Episódios de Julio César | Frota Para Todos

Biodiesel No Diesel: Entenda Os Impactos E O Que Fazer Na Sua Frota | Live 329

07 de maio de 20261h33min
0:00 / 1:33:18

O cenário global de instabilidade e os impactos das guerras afetaram diretamente o preço e a composição do combustível que chega na sua bomba. O aumento da mistura do biodiesel não é apenas uma questão ambiental, é uma resposta à crise energética que pode destruir o motor da sua frota.Nesta live, vamos te explicar os impactos dessa nova realidade e trazer estratégias que você precisa adotar agora para não ficar com caminhões parados e custos de manutenção fora de controle. O jogo mudou e quem não se adaptar vai pagar a conta!➡️ Conheça a Parceria Frot Para Todos + CarboVapt: https://r2v0pr.short.gy/WIffh3-⭐ SEJA MEMBRO DO CANAL - Conheça os benefícios: https://r2v0pr.short.gy/seja-membro-do-canal-🎙️ PARTICIPE DE UMA LIVE COMIGO - Inscreva-se aqui: https://r2v0pr.short.gy/seja-convidado-de-live-PATROCINADOR OFICIAL DO CANAL:🚗 Contele Fleet: Sistema de Gestão de Frota e Rastreamento:https://r2v0pr.short.gy/patrocinador-contele-fleet-PARCEIROS OFICIAIS DO CANAL:💻 Mônaco Multas: Notificações de Multas e CNHhttps://r2v0pr.short.gy/parceria-monaco🚘 CarboVapt: Descarbonização de Motoreshttps://r2v0pr.short.gy/parceria-carbovapt-🤝 OUTRAS PARCERIAS - Descontos e condições especiais:https://r2v0pr.short.gy/parceiros-frota-para-todos-🎓 CURSOS ONLINE para gestores de frota e motoristas:https://r2v0pr.short.gy/cursos-gestao-de-frotas-😁 COMUNIDADE FROTA PARA TODOS no WhatsApp: https://r2v0pr.short.gy/comunidade-gratis-fpt-🔴 LIVES SEMANAIS: Toda quarta-feira às 20h:https://r2v0pr.short.gy/live-semanal-📋 BLOG SOBRE GESTÃO DE FROTA - Acesse conteúdos e modelos gratuitos: https://r2v0pr.short.gy/blog-fpt-🎙️ Assista nossos conteúdos exclusivos também nas plataformas de streaming: ▪️Spotify: https://r2v0pr.short.gy/spotify-fpt▪️Amazon Music: https://r2v0pr.short.gy/amazon-fpt▪️Apple Podcasts: https://r2v0pr.short.gy/apple-music-fpt

Participantes neste episódio5
J

Júlio

Host
E

Eric

ConvidadoChefe de cartório eleitoral
M

Marina

ConvidadoEstrategista de Expansão e Marketing do Grupo Carbo
T

Teles

ConvidadoLíder da Operação do Grupo Carbo
T

Tiago Dionísio

ConvidadoHumorista e Criador de Conteúdo
Assuntos4
  • Biodiesel e BiocombustíveisFormação de borra no tanque · Prejuízos em bicos e bombas · Perda de potência e aumento de consumo · Carbonização interna do motor · Sensibilidade de motores modernos
  • Propostas de aumento de mistura de biocombustíveisHistórico da lei do biodiesel no Brasil · Aceleração da mistura devido a guerras globais · Dependência de importação de diesel fóssil · Comparativo com percentuais de biodiesel em outros países · Biodiesel de origem animal vs. vegetal
  • Crise Transporte CargasCusto de manutenção de veículos modernos (Euro 6) · Falta de motoristas no Brasil · Valorização da profissão de motorista · Veículos elétricos e seus desafios · Impacto do petróleo em outros setores
  • Comunidade e Rede de ApoioGrupos de WhatsApp para gestores de frota · Benefícios de ser membro do canal
Transcrição235 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

biodiesel no diesel. Essa aqui é a live de número 329. E nessa live a gente vai ter uma verdadeira aula com quatro especialistas sobre esse assunto. E a gente vai entender exatamente tudo sobre esse assunto de misturar o biodiesel no diesel normal.

Por que isso está acontecendo? Quais são as datas que o governo estipulou para isso? Os percentuais? E como, lógico, resolver esse assunto? Ou, ao menos, mitigar muito esse problema. Quais são os impactos que, se você não fizer nada, vai causar aí na sua frota?

Então, essa live é realmente uma aula e, cara, merece você compartilhar essa live com outras pessoas da sua empresa, com o pessoal da mecânica, com a diretoria, com outros pares que fazem a gestão de frota junto contigo, porque é um assunto extremamente sério e que vai custar alguns milhões de reais para a sua empresa se você não fizer nada. Então, galera, modo aula.

Como de praxe, né? Antes de chamar nossos convidados especiais aqui, quero ver quem já está ao vivo, que são nossos gestores preferidos. Já vi que tem uma galera entrando aqui. Então, deixa eu só dar uma... Aí, eu aumentei aqui a minha tela. Boa. Pô, STA Frota, olha aí. Boa noite. Estamos ligados no melhor canal sobre gestão de fotos do Brasil. Carlos Lucas. Obrigado, Carlos, pela presença de Calcaia.

Ceará, isso aí. Obrigado, Carlos. Temos o Joaquim Pinto, mandou um oi aí pra galera, segundo lugar e terceiro lugar no pódio de hoje, o Cleiton Botelho, mandou uma boa noite a todos, aula importante hoje, é isso aí, importantíssima. E ele é de Vinhedo, aqui no interior de São Paulo, maravilha. Chegou também o Fernando Souza, mandou um boa noite pra galera, de Senador Canedo, de Goiás, olha aí que legal.

E, deixa eu ver aqui, ainda vou participar de uma live. Pô, Fernando, você abriu um gancho, cara, que é importante eu falar. Todos os vídeos nossos aqui do YouTube têm um link que é assim, participar de uma live com o Júlio. Cara, então se você que está ouvindo a gente ao vivo ou gravado, não importa.

Tem algum assunto relevante na gestão de frota que você pode ajudar outros gestores, compartilhar aqui com a nossa comunidade? Cara, clica nesse link, preenche seus dados, que aí a nossa equipe vai entrar em contato para a gente agendar a live. O canal é nosso, então a gente está aqui para isso. Aproveita e vamos, assim como você aprendeu aqui no canal, é legal você retribuir esse conhecimento aí para todos. Fernando, estou aguardando a sua inscrição, hein, cara? Vamos fazer essa live aí.

Natal Souza também já entrou aqui boa, adquirir mais conhecimento parabéns, obrigado Natal quem mais? O Robson tá aqui também na área de Campo Grande Mato Grosso do Sul abrangência muito louca Brasil todo o Joaquim Pinto, se eu não me engano cara, ele é de fora do Brasil eu acho que ele é de Angola eu acho que é, Joaquim, se estiver me ouvindo aí, confirma aí por favor alexandrase alexandrase alexandrase

Chegou? Bom, conforme a galera for entrando, a gente vai interagindo. O Christopher, ele tá aí como o DJ da live de hoje, então ele vai ajudar a gente aqui nos comentários. Se você estiver vendo essa live ao vivo, tenha a oportunidade de tirar as suas dúvidas aqui na hora. Se você estiver vendo gravado, utiliza o campo comentários do YouTube, que a gente responde todo mundo. Inclusive, nossos especialistas continuam ajudando a gente nessas respostas. Eu quero compartilhar com vocês...

a enquete que nós fizemos na comunidade, foi uma enquete que a gente rodou nos 10 grupos das comunidades, rodamos nas redes sociais também, que foi uma pergunta sobre o biodiesel. Eu não sei, o Christopher, tu consegue colocar para a gente aí já na tela? Ó, eu vou adiantando aqui. Nós perguntamos qual o seu maior problema...

hoje com o diesel atual, aquele que você usa aí na sua frota no dia de hoje. A grande maioria, 57%, colocou que o problema é nos bicos e bombas. 30% colocou aqui que é perda de potência barra consumo. As coisas estão interligadas, potência e consumo.

E 13% formação de borra no tanque. Só por aqui já deu para ver o tamanho da encrenca. E todos esses sintomas aqui, eles estão interligados. Ele não acontece só um deles, infelizmente. A gente vai entender melhor o porquê isso acontece. Falando sobre a comunidade, tem até uma anotação aqui.

Eu venho recebendo muitas perguntas sobre isso. Júlio, mas a comunidade tem que pagar? Como é que funciona? A gente vê alguns canais, né? Que para você entrar na comunidade, você paga um valor mensal, etc. O que acontece? As comunidades aqui do Fota para Todos, elas são grupos no WhatsApp que a gente faz essa moderação.

Então, atualmente são 10 grupos e deve ter um total, cara, de mais de 5 mil gestores nesses 10 grupos. Tem link em todos os vídeos aqui do YouTube. Entrar na comunidade. E aí você clica, você vai participar da comunidade. O que é participar da comunidade?

É conversar no dia a dia, tirar dúvida, um ajuda o outro, um faz uma pergunta, o outro já passou por isso, vai lá e responde. A gente aproveita a comunidade para divulgar os eventos também, quando tem live a gente já coloca lá o assunto, você fica sabendo de primeira mão o que vai rolar nas quartas-feiras aqui. Então é isso. E sobre membros, que é o último recado que eu vou dar hoje.

os membros é um programa que tem do próprio YouTube, né? Se você olhar aí embaixo desse vídeo, deve ter seja membro do canal. É uma forma de você apoiar esse canal. Então, a gente fala, ô, Júlio, quero fazer um Pix, quero ajudar, cara, não tem nada disso, a gente nunca pediu nenhum tipo de doação por Pix pra ninguém. O que a gente utiliza é esse recurso do YouTube, que é uma forma de você apoiar o canal. Qual é o valor disso, Júlio? Cara, é menos de um café.

por mês, tá? E aí, em troca desse apoio, você tem privilégios, tem conteúdos que são específicos, tem conteúdos que são antecipados para quem é membro do canal, tem descontos em produtos e serviços, inclusive de parceiros nossos, né? Então, é isso, um ajuda o outro, fechou? Então, está explicado a comunidade, está explicado o que é membro. Agora sim, ô Christopher, tu coloca aí a...

Deixa eu ver se entrou mais alguém. Conforme o pessoal for entrando, vai interagindo, tá bom? E aí a gente vai respondendo. Cris, então, para a gente trocar esse software, eu quero chamar já a nossa primeira convidada aqui, especialista de hoje, que é a Marina. Então, para a gente mudar comentários, mudar essa fase inicial e trazer já a nossa convidada de hoje, roda a vinheta. Enquanto isso, eu vou tomar uma água.

E a Marina entra na sequência. Vamos lá? Boa noite, Marina. Tudo bem? Tá me ouvindo? Peraí que eu não tô te ouvindo. Será que é o microfone?

Não. Deixa eu ver aqui. Aqui tá ok. Peraí. Evento ao vivo é assim, né, galera? Senão não tem graça. E agora? Opa, voltou. Claro, Mickey, amigo. Tu tá me ouvindo legal? Tô ouvindo bem. Tá, boa. Boa noite, Julio. Boa noite, pessoal.

O pessoal tá chegando aí. Podem entrar, pessoal. Estamos ao vivo. Vamos começar agora. Já vou pedir pra vocês se apresentarem aí. Marina, é o seguinte. É a terceira live aqui no canal? É isso? Ou segunda? Prazer, Eric. Tudo bem? Acho que tá no mudo de novo. Cris?

Tem água aí, se vocês quiserem tomar, acabamos de colocar aí. É, tá no mudo de novo. Será que tu esbarrou em algum botão aí, Marina? Não, aqui tá com áudio. Entrou? Opa, agora sim. É, vamos ficar sem com ele, porque aí não tem risco de a gente parar de falar.

O Grupo Cargo é a terceira live já, eu estou na segunda. Show. Então é o seguinte, eu já te conheço e eu queria dar oportunidade para o pessoal que está acompanhando a live conhecer um pouquinho da Marina, o que é, você já adiantou o Grupo Cargo, então fala um pouquinho para a gente poder entender.

nossa terra. É a estratégia de expansão e marketing do Grupo Carbo. O Grupo Carbo é um grupo de soluções para o mercado automotivo, para o mercado de veículos no sentido de manutenção preventiva. Então, a gente hoje tem maior ecossistema, a gente pode dizer isso com segurança, de soluções e manutenção preventiva para o segmento. Então, realmente, a gente fala que o nosso desafio como grupo é trazer a mentalidade de prevenção, de...

cuidado preventivo, que não é a mentalidade brasileira, mas a gente acredita que ela é imprescindível para todas as esferas, tanto de saúde financeira, dos transportadores, do mercado automotivo. Deu uma falhada. Parou no mercado automotivo. Deu uma falhadinha aí no microfone. Você continua me ouvindo?

A gente não te ouve. Eu acho que é alguma coisa do teu lapela. Se você conseguir, deixa no som do computador mesmo, direto. Enquanto isso, eu vou pedir para o Teles se apresentar. O Cris, foca no Teles aí. Teles, obrigado pela participação. Obrigado por ter aceito o convite. Cara, é...

É uma honra ter vocês aqui. Eu admiro o trabalho de vocês. E, Teres, fala um pouquinho, cara, qual que é o teu papel aí, um pouquinho da tua trajetória aí, para a galera entender. Bom, Júlio, obrigado aí mais uma vez pelo convite. É uma honra, me sinto honrado também estar aqui com você nesse bate-papo. Eu acho que é só transferir, conhecer o que está acontecendo no mercado é o que vai fazer nós nos conectarmos mais com a...

com a necessidade dele, né? Hoje eu lidero a operação do Grupo Carro desde 2019, sou senhor do grupo. Como a Marina falou, nós somos soluções, um ecossistema de soluções para o segmento automobilístico. Então, eu costumo dizer que eu sou um conector de elos, né? Então, saio conectando elos desse ecossistema.

onde nós estamos entregando para o mercado uma série de soluções que vai desde tecnologia para fazer descarbonização de câmara de combustão de motores sem desmonte a uma vacina para o combustível, que é um dos produtos que a gente vai estar...

debatendo hoje, o tema da live hoje é bem interessante, e como a Marina falou, hoje, o brasileiro, nós brasileiros, precisamos entender a necessidade da manutenção preventiva, então a gente está em meio, quando você convidou, disse, pô, vou estar em São Paulo, estou com o Tiago Dionísio, então o Tiago Dionísio agradecer também por estar conosco aqui, disponibilizando o tempo dele também para estar.

conosco nessa live. E estamos nesse momento exatamente gravando, criando conteúdos com o propósito de lançarmos uma campanha no qual o Tiago é o embaixador dessa campanha.

com foco educacional, ou seja, para o mercado entender o que está acontecendo com o combustível, quais são as ações necessárias que vai se fazer para reduzir essas implicações com as misturas que estão ocorrendo não só no diesel, como também na gasolina, com a adição do etanol. E também conosco aqui está o Eric, que é o nosso diretor de expansão comercial. Então, o nosso DNA do Grupo Carbo...

foi no B2B, então trabalhando com grandes empresas do segmento, fazendo essa manutenção preventiva de frotas pesadas, Graneiro, Benel.

Grupo de Agio, Rio Grandense Distribuidora, entre outros. E o nosso foco esse ano está também na expansão de centros automotivos e o Eric é quem está liderando esse desafio de expandir a nossa operação em oficinas, centros automotivos, referência. Nossa mira está aqui no estado de São Paulo.

Então, vai ser alguns meses a gente fazendo esse processo aí de expansão. E o Eric é quem está aí à frente, encabeçando. É um cara que tem muito conhecimento, muita bagagem. Vem do mercado aí, já passou em grandes empresas, como Motulik, Molle. Muita bagagem e vem para somar o time. Nós vamos ter que se policiar aqui, para a gente ficar três horas conversando aqui. É, por aí.

vamos lá, eu quero falar que esse homem aqui cara, olha, nunca aceitou uma pessoa tão popular aqui nesse podcast mas vai que tem algum louco que não conhece ainda Tiago Dionísio, então cara, se apresenta aí, eu falo um pouquinho da tua trajetória então, meu nome é tá pegando aqui? Tá pegando, tá ouvindo aí Marina? tô ouvindo, tô ouvindo Tiago? Tá de boa? De boa, não tá chegando, viu Marina ainda? Depois dá uma olhada aí

Eu sou... Já faço conteúdo pro Instagram, já faz um tempo que eu sou, assim como você disse, conhecido nas redes sociais. E aí eu faço o conteúdo de várias coisas diferentes, como humorista, tenho várias empresas de vários segmentos. Só que, pela primeira vez, o Teles, que a gente já é amigo há um tempo, ele me convidou pra fazer parte de fazer a propaganda, assim, dito desse produto.

desse segmento que até então nunca tinha feito né então eu passei por aquele processo que eu acho que toda pessoa vou fazer que é o de aprendizado primeiro porque todo produto seja digital ou físico a gente tem que testar para ver se é verdade se funciona né então quando ele me convidou aí eu disse rapaz tem que ver se funciona mesmo né você pode não tá divulgando um negócio para a galera aqui né que não vende só pelo dinheiro né E aí eu participei desse processo e aprovação também tanto

tanto de prova social, até mesmo comigo. A gente fez o processo de descarbonização e fez a vacinação no combustível do meu carro também. E aí, funcionou? Não só como a pessoa vendo, né? Como também no dinamômetro, né? A pessoa tendo dados que comprovam mesmo, né? Tipo, uma coisa é o cara ter a impressão que tá bom. Mas eu acho que tá bom, deu uma melhorada aqui. Mas o cara poder ver tanto no dinamômetro quanto no medidor do carro também, né? Aqui há a...

a autonomia do meu carro melhorou, saltou de 7 pra 11, né? E aumentou potência. E aumentou potência, aumentou torque também. Aí, meu filho, aí realmente fica mais fácil, né? Eu já tive até a prova social pra poder passar pros seguidores, né? Da melhor forma. Você já tá dando spoiler qual que é a solução do problema. Mas não, mas foi bom, foi bom. Então, galera, fiquem até o final, que ó, tu já viu aqui o depoimento do Dionísio. Não, mas legal. Eu queria ouvir um pouquinho do Eric também, hein?

Bom, primeiramente, muito obrigado pelo espaço. O Grupo Carbo, para mim, nasce com amor e poder levar para o mercado uma solução para todos, né? Então, atingindo o público A, B e C. Eu venho do segmento, como o Teles falou, passei por grandes marcas e o que me apaixonou pelo Grupo Carbo e me faz esse...

esse desafio de levar conhecimento, treinamentos, para o varejo, para o centro de automotivos, trazer as oficinas conectando a tecnologia, é realmente entender essa solução que nós temos para os tratamentos hoje dos combustíveis, tanto do etanol, quanto do diesel, quanto da gasolina, e o Teles vai apresentar o que nós trouxemos para o mercado. Então, hoje o nosso estabilizador vem surpreendendo.

E é uma ação que entrega custo-benefício. Então, o meu papel hoje dentro do Grupo Carbo é expandir, é levar para mais oficinas, realmente para o varejo, o que nós temos de melhor. Perfeito. É o seguinte, agora nós vamos meter marcha aqui nas perguntas. Marina, fala aí, vê se está funcionando. Voltei, voltei. Está no mudo ainda. Ainda não. Não, mas tudo bem. Enquanto isso, a gente tem um problema atual.

E todo mundo sabe que o biodiesel faz alguma coisa que não é 100% top, porque se fosse, a gente usaria só o biodiesel, produção nacional aqui. E aí eu queria, até para trazer para um contexto, de forma rápida, resumida, o que é exatamente o biodiesel e por que esse cara é ruim quando você mistura ele com o diesel.

Vamos lá, Júlio, é uma pergunta bem interessante. Então, não é que o biodiesel seja ruim, nem que o diesel fóssil seja ruim. É exatamente a mistura dos dois. Então, é quando você mistura os dois, você tem... O biodiesel tem bactérias que estão ali dentro do composto do diesel fóssil. Da mesma forma, o biodiesel tem as bactérias que estão lá dentro do biodiesel.

E nessa mistura, o biodiesel é higroscópico. Ele é mais suscetível ao quê? A gerar água. Então, na hora que ele gera água, ele gera um ambiente perfeito para as bactérias. Se o quê? Se proliferarem. E as bactérias do biodiesel, elas servem de alimentos para as bactérias do diesel fóssil. Então,

elas estão lá no ambiente propício e uma se alimenta da outra e o cocô da bactéria, falando de uma maneira bem popular e bem mais fácil de se entender, é quem é a famosa borra que vai se acumulando no fundo do tanque. E essa borra dentro dela também tem o quê? Os compostos ácidos, ou seja, o ácido sulfúrico é um dos resíduos resultantes dessa decomposição.

Então, esses resíduos que são resultados dessa contaminação é quem vai contaminando o combustível e vai prejudicando o motor de que maneira? Passando pela linha de combustível, prejudicando a parte de bomba, de bico e sujando mais ainda a câmara de combustão. Então, tanques...

de empresas tem lá 20 mil litros, então ele está lá, de tarde ele tem uma temperatura, à noite ele tem outra, ou seja, mudança de temperatura, o ar por si só, ele já vai gerar água, ele já vai ter água e a bactéria vai se proliferar, porque ela está tendo aquele ambiente mais...

propício para ela estar se proliferando. E assim, Marina, tu já está funcionando o teu áudio, ainda não. Cris, vê se tem alguma coisa que dá para tu fazer. Se não, Marina, tu pode reiniciar também o navegador, entra de novo aí. Eu tenho uma pergunta para fazer dos números para ti, mas eu vou guardar ela para você. E aí, onde que entra a questão da perda de potência? Porque assim, a borra...

dá problema em bomba, em bico, fisicamente dá para entender, mas como que isso chega em perda de potência e automaticamente perder o consumo? Vamos lá. Hoje, os veículos, na hora que ele tem a queima, o combustível vai para a câmara de combustão. Então, na hora que existe a queima na câmara de combustão, parte do combustível gera energia, parte do combustível gera resíduo. Esse resíduo gera carbonização interna no motor.

Essa carbonização interna faz com que a detonação não seja a detonação ideal de ponto. Então, o veículo passa a sofrer uma pré-detonação, ele detona fora do tempo ideal, que aumenta a pressão, compressão, temperatura na câmara de combustão. Ou seja, o veículo perde a eficiência, perde força, perde torque, perde potência. Então, por isso que a gente fala, o que nós fazemos com, por exemplo, a Carbovap,

é a restauração da força, a gente devolve a eficiência de queima através de um processo de limpeza da câmara de combustão sem desmonte. Sem precisar abrir o motor e ficar limpando as paredes todas ali. Isso, cabeça de pistão, válvulas, série de válvulas. É como se aonde fosse correr o pistão, tivesse suja o aparelho ali e ficasse agarrando aquilo. A cabeça dele ali é onde suja mais. A cabeça do pistão, a parte de válvulas, série de válvulas, então automaticamente a válvula não ceda.

não veda 100%, então ela perde eficiência também. Aí se perde potência, o cara acaba tendo que acelerar mais para compensar, aumenta o consumo de combustível. Exatamente. Tá. Exatamente. Então, isso é na parte interna do motor, né? Tá. Mas isso sempre aconteceu, independente de ter mistura de biodiesel ou não. Exatamente. Sempre. Todo combustível. Agora sim, Mariano.

Então, só para fechar o raciocínio, esse problema de carbonização, ele sempre houve. O que acontece é que quanto mais biodiesel a gente coloca na mistura, esse problema se agrava, ele aumenta. Não necessariamente. Não necessariamente. A carbonização sempre vai estar ocorrendo. A queima nunca vai consumir toda a energia. A parte vai transformar.

em resíduo e não necessariamente quer dizer que foi o biocombustível, tá entendendo? O que vai aumentar é a borra. Exatamente. A contaminação de tanque, sim. Agora ficou claro. A contaminação do tanque, sim. Porque o biocombustível é mais higroscópico, então ele é mais acessível à água e automaticamente nós temos o biocombustível de origem animal e vegetal. Então ainda tem mais esse detalhe.

Hoje, a mistura que ela é feita pelo distribuidor, ou seja, quem faz a mistura e adiciona o biocombustível na mistura é o distribuidor. Então, ele pode estar botando um biodiesel na mistura hoje de origem animal, amanhã de vegetal. Então, não tem como saber qual foi a mistura do biodiesel que foi adicionada ao combustível.

Uma coisa legal para falar até do biodiesel aí, pegando o gancho do Teles, é que é muito comparável, por exemplo, a um produto industrializado e um produto orgânico. Então, vamos pensar num leite pasteurizado que fica ali na caixinha, tetapaque, tudo totalmente industrializado e um leite que você tira ali mais purinho da vaca ou qualquer outro...

Pense em qualquer outra coisa que a gente consome industrializado, ou seja, passou todo por um processo, e o outro que a gente consome organicamente. Então, a estabilidade do biodiesel, a diferença dele para um diesel fóssil, que já passou por um processo, vamos dizer, mais de industrialização, de preparo, versus um orgânico. Então, conforme eu aumento esse orgânico ali, a capacidade de oxidação, degradação do combustível fica muito maior. Então, ela ganha uma dimensão de oxidação e de degradação muito maior. Então...

É a mesma coisa, altera cheiro, altera textura, altera eficiência, né? E o nosso combustível passa muito por muita mudança, também é uma exclusividade nacional, né? De temperatura, de ambiente. Então, desde a extração e todo o movimento logístico que ele faz até chegar na bomba, às vezes a gente desconsidera.

pensa ali, né? Ah, foi ali na bomba que estragou, foi ali no posto que foi armazenado, ou foi quando foi pro meu tanque. Não, ele passou por todo momento de várias oscilações de temperatura e condições ambientais, que pra um produto orgânico, como qualquer outra coisa, vamos dizer, perecível, ele vai se degradar, vai se dar muito mais rápido.

Acho que essa comparação deixa bem claro por que o biodiesel gera tantos problemas para os motores aí, apesar de ser excelente em matéria de geopolítica, em matéria de ambiente.

Um outro ponto, Marina, que é interessante também com relação ao biocombustível, é que como nós temos o biocombustível de origem animal e vegetal, o biocombustível de origem animal é muito mais suscetível ao frio. Então, em temperaturas mais baixas, o de origem animal parafina no tanque. Então, é outro problema que gera o de origem animal, que já o vegetal já não...

Não acontece isso. Então, assim, são desafios. São desafios que a gente tem aí pela frente com relação à combustível. Está ficando cada vez mais emocionante essa história. A analogia também para o caso dessa parafina que ele falou, eu gosto sempre de fazer uma analogia, né? Gordura. Se a gente deixar a gordura no fundo da frigideira de um dia para o outro, ela não forma aquela borra lá que fica parecendo um creme branco.

não lembro da parafina? Então, é o sebo, né? Vamos dizer o sebo. Então, assim, é o que acontece. Imagina esse sebo passando em todo o sistema, que hoje é muito mais sensível. Carros há 15, 20 anos, carros mais antigos, a gente não tinha DPF, EGR, enfim, catalisador era outro. Então, a gente não tinha também essa sensibilidade. A gente estava até conversando antes aqui.

que se você pegar uma televisão, uma geladeira e um celular de 20 anos atrás e pegar um hoje, a gente sabe que a sensibilidade dos componentes aumentaram muito pela tecnologia. Avança a tecnologia, mas a sensibilidade aumenta. O mesmo está acontecendo nos motores. Avança a tecnologia, a sensibilidade aumenta e a gente não tem uma preparação nem da mecânica e nem das pessoas em consciência de educação para saber o que fazer com isso. E o custo.

E aumenta os custos. Sim, sim. Assim, para a gente chegar agora um pouco de forma mais macro, a nível de governo, data, eu sei que a Marina preparou um conteúdo super importante para a gente, percentuais, que eu também não decorei, eu sei que o percentual que vem aumentando dessa mistura, então fala um pouquinho, Marina, o que a guerra tem a ver com isso também, porque tem mais esse lance agora, né? É.

Vamos começar com um marco histórico aí, para todo mundo entender quando a gente entrou com a lei do biodiesel, que foi em 2005. Então, quando o Brasil entendeu que ele deveria depender menos dessa movimentação de extração exterior, de importar combustível, o diesel principalmente.

E aí veio também para estimular o agro, fazer aproveitamento, reduzir emissões, enfim. Foi uma série de... Um contexto grande para tomar essa decisão. Então, ele começou com biodiesel em 2005. Então, estamos falando aí de 10, 11 anos, com 2%.

Então, de lá para cá, a gente foi aumentando progressivamente, 5%, 10%, chegamos a 15% agora em 2025, e já tem uma previsão, já era previsto que agora em 2026, a gente iria para o 16% e até 2030 chegar em 20%. Apesar de ter até 2030 um parâmetro para chegar em 20%, já se fala até de poder chegar a 25% e já tem projetos querendo provar chegar em 25%.

Aí, até aí, tudo bem. Então, por que tem a ver a guerra com tudo isso? Por que a gente está querendo acelerar? Porque quando acontece qualquer tipo de movimentação que esse movimento de exportação reduz, como estreito de hormuz, guerra, instabilidade política e tudo mais...

a gente tem um impacto, a gente tem um impacto agora de 10% a 13% no valor de combustível. Quando eu importo uma quantidade de combustível para fazer o nosso diesel, biodiesel, eu começo a ter um impacto maior financeiro também. Então, quanto menos eu depender dessa importação, melhor é o meu custo aqui e menos problema eu tenho.

acabou se usando essa situação para poder pressionar o governo para acelerar agora para 2026, já para 17%. Até aí, né, Télia? Tudo bem, só que a gente tem o seguinte, o biodiesel usado em países muito avançados em controle de emissões, que é o principal objetivo em outros lugares, o máximo de biodiesel na cultura é de 7%.

Porque percebe que até 7% você pode ter ali uma preparação, você pode ter ali um suporte nos motores em baixo impacto. Tanto é que esse estudo para chegar no 25% tem um monte de exigências de verificação de motor, de capacidade da gente realmente utilizar esse biodiesel. Então, assim, nós já somos o dobro do que o mundo pratica. Baixo dobro. Sabe que mais dobro. Mais dobro. Mais dobro.

Caraca! Um outro ponto aí, Marina, que eu acho que é um ponto bem importante, é que o aumento do biodiesel, que é produção nacional, diminui a nossa exposição para a necessidade de importação de diesel de outros países, como Rússia, por exemplo.

Então, acaba que o aumento desse percentual é para diminuir também a nossa exposição ao que está acontecendo no mundo. Então, a gente vê o mundo com várias guerras, não é uma guerra, são várias guerras. Ninguém sabe o que vem aí pela frente. Então, queira ou não queira, o biodiesel passa a ser um fator estratégico para diminuir a nossa necessidade de importação de diesel. A dependência.

Exatamente, então assim, é uma via de dois gumbos, então, queira ou não queira, é uma ação que ela é uma ação conservadora, olhando assim no âmbito de que? De depender menos...

da importação, visto que como está, o que está ocorrendo aí com as guerras. E a gente depende, a gente depende 25% do diesel que a gente utiliza aqui é importado, né? A gente depende dessa movimentação. Então, quanto mais a gente reduzir a dependência da mistura...

Voltou, que bom, Tó. Quanto mais a gente reduzir essa dependência da mistura, melhor para a gente nesse sentido.

de instabilidade política. Mas o biolísel também é mais caro. Tem isso também. Ou seja, o biolísel, ele custa mais do que o lixo fóssil. A parada não é pelo preço, é pela dependência. Dependência, exatamente. É dependência, com certeza. E um veículo conseguir... Dependência e sustentabilidade também, né? Vem aquela pegada verde, ambiental. Então, enfim, vem isso também. E quando é de dentro, a gente não vai passar por taxas de importação que deixa muito mais elevado, né? Então, tira também um pouco desse custo.

Tá. O caminhão conseguiria rodar só com biodiesel? Sim. Tem...

Tem caminhão, já escutei, né? Não, não estou apoiando o movimento. Não, não estou falando. É uma pergunta de leigo, meu amor. É porque legalmente não pode, mas, por exemplo, caminhoneiros que trabalham dentro de, vamos falar, de fazenda, que lá tem biodiesel, ele bota e vai rodar lá 100%, ele vai queimar 100% o biodiesel. E aí, como não tem a mistura, é proibido o terra.

É porque existe uma legislação, um combustível, existe a legislação que diz, o combustível da gente tem que ser 85% fóssil e 15% é a mistura de biodiesel. Ou seja, todo mundo tem que seguir o que a legislação diz. Mas tem algum perigo? Não, não é legislação. Tu conhece a Petrobras? Sim.

A resposta está aí, amigão. É uma pergunta difícil. Ô, Dionísio, o carro elétrico foi inventado antes do combustível fóssil. E por que não foi para frente? Porque, cara, existia interesse de envolver. Muita coisa envolvida. Primeiro o que foi elétrico que inventou, foi inventado.

Então, foi o Gurgel lá que foi lá, levou o Silvio Santos lá. Exatamente. Mas agora está dando um avançinho, né? Agora está tirando a mão. Então, o problema do elétrico é para uma frota pesada, né? Não, é muito difícil. Principalmente num país continental como o nosso. Tem muitos desafios, né? Uma vez já me perguntaram, o futuro vai ser eclético.

Boa! O Black Lest vai ter pessoas que vão se adaptar muito bem com o elétrico, vai ter pessoas que para ele vai ser melhor a combustão, e o mercado vai automaticamente se regular. O elétrico, ele vem pressionar violentamente, a indústria vê a Volkswagen já anunciando cortes violentos de funcionários.

E o regional também, né, Thales? A estrutura hoje, o que você tem que ter para manter uma frota de elétricos vai demandar muito da região. É um ponto que tem que ser... É uma análise que tem que ser feita com muito cuidado.

dos impactos, né? Hoje a gente tem que entender quais são os impactos que isso vai ter na economia como um todo. Então, tá, beleza, o elétrico hoje, qual é o volume de veículo elétrico que está entrando no Brasil? Qual é a produção nacional? É zero. O que está entrando elétrico está tirando venda de quem? Está tirando venda de quem produz nacionalmente.

vai impactar as indústrias nacionais. Então, pô, está o mundo hoje brigando para se reindustrializar. A guerra hoje, Estados Unidos e China, é exatamente os Estados brigando para se reindustrializar, porque viu a exposição que ficou, da forma que ficou. Então, reduzindo a...

reduzindo a força do dólar de forma estratégica para ele, para se tornar mais interessante, coisa que a China fez. Então, hoje é uma guerra, na verdade, não só a guerra que está tendo lá real, mas a guerra geopolítica que está violenta.

E isso vai impactar nós brasileiros de várias maneiras, literalmente, no bolso. No bolso, você pega o agronegócio hoje, você pega a embalagem, porque o petróleo vai pegar a embalagem e vai interferir em tudo no bolso de nós brasileiros, vai na cesta básica. Quem acha que o petróleo é só combustível, é só gasolina, não. Então, o petróleo vai estar ali na borracha, ele vai estar ali no...

Enfim, o óleo lubrificante, todas as empresas do óleo lubrificante, até no momento, está em torno de 40%. 40%, 50% está sendo repassado. Isso é composto de quem? Consumidor. Então, eu acho que são muitos desafios, muitos desafios, e a gente tem que ir aí... Cara, o que eu cheguei até o momento, então. Temos o aumento gradativo que está sendo acelerado.

que é a mistura do biodiesel no diesel, beleza. Tá claro que isso vai gerar um problema mecânico, né? Se não for feito nada. A solução, pelo menos nesse momento, não é a eletrificação, porque, cara, pra frota pesada tem o desafio, o peso de bateria, etc. E, cara, queria ouvir um pouco o que fazer, né? Dionísio, se tu fosse o gestor da frota...

Já sabendo, não, já sabendo que, cara, se a gente não fizer nada, vamos ter um problema aqui. Como que tu explica isso amanhã? Tu chegou, ouviu essa live aqui até o final, amanhã tu vai chegar lá pra tua diretoria, tu precisa informar, não dá pra deixar a casa cair, né? O que que tu falaria pro teu diretor lá? Eu ia dizer o seguinte, rapaz, eu conheci uma empresa que ela tem um produto que faz a vacinação do combustível poluído que a gente tá usando.

E para poder usar periodicamente para não acarretar problemas financeiros maiores. Então fazer essa ação preventiva. Cara, eu sou o diretor, tu já falou isso para mim. Me soa, agora eu vou provocar vocês, me soa assim, muito milagre para o Pouco Santo. Porque parece uma coisa muito simples, você está me dizendo que eu vou jogar o negocinho lá.

E, porra, resolveu essa borra, resolveu tudo, tá tudo de bola pra céu comemorar? É isso mesmo? É. O que nós desenvolvemos e trouxemos pro mercado nacional, Júlio, é o que a gente chama da primeira vacina para o combustível brasileiro. Quer dizer, não existe uma parada igual essa. O que você tá falando aqui é algo...

O nosso... Inédito Brasil. O que nós estamos trazendo, existe hoje aditivos, estabilizadores importados, alguns nacionais, porém com focos específicos. O nosso foi um produto desenvolvido para atuar com uma vacina no combustível. E lembrando que é direcionado o que nós temos hoje de proporção de biocombustível.

Então, nós vamos tratar ali exatamente o combustível nacional. Não é um importado. Não é um importado. O importado vai até 7% no máximo, como a Marina citou, de biocombustível. O nosso já é realmente para chegar aí o tratamento até 20% do que nós imaginamos que já vai chegar. Então, e o nosso produto que nós estamos fazendo, como é a vacina?

Foi dado a ele um nome em homenagem ao rei da vacinação infantil do Brasil. Quem era? Quem era? O Zé Gotinha. Então, inspirado no Zé Gotinha da vacinação, então, nós desenvolvemos o CarboZé. Ou seja, a primeira vacina para o combustível brasileiro. Ele é tricombustível, ele não é diesel, gasolina nem álcool. Você vai usar ele em qualquer combustível.

Então, um outro detalhe, é um produto com alta tecnologia, feito com insumos importados, porém produzidos no Brasil. Então, o objetivo do nosso negócio, da nossa operação, é popularizar o uso. Porque quem está sofrendo isso não é só o caminhoneiro, não. Hoje, o motoboy...

que tá usando a moto dele de manhã quando ele liga e ela tá falhando e ele fica achando que é vela cabo de vela tal ou seja não a proporção de etanol também hoje tá em 30 por cento e vai aumentar para 32 então o motor da moto ele não é para rodar com aquela proporção de etanol nem do carro nem do carro com vários modelos hoje a maior parte da frota ainda roda somente com os híbridos

Que é só gasolina. Eu tenho um híbrido. Pronto. A gasolina. Muitas vezes a gasolina fica muito tempo no tânsito. Sim, é o meu caso. Aí você automaticamente vai usar o quê? A vacina. Por quê? Porque ela vai aumentar a vida útil dessa tua gasolina. Em um ano. Nossa, eu tô precisando do Carbozé, então. Porque é o seguinte.

Até hoje eu estava olhando no painel do carro, cara, deve ter uns três meses lá. Olha só. Porque eu ando no elétrico na cidade, né? É exatamente isso. Então, você começa a entender o porquê do Tiago Dionísio agora. Você entendeu o porquê agora do Tiago Dionísio? Porque o objetivo... O cara vai fazer um gancho, viu, Térez?

Vou fazer um gancho aí também sobre o Zé, o do Zé Gotinha. O Zé Gotinha, no Brasil, o papel do Zé Gotinha foi... Ele disseminou por meio daquele personagem a cultura de prevenção.

para a saúde. Então, o Zé Gotinha, quando entrou na cultura, historicamente falando do porquê do Zé Gotinha, ele veio para levar a conscientização para as mães, para os pais, para todo mundo, sobre a vacinação, que a gente tinha um índice baixo de prevenção, inclusive na saúde, até hoje ainda tem. Então, o Zé Gotinha, ele veio e ele popularizou essa cultura de prevenção e aumentou exponencialmente a vacinação. Então, ele também tem um papel aí de mudança cultural, que é o mesmo que nós tivemos com o Carbosé.

E a gente fala que o Carbozé, além dele trazer essa cultura que a gente está trazendo também agora para o mercado do automotivo, a gente tem a homenagem ao Zé, o nosso Zé. No Brasil, a gente fala assim, o Zé não é um apelido carinhoso, né? José, o Zé, o Zé é o autor da obra, o Zé... O autor!

Não falta o Zé, que tem... Se você tem o Zé, você tem tudo. Se você tem o Zé, você tem tudo. Então, veio com toda essa construção. E por que a gente estava falando, né? Eles estavam falando da composição. Então, a gente tem lá insumos importados da melhor qualidade, mas uma engenharia química pensada para o nosso combustível, para a nossa realidade, para o nosso problema. Então, isso para a gente é imbatível.

trazer alguém que vai popularizar e, o mais importante, levando acesso. Os importados maravilhosos, a gente não está falando aqui que eles não são, são maravilhosos em seus objetivos separados. No entanto, quem é que pode, no dia a dia, um motoqueiro, um Uber, tudo, acessar o preço de um adjetivo importado e ficar colocando isso em cada abastecimento?

Sem chance. Muita gente não tinha nem acesso, não conseguia conhecer ali o que tem no mercado de melhor. Então, a ideia é realmente popularizar, como a Marina falou, e o Teles. Então, o Tiago Dionísio é a figura principal desse trabalho, porque ele vai levar esse acesso a muitas pessoas.

como que como que o cara justifica hoje, porque assim obviamente quando a gente fala de frota principalmente frota pesada é um volume maior e aí você tem que chegar lá na empresa vai rolar um investimento tem que adquirir esse produto deixar no parte da empresa porque não vai ter, qualquer post o cara vai chegar lá ainda

Vai sim, vai ter. Vai sim. Mando largada aqui, então. Vamos chegar lá. De qualquer forma, é um custo extra. Acredito que não seja nenhum absurdo. A gente vai falar mais sobre isso. Sim. Mas como o cara justifica esse investimento? Em troca do quê? Eu sei, vai economizar mecânica. Mas, cara, tu tem esse desconto? Como tangibilizar isso? Isso é muito importante, isso é muito interessante.

nós tivemos um caso específico de um cliente que acabou de fechar um contrato, não vou citar nome aqui, que quando nós estávamos lá, nós chamamos de Poc, né? Então, normalmente, são clientes, nossos clientes, Carbovap, todos já estão usando o Carbozé. Tá. Então, a Carbovap, nós tratamos o doente. Quem é o doente?

O motor que está ferrado lá, carbonizado. E com a Carbovato a gente trata o doente. Ok. Com a Carbozé a gente trata quem? Com a saúde saudável. A doença. A doença. Então, a Carbozé ela vai atuar na doença. O combustível é quem vai estar gerando mais problemas. A causa do problema. A causa do problema. Então, assim, hoje quando você vai para um veículo, uma caminhonete hoje, o serviço de bombe-bico de uma caminhonete está custando 20 mil reais.

uma caminhonete fora o catalisador fora o catalisador então as caminhonetes que estão vindo agora Hilux com essa tecnologia nova elas estão tendo problemas de forma muito prematura não é só todas as caminhonetes eles passaram a ter necessidade de utilizar a Arla então

ISR, então eles já estão com tecnologias que é para reduzir, tudo isso são tecnologias que foram embarcadas nos motores para reduzir níveis de emissões. Tipo, os caminhões hoje estão com tecnologia Euro 6. Para você ter uma ideia, Júlio, um catalisador, uma unidade catalítica de um Euro 5 custava em média 20 mil reais, o sistema catalítico. Um Euro 6 inicia a partir de 75. Nossa, que senhor! Um Euro 5, quando ele dava pau...

Vamos lá. Estou com problema na minha unidade catalítica no Euro 5. Ele perdia força de 30 a 40, mas o caminhão ainda continuava em operação. O Euro 6 não, ele entra em modo de bloqueio. Ele só vai dar 20 km para você tirar o carro da pista. Ele entrou e caixou e tirou. Exatamente. Ou seja, você perde um equipamento de operação.

literalmente. Então, o combustível está totalmente correlacionado a que também? Emissão. O nosso produto tem oito ações. Uma delas é uma função tensoativa, ou seja, ele vai diminuir o tamanho da molécula do combustível. Ele vai otimizar o que? A queima. Ele vai gerar menos resíduo interno. O que vai menos resíduo, para onde?

para a unidade catalíquida. Então, a gente vai atuar desde o motor até o serviço da descarbonização. A gente diz, você vai prolongar a ação de descarbonização da gente. Por quê? Porque ele vai sujar menos a câmara de combustão. Quer dizer, vocês fizeram um produto que vai atrapalhar a venda do outro produto. Exatamente. Não é que vai atrapalhar, porque o nosso objetivo é criar um cliente.

O cliente é aquela história, você prefere comer o ovo ou a galinha? É melhor você comer o ovo, porque se você come a galinha, depois você não tem mais ovos. Então hoje, na minha visão, hoje nós precisamos ver a saúde financeira das empresas. Certo. E quem não investir em manutenção preventiva está fora do game. Vai quebrar. Não tem para onde correr.

Então, os custos de manutenção só estão aumentando. Na hora que você vai para um bombista, ninguém dá mais garantia na parte de combustível. Ninguém dá garantia. Parte de bomba, bico, você vai lá e faz. Não, não dou garantia. Por quê? Porque sabe que tem N fatores, como o Mariana falou, que podem ocasionar essa perda de garantia. Pegando o meu também, Thales, imagina que o mecânico hoje, quando ele faz um serviço de bico e bomba, como ele dá a garantia do serviço dele?

Sendo que ele não sabe o que o cliente, após ele liberado da oficina, o que o cara vai colocar. Acendeu a luz de novo da injeção, o que é o culpado? É o mecânico. Então, olha o tamanho do problema, como que invade tanto as oficinas, quanto o consumidor final que não tem acesso, não tem a cultura de prevenção. E não é o dono do posto que é errado, não é. É o cenário da logística, do transporte do próprio combustível, da ação dos próprios tanques, como o Teles falou.

Então, na verdade, quem vai pagar a conta é o consumidor. Sempre, né? Sempre. Vai chorar no bolso dele. É sempre assim. Cara, agora falando em relação a valor, né? Não precisa ser valor exato, mas antes da vacina, temos aqui o pessoal da comunidade.

A galera frutista, principalmente a falta pesada, aquele caminhão que já está lá com 10 anos de rodagem. Se ele nunca fez uma descarbonização, ele foi gradativamente perdendo potência e aumentando o consumo. Perfeito. É igual a história do sapo que morre na água quente lá, né? É isso aí. Aos pouquinhos ele nem percebe, né? Beleza.

Esse cara, ele vai ter, se ele for fazer uma descabelização, ele vai, depois de feito, ele vai ganhar potência, vai, por consequência, economizar, né? Vai melhorar a média ali e tal, que é o sonho de todo mundo.

Só que tem um investimento um pouco maior ali, que jura em torno de quanto, mais ou menos? Uma referência. Uma referência. O nosso preço base de uma descarbonização hoje, Brasil, ela gira em torno de R$ 1.500,00. Preço base. Porque a gente fala preço base, nós atuamos através de licenciados. Então, o nosso licenciado, nós temos concessionárias.

que fazem descarbonização, nós temos centros automotivos e nós temos unidades móveis da própria Carlovato que também operam fazendo descarbonização. Eu sou fã do slogan da Júlia Simões, é entender para atender. Então a gente entende a operação do cliente para ver qual é a melhor maneira de atendê-lo.

Com o menor impacto na operação dele e com o menor custo possível, Júlio. Então, por isso que eu digo, a nossa operação é personalizada. A gente tem preço base, até se eu for, por exemplo, na Delavia, que Santos, ele vai estar lá, vai ter uma máquina nossa, vai fazer uma escalonação.

pelo preço de X reais. Ele fez um equipamento. Ah, não, o Téus é uma frota toda e tal, então a gente vai entender a operação do cara e ver a melhor maneira de atendê-lo, se é na base dele, se é direcionando para um licenciado, enfim. Era só para ter uma referência. Aí, se ele usar a vacina a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a ver a

O que significa que ele nunca vai precisar fazer a descabolização ou ele vai, sei lá, ao invés de fazer isso a cada seis meses, ele faz daqui a um ano? É isso aí. Ele vai prolongar a vida, vai diminuir. Não é que a gente... Não sei. Ela vai limpar a sujeira.

todo combustível vai gerar um pouco de resíduo. Ele vai diminuir essa quantidade de resíduo. Por quê? Porque a gente tem várias funções no nosso produto. Uma delas é a função tensuativa, que vai otimizar a queima. Ou seja, ele vai desperdiçar menos combustível e vai sujar menos câmara de combustão. Mas não vai estar... Ah, Téris, vai eliminar a necessidade? Não. A gente não está criando um produto e matando o outro. Beleza. Onde eu quero chegar é assim. O investimento que eu vou fazer na vacina...

o Carboset, ele compensa ao ponto de eu, em vez de eu investir no Carboset, eu, cada seis meses, faço uma descarbonização lá e está tudo certo. Ou vale mais a pena eu faço a descarbonização.

ganho com média, lógico, já tem economia, já se pagou ali e tal, uso o Carbozé, faço investimento nele, e o tempo que vai demorar para fazer outra descarbonização compensou esse investimento do Carbozé? É isso que eu queria... Vamos lá, o Carbozé e a Carbovap resolvem problemas diferentes. Esse é o lance. Está entendendo? Estou perdendo ganho da pergunta dele, para eu também tirar essa dúvida.

compensa no tanque o valor que eu boto no Carbozé do consumo que vai ter do tanque usando um tanque cheio de um caminhão do carro grande. O Carbozé ele não vai restaurar eficiência de queima. O Carbozé ele não vai fazer uma restauração de eficiência de queima que a Carbovapte faz, o Carbovapte restaura.

a eficiência do teu motor. Mas vamos dizer que eu fiz a descarbonização no marco zero. O caminhão tem 10 anos. Sou frotista aqui. E aí eu fiz a descarbonização. Tá limpinho, bonitinho. Aí eu começo a usar o cargo zero. Perfeito.

Em vez de fazer daqui a seis meses, de repente fazer daqui a um ano. Perfeitamente vai ocorrer isso. Só que em vez de eu fazer isso, eu não gasto dinheiro carbosé e daqui a seis meses eu faço outra. Pronto, você está resolvendo sempre o problema de quem? Só do motor. Você não está cuidando da parte de que? Tanque, linha de combustível, bombe e bico. Sacou? São coisas... Aqui a gente vai estar cuidando do teu tanque, linha de combustível, bombe e bico.

Aqui a gente vai cuidar dessa parte. Carbovato a gente cuida de outra parte.

E o Carbozer, só para ter ideia de valor também, está um buraco na cabeça de todo mundo que vê aqui, qual é o valor disso, cara? Olha só, o nosso preço sugerido de venda de um tubozinho de 100 ml, ou seja, já está... Ô Cris, foca no Térez aqui, porque ele está mostrando o produto, por favor. Esse produto hoje já está disponível em posto de gasolina, vai ser lançado em algumas campanhas nacionais, vai estar sendo disponível também para comprar pela internet.

Então, esse produto aqui, 100 ml, ele trata 100 litros de combustível. Preço no posto de gasolina está sendo em torno de 30 reais. Ou seja, aqui você trata dois tanques de combustível. De uma caminhonete, por exemplo, de 50 litros. Então, você está tendo um custo aí aproximadamente de 15 reais por tanque. Ou seja, para uma caminhonete que você abastece lá, a gente acabou de abastecer a caminhonete, deu 450 reais, 500 reais no tanque.

A gente está falando de colocar R$15 a mais para ter um combustível melhor no teu tanque. É legal você pegar na loja também, Teve. A gente explicar a gasolina aditivada, por exemplo. Quanto que custa hoje para você ser um veículo com uma pódio? Quanto que custa para você se blindar utilizando um aditivo? Ele utilizaria um combustível que não é aditivado e com o carbozé. E bota o carbozé no tanque. Exatamente, todo o tanque. O ideal é que ele faça um uso recorrente.

Vai dar os 2%, mais ou menos. Exatamente. Você foi preciso na conta, bicho. A conta é exatamente essa. E lembrando... Eu não tinha facilitado... Meu tico-teco aqui está saindo fumaça, pô. E lembrando que a gasolina comum, ela tem um prazo de validade muito curto. Então, por exemplo, você citou o seu veículo que é híbrido. Isso. Você também falou que ele está lá há três meses. Isso. Com a gasolina. Isso. A gasolina oxida com menos de um mês. É comum.

Então eu já estou lascado. Está lascado. Então se você não proteger o seu sistema, você vai gerar um grande dano ao seu... Não para ir. Mas aí o Carbozé, ele permitiria com que a gente ficasse com o... Um ano. Um ano. Ah, quem tem agro negócio, que bota os equipamentos para hibernar. Então muitas vezes ele pega, terminou uma safra de cana-de-açúcar.

Nós temos clientes do rádio, né? Motor estacionário. Motor estacionário, geradores. Então, você pegou, terminou ali a colheita e o equipamento vai ficar invernado, vai parar. Ou seja, você precisa tratar. Você precisa tratar o teu combustível. Deixar ele lá já o quê? Tratar, estabilizar. Para quê? Para ele não se degradar. Quando você for dar a partida, ele vai danificar o teu sistema.

de Bombebigo. Cara, mas que fórmula mágica. Trouxe um negócio para o rosto? É o... O Thiago vai me mostrar, queria só fazer um suspense. É o seguinte, Cris, vi que tem algumas perguntas aqui. Ajuda a gente aí, cara. Vamos homenagear a galera que está ao vivo aqui. O Robson.

Nossa, não vou falar o sobrenome não, que eu vou falar errado. Mas, enfim, o Robson está aqui, ele falou assim, por que a Anfeva, o que tem de direito, não movem alguma ação contra essas mudanças que só prejudicam quem trabalha com frota? Anfávia. Anfávia. É isso, né? Por que que os...

O que é que acontece, Júlio? Isso são ações globais. Então, na hora que tem essas reuniões...

eu que vai todo mundo para a Europa lá, falando bem o popular aqui. Então, são acordos mundiais que o Brasil assina. Então, as montadoras, elas são obrigadas a cumprirem essas ações de redução de emissões. E isso é mundial. É inegociável. Então, tem países, tipo... Os países de primeiro mundo, na verdade, eles começam a serem obrigados a fazer determinadas ações, inclusive, antes de nós.

Então a gente, na verdade, tipo eu ou vocês na Europa, começou quando? Se for olhar, começou já bem antes de nós.

Então, a gente já começa depois, porque somos países mais atrasados, vamos falar assim. Sim, exatamente. Então, não tem como ninguém entrar com ações, porque eles são acordos mundiais, entendeu? De cooperação mundial para redução de emissões de gás carbono, enfim. Então, não tem como ter uma ação local, que aí poderia até fazer, beleza, mas haveria retaliações e embargos mundiais. Então, é...

A questão aqui é entender, aceitar e tratar. É isso aí. É isso, né? É isso aí. São avanços tecnológicos que vêm e que não tem volta. E que não tem volta. Vou dar um exemplo. Podem pesquisar aí. Já tem uma portaria. Se chama Portaria 192. Portaria 192. Foi criado mais um estatal, que é a Infra S.A.

E a Infra SA já tem um programa criado, se chama o programa Melhorar. Então, esse programa vai ser implementado nacionalmente. E o foco é fazer com que... Ter mais visibilidade sobre as ações de sustentabilidade que as empresas de transportes estão fazendo.

Então, desde o ano passado. Então, empresas do segmento do transporte urbano, a maioria já fazem parte de um programa que se chama o programa Despoluir. Então, estão ligados ao SESC Senado, onde eles vão lá, fazem aferições de opacidade periodicamente, tem premiação e tal, mas não tem nenhuma ação efetiva para fazer redução das emissões. Entendeu?

essas tecnologias que estão sendo embarcadas nos motores, tipo 1,06 euro, o nível de poluição é praticamente zero. Praticamente zero. Agora, o custo é altíssimo. Sim. O custo é altíssimo.

O consumidor final acaba pagando a conta sempre. Tem outra pergunta aqui do Natal Souza. Isso aí. Os motores a diesel novos já estão sendo preparados e testados para essas mudanças? E os motores antigos, como ficam? Vamos lá. Acaba que os motores antigos...

acaba que sofrem menos do que os novos. Cara, eu achava que era o contrário. Camarilla deu o exemplo da geladeira aqui, agora que eu olhei, Ricardo. Os motores antigos sofrem menos, os novos sofrem mais, por causa exatamente desses componentes que eles são embarcados. Mais sensíveis, mais tecnológicos, exatamente. Então, os mais antigos é quem...

mas assim, uma ressalva os mais antigos provavelmente tem que fazer aquela descabonização na hora que ele fizer ele restaura a gente tem em autônomos, cases

como por exemplo aqui, de Santos inclusive, Marcelinho quer aqui, até um abraço para Marcelinho do Sindicato aqui de Santos o carro dele deu uma melhora de 25% o caminhão dele, 25% mas é muito, você viu o gestor de foto fazendo uma oi na empresa para economizar 5% o veículo dele, foi isso aqui saiu de tanto para tanto a viagem que eu fazia saiu de tanto para tanto a gente deu isso a ele? Não a gente não dá consumo a gente não dá pra ver

esqueça, o que a gente dá é restaura, nós restauramos a eficiência, a gente devolveu então veículos mais novos quanto mais novo você fizer menos a gente devolve e mais vida útil a gente aumenta ou seja, imagina uma analogia ao açougueiro, a faca do açougueiro então essa faca não vai cegando ele não vai perdendo fio

Aí não precisa amolar? Sim. Pronto, é exatamente o que a gente faz, é amolar a faca. A gente vai amolar o motor. Eu gosto da parte da pneumonia, o cara tá com uma pneumonia, começou a fazer uma inalação, ele vai começar a respirar melhor. Perfeito. E aí, no caso, o cara faz... A questão toda aqui é assim, a gente fala aqui de manutenção bastante no canal, né? Preventiva, corretiva e tal. Só que, quando quebra uma peça...

Estourou a correia deitada lá do veículo leve. Parou, né? Você não consegue mais andar. Obrigatoriamente vai para a oficina. A carbonização, não. É um pouquinho para o dia. Eu digo que ela é um ladrão interno. Ele é um ladrão escondido. Ele vai lhe roubando lentamente e você não percebe. Então, dia a dia, ele te rouba. Ele está te roubando. Está te roubando performance. Está te roubando consumo. Está te roubando vida útil. E você não vê.

entendeu? Cara, e o esquema então é, não, não acredito, beleza, pega a tua frota, faz um POC, é isso? É exatamente isso, tá? O B2B normalmente é desse jeito, Júlio, a gente vai, eu costumo dizer que, sabe aquele filme da sessão da tarde, como se fosse a primeira vez? Pronto, pra mim o cliente B2B é sempre como se, eu posso chegar com um case de...

JCL aqui. O que for, vai ser. Eu quero ver no meu. Então a gente pega, faz uma POC, vai fazer todas as análises no veículo, na fronta dele. Então é matar a cobra e mostrar a cobra. Estou curioso para ver esse negócio aí na mão do Dionísio, mas só queria liberar a última pergunta aqui. Galera, mandem perguntas aí, comentários, que hoje a gente vai estender mais um pouquinho porque o tema merece.

STA Frota mas o biodiesel para chegar mas o biodiesel para chegar a ser viável creio que o governo não se preocupou nessa parte interesses como sempre acho que é o que a gente estava falando sim, sim

São milhões de interesses. Forças maiores. Tiago fez uma pergunta aqui, difícil pra danar, né? Quase que eu dava um chute na canela dele. Amigo inimigo. Amigo inimigo. Amigo inimigo. Não, mas foi boa. Foi boa. A mim, Mário. Aqui a gente fala, então... O cara aqui não fica medindo palavras, não. Cara, o cara... O que tem aqui em tela? Tem uma pergunta aqui, ó. Muito boa. O cara joga lá...

Você encontra o litro de uma vez só? Isso, exatamente. Ou é só quando põe no tanque do carro que... Não, não, não. O ideal, quem tem tanque interno, é muito melhor de fazer administração. Porque ele já vacila o tanque todo. Isso, exatamente. Ele vai abastecer 10 mil litros. Antes de abastecer 10 mil litros, ele joga 10 litros do estabilizador para depois jogar os 10 mil. Então, ele já vai bater e misturar. Exatamente.

Então, em cima dessa sua pergunta aí, eu vou falar o que é um tratamento. Ou seja, pô, Térez, eu nunca usei o estabilizador no meu veículo. O que seria um tratamento? Três tanques. Então, o nosso produto, ele homogeniza sujeira. Vocês vão ver, o Tiago vai mostrar aqui. Então, a gente não tem desplacamento. Hoje tem produtos no mercado que ele vai estar fazendo cada vez... Ah, eu limpo o bico, vou ter função de limpeza de bico, vou ter função... Não, o nosso produto...

Ele homogeniza, ele usa o combustível como um condutor para fazer todas as ações dele. Entendeu? Então, a gente não tem uma ação que alguns produtos, quando fazem a limpeza, ocorre, que é o quê? O desplacamento. Então, muitas pessoas têm muito receio.

de aditivos, entre outros. Por quê? Porque passou por algum trauma de colocar e haver o quê? O desplacamento de uma sujeira. Porque o tanque dele nunca foi tratado, o tanque tem sujeira, tem resíduo, e na hora que ele joga o produto, ele o quê? Desplaca. E aí ele vai em torno. O mesmo etanol que tem a sacarose, acaba ali obstruindo os bicos, e se você desplaca, você joga para dentro. Isso gera um problema danado.

Então, o nosso produto não tem essa ação, ele justamente vai tratar ali o combustível, né? Então, ele não vai desplacar, ele vai eliminar as bactérias contínuas. E aí, a gente... É pontuar também que na descarbonização ocorre o mesmo processo, porque também tem essa dúvida, né, Télia? Se a gente vai limpar a câmara de combustão, pegar os resíduos da borra e soltar no sistema, e aí acaba prejudicando o restante do sistema. E também não, porque ela promove uma queima completa daquele combustível, porque o carro está ligado,

ela promove uma queima eficiente completa daquela química, de toda aquela borra. Daquele resíduo, né, do resíduo. Ela incinera ali tudo dentro da própria câmara de combustão e solta vapor de água, que a gente falou, então ela solta um gás limpo. Então também não existe desplacamento e sujeira do sistema.

Não existe desplacamento. E uma outra dúvida que pega no gancho da Marina, que a galera tem, tipo, pô, quando eu faço a descarbonização da Carbovap, eu preciso trocar o óleo? Não. A gente não passa por nada da parte de lubrificação do motor. A gente é só na parte aérea do motor. A parte do gás. Exatamente. Aonde passa o ar. Exatamente. Então, e tinha também aquela dúvida de que...

A carbonização da parte de baixo do motor de óleo, que a entupia pescador, a gente não tem nada a ver com isso. A gente não atua em nada na parte de óleo, lubrificação, nada. Só a parte de eficiência de queima, combustão do motor e sistema catalítico.

que solução que vocês foram trazer para cá é o que existe mais avançado no cara que legal cara bom tô curioso foca o crispe foca aí Dionísio agora que eu tô vendo aqui que esse negócio agora já mostrar na prática aqui né agora com calma que eu também tô aprendendo mas aqui é o combustível normal diesel diesel s10 puro ó a cor né vamos focar na cor aí prestar atenção porque agora a gente vai poluir ele toda vez que eu puxo

Essa é a cor normal do diesel. Preste muita atenção. Agora a gente vai colocar uma água. Como a gente tem um ambiente preto... Não, está dando para ver legal. Na hora que a gente contaminar, ele vai ficar preto. Na hora que a gente descontaminar... Tu quer uma folha? Uma folha em branco, eu acho que... Eu acho que é legal também pegar o dutch. É o meu casaco. Suba o casaco. Não, está dando para ver ali. Eu estou vendo aqui. Está vendo a diferença, né? Explica que é o ácido público.

Aqui o que o Tia vai estar colocando, aqui nós temos ácido sulfúrico. Então vocês vão ver aqui, a gente vai colocar... Aqui a gente tem um pouquinho mais de 10 ml, de S10, e a gente vai estar colocando aqui uns 15, 20 ml. Ele vai estar colocando quatro gotas só de ácido sulfúrico. O ácido sulfúrico, ele é o subproduto decorrente do cocô da bactéria. E aí tu já me respondeu a uma pergunta que tem aqui do Vanderlei? Não.

Vanderlei, ele falou da diluição. Um para mil. É um para mil, que é o que você falou. Coloca, se for um tanque de 10 mil litros... 10 litros. Coloca 10 litros. A camélia por litro. Olha só. Com preto. Olha a cor que ficou. Bem escuro.

O que fica dentro do carro, fica assim, né? Exatamente. Isso é o que fica hoje. Isso. Isso é o que fica hoje. E aí... Mas isso por causa do biodiesel. Não, exato. Porque ele vai contaminando. O que vai contaminando, ele vai ficando preto, vai ficando sujo. Tá. E agora, a solução, né? Não, não tem jeito não. Vai botar a verdade. Isso é o...

É o Carbozé. Exatamente. É o Carbozé. A vacina. A vacina. Colocou um pouquinho. Aí. Tu além de humorista, tu é mágico também, é isso? Tô tentando, né, pai? Dá pra fazer a brincadeira. Olha a clareada aí que deu. Caraca! Já deu pra ver? Deu. Deu pra ver bem. Caraca! A gente...

O que aconteceu com a sujeira que estava aí? A sujeira ficou homogenizada, perdeu a função ácida, então ela vai queimar sem estar comprometendo a parte de bomba e bico, eliminando as oxidações. E um tratamento, para quem nunca fez, são três tanques. Então, eu não quero fazer isso o tempo todo no meu veículo, mas eu quero fazer um tratamento a cada seis meses.

Eu quero fazer isso, um tratamento a cada três meses. Então, vão ser... Três tanques contínuos. Três tanques contínuos, exatamente. Por quê? Porque ele vai... Uma explicação muito boa que você dá a respeito disso é da mistura da água com álcool versus a mistura do azeite, água, óleo e água. Eu acho bem legal para explicar o que é essa homogeneização, né? Por que que ele acontece isso? O que que acontece?

Então, a água e o azeite não misturam. Isso. Então, aqui a gente faz a homogenização e ele vai detonar, vai explodir. Vai sair. Vai sair lá. Exatamente. Ele vai ser queimado. Vai sair e está homogenizado. Não vai ficar no fundo do tanque. Exatamente. Então, aqui a gente vai limpando de forma o quê? Gradativa. Então, vão ser três tanques. Por isso que são três tanques. Depois do terceiro tanque...

E assim, é muito legal, segue aí Carbozé ou Carbozé no Instagram, e vocês vão ver, por exemplo, o relato de motoqueiro, que ele chegou e disse, pô, minha moto de manhã falhava e tal, e é assim, não é algo que ele vai sentir depois. A gente abriu uma operação em Fernando de Noronha, o nosso parceiro, mandar um abraço para Zé Maria, para Tuca.

e lá a gente estava fazendo um trabalho com uma roçadeira, uma máquina de cavar, e o uso dela era gasolina. A gasolina de Noronha tem a sua complexidade, vai de barco e tal. E quando chegava, não aumenta a roçadeira, não dava a força que ela necessitava.

Carboza na alça dele. Dá um brinco. Então, a moto. Então, a moto, o motoqueiro hoje, ele está sofrendo. A moto é uma ferramenta de trabalho. Do motoqueiro. A gente tem muito frontista que tem moto. Tem frontalista. Muito, muito. E a gente escuta muito o mercado, Júlio. Então, a gente vai para a ponta. A nossa função é ir para a ponta.

Então, é sair da nossa pra ponta, antes de lançarmos tudo nacionalmente, a gente faz lançamentos menores, pilotos, em regionais, trabalhando dentro dos nossos clientes, que já estão dentro da carteira nossa, e a partir daí a gente solta nacionalmente.

Então, esse produto está sendo lançado nacionalmente agora, final de maio, início de junho, com as campanhas, com o Tiago, com a turma dele, tem os outros, tem o Rodrigo Taja Preta, né, Tiago? René Lucas. René Lucas. Ou seja, é toda uma galera que... O Rodrigo é muito legal porque ele interpreta o mecânico.

Então, ele já tem dentro da persona dele uma interpretação de mecânica. Então, são vídeos muito legais de Thiago, com o Enel, com o Rodrigo, que vão estar sendo jogados. E vai ensinar de forma engraçada. Ô, Thiago, assim, o cara ouviu a live até aqui, chegou amanhã tudo empolgado para falar com a diretoria dele. Como que ele poderia falar? Fala aí para a galera. Rapaz, pode ir.

É, seu Fernando, posso falar com o senhor? Então, lembra daquele caminhão lá que ele durava mais tempo e agora a gente está precisando fazer serviço direto? Então, eu aprendi o porquê disso, né? É por o motivo da contaminação do combustível, né? Cada dia que passa está contaminando mais. Então, tem essa solução aqui, queria ver para o senhor, vamos testar, dando certo, a gente fica usando direto. Tirar o cocô do tanque. É, tirar o cocô do tanque, né?

literalmente. Que legal, cara. Ó, o Cris, tem uma página, de uma parceria nossa aqui do canal, com a CarboVapt. Eu não sei se tu tem ela aí no gatilho. Se tu não tiver, é o tempo de você colocar aí. Então, assim, ó. A CarboVapt sobre a descarbonização dos motores.

Tem um formulário aqui que o pessoal preenche, tem a página, eles vão entrar em contato com vocês. Isso não é novidade aqui no canal, só estou reforçando. Agora, Carbozé, como que a galera tem acesso a isso? Tem um telefone de atendimento, o Marinha, se puder passar aí. Nós temos o site carbozé.com.br, lá a gente tem uma central de atendimento disponível tanto para o WhatsApp quanto para o formulário.

E também no Instagram, que é o Carbozé. O Carbozé chama a nossa equipe. Em breve, nesse mesmo endereço, a gente vai ter a opção de comprar online, do e-commerce. Então, é só seguir o Carbozé, que você fica sempre por dentro da internet.

em qualquer estado do Brasil. Ou seja, botou aqui no norte. Então, ele vai comprar e vai receber no norte. Por exemplo, a empresa...

Sei lá, tem 30 veículos aqui. Aí a empresa faz a compra, entrei em contato com vocês. O Christopher vai deixar tudo na descrição aqui do vídeo para não dar trabalho para ninguém. Mas a empresa faz a compra. Aí ela pode fazer os abastecimentos normal no posto. E no pátio eu vou lá e eu mesmo coloco. Exatamente. Você vai administrar via tanque. Ou seja, é um tanque de 300 litros. Ele vai pegar três tubinhos de 100 ml.

Tá. Ou o próprio motorista teria condição de colocar ali junto? É, sim. Tem que ver só operacionalmente cada... Porque tem a questão de... Não, não, não. Com relação a isso, não. O nosso produto, ele não tem nem nó.

Então, ele não é um produto que vai estar classificado como inflamável. Então, ele pode, inclusive, deixar armazenado dentro do carro. Não tem problema. Não é como é que fala quando pega um inflamável. Ele queima junto com combustível. Então, não tem problema. É muito mais a questão de entender a operação do cliente, como ser feita essa administração.

No tanque do caminhão, porque às vezes é tipo, ah, o caminhoneiro tá ali na correria dele, ele esqueceu. E tanto faz colocar antes de abastecer como depois de ter abastecido? Boa pergunta. Boa pergunta. O ideal é que se coloque antes de abastecer. Por quê? Porque ele vai bater. Ele vai cair primeiro, aí o combustível vem depois e ele vai se misturar melhor. E aí o efeito de limpeza é melhor. O efeito de limpeza é melhor, pra ele poder pegar mais no fundo do tanque. O fato do caminhão, do carro...

Und aah!

acaba misturando. Vai ser melhor. Com certeza. Com certeza. Mas, assim, não tem... Se perguntar se pode colocar depois, pode. Não tem problema. Mas, se puder colocar antes, é melhor. Porque ele vai mexer mais, né? Ele já vai começar a mexer logo de início. Se for descendo essa serra aqui, meu filho, eu te garanto que você fica bem misturadinho. Eu fiquei enjoado, meu filho. Curva demais descida. Mas se usou, o bicho fica bem misturadinho ali. Tu coloca o açúcar primeiro ou o café? Eu coloco... Essa é boa, porque

É, tanto faz, mas eu costumo botar depois. Na teoria, o açúcar primeiro é melhor, não é não? É, só que pelo menos tem uma colherzinha para mexer, no caso do tricô. Ainda mais o docento, o docento primeiro também.

A 100 colher é ruim mesmo. Posso aproveitar para falar uma coisinha que a gente acabou, que a gente está falando tanto do mercado transportador, mas pode ser que aqui tem um monte de pessoas assistindo, que tem seu carro próprio, e está pensando, posso ou não posso, o que eu devo fazer? Então, descarbonização, a gente faz em veículos leves, veículos médios, pesados, e é muito importante. Inclusive, nos veículos leves, a retomada costuma ser bem maior.

Os resultados são bem significativos, inclusive na devolução da queima e do consumo.

Então, o Fernando lá pode chegar para o seu Zé, dono da empresa, dizer, eu bati no peito, fui lá, fiz o meu carro para medir, para vir para o senhor aqui com uma fogo clara. Então, eu fiz o meu carro, está aqui, medi, pronto, seu Fernando, vamos fazer a nossa foto. Ótima ideia. Eric, fala aí aqui em São Paulo já, todas as bases que nós temos aqui em São Paulo. Isso que eu queria comentar. E hoje, em São Paulo, nós já temos aproximadamente 10 bases.

estão ocupando aí a Zona Sul, com a Flávia, com a Perfil 1147, com a Eurohouse, com a Unique. Temos aqui no litoral norte a ZAP, o Centro Automotivo ZAP, que é um grande parceiro nosso também. Estamos no interior de São Paulo com a Nihon, em Campinas. Estamos já em Ribeirão Preto com a loja dos lubrificantes.

Então, em todos esses parceiros, pode ir fazer a prova. É muito legal essa ideia. Que terão ali o resultado e irão entender o que vamos entregar para o mercado. Porque hoje a prevenção, que é o nosso forte, vai ali eliminar o custo corretivo. E o custo corretivo é muito alto. Nossa!

O brasileiro não está preparado, porque assim, não é se vai dar problema, vai dar problema. É quando vai dar. Quando vai dar. Não adianta a coisa. Então assim, a melhor forma é o cara se cuidar. Então é como se você vai no médico, você tá lá com colesterol, e você vai prolongando isso. Daqui a pouco você vai ter um infarto, porque você não fez os procedimentos que o médico te receitou. Então os nossos especialistas hoje, as nossas bases, são capacitados pra diagnosticar e falar, faz esse tratamento.

que vai dar o resultado. Sensacional. Então, recapitulando, galera, tem os contatos aqui, site, tanto para fazer a descamunização dos motores, para você ganhar potência e, por consequência, economia.

Preço base do veículo leve, gente, não assustar. 500, 1.500, senão a gente fica pensando que ia trocar 1.500, desculpa cortar, porque tem que falar do preço base do veículo leve. Veículo diesel vai ficar na faixa de veículo médio, vai ficar na faixa... Vai ficar na faixa de 890.

Vai variar, porque isso faria de licenciado para licenciado. Então, o veículo flex vai variar de 500 a 600, a 500 a 680.

fica nessa variação. Isso vai dependendo da base que está se levando. Tem que ser mais também, porque a gente não... A gente não... Igual a Coca-Cola. O preço sugerido é esse. Ele pode vender uma Coca-Cola, tipo uma Coca-Cola em Guarulhos. Eu paguei lá 14 reais. 15 reais de uma Coca-Cola. Era uma ideia só de grandeza. E a vacina também, o contato está aqui embaixo. E aí a questão é...

Eu posso fazer dessa forma e não ter que parar o veículo da operação, não tomar um susto, ou eu não fazer nada e gradativamente eu ter esse custo de qualquer jeito. Violento. Violento e até muito maior. Então, as duas opções são essas.

Só existe dois caminhos. Só existe dois caminhos. Não existe um terceiro. Acho que ficou bem claro. Cara, eu queria aproveitar... Estão perguntando aqui a profissão do Dionísio. Cara, quer assim... Eu não perco, porque eu nem mal escuto. Eu tenho uma live que eu quero falar com vocês. Eu queria dar um spoiler aqui, se vocês toparem. Que é...

já conversei com o Télios sobre isso, que é um problema sério pra caramba, que é a falta de motorista no país. E isso vai gerar, vai dar várias consequências. E também é igual a história do caminhão que vai perdendo a média, que aos pouquinhos é o que a gente está passando com o motorista hoje. Aos pouquinhos. Então, eu queria fazer uma live com... Queria não, quero fazer uma live com vocês sobre a ver!

Como minimizar esse problema? O que as empresas poderiam fazer para reter esses caras? Até para atrair esses caras, né? E aí, Dionísio, como que você... O spoilerzinho dessa live, que não é hoje, fica tranquilo. Mas como que você valorizaria essa profissão?

se tu fosse gestor se tu fosse o gestor responsável técnico pela locomoção de produtos através de vias públicas eu

Rapaz, deixa eu te ajudar. Essa aí é difícil. O pior que não. Como é que não? Se fosse chope, eu ia escalar sempre por dois. Mas não. Meu amigo, nós fizemos ano passado uma campanha nacional por um cúlio de carregar o Brasil. E Tiago Dionísio interpretou motoristas, inclusive aqui em Santos. Foi nisso. Eles fez o ano grandeleiro.

o grande ele já lembrou? fez, conta também motorista de Fórmula Truck Fórmula Truck ele fez, então a gente fez uma campanha no ano passado, muito legal chamou o orgulho de carregar o Brasil e Dionísio que interpretou ele homenageou várias profissões porque caminhoneiro tem várias fez grande ele lembrando, de acordo com as dores, o que eles mais citavam era a falta de valorização, o custo alto e o valor baixo do frete alexis alexis alexis

principalmente o custo alto da manutenção. Mas como é que a gente poderia ajudar nessa questão do custo alto? Rapaz, isso aí é um tema que tem que envolver governo, empresas, não é... Eu estou, desde 2019, mapeando isso, nós lançamos um aplicativo, inclusive, que se chama Carboflix. Nós somos hoje a maior comunidade de caminhoneiros do Brasil, são mais de 20 mil usuários dentro do nosso ETH.

Ele está sendo pivotado esse ano. Vai vir mais coisas. Então, esperem, vem mais novidades. Não sei se vai até o final do ano ou depois. Tudo vai depender dos avanços dessa primeira campanha que nós estamos lançando. Mas tem coisas muito legais para dar apoio, literalmente, para essa turma que está literalmente só na estrada. Ou seja, o autônomo hoje está só. A profissão de autônomo, caminhoneiro autônomo, está morrendo.

Então, a profissão de caminhoneiro está morrendo, não só autônomo. Não, só autônomo. Mas são muitas as coisas. O negócio que acontece é muito engraçado. Se eu tenho orgulho de ser caminhoneiro, eu tenho. Mas por quê? Foi uma profissão que eu consegui sujeitar minha família por vários anos. Isso. E eu tenho orgulho dessa profissão.

O senhor indicaria para o seu filho para passar essa próxima? Não, eu quero que ele estude para não ter essa vida sofrida aqui. O cara tem orgulho, gosta, mas não quer, não indica, não, não aconselha. Eu acho que o Grupo Carbo pensa nisso como um todo, né? Então, essa valorização do caminhoneiro em levar mais informação, porque a solidão deles na estrada, às vezes o pedido de socorro que eles não encontram. Então, como o Teles falou, o Grupo Carbo vem pensando em várias soluções para o prosseguimento.

Acho que essa live pode trazer bastante novidade. Não, vamos fazer sim, cara. E um ponto que eu já lhe digo de cara, o caminhoneiro, o segmento, perdeu muito motorista para motorista aplicativo. Porque ele dorme em casa, ele faz o horário dele. Então, precisa mudar muita coisa para a profissão de caminhoneiro voltar a ser atrativa.

precisa ter muita coisa inclusive o dono, por exemplo de um supermercado, quando esse caminhoneiro chega para descarregar uma carga ele não deixa o cara lá, às vezes, uma semana para descarregar uma carga então, o cara não são N fatores que faz isso aqui o Thiago rodou com a gente então ele escutou, a gente estava aqui no Cinegram com o Salgadinho, um abraço para o Salgadinho

escutando os motoristas. Então, a gente foi para a ponta. O aplicativo nosso foi feito, pensado para o motorista, para quem carrega o Brasil. Mas é uma profissão que está morrendo. E outra coisa, nós perdemos um milhão de motoristas nos últimos dez anos.

a projeção de perda para os próximos 10 vai ser muito maior. Por quê? Você sabe qual é a idade média de um caminhoneiro hoje no Brasil? Eu não sei a idade. 55 anos de idade. Nossa. A idade média do caminhoneiro hoje brasileiro é 55 anos. Então... Média. Média, idade média. Então é uma galera que já está ali trabalhando literalmente nas últimas porque não tem opção.

tá aí, tem que tá só fazer um link aqui pra gente já meio que pro encerramento é eu fiz uma live faz deixa eu ver, umas três semanas atrás e a gente tem uma solução que o motorista ele acompanha a média dele, então na hora que ele vai abastecer ele lança no aplicativo lá do Contrary Driver

E ele sabe se ele bateu a meta ou não, o próprio aplicativo dá um joinha pra ele ou não, se ele não atingiu a média que o gestor cadastrou no sistema. E aí o motor exterivinha sempre no limite, ele batia a média, mas sempre no limite. E de repente o caminhão começou a não bater mais. Cara, duas, três abastecimentos seguidos.

E o motorista chamou o gestor, o Rui Ferraz. Provavelmente ele vai ver essa live gravada aí. Uma puta live do Rui. E aí chamou o Rui, que é o sonho de todo gestor. O motorista ia atrás. Não estou matando média. Por quê? Porque tem a premiação. Cara, o cara fechou o cerco assim, foi animal. Muito legal. E aí o Rui falou, cara, a gente foi ver. Não era...

questão de condução dele e era a questão de manutenção sabe que era filtro do combustível

E aí onde entra de repente, cara, a descarbonização, a vacina, que é uma chance de dar para esses caras voltarem a bater média e voltarem a ganhar premiação e voltar a reter os motoristas na frota. E o dono botar, né? É rentabilizar, lógico. Lógico, porque isso paga com a economia, né? É o meio ambiente que está sendo contribuído.

tá tudo amarrado, cara então eu vejo assim, ó vamos incentivar a galera logo a querer ser motorista? é uma frente importante mas cara, antes a gente tem que fechar a torneira os caras estão deixando de perder eles estão desmotivando, o cara hoje é desrespeitado não é valorizado aí não tem premiação

O cara fica exigindo meta lá de consumo, mas o caminhão não dá condição, não faz média. A ferramenta de trabalho dele não está boa. A ferramenta não está ajustada. É aquela história, é o açougueiro com a faca cega. E muita gente... Porque o equipamento é novo, mas o problema ali já é a obstrução, sujebidade, contaminação. Cara, top. Então assim, galera...

tem link na descrição, tu achou a página da parceira nossa, só colocar aí para o pessoal ver.

É assim, quem quiser, é só preencher aí, tá aqui na tela, os dados de contato praticamente, o pessoal da Carbovap vai entrar em contato contigo. E agora que eu linkei, cara, é uma chance de você voltar a fazer média e poder voltar a premiar os motoristas novamente. Lembrando que não é investimento, né? Reduz o custo operacional. Reduz o custo, né? Redução do custo diretamente da veia no combustível, na maioria dos casos.

e no aumento de vida de conjunto, né? Você vai aumentar a vida de conjunto. Que aí reduz manutenção. Reduz manutenção. Reduz parada. Exato. Um outro ponto que a gente já tem relatos de clientes nossos, né? De B2B, é a necessidade de antecipação de troca de filtros, filtros de combustível, decorrente dessa situação da mistura biocombustível. Então, tem empresas que já estão fazendo essa...

antecipação, então na hora que você usa uma vacina, um achabilizador, você vai alongar aí essa necessidade. Vai estar alongando também a vida útil. Alongando a vida útil do filtro, exatamente. Perfeito. Gente, Marina, obrigado pela tua participação. Eu que agradeço. Muito seu tempo, né? A hora de estar descansando agora, né? Com a família. Quase... Não, passamos de nove e meia, foi excelente. É ótimo. Obrigado mais uma vez.

Teles Dionísio, obrigado. Gente, tem contato da Carbovapte aqui. Eric, cara, obrigado também, prazer em conhecer aqui. Obrigado. Somente, né? É legal. E é isso aí. Então, ficou compromissado aqui, ao vivo, que nós vamos fazer a live sobre a questão de retenção e mitigar a falta, o problema da falta dos motoristas. Sensacional.

Pessoal, fiquem com Deus. Até a próxima quarta. Valeu, Cristo. Encerra aí para nós. Obrigado. Valeu.

Anunciantes3

CarboVapt

Descarbonização de Motores
external

Contele Fleet

Sistema de Gestão de Frota e Rastreamento
external

Mônaco Multas

Notificações de Multas e CNH
external