Episódios de Making of da Vida Alheia - Mova

Tudo que vai, volta

06 de maio de 202612min
0:00 / 12:23

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O Making of da Vida Alheia - Mova é um podcast que teve origem na vontade de levar para a podosfera o universo das caixinhas anônimas, que existe no Twitter desde 2023. 

Bajô e Priscila Armani leem e comentam caixinhas com os mais diversos tipos de história. Tem para todos os gostos. Vem ouvir, se divertir e refletir também! Aqui julgamos muito! Prepare-se!  

Hashtag do episódio: #bajo35309

Participantes neste episódio2
P

Priscila Armani

Host
B

Bajô

Co-host
Assuntos2
  • Relacionamento tóxico e traiçãoArrependimento de traição · Insegurança no relacionamento · Consequências de ações passadas
  • Julgamento de caixinhas anônimasDepoimentos inacreditáveis · Falta de empatia
Transcrição33 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Making of da Vida Alheia, um podcast pra gente julgar muito. Olá, bajorianos e bajorianas. Eu sou a Priscila e esse é o Making of da Vida Alheia, o MOVA, trazendo caixinhas com depoimentos inacreditáveis para julgarmos muito. Suspeitei desde o princípio. Hoje estou aqui mais uma vez com a nossa querida Bajô. Olá, Bajô.

Olá Priscila, você tá boa? Tudo ótimo. Bajô, na história de hoje, a Anônima manda o seu relato pedindo empatia da comunidade bajoriana. Ei, foda-la! A pessoa não conhece. Oh, eu fico com tanta pena.

perante o drama que ela tá vivendo, com a hashtag Baje 35309, o nome do episódio é Tudo Que Vai Volta. Gente, a pessoa quando pede empatia, eu tenho certeza que é a que menos merece empatia. Pois é, vamos conferir.

Mas antes da gente seguir, dá uma força pra gente ir lá no Spotify, dando 5 estrelas pro nosso podcast. Confira a nossa assinatura no Aurelo. Por apenas 10 reais você tem direito a ouvir 10 episódios, além dos que saem nas plataformas gratuitas.

E atenção, a partir de junho esse valor será reajustado e passaremos a cobrar R$ 15,00. Aproveite o preço e enquanto é tempo, vai lá em aurelo.cc barra making of da vida alheia. Vamos então à caixinha de hoje.

Mulher de 26 anos, antes que me julguem, eu sei que errei e me arrependo, mas eu era nova e burra, por favor, não me xinguem. Não delira. Já começou bem a caixinha, né, Bajor? Ela tá se justificando antes de começar a contar a história. Boa coisa ela não fez. Pois é. Daqui pra frente, só pra trás.

Todos os nomes são fictícios. Quando eu era nova, conheci Maria na escola. E logo ficamos amigas. Maria tinha outra amiga. Ana, que namorava o irmão dela, João. Ana era a garota mais linda que eu já vi. Do tipo que nem parece real de tão linda.

E João era tão lindo quanto. Então, pelo que eu entendi, Maria. Maria tinha o irmão João. E aí a Ana era namorada do João. E ela era amiga da Maria. Quem conta a história é amiga da Maria. Beleza. Entendi tudo. Isso.

O tipo de cara que além de lindo é cavaleiro, engraçadinho. Quando eu conheci ele, me apaixonei de imediato. E a umidade do ar atingiu 100%. Na época, eu era bem atentada, então eu dava umas flertadas, mas ele nem tchum. Você devassa!

Fiquei uns bons meses tentando algo com eles sem sucesso. Até uma vez que saímos todos juntos para a casa de praia deles. Isso uns dois anos depois de eu conhecer eles.

Teve uma hora que bebemos tanto que sobrou só João e eu. Já avisei que vai dar merda isso. Eu juro que não foi de propósito. Essa vagabunda passou dois anos dando em cima do cara namorando e vem falar que não foi de propósito. Ai, nossa. Aí ela continua.

Eu já tinha até me conformado que não tinha chance com ele. Mas eu tava muito bêbada. E ele também. Fudeu! E acabou rolando um beijo. Foi a bebida, Bajo, entendeu? Que induziu ela. Ela não tem a cara de pau de vir colocar a culpa na bebida essa hora.

No dia seguinte, ele meio que me deu uma ignorada e depois implorou para que eu não contasse pra Ana. Mas acabei contando pra ela porque estava me sentindo mal. Você é burro, que loucura. Mentira! Mentira! Ela contou pra lá separar o casal, essa sonsa do caralho. Ai, Deus. Indefensável, moça. Eu já larguei sua mão há muito tempo.

Eles dois terminaram numa briga horrível no meio da viagem. João passou a me ignorar. Mas depois de alguns meses enviando mensagens pra ele e pedindo desculpas, ele acabou me perdoando. Contei que tava com consciência muito pesada e ele aceitou. O conceito de estratégia.

Coitada, ficou com a consciência pesada, Bajô. Essa menina, eu queria esfregar a cara dela na parede em nome da Ana. Coitada da Ana. Pois é. Algum tempo se passou e Ana, mesmo ainda sendo amiga de Maria, passou a não frequentar a casa dela por causa de João. Então, eu e ele fomos nos aproximando bastante, já que eu vivia lá.

Resultado, começamos a namorar. Em grego, estrategia? Nisso eu já tinha 22 anos. Ai, ai. Então ela, pelo que ela tá falando, ela insistiu pra cacete pra esse cara ficar com ela, hein? Não, insistiu. Essa daí fez o inferno na vida desse casal até separar ele. Pois é.

Agora eu tenho 26 e Ana começou a frequentar a casa de Maria novamente, porque João saiu da casa dos pais para morarmos juntos. O problema é que agora ele vive indo para a casa dos pais e sei que é para ver Ana. A vingança nunca é plena. Mata a alma e é envenena.

Eu peguei o perfil dela no histórico dele do Insta. Já tinha pegado várias vezes. Porra! 20 anos de curso, porra! Depois, encontrei algumas fotos deles. E ele se recusou a jogar fora. Bom, sim. E daí? E o fim da picada foi numa briga nossa por causa dela.

Ele admitiu que se pudesse voltar no tempo, nunca teria me beijado naquela noite para poder ainda estar com ela. E que esse é o maior arrependimento da vida dele. Bem feito, bem feito, bem feito. Eu tô aqui, ó, batendo panela. Palhaça! É, não tem como. Aí agora ela continua, Bajou.

Sei que muita gente vai dizer que mereço isso. Claro, óbvio. Mas entendam que as pessoas amadurecem, se arrependem e mudam. Ah tá, agora que é o seu... Na reta, eu não ia falar, mas agora eu vou falar.

Agora que a seu cu na reta tá arrependida, né? Pois é. Aí ela continua. Sempre fui uma boa namorada. Nunca traí. Virei minha vida de cabeça pra baixo por ele. E agora? Sinto que posso ser trocada a qualquer momento se ela quiser. No duro, é? São quatro anos juntos. E não quero perder isso. Amo ele demais. Estou quase me humilhando. Azar seu.

Amo ele demais, estou quase me humilhando e implorando para ela nos deixar em paz. Ela nem está fazendo nada, ela só está vivendo. Ai, fim da caixinha.

Não tem como. Mas essa moça, moça, você se forçou nesse cara o tempo todo. Não, só faltou fazer um trabalho de amarração. A única coisa que faltou, faltou ou ela não contou.

Porque pode ter feito também. Me vejo obrigado a concordar com o palestrinha. Um trabalho de amarração aí pra segurar esse homem. A mulher foi até as últimas consequências pra dar pra esse macho. Pois é, gente. No fim das contas, não valeu a pena. Não valeu nada. Pra quê? Agora tá insegura. Só da outra respirar lá na casa dela, já tá incomodando essa daí. Pois é.

Gente! E a coitada da Ana, que é a corna da história, que ela só existiu, ela não fez nada de errado, ela só tá vivendo a vida dela. Presta atenção, ela deixou de frequentar a casa enquanto ele morava lá. Ela só voltou a frequentar a casa depois que o cara saiu de casa e foi morar com a namorada. Ela ainda respeitou. Se fosse eu, ia fingir que não existia. Ia lá com ele lá ainda pra matar essa desgraçada de ódio. Pois é.

E assim, ela fala como se a Ana estivesse provocando alguma coisa, mas no fim das contas, a única informação que de fato se tem e que ela mesma forneceu, é que ela tá indo na casa da amiga. Exatamente. Ele que tá indo atrás. Ele tem talento pra isso.

Ela só tá vivendo a vida dela. É, pois é. Aí são quatro anos juntos, não quero perder isso. Moça, eu não queria te contar, não. Não quero ser portadora de mais notícias, mas você não tem nada. Ela não tem nada. O relacionamento dela é baseado numa mentira, numa traição que aconteceu há mil anos atrás que ela aproveitou.

Pra separar os dois. Correu atrás dele até enjoar. Porque ela fala que passou meses mandando mensagem pra ele. Até ele dar uma bola pra ela. Ela não tem um relacionamento. É só na cabeça dela que esse relacionamento existe. Esse coitado desse João deve ser tão infeliz. Mas também é tão banana. Pois é. Mas é que devem levar em conta que se trata de um indivíduo sem nenhum preparo. Manda essa mulher a merda. Claramente não é a mulher que você quer, meu amigo.

Ai, nossa. Ele ainda fala que é o maior arrependimento da vida dele. Qualquer pessoa com um pingo de autoestima já estaria pegando as coisinhas dela e indo embora. E não querendo implorar pra outra deixar eles em paz. Exatamente. Se ela tivesse amor próprio, ela saia desse relacionamento sozinha. A coitada da Ana pode fazer o quê? Ela só tá vivendo. Ela vai parar de respirar pra não incomodar a dozela aí? Ai, nossa. Sinceramente.

Aí ela fala, sempre fui uma boa namorada, nunca traí. Mas minha filha, você se meteu onde você não foi chamada. Não, mas e se ela traísse esse homem também, depois de tudo que ela fez pra ficar com ele? É, sem condições.

Lembrando que se você quiser mandar a sua caixinha e saber mais a respeito do projeto e do podcast, você pode pelo endereço bio.fale.link. Vem xingar muito com a gente no nosso grupo telegram.me.podcastmova e eu convido vocês a partir de junho a por R$ 15,00 colaborarem com o podcast orelo.cc.makingofdavidalia. Valeu, Bajo! Até mais! Tchau, tchau, Priscila!

Não pode falar que tem dó da moça, não. Mas quase dá dó, porque eu nunca vi uma pessoa se arrastar tanto por outra. E ainda se fuder. Mas não vou falar que eu tenho dó, não. Não, não dá pra ter dó, não. Como é que você vai ter empatia por uma ocreia?

destruidora de lares, igual é. Ela mesmo foi lá e cavou com as mãozinhas dela o que ela tá passando. Exatamente. A vida que ela tá tendo agora, ela cavou com as próprias mãozinhas dela, assim. Ninguém tem culpa além dela mesmo. É. Ai, enfim. Que dureza.