Episódios de Igreja Batista Bethel

TIAGO ARAUJO -HYPE

04 de maio de 20261h2min
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QUE POSSAMOS NOS TORNAR MENORES, PARA QUE O NOME DO SENHOR SEJA ENGRADECIDO.

Participantes neste episódio1
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Tiago Araujo

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Assuntos4
  • Hype e a busca por aprovaçãoDefinição de hype e sua aplicação moderna · A busca por visibilidade e reconhecimento humano · A comparação com o exemplo de João Batista · A importância de diminuir para que Cristo cresça · A diferença entre seguidores e discípulos · O modelo de Jesus em contraposição ao mundo · A essência versus a aparência · O papel do cristão como sal da terra · Ser bênção em vez de apenas ser abençoado · O reino de Deus e seus princípios
  • Propósito e fé em DeusA importância da adoração e comunhão · O papel das células na igreja · A Betel como escola de formação · Cursos oferecidos pela igreja · O curso de violão para servir ao reino · A mensagem de João Batista sobre Cristo · A necessidade de reconhecer quem Cristo é · A motivação pela presença de Deus e não pelo ambiente · A grandeza na essência e não na aparência · O evangelho de Cristo versus o evangelho do mundo · A importância de ser um discípulo de Jesus · O sacrifício e a renúncia no evangelho
  • O exemplo de João Batista e a humildadeA discussão sobre a purificação cerimonial · João Batista reconhecendo seu papel · A necessidade de Cristo crescer e João diminuir · A visão de João sobre o trono branco · A comparação entre João Batista e Jesus · A vaidade e a queda de ministérios
  • Mensagens bíblicasA necessidade de sofrer e morrer por Cristo · A repreensão de Pedro por Jesus · O reino dos céus versus o reino desta terra · A importância de ser servo e não estrela · A oferta de Jesus e o preço pago · A busca por bênçãos versus a busca por Cristo · A multiplicação dos pães e peixes · A importância de ser sal da terra · Ser epicentro e não centro
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Graças aos pais, irmãos. Amém? Glória a Deus. Que bom estarmos reunidos nessa noite para adorar o Senhor, cantar louvores, nos encontrar. Às vezes, durante a semana, nos lugares da cidade, eles se encontram, mas estarmos reunidos aqui para adorar o Senhor é um privilégio. Você que nos visita, muito bem-vindo, fique à vontade. É um prazer recebê-los.

Essa igreja está para te servir, servir a sua família, abençoar a sua vida. Fica conosco mais um pouquinho, visita uma das nossas células durante a semana. Tem célula para adulto, homem, mulher, para adolescente, para crianças, para... A gente chama de célula par ou mista, que é a célula que tem homens e mulheres, que às vezes...

Ah, eu não vou porque minha mulher não vai. Ah, eu não vou porque meu marido não vai. Nessa hipótese os dois. E fica o convite para vocês. A Betel, ela tem uma palavra que foi lançada à igreja alguns anos atrás. E eu tenho, eu guardo essa palavra no meu coração. Foi no primeiro ou no segundo encontro que nós tivemos.

Nós estamos, acho que, para mais de dez retiros espirituais. Mas foi dito que a Betel seria uma escola. Quem estava lá lembra. Na época que nós não tínhamos nem dormitório. Era tudo improvisado, os retiros. E, assim, eu tenho direcionado nesse sentido. E tenho algumas iniciativas.

de ensino na igreja, como a escola de líderes, para formar liderança, cursos de algumas áreas que a igreja oferece, de vez em quando, sazonalmente. E agora o curso de violão. E aí tudo isso está sendo compilado, formatado e disponibilizado lá no site da igreja, que é igrejabatistabeto.com.br.

Se tu botar lá Escola Igreja Baixo de Betel, os cursos que a igreja oferece estão disponíveis na escola. Então, tem cursos para casais, quem quer casar. Tem curso de escola de líderes, curso agora de música, começando com violão. A gente espera, com a graça do Senhor, ampliar essa oferta para outros instrumentos e outros dias e horários da semana.

E depois dá uma olhadinha lá. Sempre que tiver a inscrição aberta, vai estar lá o botãozinho com inscreva-se. O do curso de violão, o link foi colocado lá no grupo do WhatsApp da igreja. Se você não está no grupo, pede alguém aí que esteja no grupo o link, caso você tenha interesse de servir ao Senhor.

Através do violão, a proposta é trabalhar instrumento para servir o reino. Abrindo aqui o nosso sistema, eu já vi que tem alguns inscritos, alguns, o Hernandes, José Henrique, Fabiano, Tiago Lys. Sábado a gente se encontra por aí, nossa primeira aula.

Se tiver mais interessado, acessa lá e se inscreve. São até 20 vagas, mais que isso a gente não consegue atender. 20 vagas apertadas, assim. Mais que isso a gente não consegue atender, tá bom? Queridos, abra sua Bíblia em João 3, 25 a 30. João 3, 25 a 30.

Estaremos lendo esse texto? João 3, 25 a 30. Encontrou aí? Amém? Amém? Se tu não encontrou, eu espero. Para junto nós lermos. Está sendo projetado também.

Verso 25, João 3, verso 25, diz assim, eu estou na versão NVI, a mesma que está sendo projetada. Surgiu então a discussão entre alguns discípulos de João e um certo judeu a respeito da purificação cerimonial. Eles se dirigiram a João e lhe disseram, mestre.

Aquele homem que estava contigo no outro lado do Jordão, do qual testemunhastes, está batizando e todos estão se dirigindo a ele. Verso 27. A isso João respondeu, uma pessoa só pode receber o que lhe é dado dos céus.

Vocês mesmos são testemunhas de que eu disse, eu não sou o Cristo, mas sou aquele que foi enviado adiante dele. A noiva pertence ao noivo. O amigo que presta serviço ao noivo e que o atende e o ouve, enche-se de alegria quando ouve a voz do noivo. Esta é a minha alegria, que agora se completa. É necessário que ele cresça e que eu...

diminua, amém? Só um pouquinho o retorno aqui em cima, se eu estiver servindo aí no som, por gentileza. É necessário que ele cresça e que eu diminua. Tem até canções, né, que nós cantamos sobre esse texto. Que ele cresça, que eu diminua. Não.

visão que João tem do Apocalipse na ilha de Pátimos, ele vê muitas coisas lá no céu, é apresentado a ele. Apocalipse 20, João vê uma cena fantástica, mas assustadora.

Ele diz assim, eu levantei meus olhos e vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, cuja presença fugiu os céus e a terra, e não se achou-se lugar para eles. Foram abertos o livro da vida e abertos outros livros, e todos foram julgados.

de acordo com aquilo que estava escrito nos livros. Olha a visão de João. Olhei, vi um grande trono branco. Aquele que estava sentado sobre ele, os céus e a terra fugiam da sua presença. Não havia nada que se comparasse ou que permanecia diante daquela majestade que João estava vendo. E João...

o apóstolo do Apocalipse, que não é o mesmo João Batista, João Batista é um outro João, ele vai dizer aos seus discípulos, começou uma discussão entre os seus discípulos, dizendo, olha, aquele homem lá, você batizou, você que é o comandante da parada, porque você batizou ele, ele está crescendo.

Ele está ganhando discípulos. Ele está fazendo um negócio. Pense nos milagres. E aí, João? E nós, João? A gente não pode ficar para trás. E o teu ministério? E a obra que você está fazendo? Querido, João se coloca no lugar que ele foi chamado para estar. Primeiro ele fala aquilo que ele já tinha dito. Ele falando para o pessoal.

Eu nunca disse para vocês que eu era o Cristo. O Cristo era ungido. O escolhido. João está dizendo, eu nunca disse para vocês que eu era o Messias. Que eu era o Odo Borogodó. Que eu era a última bolacha do pacote. Que eu era o refrigerante geladinho em meio ao deserto. Eu disse para vocês que eu vim preparar o caminho para ele.

E ele é esse que está anunciando, e eu preciso diminuir para que ele cresça. Querido, João sabia a extensão do ministério que Deus tinha colocado nas mãos dele, que era grandioso, mas não era comparado ao do Messias, ao do Cristo, ao Jesus, que o João apóstolo vê sentado no trono, na qual os céus e a terra fugiam da presença dele.

João foi homem de Deus, João Batista. Jesus vai dizer que não houve nascido de mulher, homem que se comparasse a João. João podia bater no peito e falar, eu sou usado. Penso na bênção, sou eu. O meu ministério é poderoso. Mas quando ele olhou para Cristo.

Quando ele olhou para Jesus, ele disse a si mesmo, não sou digno de desamarrar as sandálias dos seus pés. Não me compare a Cristo, não me compare ao Messias, não me compare a Ele, pois Ele precisa crescer e eu preciso diminuir. O coração de João estava voltado ao propósito que Deus tinha colocado nas mãos dele.

E o tema da mensagem hoje é hype. Hype é uma gíria em inglês que nós falamos, né? Trouxemos para o nosso português também. Que, assim, entre alguns sentidos, ela hoje é muito usada para falar sobre algo ou alguém que está em alta. Um assunto do momento. Um vídeo do momento.

um meme do momento, um influenciador do momento, essa pessoa, esse produto, essa imagem, ela está no hype, ela está em alta, vamos falar de futebol, tem esse monte de coisa que está no hype, vamos falar de vida fitness, tem essa galera aqui que está no hype,

Vamos falar de dancinha dos famosos. Fulano está no hype. E muitos correm em busca de estar no hype. De se manter em alta. De ser aquele que é conhecido pelos outros. De ser aquele que o que ele faz, muitas outras pessoas reproduzem. Seja uma frase.

Aquela que gruda na mente da gente. Seja um estilo de roupa, seja um lugar, seja uma experiência. E muitos se arriscam, alguns já morreram, para buscar o hype. Buscar a tanhão. Eu vi, por exemplo, pessoas que sofreram um acidente por ficar em beira de penhasco para tirar foto ou fazer vídeo em lugares arriscados, buscando...

visibilidade, buscando uma quantidade massiva de pessoas assistindo ele, assistindo ela, e tem gente que hoje está no hype, e amanhã ele some, você não sabe mais nem quem é, tem cantor famoso de uma música só, fez a música, geralmente uma letra que não presta para nada,

E o brasileiro amou. E todo mundo cantou a música. E hoje tu pergunta assim, aquela música lá, que era o fulano mesmo que cantava aquela música? Tem uns que ficam, que apelam em busca do hype. Tem gente que casa quando, pra poder ter visibilidade. E quando tá sumindo, ele se separa e casa de novo.

para poder falar do outro casamento, tem gente que casou, alguns que já casaram mais de 5, 6, 8 vezes, sumiu da mídia, e rapaz, fulano separou e casou de novo, virou notícia. E a busca por ter o olhar dos outros, é o que o mundo hoje, e a nossa geração hoje, tem...

Buscado, grande parte, muitos, tem buscado. Está no hype. Como que as pessoas me veem? O que eu posso fazer para que as pessoas olhem para mim? O que eu posso produzir de conteúdo para ter um alcance? Para que milhares de pessoas olhem para mim. Alguns não esperam nem que seja um conteúdo bom. Pode ser um conteúdo ruim, desde que tenha muita gente me vendo.

Fale bem ou fale mal, mas fale de mim. Deus que inventa histórias para que as pessoas possam falar. Isso é mentira. Mas se muitas pessoas estiverem falando a mesma coisa, para essa pessoa está bom, porque está falando dela.

Tem alguns famosos que entram em programas para se expor, para expor sua intimidade, porque eles sumiram da mídia, e acham que nesses programas eles aparecerão novamente. Tem polêmicas que são produzidas, e tem pessoas que se alimentam de polêmicas.

de famosos, de pessoas, para que essas pessoas tenham a visibilidade. Fulano foi fotografado entrando na padaria. Oh, fulano come pão. Oh. Aí o fulano tira foto comendo um cuscuz e dizendo, olha, meu café da manhã. Aí todo mundo, oh, ele come cuscuz. Né?

Esses dias teve uma pessoa, teve até um que eu achei engraçado, foi isso aqui na minha cidade, só o que tem. Mostrando, olha gente, que extraordinário, que fruta exótica, que eu estou podendo comer, se você gosta, se inscreve, deixe seu like. Aí tu ia ver, a fruta era um cupul. Aí a gente olhando, ó, fulano comeu cupul, que extraordinário. Porque na verdade, irmãos, é pessoas buscando visão de pessoas.

Ou aprovação de pessoas. E aí o Senhor me fez pensar assim, a respeito de mim. Que olhar você tem buscado receber a aprovação dos outros ou a minha aprovação?

Qual é o assunto que, se Jesus fosse falar a seu respeito, se o Senhor fosse colocar a seu respeito, qual seria a pauta, o assunto do hype? Nós, às vezes, colocamos e olhamos nessa terra...

para pessoas, e dedicamos em ter aprovação de pessoas, e produzir coisas, e fazer coisas, para que as pessoas nos olhem, nos amem, nos queiram, nos valorizem, nos respeitem. E às vezes nós não temos a mesma preocupação com relação ao que o Senhor pensa ao meu respeito.

Às vezes nós queremos até subir a um degrau para ter um olhar de ver as pessoas abaixo de mim. Não, eu sou desse patamar, né? É outro patamar. Financeiramente eu sou de outro patamar. Socialmente eu sou de outro patamar. E nesse patamar eu me relaciono com esse tipo de pessoa, com esse tipo nós nos relacionamos. Não me relaciono porque eu sou de outro patamar.

E eu fico imaginando o João olhando para Jesus e para seus discípulos dizendo, eu preciso diminuir. Para que o Senhor cresça. Eu continuarei anunciando até que eu morra. Mas a mensagem que eu anuncio é a respeito dele, não é a respeito de mim. O ministério que eu tenho foi dado por ele, mas não é meu. Esse coração de João me incomodou.

Deu olhar e falou assim, eu preciso chegar a esse lugar. Eu preciso ter esse coração. Porque às vezes nós até fazemos coisas bem feitas para o Senhor. Mas em alguns momentos nós não olhamos e falamos, repara o Senhor.

Porque nós esperamos a aprovação dos outros, o olhar dos outros. Nós esperamos que aquela mensagem ministrada, que aquela canção que eu cantei, que aquela palavra que eu disse, que aquela dinâmica que eu fiz na célula, que aquela ornamentação que eu fiz, aquela organização de evento que eu produzi, as pessoas comentem a respeito, dizendo, oh, como o fulano é extraordinário no que ele faz.

Porque se o irmão fulano não tivesse aqui, não teria ficado tão bom como ficou. Porque se não fosse irmão fulana na cozinha, cozinhando aquela refeição que nós comemos e foi tão boa, não teria sido tão boa. A gente espera sempre que os outros digam coisas boas ao nosso respeito. Mas o que o Senhor diz ao nosso respeito?

Quando, esses dias a gente foi em, só que às vezes eu tô no meio de gente, eu fico pensando no lugar que eu tô, né? Se a gente foi no louvor lá em Marabá, no show gospel, né? E como eu sou velho, eu falei, vou pra lá, mas já vou levar a cadeira, pra me sentar, né? Porque velho é assim, eu pelo menos se me chamar pra fazer alguma coisa, eu já penso assim, tem lugar pra sentar?

porque ficar em pé duas, três horas, eu já passei dessa fase, eu não aguento, e aí eu falei, vou botar as cadeiras no bagageiro, vou levar, vou ficar longe, sentar de boa, e louvar a Deus, sentar de boa, levanta a mão, levanta a mão, tranquilo, fica até virar a noite, sentado, chegando, botando as cadeirinhas para trás, e foi enchendo de gente, enchendo de gente, e espremendo gente, noite abençoada.

Administrações, louvores maravilhosos. Mas o lugar que nós pensamos que ia ser confortável, começou a espremer. E, gente, que para andar assim a gente ficava bravo quando passava alguém perto da gente. Tinha que fazer murim para os outros não passarem. Só que a direita em que eu estava, tinha um camarote. E o camarote estava confortável.

Pouca gente, né? Vem quando eu vi alguém, chegava assim perto, olhava, levantava a mão, dava glória a Deus, sentava de novo. Exclusivo, né? Aí eu fico olhando assim, aí no meu coração pecador, eu falei assim, eu queria estar no camarote. Eu não queria estar aqui embaixo, no meio desse povo me espremendo. Né? Eu queria ter essa exclusividade pra estar no camarote.

Às vezes, irmãos, nosso coração é assim, eu quero estar no camarote. É para servir o Senhor? Eu quero servir, desde que seja confortável. Desde que não seja no empurra-empurra. Desde que não seja no povão, no chão de terra. E muitos buscam essa visibilidade, porque essa visibilidade te leva à exclusividade.

E tem um problema, o que é exclusivo não é inclusivo. A igreja, ela é inclusiva, ela tem que incluir pessoas. E quando nós buscamos a exclusividade, a gente está tirando, ou estamos saindo do meio, ou não estamos permitindo que outras pessoas entrem no meio. A igreja, ela tem que incluir, não exclusiva.

E eu trago para os irmãos esse exemplo de João Batista. João disse para os seus discípulos, eu não sou. E alguns que perguntaram a ele, eu não sou Cristo. Havia uma promessa que viria o Cristo, o Gido. E perguntaram para João, João, tu está bombando, João. João, quando você prega o povo da glória a Deus, João.

João, tem gente se batizando, João. Moço, o trem, o ministério está, está indo de vento e polpa, João. Aí João joga um balde de água fria no povo. Eu não sou o Cristo. Sabe por quê? João sabia o ministério que ele estava e ele sabia quem ele era. Irmãos, nós não podemos ficar num lugar onde o Senhor não nos chamou para ficar.

Nós não podemos desejar um lugar que o Senhor não nos chamou para estar. Porque nesse lugar pode ser lugar de queda. Eu já vi exemplos de pessoas que almejaram o sucesso na música gospel e não se sustentaram porque entrou no coração dele a vaidade por conta da fama.

Para essa pessoa é melhor ter ficado a vida inteira no anonimato e não perder a sua eternidade com o Senhor. E João disse, eu sei quem eu sou. Eu sei quem eu sou, eu não sou Cristo. Mas João disse também algo extraordinário. Eu sei quem Ele é. Não basta saber quem eu sou, eu preciso reconhecer quem Cristo é. Eu sei quem eu sou, eu não sou Cristo, mas eu sei quem Ele é. Ele é.

É o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Quando eu reconheço quem Cristo é na minha vida, eu me coloco no lugar em que eu devo estar. Às vezes nós erramos e achamos que somos o que não somos, porque nós não reconhecemos quem Cristo é nas nossas vidas. A segunda coisa que João falou é necessário que...

Jesus cresça, que ele cresça e que eu diminua. Olha, João não precisou juntar pessoas ao seu redor para viver o seu propósito. João não precisou de uma multidão para animá-lo, empolgá-lo. Para não deixá-lo depressivo, para não deixá-lo desamado.

João não acordava de manhã cedo dizendo, gente eu estou triste, porque não tem gente junto comigo. Porque a multidão não está me seguindo. Gente eu estou triste porque os meus discípulos têm diminuído. Porque outros foram seguir Jesus. João não precisou juntar pessoas. Porque ele não estava em busca disso. Porque ele tinha um propósito.

A motivação principal, a centelha, aquela chama que deve arder no meu coração, não deve ser pelo ambiente, mas pela presença. A chama que tem que arder no meu coração, não é por aquilo que está fora de mim, mas aquilo que já está dentro de mim.

Ah não, eu estou triste porque aconteceu isso. Ah não, eu quero desistir por causa disso. Não, eu quero abandonar por causa disso. Porque está frio, porque está gelado, porque não está dando certo, porque houve um desentendimento. Isso não deve me fazer parar, porque dentro de mim há uma centelha, há uma chama que não se apaga. Essa presença que está dentro de mim, que precisa me mover.

Não o que está fora. A multidão não deve ser a base para o meu movimento. Ah não, eu vou servir bem quando estiver cheio a minha célula. A minha célula vai ser extraordinária quando tiver lá 15, 20 pessoas. Não, meu ministério vai ser próspero quando tiver um monte de gente comigo servindo.

Não, o culto foi bênção porque todas as cadeiras estavam preenchidas. Não tinha nenhuma cadeira vazia, tinha gente em pé. Foi bênção. Na verdade, irmão, isso precisa começar dentro de nós. O que deve me motivar é a presença do Senhor. É a minha relação com o Pai. Não é o ambiente. Porque o ambiente, ele muda constantemente.

Tem reunião que vai dar um monte de gente, tem reunião que não vai dar. Tem dia que você vai estar saudável, tem dia que você vai estar doente. Tem dia que você vai estar com dinheiro na conta, você vai abrir lá o aplicativo lá do seu banco, vai estar lá saldo azulzinho. Tem dia que você vai abrir e vai estar vermelho. Tem dia que você vai pensar assim, rapaz, eu vou gastar com o que esse dinheiro?

Porque está sobrando. Milagre, né, irmão? Profetizo. Vai sobrar dinheiro. Tem dia que o boleto vai olhar para ti e falar, vai, meu filho, trabalhar. Porque eu já venci, tu ainda não. Vai, vai, vai. Irmão, o ambiente muda. E se eu viver pelo ambiente, eu não permanecerei constante.

Eu tenho que viver por Cristo, pela presença, viver pela fé, o justo viverá pela fé. E aí como eu falei, Mateus 11,11, anota aí. Jesus diz que não houve homem maior nascido de mulher que nem João Batista.

O homem que disse, não dou conta nem de amarrar as sandálias dele. O homem que disse, eu preciso diminuir para que ele cresça. Jesus olha para esse homem e diz, você é o maior. Irmãos, Jesus, Deus, disse para João, você foi o maior. Para um homem que disse a si mesmo, eu sou o menor.

Às vezes nós falamos assim, eu sou maior. Talvez Deus está olhando para você e dizendo assim, você não está sendo maior não, filho. Você está se apequenando. Você está se diminuindo. Não espere e nem busque hype de pessoas, mas de Cristo.

Dele olhar e falar assim, eis meu filho, em quem eu tenho alegria, em quem eu tenho satisfação, em quem eu tenho prazer. Jesus disse que João foi o maior, a grandeza está na essência e não na aparência. Ser grande está na sua essência, não na sua aparência. Na minha essência, não na minha aparência, não naquilo que eu pareço, é aquilo que eu sou.

Se eu sei quem eu sou, eu não preciso parecer para os outros quem eu sou. Se eu vir uma pesquisa, que pilotos de avião comercial, TAM, Gol, Azul, pilotos de avião, tem aumentado os casos de depressão depois de aposentados. Piloto de avião. Aí foi ver a causa. Porque dentro do avião é ele que manda.

Dentro do avião, a maior autoridade é o piloto. Se estiver lá o presidente, o presidente falar assim, vai para a esquerda, o piloto falar, não pode, vai para a direita, vai para a direita. Se ele falar assim, empresário dos passageiros, a Fivela é um cinto. Aperta o cinto. Você vai fazer o quê? Você vai apertar o cinto.

Dentro do avião pode ter juiz, embargador, advogado, empresário, o Elon Musk, não importa quem seja. Se o piloto falou, aperta o cinto, aperta o cinto. Autoridade. Dentro do avião. Na fila do pão, o piloto é igual a todo mundo.

E o que foi observado é que quando eles, nesses casos, eles perderam a sua autoridade posicional por ser piloto. E saíram desse lugar, eles encararam a dura realidade. Que eles não são aquilo que eles pareciam ser. Que eles não eram toda essa autoridade fora daquele avião.

Às vezes nós queremos parecer o que nós não somos. Isso, irmãos, traz dor, traz peso. Mas quando eu sei quem eu sou, o resto não importa. O resto é diminuído.

Muitos buscam reconhecimento humano porque esqueceram que o primeiro reconhecimento, que eu e você temos que buscar o reconhecimento dos céus. A aprovação dos céus. O que o Senhor pensa ao meu respeito.

A grandeza está na essência e não na aparência. Não queira parecer grande, seja grande. Não queira parecer um servo, seja servo. Não queira parecer um discípulo, seja um discípulo. Não queira se parecer, seja.

Ah não, eu vou falar igual fulano fala. Eu vou andar igual fulano anda. Eu vou cantar igual fulano canta. Eu vou pregar igual fulano prega. Eu vou me vestir igual fulano veste. Eu queria tanto ter a vida do fulano. Eu queria tanto ter a família do fulano. Eu queria tanto ter a esposa igual o fulano tem. O esposo igual a fulana tem. Os filhos, o emprego, a empresa igual o fulano tem.

Às vezes, irmão, a grama do vizinho é mais verde, mas é só filtro. Não é de fato. Mas quando eu fico gastando energia, olhando para o que o outro tem e desejando o que o outro tem, eu perco tempo investindo para que eu alcance, avance. E o que nós vemos hoje, são pessoas reproduzindo o comportamento de pessoas.

Não de Cristo. Quando você vê um pregador entrando num hype, você vai ver pelo menos umas dez pessoas imitando o pregador. Um cantor num hype, você vai ver mais umas dez pessoas imitando o cantor. Eu já estava conversando com um pastor de Marabá, que foi da mesma igreja do Fernandinho de Campos. Ele disse que quando o Fernandinho começou a crescer na música gospel, com um música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música música

Os ministérios de louvor da igreja estavam começando a cantar igual o Fernandinho. Os cantor. Com a mesma entonação. Com o mesmo jeito. Do Fernandinho. O meu outro falando que está errado. O meu outro falando que você precisa desenvolver a sua personalidade, a sua identidade em Cristo e não em pessoas. Goste de mim, mas não queira se parecer comigo não. Senão tu vai se decepcionar se pareça com Cristo.

Goste de ser o pastor, de ser o líder de célula, mas não querer se parecer com ele, se parecer com Cristo. Porque quando nós olhamos só para pessoas, nós não conseguimos olhar para quem de fato é o nosso modelo, que é Jesus. E o exemplo de João, para mim, é um exemplo. Um homem que olhou para Jesus, e se colocou, e se identificou.

como alguém menor, porque de fato ele era menor. Mas hoje, o que eu vejo no gospel, são pessoas se elevando ao nível de Cristo. E é o que mais dá visualização, mas tem gente observando. Essa semana eu fui fazer um...

Uma pesquisa pessoal, né? Abriu os vídeos. Daí veio o tema da mensagem. A minha filha mais velha, a Ana, estava vendo. Papai, você está assistindo isso? Estou assistindo. Foi a minha pesquisa. Abriu os vídeos das piores coisas do gospel. Aí tu vê cada coisa, irmãos, estranha. Cada negócio estranho.

E eu fiquei pensando assim, por que a pessoa se presta a um papel desse? Não tem base bíblica nenhuma. A conclusão que eu vi pessoal, é que eles estão produzindo algo, porque tem gente desejando esse conteúdo, buscando esse conteúdo. Exemplo.

Alguns anos atrás, em Rondon, teve na exposição, quando ainda tinha, a exposição ainda era mais ou menos, teve um show de um cantor secular, que na época ele estava em super alta, né, de sertanejo. E eu soube, eu não fui, mas eu soube, que a última música dele, ele cantou uma música gospel. Que na época era, Entra na minha casa, entra na minha vida.

Ele cantou. E encerrou o show dele com essa música. Sabe o que ele cantou a música gospel? Que ele sabia que tinha um monte de crente lá no show dele. Então ele precisava fazer algo para também agradar esse público. E quanto mais nós desejarmos conteúdo ruim, mais conteúdo ruim vai ser produzido.

Quanto mais nós buscarmos padrões e comportamentos do mundo, mais padrões e comportamentos do mundo vai ser produzido. Porque tudo que tiver demanda, vai ter oferta. Tudo que tiver gente querendo, vai ter gente produzindo. Então, se você produz conteúdo, produza conteúdos bons. Ah, Tiago, mas nem deu visibilidade. Continue.

O que você está fazendo? É bom? É bom? Continue. Ah, mas não tem nem seguidor. Você não precisa fazer para agradar os outros. Se a base é Cristo, você vai estar agradando primeiro a Cristo. Não mude a mensagem para agradar o ouvinte. Não altere a essência para priorizar uma aparência.

Segundo exemplo, depois do exemplo de João, é o exemplo de Jesus. Ó, primeira coisa que eu vejo no exemplo de Jesus, dentro desse olhar. Jesus não buscou juntar seguidores. Jesus buscou juntar discípulos. Jesus não queria foco em quantidade de pessoas seguindo Ele.

Ele queria discípulos. Discípulos. Jesus chegou para pessoas e falou, segue-me. Esses seguiram. Mas teve outros que mesmo sem Jesus chamar, eles foram também. Os seguidores. E no meio dos seguidores, tem aqueles que gostam quando tudo dá certo.

E questionam quando algo sai fora do planejado. A Bíblia vai citar alguns exemplos. Vai falar que alguns buscaram Jesus depois da multiplicação dos pães e dos peixes. Porque a notícia saiu. Rapaz, tem um homem ali. Você não acredita. Ele pegou uns peixinhos velhos.

uns pãozinho velho, e deu comida para mais de 5 mil, rapaz, é mesmo, eu vou seguir esse homem bem aí, porque eu não vou passar mais fome, qualquer coisa vira comida na mão desse homem, a Bíblia de Jesus se vira para esses, e fala assim, o filho do homem não tem nem aonde reclinar a cabeça, ele está dizendo assim, nem casa, nem cama eu tenho, se vai me seguir por interesse, você está seguindo a pessoa errada.

Porque Jesus não tem interesse nenhum em juntar seguidores. Jesus tem interesse em juntar discípulos. Discípulos desejam, anseiam se parecer com o seu mestre. Discípulos não buscam o seu mestre porque o mestre pode dar a ele algo. Ele busca o seu mestre porque ele quer se parecer com o seu mestre.

Jesus quer essas pessoas. Não importa a origem, a história do passado, a nacionalidade, o nível social, a experiência, se sabe falar em público ou não, se estudou ou não, se tem uma profissão ou não. O que Jesus quer são corações sedentos de se parecerem mais com Cristo, com Jesus.

Sabe, só apareceu 12. Quando houve multiplicação dos pães e dos peixes, havia mais de 5 mil. Quando Jesus fazia milagres, a multidão batia palma e achava fantástico, que legal. Ele estava cego e está vendo. Olha, Lázaro, ressuscitou depois de quatro dias morto. Esse homem é fantástico.

Mas quando Jesus vai falar, é necessário que o filho do homem padeça, é necessário que o filho do homem sofra, é necessário que o filho do homem morra e ao terceiro dia ressuscite, só estava 12 lá irmãos. Quando Jesus falou algumas palavras pesadas, muitos desistiram do caminho, Jesus vira para os 12 e diz assim vocês, não vão desistir também não?

Porque se for a hora é agora, eu não estou afim de multidão, eu não estou afim de seguidores. E aí Pedro, cheio de Deus, vira para Jesus e fala assim, para onde iremos se só o Senhor tem as palavras de vida eterna? O interesse dos discípulos, irmãos, não é o que está na mão, não é o que pode ser oferecido.

Mas é a oportunidade de caminhar junto, de dormir junto, de se alimentar junto. E de dia após dia se pare e se remais com o seu Senhor. A igreja do Senhor, formada por discípulos do Senhor.

Precisa buscar isso. Não aquilo que está nas mãos do Senhor. Não aquilo que o Senhor pode prover, pode dar. Mas sim a presença do Senhor. Ah não, eu vou para a igreja porque eu estou precisando da bênção. Ah não, eu vou para a igreja porque eu estou precisando da cura.

Eu vou fazer isso aqui para o Senhor como ato de fé, porque Ele vai multiplicar. Ah não, se eu der mil, o Senhor vai multiplicar dez vezes mais. Eu quero mais, então eu vou dar. Ah não, se eu fizer esse jejum aqui, Deus vai abençoar para que eu adquira isso, ganhe isso, faça isso. Querido, Deus faz, porque Ele é fiel, Ele diz que vai fazer. Mas a motivação do meu e do seu coração não deve ser essa.

Não por aquilo que está nas mãos do Senhor, mas por quem Ele é. Tem uma canção que eu acho linda, a letra. Que ela diz assim, eu não vim atrás de bênção, o Senhor não deve nada para mim. Mas o que eu quero é, o que eu posso fazer, eu só quero a Ti, só o Senhor. Assim como Maria que se sentou aos pés de Cristo para ouvi-Lo, para ser alimentado da presença. Nós precisamos ter no nosso coração esse desejo, irmãos.

O Senhor dá porque Ele é bom. Ele é galardoador, recompensador daqueles que o buscam. Mas essa não deve ser a nossa primeira motivação. Jesus, Ele não veio ao mundo para lançar uma nova tendência. Jesus não veio ao mundo para ganhar aprovação de pessoas, para instituir um reino nessa terra.

isso era expectativa de alguns, afinal essa era a expectativa de muitos judeus, que o Messias viria e criaria um reino nessa terra, e Jesus vem e ele começa a dizer, o meu reino não é dessa terra, Jesus não nasceu num berço de ouro, não nasceu numa família que tinha sobrenome, não nasceu em um lugar famoso, e já

conhecido, rico, em Isaías 53, vai dizer que nele não havia beleza alguma para que o desejássemos. E esse modelo de Cristo, irmãos, para para pensar, ele vai totalmente na contramão do formato e do modelo do mundo.

Porque no modelo do mundo, para que eu atraia o olhar, a atenção, eu preciso ter um formato, eu preciso ter uma iluminação, eu preciso ter uma eloquência, eu preciso usar uma marca de roupa, eu preciso ir naquela viagem, naquele lugar, para poder fazer a filmagem lá, eu preciso tirar foto e mostrar aquela...

Aquela viagem, aquele passeio, aquela comida. E aí todo mundo vai começar, eu quero te seguir. Você é legal, você é demais. Eu quero fazer essa viagem. Como é extraordinário. O fulano foi lá em Paris, que legal. Eu quero isso também. Tem gente que eu acho que perde o prazer da viagem preocupando só em registrar a viagem para os outros verem.

Em vez de comer, né, esse dia eu vi o homem casais, né, o homem doido pra comer, mas a mulher tirando foto do prato antes de comer, né. Tirando mão de foto. Peraí, peraí, só mais uma foto. Eu tô falando que, irmãos, isso não tem problema nenhum. Mas a motivação por trás precisa ser, haver uma reflexão. Porque nós nos preocupamos muito em agradar as pessoas.

Se preocupe também em agradar o coração do Senhor. Em ter essa mesma preocupação. Senhor, eu preciso agradar o Senhor hoje. Eu preciso fazer aquilo que o Senhor espera de mim hoje. Nesse mês, nesse ano.

Porque Jesus não veio instituir uma moda. Jesus não veio instituir uma tendência. Olha, galera, estou criando aqui o cristianismo. Vai ser legal. Todo mundo vai andar de mão dada. Todo mundo está juntinho. Bença demais. Quem é do cristianismo, levanta a mão e diz aí. Glória a Deus. Me segue aí, galera. Eu estou aqui. Irmãos, a mensagem do Evangelho.

Abra sua Bíblia aí. João 16, Mateus 16. Mateus 16. Mateus 16, 21. Diz assim.

Desde aquele momento, Jesus começou a explicar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse para Jerusalém e sofresse muitas coisas nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes, dos sacerdotes e dos mestres da lei, e fosse morto e ressuscitasse no terceiro dia. Então Pedro, chamando a parte, começou a repreendê-lo, dizendo, Nunca, Senhor, isso acontecerá.

Jesus virou-se e disse a Pedro, Pedro era discípulo, para trás de mim, Satanás, você é uma pedra de tropeço para mim e não pensa nas coisas de Deus, mas nas coisas dos homens. Então Jesus disse aos seus discípulos, se alguém quiser acompanhar-me...

Negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá. Mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará. Olha esse texto, irmãos. Jesus começa a dizer, gente, eu vou sofrer, vou precisar morrer. O treino não é bom, não vai ser fácil. No mundo vocês têm aflição. Essa é a mensagem do Evangelho. Essa é a mensagem de Cristo.

A mensagem de João era, arrependam-se, pois é chegado o reino dos céus. Jesus começa a dizer aos discípulos aqui, irmãos, e olha, se você ler o capítulo de Mateus, que nós citamos agora, Mateus 16, Pedro brilha, Pedro brilha, que Pedro declara.

Você é o Cordeiro de Deus Não é O Cristo O Senhor é o Cristo O Filho do Deus vivo Pedro brilha E Jesus olha para Pedro e fala Você está certo Sobre essa afirmação Sobre essa pedra Vou edificar a minha igreja As portas do inferno Não prevalecerão contra a minha igreja Eu fiquei imaginando Pedro pensando Eu sou bom demais É Eu sou bom demais

Acertei Tinha doze aqui Mas eu que levantei e falei assim Você é o Cristo Ainda fui elogiado por Jesus Hoje Hoje eu estou dez de dez Três, quatro versículos pra frente Jesus vira pra Pedro e fala assim Pra trás de mim, Satanás É a mesma conversa Porque você não está pensando nas coisas dos céus E aí

Mais nas coisas dessa terra. Sabe por quê, irmãos? Quando Jesus começa a dizer assim, eu preciso sofrer. O filho do homem vai para Jerusalém. Jesus está falando, eu vou pagar o preço para que vocês sejam libertos, salvos, perdoados, redimidos, transformados, curados, renovados. Eu vou pagar o preço porque o Pai amou vocês, me enviou para morrer no lugar de vocês. Aí Pedro está falando, não, Jesus.

Que conversa fez? Que conversa, negócio de morrer não, Jesus. Legal é quando tem multiplicação de pães e peixes. Legal é quando a gente vai ver o milagre acontecendo. Legal é quando as coisas, eu oro e dá certo. Legal é quando o povo é alimentado. Legal é quando o morto ressuscita, o cego vê, o coxo anda. Isso é extraordinário.

Mas quando Jesus fala assim, eu tenho que morrer. Pedro fala, não, isso não vai acontecer não, para com essa conversa. Jesus olha e fala assim, você está enganado. Satanás é enganador. Porque você não está pensando nas coisas dos céus. Porque o reino dos céus não tem o mesmo modelo das coisas dessa terra.

No reino dos céus, o primeiro é o último, o maior é o menor, o que quer servir é o que serve. No reino dos céus, quem é chamado é servo, não é estrela. No reino dos céus, quem aparece é quem tem que pagar o maior preço.

No reino de Deus, a quem é dado é cobrado. No reino de Deus, quem segura a mão no arado não pode olhar para trás. No reino de Deus, quem é levantado para servir é provado no deserto. No reino de Deus, nós enfrentamos leões. Nós pagamos o preço para morrer, para que outros tenham vida. No reino de Deus, o vaso é de barro. A honra é do mestre, é de Cristo.

No reino de Deus não tem estrelas. Tem servos. No reino de Deus não tem maior nem menor. Mais bonito, mais feio. Mais rico, mais pobre. Escravo ou livre. No reino de Deus tem filhos. Amados do Pai. Irmãos, quem faz diferença somos nós. Para Cristo não tem diferença nenhuma. Todos somos iguais.

Às vezes nós olhamos e nós achamos por um instante que somos ou maiores ou menores. Mas isso é o nosso olhar. Para Cristo nós somos iguais. No evangelho anunciado por João Batista e Jesus, não há atração, não há entretenimento. Pois a mensagem é clara.

Arrependam-se, pois é chegado o reino dos céus. Quem quer seguir, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz para seguir. Irmãos, o que sai da essência do evangelho é aparência, é imagem, mas não tem como base a verdade. Muita coisa hoje no gospel, que está no hype, não tem base cristã, porque nela não há Cristo.

Olha, observa, aonde que Cristo está no meio desse negócio. Aonde que há mudança de vidas, arrependimento, transformação. Eu preciso olhar, irmãos, para o formato, o modelo ensinado por Jesus. Porque se nós formos observar o próprio Pedro, por um instante, ele olha e fala assim, esse negócio está estranho.

Porque ele não estava entendendo que o reino de Cristo envolvia o sacrifício de Cristo, a entrega de Cristo, a morte de Cristo. A oferta maior, através da sua própria vida.

E às vezes nós queremos, e eu me encontro às vezes assim, viver um evangelho confortável, onde não há oferta, não há entrega, não há renúncia, não há arrependimento. Esse não é o evangelho de Cristo. O evangelho ostentação, onde eu ostento a benção.

Olhem, irmãos, a bênção. Contemplem a bênção. Adorem a bênção. Muitos hoje adoram bezerros de ouro em forma de bênção. Vivem em prol da bênção, não em prol de Cristo. Quando Cristo te der muito, irmão, muito. Rapaz, Deus me deu. Pense na bênção. Muito. Ele está te dando a oportunidade de abençoar muita gente.

de ser bênção na vida de muitas pessoas. Não retenha aquilo que o Senhor tem colocado à sua disposição, mas distribua qualquer coisa que seja. Deus te deu energia, vida, saúde, tempo, recursos. Abençoe os outros. A Bíblia cita em Mateus 5, 13.

Queria ler esse texto com vocês. Mateus 5, 13. Olha o que o texto diz. Jesus está falando, vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.

Jesus diz, vocês são o sal da terra. Deixa eu te perguntar, quando nós vamos em um restaurante, em uma lanchonete, vamos comer alguma coisa. Você chega lá, tem um cardápio. Você já viu no cardápio lá o sal? Eu ainda não vi em Rondon. Só se for um lugar muito chique, né?

Que você escolha tudo, inclusive o sal. Mas em Rondô, eu falo, vamos comer a pizza. Aí tu vai escolher calabresa, frango catupiry, carne de sol. É isso que você escolhe. O sal não está no cardápio. Mas se a tua refeição, o que você pediu, chegar na sua mesa. E você for comer e não tiver sal. Você vai comer e falar, está estranho. Está faltando sabor.

Tá faltando sabor. Vai lá depois no espetinho, me chama também. Tiago, eu quero te abençoar com a picanha, bora comer. Mas come picanha mesmo, come colchão duro não. Picanha. Se vier sem sal, irmão, pode ser a melhor picanha. Você vai lá e fala, tá faltando sabor nesse trem. Irmãos, o sal não tá no cardápio, mas quando ele não está no prato, ele faz falta.

O sal, ele não precisa aparecer, mas ele precisa fazer falta quando ele não está. Às vezes nós queremos aparecer, nós não precisamos aparecer. Mas a minha ausência precisa fazer falta. Onde eu estou, eu preciso dar sabor. Aquela reunião de trabalho, eu estou assim, vamos orar, tem alguém que pode orar? Eu posso, irmão, eu queria orar.

Não se escondem, ele fala assim, vou nem dizer que eu sou crente, porque, não, quer orar? Estou aqui, quero orar. Eu posso orar para vocês? Vou orar. Aproveitar essa oportunidade. Irmãos, eu não preciso ser o centro, mas onde eu estou, eu preciso ser sal, dar sabor, dar sentido, ser bênção, no lugar onde eu estou.

O sal não precisa aparecer, mas quando ele não está, ele faz falta. Não precisamos atrair a atenção. Mas precisamos ser aqueles que colaboram, que participam, que oram, que jejumam, que sustentam, que abençoam. Deixa eu te perguntar, o que falta quando você falta?

O que falta, quando você falta. Quando você não está, as pessoas sentem falta ou dão graças a Deus? Graças a Deus que o flamengo veio, vou ter paz. Ou as pessoas sentem falta? O cristão, irmãos, abençoa o lugar onde está. Deus nos chamou para sermos bênção.

Prosperidade não tem como base ser abençoado, mas ser bênção. Quando Deus chama Abraão e fala que Abraão será pai de grande multidão, Deus diz a Abraão, seja tu uma bênção. Onde Abraão foi, Abraão foi bênção, irmãos. Abraão foi para um lugar que era deserto. Sabe o que Abraão fez no deserto? Cavou poços.

Tinha gente que pensou, esse homem está tentando a cabeça, como é que eu vou cavar, achar água no deserto? Abraão cavou poços no deserto e achou água. E alimentou os seus animais, abençoou os vizinhos. Depois de Abraão veio o seu filho, cavou poços no deserto. Depois de Isaac veio o outro neto.

Jacó cavou poços. Tanto é que em João capítulo 4, a mulher samaritana que conversa com Jesus, estava à beira de um poço que foi cavado, ela diz, pelo pai Jacó. Pode ser deserto, irmãos. Se Deus te colocou lá, é para você ser benção. Não tem nada para fazer não, Senhor. Eu vou cavar um poço bem aqui, para me abençoar a vida desse povo nesse lugar.

Eu vou fazer algo para abençoar a vida desse povo nesse lugar. Ou a gente fica reclamando porque está no deserto, e que no deserto nada dá certo, ou eu vou ser um canal de bênção no deserto. E para encerrar, para viver o reino de Deus, eu não preciso ser o centro, eu preciso ser o epicentro. Foi até o tema do congresso, dos jovens. Eu não preciso ser aquele que quer atrair a atenção dos outros, que quer...

Juntar os outros. Eu preciso do seu epicentro. O ponto inicial de uma grande onda. Que vai gerar um impacto poderoso no lugar onde eu estou. Amém? Fique de perto do seu lugar. Eu queria orar com você.