Caiado como favorito do PSD ao Planalto; governador do Rio renuncia; pressão por prisão domiciliar de Bolsonaro
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- Disputa Presidencial PSDDesistência de Ratinho Junior · Ronaldo Caiado como favorito · Eduardo Leite como pré-candidato · Apoio do agro e setor financeiro · Tema de segurança pública · Escolha final até final do mês
- Renuncia Governador Rio de JaneiroCassação no TSE · Contratação irregular de cabos eleitorais · Eleição indireta para mandato tampão · Sucessão no estado · Pressão eleitoral de Claudio Castro
- BolsonaroParecer favorável da PGR · Preocupações com saúde do ex-presidente · Decisão de Alexandre de Moraes · Articulações políticas · Condições do sistema prisional · Recompra de hospitais
- Atuação de Lucia na políticaApoio de Flávio Bolsonaro a Sergio Moro · Disputa pelo governo estadual · Filiação ao PL · Impacto nas candidaturas presidenciais
Governador do Rio renuncia ao cargo na véspera de julgamento de cassação no TSE. A Tim Júnior desiste e PSD deve lançar Ronaldo Caiado à presidência da República. Pressão sobre Alexandre de Moraes aumenta após PGR apoiar prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Três assuntos mais importantes do dia em apenas 10 minutos. Ouça agora só o que é essencial para você começar a sua terça-feira.
Primeiras Notícias. Num movimento inesperado, o governador do Paraná, Ratinho Júnior, até então o principal nome do PSD para disputar a presidência da República, decidiu sair da corrida. Com isso, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, passa a ser o favorito da legenda ao Planalto. Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, segue como outro pré-candidato do partido. A desistência de Ratinho está ligada ao cenário político no Paraná. Na semana passada,
Flávio Bolsonaro anunciou apoio à candidatura de Sérgio Moro ao governo do Estado. O ex-juiz que lidera as pesquisas deve se filiar ao PL para participar dessa disputa. De Brasília, repórter Larissa Lopes conta agora os detalhes. Oi, Fred. Com a desistência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que estava à frente dos demais candidatos do PSD nas pesquisas para a presidência,
do partido. Com Ratinho Júnior fora da disputa, o PSD pode optar entre Caiado e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Mas a avaliação na legenda é que Ronaldo Caiado tem maior força por ter apoio do agro e até de setores da economia representados pela Faria Lima. Além disso, ele tem a bandeira da segurança pública, que será um dos temas de destaque nas eleições deste ano.
Leite desta segunda-feira. Já Eduardo Leite reforçou que está à disposição do PSD. Do meu lado, eu sigo firme com a pré-candidatura à presidência da República pelo PSD. Mais do que isso, estou com energia, disposição e verdadeiramente interessado em liderar um projeto que ajude a despolarizar o país. Chega de ficarmos debatendo os desafetos. A gente precisa colocar a nossa energia em discutir os desafios do Brasil, que não são poucos.
melhores governadores do país e sabe das razões que o levam a esta decisão e o que cabe é apoiá-lo. Integrantes do partido dizem que Ratinho Júnior preferiu ficar no governo após o pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, ter endossado a campanha do senador Sérgio Moro ao governo do Paraná. Apesar de lideranças do partido agora apostarem em Caiado, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a escolha do candidato do partido
mês. Segundo ele, Eduardo Leite e Ronaldo Caiado são governadores muito bem avaliados, com inúmeras realizações ao longo de suas vidas públicas. Fred. No Rio de Janeiro, numa tentativa de evitar a cassação e a perda de direitos políticos e, consequentemente, manter de pé a pré-candidatura ao Senado, o governador Cláudio Castro renunciou ontem, na véspera de o TSR, tomar o seu julgamento por corrupção. O Ministério Público acusa
Bom dia, Fred. Após cinco anos no cargo, o governador do Rio Cláudio Castro anunciou a renúncia nesta segunda-feira para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro.
A saída aconteceu na véspera da retomada de um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral que pode terminar com a condenação de Castro. Se isso ocorrer, mesmo com a renúncia, ele pode ser considerado inelegível. O Ministério Público acusa de contratação irregular de cabos eleitorais através de um órgão público, o CEPERJ. Em um pronunciamento à imprensa em que não abriu espaço para perguntas, Castro afirmou que sai de cabeça erguida. Hoje eu encerro o meu tempo à frente do governo do Estado.
Vou em busca de novos projetos, como todos sabem. Sou pré-candidato ao Senado. Saio de uma maneira de cabeça erguida, de forma grata. Ele também fez um balanço do mandato e exaltou a mega-operação contra o Comando Vermelho em outubro do ano passado, que terminou com 122 mortos, incluindo cinco policiais. Reestruturamos a segurança pública do nosso Estado.
mil policiais civis. Fizemos um combate ao crime organizado que nunca tinha sido feito antes. Fizemos a maior operação do mundo aqui no Rio de Janeiro. Castro foi eleito vice-governador em 2018 e assumiu o comando do Estado em 2021, após o afastamento de Wilson Witzel, que foi alvo de impeachment. Em 2022, foi reeleito em primeiro turno. O Rio não tem vice-governador e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacelar,
está afastado pela Justiça. Com isso, o Estado será gerido interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto. Com o perfil discreto, o desembargador será responsável por convocar uma eleição indireta em até 48 horas. Antes da renúncia, Castro assinou um decreto em que dá superpoderes para o secretário da Casa Civil, que terá atribuições orçamentárias e de nomeação de servidores. A Alerj deverá realizar a eleição indireta em 30 dias.
está marcado por incertezas depois que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, derrubou regras como o voto aberto e o prazo de apenas 24 horas para a desincompatibilização de candidatos. A Liminar retirou por hora nomes cogitados para o mandato tampão, como Nicola Mitioni e Douglas Ruas, que ocuparam o secretariado de Castro. O plenário do STF ainda pode alterar o quadro. Volto com você, Fred.
Moraes cresceu após a Procuradoria-Geral da República se manifestar a favor da prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. No documento enviado ao Supremo, o Procurador-Geral Paulo Gonê mencionou preocupações com a segurança do ex-presidente e a falta de suporte médico nas unidades prisionais. Igor Cardim. Após a Procuradoria-Geral da República se manifestar a favor da prisão domiciliar de Bolsonaro,
Alexandre de Moraes se posicione sobre o pedido da defesa do ex-presidente. A manifestação, assinada por Paulo Gonê, aponta que a manutenção de Bolsonaro no regime fechado agrava sua vulnerabilidade e a expõe a risco de vida iminente diante de doenças graves. O parecer diz ainda que o sistema prisional não oferece condições de monitoramento médico integral, defendendo a prisão domiciliar como
medida necessária para garantir a preservação da vida e da dignidade humana. A decisão pode ser tomada de forma monocrática ou levada à primeira turma do STF. Moraes também pode determinar a realização de uma perícia médica pela Polícia Federal para avaliar o estado de saúde do ex-presidente. Em meio às tratativas pela mudança do regime, Moraes se reuniu novamente nesta segunda-feira com a ex-primeira-dama
L. Bolsonaro no gabinete do STF. O encontro ocorreu horas após o envio do parecer da PGR como parte das articulações em torno do pedido da defesa. Na semana passada, o senador Flávio Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também estiveram com o ministro para tratar do quadro de saúde do ex-presidente. Internado desde o dia 13 de março, Bolsonaro apresentou boa evolução clínica
fechou a unidade de terapia intensiva sendo transferido para um quarto no Hospital DF Star em Brasília. Segundo o último boletim médico, o quadro é estável com tratamento à base de antibióticos, suporte clínico e fisioterapia. O ex-presidente foi internado após um mal-estar na prisão, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por crimes como tentativa de golpe de Estado. Essas foram as três principais informações de hoje.
Notícias é um podcast da CBN produzido por mim, Frederico Goulart, e pela Ana Luísa Barreto. A edição sonora é do Isaac Roberto. Estamos todos os dias, antes das seis da manhã, no aplicativo da CBN, nas caixas de som inteligentes e em todos os tocadores de áudio. Um ótimo dia pra você!