamou mais atenção foram os vereadores que falaram em grande expediente.
No caso do vice-presidente da mesa, o vereador Vinícius Padugan, falando sobre algumas denúncias que tem recebido, a Sônia Zambole também reclamando, o Tiago também falando de duas denúncias que chegou até a Câmara Municipal de Bandeirantes.
E o Marquinhos reclamando do material escolar e dos uniformes. Nós estamos chegando no meio do ano aí. Mas eu vou falar primeiramente com o Vinícius Palugã, falando dessas denúncias em especial sobre anjeitos de endemias, de horas extras, entre outras. Vinícius, boa tarde.
Boa tarde, Serginho. Boa tarde, todos os ouvintes. É, realmente, a gente tem recebido diversas denúncias e a gente tem que exercer essa função nossa, que é uma das principais, que é função de fiscalizador. Então, denúncias que estão chegando são muito graves e o mínimo que a gente pode fazer é correr atrás. Então, eu recebi essa denúncia de última hora, por isso que eu me inscrevi em grande expediente.
para colocar em pauta hoje, porque não deu tempo de colocar no sistema. A denúncia era em cima de horas extras, que os agentes de endemias, especificamente da central, estão recebendo. E a gente pediu essa ficha.
financeira deles aí para estar comprovando, sim, se é válido, se não é. Aí cabe a eles também fazer essa resposta para a gente e uma justificativa das horas extras que está acontecendo. É a função do vereador, né? Recebeu a denúncia, tem que fiscalizar. A denúncia pode chegar do João da Maria, de quem for.
A gente vai fazer o nosso papel de fiscalizar e entrar com requerimento solicitando essas informações para o executivo. Aí cabe a eles responder a gente. Houve reclamação que não vem resposta, que fica devendo resposta. É complicado. Vocês são cobrados e do outro lado não tem os devidos esclarecimentos. Sim, existem muitas denúncias também que não tem embasamento nenhum, que são fictícias. Se a gente faz uma...
pré-rastreio antes, para ver se cabe também o requerimento ou não. Dá uma filtrada, né, Serginho? Senão também a gente vai ter que fazer mil requerimentos por sessão. Mas uma reclamação muito grande também minha e de todos os vereadores é essa demora ou essa falta de resposta do Executivo. Nossos requerimentos estão ficando a desejar e não está tendo resposta. E como a vereadora Flávia disse.
Quando o prefeito não responde o requerimento do vereador, ele não está deixando de responder o vereador. Ele deixa de responder a população, porque a denúncia vem deles. Algo mais que você gostaria de destacar sobre o que foi discutido nessa décima segunda? Não, só isso mesmo. Só queria dizer que vou passar a fazer esse papel mais de fiscalizador agora. Tem muitas denúncias chegando e espero que a resposta seja rápida e do executivo.
Muito bem, ainda dentro dessa questão de denúncia, eu vou conversar com o Tiago. O Tiago recebeu duas denúncias que foram protocoladas aqui na Câmara Municipal de Bandeirantes. Todas as denúncias são sérias, tem que ser verificado realmente.
Tiago, você está de posse dessas duas denúncias, foi feita em grande expediente, já que você recebeu ela hoje, também fala a respeito do que pode ser dito. Boa tarde. Boa tarde, Charginho, boa tarde, ouvindo a cabiona. Na verdade, foram mais duas denúncias que chegaram a respeito da Secretaria de Saúde de Bandeirantes. Como vereador, no mínimo, eu tenho que fazer a doação de medidas e fiscalizatória, que é feita exclusivo pelos vereadores.
Eu tenho que realizar diligências, inclusive análise de registro das oitivas, perguntar para o pessoal o que está acontecendo, depois através do requerimento que eu fiz, solicitando informações e para ver se me convence ou não, se está sendo correta ou não dessas duas. Aporar eventual irregularidades que pode ter.
se teve omissão da chefia, nós temos o servidor, nós temos a secretaria, nós temos o prefeito, nós temos a Secretaria de Administração, são todos responsáveis por especializar todas essas tudas e papel que é do servidor que está sendo denunciado. Está sendo conduzido corretamente ou não, se foi aberto o PAD, se não foi, porque no próximo portal da transparência está explícito o que está feita a denúncia, eu acabei de confirmar.
Então, eu quero saber o que será feito como servidor, o que será a atitude, foi objeto do requerimento que eu fiz, e se é firmada as irregularidades, quais são as medidas feitas. Eu acredito que são denúncias graves que têm que ser objeto tanto do Vinícius como essa.
Tem que ser investigado e apurar certamente o que tem que ser feito ou não. Eu acredito que a denúncia, o vereador muitas vezes não fica sabendo de tudo o que acontece no município, tanto é que é muito amplo, são várias secretarias, vários cargos, são mais de mil pessoas distribuídas pelo município.
A denúncia é uma forma que tem que acontecer, ela nos ajuda bastante na administração e a partir do momento que a denúncia chega, o vereador não pode ser omisso, tem que ir para cima e fazer acontecer e certificar que serão aplicadas as medidas cabíveis a cada fato. Agora o teor da denúncia é sobre função gratificada que está recebendo na hora extra, é isso? É, na verdade, uma das denúncias, são duas denúncias até que relatam da mesma pessoa, tá nesse caso as duas denúncias que chegaram aqui.
que estaria supostamente interferindo nas ordens de fila de espera para a realização de exames e consultas médicas, promovendo priorização indevidas a critérios alheios de interesse público. E a outra...
É, fala que exercício de cargo comissão em função de confiança exige dedicação integral ao serviço, sendo compatível com o pagamento de horas extras, extraordinárias, tendo em vista que, nexistência de controle de jornada pelas tais funções. Compatível não, incompatível, é isso, né? É, incompatível, e aqui, esse aqui eu já até declarei no portal de transparência que está sendo, é pouca hora extra, mas tem.
que não pode ter, porque assim, em particular que você recebe uma opção gratificada, você não pode exigir o cartão conto ou não. E logicamente, Sardinha, que tendo dessas funções, na investigação você pode constatar, porque agora nós vamos investigar os outros também. Então nós vamos comparar todos que tem, vamos ver a realidade de todos como que está dentro, perante a município de Bandeirantes. E também foi levantado a questão, vocês fazem a reunião, mandam ofício, mandam tudo, e não tem resposta. Você citou até a questão dos taxistas também.
É, na verdade, não é o primeiro, né? Vamos seguir primeiro aqui, lá em, desde 2023, nós estamos com aquelas emendas parlamentares do deputado Pedro Lupion, que está sendo da revitalização da praça, dos dinheiros destinados para a PAI, projeto Cauem, tem para também o lar das crianças, são alguns dinheiros destinados, conseguidos por nós vereadores, através dessas entidades, para poder auxiliar. Então você vai ter entidade, necessita a necessidade deles, eles falam que estão precisando.
A gente liga pro deputado, destina a emenda aqui pra Bandeirantes, tá travado desde 2024 esse dinheiro, e eu já tô ligando, já faz uns 15 dias, já que eu tive essa reunião no Lions Club, junto com a PAI, eles contestaram, tô tendo resposta até agora também. Um outro exemplo, não tendo resposta do executivo, é a respeito desse, dos taxistas, que querem apenas pleitear um direito que eles têm perante ao município de Bandeirantes, que tá sendo uma forma que, sem resposta, não, vamos arrumar já amanhã, até hoje, sem resposta.
tanto do secretário que participou, tanto da gestão do executivo, tanto de todos os outros comissionados que se prometeram em auxiliar, em fazer, até agora nada. Então o que eu quero? Eu quero pelo menos ser transparente com a gente, não vou fazer nada mesmo, chega em reunião, não vou fazer nada, pessoal, lava as mãos. Agora, se quando dá esperança para alguém, essa pessoa espera. Por que nada acontece em Bandeirantes?
Então é contestado com a gente, não é justo o vereador subir com essa culpa. Estou pedindo apoio aos outros vereadores, ao executivo, mais prioridade e mais respeito com a população, com os vereadores, com a todos que estão nesse cargo. Eu sempre acreditei que a função de vereador não seria fácil, nem pode ser fácil.
Mas a partir do momento que você recebe uma votação também expressiva, igual que eu tive, eu tenho que dar resposta, pode ter certeza que eu vou dar essa resposta e vou cobrar para que aconteça o melhor possível. Muito bem, eu vou conversar também com o Marquinhos, Marquinhos do CAPS, como é conhecido, que questionou a respeito do material escolar e também dos uniformes. Até citou, nós já estamos em maio, daqui a pouco é férias, quando que será entregue? Marquinhos, boa tarde.
Boa tarde, Sarginho. Boa tarde, ouvintes da rádio Cabiuna de Madeirantes. É uma honra poder estar conversando com vocês aqui novamente. Pois é, Sarginho, nessa 12ª sessão ordinária da Câmara Municipal, eu questionei um requerimento que foi feito no dia 20 de março ao prefeito municipal, que até agora a gente não obteve resposta, que é justamente sobre o uniforme escolar e o material escolar das nossas crianças do CEMEIS e das escolas municipais, que até agora não chegaram. Veja bem, você questionou o executivo ou a secretária de educação?
É o executivo, o prefeito que tem o dever de fazer o controle de tudo isso, então é o executivo e ele que daí designe para a pessoa que tem que responder no caso.
Ou a licitação, ou o Compras, ou a própria secretária de Educação. Eu não lembro também, mas a secretária parece que já andou falando a esse respeito. O certo é que nós já estamos chegando no meio do ano, né? Então, Serginho, aí entra um questionamento também, né? A gente faz o requerimento porque a gente é questionado pela comunidade. A comunidade espera um retorno.
Eu fiz o requerimento no dia 20 de março, hoje vai fazer 45 dias e até agora não tive um retorno, não tive uma resposta. E as mães continuam me questionando sobre o material escolar, sobre o uniforme que até agora não chegava. Nós já estamos no mês de maio, daqui a pouco tem férias.
Está chegando frio, muitas mães não têm condições mais vulneráveis, não têm condições de comprar talvez uma brusa para o seu filho ir para a escola. E o uniforme escolar não é só um item de adorno. Muitas vezes é a roupa que a criança tem para vestir. Muitas vezes a criança não tem uma roupa para ir a vestir todo dia para ir na escola. O uniforme também é nesse sentido. Algo mais?
Então, gente, só agradecer a Rádio Cabiúna, que está sempre aí abrindo o microfone para a gente, e desejar aí a todas as mães, domingo agora é Dia das Mães, desejar um feliz Dia das Mães para todas as mães da nossa querida cidade de Bandeirantes, que Deus abençoe e que nós possamos representar essas mães todos os dias aqui na Câmara Municipal. Muito bem, eu vou conversar agora para finalizar.
com a vereadora Sônia Zamboni, até tem evitado falar. A gente tem um grande expediente, ela um tanto quanto, vou usar o termo revoltado, talvez brava. Brava aí, alguma coisa assim que aconteceu a respeito de uma van adaptada para o centro de fisioterapia. Sônia, boa tarde. Boa tarde, Serginho. Boa tarde a todos os ouvintes da Rádio Cabiúna.
a gerência e a todos os funcionários da Rádio Cabiúna. É sempre uma satisfação estarmos falando com a nossa população e passando um pouquinho dos acontecimentos da Câmara Municipal de Bandeirantes. Serginho, eu não diria brava, eu diria chateada e indignada com o que aconteceu, porque existe um trabalho e aindaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznaznazna
difícil em todas as conquistas, né? Não é da noite para o dia. Então, me inscrevi no grande expediente para até prestar conta do que eu venho fazendo de melhorias à nossa cidade, à nossa população. O que me deixou chateado, o vice-prefeito fez uma entrevista dizendo que chegou uma fã adaptada para o centro de fisioterapia e o time- spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces spaces
E nem sequer citou que foi um trabalho dessa vereadora com o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli. Então, eu quero aqui passar à população como que aconteceu tudo. Nós, no centro de fisioterapia, a demanda está cada dia maior. Cirurgias com...
o funcionamento do hospital de Cornélio, o regional, hoje é fila zero de ortopedia, Serginho, e população. É cirurgia de ombro, de coluna, de prótese, enfim, várias cirurgias. E o que acontece? Se a pessoa fez cirurgia, ela precisa da fisioterapia. Então, a nossa demanda...
desse setor, é imensa. E quem faz uma cirurgia de prótese no joelho não pode andar. Entendeu? E às vezes ele tem como chegar até o setor de fisioterapia, e muitas vezes não. A pessoa cadeirante depende do transporte. A pessoa com AVC depende do transporte.
A pessoa debilitada depende do transporte. Se ela mora no Habitar Brasil, para chegar aqui no centro, ela já não está com o joelho bom, ela já não está com as pernas, não está com os pés. Então, ela precisa do transporte. É a mesma coisa do lado do Carvalho Henrique, é muito longe. Então, o que aconteceu? A coordenadora do centro, Letícia Feriato, vendo toda essa situação, que a nossa demanda comporta-se em uma van adaptada.
Você fala demanda porque tem um spin, né? Mas já não era suficiente, é isso? Exatamente, essa spin foi através do recurso da minha emenda destinada ao setor no valor de 130 mil reais e que, transportando um cadeirante, consegue trazer só mais dois pacientes. É muito pouco a logística, né? Então, os demais ficam na fila de espera. E o que a gente quer? Que a pessoa não fique esperando por tanto tempo.
Às vezes você busca uma pessoa lá no Carvalho Henrique, o vizinho também está fazendo e ele precisa do transporte, e a gente não tem como trazê-lo, devido à falta de espaço no transporte. Então foi feito o estudo pela coordenadora, motorista, falando da situação, e nós precisamos de uma van. Eu falei que iria falar com o nosso deputado estadual, que é presente no nosso município e atuante,
o Luiz Claudio Romanelli, fiz um requerimento, olha como é interessante, Serginho, fiz um requerimento no dia 14 de abril, aprovado por todos os vereadores, quero aqui agradecer, né, encaminhado ao nosso deputado, no trâmite, nós tivemos a contemplação dessa van no mês de abril. Mas foi nesse ano ou foi no ano passado desse mês de abril? Eu solicitei o Luiz Claudio Romanzna- spaces spaces spaces spaces
14 de abril de 2025, e ela chegou no abril de 2026. Então, Serginho, a gente fica muito feliz de fazer uma conquista dessa para o nosso município, principalmente para a nossa população que necessita do transporte, para que ela possa ser levada até o centro de fisioterapia. Essa van, ela foi uma conquista do deputado.
do governo do estado, no valor de 302 mil reais. E quero aqui também agradecer ao prefeito Jaelson pela contrapartida de 16 mil reais. Então, totalizando um valor de 320 mil reais da van adaptada, com 16 lugares, 15 para os passageiros e mais o motorista. Então, só vem ajudar muito a toda a população que é carente...
tem comorbidades e que precisa desse atendimento. Então eu vejo assim, nós precisamos parar com sensacionalismo, oportunismo, temos que trabalhar sério para a população. Está aí, um trabalho sério, corri atrás, pedi, expliquei ao deputado e ele sensibilizado também correu atrás. Em um ano foi possibilitado a conquista dessa van adaptada.
para toda a nossa população. Bom, o senhor não está chateado, então, pelo fato dele ter falado, mas sim pelo fato dele não ter citado quem conseguiu essa van, é isso? Serginho, o chateado é o seguinte, poderia se falar assim, mas no momento certo, né? Fala na hora certa, não precisa apavorar para dizer que está trazendo alguma coisa para o município, não. Vamos falar para a população a verdade.
O prefeito também nem falou nada, né, Sérgio? Nem o prefeito sequer falou.
Então, eu vejo assim, tá, vou lá falar? Tá, fala então do deputado que lutou por isso, da vereadora que lutou por isso, dai a César o que é de César, né? Sônia, eu posso estar enganado, mas me parece que na quinta-feira o Luiz Claudio Romanelli parece que citou, sim, que tinha uma van adaptada que já estava em Bandeirantes, mas eu não posso te afirmar, eu não tenho certeza, mas me parece que ele citou.
E é fato, Sérgio. Ela chegou na semana passada, que eu disse pra você, abriu, né? Então foi nessa luta aí um ano. E graças a Deus tá aí. Então eu vejo assim.
Eu aqui na Câmara sempre respeitei todos os vereadores, eu nunca quis fazer sensacionalismo, nunca fui oportunista, sempre respeitando a cada um. Eu acho que é assim que a gente deve agir. A valorização dos bons deputados, que não estão aqui só de quatro em quatro anos, não, eles estão aqui sempre, e vendo a necessidade dos munícipes. Porque eu sempre falo,
que a vida política só faz sentido se for para melhorar a vida do próximo. E é o que eu tento fazer no dia a dia. E outra coisa que estava enroscada também com você, que já faz algum tempo, é o novo centro de fisioterapia. Parece que agora vai. Aí, Sérgio, bem lembrado. Quando ficou um período, como que eu posso dizer para você, de sofrimento da licitação, ninguém fez uma entrevista, né?
dizendo do que estava acontecendo. Ninguém foi para as rádios falar. Agora, eu posso falar que eu corri atrás. Eu lutei muito. Até o secretário da Saúde, Beto Preto, falou, né? Resiliência, né? Então, esse foi o meu papel. A empresa que ganhou licitação, uma empresa, assim, muito organizada.
que dá gosto de ver a forma que está trabalhando, a gente vê os tijolos sentados e aumentando a cada dia. Então, agora é emotivo, sim, realmente vai acontecer. Está saindo do papel, né, Serginho? Uma luta de 2020, pagando projeto, brigando com as situações que uma hora uma coisa dava certo, outra hora a outra não dava. Então, foi uma luta.
Então, vale a pena 1 milhão e 300 sendo investido no município, um centro adequado, né, com as repartições corretas, porque hoje o município paga aluguel, é uma casa, é utilizado uma casa. Então, nós vamos ter em Bandeirantes um novo centro de fisioterapia para melhor atender a nossa população. Dá gosto de fazer parte da política, porque o trabalho, quando é sério, tem bons resultados, Sargento, e está aí.
Sônia, outra coisa para a gente finalizar, você tem evitado falar, a gente procura você, não, não vou falar não, Sérgio, não tenho o que falar, porque você está diferente nesse mandato. O que mudou, Sônia? Serginho, não mudou nada, isso é a experiência que faz falar na hora certa. Não adianta eu ficar falando coisas que não vai chegar a lugar nenhum, Serginho. É como eu te disse, não gosto de sensacionalismo, de oportunismo.
eu gosto de falar a realidade e o que acontece no momento. Então, aqui na Câmara, às vezes é melhor a gente se calar do que falar aquilo que não é real. Algo mais? Não, Serginho, eu só quero aqui agradecer a oportunidade e agradecer a Rádio Cabo do Mundo, que sempre se faz presente em todas as sessões. Vocês estão de parabéns.
A Sônia é a vereadora que prefere mais ouvir do que falar. Para finalizar, eu ia finalizar, mas não. Você é ou não é a líder do prefeito na Câmara? Não, Serginho, eu estive como líder no ano de 2025, quando veio o ofício. Não renovou? Em 2026 não veio ofício nenhum à Câmara, né? Está sem líder.
É, está sem líder, né? A gente tem feito algumas situações que é de urgência, né? E projetos importantes, né? O andamento das situações.
E a gente tem impedido extrema urgência em algumas situações aí, somente isso. Com a vereadora Sônia Zambona, eu encerro os trabalhos relativo à 12ª sessão ordinária realizada na última segunda-feira na Câmara Municipal de Bandeirantes. Valeu, os ouvintes do jornal Operação Cidade.