"Dono de casa" virou um gênero de game, e vale guardar dinheiro pra faculdade?
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Assuntos de hoje:
🏠 O Dazed publica uma reportagem sobre um designer de moda londrino de 24 anos que mora num apartamento alugado onde não pode mudar nada da decoração — e que passa horas personalizando casas virtuais no Animal Crossing. A reportagem parte desse caso para documentar um fenômeno mais amplo: o gênero "cozy gaming" — jogos centrados em autoexpressão, decoração e construção de lares virtuais — está em alta crescente, com buscas por "cozy gaming" aumentando consistentemente desde 2024. Fazem parte do gênero simuladores de fazenda como Stardew Valley, life sims como Animal Crossing e The Sims, e construtores sandbox como Minecraft. A tese da matéria: para uma geração que não consegue comprar imóvel, decorar uma casa virtual deixou de ser escapismo e virou uma necessidade psicológica real (Dazed) Harry WallopHarry Wallop
🎓 O New Yorker publica uma reportagem da série "Fault Lines" questionando o que pode ser a maior ansiedade financeira de pais com filhos pequenos hoje: vale mesmo a pena juntar dinheiro para pagar a faculdade num mundo onde a IA está reestruturando radicalmente o mercado de trabalho? As mensalidades universitárias americanas cresceram 3,4% no ano letivo 2025-2026 para universidades públicas estaduais, chegando a US$31.880 por ano, enquanto faculdades privadas subiram 4% para US$45.000 anuais. Ao mesmo tempo, a IA está eliminando exatamente as funções de entrada que durante décadas justificavam esse investimento. O artigo não dá uma resposta simples — mas coloca a pergunta com uma precisão que vai incomodar muita gente (New Yorker) Substack
O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.
Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.
- Inteligência Artificial e futuro da faculdadeAnsiedade financeira de pais sobre faculdade · Crescimento das mensalidades universitárias · Impacto da IA no mercado de trabalho · Descrença no ensino superior · Função da faculdade como certificação
- Videogames e entretenimento digitalGênero de jogos 'cozy gaming' · Dificuldade de jovens em comprar imóveis · Personalização de casas virtuais · Stardew Valley · Animal Crossing · The Sims · Minecraft
- Sorteio de livro para apoiadoresApoio ao Refil Podcast · A Arte de Gastar Dinheiro · Morgan Housel
- Gramado SummitEvento de inovação e empreendedorismo · Palestra de Arthur Gubert · Gramado
Muito bom dia! Tá começando o Refil. Se você escolheu estar aqui, é porque você escolheu se tornar uma pessoa mais interessante. Hoje é quarta-feira, dia 6 de maio de 2026. Eu sou o Arthur Gubert e no programa de hoje eu vou anunciar qual é o livro a ser sorteado nessa primeira semana de maio.
Serão quatro livros nesse mês. E o primeiro que vai ser sorteado entre os apoiadores, eu vou falar logo no início do programa ali, tá? Logo depois, tem um artigo da Dazed, a Dazed and Confused, que é uma revista americana que fala de lifestyle, fala de comportamento, ela é super antiga, começou no Underground. Então, ela tem sempre histórias muito interessantes. E essa aqui me chamou muito a atenção. É um artigo sobre ser dono de casa, ter virado um gênero de jogo, de game.
E é um gênero que tá crescendo muito, especialmente entre essa juventude que não consegue comprar a sua própria casa. E aí ela vai criar a casa no game. Lembrou um pouco The Sims aí? Pois então, nós vamos falar disso, tá? E logo depois tem um artigo da New Yorker correlacionando inteligência artificial e faculdade.
E tentando responder aquela pergunta que muitos pais se fazem hoje, né? E não só pais de crianças que estão no final da vida escolar, mas principalmente pais de crianças mais novas, né? Será que vale a pena guardar dinheiro para a faculdade dos seus filhos?
Será que vale a pena você criar ali um fundo para poder bancar esse estudo superior depois, né? Em tempos de inteligência artificial. Tem uns dados aqui sobre quem é que está fazendo aquilo de fato, né? Que foi estudar na faculdade. Então, presta atenção que está interessante, tá? Vamos fazer só o refil do meu café e aí a gente toca a ficha nos assuntos do dia.
Seguinte, livro... Primeiro livro do mês de maio a ser sorteado entre os apoiadores do Refil. A galera que foi ali no apoia.se barra Refil Podcast, né? E tá apoiando com 20 reais por mês. O que clicou no link aqui, né? Da descrição do episódio pra ir lá no mesmo link do Apoia.se Vai concorrer ao livraço do Morgan Housel. A arte de gastar dinheiro. Esse livro aqui me surpreendeu positivamente, tá? Eu ganhei ele de presente do Piangers no começo do ano. Porque eu...
nunca fui muito fã dessa literatura, assim, né, explicativa, resolvedora de problemas, especialmente quando falava de finanças, acho que tem muito conteúdo, muito raso nesse mundo das finanças aí, tá? Mas quando eu ganhei, comecei a folhear e comecei a ler, eu fui positivamente surpreendido, primeiro porque o Morgan Housel é um cara que eu já li, ele tem um outro livro fascinante que se chama O Mesmo de Sempre, porque as coisas mais importantes nunca mudam, né? Então eu já tinha contato com a escrita dele, com a pesquisa dele.
ele é um economista, né? E então, simplesmente por ser desse cara aqui, do Morgan House, já me chamou atenção, mas quando eu comecei a ler eu gostei demais. E tá aqui, né? O meu livro sempre cheio de marcações, sempre cheio de anotações, porque esse é um desses, que vai gerar vários insights. Então, esse vai ser o primeiro livro sorteado no mês de maio. Vai lá no Apoia-se e vire um apoiador para correr o risco de levar pra casa esse livro magnífico do céu, amigo Arthur. Ok?
Dito isso, vamos pro primeiro assunto do dia, lá da Dazed, Dazed and Confused. Gosto bastante dessas revistas aí que começaram meio underground, sabe? Tipo Vice, Dazed, acho legal mesmo. E esse artigo aqui me chamou a atenção porque eu fui...
Eu sou até hoje, né? Mas eu dei muita sorte de ter nascido na época que eu nasci, porque eu peguei o surgimento dos jogos de computador legais. E eu me lembro de ter jogado The Sims, né? Com 10, com 11 anos, eu ganhei The Sims. E aquilo ali explodiu minha cabeça. Então, me lembrei muito do The Sims, lendo esse artigo aqui.
Porque se você já jogou The Sims, você entende do que eu estou falando, você planejava sua casa dos sonhos, você decorava, comprava um sofá, ia melhorando ela na medida que você ia prosperando dentro do jogo. Então acho que todo mundo sentiu que estava projetando a casa dos sonhos.
Talvez seja porque estava mesmo, né? Era um jogo onde a gente conseguia ser criativo dentro de um ambiente digital muito legal, né? Então, esse artigo fala sobre um novo gênero de videogame que vem crescendo silenciosamente entre os jovens.
Entre essa molecada que tá no começo da vida, né? De trabalho ali com 20, com 23 anos. Os chamados cozy games. Cozy, de aconchegante, né? São jogos tranquilos ali, centrados em decoração, em reformar, habitar os espaços, né? Então, assim, muito parecido com o The Sims daquela época.
Só que hoje com inúmeros títulos diferentes e com novos gráficos e novas maneiras de você jogar, né? E o ponto que o artigo toque, que me chamou atenção, é que não tem nenhuma coincidência do porquê esses jogos estão populares agora. Esses cozy games aí, eles incluem simuladores de fazenda, como Stardew Valley, que é um excelente jogo. O Stardew Valley é um...
excelente jogo, simuladores de vida como o próprio The Sims, como o Animal Crossing, que também é bem legal, que é só para a Nintendo, se eu não me engano. Os jogos construtores como o Minecraft, que são sandbox, que são caixas de areia, onde você constrói o que quiser. O que todos esses jogos têm em comum é a liberdade para você criar ambientes, para você personalizar espaços, para você fazer escolhas estéticas sem nenhuma consequência real. Eu lembro que no The Sims 1 tinha aquela cama em forma de coração caf...
Fona pra caramba. Mas, né, a gente botava lá no quarto lá e tal. Segundo o Google Trends, as buscas pelo termo Cozy Gaming aumentaram de forma significativa desde 2024. E a explicação que o artigo encontra está no mercado imobiliário.
E traz alguns dados. No Reino Unido, por exemplo, 35% dos homens e 22% das mulheres jovens entre 20 e 35 anos ainda moram com os pais. E esse índice vem crescendo. Cada vez menos pessoas dessa faixa etária saem da casa dos pais. E com o desemprego juvenil no maior nível em uma década, essa ideia de ter um imóvel próprio, digital, ficou...
ainda mais atraente para esses jovens adultos que estão cada vez mais distantes de um imóvel de verdade. Tem um cara que é mencionado aqui, que é entrevistado no artigo, que é o Matthew Thompson, é um cara de 24 anos que mora em Londres, lá de aluguel, né? E aí, esse apartamento dele, ele conta no artigo, tem uma regra...
que impede qualquer mudança de decoração. Tipo, o cara não pode pintar parede, o cara não pode mexer muito ali no negócio, né? E ele conta que essa regra inclui dois quadros enormes de um coala e de uma girafa, que ele mantém escondido embaixo da cama de vergonha. E ele não pode decorar, né? E pra esse cara aqui da reportagem, customizar espaços digitais tem a mesma satisfação de brincar com Lego na infância.
É uma maneira que a gente tem de imaginar futuros, de criar narrativas, de expressar quem a gente é sem a permissão de um senhorio e com dinheiro infinito.
Quando a economia parece um jogo impossível de vencer, as pessoas buscam sistemas onde as regras fazem sentido. Essa é a conclusão pra mim desse artigo, tá? E nesses cozy games aí, o esforço se converte em resultado visível. Uma coisa que o mercado de trabalho real nem sempre oferece, né? É o equivalente do videogame de uma cobertinha. Você tá ali, conseguindo realizar os seus sonhos ainda que por alguns minutos, em troca de uma dopamina rápida.
A real é que essa geração aí se sente tão mal que ter casa virou um gênero de videogame. Eu vou dizer para vocês, tá? Eu acho bem legal, tá? Esse tipo de jogo. Não a situação como um todo, né? Mas me parece que a humanidade sempre encontra uma maneira de desaguar os seus traumas em algum lugar, né? As pessoas, elas, de alguma maneira, expressam as suas frustrações, as suas ansiedades, as suas angústias, os seus medos.
E expressar isso de maneira criativa em um jogo pode ser bem legal. Claro que a gente não pode confundir isso com uma espécie de resignação, ou sei lá. Ah, eu vou mergulhar no game porque a minha vida é muito triste de ser vivida, então eu vou ficar aqui. Não, eu não tô indo pra esse extremo. Tô pensando realmente em quem se diverte, em quem mostra pros amigos, a comunidade de The Sims hoje online é gigantesca. Você pode fazer downloads de casas, downloads de desenhos, de designs, de construções.
O próprio Stardew Valley é um jogo lento, ele não é um jogo que vai exigir muito esforço, você pode progredir no seu próprio ritmo, então é toda uma categoria que atende a esses jovens cansados e com um senso de dificuldade de prosperar, de adquirir bens, imóveis, comprar um apartamento, comprar uma casa no mundo real.
Eu gosto muito de jogar. De vez em quando eu jogo. Hoje em dia eu não estou jogando mais isso aí, mas eu joguei Stardew Valley bastante. O Animal Crossing eu nunca joguei, mas gostaria muito de jogar. Aliás, acho substitutos excelentes para jogos como Roblox, tá? Se você tiver filhos aí, baixa o Stardew Valley, joga junto com ele. Você vai ver que é mó legal. Mó legal. É uma fazenda e tal. Aí tu planta, aí tu colhe, tu vende, pega o lucro, constrói um...
Sei lá. Porra, é um mundo enorme para você explorar. Joguem junto com seus filhos. É a melhor maneira de vocês se conectarem, tá? Caso ele goste de games.
Vamos fazer o próximo assunto aqui Bora Isso aqui é lá da New Yorker, tá? Levanta essa pergunta aí que vários pais hoje se fazem Será que vale a pena eu estar guardando dinheiro Para a faculdade dos meus filhos? Foi justamente essa pergunta Que esse jornalista aqui da New Yorker O Jay Caspian Kang Que tem textos excelentes Dessa revista excelente De textos longos, né? Que se aprofundam em assuntos do cotidiano Nuros
Ele conta ali no artigo, ele tava fazendo o imposto de renda dele, né, e olhando aqueles gastos, aquele dinheiro que ele tá guardando, né, e foi aí que ele se questionou se o dinheiro que ele tá guardando pra faculdade dos filhos não seria melhor investido em outra coisa. E me deu um clique, porque assim, as minhas filhas têm dois anos, teoricamente vai demorar pra elas fazerem faculdade, mas eu também já me peguei pensando nisso, sabe?
Poxa vida, será que quem tem uma filha de 9 anos hoje, por exemplo, né? Que tá ali no começo da vida escolar, né? Quando ela se formar no ensino médio lá em 2035, né? Será que a universidade vai...
Vai ter a mesma relevância? Será que ela vai custar o que ela custa hoje também? Tem mais isso. Bom, o artigo apresenta dados. E aí o Arthur Guberti adora dados. Porque eles são um reflexo matemático da realidade. Os números já estão indicando um problema sério nesse aspecto. Mais de um quarto dos universitários americanos acreditam que faculdade não foi um bom investimento.
E mais de 40% dos formados jovens estão trabalhando em funções que nem exigem diploma. Mais um dado. 70% dos jovens acham que o ensino superior está indo na direção errada. E aí a gente olha para o desemprego entre jovens, que é no maior nível em uma década, e a gente tem essa fotografia de descrença no ensino superior por parte de quem está começando a cursá-lo. Bom...
Mas o que vai acontecer em 2035, quando essa menina de 9 anos estiver se formando na escola? Tem uma proposta que o Ray faz aqui, que o autor desse artigo faz, é que a universidade vai sobreviver. E é muito interessante essa visão dele. Porque a universidade já sobreviveu. A pandemia, a guerra, sobreviveu a própria internet, a democratização do ensino. Então, é...
A visão que eu concordo plenamente é que a função principal da faculdade e a razão pela qual ela vai sobreviver ao futuro...
é que a função principal dela nunca foi ensinar habilidades, de fato, e sim certificar que o aluno é inteligente, esforçado e suficientemente conformista para ser contratado por uma empresa ou para ser reconhecido como um prestador de serviço na sociedade. Enquanto os empregadores e o público, os consumidores, acreditarem nisso, esse sistema vai se manter.
Mas a inteligência artificial já está acelerando um desencantamento que já vinha crescendo mesmo antes dela, tá? Porque olha só, em 2013, há 13 anos atrás, 74% dos jovens diziam que a faculdade era muito importante. E agora em 2019, esse número de 74 caiu para 43, tá?
2019, o ano ainda antes do chat de APT. E agora em 2025, o número de jovens que dizem que faculdade é muito importante é apenas 35%. É a menor queda. Aliás, é o menor dado que representa o tamanho dessa queda. Então, a inteligência artificial não criou essa crise do ensino superior.
Mas ela expõe o que a faculdade realmente vende, que é um selo, não necessariamente conhecimento. Certo? Então assim, o cenário mais provável para o futuro é uma concentração.
As universidades de elite e as grandes públicas sobrevivem pelo prestígio, pelo dinheiro, pelo investimento que é feito em cima, né? Enquanto essas centenas de faculdades menores vão inevitavelmente fechar as suas portas. O resultado seria menos jovens buscando diplomas de 4 anos, né?
O que pode ser até positivo em alguns aspectos, mas representa o fim desse ideal aí, da ideia de que todo mundo deveria ir na universidade não só para subir na vida, mas também para pensar, para ler e para escrever pelo simples valor que esses atos têm. Quem é que ainda vai comprar esse argumento, né? Quem é que ainda vai dizer assim, não, eu vou fazer quatro anos de curso em administração porque eu acho que eu vou me conectar com os autores, né?
E quem é que vai fazer? Porque pensa assim, depois que eu sair com o meu diploma de administração aqui, dessa que é uma prestigiada universidade do meu estado, o mercado vai me aceitar melhor. Eu acho que a gente está se encaminhando para a segunda opção. Então assim, o paradoxo dessa história toda...
É que quem mais pode se dar o luxo de entrar numa universidade prestigiada, seja porque ela é particular e a pessoa tem dinheiro para pagar, ou seja porque ela é pública e o cara teve dinheiro para pagar o cursinho, essas são justamente as pessoas que talvez menos precisem dessa validação social para poder ser bem-sucedido no que quer que elas queiram fazer.
Que eu não tô falando aqui de cursos como, por exemplo, medicina, onde você precisa ter um conhecimento técnico, né? Sei lá, coisas que tem que assinar ali um documento dizendo eu sou o responsável se der algum problema, né? Esses aí não se encaixam, mas puxa vida. Pensa só, jornalismo, publicidade e propaganda, administração, né? Direito é um curso que deve se transformar profundo.
mas ainda exige uma certificação, né? Mas todos esses outros relações públicas, puxa, economia, geografia, né? Até tem essa parte da docência, de você ter o bacharelado pra poder dar aula, né? Mas vamos lá, né? Tá mudando profundamente. Responde aí!
Pode até comentar aqui no Spotify e no YouTube. Você faz aquilo que você estudou a faculdade para aprender? Esses dias eu vi que o curso que tem maior desvio de mercado é Engenharia Química. Fiquei surpreso. Achei que fosse jornalismo, que está no top 5, obviamente, mas não imaginei que fosse Engenharia Química. Comenta lá, quero saber.
Refil de hoje vai ficando por aqui com a promessa de voltar amanhã. Amanhã eu entrego o programa e toco o pau pra Gramado. Vou palestrar no Gramado Summit. Vai ser bem legal lá. O Gramado Summit é esse eventaço, né? Talvez aí um dos, sei lá, três principais do Brasil. Quem sabe, né?
que é o grande brainstorm, reúne pensadores, galera com ideia na cabeça, e eu vou estar por lá, vai ser às 10 da manhã minha palestra, amanhã, na quinta-feira. Então, se você estiver em Gramado e estiver no Gramado Sambit, está convidado para ir lá assistir, depois me dizer o que você achou, tá bom?
Se você quiser ajudar o programa, vire um apoiador e concorra a um livro. O 1º de maio é a arte de gastar dinheiro do Morgan Housel. Só de ser um apoiador você já está concorrendo. Você pode compartilhar o episódio do Spotify, postar nos seus stories, se inscrever no canal do YouTube. Tudo isso ajuda a manter o programa vivo, tá bom? Que tenha a pretensão de te deixar cheio de assunto de segunda a sexta e você ouve a hora que quiser.
Mas o programa é postado às 6 da manhã. Eu sou o Arthur Gubert, fico por aqui. Tchau.